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	<title>Arquivos Amor - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>&#8220;ABC do Amor&#8221;: Renato Noguera lança dicionário com a reimaginação do afeto como potência política</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/abc-do-amor-renato-noguera-lanca-dicionario-com-a-reimaginacao-do-afeto-como-potencia-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 10:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ABC do amor]]></category>
		<category><![CDATA[afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
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		<category><![CDATA[filosofia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Refer&#234;ncia no pensamento afro centrado, o fil&#243;sofo e professor Renato Noguera convida o p&#250;blico a repensar o amor como for&#231;a transformadora em seu novo livro, &#8216;ABC do amor &#8211; O que a poesia e a filosofia t&#234;m a dizer sobre os afetos&#8217;. A obra prop&#245;e um exerc&#237;cio de letramento afetivo, reunindo ensaios curtos sobre 103 [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Referência no pensamento afro centrado, o filósofo e professor <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/filosofo-renato-noguera-redefine-zona-de-conforto-como-equilibrio-emocional-e-ato-de-amor-proprio/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Renato Noguera</a></strong> convida o público a repensar o amor como força transformadora em seu novo livro,<strong> &#8216;ABC do amor – O que a poesia e a filosofia têm a dizer sobre os afetos&#8217;</strong>. A obra propõe um exercício de letramento afetivo, reunindo ensaios curtos sobre 103 palavras e expressões que atravessam as muitas formas de experienciar o amor, compreendendo-o como potência política e ato coletivo.</p>



<p>Inspirado na tradição dos griots — contadores de histórias da ancestralidade africana que transmitem sabedoria por meio da oralidade — Noguera constrói uma escrita acessível e profunda, que entrelaça pensamento filosófico, espiritualidade, poesia e vivência. Ao trazer termos como “Abraço”, “Alegria”, “Afeto”, “Amor como ato político”, “Amor-próprio”, “Amizade” e “Agamia”, o autor desenha uma cartografia dos afetos que convida à escuta, ao cuidado e à responsabilidade emocional.</p>



<p>A base teórica do livro passeia por diferentes matrizes do saber, articulando nomes como Espinosa, Platão, bell hooks, Sobonfu Somé e Nêgo Bispo. Nesse encontro de cosmopercepções ocidentais, afrodiaspóricas e indígenas, o amor aparece como tecnologia ancestral, como ferramenta de conexão e como impulso para o Bem Viver.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="668" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-668x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-92023" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-668x1024.jpeg 668w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-196x300.jpeg 196w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-98x150.jpeg 98w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-768x1178.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-1001x1536.jpeg 1001w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-274x420.jpeg 274w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-150x230.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-300x460.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel-696x1068.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/Copia-de-CAPA-ABC-DO-AMOR-Oficina-Raquel.jpeg 1043w" sizes="(max-width: 668px) 100vw, 668px" /></figure>



<p>Para Noguera, publicar o livro é um gesto de partilha: “Publicar este livro é um sonho com os olhos abertos! Porque eu sempre quis adubar sorrisos solares dos afetos (incluindo os sombrios), compartilhando o desejo de saber o que sinto diante do tumulto do mundo”. O resultado é uma obra que não se limita a definir o amor, mas o reconhece em sua complexidade, em sua beleza e em sua capacidade de mover mundos.</p>



<p>No verbete “Abraço”, por exemplo, ele escreve que “entre Kemet, Kama Sutra e Umbanda, o abraço emerge como tecnologia ancestral de aproximação e reconexão. (…) O ato de abraçar está entre os afetos onde tudo cabe – do arrepio ao alívio, do calor do toque ao silêncio do amparo, do tesão ao compadrio”. Já em “Agamia”, é apresentado a &#8220;dinâmica amorosa que valoriza a solitude — estar bem sozinho. (…) A escolha consciente de viver fora do script de formar par&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Lançamento e celebrações</strong></h3>



<p>O lançamento marca também três celebrações importantes para o autor: o dia do seu aniversário, os 18 anos de sua trajetória como escritor e a chegada de mais uma obra que une filosofia e poesia a serviço do afeto.<strong> A comemoração acontece no dia 18 de julho</strong>, no Cortiço Carioca, na Lapa (RJ), a partir das 18h, com música, roda de samba com a cantora<strong> Ana Bispo</strong> e encontro com leitores, parceiros e amigos.</p>



<p>Depois do lançamento no Rio de Janeiro, Renato Noguera participa da<strong> Festa Literária Internacional de Paraty (Flip)</strong>, onde fará a abertura da Casa Poéticas Negras e integrará debates e mesas na<strong> Estante Virtual e na Casa Libre</strong>, entre os dias 30 de julho e 1º de agosto.</p>



