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	<title>Arquivos brasileiros - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos brasileiros - Mundo Negro</title>
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		<title>Estudo indica que 61% dos brasileiros pretos e pardos sofreram discriminação no último ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Nov 2024 20:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa recente da Kantar Insights, o Brand Inclusion Index 2024 (BII), traz &#224; tona &#237;ndices de discrimina&#231;&#227;o enfrentados por brasileiros pretos e pardos no &#250;ltimo ano. Segundo o levantamento, 61% desse p&#250;blico relatou ter vivenciado alguma situa&#231;&#227;o discriminat&#243;ria nos &#250;ltimos 12 meses, com 31% desses epis&#243;dios ocorrendo no ambiente de trabalho, 26% em espa&#231;os [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Uma pesquisa recente da Kantar Insights,<strong> o <a href="https://www.kantar.com/campaigns/brand-inclusion-index">Brand Inclusion Index 2024 (BII)</a></strong>, traz à tona índices de discriminação enfrentados por brasileiros pretos e pardos no último ano. Segundo o levantamento, 61% desse público relatou ter vivenciado alguma situação discriminatória nos últimos 12 meses, com 31% desses episódios ocorrendo no ambiente de trabalho, 26% em espaços públicos e 24% em momentos de consumo, como lojas e mercados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo da Kantar Insights, realizado com 1.012 brasileiros de quatro grupos subrepresentados (mulheres, pessoas pretas e pardas, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQ+), examina a percepção dessas pessoas sobre diversidade, equidade e inclusão nas práticas e comunicações das marcas. Dos entrevistados que passaram por episódios de discriminação em 2023, 11% atribuíram as situações à cor da pele e 10% à etnia ou raça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados revelam ainda uma demanda crescente por ações concretas de inclusão: 86% dos entrevistados pretos e pardos afirmaram que consideram essencial que as empresas promovam a diversidade e inclusão. As marcas Avon, Natura e Nike foram citadas como referências por apresentarem essa população de forma positiva e realista e por adaptarem produtos para atender a diversidade de consumidores. Para os entrevistados, essas marcas representam um compromisso de aproximação e respeito às identidades raciais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Rafael Farias Teixeira, executivo de marketing da Kantar Insights Brasil e responsável pelo estudo, destacou a necessidade de as marcas irem além da comunicação e adotarem práticas concretas de inclusão. “As marcas mais bem-sucedidas em DEI, na percepção dos brasileiros, são aquelas que de fato têm coragem para transformar a sociedade em que estão inseridas e apoiar as causas desses grupos subrepresentados”, afirmou Teixeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brand Inclusion Index também evidenciou a lacuna de representatividade nas campanhas publicitárias: apenas 20% dos entrevistados disseram sentir-se representados sempre nas comunicações das marcas, enquanto 69% afirmaram sentir-se representados “algumas vezes” e 6% nunca se identificaram com as mensagens transmitidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa conclui que o marketing inclusivo apresenta uma oportunidade significativa para o crescimento das marcas, reforçando que consumidores de grupos subrepresentados, como pretos e pardos, esperam que as empresas não apenas comuniquem, mas atuem efetivamente em prol da inclusão e do respeito às diversidades.</p>
