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	<title>Arquivos black lives matter - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Trabalhadores iniciam remoção do mural &#8220;Black Lives Matter&#8221; em Washington após pressão republicana</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/trabalhadores-iniciam-remocao-do-mural-black-lives-matter-em-washington-apos-pressao-republicana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Mar 2025 17:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[black lives matter]]></category>
		<category><![CDATA[Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[George Floyd]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhadores da constru&#231;&#227;o civil come&#231;aram, na segunda-feira (10), a remover o ic&#244;nico mural &#8220;Black Lives Matter&#8221; pintado na rua que leva ao Black Lives Matter Plaza, em Washington, DC, nos Estados Unidos. A a&#231;&#227;o ocorre ap&#243;s a prefeita Muriel Bowser anunciar a decis&#227;o de redesenhar a pra&#231;a, em meio a press&#245;es de legisladores republicanos que [&#8230;]</p>
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<p>Trabalhadores da construção civil começaram, na segunda-feira (10), a remover o icônico mural <strong><em>&#8220;Black Lives Matter&#8221;</em></strong> pintado na rua que leva ao <em><strong>Black Lives Matter Plaza</strong>,</em> em Washington, DC, nos Estados Unidos. A ação ocorre após a prefeita<strong> Muriel Bowser </strong>anunciar a decisão de redesenhar a praça, em meio a pressões de legisladores republicanos que ameaçaram cortar o financiamento de transporte da cidade caso o nome da praça não fosse alterado.</p>



<p>Com coletes refletivos e capacetes, os trabalhadores utilizaram equipamentos para perfurar e remover o trecho de dois quarteirões onde as letras amarelas com os dizeres &#8220;VIDAS NEGRAS IMPORTAM&#8221; estavam pintadas. O local, localizado ao norte da Casa Branca, tornou-se um símbolo dos protestos antirracistas que tomaram o país em 2020, após o assassinato de <strong>George Floyd</strong>, um homem negro morto por um policial branco em Minneapolis. Enquanto a remoção ocorria, espectadores observavam a cena, que marcou o fim de um dos marcos visuais mais emblemáticos do movimento.</p>



<p>O mural foi criado por ordem da prefeita Bowser em junho de 2020, durante o auge dos protestos contra a violência policial e o racismo estrutural. A pintura das letras amarelas, que se estendiam por uma via próxima à Casa Branca, foi vista como um ato de resistência e apoio ao movimento <em>Black Lives Matter</em>, especialmente durante o primeiro mandato do então presidente <strong>Donald Trump</strong>, que frequentemente criticou os protestos.</p>



<p>Agora, com a volta de Trump à cena política e o controle republicano sobre ambas as casas do Congresso, a remoção do mural é interpretada por analistas como um reconhecimento da vulnerabilidade política do Distrito de Columbia. Legisladores republicanos vinham pressionando pela mudança, argumentando que o nome e o mural da praça representavam uma postura partidária que não deveria ser financiada com recursos federais.</p>



<p>Em comunicado divulgado na semana passada, a prefeita Bowser afirmou que o espaço será redesenhado e receberá novos murais patrocinados pela cidade, sem detalhar quais serão as mudanças. A expectativa é que o trabalho de remoção e substituição leve cerca de seis semanas.</p>



<p>A decisão gerou reações mistas. Enquanto alguns moradores e ativistas lamentam a perda de um símbolo importante da luta antirracista, outros veem a mudança como uma tentativa de evitar conflitos políticos em um momento de tensão entre o governo local e o Congresso. </p>
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		<title>#BlackLivesMatter faz 10 anos: hashtag revolucionária foi usada 44 milhões de vezes</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/blacklivesmatter-faz-10-anos-hashtag-revolucionaria-foi-usada-44-milhoes-de-vezes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Jul 2023 14:25:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[black lives matter]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>44 milh&#245;es de tweets em 10 anos. Esse foi o n&#250;mero de vezes que a #BlackLivesMatter foi usada desde que o movimento foi criado em julho de 2013. Os dados s&#227;o de uma pesquisa Pew Research Center. Mais do que uma simples hashtag, Black Lives Matter &#233; um movimento que ajuda at&#233; os dias atuais [&#8230;]</p>
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<p>44 milhões de tweets em 10 anos. Esse foi o número de vezes que a <strong><em>#BlackLivesMatter</em></strong> foi usada desde que o movimento foi criado em julho de 2013. Os dados são de uma pesquisa <strong>Pew Research Center</strong>. Mais do que uma simples hashtag, Black Lives Matter é um movimento que ajuda até os dias atuais no ativismo digital e a denúncia de racismo nos EUA e em todo mundo.</p>



