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	<title>Arquivos china - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos china - Mundo Negro</title>
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		<title>Silvio Almeida lança livro sobre Direito e soberania na China </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2026 19:08:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Em O Drag&#227;o sob o C&#233;u, jurista questiona a centralidade das refer&#234;ncias europeias e analisa como a China articulou tradi&#231;&#227;o, t&#233;cnica jur&#237;dica e projeto nacional&#160; O professor e jurista Silvio Almeida anunciou o lan&#231;amento de O Drag&#227;o sob o C&#233;u: direito, soberania e socialismo na China, livro em que analisa o papel do Direito na [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Em O Dragão sob o Céu, jurista questiona a centralidade das referências europeias e analisa como a China articulou tradição, técnica jurídica e projeto nacional&nbsp;</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O professor e jurista Silvio Almeida anunciou o lançamento de <em>O Dragão sob o Céu: direito, soberania e socialismo na China</em>, livro em que analisa o papel do Direito na organização material da sociedade e na construção de projetos de poder.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Publicada pela Editora Contracorrente, a obra parte da experiência chinesa para questionar a centralidade das referências europeias na interpretação do Direito, do Estado e da soberania. Em vez de apresentar um panorama geral da história jurídica do país, Almeida investiga o encontro entre categorias modernas e uma tradição intelectual e política construída ao longo de cerca de dois milênios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro é resultado de quase dois anos de pesquisa e reflexão. Em publicação nas redes sociais, o autor afirmou que o trabalho exigiu um mergulho “em um novo objeto, em uma nova cultura, em uma língua desconhecida”. A obra entra em pré-venda e terá eventos de lançamento em cidades como São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>“Boneco antiestresse” de bebê negro vendido na China vira alvo de vídeos violentos nas redes</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/boneco-antiestresse-de-bebe-negro-vendido-na-china-vira-alvo-de-videos-violentos-nas-redes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 10:17:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>V&#237;deos mostram usu&#225;rios espancando e furando o brinquedo. Vers&#227;o negra &#233; a mais atacada, enquanto tons claros ficam de fora das cenas de viol&#234;ncia. Um boneco antiestresse em formato de beb&#234; negro se transformou em alvo de conte&#250;do violento e sexualizado nas redes sociais chinesas ao longo das &#250;ltimas semanas, gerando repercuss&#227;o internacional entre comunidades [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Vídeos mostram usuários espancando e furando o brinquedo. Versão negra é a mais atacada, enquanto tons claros ficam de fora das cenas de violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um boneco antiestresse em formato de bebê negro se transformou em alvo de conteúdo violento e sexualizado nas redes sociais chinesas ao longo das últimas semanas, gerando repercussão internacional entre comunidades negras na Ásia, nos Estados Unidos e na Europa. Batizado de Natasha, o brinquedo de borracha é vendido como um item de alívio de estresse, mas passou a protagonizar vídeos em que usuários o espancam, perfuram, pisoteiam, esfaqueiam e até despejam água fervente sobre ele, segundo reportagens do Hong Kong Free Press, da CNN e do site especializado Bored Panda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tendência começou de forma acidental, segundo a agência de notícias estatal chinesa Xinhua. Um vlogger tratava o boneco como se fosse sua própria filha e, ao deixá-lo cair no chão, filmou o momento em que o brinquedo se deformou. O vídeo viralizou e deu origem a uma onda de imitadores, que passaram a produzir cenas cada vez mais violentas em busca de engajamento. A partir daí, o produto passou a ser vendido em três tonalidades de pele, branca, marrom e preta, mas é a versão de pele mais escura, com traços faciais exagerados, a mais reproduzida nos vídeos de agressão, segundo o site OkayAfrica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma explicação que circulou entre usuários chineses e foi reproduzida por veículos internacionais soma mais um elemento à controvérsia. Segundo esse relato, a versão de pele clara seria evitada nos vídeos de destruição por parecer humana demais e despertar mais empatia quando danificada, o que teria feito a versão escura se tornar a preferida para as cenas de violência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Hong Kong, moradores negros classificaram a tendência como desumanizante. Innocent Mutanga, da ONG Africa Center Hong Kong, afirmou que a febre corre o risco de normalizar a