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	<title>Arquivos BNDES - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>BNDES lança edital para arquitetos negros desenvolverem soluções inovadoras para a Pequena África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Mar 2025 15:51:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Arquitetos negros]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
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		<category><![CDATA[Pequena África]]></category>
		<category><![CDATA[urbanistas negros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia Internacional da Luta pela Elimina&#231;&#227;o da Discrimina&#231;&#227;o Racial, nesta sexta-feira (21), o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&#244;mico e Social) lan&#231;ou um edital, no Rio de Janeiro, que busca transformar um dos territ&#243;rios mais simb&#243;licos da cultura afro-brasileira. O Concurso BNDES Pequena &#193;frica busca equipes lideradas por arquitetos ou urbanistas negros e as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No<strong> Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial</strong>, nesta sexta-feira (21), o<strong> BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)</strong> lançou um <strong><a href="https://concursobndespequenaafrica.com.br/wp-content/uploads/2025/03/01_edital_concurso_bndes_pequena_africa.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">edital</a></strong>, no Rio de Janeiro, que busca transformar um dos territórios mais simbólicos da cultura afro-brasileira. O<strong> Concurso BNDES Pequena África</strong> busca equipes lideradas por arquitetos ou urbanistas negros e as inscrições vão até 15 de maio de 2025.</p>
<p>A iniciativa faz parte do projeto de estruturação do Distrito Cultural Pequena África, coordenado pelo Consórcio Valongo Patrimônio Vivo.</p>
<p id="block-e1c54c7c-7bdb-4013-b65d-6d6588a65ca1" class="block-editor-rich-text__editable block-editor-block-list__block wp-block is-multi-selected is-partially-selected wp-block-paragraph rich-text" role="document" contenteditable="true" aria-multiline="true" aria-label="Bloco: Parágrafo" data-block="e1c54c7c-7bdb-4013-b65d-6d6588a65ca1" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo" data-empty="false" data-wp-block-attribute-key="content">O evento contou com a presença das ministras da Igualdade Racial, <strong>Anielle Franco</strong>, da Cultura,<strong> Margareth Menezes</strong>, e dos Direitos Humanos e Cidadania, <strong>Macaé Evaristo</strong>. Também participaram a deputada federal <strong>Benedita da Silva</strong>, a diretora de Pessoas do BNDES, <strong>Helena Tenório</strong>, e os presidentes da Fundação Palmares, <strong>João Jorge Rodrigues dos Santos</strong>, e da Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur),<strong> Marcelo Freixo</strong>.</p>
<p id="block-2aa4181a-4a1b-46e4-abee-dafcd3380bbf" class="block-editor-rich-text__editable block-editor-block-list__block wp-block is-multi-selected is-partially-selected wp-block-paragraph rich-text" role="document" contenteditable="true" aria-multiline="true" aria-label="Bloco: Parágrafo" data-block="2aa4181a-4a1b-46e4-abee-dafcd3380bbf" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo" data-empty="false" data-wp-block-attribute-key="content">Localizada na zona portuária do Rio, a Pequena África tem forte relevância histórica e cultural para a identidade negra no Brasil. O concurso busca soluções inovadoras para valorizar o território, promovendo melhorias urbanísticas e integrando marcos patrimoniais e econômicos de grande importância.</p>
<p id="block-cffbcba8-3444-47ff-99c6-fda5c611ce30" class="block-editor-rich-text__editable block-editor-block-list__block wp-block is-multi-selected is-partially-selected wp-block-paragraph rich-text" role="document" contenteditable="true" aria-multiline="true" aria-label="Bloco: Parágrafo" data-block="cffbcba8-3444-47ff-99c6-fda5c611ce30" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo" data-empty="false" data-wp-block-attribute-key="content">“Fortalecer a Pequena África é resgatar uma parte fundamental da nossa história, que precisa ser valorizada e não mais apagada, como foi por décadas. <strong>O Brasil tem uma dívida histórica com a população negra, que foi arrancada escravizada, torturada e trazida à força ao país em condições degradantes.</strong> O Cais do Valongo, na região da Pequena África, foi o maior porto de chegada de africanos escravizados no mundo. É uma história que precisa ser lembrada, para que jamais se repita”, ressaltou o <strong>presidente do BNDES, Aloizio Mercadante.</strong></p>
<p id="block-54ceb1e6-818f-4f1b-b6a2-277de1fedca5" class="block-editor-rich-text__editable block-editor-block-list__block wp-block is-multi-selected is-partially-selected wp-block-paragraph rich-text" role="document" contenteditable="true" aria-multiline="true" aria-label="Bloco: Parágrafo" data-block="54ceb1e6-818f-4f1b-b6a2-277de1fedca5" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo" data-empty="false" data-wp-block-attribute-key="content">De acordo com <strong>Helena Tenório</strong>, a elaboração do concurso envolveu uma ampla escuta na região, com mais de 150 horas de oficinas e uma pesquisa de opinião que entrevistou mais de 600 pessoas. “Todo esse material precisa ser levado em consideração pelos arquitetos e urbanistas para propor soluções para a Pequena África. O BNDES assim espera ajudar a transformação e a potencialização dessa região que já é uma das mais visitadas do Rio de Janeiro”, explicou a diretora de Pessoas do Banco.</p>
