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	<title>Arquivos Clementina de Jesus - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Evento gratuito homenageia Clementina de Jesus com inauguração de grafite e roda de samba em SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 16:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Clementina de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia Nacional do Samba, 2 de dezembro, um evento gratuito homenageia a grande Clementina de Jesus. A partir das 16h, &#8220;Rainha Ginga: 60 anos de gl&#243;rias&#8221; iniciar&#225; a programa&#231;&#227;o na Pra&#231;a Angel Ramires (Bar Pequena Gl&#243;ria), na Vila Mariana, capital paulista, com a inaugura&#231;&#227;o de um grafite com a tem&#225;tica da cantora. A obra [&#8230;]</p>
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<p>Neste<strong> Dia Nacional do Samba</strong>, 2 de dezembro, um evento gratuito homenageia a grande <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ha-120-anos-nascia-um-mulher-preta-forte-e-guerreira-clementina-de-jesus-da-silva/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clementina de Jesus</a></strong>. A partir das 16h, &#8220;<strong>Rainha Ginga: 60 anos de glórias</strong>&#8221; iniciará a programação na Praça Angel Ramires (<strong>Bar Pequena Glória</strong>), na Vila Mariana, capital paulista, com a inauguração de um grafite com a temática da cantora. A obra vai ocupar um muro de mais de cem metros quadrados, e é assinada por<strong> Mateus Bailon</strong> e <strong>Carolina Murayam</strong>.</p>



<p>Em seguida, tem início, também na praça, a projeção do documentário &#8220;<strong>Clementina</strong>&#8220;. O filme, elogiado pela crítica, traz depoimentos de <strong>Alcione, Nelson Sargento, Hermínio Bello de Carvalho e Ney Lopes</strong>. Em 2018 a obra participou da<strong> Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e do Festival do Rio</strong>.</p>



<p>Às 18h00 entra em cena a <strong>Batucada das Pretas</strong>, grupo de samba liderado por mulheres da Zona Leste de São Paulo. Além de participar de eventos beneficentes e arrecadações de cunho social para as comunidades em que atuam, o grupo fortalece junto à sociedade a discussão sobre a violência contra a mulher e o machismo que persiste no mundo do samba, onde os homens ainda são protagonistas: &#8220;Precisamos fazer o debate e o fortalecimento das poucas mulheres artistas que estão à frente dos palcos e das rodas de sambas, principalmente em relação às mulheres pretas&#8221;.</p>



<p>Em 2023 completam-se seis décadas que Clementina de Jesus foi avistada na Taberna da Glória (RJ) pelo então jovem Hermínio Bello de Carvalho, que a levaria para o mundo ao participar de grandes shows e da gravação de discos aclamados pelo público e pela crítica,<br>fazendo da quituteira natural de Valença um dos nomes mais representativos da música brasileira e da ancestralidade presente no samba. Ainda que tardia, sua vida artística foi intensa. Teve a sorte de ser reverenciada em vida por nomes como Pixinguinha, João da<br>Baiana, Cartola, Dona Ivone Lara, Martinho da Vila, Adoniran Barbosa, Clara Nunes, Beth Carvalho, Gilberto Gil e Maria Bethania. Rainha Ginga ou Quelé, como ficou conhecida, faleceu em 1987. Hoje, ela teria 122 anos.</p>



<p>Interessante observar a congruência das histórias relacionadas ao nome Glória. O fatídico encontro entre Clementina e Hermínio, como citado, ocorreu no bairro da Glória, na Taberna da Glória. E a praça escolhida para o evento em São Paulo foi revitalizada pelo bar<br>Pequena Glória, que é também parceiro na realização do evento.</p>



<p>A iniciativa é uma realização independente do selo cultural, Em Nome do Samba, que reaizam ações voltadas à memória e à valorização do samba.</p>



<p><strong>Programação completa:<br>Rainha Ginga: 60 anos de Glórias<br></strong>02/12, a partir das 16h00</p>



<p><strong>Onde<br></strong>Praça Angel Ramires (Bar Pequena Glória &#8211; R. Dr. Nicolau de Sousa Queirós, 520 &#8211; Vila Mariana)</p>



<p>16h00 / Inauguração de grafite (muro de 100 metros quadrados)</p>



<p>Mateus Bailon <a href="https://www.mateusbailon.art/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.mateusbailon.art/</a><br>Carolina Murayama <a href="https://carolmurayama.com/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://carolmurayama.com/</a></p>



