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	<title>Arquivos carla akotirene - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos carla akotirene - Mundo Negro</title>
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		<title>&#8220;Vamos nos engajar em pautas mais relevantes?&#8221;, alerta Carla Akotirene sobre foco excessivo no BBB</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Apr 2024 17:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O relacionamento do campe&#227;o do Big Brother Brasil, Davi Brito, com a empreendedora Mani Rego, tem sido pauta recorrente nas redes sociais e nos sites de fofoca desde que o reality show terminou, na ter&#231;a-feira, 16, por conta das especula&#231;&#245;es de que os dois n&#227;o estejam mais juntos, condi&#231;&#227;o que j&#225; foi negada pelo pr&#243;prio [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O relacionamento do campeão do Big Brother Brasil, <strong>Davi Brito</strong>, com a empreendedora <strong>Mani Rego</strong>, tem sido pauta recorrente nas redes sociais e nos sites de fofoca desde que o <em>reality show</em> terminou, na terça-feira, 16, por conta das especulações de que os dois não estejam mais juntos, condição que já foi negada pelo próprio Davi. Paralelo a isso, a Mestra e Doutora em Estudos de Gênero, Mulheres Feminismos pela UFBA, <strong>Carla Akotirene</strong>, publicou um vídeo chamando a atenção para o fato de assuntos como esse tirarem nosso foco de pautas fundamentais para a integridade da população negra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No vídeo, Akotirene pontuou: &#8220;A PEC 45 foi votada no Senado, criminaliza o nosso povo, faz com que a saúde pública e a segurança pública permaneçam como os dois vetores de controle populacional e a gente não consegue se posicionar na rede porque todo nosso fôlego voltou-se para o BBB&#8221;, criticou ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta de Emenda Constitucional 45/2023, a que <strong>Carla Akotirene </strong>se refere, foi aprovada no Senado na última semana e torna crime a posse ou porte de qualquer quantidade de droga ou entorpecente “sem autorização ou em desacordo com determinação legal ou regulamentar”, de acordo com a Agência Senado. Agora, ela deve seguir para a Câmara dos Deputados. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, colocou a proposta de sua autoria em votação após a repercussão do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF), que começou em 2015, e que julga se o porte de drogas para consumo próprio pode ou não ser considerado crime. O julgamento está suspenso desde março de 2024 e antes da interrupção, estava 5 votos a 3 para a descriminalização somente do porte de maconha para uso pessoal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A acadêmica também lembrou da mobilização necessária para que Davi vencesse o BBB 24, mas destacou: &#8220;Davi sofreu as consequências do racismo estrutural, nós fomos para cima, houve a justiça dele passar a ser milionário, mas ele não deixou de ser preto e ele vai continuar sofrendo essas consequências. O que não dá é a gente parar nossa vida, deixar de dar atenção a contextos que são realmente relevantes como o contexto da saúde pública e da segurança pública&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Uma mulher negra teve a prisão preventiva, acusada de ocultar cadáver, acusada de furto e a gente não conseguiu pautar a seletividade racial porque a gente só fala de BBB, a gente fofoca. Não dá&#8221;, lembrou Akotirene, que recentemente lançou o livro <a href="https://mundonegro.inf.br/livro-e-fragrante-fojado-dotor-vossa-excelencia-de-carla-akotirene-traz-critica-feminista-e-decolonial-dos-procedimentos-juridicos-no-brasil/">“É Fragrante Fojado Dôtor Vossa Excelência”</a>, publicado pela editora Civilização Brasileira e que aborda os procedimentos jurídicos realizados nas audiências de custódia no Brasil, oferecendo uma análise crítica que expõe a institucionalização do racismo e a perseguição punitivista direcionada à população negra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho da autora revela como essas audiências de custódia são fundamentais para entender os números alarmantes de encarceramento da população negra no Brasil e isso inclui o caso de <strong>Erika de Souza Vieira Nunes</strong>, uma mulher negra que levou o tio a uma agência bancária para assinar um contrato de empréstimo e foi presa em flagrante depois que a polícia constatou que homem estava morto. A mulher teve a prisão temporária convertida em prisão preventiva, mesmo com as autoridades não tendo provas concretas de que o homem estava morto antes de entrar na agência, diferente do motorista da Porsche que dirigia bêbado e bateu contra o carro de um motorista de aplicativo, que faleceu no acidente. </p>
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		<title>Livro &#8220;É fragrante fojado dôtor vossa excelência&#8221; de Carla Akotirene traz crítica feminista e decolonial dos procedimentos jurídicos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 18:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[carla akotirene]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No pr&#243;ximo m&#234;s de janeiro, os leitores ter&#227;o acesso ao mais recente trabalho da intelectual baiana Carla Akotirene, intitulado &#8220;&#201; fragrante fojado d&#244;tor sua excel&#234;ncia&#8221; e publicado pela Ed. Civiliza&#231;&#227;o Brasileira. O livro aborda os procedimentos jur&#237;dicos realizados nas audi&#234;ncias de cust&#243;dia no Brasil, oferecendo uma an&#225;lise cr&#237;tica que exp&#245;e a institucionaliza&#231;&#227;o do racismo e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No próximo mês de janeiro, os leitores terão acesso ao mais recente trabalho da intelectual baiana <strong>Carla Akotirene</strong>, intitulado &#8220;É fragrante fojado dôtor sua excelência&#8221; e publicado pela Ed. Civilização Brasileira. O livro aborda os procedimentos jurídicos realizados nas audiências de custódia no Brasil, oferecendo uma análise crítica que expõe a institucionalização do racismo e a perseguição punitivista direcionada à população negra.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-705x1024.jpg" alt="" class="wp-image-73575" width="564" height="819" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-705x1024.jpg 705w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-207x300.jpg 207w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-103x150.jpg 103w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-768x1115.