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	<title>Arquivos bell hooks - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Crítica na Folha de S. Paulo acusa bell hooks de homofobia por autora questionar padrão eurocêntrico em performances drag</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 16:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de S. Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[homofobia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jornal Folha de S. Paulo publicou nesta semana um artigo da jornalista Tha&#237;s Regina em que a intelectual e escritora negra bell hooks &#233; acusada de homofobia em trechos de seu livro &#8220;Partindo o P&#227;o &#8211; Vida Intelectual Negra Insurgente&#8221;, publicado originalmente em 1992, escrito em di&#225;logo com o fil&#243;sofo Cornel West. A mat&#233;ria [&#8230;]</p>
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<p>O jornal <strong>Folha de S. Paulo</strong> publicou nesta semana um artigo da jornalista <strong>Thaís Regina</strong> em que a intelectual e escritora negra<strong> bell hooks</strong> é acusada de homofobia em trechos de seu livro &#8220;Partindo o Pão – Vida Intelectual Negra Insurgente&#8221;, publicado originalmente em 1992, escrito em diálogo com o filósofo <strong>Cornel West</strong>.</p>



<p>A matéria critica posicionamentos de hooks sobre a sexualidade de Malcolm X, retratada no livro biográfico &#8220;<em>Malcolm X: Uma Vida de Reinvenções&#8221;</em> escrito por<strong> Manning Marable</strong>, que sugere que <strong>Malcolm X</strong> teve relações com homens. Além disso, o artigo também faz críticas à sua análise do documentário &#8220;Paris is Burning&#8221; (1990), que retrata a cultura drag ballroom em Nova York e afirma que <em>drag queens </em>negras estariam &#8220;venerando o trono da brancura&#8221;.</p>



<p>O trecho escrito por <strong>bell hooks</strong> não se parece com uma crítica à comunidade LGBTQIAPN+, mas a padrões eurocêntricos adotados por <em>drag queens</em> ao performar feminilidade: &#8220;Porque, de muitas formas, o filme era um documentário gráfico e retrato da maneira como os negros colonizados (neste caso, irmãos negros gays, alguns dos quais eram drag queens) veneram o trono da brancura, mesmo quando essa adoração exige que vivamos em eterno ódio a nós mesmos, roubemos, mintamos, passemos fome e até morramos em sua busca. O &#8216;nós&#8217; evocado aqui somos todos nós, negros/pessoas de cor, que somos bombardeados diariamente por uma brancura colonizadora poderosa que nos seduz a abandonar a nós mesmos, que nega que haja beleza em qualquer forma de negritude que não seja imitação da brancura&#8221;.</p>



<p>Além disso, a obra <em>&#8220;Partindo o Pão&#8221;</em> continua sendo uma referência nos estudos sobre pensamento negro.</p>
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		<title>Obras de autores negros para celebrar o Dia Internacional do Livro Infantil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/obras-de-autores-negros-para-celebrar-o-dia-internacional-do-livro-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 17:58:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Bárbara Carine]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[Dia Internacional do Livro Infantil]]></category>
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		<category><![CDATA[literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[livro infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Maíra Azevedo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste Dia Internacional do Livro Infantil, comemorado em 2 de abril, o Mundo Negro selecionou uma lista de obras escritas por autores negros que contribuem para a forma&#231;&#227;o social e cultura de pequenos leitores, com uma literatura mais diversa e representativa.&#160; A literatura infantil desempenha um papel fundamental na constru&#231;&#227;o da identidade e da autoestima [&#8230;]</p>
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<p>Neste<strong> </strong><a href="https://mundonegro.inf.br/novo-livro-de-midia-noelle-ensina-como-a-comunicacao-pode-ser-uma-ferramenta-poderosa-no-enfrentamento-ao-racismo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Dia Internacional do Livro Infantil</strong>,</a> comemorado em 2 de abril, o<strong> Mundo Negro</strong> selecionou uma lista de obras escritas por autores negros que contribuem para a formação social e cultura de pequenos leitores, com uma literatura mais diversa e representativa. </p>



<p>A literatura infantil desempenha um papel fundamental na construção da identidade e da autoestima das crianças. Ao se verem refletidas em histórias, elas se sentem pertencentes e valorizadas, entendendo que suas vivências, traços e cultura são igualmente importantes.&nbsp;</p>



<p><strong>Veja a lista completa abaixo:</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O menino e sua árvore</strong></h2>



<p>O livro de Rodrigo França narra a encantadora jornada de Sol, um menino feliz cuja bisavó é uma árvore centenária. A obra explora a importância de fortalecer as raízes afetivas para um crescimento saudável, a sabedoria dos mais velhos, o acolhimento da família e o amor que fomenta a conexão com as origens.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="709" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image.png" alt="" class="wp-image-89124" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image.png 709w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-213x300.png 213w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-106x150.png 106w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-298x420.png 298w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-150x212.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-300x423.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-696x982.png 696w" sizes="(max-width: 709px) 100vw, 709px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A menina que não sabia que era bonita</strong></h2>



<p>Lançado no início deste ano, o primeiro livro infantil da Tia Má convida as leitoras a uma jornada de autodescoberta e valorização da própria beleza, especialmente direcionada a meninas negras. A obra é inspirada nos desafios enfrentados pela própria autora para desenvolver sua autoestima desde cedo.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="480" height="644" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-89125" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1.png 480w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-224x300.png 224w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-112x150.png 112w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-313x420.png 313w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-150x201.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-1-300x403.png 300w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sinto o que sinto: um passeio pelos sentimentos&nbsp;</strong></h2>



