<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Arquivos alunos negros - Mundo Negro</title>
	<atom:link href="https://mundonegro.inf.br/tag/alunos-negros/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://mundonegro.inf.br/tag/alunos-negros/</link>
	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 26 Apr 2021 16:03:03 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Estudantes estadunidenses criam &#8220;Leilão de escravos&#8221; em aplicativo, simulando venda de alunos negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/estudantes-estadunidenses-criam-leilao-de-escravos-em-aplicativo-simulando-venda-de-alunos-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Apr 2021 14:47:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[alunos negros]]></category>
		<category><![CDATA[escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=33607</guid>

					<description><![CDATA[<p>Na &#250;ltima semana veio &#224; publico um caso expl&#237;cito de racismo em uma escola de ensino m&#233;dio no Texas, EUA. Alguns alunos criaram no aplicativo Snapchat um grupo em que simulava um &#8220;leil&#227;o de escravos&#8221;, onde alunos negros eram anunciados e os integrantes davam um valor por eles. Em imagens que foram divulgadas pela CNN [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/estudantes-estadunidenses-criam-leilao-de-escravos-em-aplicativo-simulando-venda-de-alunos-negros/">Estudantes estadunidenses criam &#8220;Leilão de escravos&#8221; em aplicativo, simulando venda de alunos negros</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última semana veio à publico um caso explícito de racismo em uma escola de ensino médio no Texas, EUA. Alguns alunos criaram no aplicativo <em>Snapchat </em>um grupo em que simulava um <strong>&#8220;leilão de escravos&#8221;</strong>, onde alunos negros eram anunciados e os integrantes davam um valor por eles.</p>



<p>Em imagens que foram divulgadas pela CNN e estão sendo usadas para analisar o caso de racismo, um integrante do grupo diz &#8220;US$ 100 em um aluno negro&#8221; e o outro responde &#8220;US$ 1 pelo Chris. Seria melhor se o cabelo dele não fosse tão ruim”</p>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="340" height="238" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-8.png" alt="" class="wp-image-33612" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-8.png 340w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-8-300x210.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-8-150x105.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/image-8-100x70.png 100w" sizes="(max-width: 340px) 100vw, 340px" /></figure></div>



<p>As vítimas denunciaram o racismo e se manifestaram contra o ocorrido na reunião do conselho escolar do mês de abril após tomar ciência do caso, a escola inicialmente classificou a atitude dos integrantes do grupo como &#8220;cyberbullying com linguagem racialmente carregada&#8221;, após a reação e repúdio de pais, estudantes e moradores da cidade o ato foi dado como racismo.</p>



<p>A escola alegou que os alunos responsáveis pelo grupo racista estão sendo &#8220;punidos administrativamente&#8221; mas ainda não tem informações dos responsáveis e as punições que estão recebendo.</p>



<p><em>&#8220;Eu sei que falo por toda a comunidade de Aledo quando digo que sinto muito que alguns dos nossos estudantes participaram do assédio racial de dois dos nossos alunos negros em uma conversa nas redes sociais. Também sinto muito pela dor que foi causada às vítimas e às suas famílias. Foi completamente inaceitável para todos nós e não deveria ter acontecido”</em>, comunicou a escola através de uma nota.</p>



<p>Informações: CNN/BHAZ</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/estudantes-estadunidenses-criam-leilao-de-escravos-em-aplicativo-simulando-venda-de-alunos-negros/">Estudantes estadunidenses criam &#8220;Leilão de escravos&#8221; em aplicativo, simulando venda de alunos negros</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Escola e Racismo, atenção para essa questão!</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/escola-e-racismo-atencao-para-essa-questao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Paula Batista]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Oct 2019 01:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[alunos negros]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[racismo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/mundonegro/?p=14213</guid>