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-1058x1536.jpg 1058w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-1411x2048.jpg 1411w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-150x218.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-300x436.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-696x1011.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-1068x1551.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-289x420.jpg 289w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/11/Foto-do-livro-1-scaled.jpg 1763w" sizes="(max-width: 564px) 100vw, 564px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">Akotirene concentra sua análise nas audiências de custódia, um espaço legalmente designado para que pessoas detidas em flagrante delito possam manifestar suas versões dos acontecimentos e detalhar as condições de seu tratamento pela polícia e sistema judicial. Teoricamente, esse processo deveria salvaguardar o direito à autodefesa dos acusados ​​de crimes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao descrever as audiências, que a doutora em estudos de gênero, mulheres feminismos pela Universidade Federal da Bahia chama no livro de  &#8220;cenas coloniais&#8221;, ela afirma que os participantes do sistema judiciário &#8211; juízes, defensores públicos, procuradores e policiais &#8211; encenam um ritual predefinido. E argumenta que essa estrutura reflete uma dinâmica ancestral, na qual os senhores brancos exerceram controle sobre vidas negras durante uma era escravocrata, agora transposta para a suposta &#8220;democracia&#8221; contemporânea.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O livro revela como essas audiências de custódia são fundamentais para entender os números alarmantes de encarceramento da população negra no Brasil. Muitos indivíduos, muitas vezes mal informados sobre seus direitos legais e com oportunidades limitadas de autodefesa, são marcados pelo sistema prisional por meio de provas plantadas ou flagrantes forjados &#8211; práticas que não são desprotegidas, conforme indicam entrevistas conduzidas por Akotirene com os detidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com anos de experiência no sistema penitenciário baiano, a autora invoca uma epistemologia de Xangô para propor uma revisão crítica do pensamento social, desafiando o estigma punitivista arraigado no Judiciário. Ela recorre a ferramentas interseccionais negro-feministas, à cosmovisão filosófica banto e iorubá, bem como aos princípios de justiça do Antigo Egito pela filosofia de Maat. Esses exemplos africanos de Justiça permitem a Akotirene lançar um olhar crítico sobre o Judiciário brasileiro e sugerir que a atuação nas audiências de custódia é uma rota crucial para desencarcerar a população negra, oferecendo-lhes o caminho para a liberdade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;É fragrante fojado dôtor vossa excelência&#8221; destaca a prisão como uma manifestação do racismo estrutural, evidenciando a interconexão entre racismo e colonialismo. </p>
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		<title>&#8220;Devolvam o pardo ao Movimento Negro&#8221; diz Carla Akotirene</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/devolvam-o-pardo-ao-movimento-negro-diz-carla-akotirene/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jun 2023 15:47:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[Babu Santana]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos &#250;ltimos dias, o debate sobre a defini&#231;&#227;o da cor da pele das pessoas tem sido constante nas redes sociais. Para a escritora baiana Carla Akotirene, o termo &#8220;pardo&#8221; est&#225; sendo tirado do contexto do movimento negro. &#8220;Pe&#231;o licen&#231;a aos intelectuais Boaventura de Sousa e Sueli Carneiro, pois, acredito que na luta antirracista do Brasil [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos últimos dias, <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/farofa-da-gkay-serviu-para-alimentar-ressentimento-entre-pretos-e-pardos/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">o debate sobre a definição da cor da pele das pessoas tem sido constante nas redes sociais</a></strong>. Para a escritora baiana <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/a-trajetoria-de-uma-mulher-negra-e-se-defender-sozinha-diz-carla-akotirene-sobre-jada-smith/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Carla Akotirene</a></strong>, o termo &#8220;pardo&#8221; está sendo tirado do contexto do movimento negro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Peço licença aos intelectuais <strong>Boaventura de Sousa </strong>e <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/festival-em-sao-paulo-celebra-o-legado-de-sueli-carneiro-com-documentarios-oficinas-e-palestras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sueli Carneiro</a></strong>, pois, acredito que na luta antirracista do Brasil o termo &#8216;Pardo&#8217; vem sofrendo morte violenta na raiz política e filosófica de onde parte: Movimento Negro&#8221;, escreveu nas redes sociais, nesta terça-feira (13), ao refletir sobre o epistemicídio &#8211; conceito utilizado para explicar o processo de invisibilização dos conhecimentos e culturas não-brancas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Os brancos brasileiros, ao estilo &#8216;morenos do Tchan&#8217;, resolveram que, na verdade, são pardos. &#8216;Ninguém aqui é Branco&#8217;. Nós sabemos que pardo não é papel, bem como *branco, preto e amarelo* são igualmente opções de autodeclaração racial para fins de políticas públicas. O pardo é a opção de cor para os &#8216;negros de pele clara&#8217;, afinal, nem todo negro tem a cor da pele Preta, correto?&#8221;, pontua.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Depois de 25 anos juntando pretos e pardos para dimensionar o tamanho da população negra, surge nas redes sociais uma geração de &#8216;NeoPardos&#8217; &#8211; pardos não negros. Arrumem outro termo para vocês serem vistos fora da brancura brasileira, explicada por Guerreiro Ramos, um renomado intelectual do assunto. <strong>O pardo brasileiro é negro. Tem fenótipo africano&#8221;,</strong> explica. </p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CtbycvTrl4K/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CtbycvTrl4K/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CtbycvTrl4K/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Carla Akotirene Santos (@carlaakotirene)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se você não é negro, esqueça o termo pardo&#8221;, enfatiza Carla. &#8220;Independentemente de atrapalharem a autodeclaração das pessoas descendentes de africanos, o pardo continuará previsto no Estatuto da Igualdade Racial e IBGE como indicador de Raça Negra&#8221;, completa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Negro não é &#8216;necro&#8217;. Negro é todo aquele que para fins de autodeclaração em concursos, CENSO, ENEM e cotas raciais tem opção de marcar a cor preta ou parda.