<p>O novo livro infantil do Lázaro Ramos, em parceria com o Mundo Bita, aborda de forma lúdica a importância de identificar e lidar com as emoções desde a infância. A história acompanha Dan, um menino negro que, ao viver situações do cotidiano, descobre que é possível sentir uma série de emoções – como raiva, alegria, orgulho e tristeza – e que aprender a reconhecê-las é essencial para lidar com elas de maneira saudável.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="802" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2.png" alt="" class="wp-image-89126" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2.png 802w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-241x300.png 241w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-120x150.png 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-768x958.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-337x420.png 337w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-150x187.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-300x374.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-2-696x868.png 696w" sizes="(max-width: 802px) 100vw, 802px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Meu crespo é de rainha</strong></h2>



<p>O clássico publicado pela renomada escritora bell hooks em 1999, apresenta diferentes penteados e cortes de cabelo crespo às meninas negras para valorização e autoestima do cabelo natural, em forma de poesia.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="879" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-879x1024.png" alt="" class="wp-image-89127" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-879x1024.png 879w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-257x300.png 257w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-129x150.png 129w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-768x895.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-1318x1536.png 1318w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-1757x2048.png 1757w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-360x420.png 360w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-150x175.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-300x350.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-696x811.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-1068x1245.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-3-1920x2238.png 1920w" sizes="(max-width: 879px) 100vw, 879px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Chupim</strong></h2>



<p>No primeiro livro infantil do premiado Itamar Vieira Jr., ele convida as crianças a conhecer o campo, por intermédio do menino Julim, que é enviado pelo pai para espantar o Chupim, passarinho considerado uma praga por comer as plantações.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="750" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4.png" alt="" class="wp-image-89128" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4.png 1000w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-300x225.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-150x113.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-768x576.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-560x420.png 560w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-80x60.png 80w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-696x522.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-4-265x198.png 265w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Azizi, o presente precioso</strong></h2>



<p>Inspirado em casos reais e de muito afeto, a obra escrita por Lucimar Rosa Dias aborda o racismo estrutural brasileiro e fala sobre a possibilidade de pessoas de diferentes raças se tornarem uma família. A história narra a jornada de Azizi, um menino negro adotado por uma família branca, que encontra nas diferenças da cor a unidade da vida, do abraço e do amor.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="724" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5.png" alt="" class="wp-image-89129" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5.png 1000w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-300x217.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-150x109.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-768x556.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-580x420.png 580w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-696x504.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-5-324x235.png 324w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Kakopi, kakopi! Brincando e jogando com as crianças de vinte países africanos</strong></h2>



<p>O livro escrito pelo moçambicano Rogério Andrade Barbosa é uma continuação de &#8220;Ndule Ndule – Assim brincam as crianças africanas&#8221; e foi criado a partir do mapa do continente africanos e dessa maneira, as crianças têm conhecimento quais são as brincadeiras mais comuns em cada país. Gadidé, Surumba-Surumba, Chakyti-Cha, Corrida de Três, Osani, A Serpente e Nngapi são algumas das brincadeiras presentes na obra. Entender e descobrir o que elas são e como se brinca, faz parte da brincadeira do livro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="738" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6.png" alt="" class="wp-image-89130" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6.png 738w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-221x300.png 221w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-111x150.png 111w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-310x420.png 310w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-150x203.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-300x407.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-6-696x943.png 696w" sizes="(max-width: 738px) 100vw, 738px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>História pretinha das coisas: as descobertas de Ori</strong></h2>



<p>Para transformar trazer referências afrocentradas para crianças negras, a professora Bárbara Carine Soares Pinheiro escreveu este livro que apresenta uma narrativa fictícia que se passa nos dias atuais. Localizada entre a cidade de Salvador, na Bahia, e a cidade histórica de Meroé, no Sudão, a história remonta a invenções e personalidades reais históricas africanas e afrodiaspóricas. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="828" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-828x1024.png" alt="" class="wp-image-89131" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-828x1024.png 828w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-243x300.png 243w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-121x150.png 121w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-768x949.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-340x420.png 340w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-150x185.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-300x371.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-324x400.png 324w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7-696x860.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-7.png 1000w" sizes="(max-width: 828px) 100vw, 828px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Meu nome é Maalum</strong></h2>



<p>Maalum é uma menina negra brasileira que nasce e cresce em um lar rodeado de amor e de referências afrocentradas. Logo que a menina sai do seio de sua casa, ela se depara com os desafios impostos pelos discursos e práticas de uma sociedade racista: O negro é visto como diferente e fora do &#8220;padrão&#8221;. Por meio desta personagem os autores Magna Domingues e Eduardo Lurnel apresentam histórias da cultura africana que fazem parte da construção da identidade do povo brasileiro.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="968" height="1000" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8.png" alt="" class="wp-image-89132" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8.png 968w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-290x300.png 290w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-145x150.png 145w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-768x793.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-407x420.png 407w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-150x155.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-300x310.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/04/image-8-696x719.png 696w" sizes="(max-width: 968px) 100vw, 968px" /></figure>
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		<title>Tudo sobre amor: bell hooks e o amor como ação e responsabilidade</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/tudo-sobre-amor-bell-hooks-e-o-amor-como-acao-e-responsabilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Débora Simões]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jun 2023 12:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos namorados]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser&#225; que &#233; preciso aprender a amar? Fomos n&#243;s, sujeitos negros, exclu&#237;dos da &#8220;d&#225;diva&#8221; do amor? Sabemos o que &#233; o amor? Somos capazes de (re)conhecer o amor? Para responder a estas e outras quest&#245;es, tive que voltar &#224;s minhas &#8220;escrituras sagradas&#8221; (e talvez de in&#250;meras feministas negras), o livro: Tudo sobre o amor de [&#8230;]</p>
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<p>Será que é preciso aprender a amar? Fomos nós, sujeitos negros, excluídos da “dádiva” do amor? Sabemos o que é o amor? Somos capazes de (re)conhecer o amor? Para responder a estas e outras questões, tive que voltar às minhas “escrituras sagradas” (e talvez de inúmeras feministas negras), o livro: <em>Tudo sobre o amor </em>de bell hooks. Dos mais de trinta livros da bell hooks, escolhi aquele em que a autora responde uma pergunta valiosa: Afinal, o que é o amor?&nbsp;</p>



