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	<title>Arquivos afroempreendedorimo - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Mon, 19 May 2025 20:26:54 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Dia dos Pais: O afroempreendedorismo como forma de fortalecer a figura de pais pretos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dia-dos-pais-o-afroempreendedorismo-como-forma-de-fortalecer-a-figura-de-pais-pretos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Aug 2021 20:32:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimento Black Money]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
		<category><![CDATA[dia dos pais]]></category>
		<category><![CDATA[MBM]]></category>
		<category><![CDATA[movimento black money]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste pr&#243;ximo Dia dos Pais &#233; bom lembrarmos que os esfor&#231;os de um homem negro para ser um bom pai s&#227;o muito mais complexos do que os compreendidos como da paternidade sob o olhar &#8220;padr&#227;o&#8221;. O insucesso provoca, em muitos casos, uma sensa&#231;&#227;o de culpa e vergonha nos homens negros. Mas os esfor&#231;os, podem ser [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Neste próximo Dia dos Pais é bom lembrarmos que os esforços de um<strong> homem negro</strong> para ser um bom pai são muito mais complexos do que os compreendidos como da paternidade sob o olhar “padrão”. O insucesso provoca, em muitos casos, uma sensação de <strong>culpa e vergonha nos homens negros</strong>. Mas os esforços, podem ser uma ferramenta de potencialização familiar e coletiva.⠀</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://negre.com.br/wp-content/uploads/os-impactos-da-masculinidade-hegemonica-e-do-racismo-na-funcao-paterna-1110x642.jpg" alt=""/><figcaption>Imagem: Getty Image</figcaption></figure>



<p>⠀ O enfraquecimento da figura paterna e a desorganização da família negra&nbsp; é uma estratégia potente para a subalternização dos negros. Discutir a masculinidade e a paternidade negra são movimentos importantes para a nossa emancipação, desde o campo das individualidades, passando pelos núcleos familiares, e causando transformações que impactam toda a nossa comunidade.</p>



<p>A <strong>manobra do racismo</strong> através do bloqueio intencional aos recursos, sejam eles financeiros, educacionais ou afetivos, além de negar possibilidades, promove o estigma de que homens negros não são pais provedores, &nbsp; capazes de “sustentar” sua família, em termos financeiros, e emocionais. Como forma de destruir essas barreiras, c<a href="https://www.mercadoblackmoney.com.br/anu-moda-afro/produto/camiseta-minha-historia?utm_campaign=surfe_vitrine_dia_dos_pais_2&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station">ada vez mais negros tem investido em empreender.</a></p>



<p>O <strong>afroempreendedorismo </strong>é uma das ferramentas mais eficientes para o fortalecimento de mães e pais pretos no país. Criar novos postos de trabalhoque faça com que mais pais negros integrem a roda da economia dentro da comunidade é oferecer a oportunidade desse indivíduo ter dignidade e oferecer o mesmo à sua família, colocando-o no protagonismo da economia nacional.</p>



<p>Tanto como consumidor quanto como empreendedor, você tem o poder de deixar o dinheiro por mais tempo em mãos pretas. A forma mais fácil é utilizando serviços do <a href="https://marketing.movimentoblackmoney.com.br/dbb-new"><strong>D’Black Bank – O Banco de Negro para Negro</strong></a>. Por meio da utilização da <strong>#Pretinha</strong> (maquininha de cartão) ou da abertura de contas você estará fazendo com que o Black Money eleve o poder de nossa comunidade.</p>



<p>Se capacitar e/ou dar oportunidade para outros pretos se capacitarem é algo que ajuda a aumentar a qualidade dos produtos e serviços distribuídos, além de passar mais confiança para clientes e comunidade. Isso engloba contratar pessoas negras. O afroempreendedorismo é muito mais sobre pessoas do que sobre empresas. Afinal, são elas que realmente importam. Para fortalecer a presença negra na economia é importante que toda a cadeia produtiva esteja envolvida e isso inclui a força de trabalho. Como empresário, é importante focar no preenchimento das vagas por pessoas pretas, além de investir no desenvolvimento profissional de cada uma delas. Isso proporciona um aumento na renda de famílias negras, que podem gastar o que ganham em <a href="https://www.mercadoblackmoney.com.br/?utm_campaign=surfe_vitrine_dia_dos_pais_2&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station">empreendimentos de outras pessoas negras.</a></p>



