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	<title>Arquivos AMOBANTU - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Com almoço afro, feirinha e muita música Festival AMOBANTU celebra a representatividade afro-brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laísa Gabriela de Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2019 16:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira edição do <strong>Festival AMOBANTU &#8211; Festival de Música e Cultura Bantu</strong> será realizada em <strong>São Paulo</strong>, nos dias 20, 21 e 22 de junho, com programação gratuita no <strong>Centro de Culturas Negras do Jabaquara &#8211; Mãe Sylvia de Oxalá</strong>, evidenciando a importância ancestral dos bantus. Com shows, oficinas e outra atrações com foco na cultura bantu.</p>
<p>Com artistas, pensadores e coletivos que vão discutir e compartilhar conhecimentos sobre a sua contribuição e influência na formação da nossa identidade nacional, o festival destaca as práticas e ancestralidade na modernidade contemporânea.</p>
<p>Um dos focos do festival é a música e ainda as atrações que dialogam com a cultura afro-bantu e afro-futurista, nove grupos se dividem em três shows por dia: Batucada Tamarindo, Jéssica Areias, Negu Edmundo, Coco de Oyá, Laylah Arruda, Senzala Hi Tech, Djanguru Sound System, Buena Onda Reggae Club e Nega Duda.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12375" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01.jpg" alt="" width="3508" height="2480" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01.jpg 3508w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01-150x106.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01-300x212.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01-768x543.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01-1024x724.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01-100x70.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01-696x492.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01-1068x755.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/LOGO-AMOBANTU-01-594x420.jpg 594w" sizes="(max-width: 3508px) 100vw, 3508px" />A programação se desdobra nas artes em geral, no artesanato, na culinária e na dança com exposição Mukangues (máscaras), feira de artesanato afro-brasileira, almoço afro com pratos tradicionais da culinária africana, com referências à cozinha de Angola.</p>
<p>As oficinas serão divididas em temas variados, onde o participante poderá aprender e se sentir em uma legítima viagem cultural pela etnia bantu. Os músicos Toca Ogan (percussionista da Nação Zumbi) e Eder “O” Rocha (ex-integrante do Mestre Ambrósio) apresentam suas pesquisas sobre a musicalidade bantu. Toca aborda suas vivências com o berimbau, instrumento de origem angolana e Eder põe em pauta as origens do maracatu de baque-virado.</p>
<p>O professor e líder religioso Tata Ananguê, autoridade do tema, faz uma reflexão profunda margeada pelo contexto da religiosidade na sociedade, no minicurso “Patrimônio e Candomblé Bantu”, única atividade que precisa de inscrições prévia dos interessados. Já na abertura do evento, o público poderá acompanhar a palestra estendida para um bate papo “Os bantus na formação do Brasil”, ministrada por Tata Ananguê, Jéssica Areias e Luciano Mendes de Jesus.</p>
<p>Os bantus têm um papel significativo na formação cultural brasileira e na identidade nacional, seja pelo legado linguístico, pela cultura popular como as artes manuais e culinária, nas práticas agrícolas ou na origem de ritmos e expressões musicais como o samba, o maracatu, a congada, o jongo e a capoeira. A contribuição na nossa formação linguística é expressiva, são inúmeras as palavras presentes em nosso vocabulário que influenciaram nossa língua, entre estas angu, caçula, fubá, miçanga e quitute.</p>