<p>Com a chegada dos Dia dos Namorados torna-se quase que automático pensar sobre as afetividades e o amor. Faremos isso aqui também, junto com bell hooks. No primeiro livro da Trilogia do Amor a autora negra estadunidense trata do amor nas diferentes relações: familiares, religiosas, românticas e de amizade. Sobre a geração que vê problema em <em>ser emocionada ou emocionado</em>, ela fala que eles são cínicos em relação ao amor e isso não passa de uma fachada para um coração decepcionado e traído. É preciso ter coragem para amar e ser amada.&nbsp;</p>



<p>Mas vamos voltar para a pergunta central: o que é amor? Para bell hooks o amor é uma ação, apesar de ser um substantivo, ele deve ser compreendido como verbo. Vimos filmes de comédia romântica, escutamos músicas, lemos&nbsp; romances em que o amor é uma sensação e não uma escolha, uma decisão. Aprendemos e por vezes ensinamos que o amor é ponto final, é o fim de uma corrida, quantas novelas terminam com casamentos?&nbsp; O amor não é um sentimento que está pairando no ar e de repente você o encontra. Uma troca de olhares, um <em>click </em>e o amor surge. Isso não é amor.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>O amor é, como nos mostra bell hooks, “a vontade de se empenhar ao máximo para promover o próprio crescimento espiritual ou o de outra pessoa”. O espiritual aqui como a “dimensão de nossa realidade mais íntima em que a mente, o corpo e o espírito são um só”. Dito de outro modo, o amor é a disposição de investir no fortalecimento da&nbsp; força vital de alguém e da sua. A&nbsp; força vital quando nutrida, expande nossa capacidade de sermos plenamente realizados (ou, por que não, felizes) e capazes de nos relacionarmos em união com o mundo ao nosso redor.&nbsp;</p>



<p>O amor como ação pressupõe responsabilidade, comprometimento, sinceridade e comunicação. Como bell hooks alertou, as ações moldam os sentimentos e se estamos amando devemos expressar cuidado, afeição, responsabilidade, respeito e confiança. O autoconhecimento e o autoamor são essenciais para nutrir um relacionamento com outra pessoa. Parece clichê (e talvez seja), mas também é verdadeiramente valiosa a ideia de que se aprendermos a nos cuidar, nos amar, nos conhecer, podemos cultivar um namoro saudável. Compartilhar afeto, cuidado, desejo é trilhar o caminho do amor.&nbsp;</p>



<p>Quando reflito sobre esse dia dos namorados, um pensamento me preenche. Uma ideia dita por um babalorixá a um dos seus filhos de santo. “Nós negros temos a obrigação ancestral de sermos felizes”. E onde há amor a felicidade habita.&nbsp;</p>
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		<title>Dia Nacional do Livro Infantil: 6 livros para presentear crianças negras</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dia-nacional-do-livro-infantil-6-livros-para-presentear-criancas-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 17:51:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[andressa reis]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[emicida]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[lázaro ramos]]></category>
		<category><![CDATA[rodrigo frança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, 18 de abril, &#233; o Dia Nacional do Livro Infantil. Para comemorar esse dia, selecionamos 6 livros escritos por autores negros para ler e presentear as crian&#231;as negras. Os livros com representatividades negras e hist&#243;rias sobre a cultura do povo negro na di&#225;spora ou no continente africano, fortalecem a autoestima das crian&#231;as e ajudam [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Hoje, 18 de abril, é o <strong>Dia Nacional do Livro Infantil</strong>. Para comemorar esse dia, selecionamos 6 livros escritos por autores negros para ler e presentear as crianças negras. </p>



<p>Os livros com representatividades negras e histórias sobre a cultura do povo negro na diáspora ou no continente africano, fortalecem a autoestima das crianças e ajudam no combate ao racismo. Confira a lista: </p>



<p><strong>1 &#8211; E Foi Assim Que Eu E A Escuridão Ficamos Amigas</strong></p>



<p>O segundo livro escrito pelo rapper <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/rock-in-rio-2022-racionais-emicida-e-iza-estarao-no-grande-festival/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Emicida</a></strong>, fala em versos, sobre como é precisa coragem e determinação para superar o medo que por vezes podem nos paralisar. Uma menina tem medo da Escuridão. Quando chega a noite, vem a preocupação e a ansiedade: afinal, o que o escuro pode esconder? O que ela nem imagina é que, do outro lado, a Escuridão também é uma menina — cujo maior medo é a claridade, e todo tipo de coisa que se revela quando nasce o sol.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-style-default"><img loading="lazy" decoding="async" width="650" height="650" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/e-foi-assim-que-eu-e-a-escuridao-ficamos-amigas.jpg" alt="" class="wp-image-47160" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/e-foi-assim-que-eu-e-a-escuridao-ficamos-amigas.jpg 650w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/e-foi-assim-que-eu-e-a-escuridao-ficamos-amigas-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/e-foi-assim-que-eu-e-a-escuridao-ficamos-amigas-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/e-foi-assim-que-eu-e-a-escuridao-ficamos-amigas-420x420.jpg 420w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /></figure>