<p><strong>SERVIÇO</strong></p>



<p><strong>Eventos de lançamento do livro &#8216;ABC do Amor&#8217;</strong></p>



<p>Dia: <strong>18 de julho, sexta-feira, às 18h<br></strong>Local: <strong>Cortiço Carioca – Rua Joaquim Silva, 105 – Lapa, RJ</strong></p>



<p>&#8211;</p>



<p><strong>Lançamento em Paraty (RJ) / FLIP 2025</strong></p>



<p><strong>30/7 &#8211; 19h30</strong>&nbsp;&#8211; Abertura Casa Poeticas Negras&nbsp; &#8211; ABC do amor: ancestralidade e letramento afetivo</p>



<p><strong>31/7 &#8211; 10h</strong>&nbsp;&#8211; Estante Virtual &#8211; Renato Noguera e Daniel Dornelas&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>31/7&nbsp; &#8211; 13h30</strong>&nbsp;&#8211; Casa Libre &#8211; Palavras de cuidado e de luto com Cynthia Araújo, Daniel Dornellas e Renato Noguera</p>



<p><strong>31/7 &#8211; 19h30</strong>&nbsp;&#8211; Casa &nbsp; Poéticas Negras &#8211; Quando a palavra cura: racismo, saúde&nbsp; Henrique Marques Samym, Elisa Mattos e Renato Noguera.</p>
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		<title>Afetividade preta: amor para além das relações românticas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/afetividade-preta-amor-para-alem-das-relacoes-romanticas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 11:24:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[famílias negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>*Por Indy Na&#237;se Eu n&#227;o aprendi a dizer &#8220;eu te amo&#8221; com as palavras. Fui criada por m&#227;e solo, viemos da Bahia para S&#227;o Paulo quando eu ainda era crian&#231;a, cresci longe dos meus av&#243;s, de quem eu conheci como fam&#237;lia, e tamb&#233;m do meu pai, que era m&#250;sico, viajava muito e s&#243; foi estar [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>*Por Indy Naíse</strong></p>



<p>Eu não aprendi a dizer “eu te amo” com as palavras. Fui criada por mãe solo, viemos da Bahia para São Paulo quando eu ainda era criança, cresci longe dos meus avós, de quem eu conheci como família, e também do meu pai, que era músico, viajava muito e só foi estar mais presente na minha vida quando completei seis anos de idade. Minha mãe, uma mulher do sertão de Curaçá, cabocla, marcada pela vida difícil que levou, não era muito de abraçar. Acho que consigo contar nos dedos as vezes que ela disse que me amava. Mas, são incontáveis os gestos de amor que ela teve por mim desde que me entendo por gente.</p>



<p>Me lembro de um dia em que eu estava doente, ela me levou ao médico e em seguida ligou do orelhão da rua de casa para o patrão pedindo pra ficar cuidando de mim, e ele negou. Ela foi trabalhar chorando. Lembro da sensação horrível que era ver minha mãe chorar, e até hoje sinto da mesma forma quando acontece por qualquer motivo que seja. É o que eu chamo de conexão, o cordão umbilical que nunca é rompido.</p>



<p>Ela me ensinou a ser uma criança compreensiva, que entendia todas as suas limitações financeiras e nunca fui de pedir nada. Quando acontecia, e ela me dizia não, eu sempre tive o entendimento dos motivos. E teve um dia que numa ida a Pinheiros, bairro de muitas lojas populares aqui em São Paulo, passamos em frente a uma que tinha um banner enorme anunciando a venda do CD+VHS do show “As quatro estações” da dupla Sandy &amp; Júnior. Eles eram uma febre nos anos 90/2000 e, eu que os amava, prontamente manifestei meu desejo e ela me disse que não podia comprar. Eu entendi e não fiquei triste. Dias depois, no dia do meu aniversário de oito anos, ela me acordou às 5 da manhã, horário que saía para trabalhar, e me entregou o que eu havia pedido. Eu chorei como nunca havia chorado ao ser presenteada, e não pelo presente, mas pelo o que significava. Apesar de tão novinha, eu sabia o esforço que ela estava fazendo em me presentear. Essa era uma das formas dela dizer que me amava.</p>



<p>Por eu ser a filha mais velha, criada apenas por ela sem uma figura paterna presente, só nós duas sabemos tudo que passamos até ela se casar novamente e recomeçar sua vida. E, só eu sei, a quantidade de coisas que ela se submeteu para me dar a vida que estava bem distante do meu alcance. Esse, com certeza, foi o gesto de amor mais dolorido que ela fez por mim. Ela só queria que saíssemos do aluguel e morássemos bem, com conforto, sem preocupações. A esperança em mudar de vida e construir uma família, se intensificou mais ainda com a chegada da minha irmã, mas o sonho da família de comercial de margarina ainda era algo distante para nós.</p>