<h2 id="block-f9afb251-a833-4bfd-a8ef-3b116e7df3ea" class="block-editor-rich-text__editable block-editor-block-list__block wp-block is-multi-selected is-partially-selected tagdiv-type block-f9afb251-a833-4bfd-a8ef-3b116e7df3ea wp-block-heading rich-text" role="document" contenteditable="true" aria-multiline="true" aria-label="Bloco: Título" data-block="f9afb251-a833-4bfd-a8ef-3b116e7df3ea" data-type="core/heading" data-title="Título" data-wp-block-attribute-key="content"><strong>Sobre o concurso</strong></h2>
<p id="block-d17c7df3-c40b-4ee3-8efa-c88b6e8f6738" class="block-editor-rich-text__editable block-editor-block-list__block wp-block is-multi-selected is-partially-selected wp-block-paragraph rich-text" role="document" contenteditable="true" aria-multiline="true" aria-label="Bloco: Parágrafo" data-block="d17c7df3-c40b-4ee3-8efa-c88b6e8f6738" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo" data-empty="false" data-wp-block-attribute-key="content">As propostas para a Pequena África podem envolver desde soluções arquitetônicas e estratégias de mobilidade até ações culturais, educativas e tecnológicas, sempre com foco na valorização do patrimônio, no estímulo à economia criativa e na ampliação do acesso à cultura. Conforme descrito no edital, os projetos devem contribuir para um ambiente urbano integrado e funcional.</p>
<p id="block-021e9421-d43a-4c47-83fd-31873e6db747" class="block-editor-rich-text__editable block-editor-block-list__block wp-block is-multi-selected is-partially-selected wp-block-paragraph rich-text" role="document" contenteditable="true" aria-multiline="true" aria-label="Bloco: Parágrafo" data-block="021e9421-d43a-4c47-83fd-31873e6db747" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo" data-empty="false" data-wp-block-attribute-key="content">Entre os eixos previstos, estão intervenções como comunicação visual, mobiliário urbano e outras soluções de pequeno porte, que dialoguem com a identidade local e consolidem a região como referência cultural e social. A iniciativa busca fortalecer a Pequena África como um museu a céu aberto, conectando passado e presente para projetar um afrofuturo enraizado no território.</p>
<p id="block-29692b0b-ab08-4799-8b83-b38b9a066f7e" class="block-editor-rich-text__editable block-editor-block-list__block wp-block is-multi-selected is-partially-selected wp-block-paragraph rich-text" role="document" contenteditable="true" aria-multiline="true" aria-label="Bloco: Parágrafo" data-block="29692b0b-ab08-4799-8b83-b38b9a066f7e" data-type="core/paragraph" data-title="Parágrafo" data-empty="false" data-wp-block-attribute-key="content">O edital incentiva a formação de equipes multidisciplinares, permitindo a participação de profissionais de áreas como arqueologia, comunicação visual, educação, design e história. As inscrições estarão abertas até as 23h59 do dia 15 de maio para propostas individuais ou coletivas que estejam alinhadas à realidade e cultura local.</p>
<p>Os três melhores projetos serão premiados. <strong>O primeiro colocado receberá R$ 78 mil, o segundo R$ 39 mil e o terceiro R$ 13 mil.</strong></p>
<p><a href="https://concursobndespequenaafrica.com.br/wp-content/uploads/2025/03/01_edital_concurso_bndes_pequena_africa.pdf" target="_blank" rel="noopener"><strong>Confira o edital aqui!</strong></a></p>
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		<title>Pequena África recebe R$ 7,3 mi do BNDES; anuncio de investimento foi feito durante o G20 social</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/pequena-africa-recebe-r-73-mi-do-bndes-anuncio-de-investimento-foi-feito-durante-o-g20-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Nov 2024 18:06:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O territ&#243;rio da Pequena &#193;frica, na zona portu&#225;ria do Rio de Janeiro, ganhar&#225; um novo impulso para fortalecer sua identidade cultural e hist&#243;rica. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&#244;mico e Social (BNDES) anunciou no dia 15, durante o G20 social, no Armaz&#233;m Kobra, a ades&#227;o de tr&#234;s novos doadores &#224; iniciativa Viva Pequena &#193;frica: Ford [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O território da Pequena África, na zona portuária do Rio de Janeiro, ganhará um novo impulso para fortalecer sua identidade cultural e histórica. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou no dia 15, durante o G20 social, no Armazém Kobra, a adesão de três novos doadores à iniciativa Viva Pequena África: Ford Foundation, Open Society Foundations e Instituto Ibirapitanga. Juntas, as instituições somarão um investimento de R$ 7,3 milhões na preservação do patrimônio e na valorização da herança africana no Brasil.</p>