<p>Diferente do que muita gente acha, Black Lives Matter teve início em julho de 2013 com a absolvição do policial George Zimmerman no assasinato de <strong>Trayvon Martin</strong>, em Sanford, Flórida, morto em uma abordagem. Desde então, a hashtag #BlackLivesMatter foi usada como forma de debater e denunciar casos como o de Trayvon e de George Floyd.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="402" height="402" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/07/image-4.png" alt="" class="wp-image-67541" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/07/image-4.png 402w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/07/image-4-300x300.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/07/image-4-150x150.png 150w" sizes="(max-width: 402px) 100vw, 402px" /></figure>



<p>A pesquisa do Pew Research Center apontou que de julho de 2013 até março de 2023, a hashtag foi usada 44 milhões de vezes no Twitter por quase 10 milhões de contas ativas, segundo os tweets disponíveis atualmente na plataforma.&nbsp;</p>



<p><strong>Caso George Floyd</strong></p>



<p>Um dos picos mais altos da #BlackLivesMatter foi após o caso do <strong>George Floyd</strong>, morto em uma abordagem policial em maio de 2020 e que causou uma revolta mundial. Mais da metade dos tweets nos dez anos foi postado entre maio e setembro de 2020. Dos 10 milhões de usuários totais, 6,8 milhões &#8211; muitos pela primeira vez &#8211; usaram a hashtag durante esse período.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/07/image-5.png" alt="" class="wp-image-67542" width="330" height="417"/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh6.googleusercontent.com/5YRXirCGi0o1oMdFFb_xyRti5CfKArI_wMnnkWFMkERbjrZ5VZPTvzkc6l4UVmVBySdWhA2NmDIdRTnVKAjVw34tm6R1CXtkm-khazlIHdCiYag7Xk5XES0V_aYlbZ0uyVUCiZsLu1E6PglUIq1hh-8" alt=""/></figure>



<p>Um dos principais resultados da pesquisa foi o apoio ao movimento Black Lives Matter, que vai além das publicações. Cerca de 72% dos tweets expressaram apoio ao movimento e tudo que ele representa, apenas 11% se mostraram contra e 17% não expressaram ser nem contra ou a favor.</p>



<p>Outro ponto levantado foi a violência policial como um dos principais problemas da comunidade negra. Desde 2013, um terço das publicações cita policiais, violências policiais e confrontos com civis.</p>



<p>Os 44 milhões de postagens também não representam o número total. Um terço das publicações foram perdidas ou não estão mais disponíveis. 40% delas eram do período de maior pico em 2020.</p>



<p><strong>Black Lives Matter e ativismo nas redes sociais</strong></p>



<p>Além da análise dos tweets, o Pew Research Center também entrevistou 5.101 adultos nos EUA, de 15 a 21 anos, em maio de 2023. Eles foram questionados sobre a militância nas mídias digitais e a atuação da impresa em casos de desiguldade e discriminação.</p>



<p>24% dos entrevistados que utilizam redes sociais disseram apoiar e ter postado sobre o movimento Black Lives Matter, enquanto 10% disseram ter postado contra. Esse número cresce em relação a população negra, 52% disseram ter postado a favor do movimento.</p>



<p>Em relação aos protestos da Black Lives Matter, apenas 7% disseram ter participado alguma vez. Esse número cresce para 15% em relação aos negros.</p>