<p>Como primeiros negros vindos da África para o Brasil, há mais de 400 anos, trouxeram consigo uma tradição cultural e religiosa muito forte. Assim, sua importância também está na construção da religiosidade do país, responsáveis pelas primeiras práticas de sincretismo afro-religioso e pioneiros nas religiões de matrizes africanas, principalmente a Umbanda e o Candomblé.</p>
<p><img decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-12378" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo.jpg" alt="" width="8905" height="6345" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo.jpg 8905w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo-150x107.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo-300x214.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo-768x547.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo-1024x730.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo-100x70.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo-696x496.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo-1068x761.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Neguedmundo-589x420.jpg 589w" sizes="(max-width: 8905px) 100vw, 8905px" /></p>
<p>O Centro de Culturas Negras do Jabaquara foi escolhido para abrigar o evento por conta do peso histórico da região do Jabaquara para os negros – na região localiza-se um dos primeiros terreiros tombados pela Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, o Axé Ilê Obá, da saudosa Mãe Sylvia de Oxalá, homenageada pelo espaço com seu nome.</p>
<p>As inscrições antecipadas apenas para o minicurso com Tata Ananguê (dias 21 e 22/06) devem ser feitas pelo link: <a href="https://forms.gle/UuKYr2FMRJherFrj8">https://forms.gle/UuKYr2FMRJherFrj8</a>.</p>
<p><strong>Confira a programação completa:</strong></p>
<p><strong>Quinta-feira- Dia 20/06</strong></p>
<p>10h &#8211; 19h &#8211; Exposição Mukangues (hall de entrada)<br />
10h &#8211; 12h &#8211; Palestra “Os bantus na formação do Brasil”, com Tata Ananguê, Jéssica Areias e Luciano Mendes de Jesus (biblioteca)<br />
12h &#8211; 18h &#8211; Feira de artesanato (rua Arsênio Tavolieri)<br />
12h &#8211; Aula Intervenção de Dança Afro com Tainara Cerqueira (área externa)<br />
12h &#8211; 14h &#8211; Almoço Afro &#8211; Afro Buffet Kitanda das Minas (área externa)<br />
14h &#8211; 15h &#8211; Show Jéssica Areias (auditório)<br />
16h &#8211; 17h &#8211; Show Batucada Tamarindo (auditório)<br />
18h &#8211; 19h30h &#8211; Show Negu Edmundo (auditório)</p>
<p><strong>Sexta-feira- Dia 21/06</strong></p>
<p>10h &#8211; 19h &#8211; Exposição Mukangues (hall de entrada)<br />
10h &#8211; 12h &#8211; Minicurso (parte 1) “Patrimônio e Candomblé Bantu”, com Tata Ananguê &#8211; professor e sacerdote presidente das CNCCACTBB/CRBNDM* (biblioteca)<br />
12h &#8211; 14h &#8211; Almoço Afro &#8211; Afro Buffet Kitanda das Minas (área externa)<br />
12h &#8211; 18h &#8211; Feira de artesanato (rua Arsênio Tavolieri)<br />
14h &#8211; 15h &#8211; Show Coco de Oyá (auditório)<br />
15h &#8211; Oficina de Berimbau com Tata Mutakauatana (Toca Ogan/Nação Zumbi)<br />
16h &#8211; 17h &#8211; Show Laylah Arruda (auditório)<br />
18h &#8211; 19h30h &#8211; Show Senzala Hi Tech (auditório)</p>
<p>* Confederação Nacional dos Candomblés de Angola e dos Costumes e Tradições Bantu no Brasil/Casa Raiz do Benge Ngola Djanga ria Matamba.</p>
<p><strong>Sábado- Dia 22/06</strong></p>
<p>10h &#8211; 19h &#8211; Exposição Mukangues (hall de entrada)<br />
10h &#8211; 12h &#8211; Minicurso (parte 2) “Patrimônio e Candomblé Bantu”, com Tata Ananguê &#8211; professor e sacerdote presidente das CNCCACTBB/CRBNDM (biblioteca)<br />
12h &#8211; 14h &#8211; Almoço Afro &#8211; Afro Buffet Kitanda das Minas (área externa)<br />
12h &#8211; 18h &#8211; Feira de artesanato (rua Arsênio Tavolieri)<br />