<p>O projeto já conta com R$ 10 milhões do Fundo Cultural do BNDES, totalizando R$ 20 milhões para iniciativas que promovem a preservação da memória, o turismo cultural e o fortalecimento das instituições do território. A Ford Foundation e a Open Society Foundations contribuirão com US$ 500 mil cada, aproximadamente R$ 2,9 milhões, enquanto o Instituto Ibirapitanga investirá R$ 1,5 milhão. Os recursos serão aplicados em ações que conectam memória, cultura e desenvolvimento econômico, buscando evitar a exclusão social e fortalecer o protagonismo das comunidades locais.</p>



<p>Durante o anúncio, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, afirmou que a Pequena África é a porta de entrada para compreender o que é a verdadeira história do Brasil. &#8220;De modo geral, o patrimônio histórico está associado às elites brancas. A Pequena África é o pré-sal do movimento negro brasileiro: ela tem que ser valorizada como porta de entrada do que é a história do Brasil&#8221;, comenta.</p>



<p>A iniciativa também é celebrada pelas instituições parceiras como um passo importante para a reparação histórica. Para o diretor da Ford Foundation no Brasil, Atila Roque, a iniciativa é um passo importante no esforço de reparação e restauração da memória negra. De acordo com ele, torna-se um passo na construção de um projeto que tenha no legado da Pequena África o fundamento sobre o qual um futuro de igualdade e justiça social possa ser erguido. </p>



<p>Heloisa Griggs, diretora de Aberturas Democráticas na América Latina e Caribe e líder para América Latina e Caribe na Open Society Foundations, destacou que apoiar a iniciativa Viva Pequena África é promover o direito à memória da população afro-brasileira e pontuar seu papel essencial na história, no desenvolvimento econômico e na cultura do país, a partir de uma perspectiva reparadora. &#8220;A democracia se fortalece quando Estado e sociedade civil trabalham juntos&#8221;, aponta.</p>



<p>Desde a descoberta do sítio arqueológico do Cais do Valongo em 2011, a Pequena África se consolidou como símbolo da memória e da resistência negra no Brasil. Com o apoio de novos recursos e das comunidades locais, o Viva Pequena África reafirma o compromisso de transformar o território em um exemplo de preservação cultural e desenvolvimento sustentável, conectando o passado ao presente para construir um futuro mais justo e inclusivo.</p>
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		<title>BNDES se torna a primeira instituição pública a aderir ao Movimento pela Equidade Racial e deve fazer censo interno sobre a diversidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 08:01:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[MOVER]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&#244;mico e Social) &#233; a primeira institui&#231;&#227;o p&#250;blica a se juntar ao Mover (Movimento de Equidade Racial), que atua pela constru&#231;&#227;o da igualdade racial no mercado corporativo, conforme anunciado pela nesta segunda-feira (26). Entre as realiza&#231;&#245;es da associa&#231;&#227;o est&#227;o a capacita&#231;&#227;o de profissionais com mais de 20 mil bolsas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social)</strong> é a primeira instituição pública a se juntar ao <strong>Mover (Movimento de Equidade Racial)</strong>, que atua pela construção da igualdade racial no mercado corporativo, conforme anunciado pela nesta segunda-feira (26).</p>