					<description><![CDATA[<p>&#160;Em v&#237;deo recente, o cientista social e professor, Rodrigo Fran&#231;a, deu dicas de como proteger as nossas crian&#231;as do racismo na escola. Ele inicia o v&#237;deo questionando:&#160; &#8220;Quantas vezes n&#243;s professores, j&#225; fal&#225;vamos que o erro &#233; pedag&#243;gico? Que tipo de crian&#231;a que pode errar? Onde n&#243;s teremos paci&#234;ncia para educar? Para respeitar o processo [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/escola-e-racismo-atencao-para-essa-questao/">Escola e Racismo, atenção para essa questão!</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong>Em vídeo recente, o cientista social e professor, Rodrigo França, deu dicas de como proteger as nossas crianças do racismo na escola. Ele inicia o vídeo questionando:  “Quantas vezes nós professores, já falávamos que o erro é pedagógico? Que tipo de criança que pode errar? Onde nós teremos paciência para educar? Para respeitar o processo de ensino-aprendizagem.”</p>
<p>As crianças também aprendem por meio das cores a classificar pessoas e suas ocupações na sociedade. Pensando nisso, precisamos promover a <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/diversidade/">#diversidade</a> na <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/escola/">#escola</a> em que as <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/crian%C3%A7as/">#crianças</a> estudam e pode começar de forma simples, com intervenções pequenas. França esclarece que: “Se uma sociedade é  RACISTA, as suas instituições vão reproduzir esse tipo de mazela social e a escola não vai fugir disso. O professor, a professora ou qualquer pessoa que está dentro da comunidade educacional, ela pode muito bem reproduzir tais valores, principalmente com nossas crianças.”</p>
<p>Nas escolas há sempre ilustrações de crianças nas paredes, no material didático, observe se nas ilustrações há diversidade nas representações com, negros, indígenas, orientais, deficientes. Você pode sugerir novas ilustrações para as paredes dos ambientes da escola e se voluntariar para ajudar nessas pinturas e ilustrações. “Como estão os personagens negros e negras, dentro dos livros educacionais do seu filho? Se tiver nesse livro personagens onde, exclusivamente, os negros e as negras estão numa condição subalterna, isso vai ser danoso. Isso vai fazer com que seu filho, ou sua filha não tenha uma grande referência de poder político, econômico e social das pessoas negras”, alerta o professor</p>
<p>Outra atenção que você pode ter é em relação a existência de diversidade entre os profissionais. O quadro de <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/professores/">#professores</a>, direção, administração, coordenação é formado por profissionais negros ou a escola só reproduz a regra de estrutura racista que vemos na sociedade: brancos em posições de poder e negros em posição de serventes? Você pode verificar na administração da escola se há alguma <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/pol%C3%ADtica/">#política</a> de diversidade para a contração de profissionais.</p>
<p>Há também a possibilidade de verificar como é a aplicação da lei 10.639 que estabelece a obrigatoriedade do ensino de conteúdos de História da África e dos negros no Brasil em todo o currículo dos sistemas de ensino escolar. Você pode se voluntariar para dar uma aula sobre <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/culturanegra/">#CulturaNegra</a>. Lembrando que a aplicação dessa lei deve fazer parte do currículo e não ser apenas um projeto realizado uma vez por ano pela escola.</p>
<p>No vídeo Rodrigo também alerta sobre o material escolar: Uma das questões mais delicadas é o &#8220;LÁPIS DE COR DE PELE&#8221;, que é sempre uma coloração mais rosada, mais embranquecida. Como é possível uma criança amar a sua coloração se essa coloração é apagada, ela é anulada, ela é embranquecida?</p>
<p>Outra sugestão é criar junto com a escola um protocolo de ações quando há casos de <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/racismo/">#racismo</a> ou <a href="https://www.instagram.com/explore/tags/bullying/">#bullying</a> com as crianças.</p>
<p>Essas são só algumas sugestões. É importante tomarmos para nós a responsabilidade de tornar os espaços que nossas crianças frequentam mais diverso, dessa forma, há uma possibilidade maior dessas crianças não reproduzirem o racismo que vemos na sociedade.</p>
<p>O professor Rodrigo França ainda faz um último alerta: “Hoje diversas marcas estão atentas a essa pauta, mas isso não é o suficiente, OBSERVE! Fique de olho no trabalho da sua filha, do seu filho, no livro escolar, OBSERVE! como colocam a população negra no ambiente escolar!”</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/escola-e-racismo-atencao-para-essa-questao/">Escola e Racismo, atenção para essa questão!</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Precisamos falar sobre a diferença entre bullying e racismo pelo bem dos jovens negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/precisamos-falar-sobre-diferenca-entre-bullying-e-racismo-pelo-bem-dos-jovens-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Sep 2018 02:13:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[adolescentes negros]]></category>
		<category><![CDATA[alunos negros]]></category>
		<category><![CDATA[bullying]]></category>
		<category><![CDATA[crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[racismo na escola]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/mundonegro/?p=5755</guid>