<p>Entre os negros, os mais joves, entre 18 e 49 anos, se mostram serem mais engajados: 61% disse ter compartilhado e apoiado o movimento e 17% já foram para um protesto pelo menos uma vez.</p>



<p>Outra questionamento levantado pela pesquisa foi as “visões das mídias sociais e da imprensa como ferramentas para chamar a atenção para a violência policial contra negros”. Após os três anos do assassinato de George Floyd, a grande maioria, 81%, acredita que a violência policial é um problema.</p>



<p>Mas sobre a gravidade do problema o número de concordância diminui. 85% dos adultos negros acham que é um <strong>grande</strong> problema, enquanto 56% dos adultos hispânicos, 50% dos asiáticos e 36% dos brancos concordam.</p>



<p>Enquanto a importância da mídia social e da imprensa, as redes sociais se mostram grandes aliados contra a denúncia de violência policial. 43% dizem que a mídia social é “extremamente ou muito eficaz” de chamar a atenção para as violências, enquanto 32% dizem que o imprensa tradicional é “extremamente ou muito eficaz”.</p>



<p>Também foram perguntados da relevância das redes sociais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>67% dizem que “a mídia social destaca questões importantes que podem não receber muita atenção de outra forma”;</li>



<li>67% dizem que “a mídia social ajuda a dar voz a grupos sub-representados”;</li>



<li>47% dizem que “as mídias sociais facilitam a responsabilização de pessoas poderosas”.</li>
</ul>



<p>Os entrevistados também apontaram que muitas vezes as mídias sociais distraem as pessoas de assuntos relevantes.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/blacklivesmatter-faz-10-anos-hashtag-revolucionaria-foi-usada-44-milhoes-de-vezes/">#BlackLivesMatter faz 10 anos: hashtag revolucionária foi usada 44 milhões de vezes</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Após chamar Black Lives Matter de fraude e ofender editora da Vogue, Ye diz que os dois &#8220;se desculparam&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raio Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2022 13:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[black lives matter]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Kanye West]]></category>
		<category><![CDATA[ye]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O rapper Kanye West (Ye) acusou o movimento Black Lives Matter de ser uma fraude, em suas redes sociais. &#8220;Todo mundo sabe que o &#8216;Black Lives Matter&#8217; &#233; uma farsa. Agora acabou. De nada!&#8221;, escreveu em seu Instagram Stories. Ele apagou a postagem acusat&#243;ria em seguida. A postagem veio um dia depois de ter discursado [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O rapper <strong>Kanye West (Ye)</strong> acusou o movimento <strong>Black Lives Matter</strong> de ser uma fraude, em suas redes sociais. &#8220;Todo mundo sabe que o &#8216;Black Lives Matter&#8217; é uma farsa. Agora acabou. De nada!&#8221;, escreveu em seu Instagram Stories. Ele apagou a postagem acusatória em seguida. </p>



<p>A postagem veio um dia depois de ter discursado com uma camiseta onde estava escrito &#8220;White Lives Matter&#8221; (Vidas Brancas Importam), na semana de Moda de Paris.  Mas o absurdo não ficou por aí. Ele também insultou a editora da Vogue americana <strong>Gabriella Karefa</strong>, que estava presente no desfile e criticou a ação de Kanye. </p>



<p>“Incrivelmente irresponsável e perigoso ato de enviar uma camiseta &#8216;Vidas Brancas Importam&#8217; em uma passarela. As camisetas que esse homem produziu e partilhou com o mundo são pura violência. Acho que se perguntasse ao Kanye, ele diria que havia arte, revolução, e todas as coisas naquela camiseta. Não há&#8221;, escreveu a editora. O ato também teve outras repercussões, como da ativista Tamika Mallory.</p>