<p>Entre as realizações da associação estão a capacitação de profissionais com mais de 20 mil bolsas de formação e permanência oferecidas, a conexão com vagas das empresas, além de ações de conscientização, como a publicação de artigos e entrevistas. O objetivo também é realizar a formação de mais de 10 mil lideranças negras até 2030, conforme a meta do Mover.</p>



<p>“Com essa iniciativa, o BNDES reafirma o compromisso com a diversidade e a inclusão. Junto com a iniciativa privada poderemos contribuir para a criação, no futuro, de um novo pilar de política de acesso ao crédito para essa parcela da população, que tem sido uma demanda constante nas escutas à sociedade civil e até mesmo das empresas que possuem programas de diversidade na cadeia de valor”, explica o presidente do Banco, Aloizio Mercadante.</p>
<figure id="attachment_76653" aria-describedby="caption-attachment-76653" style="width: 696px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-76653 size-large" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-1024x576.png" alt="" width="696" height="392" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-1024x576.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-768x432.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-1536x864.png 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-696x392.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-1068x601.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520-747x420.png 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2024/02/Copia-de-CAPA-MN-2022-2024-02-26T211415.520.png 1920w" sizes="(max-width: 696px) 100vw, 696px" /><figcaption id="caption-attachment-76653" class="wp-caption-text">Foto: BNDES/Divulgação</figcaption></figure>



<p>A adesão do BNDES ao Mover possibilitará a realização de um censo sobre a diversidade, precedido de rodadas de letramento racial. O Banco também aplicará uma ferramenta desenvolvida para medir o grau de equidade na instituição. O resultado será usado na formulação de políticas internas.</p>



<p>Aceleradora de processos de diversidade, equidade e inclusão, o Mover conta com mais de 40 empresas, como Coca-Cola Brasil, Descomplica, Grupo Boticário e L’Oréal Brasil, que reúnem aproximadamente 1,3 milhão de colaboradores.</p>



<p>Após 12 anos sem realizar concursos, como tentativa de distorção racial entre seus colaboradores, o Banco também reservará sua próxima seleção pública, prevista para este ano, 30% das vagas para candidatos negros, percentual 10% acima do fixado pela Lei nº 12.990/2014. Também haverá 10% das vagas reservadas para pessoas com deficiência (PCDs). <em><strong>Fonte: Agência BNDES de Notícias</strong></em></p>
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		<item>
		<title>BNDES cria Grupo de Trabalho Negro para promover a equidade racial e transformação da economia</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/bndes-cria-grupo-de-trabalho-negro-para-promover-a-equidade-racial-e-transformacao-da-economia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 May 2023 12:28:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[BNDES]]></category>
		<category><![CDATA[equidade racial]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na &#250;ltima ter&#231;a-feira (23), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ&#244;mico e Social, com apoio da Open Society Foundations, realizou o Semin&#225;rio Empoderamento Negro para Transforma&#231;&#227;o da Economia, onde&#160;o presidente do BNDES,&#160;Aloizio Mercadante, assinou uma portaria que instituiu um Grupo de Trabalho Negro para a Transforma&#231;&#227;o da Economia.&#160; A forma&#231;&#227;o do grupo tem como objetivo propor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última terça-feira (23), o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, com apoio da Open Society Foundations, realizou o Seminário Empoderamento Negro para Transformação da Economia, onde&nbsp;o presidente do BNDES,&nbsp;<strong>Aloizio Mercadante</strong>, assinou uma portaria que instituiu um Grupo de Trabalho Negro para a Transformação da Economia.&nbsp;</p>



<p>A formação do grupo tem como objetivo propor medidas que fortaleçam a equidade racial no BNDES. O grupo de trabalho é formado por 14 empregados do órgão público e terá entre suas atribuições acompanhar a elaboração e execução de um novo censo para identificar a composição étnico racial dos empregados do BNDES, além de propor medidas&nbsp;que tenham como objetivo impulsionar a diversidade, equidade e inclusão de pessoas negras no ecossistema do banco.</p>