<p><strong>2 &#8211; Sulwe</strong></p>



<p>A obra escrita pela atriz <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/lupita-nyongo-diz-que-pantera-negra-2-honrara-chadwick-boseman/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lupita Nyong’o</a></strong>, conta a história da pequena Sulwe, uma criança queniana que nasceu &#8220;da cor da meia-noite&#8221; e que só deseja ser bonita e brilhante, mas tudo muda quando ela recebe a visita de uma estrela cadente, enviada pela Noite. O livro reflete a importância da aceitação e da autoestima de uma criança negra e ganhará uma animação musical produzida pela <strong>Netflix</strong>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="811" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-811x1024.jpg" alt="" class="wp-image-47152" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-811x1024.jpg 811w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-238x300.jpg 238w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-119x150.jpg 119w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-768x969.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-1217x1536.jpg 1217w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-150x189.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-300x379.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-696x878.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-1068x1348.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe-333x420.jpg 333w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sulwe.jpg 1240w" sizes="(max-width: 811px) 100vw, 811px" /></figure>



<p><strong>3 &#8211; O pequeno príncipe preto</strong></p>



<p>O Pequeno Príncipe Preto vive em um minúsculo planeta com a sua única companheira, a árvore Baobá; Quando chegam as ventanias, o menino viaja por diferentes planetas, espalhando o amor e a empatia. O ator e escritor <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/rodrigo-franca-assina-linha-de-roupas-e-acessorios-da-marca-negrei/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Rodrigo França</a></strong>, se inspirou no clássico &#8216;Pequeno Princípe&#8217;, para ressignificar a história com uma criança negra como protagonista. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-47153" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-768x1024.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-225x300.jpg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-1152x1536.jpg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-1536x2048.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-150x200.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-300x400.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-696x928.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-1068x1424.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto-315x420.jpg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/o-pequeno-principe-preto.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p><strong>4 &#8211; Da cor que eu sou </strong></p>



<p>Primeiro livro lançado pela influenciadora digital <strong>Andressa Reis</strong>, conta a história da criança Maria. Ela sempre soube que as pessoas existem no mundo em diversos tamanhos, formas e cores. Por isso estranhou quando sua melhor amiga, Júlia, lhe presenteou com um desenho um tanto quanto estranho. A obra entra no universo da diversidade e destaca a beleza que existe nas nossas diferenças. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="499" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/da-cor-que-eu-sou.jpg" alt="" class="wp-image-47154" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/da-cor-que-eu-sou.jpg 500w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/da-cor-que-eu-sou-300x299.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/da-cor-que-eu-sou-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/da-cor-que-eu-sou-421x420.jpg 421w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<p><strong>5 &#8211; Sinto o que sinto – e a incrível história de Asta e Jaser</strong></p>



<p>Esse livro é perfeito para as crianças fãs do Mundo Bita, já que o protagonista do livro é o Dan, também personagem do desenho infantil. Na história, ele precisa aprender a lidar com a diversidade de sentimetnos e se conecta com a jornada dos seus antepassados Asta e Jaser. O livro foi escrito pelo ator e diretor <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/fiquei-morto-de-ciumes-lazaro-ramos-revela-que-foi-dificil-dirigir-cenas-romanticas-de-tais-araujo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lázaro Ramos</a></strong>. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-47155" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto-1024x1024.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto-696x696.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto-1068x1068.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto-420x420.jpg 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/sinta-o-que-eu-sinto.jpg 1360w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p><strong>6 &#8211; Meu crespo é de rainha </strong></p>



<p>Esse clássico publicado pela escritora <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/bell-hooks-e-homenageada-pela-turma-da-monica/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">bell hooks</a></strong> em 1999, apresenta diferentes penteados e cortes de cabelo crespo às meninas negras para valorização e autoestima do cabelo natural, em forma de poesia. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="879" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-879x1024.jpg" alt="" class="wp-image-47156" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-879x1024.jpg 879w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-257x300.jpg 257w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-129x150.jpg 129w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-768x895.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-1318x1536.jpg 1318w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-1757x2048.jpg 1757w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-150x175.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-300x350.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-696x811.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-1068x1245.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-1920x2238.jpg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/meu-crespo-e-de-rainha-360x420.jpg 360w" sizes="(max-width: 879px) 100vw, 879px" /></figure>
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		<title>A busca pelo afeto em tempos de relações rasas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/a-busca-pelo-afeto-em-tempos-de-relacoes-rasas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Camilla Prado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 14:14:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[afroafeto]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[camilla prado]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[sobonfu some]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este texto é uma travessia, um caminhar através de reflexões, perguntas, compartilhamento de pensamentos e ressignificação das relações. Além do impacto emocional-social causado pela pandemia, vivemos em tempos desafiadores para relacionar-se, onde as relações se tornaram rasas, líquidas. É muito mais fácil - e rápido - “trocar as pessoas" do que "trocar uma ideia”.<br />
Os ensinamentos africanos são muitos e nos atravessam, se permitirmos e nos abrirmos. Nos colocarmos receptivos para o afeto.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Este texto é uma travessia, um caminhar através de reflexões, perguntas, compartilhamentos de pensamentos e ressignificação das relações.&nbsp;</em></p>



<p>Em rodas de conversas com diferentes amigos tenho observado que as mesmas questões, as mesmas dores atravessam as pessoas: a solitude que se transforma em solidão e a busca constante por afeto. Não falo exclusivamente de relações afetivas, falo de todos os tipos de relações.&nbsp;</p>



<p>Estamos caminhando para três anos de isolamento social, muitas pessoas continuam trabalhando no formato de <em>home office</em> e toda troca se dá apenas através de uma tela. Não tem abraço, toque, muitos não conhecem como é a risada da outra pessoa, a sua altura e nem o cheiro. Perdemos a humanização do outro. Ainda não mensuramos o tamanho do impacto social e comportamental que a pandemia nos afetou, mas sentimos que não somos mais o mesmo quando saímos de casa e encontramos as pessoas. Parece que existe um certo deslocamento, uma sensação de não sei se abraço ou se fico com as mãos no bolso pra evitar que ultrapasse o limite do toque, os sons que se misturam entre conversas, música e trânsito.</p>