<p>Como pôde ver, fortalecer o afroempreendedorismo é simples e fácil, apenas requer mudanças em alguns pequenos hábitos e perspectivas. Todos continuam comprando, vendendo e empregando, a diferença é que isso passa a ser feito, intencionalmente, com foco no povo preto. Muitos e-commerce se prepararam para os tempos de exercicio do Black Money, oferecendo <strong><a href="https://www.mercadoblackmoney.com.br/categorias/cursos-e-infoprodutos">produtos </a></strong>e<strong><a href="https://www.mercadoblackmoney.com.br/categorias/servicos"> serviços</a></strong> de preto para preto.</p>
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		<title>Preto consome preto: Um plano de poder para o povo negro conquistar a liberdade econômica (2ª parte)</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/preto-consome-preto-um-plano-de-poder-para-o-povo-negro-conquistar-a-liberdade-economica-2a-parte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Jul 2021 19:45:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimento Black Money]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
		<category><![CDATA[comprar preto]]></category>
		<category><![CDATA[filosofia black money]]></category>
		<category><![CDATA[impactar vidas pretas]]></category>
		<category><![CDATA[MBM]]></category>
		<category><![CDATA[movimento black money]]></category>
		<category><![CDATA[negros e economia compartilhada]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O&#160; Movimento Black Money (MBM) sempre refor&#231;a&#160; a import&#226;ncia de Comprar Preto , fortalecer a economia comunit&#225;ria e trabalhar em um plano para Impactar Vidas Pretas. O MBM explicou em outro artigo que depender do ecossistema branco far&#225; com que os filhos dos pretos sejam os &#250;ltimos a serem contratados os primeiros a serem demitidos. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O&nbsp; <strong>Movimento Black Money</strong> (<strong>MBM</strong>) sempre reforça&nbsp; a importância de <strong>Comprar Preto</strong> , fortalecer a economia comunitária e trabalhar em um plano para Impactar Vidas Pretas.</p>



<p>O MBM explicou em outro artigo que depender do ecossistema branco fará com que os filhos dos pretos sejam os últimos a serem contratados os primeiros a serem demitidos. Também alertou que o sentimento de povo, de nação não pode ser construído sobre caridade, doações ou dependência de outros grupos para fornecer à sua comunidade as necessidades básicas para viver.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://i1.wp.com/www.jeanmktdigital.com.br/wp-content/uploads/2020/11/Woman-texting-on-phone-2560x1922-1.jpg?ssl=1" alt=""/><figcaption>Imagem: Nappy.co</figcaption></figure>



<p>Cada vez mais pessoas pretas entendem a prática e importância da&nbsp; filosofia do <strong>#BlackMoney </strong>e o quanto ela pode ser&nbsp; desafiadora. Para continuar ajudando nessa jornada o MBM continua aqui com as dicas que iniciaram no artigo publicado na semana passada. Este é o segundo artigo desta série, Caso não tenha lido o primeiro artigo siga o <a href="https://mundonegro.inf.br/preto-consome-preto-um-plano-de-poder-para-o-povo-negro-passar-pela-sua-liberdade-economica/">link para as primeiras 10 dicas</a> adaptadas do livro ‘<strong>Powernomics’</strong>, que possuem o poder de transformar a comunidade negra.&nbsp; Leia até o final e confira mais 10 estratégias!</p>



<h3 class="wp-block-heading">11° INICIAR OU PARTICIPAR DE UM FUNDO OU CLUBE DE INVESTIMENTOS PRETO</h3>



<p>O <strong>Clube de Investimento</strong> é uma forma de investimento coletivo de pessoas físicas no <strong>Mercado de Capitais</strong>. Esse grupo é composto por no mínimo 3 e no máximo 50 participantes, para aplicação em Títulos e Valores Mobiliários que podem ser Ações ou Derivativos. Assim como nos fundos, o patrimônio do Clube de Investimento é dividido em cotas. Ao aplicar seus recursos em um clube, o investidor se torna um cotista. Os cotistas podem fazer a gestão de investimentos do Clube ou contratar um gestor profissional certificado e credenciado à CVM, ambos casos precisam ser eleitos pela assembleia geral.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Um <strong>Clube de Investimentos Preto</strong> é um grupo de membros da família, amigos, colegas de trabalho ou indivíduos que compartilham dos mesmos valores e que não necessariamente precisam manter seus investimentos em capital especulativo – compra de ações, títulos, fundos mútuos – e sim, que possam ser revestidos para criação de negócios pretos, compra de propriedades ou outros ativos. Como diz o ditado africano; “muitas mãos fazem a luz funcionar”. Quanto mais capital for reunido, maiores serão os empreendimentos em que seu grupo é capaz de se envolver.</p>