desumanização de corpos negros. A atriz e cantora sul-africana Londiwe Ngubeni relatou ter visto uma criança maltratando o boneco em um supermercado local, dizendo se tratar de um &#8220;alívio de estresse&#8221;, e questionou publicamente a naturalização do gesto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos Estados Unidos, a repercussão chegou a veículos como o Washington Informer, que ouviu profissionais de saúde mental. O psiquiatra Allan Cofield afirmou que não deveria haver comerciante disposto a carregar esse brinquedo obsceno e racista. Psicólogos citados pela reportagem alertaram ainda que o hábito de socar e destruir figuras com formato humano pode reforçar respostas agressivas em vez de ensinar regulação emocional saudável, sobretudo entre crianças e adolescentes expostos aos vídeos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A controvérsia em torno do boneco Natasha reabriu comparações com uma longa tradição de brinquedos que caricaturaram e desumanizaram pessoas negras ao longo dos séculos 19 e 20, como os golliwogs britânicos, as bonecas mammy e as figuras pickaninny, hoje preservadas como artefatos históricos em instituições como o Museu Nacional de História e Cultura Afro-Americana e o Jim Crow Museum of Racist Memorabilia, nos Estados Unidos. A escritora e editora Monique Franz declarou que nenhum design é criado, fabricado e vendido isoladamente de intenção e propósito</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reguladores chineses reconheceram o problema, mas trataram o caso oficialmente como uma questão de violência e vulgaridade, sem mencionar o componente racial apontado por críticos internacionais. A Associação de Consumidores da China e a Administração Estatal de Regulação de Mercado intervieram para retirar vídeos considerados violentos das plataformas, e escolas do país passaram a proibir a posse do brinquedo. Inspeções em fábricas também identificaram irregularidades, como ausência de laudo técnico e origem desconhecida do material usado na fabricação, levando à retirada de alguns lotes das prateleiras físicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar dessas medidas, o boneco seguia disponível em plataformas de comércio eletrônico como o Taobao até o fechamento desta reportagem, com preço médio inferior a R$ 10. Poucos vendedores oferecem outras cores quando o comprador busca pelo termo &#8220;boneco antiestresse&#8221; nos aplicativos, o que mantém a versão escura como a opção predominante nas prateleiras virtuais do país.</p>



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		<title>Pras Michel, rapper do Fugees, é condenado a 14 anos de prisão por atuar como agente ilegal da China nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 15:31:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O rapper Pras Michel, 53, do grupo Fugees, foi condenado a 14 anos de pris&#227;o por envolvimento em um esquema de influ&#234;ncia pol&#237;tica durante a gest&#227;o de Barack Obama e Donald Trump. A senten&#231;a foi proferida nesta quinta-feira (20) pela ju&#237;za Colleen Kollar-Kotelly, em Washington, D.C., segundo informa&#231;&#245;es da BBC. Os promotores haviam pedido pris&#227;o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O rapper <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/pras-michel-do-fugees-e-acusado-pelo-eua-de-ter-sido-agente-da-china-e-pode-pegar-ate-22-anos-de-prisao/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Pras Michel</a></strong>, 53, do grupo <strong>Fugees</strong>, foi condenado a 14 anos de prisão por envolvimento em um esquema de influência política durante a gestão de <strong>Barack Obama</strong> e <strong>Donald Trump</strong>. A sentença foi proferida nesta quinta-feira (20) pela juíza Colleen Kollar-Kotelly, em Washington, D.C., segundo informações da BBC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os promotores haviam pedido prisão perpétua, acusando Michel de atuar como agente estrangeiro sem registro, obstruir investigações e participar de operações ilegais de financiamento de campanhas políticas. O caso chamou atenção por envolver depoimentos de figuras públicas, como o ator Leonardo DiCaprio e o ex-procurador-geral dos Estados Unidos Jeff Sessions.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Michel foi considerado culpado por violações das leis de financiamento eleitoral, por mentir a instituições financeiras, fazer lobby em nome do governo chinês e exercer “influência estrangeira secreta e ilegal” entre 2012 e 2017. De acordo com os procuradores, ele teria recebido mais de US$ 100 milhões do bilionário malaio Jho Low para tentar interferir na política norte-americana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa do rapper, representada pelo advogado Peter Zeidenberg, contestou o veredito e classificou a pena como “desproporcional”, afirmando que não há provas que sustentem a condenação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ícone musical dos anos 1990, Pras Michel integrou os Fugees ao lado de <strong>Lauryn Hill </strong>e<strong> Wyclef Jean</strong>. O grupo venceu o Grammy em 1997 com o hit <strong>“Killing Me Softly With His Song” </strong>e com o álbum <strong>“The Score”</strong>. Ele também foi indicado ao prêmio em 1999 pela canção <strong>“Ghetto Superstar”</strong>.</p>