<p>Você já percebeu como tivemos muitas mudanças internas e nossas relações com as pessoas também estão afetadas?&nbsp;</p>



<p>Além do impacto emocional-social causado pela pandemia, vivemos em tempos desafiadores para relacionar-se, onde as relações se tornaram rasas e líquidas. É muito mais fácil &#8211; e rápido &#8211; “trocar as pessoas&#8221; do que &#8220;trocar uma ideia”, afinal, pra conversar, precisa de tempo, disposição e, algumas vezes, paciência. Pois, o que forma as pessoas são seus ideais, suas histórias e experiências, suas visão de mundo diferente e por isso se chama <em>troca</em>. Entre os meus (e comigo), percebo um cansaço e uma frustração de se abrir para estes momentos e simplesmente não acontecer porque a outra pessoa não está disposta, não está na condição de se abrir, de mostrar suas vulnerabilidades, de se doar para conhecer a si e ao outro. Percebo que para muitas pessoas o período de isolamento, principalmente no início, foi um momento de mergulho interior, de autodescoberta e por isso, aconteceram mudanças significativas em busca de uma melhor versão de si mesmo. Alguns casais se formaram, outros terminaram. Muitos sentimentos sendo ressignificados, curados e finalizados. Abrindo assim o caminho para o “deixar ir” e “deixar vir”.&nbsp;</p>



<p>E, se você chegou até aqui, tenho que te dizer que o desenrolar dessas linhas será sobre o que mais tem me atravessado nos últimos tempos ressignificar as relações a partir de novas perspectivas sobre o amor e o afeto.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="825" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-1024x825.jpeg" alt="" class="wp-image-46221" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-1024x825.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-300x242.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-150x121.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-768x618.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-1536x1237.jpeg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-2048x1649.jpeg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-696x560.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-1068x860.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-1920x1546.jpeg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/afeto_og-cruz-522x420.jpeg 522w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption>Og Cruz</figcaption></figure>



<p>Tudo parte de duas leituras que me fizeram renascer, senti meu mundo se abrir para outras visões e passei a interpretar tudo de uma outra forma. Percebi que as minhas relações foram construídas não sob o ponto de vista de África e sim do ocidente. E isso faz toda diferença. Vamos conversar sobre Sobonfu Somé e bell hooks?&nbsp;</p>



<p>Tudo começou com “Um defeito de Cor, que é turbilhão de emoções. A partir dele, comecei a me debruçar em livros de filosofia africana e cheguei em ”O Espírito da Intimidade” de Sobonfu Somé mais de uma vez. Me atravessou tanto que tive que resgatar e ler de novo. Pra começar, Sobonfu descreve a intimidade como “uma canção do espírito, que convida duas pessoas a compartilharem seu espírito. É uma canção que ninguém consegue resistir… Quer admitimos ou não, existe uma dimensão espiritual em todos os relacionamentos independentemente de sua origem”. Em que momento buscamos, pensamos ou temos conosco isso em nossas relações? Esquecemos (ou muitas vezes nem aprendemos) os costumes e a filosofia africana, de nossos ancestrais. Entramos no automático, deixamos de valorizar as pessoas que passam a fazer parte de nossa travessia porque simplesmente não paramos pra pensar que essas pessoas não apareceram por acaso, que os encontros acontecem em conexão com o espírito. É algo muito maior, mas estamos preocupados e apressados demais, deixamos de vivenciar os momentos e nem sabemos o sentido dessa pressa toda.&nbsp;</p>



<p>A intimidade está num lugar que é acompanhado de outros ingredientes raros &#8211; vulnerabilidade, confiança, entrega e o principal, deixar de ter qualquer expectativa ou projeção sobre perfeição, seja sobre si próprio ou sobre o outro. Para acessar esse lugar, você precisa abrir mão daqueles estereótipos formados em sua cabeça e enxergar quem está ali na sua frente, verdadeiramente. Você está pronto pra isso? Pra deixar de lado as princesas e príncipes da Disney? O processo de aceitação começa por você, por aceitar seu corpo, suas marcas, suas experiências, acolher suas dores, seus tramas e suas sombras, assim como encontrar e admirar suas riquezas, sua fortaleza. Quando conseguir se olhar na intimidade sem se julgar, vai conseguir olhar pra outra pessoa com todo carinho e afeto que ela também merece.</p>



<p>Já com bell hooks, em “tudo sobre o amor &#8211; novas perspectivas”, somos provocados a refletir sobre qual é o significado do amor. Toda vida o amor foi visto por mim como um sentimento, não sei se eu posso dizer (assim como muitas pessoas pretas) que me senti sempre amada. Posso ter me sentido cuidada, mas amada não necessariamente. bell traz reflexões sobre a origem do amor&nbsp; mesmo a partir das relações com nossas famílias, ou como a sociedade fala e deseja o amor mas não sabe defini-lo. Gosto quando ela aponta que o amor como uma ação, a partir do trabalho de Erich Fromm que define amor como &#8220;a vontade de se empenhar ao máximo para promover o próprio crescimento espiritual ou de outra pessoa […] O amor é o que o amor faz. Amar é um ato de vontade […] A vontade também implica escolha. Nós não temos que amar. Escolhemos amar”. E aqui também aprendi alguns ingredientes raros para essa construção: afeição, carinho, reconhecimento, respeito, confiança, honestidade e comunicação aberta.</p>



<p>Os ensinamentos africanos são muitos e nos atravessam, se permitirmos e nos abrirmos.&nbsp;</p>