<h3 class="wp-block-heading">12° ENCONTRE, ENTRE E COLABORE COM UM BANCO PRETO</h3>



<p>Através da desigualdade sócio-racial presente neste país, que menospreza a comunidade negra, percebemos um vazio. Não apenas na falta de valorização da vida dos negros, mas também politicamente e, acima de tudo, economicamente. Somos 54% da população, 51% dos proprietários de negócios e movimentamos R$1,7 trilhão no ano, mas não controlamos bancos, grandes mercados ou partidos políticos.</p>



<p>&nbsp;O<strong> <a href="https://marketing.movimentoblackmoney.com.br/dbb-new">D’BlackBank</a></strong> é uma Fintech criada para conectar consumidores a empreendedores negros. Como primeiro produto foi lançada a maquininha de cartões, a #Pretinha. A #Pretinha é um instrumento desenvolvido especialmente para empreendedores negros. Com taxas justas, ela ajuda o pequeno empresário negro a girar seu capital, o que proporciona mais facilidade de recebimento de seus clientes e aumenta a circulação do dinheiro na comunidade preta.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.pexels.com/photos/1181605/pexels-photo-1181605.jpeg?auto=compress&amp;cs=tinysrgb&amp;h=750&amp;w=1260" alt="Duas Mulheres De Preto Sentadas Em Uma Cadeira Perto Da Mesa"/><figcaption>Imagem: Pexels.com</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">13° CROWDFUNDING PARA ELEVAR O CAPITAL</h3>



<p>Algumas vezes, o próprio empreendedor tem os recursos necessários para realizar projetos inovadores. Outras vezes, o empreendedor reúne sócios para que ajudem a financiar a iniciativa. Mesmo assim, uma série de projetos fica só na ideia, ou no papel, sem conseguir nascer. A internet pode ser uma excelente aliada na hora de buscar alternativas de financiamento para realizar esses projetos que estão no papel. Por meio de plataformas colaborativas, muitas pessoas ou equipes já estão cadastrando seus projetos e conquistando o apoio de diversos colaboradores para a sua realização. Trata-se do chamado crowdfunding, ou financiamento coletivo.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Estudo de caso:</h4>



<p>A <a href="https://movimentoblackmoney.com.br/a-diaspora-black-esta-te-chamando/"><strong>Diáspora.Black para financiar</strong></a> sua operação e construção da plataforma própria precisaram buscar investidores através de um Equity Crowdfunding. O resultado? Levantaram mais de R$ 600.000 com seus investidores.</p>



<h3 class="wp-block-heading">14° CONSTRUA UM SISTEMA DE TROCAS DENTRO DA SUA COMUNIDADE</h3>



<p>O dinheiro nem sempre é necessário para fazer uma economia funcionar. De fato, a definição de economia é a riqueza e os recursos de um país ou região, especialmente em termos de produção e consumo de bens e serviços. Se você tem um produto ou serviço para trocar por outras coisas que você precisa, não tenha medo de negociar.</p>



<p>Ex: Negocie a permuta de serviços de beleza em troca do serviço de babás.Serviços de Social Mídia por uma reparação em seu automóvel.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">15° MUDE SEUS HÁBITOS DE COMPRA</h3>



<p>Pode ser inconveniente rastrear empresas negras que fornecem os bens e serviços que você está procurando. Praticar a economia em grupo significa mudar alguns dos seus hábitos de compra para beneficiar sua comunidade. Por exemplo, em vez de usar o Google para encontrar uma empresa com o que você quer por perto, use uma lista de empresas da Pretas. Em vez de fazer compras em lojas físicas, use a internet para encontrar produtores pretos, Você pode encontrá-los no <a href="https://marketing.movimentoblackmoney.com.br/mercado-black-money">Mercado Black Money</a>, e comprar itens antes de precisar deles. Isso reduz a necessidade de se esgotar e comprar papel higiênico e sabonete no último minuto. Você pode ter que andar um pouco mais, ou gastar um pouco mais, mas o retorno do nosso investimento na comunidade irá superar o inconveniente.&nbsp;</p>



