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	<title>Arquivos bienal de são paulo - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>36ª Bienal de São Paulo se inspira no poema ‘Da calma e do silêncio’, de Conceição Evaristo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Sep 2025 10:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Pavilh&#227;o Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera, abriu no &#250;ltimo s&#225;bado (6) para a 36&#170; Bienal de S&#227;o Paulo, que ter&#225; dura&#231;&#227;o in&#233;dita de quatro meses, at&#233; 11 de janeiro de 2026, com entrada gratuita. A edi&#231;&#227;o &#8220;Nem todo viandante anda estradas &#8211; Da humanidade como pr&#225;tica&#8221;, inspirada no poema &#8220;Da calma e do sil&#234;ncio&#8221; [&#8230;]</p>
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<p>O <strong>Pavilhão Ciccillo Matarazzo</strong>, no Parque Ibirapuera, abriu no último sábado (6) para a<strong><a href="https://mundonegro.inf.br/camarones-bonaventura-soh-bejeng-ndikung-e-anunciado-curador-da-bienal-de-sao-paulo-em-2025/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> 36ª Bienal de São Paulo</a></strong>, que terá duração inédita de quatro meses, até 11 de janeiro de 2026, com entrada gratuita. A edição <strong>“Nem todo viandante anda estradas – Da humanidade como prática”</strong>, inspirada no poema<em> “Da calma e do silêncio” de Conceição Evaristo</em>, tem curadoria de camaronês <strong>Bonaventure Soh Bejeng Ndikung</strong> e reúne 120 artistas de diferentes partes do mundo, com debates, performances e encontros que exploram a humanidade, a memória e a relação do ser humano com a terra.</p>



<p>O projeto arquitetônico e expositivo é assinado por <strong>Gisele de Paula</strong> e <strong>Tiago Guimarães</strong>, que organizaram a Bienal em seis capítulos temáticos. Inspirados pela fluidez dos rios e pela imagem do estuário presente na proposta curatorial, os arquitetos criaram margens sinuosas que transformam a visita em um percurso sensorial, incentivando a pausa, a escuta e o encontro.</p>



<p>A exposição propõe refletir sobre o encontro de diferentes mundos, a errância como método e a humanidade como verbo, inspirando-se nos versos de Conceição Evaristo: <em>&#8220;Nem todo viandante / anda estradas, / há mundos submersos, / que só o silêncio / da poesia penetra.&#8221;</em></p>



<p>Entre as iniciativas inovadoras da Bienal está o projeto<strong> “Aparições”</strong>, desenvolvido em parceria com a plataforma WAVA, que utiliza realidade aumentada para exibir digitalmente obras brasileiras em pontos específicos ao redor do mundo. O público pode interagir com as criações por meio do aplicativo da iniciativa.</p>



<p>O programa <strong>“Invocações”</strong> trouxe encontros de poesia, música, performances e debates em Marrakech (Marrocos), Guadalupe (México), Zanzibar (Tanzânia) e Tóquio (Japão) antes de chegar a São Paulo. Além do Pavilhão, cinco artistas participam do programa<strong> “Afluentes”</strong>, ocupando a Casa do Povo, que inclui mostras de filmes com curadoria de <strong>Benjamin Seroussi</strong> e <strong>Daniel Blanga Gubbay</strong>.</p>



<p>Os artistas desta edição exploram linguagens diversas, incluindo vídeo, performance, pintura, som, escultura, escrita e experimentações coletivas, desafiando o público a refletir sobre a humanidade em suas múltiplas formas e caminhos. Obras que se transformam ao longo da exposição e materiais reaproveitados reforçam a ideia de temporalidade, memória e ciclos da vida.</p>



<p>Vindos de diferentes partes do mundo, os artistas desta edição exploram diferentes linguagens de arte, oferecendo ao público experiências sensoriais e reflexivas. A programação completa podem ser conferidos no site oficial da Bienal. <strong><a href="https://36.bienal.org.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui!</a></strong></p>
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		<title>Gisele de Paula faz história como primeira mulher negra à frente da expografia da Bienal de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 12:53:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
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		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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]]></description>
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<p>A arquiteta carioca <strong>Gisele de Paula</strong> foi anunciada como a responsável pelo projeto arquitetônico e expositivo da 36ª Bienal de São Paulo, que acontece entre os dias 6 de setembro a 11 de janeiro de 2026, no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, marcando um feito inédito na história do evento: ela é a primeira mulher negra a assinar a expografia da mostra, após 36 edições da maior exposição de arte contemporânea da América Latina.</p>



<p>Radicada recentemente em São Paulo, Gisele desenvolverá o projeto em parceria com <strong>Tiago Guimarães</strong>, propondo uma reflexão sobre humanidade, natureza e escuta. A proposta busca reposicionar vozes historicamente silenciadas no circuito das artes. “Guiado pelas embocaduras, zonas de encontro entre águas e mundos, o projeto evoca os saberes ribeirinhos, quilombolas e indígenas, propondo múltiplas formas de navegar no espaço expositivo”, explicou a arquiteta.</p>