<p>Outro ponto a ser trabalhado pelo grupo será a apresentação de propostas que adequem a atuação do BNDES a legislações ligadas à Convenção Interamericana contra o Racismo, a Discriminação Racial e Formas Correlatas de Intolerância e o Estatuto da Igualdade Racial.&nbsp;</p>



<p>Ao abrir o evento, Mercadante destacou que: “Essa é a primeira iniciativa para tratar o tema da igualdade racial, do empoderamento dos negros, do combate ao racismo, da diversidade e da inclusão racial na história de 71 anos do BNDES”, disse ele, se desculpando pelo que chamou de “silêncio histórico”.</p>



<p>O evento também discutiu a Lei de Cotas e as ações de equidade racial encabeçadas por empresas de modo voluntário no Brasil. Com a presença do embaixador da África do Sul, <strong>Vusumuzi W. Mavimbela</strong>, o seminário também destacou a Política de Black Economic Empowerment do país como uma referência para o Brasil ao avaliar a evolução das empresas em relação à equidade racial em cargos de chefia e no quadro de funcionários das empresas em território sul-africano.</p>



<p>“Seguramente serei bastante criticado, nós seremos a partir de hoje, mas faço questão de ter essas críticas no meu currículo. Nós precisamos abrir essa porta, acabar com o silêncio sobre a questão racial no Brasil e hoje é um dia para esse banco liderar pelo exemplo. Nós temos que fazer na casa o que nós queremos que os outros façam”, pontuou Mercadante.&nbsp;</p>



<p> “Próximo dia 20 de novembro, data de Zumbi, vamos lançar um documento para incluir nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) a questão do racismo. Queremos colocar essa agenda em discussão na ONU”, adiantou o presidente do BNDES, afirmando que a agenda precisa estar em discussão na Organização das Nações Unidas.</p>



<p>O Presidente dos Conselhos Deliberativos (CEDRA) e da Oxfam Brasil, Hélio Santos comentou sobre o papel do capital frente à equidade racial. Ao iniciar sua fala, ele lembrou a medida de Deodoro da Fonseca, primeiro presidente do Brasil, que em 1891 decidiu trazer imigrantes europeus e determinou que estes deveriam ser bem tratados. O que não aconteceu com os negros e fundamenta as desigualdades raciais e sociais no Brasil. &#8220;Temos que customizar as coisas para o Brasil&#8221;, destacou ele chamando a atenção de Mercadante para a necessidade de olhar para os problemas sociais do país considerando os mecanismos de desigualdade que foram estabelecidos ao longo da história. &#8220;Não adianta, presidente Mercadante, a vestimenta da Noruega ou da Bélgica para o Brasil porque eles não tiveram três séculos e meio de escravismo e nenhum Fonseca, imagine dois. Essa é a diferença desses lugares&#8221;.  </p>



<p>Ele também pontuou que &#8220;o empreendedorismo negro não pode ser visto como uma iniciativa liberal atrasada, como alguns setores do próprio movimento negro vê. Aqui, o empreendedorismo deve ser visto como um forte fator democrático&#8221;. E ressaltou que o BNDES deve investir no desenvolvimento tecnológico avançado em concomitância com o investimento na equidade racial. </p>



<p>O evento também realizou o lançamento da Iniciativa Valongo, que terá coordenação executiva do BNDES. O Cais do Valongo foi o maior porto receptor de escravizados do mundo.&nbsp;O Cais foi encontrado em 2011 durante escavações feitas para a reforma da zona portuária do Rio de Janeiro e recebeu o título de Patrimônio Histórico da Humanidade pela UNESCO em 9 de julho de 2017 por ser o único vestígio material da chegada dos africanos escravizados nas Américas.&nbsp;</p>



<p>Mercadante afirmou que o BNDES vai destinar um aporte de R$ 10 milhões para fortalecer o Museu do Valongo e o movimento que luta para preservação do local. “Nosso desafio é organizar a resistência da memória que está lá para fazer coisas que agreguem, que acrescentem e ampliem”, destacou ele. </p>



<p>O presidente da Fundação Palmares, <strong>João Jorge Rodrigues</strong>, a Ministra da Igualdade Racial, <strong>Anielle Franco</strong> e a Ministra da Cultura, <strong>Margareth Menezes</strong> estiveram no evento e participaram da cerimônia de encerramento.</p>
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		<title>Mulheres e negros vão fazer parte da história do BNDES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 15:48:15 +0000</pubDate>
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<p><strong><em>Por Ivair Augusto Alves dos Santos</em></strong></p>