<strong> Não existe preto de pele clara</strong>. Se é preto, a pele obviamente não é &#8216;clara&#8217;. Sejam justos com o movimento negro brasileiro&#8221;, destaca. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A escritora também aponta que no <strong>Censo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2010</strong>, &#8220;ninguém queria ser preto&#8221;. Segundo o levantamento, 43,1% da população brasileira se declararam pardos e apenas 7,6% se declararam pretos. Em dez anos, aumentou 32,4% o número de brasileiros que se declaram pretos e quase 11% os que se declaram pardos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Carla Akotirene, brancos se declarando pardos é culpa de más influências de blogueiros e blogueiras. &#8220;Não conhecem a organização militante antirracista do seu próprio país&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Se eu fosse amiga do querido <strong>Babu Santana</strong>, pediria para repensar a fala dele sobre negro ser “necro” e que o certo é preto, porque foi nessa intenção boa que causou problemas na autodeclaração racial do Brasil. E contradizendo o próprio militante do Teatro Experimental do Negro, o Abdias Nascimento. Redes sociais e realitys, apesar do engajamento, estragam as conquistas do Movimento Negro&#8221;, lamenta a intelectual, em referência à fala do ator e ex-BBB. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="640" height="800" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/348274504_791710405901800_3522050928551129573_n.jpg" alt="" class="wp-image-66367" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/348274504_791710405901800_3522050928551129573_n.jpg 640w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/348274504_791710405901800_3522050928551129573_n-240x300.jpg 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/348274504_791710405901800_3522050928551129573_n-120x150.jpg 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/348274504_791710405901800_3522050928551129573_n-150x188.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/348274504_791710405901800_3522050928551129573_n-300x375.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/06/348274504_791710405901800_3522050928551129573_n-336x420.jpg 336w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption class="wp-element-caption">Babu Santana, ator e participante do BBB 20 (Foto: Plinio Pietro)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Quando se afirmar branco era bom a gente que fazia de tudo para embranquecer. Agora o branco não tá aguentando dizermos sobre as marcas perversas das branquitude e resolveram que são mestiços e pardos. Não!!!!&#8221;, finaliza o texto.&nbsp;</p>
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		<title>Carla Akotirene anuncia 3ª edição do Opará Saberes, programa para inserção de pessoas negras na pós-graduação</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/carla-akotirene-anuncia-3a-edicao-do-opara-saberes-programa-para-insercao-de-pessoas-negras-na-pos-graduacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Jul 2022 15:53:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[carla akotirene]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[opará saberes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste dia 25 de julho, quando se celebra o Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha e o Dia Nacional de Tereza de Benguela, ser&#225; lan&#231;ado o edital para a 3&#170; edi&#231;&#227;o do projeto Opar&#225; Saberes, iniciativa para apoiar pessoas negras, principalmente mulheres, nos processo de sele&#231;&#227;o para os cursos de mestrado e doutorado de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Neste dia 25 de julho, quando se celebra o <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/mundo-negro-lanca-a-lista-mulheres-negras-transformando-historias/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha</a></strong> e o <strong>Dia Nacional de Tereza</strong> <strong>de Benguela</strong>, será lançado o edital para a 3ª edição do projeto<strong> Opará Saberes,</strong> iniciativa para apoiar pessoas negras, principalmente mulheres, nos processo de seleção para os cursos de mestrado e doutorado de universidades públicas brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O lançamento acontecerá em uma live, às 17h, no perfil do Instagram da escritora <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/a-trajetoria-de-uma-mulher-negra-e-se-defender-sozinha-diz-carla-akotirene-sobre-jada-smith/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Carla Akotirene</a></strong>, doutora em Estudos Feministas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA) e idealizadora do Opará Saberes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participarão da live a filósofa <strong>Djamila Ribeiro</strong>, a psicóloga <strong>Laura Augusta</strong>, a escritora <strong>Lívia Natália</strong>, a promotora de Justiça do Ministério Público da Bahia, <strong>Lívia Vaz</strong>, a historiadora <strong>Ana Paula Brandão</strong>, diretora programática na ActionAid Brasil, e a angolana <strong>Florita Cuhanga de Kinjango Telo</strong>, doutora em Mulher, Gênero e Feminismo (UFBA). A mediação será de Carla Akotirene e da jornalista <strong>Gabriela Monteiro</strong>, coordenadora executiva do Opará Saberes. Todas são intelectuais que representam a contribuição das mulheres negras para a educação, a ciência e a universidade brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O objetivo do Opará Saberes é enfrentar o epistemicídio dos pensamentos negros e garantir o ingresso e permanência de pessoas negras neste espaço de circulação de conhecimentos e de tomada de decisões políticas que são as universidades públicas e seus programas pós-graduação&#8221;, explica Carla Akotirene.