<p>Minha mãe sempre tentou me proteger e garantir meu futuro, pois o da minha irmã já era garantido. Ela tinha um pai. Geralmente, filhos caçulas tem uma superproteção, mas na minha casa sempre foi o contrário. E essa era outra forma dela dizer que me amava.<br>Por conta de tudo que vivemos juntas ao longo da vida, muitas vezes cheguei a pensar que afeto era sentir dor, era sofrer e oferecer o mesmo ao outro. Um ciclo de violência sem fim que parte de uma visão completamente romântica e distorcida do que de fato é. Por conta disso, cheguei a pensar que o momento de escrever músicas sobre afetividade nunca fosse chegar. Sempre tive muita dificuldade em falar daquilo que achei que não tinha na minha vida. Mas, acontece que o afeto sempre existiu, eu que não conseguia reconhecer nos pequenos gestos, se manifestando de diversas maneiras que não nas expectativas que criei pelo olhar do ocidente.</p>



<p>Afeto entre os nossos, para além de um relacionamento amoroso com alguém, é também se conectar com outro, ter e receber cuidado, ter respeito, reconhecer as feridas, cicatrizes e limitações. É pedir licença pra entrar. É estar em comunidade e entender que somos plurais e temos nossas subjetividades. Que temos direito ao erro e, principalmente, ao recomeço.<br>Afeto é sentar na calçada com meus avós e explicar as fases da lua. Meu avô jurava que existiam quatro, e eu acho até bonito essa forma dele ver o sistema solar.<br>Afeto é olhar para as nossas crianças pretas e enxergarmos nossos ancestrais. E reconhecer, que assim como nossos mais velhos, elas merecem ser reverenciadas.<br>Afeto é minha mãe, com brilho no olhar, me abraçar e dizer que sou linda e que estava com saudades depois de meses sem nos vermos por causa da pandemia.<br>Afeto, antes de ser afeto, é construção.</p>



<p><em>*Indy Naíse é cantora, compositora e empresária à frente da produtora Filha do Trovão</em></p>
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		<item>
		<title>&#8220;Meu Amor&#8221; nova série documental da Netflix expõe relacionamentos de uma vida inteira</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/meu-amornova-serie-documental-da-netflix-expoe-relacionamentos-de-uma-vida-inteira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Mar 2021 19:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[netflix]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[rocinha]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Meu Amor &#8211; Seis Hist&#243;rias de Amor Verdadeiro, s&#233;rie documental sobre relacionamentos de uma vida inteira, retrata a hist&#243;ria de casais de seis pa&#237;ses diferentes e inclui epis&#243;dio brasileiro Cineastas ao redor do mundo acompanham casais que est&#227;o juntos h&#225; mais de 40 anos e relatam as hist&#243;rias e os segredos do amor duradouro O [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Meu Amor &#8211; Seis Histórias de Amor Verdadeiro, série documental sobre relacionamentos de uma vida inteira, retrata a história de casais de seis países diferentes e inclui episódio brasileiro</p>



<p>Cineastas ao redor do mundo acompanham casais que estão juntos há mais de 40 anos e relatam as histórias e os segredos do amor duradouro</p>



<p>O diretor coreano Jin Moyoung expande seu aclamado documentário ‘My Love, Don&#8217;t Cross That River’ na tocante série documental Meu Amor &#8211; Seis História de Amor Verdadeiro, que estreia globalmente na Netflix dia 13 de abril de 2021. Do litoral coreano a uma favela do Rio, dos subúrbios de Tóquio às fazendas rurais na Índia, Espanha e EUA, cada episódio ilustra um ano da vida dos casais com um olhar sensível sobre sua história de amor.</p>



<p>O Brasil é representado logo no primeiro episódio da série. Dirigido pela documentarista carioca Carolina Sá (Construção, Música Libre), traz aspectos característicos da cultura brasileira para a série internacional. A história é de Jurema e Nicinha, duas mulheres que se relacionam há 43 anos e, juntas, criaram seus filhos e netos na Rocinha, no Rio de Janeiro. O cotidiano delas foi registrado durante 12 meses, ao longo de 2019, e mostra o dia a dia de uma história sensível de amor enquanto o casal persegue seus sonhos.</p>



<p>A série tem também como diretores Deepti Kakkar e Fahad Mustafa (Índia), Hikaru Toda (Japão), Jin Moyoung (Coreia), Chico Pereira (Espanha) e Elaine McMillion Sheldon (Estados Unidos).</p>



<p><strong>Confira o trailer:</strong></p>



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<iframe title="Meu Amor: Seis Histórias de Amor Verdadeiro | Trailer Oficial | Netflix Brasil" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/RgtSq8_7Pbw?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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