<h3 class="wp-block-heading">16° VOTE COM SEU DINHEIRO</h3>



<p>Em seu livro, ‘Powernomics’, o Dr. Claude Anderson discute a ligação entre grupos econômicos e políticos. Os políticos têm o poder de escrever as zonas econômicas na política, dando a proteção da lei às operações pretas e às zonas econômicas.</p>



<p>Apoie mandatos coletivos Pretos, apoie com o financiamento de candidaturas pretas. Coloque os políticos e vereadores em alerta: Ou cuidam do dinheiro dos Pretos, ou vamos tirar seu dinheiro. Funcionou em Ferguson (EUA), pode funcionar em qualquer lugar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">17° LUTA POR REPARAÇÕES</h3>



<p>Alguns podem não ver reparações como praticantes da economia de grupo. Mas o fato é que a Bélgica ainda está ganhando juros sobre o dinheiro obtido do trabalho escravo no Congo sob o governo do rei Leopoldo III. Os Estados Unidos devem seu sucesso econômico ao trabalho escravo Preto. O Brasil foi o último país a “acabar com a escravidão” e para aumentar o nível de desigualdade a primeira Lei de cotas foi a Lei do Boi , a primeira lei no Brasil a garantir cotas nas universidades públicas. E tenham a certeza de que, pelo período (ditadura) e pelo ocupante do posto de presidente, essa lei de cotas não foi para os pobres.</p>



<p>Se os TRILHÕES de dólares que foram dados a outras raças, ou que permanecem trancados nas contas bancárias de nações brancas forem liberados de volta para nossa posse, esse dinheiro poderia ser usado para recuperar o controle sobre as fontes de produção, terra e manufatura. Só isso poderia mudar nossa posição econômica por gerações.</p>



<h3 class="wp-block-heading">18° CONSTRUIR UMA COOPERATIVA</h3>



<p>Uma Cooperativa é o título profissional para um grupo de pessoas trabalhando juntas para benefício mútuo. Um negócio cooperativo pertence às pessoas que o utilizam – pessoas que se organizaram para se proverem dos bens e serviços de que necessitam, ao mesmo tempo que ganham dinheiro.</p>



<p>Os proprietários se reúnem regularmente, apresentam e ouvem relatórios sobre suas atividades comerciais e de investimento e contratam Gerentes Gerais para lidar com assuntos do dia-a-dia em suas empresas. Os membros investem nos negócios para fornecer capital para uma operação forte e eficiente e, quando as empresas começam a ganhar dinheiro, os lucros são devolvidos aos membros da cooperativa.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://images.pexels.com/photos/1181355/pexels-photo-1181355.jpeg?auto=compress&amp;cs=tinysrgb&amp;h=750&amp;w=1260" alt="Pessoas Sentadas Ao Lado De Uma Mesa De Madeira Marrom Perto De Uma Tv De Tela Plana"/><figcaption>Imagem: Pexels.com</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">19° CONTRATAR PRETOS</h3>



<p>&nbsp;Ao contratar seu próprio pessoal, você pode dar uma oportunidade a um membro da comunidade que pode não ter tido a chance de provar seus talentos no mercado de trabalho.</p>



<p>Embora não seja fácil treinar e reter funcionários, se você estiver disposto a colocar em prática o esforço, isso será recompensado em um negócio em expansão e uma melhoria geral nas condições de nosso pessoal.</p>



<h3 class="wp-block-heading">20° APRENDA OS FUNDAMENTOS DA ECONOMIA, DO ESPÍRITO DO EMPREENDEDORISMO E DO FINANCIAMENTO</h3>



<p>Isso não deveria ser dito, mas se você não entende de economia, você é menos capaz de “subir” e fazer a economia funcionar para você. Faça o dinheiro trabalhar para você.</p>



<p>Você não precisa voltar para a faculdade para entender como os sistemas econômicos funcionam. Você pode criar seu próprio currículo aprendendo com aqueles que entendem o assunto e conseguiram grandes feitos.</p>