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para auxiliar pessoas negras, prioritariamente mulheres, a enfrentarem as seleções para o mestrado e o doutorado em universidades pública, o projeto oferece, de forma totalmente gratuita, suporte político, teórico, metodológico e psicológico, contribuindo, além da aprovação, com a permanência nos cursos.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Terceira edição terá formato remoto para ampliar o alcance</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>Depois das edições de 2016 e 2017, realizadas graças à parceria de intelectuais negras, o Opará Sabres retorna em 2022, com importantes apoios institucionais e de personalidades negras de referência como a atriz <strong>Taís Araújo</strong>, a jornalista <strong>Maria Júlia Coutinho </strong>e a filósofa <strong>Djamila Ribeiro</strong>. A iniciativa também contará com a participação de professores e professoras de diversas universidades brasileiras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A primeira edição de Opará Saberes aconteceu em 2016, pautando descolonização do conhecimento com a pensadora angolana <strong>Florita Telo</strong> e participação das intelectuais negras <strong>Zelinda Barros</strong>, <strong>Viecha Vinhático</strong>, <strong>Laura Augusta</strong>, <strong>Ana Claudia Pacheco</strong>, <strong>Denise Ribeiro</strong>, <strong>Ana Luiza Flauzina</strong>, <strong>Claudia Pons</strong>, <strong>Salete Maria</strong>, <strong>Denise Carrascosa</strong>, <strong>Livia Natália</strong>, <strong>Elisabete Pinto </strong>e <strong>Emanuelle Goes</strong>. Em 2017, em sua segunda edição, Opará contou a filósofa Djamila Ribeiro, o professor Lourenço Cardoso, Ângela Figueiredo, Cristiano Rodrigues, Raquel Luciana Souza e outras/os, levando mais de 500 negras e negros para debater na universidade. Ambas as edições aconteceram em Salvador-BA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, pela primeira vez, Opará Saberes amplia a territorialidade e, através de um formato híbrido, com encontros presenciais e remotos, além de uma master class com convidadas internacionais, pretende acolher pessoas negras de todo o Brasil em duas grandes linhas de atuação: formação e mentorias. No edital, que será apresentado no lançamento do dia 25 de julho, estarão os critérios para a participação de candidatas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também será lançada uma campanha de financiamento coletivo para que a sociedade possa contribuir na ampliação do projeto, possibilitando o acompanhamento mais contínuo das candidatas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Romper com o eurocentrismo da academia colonial</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong><br></strong>Carla Akotirene explica que uma das motivações do Opará Saberes é a valorização e instrumentalização dos saberes trazidos por pessoas negras, com epistemologias feministas, afrocêntricas, originárias e decoloniais, contribuições desprezadas pelas universidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Academia moderna é um projeto colonial, patriarcal, eurocêntrico, narcisístico e eliminatório. A universidade é responsável pela colonialidade do saber decidindo se conquistamos ou não credenciais&#8221;, afirma Carla Akotirene.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O nome do projeto é uma homenagem à deusa Opará, que na religiosidade afro-brasileira é uma das qualidades guerreiras da orixá Oxum, que reina nos rios e cachoeiras, e na filosofia ancestral africana, traduz a força do ímpeto e da sabedoria das mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A live de Lançamento do Opará Saberes acontece no dia 25 de julho, às 17h horas, no perfil de Carla Akotirene (@carlaakotirene) que receberá convidadas especiais para falar sobre a importância da inserção de mulheres negras nos espaços científicos e acadêmicos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>Projeto SETA &#8211; Sistema de Educação por uma Transformação Antirracista</strong> apoia o Opará Saberes, através da <strong>ActionAid Brasil</strong>. O SETA, projeto finalista do desafio da equidade racial 2030 da <strong>Fundação W.K. Kellogg</strong>, é uma aliança inovadora com sete organizações da sociedade civil nacional e internacional que tem como foco a construção de um sistema de educação pública brasileiro construído sobre os princípios da justiça racial e social onde cada pessoa pode ter acesso ao seu direito a uma educação de qualidade.</p>
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		<title>&#8220;A trajetória de uma mulher negra é se defender sozinha&#8221;, diz Carla Akotirene sobre Jada Smith</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/a-trajetoria-de-uma-mulher-negra-e-se-defender-sozinha-diz-carla-akotirene-sobre-jada-smith/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 15:11:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>No domingo (3), o Fant&#225;stico exibiu entrevista da Maju Coutinho com mulheres ligadas ao movimento do feminismo negro, que refletiram sobre o tapa do ator Will Smith contra o humorista Chris Rock durante o Oscar 2022 e o apagamento da Jada Pinkett Smith na ocasi&#227;o. At&#233; o momento, ela fez apenas um post no Instagram [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No domingo (3), o Fantástico exibiu entrevista da <strong>Maju Coutinho</strong> com mulheres ligadas ao movimento do feminismo negro, que refletiram sobre o tapa do ator <strong>Will Smith</strong> contra o humorista <strong>Chris Rock</strong> durante o Oscar 2022 e o apagamento da  <strong>Jada Pinkett Smith</strong> na ocasião.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até o momento, ela fez apenas um post no Instagram com a frase, traduzida para o português: &#8220;São tempos de cura e estou aqui pra isso&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há alguns anos, quando foi diagnosticada com alopecia, ela relembrou o momento que começou a perder o cabelo. &#8220;Foi assustador quando começou. Eu estava no chuveiro um dia e as minhas mãos estavam cheias de cabelo. Eu fiquei tipo &#8216;Eu tô ficando careca?'&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela decidiu raspar a cabeça no ano passado. E poucos dias antes do Oscar, publicou um vídeo falando sobre quando o cabelo era cheio. &#8220;Tornar-me uma mulher negra e lidar com o meu cabelo em Hollywood, na época em que surgi tendo que ter o meu cabelo o mais parecido com de uma europeia foi muito desafiador porque eu gostava do meu cabelo selvagem e cacheado.&#8221;</p>