<p>16h30 / Cinema na Praça<br>Projeção do documentário “Clementina” (Ana Rieper, 2018, 75 min.)</p>



<p>18h00 &#8211; 21h30 / Roda de Samba<br>Batuca das Pretas <a href="https://www.instagram.com/batucadadaspretassp/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://www.instagram.com/batucadadaspretassp/</a></p>
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		<title>O canto de Clementina desperta a África que existe em nós</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-canto-de-clementina-desperta-a-africa-que-existe-em-nos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Feb 2023 08:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Clementina de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[música]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto: Ricardo Correa Tava durumindo cangoma me chamou Tava durumindo cangoma me chamou Disse levanta povo o cativeiro j&#225; acabou &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em><strong>Texto: Ricardo Correa</strong></em></p>



<p>Tava durumindo cangoma me chamou</p>



<p>Tava durumindo cangoma me chamou</p>



<p><em>Disse levanta povo o cativeiro já acabou</em></p>



<p>                                                                                  <em>− Clementina de Jesus, 1966</em></p>



<p>Lembro do meu pai colocando a  vitrola e as caixas de som na garagem de casa para tocar os discos da sua coleção de samba. Eu era uma criança. Esse ritual acontecia todos os finais de semana, e acredito que isso influenciou no meu gosto musical; &#8220;samba das antigas&#8221; é uma das minhas paixões. Em casa rolava Cartola, Pixinguinha, Noel Rosa, Aracy de Almeida, Martinho da Vila, Noite Ilustrada, Mestre Marçal, Dona Ivone Lara, Beth Carvalho, Candeia, Paulinho da Viola, Velha Guarda da Portela, Aniceto do Império, entre muitos outros, mas confesso que havia uma voz que se destacava no meio desses grandes artistas. Algo inexplicável, e quem a ouvia pela primeira vez  até sentia certo estranhamento. Clementina de Jesus, também conhecida como Rainha Quelé, era a dona dessa voz, caracterizada pela africanidade, rouca e grave, que nos transportava aos cantos das senzalas, ao trabalho escravizado nas fazendas, às lamúrias resultantes dos grilhões e açoites, mas também inspirava resistência, remetendo à fuga dos rebelados pelas matas, a sobrevivência nos quilombos, a religiosidade africana, a capoeira, e ao sentimento de pertencimento à cultura africana.</p>



<p>Rainha Quelé nasceu em 07 de fevereiro de 1901, no município de Valença, Rio de Janeiro.&nbsp; Desde criança recebeu diversas influências que forjaram a sua maneira de manifestação artística – do canto a estética. Amélia de Jesus dos Santos, mãe de Clementina de Jesus, nasceu no período da escravidão, no entanto, foi libertada por causa da Lei do Ventre Livre (1871). Era parteira, e costumava entoar cantos africanos enquanto lavava roupas. O pai, Paulo Batista dos Santos, trabalhava como pedreiro, porém, era conhecido como violeiro e capoeirista; na região em que moravam havia um povoamento de negros bantus e jongueiros. Lembremos que a Abolição da Escravatura (1888) era algo recente, portanto, a África pulsava nas ruas e vielas, nos bares e casas noturnas, nas comunidades e quilombos, em todos os lugares que transitava e sobrevivia o povo negro.&nbsp;</p>



<p>Clementina e seus pais se mudaram para Jacarepaguá, e, depois, para Oswaldo Cruz, onde a artista acabou passando a adolescência. Nesta fase da vida frequentou blocos, escolas e rodas de samba, cantou em coral, sempre chamando a atenção com o seu talento impar; o contato com os mestres das escolas de samba a ajudou a ganhar um pouco mais de visibilidade. Em 1938, ela se casou com Albino Correia da Silva, o Pé Grande, e foi morar no morro da Mangueira.</p>



<p>Antes de se tornar conhecida nacionalmente, trabalhou por muitos anos como lavadeira e empregada doméstica. No documentário <em>Clementina de Jesus – Rainha Quelé (2011)</em>, há um trecho em que a artista comenta que a patroa num tom de desaprovação a questionou &#8220;Clementina, estás cantando ou estás miando?&#8221;. Ela respondeu prontamente &#8220;Estou miando&#8221;. Tal como a sua mãe, ela entoava canções durante as atividades profissionais, ou seja, a África ecoava dentro da casa dos brancos.&nbsp; Obviamente eles odiavam.</p>