<p>&#8220;Para deixar claro&#8230; A declaração &#8220;Vidas Br***as Importam é um ataque violento contra pessoas negras. Ela não exista até o mundo afirmar as pessoas negras ao dizer que Vidas Negras Importam. Essa declaração é uma tentativa de desculpa para o abate de pessoas negras&#8221;, finalizou. </p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CjURVDLNQ2v/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CjURVDLNQ2v/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/CjURVDLNQ2v/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Tamika D. Mallory (@tamikadmallory)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p>Kanye então usou sua conta no Instagram para ofender Gabriella de forma pessoal, compartilhando uma foto dela com a seguinte legenda: “Isso não é uma pessoa da moda”. Ele ainda fez comentários maldosos sobre o par de botas que ela estava usando: “Eu sei que a Anna Wintour odeia essas botas&#8221;, ironizou o músico tentando desmoralizar o trabalho de Gabriella. Ele recebeu uma avalanche de críticas por ter feito bullying com Gabriella. </p>



<p>Após o ataque, a Vogue se pronunciou: &#8220;A Vogue está ao lado da Gabriella, nossa editora globval de moda. Ela foi pessoalmente transformada em alvo e vítima de bullying e isso é inaceitável. Agora mais do que nunca, vozes como a dela são necessárias e hoje, novamente, em uma reunão privada com Ye, ela falou sua verdade em seus termos, de forma como achou melhor.&#8221;</p>



<p>Ye voltou a se manifestar nas redes sociais, dizendo que ele teve uma conversa com Gabriella e que ambos pediram desculpas. &#8220;Nos desculpamos um com o outro pela forma que nos fizemos sentir. Ambos experimentamos a luta por aceitação em um mundo que não é nosso&#8221;, disse ele. </p>



<p>Reticente, por meio dos stories, Gabriella agradeceu o apoio e amor que tem recebido das pessoas. &#8220;Estou exausta, mas estou muito tocada e grata pelo derramamento de amor que eu recebi.&#8221;, iniciou ela. &#8220;Uma coisa sobre mim: eu sempre vou falar o que penso e tentar honrar minha verdade. Meus pensamentos são meus e eu os reafirmo&#8221;, concluiu. </p>
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		<title></title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/bandeira-do-black-lives-matter-e-hasteada-na-embaixada-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kauan Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Feb 2022 13:28:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[Black History Month]]></category>
		<category><![CDATA[black lives matter]]></category>
		<category><![CDATA[Frederick Douglass]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Escola Kanye West de ex arrependidos? Aparentemente, sim. Nick Cannon lan&#231;ou ontem, no dia dos namorados norte-americano, sua mais nova can&#231;&#227;o, &#8221;Alone&#8221;. A m&#250;sica, que contem sample de &#8221;Alone In Love&#8221;, faixa de Mariah de 1990, far&#225; parte de sua pr&#243;xima mixtape de R&#38;B, intitulada &#8221;Raw N B The Explicit Tape&#8221;. Apenas duas semanas ap&#243;s [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[Escola Kanye West de ex arrependidos? Aparentemente, sim. Nick Cannon lançou ontem, no dia dos namorados norte-americano, sua mais nova canção, &#8221;Alone&#8221;. A música, que contem sample de &#8221;Alone In Love&#8221;, faixa de Mariah de 1990, fará parte de sua próxima mixtape de R&#038;B, intitulada &#8221;Raw N B The Explicit Tape&#8221;.<br /><br />Apenas duas semanas após anunciar a gravidez de seu oitavo filho em menos de 10 anos, o rapper e apresentador lançou uma música onde diz: &#8220;Por mais que eu queira você de volta / É provavelmente melhor onde você está / Porque eu ainda estou correndo pelas ruas / Eu ainda estou todos nos lençóis / Tendo bebês / Modelos e cantoras e atrizes dizendo que estão grávidas de mim&#8221;. Ele ainda continua, dizendo que finge estar bem quando na verdade sente falta da cantora e trocaria tudo para estar com ela.<br /><br />Em seu Twitter, o artista disse estar se sentindo sozinho. Ele e Mariah foram casados entre 2008 e 2015, e tiveram dois filhos. Desde 2016, a diva pop está em um relacionamento com o dançarino e coreografo Bryan Tanaka. No entanto Nick, parece não ter superado o fim do casamento. Em outras ocasiões, ele já havia declarado que só se casaria novamente se fosse com sua ex.<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/bandeira-do-black-lives-matter-e-hasteada-na-embaixada-dos-eua/"></a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Black Lives Matter in Italian Fashion: Estilistas negros protestam contra a invisibilidade na moda Italiana</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/black-lives-matter-in-italian-fashion-estilistas-negros-protestam-contra-a-invisibilidade-na-moda-italiana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kauan Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 19:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo Negro Beauty]]></category>
		<category><![CDATA[black lives matter]]></category>
		<category><![CDATA[estilistas]]></category>
		<category><![CDATA[fashion]]></category>
		<category><![CDATA[milão]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo formado por cinco estilistas, deseja conscientizar as pessoas sobre a falta de diversidade no mundo da moda. Gravado no Palazzo Clerici de Mil&#227;o, o evento digital &#8221;We Are Made in Italy&#8221;, apresentou as cole&#231;&#245;es de primavera/Ver&#227;o do time formado por Claudia Gisele Ntsama, Karim Daoudi, Fabiola Manirakiza, Mokodu Fall, e Joy Meribe. Todos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Grupo formado por cinco estilistas, deseja conscientizar as pessoas sobre a falta de diversidade no mundo da moda. Gravado no Palazzo Clerici de Milão, o evento digital &#8221;We Are Made in Italy&#8221;, apresentou as coleções de primavera/Verão do time formado por Claudia Gisele Ntsama, Karim Daoudi, Fabiola Manirakiza, Mokodu Fall, e Joy Meribe. Todos foram orientados pela única negra que integra o conselho italiano de moda, a italo-haítiana Stella Jean.</p>