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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CboCmMPPaY9/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Jada Pinkett Smith (@jadapinkettsmith)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Nas redes sociais, teve mulheres brancas questionando o empoderamento da Jada para se defender sozinha. Mas as mulheres negras levantaram como esse comportamento é diferente de uma para a outra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa pergunta remete a resposta que eu quero dar para essa situação. Porque se as mulheres negras nunca foram ajudadas, para pular poças de lama, nem subir em carruagens. Eu imagino também que a vida inteira, a trajetória de uma mulher negra é se defender sozinha. Porque a construção de gênero, a construção de feminilidade, impôs para as narrativas sobre masculino e feminino que a mulher branca, sim, precisaria se empoderar para não ser defendida como a Rapunzel, como a Chapeuzinho Vermelho, como a Cinderela. Mas para nós nunca existiu esse lugar de alguém estar apoiado, na nossa identidade para nos defender”, declara <strong>Carla Akotirene</strong>, mestre com doutorado em Estudos de Mulheres Gênero e Feminismo pela Universidade Federal da Bahia (UFBA).</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju-1024x576.png" alt="" class="wp-image-46511" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju-1024x576.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju-768x432.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju-696x391.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju-1068x600.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju-747x420.png 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/carla-maju.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Pesquisadora Carla Akotirene no Fantástico. (Foto: Reprodução/TV Globo)</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Gabi De Pretas</strong>, participou da reportagem e compartilhou os motivos de ter o cabelo alisado a partir dos 4 anos. &#8220;Qual criança negra não ouviu &#8216;cabelo duro, cabelo de bombril&#8217;? E por isso, uma solução que minha mãe encontrou para amenizar minha dor na época foi alisar meu cabelo&#8221;, relembra.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, com o cabelo raspado por opção, ela também diz sobre como isso também não é bem visto pela sociedade. &#8220;O cabelo tá muito ligado a ideia de feminilidade, e no caso da Jada, especificamente, quando ela se coloca com o cabelo raspado no Oscar, ela quer expressar o lugar de &#8216;eu estou aqui e eu quero estar aqui, na forma que eu estou hoje&#8217;.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/Cb486nDOD13/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/Cb486nDOD13/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/Cb486nDOD13/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Gabi Oliveira (@gabidepretas)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p class="wp-block-paragraph">A outra entrevistada, cabelereira <strong>Renata Varella</strong>, relembra como foi a sua trajetória até aceitar o cabelo natural na vida adulta, &#8220;Todo mundo dá palpite sobre o seu cabelo desde pequena. A gente tem o hábito de transformar o nosso cabelo, usar algum tipo de química, pra entrar no padrão social esperado. Então a experiência é de não cabê-lo. É de não-indentidade.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">E complementa,&#8221;Ver a expressão da Jada dói muito porque a gente olha pra&#8217;quilo e revive todas as vezes que a gente já passou por isso. Ela foi humilhada, isso é muito desrespetoso&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Yane Soares</strong>, também cabelereira, aprendeu com a Renata a também valorizar o cabelo, &#8220;Ninguém nunca me ensinou a cuidar do meu cabelo e quando eu aprendi, que eu tive aquela oportunidade, falei &#8216;cara, as pessoas tem que ter a mesma sensação que eu. saber finalizar, saber que eu o seu cabelo é bonito, que o seu cabelo não é bonito igual as pessoas falam.&#8221;</p>
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		<title>Carla Akotirene e Sônia Guimarães são as próximas convidadas do ‘Mulher Com a Palavra’, da TVE</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/carla-akotirene-e-sonia-guimaraes-sao-as-proximas-convidadas-do-mulher-com-a-palavra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Sep 2021 13:33:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[carla akotirene]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher com a palavra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A autora do livro &#8220;O que &#233; interseccionalidade?&#8221;, pela Cole&#231;&#227;o Feminismos Plurais,&#160;e &#8220;&#211; Pa&#237; Prezada! Racismo e sexismo tomando bonde nas penitenci&#225;rias femininas de Salvador&#8221;, Carla Akotirene, &#233; a pr&#243;xima convidada do pr&#243;ximo programa do projeto &#8216;Mulher Com a Palavra&#8217;. No encontro, que vai ao ar no dia 26 de setembro, e &#233; transmitido pelo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A autora do livro “O que é interseccionalidade?”, pela Coleção Feminismos Plurais,&nbsp;e &#8220;Ó Paí Prezada! Racismo e sexismo tomando bonde nas penitenciárias femininas de Salvador&#8221;, <strong>Carla Akotirene,</strong> é a próxima convidada do próximo programa do projeto ‘Mulher Com a Palavra’. No encontro, que vai ao ar no dia 26 de setembro, e é transmitido pelo canal no YouTube e na&nbsp;emissora TVE Bahia,&nbsp;a iniciativa vai falar sobre ‘Mulheres e Ciência’ e contará também com a participação de&nbsp;<strong>Sônia Guimarães</strong>, a primeira mulher negra brasileira a lecionar no&nbsp; Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), tendo ingressado em 1993, quando a instituição ainda não aceitava mulheres como estudantes.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carla Akotirene é colunista da Revista Vogue e idealizadora da Opará Saberes, primeiro curso de extensão voltado à capacitação de candidaturas negras ao mestrado e doutorado em universidades públicas. Nas redes sociais, ela induz frequentemente seu público à análises sobre raça, gênero, capitalismo e outros assuntos da atualidade.&nbsp;Segundo o relatório ‘Decifrar o código: educação de meninas e mulheres em ciências, tecnologias, engenharia e matemática’ (STEM), menos de 30% dos pesquisadores no mundo são mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a&nbsp;Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO),&nbsp;mulheres têm menos acesso a investimentos, a redes de estudo e até mesmo a cargos seniores nas empresas, fator que as coloca em desvantagem. Marcado pelo ativismo da mulher negra nas pautas antirracistas e com o propósito de&nbsp; transformar a vida da população feminina por meio da importância conceitual dos&nbsp; encontros, vivências e diversidade, a quinta edição do ‘Mulher Com A Palavra’, apresentado pela jornalista Rita Batista, segue&nbsp; até outubro deste ano, com mais dois novos episódios. O último programa vai ao ar no dia 31 de outubro, às 18h.</p>