<p>Seguindo essas dicas o caminho para fortalecer a comunidade e a filosofia Black Money se tornarão menos complexos ainda que desafiadores. É possível conquistar a emancipação econômica e fazer o dinheiro girar entre pessoas negras através das gerações.</p>
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		<title>Preto consome preto: Um plano de poder para o povo negro conquistar a liberdade econômica</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/preto-consome-preto-um-plano-de-poder-para-o-povo-negro-passar-pela-sua-liberdade-economica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jul 2021 19:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimento Black Money]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
		<category><![CDATA[marketplace]]></category>
		<category><![CDATA[MBM]]></category>
		<category><![CDATA[movimento black money]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#201; preciso compreender que vivemos em um sistema econ&#244;mico feito para privilegiar brancos e dificilmente uma pessoa negra costuma ter oportunidades de passar um neg&#243;cio para seus filhos. A tend&#234;ncia, se n&#227;o mudarmos as configura&#231;&#245;es atuais, &#233; que os filhos dos negros e seus netos continuem a ser contratados por &#250;ltimo e serem&#160; demitidos primeiro.&#160; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>É preciso compreender que vivemos em um<strong> sistema econômico feito para privilegiar brancos</strong> e dificilmente uma pessoa negra costuma ter oportunidades de passar um negócio para seus filhos. A tendência, se não mudarmos as configurações atuais, é que os filhos dos negros e seus netos continuem a ser contratados por último e serem&nbsp; demitidos primeiro.&nbsp;</p>



<p>Você entende que o sentimento de povo, de nação não pode ser construído sobre caridade, doações ou dependência de outros grupos para fornecer à sua comunidade as necessidades básicas para viver.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://movimentoblackmoney.com.br/wp-content/uploads/2019/10/StartBlackUp-Pocket-01-240819-174117-1024x819.jpg" alt="" /><figcaption>Imagem: Humberto Souza</figcaption></figure>



<p>Estas são dicas testadas, adaptadas do livro “<strong>PowerNomics</strong>”, de <strong>Claud Anderson</strong> e possuem o poder de transformar a comunidade negra. Todas as dicas visam mudar a história do povo preto no Brasil como consequência de sua liberdade econômica.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong><strong>1° PRODUZA UM PRODUTO</strong></strong></h2>



<p>Um produto é qualquer item físico que você cria para vender. Olhe ao seu redor: tudo o que você vê é um produto criado por outra pessoa. Você pode fazer o mesmo. Os melhores produtos são aqueles que resolvem uma necessidade existente. Pense em papel higiênico, pasta de dentes, roupas e livros que ensinam os leitores a resolver um problema ou entender um assunto importante, ou itens que ajudam os clientes a se expressarem.</p>



<p>Você também pode melhorar um produto existente. Crie uma melhor torneira. Crie um banheiro melhor. Será difícil? Certamente. Será que vai valer a pena?&nbsp;</p>



<p>Estudo de caso: Eu conheci uma irmã que trabalhava em uma loja de acessórios. Ela odiava seu emprego, mas montava combinações de jóias que não estavam disponíveis no catálogo da loja. Quando as vendas no trabalho não davam certo, ela produzia sua própria arte e vendia em feiras livres para os mesmos clientes. Em vez da empresa obter a participação no lucro do produto, isto vai direto para ela. É assim que você cria um produto e consegue autonomia.</p>



<h3 class="wp-block-heading">2° PRESTAR UM SERVIÇO</h3>



<p>Um serviço é qualquer habilidade que você possui e que o mercado precisa e está disposto a pagar. Encanadores, mecânicos, barbeiros, tatuadores, programadores de computador e pintores têm habilidades para as quais o mercado está disposto a pagar muito dinheiro.&nbsp;</p>



<p>&nbsp;O&nbsp; tempo é o bem mais valioso da Terra, por isso serviços que economizam tempo das pessoas são cada vez mais desejados. Se você tem habilidades que as pessoas em média não possuem, use como oportunidade para ganhar dinheiro. Conserte um computador, troque uma torneira. Encontre como prover esses serviços e também como encontrar prestadores pretos para realizar todos esses mesmos serviços para você.&nbsp;O <a href="https://afrosaude.com.br/">Afrosaúde</a> é um exemplo.</p>



<p>Exemplo: Com o envelhecimento da nossa população, a necessidade de serviços pessoais vai disparar. Muitos idosos não podem mais fazer suas próprias compras e necessitarão de cuidados especiais, então pode haver um mercado lá.</p>



<h3 class="wp-block-heading">3° TAREFAS TERCEIRIZADAS A UM MEMBRO DA COMUNIDADE</h3>



<p>Nos negócios, a terceirização é a contratação de um processo de negócios para outra parte. Se você está no negócio, você não pode fazer tudo sozinho. Terceirização é como contratar um profissional para cuidar de tarefas únicas. A terceirização não é tão cara quanto possa parecer. Você pode terceirizar web design, programação de computadores, contabilidade, marketing digital (conhece a irmã <a href="http://simaraconceicao.com/marketing-digital-afroempreendedores/">Simara</a>) e quase tudo o que você precisa fazer.</p>