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		<item>
		<title>‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ e ‘Adão Negro’ não devem ser lançados na China</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/pantera-negra-wakanda-forever-e-adao-negro-nao-devem-ser-lancados-na-china/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2022 17:21:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois dos maiores lan&#231;amentos nos cinemas deste ano, &#8220;Pantera Negra: Wakanda Forever&#8221; e &#8220;Ad&#227;o Negro&#8221;, devem ser impedidos de serem lan&#231;ados na China. Segundo o The Hollywood Reporter, os reguladores de m&#237;dia de Pequim devem continuar a reprimir o acesso dos Estados Unidos ao mercado audiovisual chin&#234;s. No caso do &#8220;Pantera Negra 2&#8221;, a teoria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Dois dos maiores lançamentos nos cinemas deste ano, “<strong>Pantera Negra: Wakanda Forever</strong>” e “<strong>Adão Negro</strong>”, devem ser impedidos de serem lançados na China. Segundo o <em>The Hollywood Reporter</em>, os reguladores de mídia de Pequim devem continuar a reprimir o acesso dos Estados Unidos ao mercado audiovisual chinês.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do “Pantera Negra 2”, a teoria é de que o banimento se deve às personagens lésbicas, a guerreira wakandana Aneka (<strong>Michaela Coel</strong>) e a guarda-costas de Dora Ayo (<strong>Florence Kasumba</strong>). Os filmes “Thor: Amor e Trovão” da Marvel e “Lightyear” da Pixar, com personagens lésbicas, também foram censurados. </p>



<p class="wp-block-paragraph">No caso do filme “Adão Negro”, a principal teoria é que a censura se deve a presença do ator Pierce Brosnan. Há dois anos, ele postou uma foto de sua família posando com o Dalai Lama. O líder espiritual é visto em Pequim como um separatista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes ligadas aos reguladores do país, disseram ao jornal que acreditam que ambos os filmes têm chances limitadas de serem aprovados pelo governo. O desprezo constante com os títulos de super-heróis ainda está custando dezenas de milhões de receita.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro filme do Pantera Negra, lançado em 2018 na China, arrecadou U$S 105 milhões. Já os filmes de <strong>Dwayne Johnson &#8220;Skyscraper</strong>&#8221; e &#8220;<strong>Hobbs &amp; Shaw</strong>&#8220;, arrecadaram US$ 98 e US$ 201 milhões, respectivamente. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dois anos, todos os filmes da Marvel foram banidos da China. “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Anéis” e “Eternos” foi devido a entrevistas dos atores, associadas ao desprezo pela China. No caso do “Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa”, foi considerada uma exibição proeminente da Estátua da Liberdade.&nbsp;</p>
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		<title>China ultrapassa Banco Mundial em investimentos na África</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/china-ultrapassa-banco-mundial-em-investimentos-na-africa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Jan 2012 19:33:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[áfrica]]></category>
		<category><![CDATA[china]]></category>
		<category><![CDATA[econonia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Angola est&#225; entre os 5 maiores pa&#237;ses africanos alvos dos&#160; investimentos financeiros chineses nos &#250;ltimos dez anos principalmente atrav&#233;s do Exim Bank. Um relat&#243;rio da agencia Fitch recentemente publicado chama a aten&#231;&#227;o para a triplica&#231;&#227;o dos investimentos financeiros da China na &#193;frica, em que tem sido maior que institui&#231;&#245;es como o Banco Mundial. No per&#237;odo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Angola está entre os 5 maiores países africanos alvos dos  investimentos financeiros chineses nos últimos dez anos principalmente através do Exim Bank.</p>
<p>Um relatório da agencia Fitch recentemente publicado chama a atenção para a triplicação dos investimentos financeiros da China na África, em que tem sido maior que instituições como o Banco Mundial.</p>
<p>No período entre 2001 e 2010 os empréstimos chineses do Exim Bank &#8211; Banco de Exportação e Importação da China &#8211;  ao continente africano foram estimados em 67,2 mil milhões de dólares contra os 54,7 mil milhões de dólares do Banco Mundial.</p>
<p>Esses investimentos na sua maioria estão concentrados na África do Sul, Nigéria, Zâmbia, Republica Democrática do Congo e Angola.</p>
<p><em>Com informações da VN.</em></p>
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