12h &#8211; 16h &#8211; Djanguru Sound System (área externa)<br />
15h &#8211; Oficina de Maracatu com Eder o Rocha<br />
16h &#8211; 17h &#8211; Show Buena Onda Reggae Club (auditório)<br />
18h &#8211; 19h30h &#8211; Show Nega Duda (auditório)</p>
<p>Atrações:</p>
<p><strong>Jéssica Areias</strong><br />
Nascida em Angola e residente no Brasil, Jéssica Areias cursou música a fim de aprofundar seus conhecimentos na MPB, uma de suas grandes referências. Dona de uma bagagem musical bastante eclética, a cantora reúne um misto de influências, que vão das suas fortes raízes africanas ao fado, do jazz à MPB, samba e bossa nova.</p>
<p><strong>Batucada Tamarindo</strong><br />
A Batucada Tamarindo já conquistou o público, num encontro de ritmos, arranjos e melodias das mais variadas origens. Os sambas do recôncavo baiano, afoxés e sambas de roda pernambucanos são o ponto de partida para essa mescla da sonoridade brasileira aos tambores da África.</p>
<p><strong>Negu Edmundo</strong><br />
Vindo de Natal (RN) e conhecido da cena reggae-dub, Negu Edmundo é um estudioso das tradições africanas de origem Bantu. Sua pluralidade sonora se revela num verdadeiro “caldeirão de ritmos”, onde a fusão dos sons afro-brasileiros e jamaicanos acontecem.</p>
<p><strong>Coco de Oyá</strong><br />
O encontro de mulheres que somam a força da percussão com a energia do sagrado feminino, assim é o Coco de Oyá. Rafaella Nepomuceno (percussionista, alfaia, pandeiro e voz), Kelli Garcia (ganzá, maracas, tamancos e voz) e Sthe Araújo (caixa, atabaque e voz) mantêm viva a cultura do coco de roda, maior influência rítmica de origem nordestina.</p>
<p><strong>Laylah Arruda</strong><br />
Cantora, MC de sound system, professora de canto, geógrafa e um dos ícones da conscientização sobre a discriminação racial e religiosa, Laylah Arruda une a essência da mulher ao resgate da cultura afro. Nessa apresentação, ela traz o som do toca-disco de fundo com remix da batida de reggae, traços do rap e dos ritmos jamaicanos.</p>
<p><strong>Senzala Hi-Tech</strong><br />
O coletivo Senzala Hi-Tech faz uma aproximação entre o afrofuturismo e brasilidades. O grupo faz uma fusão de repertórios e inspirações, abraça hip hop, funk, rap, samba e influências culturais. Suas composições falam sobre desigualdades e preconceitos, retratam a herança cultural e trafegam pelas tecnologias do cotidiano, numa sonoridade que une o orgânico ao sintético.</p>
<p><strong>Djanguru Sound System</strong><br />
Como uma espécie de rádio ambulante, o Djanguru Sound System promove transmissões de reggae, direto do seu acervo de discos de vinil. Inspirados nos soundsystems jamaicanos – pilhas de alto-falantes instalados nas ruas de Kingston, Jamaica, tocando blues e músicas vindas dos Estados Unidos – o coletivo promove um resgate aos maiores nomes da música jamaicana.</p>
<p><strong>Buena Onda Reggae Club</strong><br />
Conexão entre a cidade de São Paulo e a região do Grande ABC, a banda instrumental realiza uma fusão musical, misturando e combinando os ritmos jamaicanos &#8211; ska, reggae, rocksteady e dub &#8211; com outras tendências &#8211; salsa, jazz e afrobeat, além da música brasileira e caribenha. A banda é formada por Kiko Bonato nos teclados, Eduardo Marmo no baixo, Marcos Mossi na guitarra, Felipe Guedes na bateria, Cauê Vieira no saxofone e na flauta, Rodrigo Coelho no trompete, e Victor Fão no trombone.</p>
<figure id="attachment_12374" aria-describedby="caption-attachment-12374" style="width: 500px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-12374 size-full" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2019/06/Nega-Duda-por-Joana-Cortês.jpg" alt="" width="500" height="750" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Nega-Duda-por-Joana-Cortês.jpg 500w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Nega-Duda-por-Joana-Cortês-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Nega-Duda-por-Joana-Cortês-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2019/06/Nega-Duda-por-Joana-Cortês-280x420.jpg 280w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /><figcaption id="caption-attachment-12374" class="wp-caption-text">Nega Duda</figcaption></figure>