<p>Stella, reconhece o problema racial vivido pelos profissionais negros de moda no país, e diz que precisam fechar essa ferida. Ela pede que as casas italianas de moda e o órgão diretivo do setor apoie estilistas negros e enfrentem o racismo. Cerca de 1,2 milhões de habitantes da Itália são negros, e acabam tendo suas identidades apagadas no meio de 60 milhões de habitantes do país.</p>



<p>Todos os integrantes do Black Lives Matter In Italian Fashion, atuaram em outras áreas antes de realizarem seus sonhos na moda. A maior parte não obteve resposta dos currículos que enviaram para empresas de moda, mas alguns tiveram reuniões promissoras que nunca deram em nada, sem explicação alguma do motivo.</p>



<p>O grupo é formado por integrantes do Burundi, Nigéria e Camarões. Em suas roupas, eles expressam as culturas de seus países.</p>



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<iframe title="We Are Made in Italy" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/3XOhvGaQMj8?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
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		<title>A Importância do fotojornalismo na documentação da luta negra</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/a-importancia-do-fotojornalismo-na-documentacao-da-luta-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kauan Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2020 22:34:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[black lives matter]]></category>
		<category><![CDATA[fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[negros no jornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[protestos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 2 de setembro, ultima quarta-feira, foi comemorado o dia do fotojornalista. Esse profissional, tem como fun&#231;&#227;o ilustrar a narra&#231;&#227;o de fatos, de maneira fiel a realidade dos acontecimentos, com o intuito de comprovar e complementar as informa&#231;&#245;es contidas no texto. Esses acontecimentos, podem ser esportivos, culturais, pol&#237;ticos, hist&#243;ricos, sociais ou de qualquer natureza. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 2 de setembro, ultima quarta-feira, foi comemorado o dia do fotojornalista. Esse profissional, tem como função ilustrar a narração de fatos, de maneira fiel a realidade dos acontecimentos, com o intuito de comprovar e complementar as informações contidas no texto. Esses acontecimentos, podem ser esportivos, culturais, políticos, históricos, sociais ou de qualquer natureza. <br><br>O primeiro registro de fotojornalismo, é de 1880, no jornal Nova Iorquino Daily Herald. Com o passar dos anos, a fotografia foi ganhando um papel ainda maior, passando de coadjuvante para protagonista em textos jornalísticos, a medida em que a tecnologia também evoluía e tudo ficava mais visual, a necessidade da imagem foi ficando ainda maior. O que antes era só jornal impresso, se transformou em telejornal, e por fim em sites como o nosso. Escrevendo dia-a-dia para vocês, sabemos o quão crucial é uso das fotografias nas matérias, sejam elas sobre música, cinema, denúncias ou qualquer outra coisa. E mais do que isso: boas imagens. <br><br>A fotografia vêm ajudando a comunidade negra a mostrar sua cultura, seu cotidiano, e a se expressar de maneira artística, mas sobretudo vêm testemunhando a nossa luta ao passar dos anos, seja com os protestos pelos direitos civis nos anos 60, nos EUA ou em 2020 nas manifestações em apoio ao Black Lives Matter. Manifestações essas que inclusive aconteceram pois alguém documentou com imagens o assassinato de George Floyd, provando assim o que e como tudo aconteceu. O mesmo podemos dizer do caso de Jacob Blake, algumas semanas atrás. O poder do registro se tornou uma arma de defesa essencial da população negra, graças a democratização da fotografia. <br><br>Considerando isso, selecionamos alguns fotojornalistas (ou repórteres fotográficos, como preferir) negros que você pode não conhecer, mas que precisam ter seus trabalhos propagados pois são ótimos.</p>