					<description><![CDATA[<p>O sucesso mundial da s&#233;rie 13 Reasons Why da Netflix trouxe de volta o debate sobre como o bullying pode levar os jovens a se&#160;auto-agredirem ou at&#233; se matarem. De acordo com a Organiza&#231;&#227;o Mundial de sa&#250;de, suic&#237;dio &#233; a segunda cause de morte de jovens no mundo, ficando atr&#225;s apenas de acidentes de carro [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/precisamos-falar-sobre-diferenca-entre-bullying-e-racismo-pelo-bem-dos-jovens-negros/">Precisamos falar sobre a diferença entre bullying e racismo pelo bem dos jovens negros</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sucesso mundial da série 13 Reasons Why da Netflix trouxe de volta o debate sobre como o bullying pode levar os jovens a se&nbsp;auto-agredirem ou até se matarem. De acordo com a Organização Mundial de saúde, suicídio é a segunda cause de morte de jovens no mundo, ficando atrás apenas de acidentes de carro e na frente de perdas de vidas por conta do HIV. Apesar de não ter nenhum estudo conclusivo sobre o tema, de quais seriam as principais causas, o bullying nessa era tão digital, onde além de ações em espaço físicos públicos, os agressores também usam redes sociais para atacar a vítima (cyberbullying), não podem ser ignorado.</p>
<p>Nenhum recorte de raça é feito sobre a questão do bullying que costuma ser confundido com o racismo, mas não é. Primeiro porque racismo é crime, portanto, atitudes racistas são caso de polícia, segundo porque o jovem negro pode ser vítima de pessoas que mesmo, com perfil agressivo não atacaria uma pessoa branca, quando seu alvo é escolhido apenas pela cor de pele, mesmo que a vítima seja um bom aluno, de boas condições financeiras e trânsito social.</p>
<p>A própria Netflix criou um site sobre o filme, na época de seu lançamento, onde ilustra casos de pessoas, hoje adultas que sofreram bullying na escola. Duas delas são negras: a atriz Vaneza Oliveira e o&nbsp;jornalista Bruno Rocha, o Hugo Gloss. Mas vale uma atenção especial para a atriz do seriado 3%.</p>
<p><iframe title="Os porquês da Vaneza | 13 Reasons Why" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/wyxzYcFKfYM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p>&#8220;É uma linha muito tênue que separa o racismo do bulllying . Nesse vídeo é uma situação clássica de racismo, quando falam que ela é macaca e usam dos atributos físicos e genéticos para falar dela&#8221;, explica a pedagoga e Mestre em educação Clélia Rosa.</p>
<p>Para ela aqui no Brasil as pessoas têm dificuldades em enxergar o racismo, até mesmo as pessoas negras, por conta de uma construção estrutural. &#8220;As pessoas negras têm dificuldades de reconhecer que estão sendo discriminadas pelo aspecto racial&#8221;, aponta a pedagoga.</p>
<p>Rosa também ressalta o aspecto criminal do racismo e às vezes a conveniência das instituições de ensino o caracterizar como bullying para não sofrerem retaliações. &#8220;Ás vezes chamar um ato de racismo de bullying é uma estratégia para livrar a pessoa que está o cometendo, mas a vítima continua sendo oprimida, rechaçada e deprimida, mas quem cometeu não tem o preso da lei&#8221;.</p>
<p>&#8220;Não podemos entrar nessa onda do bullying, a pessoa negra pode sofrer as duas coisas e no caso da Vaneza é um caso clássico de racismo, infelizmente&#8221;, alerta&nbsp;Clélia.</p>