<p>O novo presidente do<strong> Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)</strong>, <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/haddad-ainda-nao-indicou-nenhuma-pessoa-negra-para-o-ministerio-da-fazenda-me-sinto-ofendido-critica-frei-david/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Aloizio Mercadante</a></strong>, afirmou na segunda-feira (6), no discurso de posse: “Senhoras e senhores, após 50 anos dedicados à vida pública, na luta por um país mais justo, mais desenvolvido, mais solidário, mais inclusivo e menos desigual, assumo hoje a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o maior banco de desenvolvimento das Américas.”</p>



<p>A cerimônia, realizada na sede do banco público, no Rio de Janeiro, contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente, Geraldo Alckmin. Uma das presentes no palco foi a <strong>ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco</strong>. Ao saudá-la, <strong>Mercadante prometeu que mulheres e pessoas negras “farão parte da história do BNDES”</strong>: “Nunca mais vamos ter um palco sem um negro e uma negra. Mulheres e negros vão fazer parte da história do BNDES.”</p>



<p>Aloisio Mercadante deu destaque ao enfrentamento do racismo estrutural como parte de estratégia de negócios do BNDES. “Senhoras e senhores, outro compromisso do BNDES do futuro é enfrentar as enormes desigualdades de gênero e de raça, chagas históricas que nos marcam profundamente. A agenda de gênero e do enfrentamento do racismo estrutural será parte da estratégia de negócios do BNDES. Seremos promotores de uma sociedade mais justa e inclusiva por meio das nossas linhas de crédito e das ações de fomento que empoderem economicamente os negros e negras deste país.”</p>



<p>Segundo Mercadante, o BNDES tem cerca de 4,6% de negros, praticamente não tem negros, e nenhum negro ocupa cargos de direção.<br>“Vamos propor um programa de estágio para negros e negras e retomaremos concursos, que não ocorrem há mais de 10 anos, com cotas. O êxito das políticas de cotas nas nossas universidades aponta que é preciso avançar para que os negros e negras também tenham espaço na administração pública, nas empresas e no mercado financeiro.”</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="750" height="500" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/02/image-3.png" alt="" class="wp-image-60724" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/02/image-3.png 750w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/02/image-3-300x200.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/02/image-3-150x100.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/02/image-3-696x464.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/02/image-3-630x420.png 630w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /><figcaption>Cerimônia de posse do Mercadante como presidente do BNDES (Foto: Divulgação)</figcaption></figure>



<p>A história recente de negros no mundo corporativo, exige um pouco de atenção e um ambiente de trabalho que não discrimine e nem leve as pessoas a um sofrimento mental.</p>



<p>“Esse nosso compromisso com a igualdade de gênero e racial não será só da porta para fora, como também da porta para dentro. Vamos buscar estabelecer ambientes de trabalho verdadeiramente sadios, seguros e dignos. Ambientes livres de assédio e de discriminação”</p>



<p>E <strong>anunciou a criação de um Museu sobre a História da Escravidão no Brasil</strong>. “Sob a coordenação da Ministra Anielle Franco, vamos desenvolver o museu sobre a história da escravidão no Brasil. Não podemos esquecer essa chaga. O museu ficará localizado no Valongo, que foi a porta de entrada que recebeu mais escravos africanos em todo o mundo.”</p>



<p>“Seremos promotores de uma sociedade mais justa e inclusiva por meio de nossas linhas de crédito e das ações de fomento que empoderem mulheres, negras e negros desse país. Nós temos que empoderar o empreendedorismo da comunidade negra e das mulheres brasileiras”, disse.</p>



<p>Aloisio Mercadante tem história junto a comunidade negra, como ministro da Educação <strong>contratou um assessor para igualdade racial: Thiago Thobias, e juntos aprovaram e regulamentaram a Lei de cotas nas universidades federais, que completou 10 anos</strong>. Estamos com esperança, mas a Esplanada terá que trabalhar muito, pois os Ministros da Saúde, Industria, Agricultura, Turismo, Comunicações, Minas e Energia, Desenvolvimento Social, Esporte, Desenvolvimento Agrário, Cidades, Transportes, Integração e Desenvolvimento Regional, Embaixadas, Agências Reguladoras que até agora não apresentaram sequer um assessor negro.</p>
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