<p><strong>Lázaro Roberto</strong></p>



<p>O fotografo (desde os anos 90) e arte-educador baiano, tem um acervo de mais de 30.000 imagens. Ele já lecionou em diversas instituições como Escola de Belas Artes da UFBA, Senac, Fundação Casa de Jorge Amado e Museu Eugênio Teixeira Leal. Além disso, fundou o Zumvi Arquivo Fotográfico, uma associação de fotógrafos negros que visa registrar a cultura, política e arte afro-brasileira.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="899" height="544" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título.png" alt="" data-id="24313" data-full-url="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título.png" data-link="https://mundonegro.inf.br/?attachment_id=24313" class="wp-image-24313" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título.png 899w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-300x182.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-150x91.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-768x465.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-696x421.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-694x420.png 694w" sizes="(max-width: 899px) 100vw, 899px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Em clique de Lázaro Roberto, Nelson Mandela discursa para milhões de pessoas na Praça Castro Alves, Salvador,1991</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p><strong>Stephanie Mei-Ling</strong></p>



<p>No registro abaixo, Stephanie estava em Eastern Parkway, no Brooklyn, NY. O evento, é uma celebração de cultura negra, feita pelo povo negro, para celebrar as heranças e tradições levadas aos EUA pelos imigrantes caribenhos. NY, tem, ao lado de Flórida, a maior população caribenha do EUA. A fotografa também participou dos protestos do Black Lives Matter em maio.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="799" height="615" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-1.png" alt="" data-id="24329" data-full-url="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-1.png" data-link="https://mundonegro.inf.br/?attachment_id=24329" class="wp-image-24329" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-1.png 799w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-1-300x231.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-1-150x115.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-1-768x591.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-1-696x536.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Sem-título-1-546x420.png 546w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Fotografia: Stephanie Mei-Ling, The Parkway</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p><strong>Lynsey Weatherspoon</strong></p>



<p>A profissional de Atlanta, Georgia, trata dos mais diversos temas da comunidade negra através de suas lentes. Em seu site oficial, lynseyweatherspoon.com ,é possível ver celebrações culturais de Nova Orleans, cerimônias de formatura de alunos negros, protestos, e até um especial com uma liga de jogadores negros de baseball.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-1024x683.jpg" alt="" data-id="24330" data-full-url="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1.jpg" data-link="https://mundonegro.inf.br/?attachment_id=24330" class="wp-image-24330" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/Culture_LW_1.jpg 1600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Clique de Lynsey Weatherspoon, durante o primeiro protesto da Black Lives Matter, em 29 de maio, Atlanta.</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p><strong>Mark Clennon</strong></p>