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		<title>Instituto NICHO 54 promove ações para ampliar a presença negra no cinema brasileiro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/instituto-nicho-54-promove-acoes-para-ampliar-a-presenca-negra-no-cinema-brasileiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Oct 2019 20:02:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[brasileiros]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Instituto Nicho 54, formado pela produtora executiva Fernanda Lomba, o cr&#237;tico e curador Heitor Augusto e o roteirista e executivo de comunica&#231;&#227;o Raul Perez,- todos profissionais negros, promove a&#231;&#245;es para ampliar a participa&#231;&#227;o do povo preto no cinema brasileiro. De 20 a 30 de novembro, o Nicho realiza um evento que re&#250;ne mostra de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Instituto Nicho 54</strong>, formado pela produtora executiva <strong>Fernanda Lomba</strong>, o crítico e curador <strong>Heitor Augusto</strong> e o roteirista e executivo de comunicação<strong> Raul Perez</strong>,- todos profissionais negros, promove ações para ampliar a participação do povo preto no cinema brasileiro. De 20 a 30 de novembro, o Nicho realiza um evento que reúne mostra de filmes, workshops de formação e masterclasses voltados à produção e presença negra à frente e atrás das telas.</p>
<p>As atividades são gratuitas e acontecem no <strong>Jardin do Centro</strong>, espaço que inclui café, sala de cinema e salas multidisciplinares no centro de<strong> São Paulo</strong>. Essa iniciativa surge para promover a formação de jovens profissionais negros do audiovisual. O cineasta <strong>Vinicius Silva</strong>, diretor dos premiados “Deus”, “Liberdade” e “Quantos eram pra tá?”, e o professor e artista <strong>Salloma Salomão</strong> também integram o time como conselheiros.</p>
<p>O primeiro passo ocorre no <strong>Dia da Consciência Negra</strong>, onde começa a sessão Herói Negro Amor, que celebra o orgulho negro, apresentando “<em>através de um processo curatorial atencioso, longas e curtas contemporâneos e históricos em que os gestos heroicos de corpos negros garantem a sobrevivência do mundo</em>”, como defende o curador Heitor Augusto.</p>
<p>Na estreia, a mostra exibe o clássico do blaxploitation “<strong>Cleopatra Jones</strong>” (1973, EUA), de <strong>Jack Starrett</strong>. Um dos ícones do “<strong>Black is beautiful</strong>”, <strong>Tamara Dobson</strong> interpreta a agente estilosa e orgulho da comunidade que desmascara policiais racistas.</p>
<p>A programação da mostra reúne longas e curtas-metragens, do Brasil e do mundo, sob os ciclos Super-heróis e heroínas, que traz representações não-realistas e excepcionais sobre personagens negras, e Amores Negros, que investiga o cotidiano de pessoas negras, exibindo filmes em que o afeto – entre parceiros ou entre pais, mães, filhos e filhas – é o fio condutor.</p>
<p>Na seleção, ainda estão os curtas “Medida” (“Measure”), da canadense <strong>Karen Chapman</strong>, que teve sua estreia na competição do <strong>Festival de Toronto</strong> deste ano, “Negrum3”, de <strong>Diego Paulino</strong>, e os longas “Mil tons” (“No Shade”), de <strong>Clare Anyiam-Osigwe</strong>, que discute os efeitos do colorismo nos relacionamentos, o estadunidense “Longas Desatadas”, de <strong>Marlon Riggs</strong>, que em 2019 comemora 30 anos de lançamento, e o queniano-alemão “Supa Modo” (2018), de<strong> Likarion Wainaina</strong>.</p>
<p>A iniciativa fomenta a representatividade racial &#8211; incorporando perspectivas de gênero, classe e orientação sexual, além dos valores de cultura de compartilhamento, que transforma o Nicho 54 e sua rede em multiplicadores de conhecimento, e também de comunidade participativa, com ações complementares a outras iniciativas negras no audiovisual já existentes.</p>
<p>As ações são realizadas em três eixos: <strong>formação</strong>, através da qualificação prática e teórica para jovens profissionais exercerem distintas funções na cadeia do audiovisual; <strong>curadoria</strong>, contribuindo para a construção de repertório cinematográfico e vivências curatoriais, tendo em vista fornecer ferramentas críticas e formar pessoas para atuarem nessa função; e <strong>mercado</strong>, estimulando a aproximação entre os profissionais e a indústria.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os encontros gratuitos acontecem no café Jardin do Centro, das 10h às 18h. As inscrições devem ser feitas pelo formulário online </span><a href="https://forms.gle/KMqdiMBFS4fdRGnt9"><span style="font-weight: 400;">disponível aqui</span></a><span style="font-weight: 400;"> até o dia 14 de novembro. </span></p>
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