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		<title>Carla Akotirene e Rita Carreira estrelam nova campanha da TRESemmé</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/carla-akotirene-e-rita-carreira-protagonizam-nova-campanha-da-tresemme/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 May 2021 15:56:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo Negro Beauty]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[carla akotirene]]></category>
		<category><![CDATA[Rita Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[TRESemmé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escritora baiana Carla Akotirene e a modelo plus size e empres&#225;ria Rita Carreira estrelam a mais recente campanha da TRESemm&#233;. Com o mote &#8220;N&#227;o foi sorte, eu estou pronta&#8221;, a campanha enfatiza o preparo e a dedica&#231;&#227;o por tr&#225;s das conquistas das mulheres, que frequentemente s&#227;o atribu&#237;das &#224; sorte. Os cabelos longos e volumosos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A escritora baiana <strong><a href="http://www.instagram.com/carlaakotirene">Carla Akotirene</a></strong> e a modelo <em>plus size</em> e empresária <a href="http://www.instagram.com/ritacarreiraa"><strong>Rita Carreira</strong></a> estrelam a mais recente campanha da TRESemmé. Com o mote &#8220;Não foi sorte, eu estou pronta&#8221;,  a campanha enfatiza o preparo e a dedicação por trás das conquistas das mulheres, que frequentemente são atribuídas à sorte. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="VgbIHyW4SYI"><iframe title="TRESemmé #NãoFoiSorte" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/VgbIHyW4SYI?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os cabelos longos e volumosos de Carla e o curto &#8216;loiro pivete&#8217; de Rita mostram um pedacinho da diversidade que existe entre as mulheres negras, e que tanto gostamos e merecemos ver nas propagandas. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Carla Akotirene é militante do movimento de mulheres negras, e pesquisadora do feminismo negro e interseccionalidade no Brasil. Rita Carreira é modelo, e reconhecida entre as personalidades da Forbes Under 30, que destaca empreendedores, criadores e personalidades de destaque com menos de 30 anos de idade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11-1024x576.jpeg" alt="" class="wp-image-35204" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11-1024x576.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11-300x169.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11-150x84.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11-768x432.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11-696x392.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11-1068x601.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11-747x420.jpeg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/05/WhatsApp-Image-2021-05-25-at-12.36.11.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Rita Carreira é modelo e destaque da Forbes Under 30. Foto: Divulgação.</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PESQUISA — </strong>A TRESemmé,  em parceria com o International Center for Research on Women (ICRW), realizou uma pesquisa com 5.550 mulheres de 18 a 35 anos do Brasil, EUA e Reino Unidos em 2019, que mostrou uma problemática comum unindo mulheres de diferentes idades, países, etnias e classes sociais: a deslegitimação de suas conquistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de 71% das entrevistadas sentirem que conseguem alcançar mais coisas quando tem Presença &#8211; ou seja, capacidade de se expressar com confiança &#8211; e de 8 em cada 10 acharem que isso é algo alcançável, apenas 30% afirmam conseguir colocar esta postura em prática.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa demonstrou que o primeiro fator que mais afeta a confiança das mulheres é quando têm sua voz menosprezada ou se sentem desmerecidas de alguma maneira: 92% das entrevistadas duvidam de si e sentem sua confiança minar nessas situações. </p>
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		<item>
		<title>“Da escrita de textos à escrita da vida”: Curso de escrita online reúne finalistas do Prêmio Jabuti 2020</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/da-escrita-de-textos-a-escrita-da-vida-curso-de-escrita-online-reune-finalistas-do-premio-jabuti-2020/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Oct 2020 05:19:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ailton krenak]]></category>
		<category><![CDATA[carla akotirene]]></category>
		<category><![CDATA[escrita]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
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		<category><![CDATA[Silvio Almeida]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O curso de escrita intitulado &#8220;Da escrita de textos &#224; escrita da vida&#8221; traz em time de professores os escritores finalistas do Pr&#234;mio Jabuti 2020: Ailton Krenak, Esmeralda Ribeiro e Jarid Arraes. Al&#233;m deles, outras refer&#234;ncias importantes para o campo da escrita e da leitura no Brasil e no mundo estar&#227;o presentes como Silvio Almeida, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O curso de escrita intitulado “Da escrita de textos à escrita da vida” traz em time de professores os escritores finalistas do Prêmio Jabuti 2020: Ailton Krenak, Esmeralda Ribeiro e Jarid Arraes. Além deles, outras referências importantes para o campo da escrita e da leitura no Brasil e no mundo estarão presentes como Silvio Almeida, Carla Akotirene, Roberta Estrela D´Alva, Joice Berth e Sergio Vaz. O curso online que se inicia em 24 de novembro, tem carga horária de 40h e está estruturado em 13 módulos, que abordam desde a escrita africana, até a oralidade e o texto dramatúrgico. A coordenação é da jornalista e professora Rosane Borges, e o conferencista de abertura do curso será Achille Mbembe.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Da escrita de textos à escrita da vida” tem como propósito oferecer uma experiência de aprendizagem sobre a arte da escrita em suas várias modalidades num percurso de aulas, comentários e outros recursos didáticos. Dos textos cotidianos, breves, passando por textos técnicos até alcançar os textos literários. O curso apresenta uma plataforma teórico-prática de escrita e leitura apoiada numa concepção global (humanista, reflexiva, instrumental), recobrindo um arco extenso de temas e questões: desde a escrita filosófica a partir da obra de um dos maiores pensadores da contemporaneidade, Achille Mbembe, até modalidades de escrita técnica e literária. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Estruturado para abordar o universo inesgotável das modalidades do escrever e do ler a vida e o mundo, o curso é aberto para profissionais que atuam nas mais diferentes áreas da escrita, desde escritores e professores, editores e revisores, produtores de conteúdo para internet, profissionais de marketing, artistas visuais e da música, entre outros. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Da escrita de textos à escrita da vida &#8211; Curso de escrita</p>