<p>Sua participação na Bienal é destacada como um marco simbólico e político, celebrando a arquitetura pensada por uma mulher negra, brasileira e comprometida com práticas ancestrais e narrativas coletivas. “Como o próprio rio, a expografia flui, fabula e se transforma. Ao invés de impor, conduz e transborda”, afirmou Gisele. No início de 2025, o camaronês, radicado em Berlim, na Alemanha, <strong>Bonaventure Soh Bejeng Ndikung</strong> foi anunciado como curador geral da 36ª Bienal de São Paulo.</p>



<p>A mostra tem entrada gratuita e reunirá cerca de 120 participantes e é organizada pela Fundação Bienal de São Paulo.</p>
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		<title>35ª Bienal de São Paulo &#8211; “coreografias do impossível” apresenta obras ancestrais e diaspóricas com 80% negros e indígenas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Sep 2023 12:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (06), come&#231;a a 35&#170; edi&#231;&#227;o da Bienal de S&#227;o Paulo, considerada uma das maiores da arte contempor&#226;nea. Com o tema &#8220;coreografias do imposs&#237;vel&#8221;, a edi&#231;&#227;o apresenta obras ancestrais e diasp&#243;ricas, com uma curadoria representativa com tr&#234;s negros e 80% dos artistas negros, ind&#237;genas e n&#227;o-brancos do Brasil e do Mundo. A Bienal acontece [&#8230;]</p>
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<p>Nesta quarta-feira (06), começa a 35ª edição da Bienal de São Paulo, considerada uma das maiores da arte contemporânea. Com o tema “coreografias do impossível”, a edição apresenta obras ancestrais e diaspóricas, com uma curadoria representativa com três negros e 80% dos artistas negros, indígenas e não-brancos do Brasil e do Mundo. A Bienal acontece até o final do ano no Pavilhão Ciccillo Matarazzo, no Parque Ibirapuera.</p>



<p>Durante três meses a Bienal vai trazer os olhares do mundo da arte para São Paulo. A Bienal é considerada a segunda mais antiga do mundo e um dos maiores eventos de arte contemporânea do hemisfério Sul e das Américas. São 121 participantes, com mais de mil obras de artes em diferentes linguagens, como foto, pintura, esculturas, expostas no Parque Ibirapuera.&nbsp;</p>



<p><strong>Diane Lime</strong>, <strong>Hélio Menezes</strong> e <strong>Grada Quilomba</strong>, são responsáveis pela curadoria e compõem o quarteto de curadores junto com Manuel Borja-Villel. &#8220;Nosso objetivo foi criar uma edição sem categorias ou estruturas limitadoras. Essa visão nasceu em nossa equipe curatorial, onde abraçamos um sistema descentralizado, afastando-nos das normas tradicionais. Escolhemos conscientemente não ter um curador-chefe, buscando dissolver estruturas hierárquicas. Nossa lista abrange um amplo espectro de formas artísticas e vozes de vários territórios ao redor do mundo”, explica a curadoria.</p>



<p>Segundo a organização, 80% dos artistas são de origem africana e indígena do Brasil e do Mundo. Entre os diversos artistas e artistas, <strong>Aline Motta</strong>, <strong>Tadáskía</strong> e <strong>Ibrahim Mahama</strong> são alguns destaques da Bienal. A lista completa dos participantes podem ser conferida no <a href="https://35.bienal.org.br/participantes/">site</a> oficial.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/vcNShJ2wrlTLzkwAbXYnu_4pQl6X7PcIOcmkegf5HGw3LvOoPjWWLF78fNZpCRl7dMwFx-5DVN0RYQJ3XxNHsz7kpJBkPWvirATAN2M2XxZfFVDpgyx1Sd4Hib7tgy58BFwCCmCrUBqGOC5fTGqnMJc" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption">Aline Motta &#8211; (Outros) Fundamentos</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://lh5.googleusercontent.com/uMv0_YOYj8aOGRuUwf1Yr9RNrp28sqQzWuOrRZ7EZYZJ0EGmJHvtoMezX9OPoORwmDFXTNe5MahdlDWm9gWH4IwQI3TlFwIF4okl8O2iejtx-_oJHD3xDICUWI-m-y2CXkQ3aBbw1fwNnNesY2TozqI" alt=""/><figcaption class="wp-element-caption">Tadáskía</figcaption></figure>



<p>A 35ª Bienal de São Paulo acontece do dia 6 de setembro até o dia 3 de dezembro e fica aberta de terça a domingo, das 10 às 19h (com horário estendido até às 21h de quinta e sábado). A entrada é gratuita. Mais informações no <a href="https://35.bienal.org.br/">site</a> da Bienal.</p>
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