<p>Mas alerto para momentos de reflexão, de revisão da vida e da forma como somos e nos colocamos no mundo. Pois, depois de acessar esses ensinamentos, mudanças podem acontecer no seu interior e quando você buscar trocas, pode sentir um vazio porque as pessoas tem medo de usar esses ingredientes todos e assim chega a frustração, o cansaço de tentar se relacionar com base na troca de afeto, de cuidado, de carinho e conexão.&nbsp;</p>



<p>Tenho acreditado cada vez mais que o amor cura.&nbsp;E que o amor preto é revolucionário, um ato político.&nbsp;</p>



<p>Mas também enxergo as relações como uma responsabilidade que demanda tempo, dedicação, paciência e disposição, com altas doses de coragem.&nbsp;</p>



<p>Mas se você se sentir atravessado por esses ingredientes e estar disposto, tente acreditar que vai acontecer essa troca, confia no cochicho que chega nos seus ouvidos, são seus ancestrais te preparando para o que vai chegar, se renda às transformações.&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>bell hooks é homenageada pela Turma da Mônica</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/bell-hooks-e-homenageada-pela-turma-da-monica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kauan Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Mar 2022 15:53:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[Milena turma da mônica]]></category>
		<category><![CDATA[turma da monica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com tra&#231;os inspirados na personagem Milena, a premiada intelectual e autora de mais de 40 livros, bell hooks entra para a lista de integrantes do projeto &#8221;Donas da Rua&#8221;, que j&#225; homenageou nomes como a bailarina Ingrid Silva, e a montanhista Aretha Duarte. O projeto criado em 2016 e liderado por M&#244;nica Souza, tem como [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Com traços inspirados na personagem Milena, a premiada intelectual e autora de mais de 40 livros, bell hooks entra para a lista de integrantes do projeto &#8221;Donas da Rua&#8221;, que já homenageou nomes como a bailarina Ingrid Silva, e a montanhista Aretha Duarte.</p>
<p>O projeto criado em 2016 e liderado por Mônica Souza, tem como objetivo inspirar por meio de exemplos, meninas e mulheres e buscarem espaço nas mais diversas areas, como arte, ciência, política, esporte, literatura, entre outras.</p>
<p>Gloria Jean Watkins, a bell hooks, é a mais nova homenageada da iniciativa. A Professora, artista e ativista que faleceu no último dia 15 de dezembro, completaria 70 anos de vida em setembro. Ela era formada em língua inglesa pela Universidade de Stanford, fez mestrado na Universidade de Wisconsin e doutorado na Universidade da Califórnia. Dentre os seus principais trabalhos podemos citar Olhares negros: raça e representação, Ensinando a transgredir: a educação como prática da liberdade, O feminismo é para todo mundo e ainda o infantil &#8221;Meu Crespo é de Rainha&#8221;.</p>
<p><figure id="attachment_45688" aria-describedby="caption-attachment-45688" style="width: 268px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-45688" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/ilustracao_bellhooks-1-268x300.png" alt="" width="268" height="300" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/ilustracao_bellhooks-1-268x300.png 268w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/ilustracao_bellhooks-1-134x150.png 134w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/ilustracao_bellhooks-1-150x168.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/ilustracao_bellhooks-1-300x336.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/ilustracao_bellhooks-1-375x420.png 375w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/ilustracao_bellhooks-1.png 446w" sizes="(max-width: 268px) 100vw, 268px" /><figcaption id="caption-attachment-45688" class="wp-caption-text">Ilustração de bell hooks no estilo Turma da Mônica</figcaption></figure></p>
<p>A escolha de alguém como hooks (seu nome se escreve em minúsculo, pois ela dizia que sua ideia e sua causa era mais importante do que ela em sí), é de extrema importância, quando consideramos que a mesma tinha uma preocupação e interesse gigante pela educação da população, especialmente da população negra. Acesse a página em sua homenagem <a href="https://turmadamonica.uol.com.br/donasdarua/ddr-da-historia.php">aqui</a>.</p>
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		<title>bell hooks, escritora e ativista negra, morre aos 69 anos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/bell-hooks-escritora-e-ativista-negra-morre-aos-69-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Dec 2021 17:22:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>bell hooks, aclamada autora, cr&#237;tica, feminista negra e intelectual p&#250;blica, morreu neste dia 15 de dezembro em sua casa, na cidade de Berea. Aos 69 anos, hooks lutava h&#225; um bom tempo contra uma doen&#231;a &#8211; ainda n&#227;o divulgada. Autora faleceu cercada de amigos e familiares, de acordo com a sobrinha, Ebony Motley. Gloria Jean [&#8230;]</p>
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<p></p>



<p><strong>bell hooks</strong>, aclamada autora, crítica, feminista negra e intelectual pública, morreu neste dia 15 de dezembro em sua casa, na cidade de Berea. Aos 69 anos, hooks lutava há um bom tempo contra uma doença &#8211; ainda não divulgada. Autora faleceu cercada de amigos e familiares, de acordo com a sobrinha, Ebony Motley.</p>



<p></p>



<p>Gloria Jean Watkins (nome de registro) nasceu em 25 de setembro de 1952 em Hopkinsville, Kentucky, Estados Unidos. Autora publicou mais de quarenta livros e numerosos artigos acadêmicos, apareceu em vários filmes e documentários, e participou de várias palestras públicas. Sua obra incidiu principalmente sobre a interseccionalidade de raça, capitalismo e gênero, e aquilo que conecta como a capacidade destes para produzir e perpetuar sistemas de opressão e dominação de classe. </p>



<p>O nome &#8220;bell hooks&#8221; foi inspirado na sua bisavó materna, Bell Blair Hooks. De acordo com a autora, a letra minúscula buscava dar enfoque ao conteúdo da sua escrita e não à sua pessoa. O seu objetivo não era ficar presa a uma identidade em particular mas estar em movimento permanente. </p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="650" height="433" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/bellhooks-.jpg" alt="" class="wp-image-42788" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/bellhooks-.jpg 650w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/bellhooks--300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/bellhooks--150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/12/bellhooks--630x420.jpg 630w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption>bell hooks, em 2019 / Associated Press</figcaption></figure>



