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	<title>Arquivos Camila Hepplin - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>&#8220;Facão&#8221; é uma pequena carta de amor ao cinema  e as conexões humanas que arte proporciona</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Jun 2021 20:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Aíla Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Camila Hepplin]]></category>
		<category><![CDATA[Facão]]></category>
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<p>A produção audiovisual brasileira feita por cineastas negros tem ganhado espaço na <strong>Wolo TV</strong> e revelado pequenas pérolas que costumam passar batidas pelo grande público. Nessa crescente coleção de preciosidades está <strong>“Facão</strong>”, curta-metragem (ou média-metragem dependendo do país) dirigido por<strong> Camila Hepplin</strong>.</p>



<p>Facão, interpretado por<strong> Heraldo de Deus&nbsp;</strong> é jovem um reservado e solitário, passando por um momento de dificuldade, se arrisca em pequenos delitos para sobreviver. Ao assaltar Pietra (<strong>Aíla Oliveira</strong>), uma jovem apaixonada por cinema, tem sua vida transformada pelos filmes que encontrou na mochila roubada.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-35992" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n-1024x1024.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n-696x696.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n-1068x1068.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n-420x420.jpg 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/06/47584712_365353210926570_3088375885452197084_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Imagem: Instagram/Camila Hepplin</figcaption></figure>



<p>A sutileza narrativa da produção ecoa por todos os vinte minutos de duração da obra. Logo no início, a apressada e atrasada estudante enche sua mochila de DVDs, cena que é seguida pelo olhar fixo da personagem durante a projeção de um filme na escola. Se estabelece que estamos acompanhando uma apaixonada por cinema sem que isso precise ser dito. O mesmo acontece com a apresentação de Facão, que comete furtos para sobreviver, mas em nenhum momento é mostrado descontrolado e agressivo.</p>



<p>Quando Facão se encontra com Pietra e leva sua mochila, encontra os filmes da garota e essa é a liga para a construção de uma relação que começa a se desenvolver para além do primeiro e traumatizante encontro. Confrontado pela menina, decidida a ter seus filmes de volta, Facão se despe do estereótipo que seu apelido lhe confere.</p>



<p>Os diálogos se instalam com os empréstimos subsequentes de filmes do personagem de Heraldo com Pietra. A paixão pelo cinema estabelece uma conexão que valida a aproximação entre essas pessoas que até aquele instante decidiram lidar (ou foram compelidos?) com a realidade do preto periférico de formas diferentes.&nbsp; Em determinado momento, após assistir “<strong>Faça a Coisa Certa</strong>”, de <strong>Spike Lee</strong>, Facão diz a Pietra que ficou feliz por ver tanta gente preta em um filme e isso soa como uma mensagem ao público do próprio filme de Hepplin. É muito bom ver tanta gente preta produzindo cinema.</p>



<p>Tanto Heraldo de Deus quanto Aíla Oliveira imprimem expressividade parecidas com a que vimos nos atores iniciantes de “<strong>Cidade de Deus</strong>”. E iniciante aqui, entendam como um elogio à crueza que torna atuação verossímil e menos teatral.</p>



<p>“Facão” é uma pequena carta de amor ao cinema e o quanto ele pode fazer para estabelecer conexões entre as pessoas.</p>
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