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	<title>Arquivos Análogo à escravidão - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>MTE resgata trabalhador submetido a condições análogas à escravidão em granja que abastecia JBS em Minas Gerais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2025 09:29:25 +0000</pubDate>
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<p>Uma operação do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) resgatou em janeiro um trabalhador submetido a condições análogas à escravidão em uma granja no município de Nova Ponte, em Minas Gerais. O homem era responsável por cuidar de uma área com capacidade para 40 mil aves, e que fornecia para a Seara Alimentos, empresa do grupo JBS, líder nacional no setor de carnes. </p>



<p>De acordo com matéria publicada pelo <a href="https://reporterbrasil.org.br/2025/04/trabalhador-com-jornada-de-20h-diarias-e-resgatado-em-granja-fornecedora-da-jbs/">Repórter Brasil</a>, a denúncia partiu da Polícia Federal, que apurou que o trabalhador, em situação de vulnerabilidade após ser demitido de um emprego na área de reciclagem e enfrentar risco de despejo, foi recrutado pelo dono da granja, <strong>Vilson Aguiar Ribeiro</strong>. Segundo o MTE, ele foi explorado em troca de alimentação e moradia em um alojamento sem mobília, onde sequer havia cama.</p>



<p>O relatório da fiscalização, obtido pela <strong>Repórter Brasil</strong>, descreve jornadas exaustivas de até 20 horas ininterruptas, incluindo tarefas como encher bebedouros durante a madrugada, queimar lenha para aquecer os aviários e retirar aves mortas. Ribeiro pagou R$ 5,5 mil em salários e verbas rescisórias após a intervenção.</p>



<p>A granja mantinha contrato com a Seara, que fornecia pintinhos para criação e recebia os frangos prontos para abate. O documento do MTE afirma que representantes da JBS visitavam o local semanalmente para inspecionar a qualidade dos animais, mas ignoraram as violações trabalhistas.</p>



<p>O ministério criticou a empresa, destacando que, apesar de declarar em seu site o compromisso com direitos humanos e diálogo com fornecedores, a prática &#8220;não passa de uma mera ficção retórica para ludibriar clientes e certificadoras&#8221;. A JBS não se manifestou até a publicação desta reportagem. Ribeiro não foi localizado para comentários.</p>



<p>Este é o segundo caso de trabalho escravo na cadeia avícola em 2025. Em março, 35 indígenas de Amambaí (MS) foram resgatados em Pedreira (SP), onde trabalhavam em granjas da região. O MPT relatou alojamentos superlotados, com dormitórios improvisados em varandas e cozinhas, e alimentação restrita a arroz. Uma empresa terceirizada, não identificada, era responsável pela contratação e prestava serviços a um frigorífico paulista.</p>



<p>A JBS e Vilson Aguiar Ribeiro não se pronunciaram. </p>
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