<p>Filha de Veodis e Rosa Bell Watkins, a quarta de sete irmãos, bell hooks frequentou escolas segregadas no Condado de Christian, depois foi para a Universidade de Stanford na Califórnia, fez mestrado em inglês na Universidade de Wisconsin e doutorado em literatura na Universidade da Califórnia, em Santa Cruz. </p>



<p>Apesar de ter escrito o primeiro rascunho do clássico livro &#8216;<em>Não Serei Eu Mulher?</em>&#8216;&nbsp;aos 19 anos, obra só foi publicada em 1981 quando ela tinha 29. Livro chegou a ser classificado, pela <em>Publishers Weekly</em>, como um dos mais influentes do mundo.</p>



<p>Em 1991, bell hooks foi premiada com o &#8216;<em>The American Book Award</em>&#8216;, um das honrarias literárias de maior prestígio dos Estados Unidos, que reconhece &#8216;realizações literárias notáveis&#8217; no campo da escrita. </p>
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		<title>Quem é que tem coragem pra falar de Amor? reflexões sobre o amor no novo livro de Renato Noguera</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/quem-e-que-tem-coragem-pra-falar-de-amor-reflexoes-sobre-o-amor-no-novo-livro-de-renato-noguera/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Nov 2021 14:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ESPAÇO DO LEITOR]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[renato noguera]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rosemeri Maria da Concei&#231;&#227;o Os versos da m&#250;sica dos jovens poetas do Rio de Janeiro (2) ainda n&#227;o s&#227;o conhecidos pela maior parte da academia. Como seriam, se eles e elas representam justamente a sobreviv&#234;ncia do que h&#225; de mais puro, de mais org&#226;nico e tamb&#233;m mais sublime de nossos alunos: o amor. Aquele [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Rosemeri Maria da Conceição</em></p>



<p>Os versos da música dos jovens poetas do Rio de Janeiro (2) ainda não são conhecidos pela maior parte da academia. Como seriam, se eles e elas representam justamente a sobrevivência do que há de mais puro, de mais orgânico e também mais sublime de nossos alunos: o amor.</p>



<p>Aquele sentimento estranho que faz algumas professoras que conhecemos levantarem todos os dias para lecionarem em escolas distantes &#8211; algumas vezes alagadas, outras sem luz, outras sem material, ou ainda com paredes perfuradas por balas- para falar a poetas e poetisas.</p>



<p>Poesia Acústica nos lembra <strong>Cartola, Candeia, Jovelina.</strong> Talvez todos pensem que nos referimos ao teor musical, à melodia. Não. Aludimos à leveza, à falta de soberba, ao amor que cantam e com o qual cantam.</p>



<p>Quem é que tem coragem pra falar de amor é um verso que traduz as re-existências das aulas de português que muitas vezes, nas salas de aula, silenciam as rimas só ouvidas no corredor; ecoa as urgências de um mundo em convulsão, assolado pelas disputas entre os que querem chegar, que querem ser ouvidos, alimentados em sua fome de comida e de representatividade, de voz e de protagonismo. Traduz a delicadeza necessária que deverá sulear o embate.</p>



<p>Esta mesma guerra suave está presente no mais recente livro de <strong>Renato Noguera</strong>. Atuando como professor, pesquisador e escritor, ele exibe uma trajetória acadêmica que há muito peleja pela descolonização da história da filosofia, pensada e ensinada como ápice do pensamento racional ocidental. Constam em seu currículo livros, palestras e artigos fundamentais que decifram conhecimentos sobre a filosofia africana antiga, trazendo debates e interpretações de textos de teóricos como Ptah-Hotep e Amon-Em-Ope, ou ainda contribuições fundamentais sobre as obras de Deleuze, Foucault, sempre lidas e associadas a uma epistemologia que converge para a África, como princípio fundador ou como perspectiva de futuro. Neste trabalho ele retoma as discussões do Mestrado quando, guiado pelo pensamento de Freud e Schopenhauer, investigava a metafísica do amor sexual.</p>



<p>Por que amamos: o que os mitos e a filosofia têm a dizer sobre o amor (3) é um panorama estruturado em 11 capítulos uma Introdução e Conclusão, tudo muito direto, em linguagem acessível, mas nem por isto superficial. Há um Prefácio de extrema elegância da também filósofa Djamila Ribeiro, no qual ela insinua sua formação, descortina seu referencial teórico sobre o assunto, mas abre espaço maior para o convite à leitura do texto que se seguirá.</p>



<p>Seus capítulos guiam o leitor num conjunto de exemplos e reflexões não convencionais. São histórias e mitos de amor como de astros americanos dos anos 50, da França medieval, ou o amor como jornada das sociedades dagara do este africano, yorubá como de Yansã e Xango, indígenas como de Naia e a Lua, japonesas da moça que tece estrelas, e tantas outras que reunidas fornecem elementos para divagar sobre estas uniões, ao mesmo tempo que aguçam discussões extremamente políticas sobre este sentimento face à sociedade onde ele se desenvolve. Assim Poli amor, Amor platônico, Amor Poli conjugal, Quando Adão conheceu Eva, Vitória Régia são capítulos que abrem e fecham janelas infinitas.</p>



<p>Uma delas certamente, também trazida pelo guerreiro de alma suave, permite pensar o amor como sobrevivência, nos conduzindo às proposições da pensadora norte americana <strong>bell hooks</strong> (4 ). Para ela o poder curativo do amor e obviamente sua falta, impregnaram as sociedades afro-diaspóricas, deitaram raízes nas nossas relações sociais, pautaram as formas de amar entre homens e mulheres afro-descendentes. Mas esta é uma outra história, para a qual temos que ter ainda mais coragem!<br>Notas:</p>