<p><strong>Nega Duda</strong><br />
Dulcineia Cardoso, a Nega Duda, é referência do samba de roda baiano em São Paulo. Na cidade, Nega criou o Samba de Roda Nega Duda, onde desenvolve o Ekan de Axé. O samba de roda traz referências do culto aos orixás e caboclos, à capoeira e à comida de azeite.</p>
<p><strong>Oficinas, palestra e curso:</strong></p>
<p><strong>Oficina de Berimbau com Toca Ogan</strong><br />
O percussionista Toca Ogan, integrante da banda Nação Zumbi, compartilha seus conhecimentos sobre a música afro-brasileira, em especial sobre o berimbau, instrumento de corda de origem angolana, levado ao Brasil pelos escravos bantus e muito disseminado pela prática da capoeira. Toca explora as raízes musicais de origem bantu e sua influência nos ritmos brasileiros.</p>
<p><strong>Oficina de Maracatu com Eder “O” Rocha</strong><br />
O pernambucano Eder “O” Rocha irá desenvolver o aprendizado dos ritmos de maracatus nordestinos. O Maracatu de Baque Virado e o Maracatu de Baque Solto são os destaques na oficina. As toadas e suas formas, orquestração, arranjo e composição. O músico também apresenta parte de sua pesquisa acerca dos instrumentos de percussão na cultura musical brasileira: tipos, qualidades, contextos onde estão inseridos, diferentes técnicas, características acústicas e modos de tocá-los.</p>
<p><strong>Aula de Dança Afro com Tainara Cerqueira</strong><br />
A Dança Afro contemporânea brasileira é baseada nos movimentos de heranças de matrizes Africana juntamente com a contemporaneidade brasileira em uma união de cultura, tradição, atualidade, ritmo, muita energia e alegria. Tainara conduzirá uma aula intervenção, ocupando o espaço com a essência da dança afro-brasileira diaspórica de Salvador. A professora de dança afro-brasileira da Bahia é diretora e coreógrafa da Cia de Dança AfroOyá, além de bailarina e coreógrafa do atual trabalho Trovão, da cantora Larissa Luz.</p>
<p><strong>Minicurso “Patrimônio e Candomblé Bantu” com Tata Ananguê</strong><br />
O minicurso pretende refletir sobre a importância da difusão e preservação dos valores patrimoniais e identitários do Candomblé Bantu, a partir da pesquisa realizada no território de Nova Iguaçu/RJ.</p>
<p>O ministrante Tata Ananguê (Jeusamir Alves da silva) é professor e especialista em história e cultura afro-brasileira, ensino de história e ciências da religião pela UCAN e graduado em história pela UNOPAR. Além de presidente da Casa Raiz do Benge Ngola Djanga ria Matamba (CRBNDM) e Confederação Nacional dos Candomblés de Angola e dos costumes e Tradições Bantu no Brasil (CNCACTBB).</p>
<p><strong>Palestra “Os bantus na formação do Brasil” com Tata Ananguê, Jéssica Areias e Luciano Mendes de Jesus.</strong><br />
Tata, Jéssica e Luciano, três convidados que trazem suas diferentes relações com a cultura bantu, fazem uma explanação e a mediação do bate papo com o público sobre o importante legado para a cultura brasileira nos âmbitos social, cultural e religioso. O papel preponderante do negro bantu na formação do Brasil e na construção da nossa língua, desde a sua introdução pela escravidão até aos dias atuais.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/festival-amobantu-celebra-a-representatividade-afro-brasileira/">Com almoço afro, feirinha e muita música Festival AMOBANTU celebra a representatividade afro-brasileira</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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