<p>A carreira de Clementina de Jesus só começou a decolar depois dos seus 60 anos de idade, e foi através de Hermínio Bello de Carvalho, produtor e compositor, que a conheceu numa festa no bairro da Glória. Ele a convidou para participar do musical <em>Rosa de ouro</em> junto com outros artistas consagrados, e todos se encantaram com a musicalidade de Clementina. Ela até viajou para o exterior representando o Brasil em festivais. Rainha Quelé registrou treze discos na carreira, entre solos e participações com outros artistas. No repertório havia vissungos, jongos, samba, partido-alto, músicas folclóricas etc.&nbsp;</p>



<p>Rainha Quelé faleceu em 1987, Inhaúma, Rio de Janeiro. Sem sombra de dúvida, celebrar a sua memória é tonificar a nossa existência. E, parafraseando o pan-africanista Kwame Nkrumah (1909-1972), mesmo que não tenhamos nascido em África, o continente nasceu dentro de nós. Escutemos Clementina de Jesus!&nbsp;</p>



<p><strong>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</strong></p>



<p>CASTRO, Felipe; Janaina Marquesini, Luana Costa e Raquel Munhoz. <strong>Quelé, a voz da cor</strong>: biografia de Clementina de Jesus. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.</p>



<p><strong>PORTAL MUSEU AFRO BRASIL.</strong> Clementina de Jesus<strong>.</strong>&nbsp;</p>



<p><strong>Disponível em:</strong> &lt;<strong>http://www.museuafrobrasil.org.br/pesquisa/hist%C3%B3ria-e-mem%C3%B3ria/historia-e-memoria/2014/07/17/clementina-de-jesus&gt;. Acesso em: 06 fev. 2023</strong></p>



<p>SANTOS, Joel Rufino dos. <strong>Zumbi</strong>. São Paulo: Ed. Moderna, 1985</p>
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		<title>Documentário sobre Clementina de Jesus, a rainha do canto negro no Brasil, está disponível on-line gratuitamente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 14:22:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Clementina de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O filme que recebeu diversos pr&#234;mios em importantes festivais do pa&#237;s, narra a hist&#243;ria de Clementina de Jesus, negra, pobre e empregada dom&#233;stica, que passou a cantar aos 60 anos, tendo participa&#231;&#245;es com Pixinguinha, Paulinho da Viola e Jo&#227;o Bosco. Tendo trabalhado durante 20 anos como empregada dom&#233;stica e durante toda a vida como dona [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O filme que recebeu diversos prêmios em importantes festivais do país, narra a história de <strong>Clementina de Jesus</strong>, negra, pobre e empregada doméstica, que passou a cantar aos 60 anos, tendo participações com Pixinguinha, Paulinho da Viola e João Bosco.</p>
<p>Tendo trabalhado durante 20 anos como empregada doméstica e durante toda a vida como dona de casa, foi descoberta pelo pesquisador Hermínio Bello de Carvalho, quando começou a sua carreira aos 62, cantando em bares no Rio de Janeiro. Gravou 11 discos e chegou a ser representante do Brasil no Festival de Cannes, em 1966. A cantora faleceu em 1987.</p>
<p>No <a href="https://vimeo.com/301702668" target="_blank" rel="noopener"><strong>documentário</strong></a> de 56 minutos, a trajetória de Clementina, é lembrada por personalidades como Leci Brandão, Cristina Buarque de Holanda, Paulinho da Viola, Martinho da Vila e Grupo Fundo de Quintal. O documentário foi disponibilizado com o intuito de semear a cultura e a memória, a partir da ideia de que &#8220;é um direito do cidadão brasileiro de conhecer a figura e a voz única de Clementina de Jesus&#8221;.</p>
<p>Clementina ou Quelé, como era chamada pelos amigos, era neta de escravos, nasceu em Valença, no estado do Rio de Janeiro, e mudou-se aos 10 anos para o Rio de Janeiro, onde acompanhou o surgimento da Escola de Samba Portela, que a influenciou para o resto de sua vida.</p>
<p><iframe title="Clementina de Jesus - Rainha Quel&amp;eacute;" src="https://player.vimeo.com/video/301702668?dnt=1&amp;app_id=122963" width="492" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen" allowfullscreen></iframe></p>
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