<p class="wp-block-paragraph">Formato: Online</p>



<p class="wp-block-paragraph">Plataforma: <a href="https://escolaonlinelonga.eadbox.com.br/">Escola Longa</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">Data: a partir de 24 de novembro</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carga horária: 40h</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investimento: R$ 890,00 (parcelado em até 10X)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Inscrições: no <a href="https://escolaonlinelonga.eadbox.com.br/">site </a>Escola Longa</p>
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		<title>FLUP 2020 se expande do Rio de Janeiro até outras seis cidades fora do país</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/flup-2020-se-expande-do-rio-de-janeiro-ate-outras-seis-cidades-fora-do-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 08:25:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[carla akotirene]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Maria de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[djamila ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[feira literaria]]></category>
		<category><![CDATA[flup]]></category>
		<category><![CDATA[lelia gonzales]]></category>
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		<category><![CDATA[slam poetry]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa&#231;&#227;o da 9&#170; edi&#231;&#227;o da Feira Liter&#225;ria das Periferias ter&#225; como norte de discuss&#227;o a sociedade p&#243;s George Floyd A 9&#170; edi&#231;&#227;o da Festa Liter&#225;ria das Periferias (FLUP), que acontece no Rio de Janeiro e tem por tradi&#231;&#227;o reunir poetas, escritores, pensadores e comunidade em um mesmo lugar, ter&#225; neste ano uma vers&#227;o ampliada para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Programação da 9ª edição da Feira Literária das Periferias terá como norte de discussão a sociedade pós George Floyd</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 9ª edição da Festa Literária das Periferias (FLUP), que acontece no Rio de Janeiro e tem por tradição reunir poetas, escritores, pensadores e comunidade em um mesmo lugar, terá neste ano uma versão ampliada para fora do país. Além do Rio de Janeiro, contará com debates em Paris, Edimburgo, Madrid, Lisboa, Berlim e Joanesburgo. A narrativa em torno das discussões, terá como norte os impactos na sociedade pós George Floyd. O evento será transmitido via Facebook e Youtube, e acontecerá nos dias 29, 30 e 31 de outubro; e 1, 6, 7 e 8 de novembro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Júlio Ludemir, um dos fundadores da FLUP reflete sobre as mudanças na forma de se fazer festivais e integrar diferentes comunidades ao redor do globo. “Os festivais estão perdendo uma de suas principais características, que é o lugar dos encontros, das trocas, da criação da rede de relações. Por outro lado, estão ganhando um público que nenhum festival do mundo sequer sonhou em ter. Esse público, além de numeroso, tem sido muito mais diverso e diversificado. Agora, estamos falando para pessoas de todos os estados do país e mesmo de outros países lusófonos.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atrações tradicionais do evento seguem na programação, mas com diversos diferenciais e atrações internacionais. O Slam Cuir, terá o diferencial de ter uma banca de jurados formada por personalidades LGBTQIA+, e contará com performances de poetas de países como Argentina, Colômbia, República Dominicana, Chile e outros. A semifinal e a final serão exibidas também no Toronto International Festival of Authors (TIFA) – o maior e mais antigo festival de palavras e ideias do Canadá.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já os tradicionais painéis de discussão, terão uma versão internacional que contará com a participação de nomes como Assa Traoré, ativista francesa e o filósofo camaronês Achille Mbembe. E nas aguardadas mesas brasileiras, estão confirmados Djamila Ribeiro, Carla Akotirene, Juma Xipaya, Dorinha Pankará e Cacique Babau.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">As homenagens a nomes importantes para a história e luta das periferias, que é outra marca do evento, terá como destaque deste ano as autoras Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzalez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de toda a extensa programação de discussões em torno da literatura e oralidade, por meio do Laboratório de Narrativas Negras para Audiovisual, o evento ainda irá oferecer uma formação para potenciais roteiristas autodeclarados negres, com encontros virtuais semanais com alguns dos mais importantes nomes do segmento, alguns deles da TV Globo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>29 de outubro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">18h &#8211; Solenidade de abertura</p>



<p class="wp-block-paragraph">19h – Ciclo Lélia Gonzalez</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lançamento do livro “Por um feminismo afrolatinoamericano”, de Flávia Rios e Márcia Lima com mediação de Alex Ratts.</p>