<p>O profissional Nova Iorquino, também participou do Black Lives Matter. Sobre a experiência, Mark disse que foi diferente de todos os protestos que ele já foi, pois ele via a dor a raiva nos olhos da população. Sua meta, é capturar a experiencia negra em todos os sentidos: dor, alegria, e triunfo. Ele é especialista em fotografia documental, editorial e comercial.</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/blm-nyc-00682-683x1024.jpg" alt="" data-id="24337" data-full-url="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/blm-nyc-00682.jpg" data-link="https://mundonegro.inf.br/?attachment_id=24337" class="wp-image-24337" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/blm-nyc-00682-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/blm-nyc-00682-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/blm-nyc-00682-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/blm-nyc-00682-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/blm-nyc-00682-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/09/blm-nyc-00682.jpg 700w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="blocks-gallery-item__caption">Protesto em frente ao Trump Tower, clique de Mark Clennon</figcaption></figure></li></ul></figure>



<p></p>
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		<title>Vidas negras realmente importam para as marcas brasileiras?</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/vidas-negras-realmente-importam-para-as-marcas-brasileiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ricardo Silvestre]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 23:31:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Black Influence]]></category>
		<category><![CDATA[black lives matter]]></category>
		<category><![CDATA[ricardo silvestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na &#250;ltimas horas diversas marcas brasileiras se posicionaram publicamente nas redes sociais como apoiadoras do Movimento Black Lives Matter. Muitas delas, apenas traduziram o posicionamento global da empresa para o portugu&#234;s, e n&#227;o se deram ao trabalho de pensar em algo personalizado para a realidade brasileira. Se posicionar nesse momento &#233; extremamente importante, j&#225; que [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na últimas horas diversas marcas brasileiras se posicionaram publicamente nas redes sociais como apoiadoras do <strong>Movimento Black Lives Matter</strong>.</p>
<p>Muitas delas, apenas traduziram o posicionamento global da empresa para o português, e não se deram ao trabalho de pensar em algo personalizado para a realidade brasileira.</p>
<p>Se posicionar nesse momento é extremamente importante, já que as marcas fazem parte da criação do imaginário e da opinião de seus consumidores e exercem papel crucial na sociedade por conta disso.</p>
<p>A dúvida aqui é se elas possuem de fato compromisso com a negritude ou se estão apenas surfando na onda do oportunismo. E a resposta, nós infelizmente já sabemos.</p>
<p><strong>Vidas negras realmente importam para as marcas brasileiras? Eu arrisco dizer que não.</strong></p>
<p>Iniciativas como a <strong>Black Influence</strong> que trabalha com influenciadores negros, fizeram provocações nas redes para incentivar por exemplo, a contratação de profissionais pretos por essas marcas. Essa é uma ótima alternativa para valorizar esses perfis e se posicionar da maneira adequada, sem se apropriar do assunto que eles dominam.</p>
<p><a href="https://www.instagram.com/p/CA-iPHYHhb6/?igshid=yjr164eqlsyg">https://www.instagram.com/p/CA-iPHYHhb6/?igshid=yjr164eqlsyg</a></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">“Todos os dias vidas são interrompidas brutalmente pelo racismo.&quot; &#8211; texto criado com consultoria do Grupo Raízes, coletivo de colaboradores Natura para questões raciais, criado em 2019. Nós da Natura reconhecemos que devemos e podemos fazer mais. <a href="https://twitter.com/hashtag/VidasNegrasImportam?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#VidasNegrasImportam</a> <a href="https://t.co/5tcjLMGZ9C">pic.twitter.com/5tcjLMGZ9C</a></p>
<p>&mdash; Nat Natura (@naturabroficial) <a href="https://twitter.com/naturabroficial/status/1267617493184655362?ref_src=twsrc%5Etfw">June 2, 2020</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true">