<p>Outra depoimento triste sobre como o racismo dentro da escola pode vir de alunos e professores, é o da cantora e apresentadora Karol Conka. Ela aponta uma questão importante, de como o racismo faz com que alunos negros percam o gosto pelos estudos e abandonem a escola. &#8220;Eu comecei a entender porque muitos negros na minha época não gostavam de ir na escola e porque só os pretos se ferravam&#8221;.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="VgPwIgIosAw"><iframe title="KAROL CONKA FALA SOBRE RACISMO | Coletivo Mulherzinhas" width="696" height="522" src="https://www.youtube.com/embed/VgPwIgIosAw?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p><strong>Escolas americanas:&nbsp;racismo pode&nbsp;virar caso de polícia</strong></p>
<p>Nos EUA existe um rede online de combate ao bullying,a <a href="http://www.antibullying.net/">Anti-bullying Netowrk</a> e eles dedicam um espaço exclusivo só para falar sobre racismo. De acordo com o projeto todas escolas deverem ter diretrizes para agressões de cunho racial, além de criar políticas de educação multi-cultural e anti-racista. Eles aconselham a monitorar e registrar todos o casos de racismo na escola. Em alguns Estados americanos há conselhos específicos fora das escolas para tratarem da questão de bullying e esses registros da escola são geralmente levado à eles. Nos casos de racismo, eles podem sugerir &nbsp;desde uma expulsão do aluno até formular&nbsp;uma queixa contra o agressor à policia.</p>
<p><strong>Leis contra bullying no Brasil ainda estão só no papel</strong></p>
<p>A recente lei,<a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2015-2018/2015/Lei/L13185.htm"><em>Nº 13.185, de novembro de 2016</em> </a>é a que institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying). De autoria do deputado André Corrêa (PPS), no texto, bullying é definido como a prática de atos de violência física ou psíquica exercidos intencional e repetidamente por um indivíduo ou grupo contra uma ou mais pessoas com o objetivo de intimidar ou agredir, causando dor e angústia à vítima.</p>
<p>A lei&nbsp;determina que seja feita a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para implementar ações de prevenção e solução do problema, assim como a orientação de pais e familiares, para identificar vítimas e agressores.</p>
<p>Também estabelece que sejam realizadas campanhas educativas e fornecida assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores. A punição do autor do bullying, de acordo com o texto, deve ser evitada, e outras atitudes que promovam a mudança social, devem ser aplicadas.</p>
<p>O texto fala de expressões preconceituosas e não de racismo, ou seja, ignora um tipo de agressão que só alunos negros sofrem e dessa forma deixam os agressores isentos de responderem na justiça pelo seu crime. Quase a mesma &#8220;pegadinha&#8221; de crimes de injúria e racismo, onde muito até vão até a delegacia, mas nunca são presos.</p>
<p>Jovens vítimas de racismo na escolas, agem como algumas vítimas de violência sexual, tendo medo de dizer aos&nbsp;pais o que aconteceu ( como foi o caso da atriz Vaneza Oliveira), se&nbsp;sentido culpadas. Vale ficar atento a mudanças de comportamento, como atitudes depressivas ou agressivas, além da queda de desempenho escolar. A escola também tem que se envolver e pode ser acionada na diretoria de ensino em caso de omissão.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/precisamos-falar-sobre-diferenca-entre-bullying-e-racismo-pelo-bem-dos-jovens-negros/">Precisamos falar sobre a diferença entre bullying e racismo pelo bem dos jovens negros</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