<p class="wp-block-paragraph">21h – Exibição do documentário Quadro Negro, de Bruno F. Duarte e Sil Bahia, produzido pela FLUP.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>30 de outubro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15h – Slam Cuir</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abertura: Comikk MG (México) e Walter Gonzalez (Guatemala)&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chave A: Patricia Meira, Luiza Loroza, Bicha Poética e Maya Dourado</p>



<p class="wp-block-paragraph">16:40h – Slam Cuir</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abertura: Adriana Corredor e Pedro Montes (Colômbia)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chave B: Abigail Campos, Márcio Rufino, Auritha Tabajara e Patricia Naya</p>



<p class="wp-block-paragraph">18:20h – Slam Cuir</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abertura: Alexéi Tellerías (Rep.Dominicana) e Oscar Di (Bolivia)&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chave C: Léo, Andrezza, Ana Moura e Julian</p>



<p class="wp-block-paragraph">20h – Slam Cuir</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abertura: Diego Arbit, Maia Duek, Mhoris Emma, Vero Stewart (Argentina)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Chave B: Nega Preto, Níve, Bixarte e Bathália</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>31 de outubro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15h – Slam Cuir</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abertura: Guillermo (DN) e Santiago Riquelme (Chile)&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Competindo: 2 primeiros colocados da chave 1 e 2 primeiros colocados da chave 2</p>



<p class="wp-block-paragraph">16:40h – Ciclo Lélia Gonzalez</p>



<p class="wp-block-paragraph">Lélia Gonzalez e o pensamento do feminismo negro &#8211; Carla Akotirene e Djamila Ribeiro com mediação de Flávia Oliveira</p>



<p class="wp-block-paragraph">18:20h – Slam Cuir</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abertura: Karen Chavez (Perú) e Luz de Cuba (Cuba)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Competindo: 2 primeiros colocados do G3, 2 primeiros colocados do G4</p>



<p class="wp-block-paragraph">20h &#8211; Ciclo Lélia Gonzalez</p>



<p class="wp-block-paragraph">Luiz Eloy Terena e Elisiane dos Santos com mediação de Eugenio Lima</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>01 de novembro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15h &#8211; Ciclo Lélia Gonzalez</p>



<p class="wp-block-paragraph">Juma Xipaya e Sandra Benites com mediação de Majoí Gongora</p>



<p class="wp-block-paragraph">16:40h &#8211; Ciclo Lélia Gonzalez</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dorinha Pankará e Cacique Babau com mediação de Eugênio Lima</p>



<p class="wp-block-paragraph">18:20h &#8211; Ciclo Lélia Gonzalez</p>



<p class="wp-block-paragraph">Renata Tupinambá e Jaider Esbell com mediação de Majoí Gongora</p>



<p class="wp-block-paragraph">20h – Slam Cuir</p>



<p class="wp-block-paragraph">Abertura:&nbsp; Pabloski Zzi (URU) e Shepsa Nzinga (Costa Rica e Cuba)</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grande final!</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>06 de novembro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15h – Mesa 1</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Mundo de Joelhos &#8211; Angela Davis com mediação de Roberta Estrela Dalva (A CONFIRMAR)</p>



<p class="wp-block-paragraph">16:40h – Mesa 2</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por que sempre que falamos em feminismo só pensamos em corpos brancos &#8211; Silvia Federici e Yuderkis Espinosa com mediação de Silvia Capanema</p>



<p class="wp-block-paragraph">18:20h – Mesa 3</p>



<p class="wp-block-paragraph">Meu corpo é meu país &#8211; Anderson França e Mamadou Ba com mediação de Raquel Lima</p>



<p class="wp-block-paragraph">20h – Mesa 4</p>



<p class="wp-block-paragraph">E se ele se chamasse George? Cristina Roldão e a deputada Beatriz Gomes com mediação de Carla Fernandes</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>07 de novembro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15h – Mesa 5</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse não é um país para negras &#8211; Rita Bosaho e Lucía Mbomío com mediação de Vanesa Cadenas</p>



<p class="wp-block-paragraph">16:40h – Mesa 6</p>



<p class="wp-block-paragraph">Corpos dissidentes &#8211; Eunice Olumide e Shola Von Reinhold com mediação de Isabel Moura Mendes</p>



<p class="wp-block-paragraph">18:20h – Mesa 7</p>



<p class="wp-block-paragraph">A França diante de si mesma &#8211; Assa Traoré e Priscillia Ludosky com mediação de Mame Fatou Niang</p>



<p class="wp-block-paragraph">20h – Mesa 8</p>



<p class="wp-block-paragraph">Afropean – Lançamento seguido de debate de Afropean, último livro de Leonora Miano</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>08 de novembro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">15h – Mesa 9</p>



<p class="wp-block-paragraph">TIFA na FLUP &#8211;&nbsp; Grada Kilomba com mediação de Desmond Cole</p>



<p class="wp-block-paragraph">16:40h – Mesa 10</p>



<p class="wp-block-paragraph">Necropolítica &#8211; Achille Mbembe (a confirmar)</p>



<p class="wp-block-paragraph">18:20h – Mesa 11</p>



<p class="wp-block-paragraph">TIFA na FLUP &#8211; O Livro dos Negros &#8211; Lawrence Hill</p>



<p class="wp-block-paragraph">20h – Mesa 12</p>



<p class="wp-block-paragraph">Boaventura de Sousa Santos – 50 anos de resistências populares</p>



<p class="wp-block-paragraph">Homenagem aos 50 anos da tese de doutorado do pensador português, que fez trabalho de campo na favela do Jacarezinho, no auge da ditadura militar.</p>
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