<p lang="pt" dir="ltr">David, João Pedro, João Vitor, George Floyd e tantos mais. </p>
<p>Ficar em silêncio é ser cúmplice, e eu não vou mais me calar.</p>
<p>Eu tenho um compromisso e um dever com meus assinantes, funcionários, criadores de conteúdo e talentos negros. <a href="https://twitter.com/hashtag/vidasnegrasimportam?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#vidasnegrasimportam</a> em qlqr lugar do mundo <a href="https://t.co/kqPtBnLhBi">https://t.co/kqPtBnLhBi</a></p>
<p>&mdash; netflixbrasil (@NetflixBrasil) <a href="https://twitter.com/NetflixBrasil/status/1266848339334778881?ref_src=twsrc%5Etfw">May 30, 2020</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<title>Quantas mortes a mais de jovens negros serão toleradas na democracia???</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/quantas-mortes-a-mais-de-jovens-negros-serao-toleradas-na-democracia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michel Chagas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2020 19:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[black lives matter]]></category>
		<category><![CDATA[genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[vidas negras importam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A popula&#231;&#227;o negra vem sendo v&#237;tima das piores viol&#234;ncias e nega&#231;&#227;o de direitos em todas as partes. Destaco o mais essencial de todos, o direito de viver. &#201; chegada a hora de responder &#224; seguinte quest&#227;o:&#160; quantas mortes de mais jovens negros ser&#227;o toleradas na democracia? A imagem do policial branco sufocando o homem negro, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A população negra vem sendo vítima das piores violências e negação de direitos em todas as partes. Destaco o mais essencial de todos, o direito de viver. É chegada a hora de responder à seguinte questão:  quantas mortes de mais jovens negros serão toleradas na democracia?</p>
<p>A imagem do policial branco sufocando o homem negro, George Floyd, em Minnesota, é estarrecedor e revoltante. George, desarmado, foi algemado e estrangulado pelo policial que, usando o joelho, o sufocou até a perda dos sentidos. Levado ao hospital, George não resistiu.</p>
<p>Essa barbárie não é de um cenário de guerra e não é um episódio do <em>apartheid</em> na África do Sul. É mais um caso de genocídio da população negra em curso, em pleno século XXI, na dita “maior democracia do mundo”, Estados Unidos</p>
<p>É preciso acrescentar que este não é um caso isolado. Lembremos de Eric Garner, em 2014, no estado de New York, que também foi sufocado até a morte por um policial branco. Assim como George, ele também sussurrava, <em>“I can´t breathe” (Não consigo respirar). </em></p>
<p>Na República Democrática do Brasil não é diferente. A constituição, as garantias legais, os códigos e protocolos policiais estão à disposição de poucos. O jovem negro continua sendo o alvo preferencial da ação e omissão do Estado. Até as “balas perdidas” alcançam preferencialmente os corpos negros. Na semana passada, no contexto de superação das adversidades causadas pela pandemia de COVID-19, fomos paralelamente golpeados com a morte de João Pedro, jovem negro de 14 anos, vítima da ação policial do estado do Rio de Janeiro. Ainda lamentamos a perda do menino Joel, um jovem negro também de 14 anos, capoeirista, vítima da ação policial do estado da Bahia em 2010.</p>
<p>A população negra no Brasil e nos Estados Unidos choram pelos seus e continuam lutando por justiça, direito de viver e garantia de uma vida segura. A resistência segue na cidade de Minneapolis, assim como seguimos lutamos de todas as partes. <em>Black lives matter; I can´t breathe; Hands Up! Don´t shoot!; </em>This is why we cant standy al; Black Berner Coalition; <em>Ya me canse; Reaja ou será mort@; Juventude negra viva e orgulhosa</em>; Cadê o Amarildo?; Quem mandou matar Marielle?; Potencias negras; Memória tem cor; Coalizao negra; dentre outras expressões singulares, coletivas, organizadas ou não. Seguimos firme na missão de nos mantermos vivos!</p>
<p>&nbsp;</p>
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