<p><em>Rosemeri Conceição é Mestre em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), Doutoranda do Programa de Pós Graduação em Artes Visuais (PPGAV-UFRJ). Pesquisadora da Educação e Relações Étnico-raciais e representação de negros-as nas Artes. Integrou o Grupo de estudantes do Webinário MAC-USP sobre Curadorias Decolonais 2021, Coordenado pela artista Dra. Rosana Paulino. Faz parte do Grupo de Pesquisas NAPA-CNPq.</em></p>



<p>2 Poesia acústica 3 Capricorniana. Autores: Guilherme de Souza Reis,João Marcelo Cardoso Ramalho, Seaincler Araújo Alves de Souza e Tiago Garcia Alves.</p>



<p>3 Renato Noguera, Por que amamos: o que os mitos e a filosofia têm a dizer sobre o amor: Rio de Janeiro: HarperCollins Brasil, 2020.</p>



<p>4 bell hooks, Vivendo de amor. Disponível em Vivendo de Amor &#8211;&nbsp;<a href="http://www.olibat.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">http://www.olibat.com.br/</a>…/VivendodeAmorBellHoo…</p>
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		<title>Mulheres negras e afetividade: temos o direito de ser amadas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mulheres-negras-e-afetividade-temos-o-direito-de-ser-amadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Nov 2020 21:37:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[skincare]]></category>
		<category><![CDATA[solidão da mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Haillany Souza&#160; N&#227;o, voc&#234; n&#227;o est&#225; lendo errado. O t&#237;tulo desse texto n&#227;o &#233; uma pergunta, &#233; uma afirma&#231;&#227;o. N&#243;s, mulheres pretas, temos o direito de ser amadas sim. E j&#225; adianto que esse amor vai muito al&#233;m do rom&#226;ntico. Afeto n&#227;o &#233; algo que pessoas pretas est&#227;o acostumadas a receber, e nem a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Por Haillany Souza&nbsp;</em></p>



<p>Não, você não está lendo errado. O título desse texto não é uma pergunta, é uma afirmação. Nós, mulheres pretas, temos o direito de ser amadas sim. E já adianto que esse amor vai muito além do romântico. Afeto não é algo que pessoas pretas estão acostumadas a receber, e nem a demonstrar. Não demonstramos aquilo que não recebemos. É indiscutível o fato de que muitas de nós vivenciamos o amor tardiamente. E isso já começa quando não nos reconhecemos, quando ainda não nos admiramos. O processo de construção da autoestima da mulher preta é por vezes doloroso, mas libertador. Olhar para si, e enxergar beleza no que se vê, é um caminho sem volta e é por aqui que devemos iniciar.</p>



<p>Autocuidado não é só skincare. Num mundo onde a beleza padrão ainda é eurocêntrica, a mulher negra precisa exercitar diariamente a compaixão por ela mesma. Explorar o nosso eu interior, entender quais são as nossas necessidades, os nossos sentimentos, e fazer tudo isso sem culpa e sem censura é um autocuidado e uma forma de se (re)conhecer. Quando a mulher preta se enxerga dessa maneira, se amar e ser amada torna-se um processo mais leve, pois é vivenciando esse amor por si que finalmente percebe que sim, merecemos dar e receber amor.</p>



<p>Mas, é preciso trabalhar com os fatos: esse processo não é fácil e nem é rápido. No decorrer de toda essa descolonização a qual estamos lidando, tendemos à internalizar somente as dores. O que mais se ouve falar é sobre a solidão da mulher negra, do quanto não vivenciamos o amor, do quanto o afeto não é para nós. Quando se trata de afetividade e mulheres negras, a primeira coisa que é pautada é a nossa autodestruição. Sempre focam no quanto somos marcadas pela infelicidade de não sermos escolhidas e nem amadas. Mas isso tem que acabar, e já!</p>



<p>Mulheres negras merecem ser amadas. Mulheres negras podem escolher. Isso pode soar como mantra. Aliás, acho que pode até ser. Precisamos entender que “O amor cura” não é apenas uma frase clichê, pois aprender a amar é uma forma de achar a cura que precisamos. Reconhecer as nossas dores e encontrar no amor por si e por outrem, outras formas de curá-las. Em ‘Vivendo o Amor’, Bell Hooks contextualiza isso perfeitamente: “Quando nós, mulheres negras, experimentamos a força transformadora do amor em nossas vidas, assumimos atitudes capazes de alterar completamente as estruturas sociais existentes. Assim, poderemos acumular forças para enfrentar o genocídio que mata diariamente tantos homens, mulheres e crianças negras.&nbsp; Quando conhecemos o amor, quando amamos, é possível enxergar o passado com outros olhos; é possível transformar o presente e sonhar o futuro. Esse é o poder do amor. O amor cura”.</p>



<p>Circule esse amor. Ter uma rede de apoio preta onde possa exercitar o afeto, demonstrar sem amarras tudo o que sente, é uma ótima forma de viver essa cura que só o amor nos proporciona. Precisamos aprender não só a nos amar, mas também a amar outras mulheres pretas. Nós somos únicas e plurais. Somos atravessadas por nossas vivências. Nos reconhecemos umas nas outras. E aprendendo a amar a si mesma, e as outras mulheres pretas, você está mostrando ao mundo que sim, mulheres negras têm o direito de ser amadas.</p>



<p><em>Hailanny Souza é CMO da Agência e Produtora Freakout, Head de Conteúdo do Influência Negra, fotógrafa, escritora e criadora de conteúdo digital.</em></p>
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