<p>Aqui no MBM terceirizamos várias atividades para outros irmãos Pretos. Mesmo que você não consiga encontrar um provedor de serviços Pretos perto de você, vale procurar no Google.</p>



<h3 class="wp-block-heading">4° ABRA UMA LOJA ONLINE</h3>



<p>Depois de criar produtos e/ou serviços para vender, é necessário encontrar as pessoas que estão dispostas a comprar de você. Nesse momento você deveria começar a pensar na estratégia de comunicação e na construção de seu ponto de venda, ou seja, <a href="https://movimentoblackmoney.com.br/12-motivos-por-que-sua-empresa-precisa-de-um-site-para-sobreviver-no-mercado/">sua loja on-line</a>.</p>



<p>Ao abrir uma loja online, você terá a crença que tem acesso a um mundo de clientes. Ledo engano … você precisará trazer audiência para sua loja, mas se outras pessoas o têm feito e ganham a vida com isso, você também pode!</p>



<p>Que tal facilitar a busca por audiência posicionando sua loja em um <a href="http://www.mercadoblackmoney.com.br/">Marketplace para Comunidade Negra</a>? Você não terá custos para criação da loja, nem a burocracia de administração e criação da arquitetura de informação, sendo assim um importante primeiro passo para começar sua jornada no mundo on-line.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://movimentoblackmoney.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Analise_De_Concorrencia-1024x683.jpg" alt="Análise de concorrência: descubra como se destacar no mercado" /><figcaption>Imagem: Movimento Black Money</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading">5° ABRA UMA LOJA DE ARTIGOS DE PRIMEIRA NECESSIDADE</h3>



<p>Embora possa ser mais caro <a href="https://movimentoblackmoney.com.br/criar-as-nossas-proprias-solucoes/">abrir uma loja física</a> em comparação a uma loja on-line, há muitos benefícios. Primeiro, quando se discute economia de grupo, as lojas físicas oferecem “âncoras” na comunidade. Muitas pessoas consideram as empresas em torno deles como um benefício de viver em uma área particular. Pense em barbearias populares, restaurantes ou lojas de conveniência.</p>



<p>Se as empresas são de propriedade de Pretos (como o <a href="https://45velho.wixsite.com/velho-45">Velho45</a>) e fornecem bens ou serviços de qualidade, isso pode ter um impacto positivo em toda a comunidade. Há também menos concorrência, já que qualquer um pode abrir um negócio on-line, mas nem todo mundo está disposto a abrir as portas fisicamente!</p>



<h2 class="wp-block-heading">6° TRAGA EVENTOS ONLINE PARA A COMUNIDADE</h2>



<p>Organize experiências de comunidade, seminários econômicos de grupos locais, venda de terrenos comunitários e outros eventos que ensinem o restante da comunidade a colocar essas dicas em prática. Encontre um centro comunitário, um clube para meninos e meninas ou uma escola com auditório ou academia e comece a trabalhar. Quanto mais as pessoas virem sua comunidade negra se unindo, mais estarão dispostas a participar.</p>



<p>Fazer a <strong>Comunidade Negra se engajar </strong>&nbsp;é praticar <strong>Black Money!</strong>&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">7° COMPRE PRETO – USE LISTA DE NEGÓCIOS PRETOS</h2>



<p>Há milhares de negócios Pretos existentes. Sabemos que essas empresas pretas variam do local ao global mas a pergunta que não quer calar é: Por que você não está comprando deles?</p>



<p>Muitas pessoas dizem que não compram por ter dificuldade de encontrar os negócios e empreendedores pretos e por isso criamos o <a href="https://marketing.movimentoblackmoney.com.br/mercado-black-money">Mercado Black Money</a>, <strong>o Marketplace que permite a conexão entre empreendedores e consumidores Negros.&nbsp;</strong></p>



<p>Se você é proprietário de uma empresa, adicione sua empresa ao nosso marketplace. Se você é um consumidor, <a href="http://marketing.movimentoblackmoney.com.br/mercado-black-money">use nosso marketplace para manter o dinheiro Preto em mãos Pretas.</a></p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://movimentoblackmoney.com.br/wp-content/uploads/2021/06/Gestao_Financeira-1024x683.jpg" alt="erros na gestão financeira de pequenos negócios para você evitar" /><figcaption>Imagem: Movimento Black Money</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading">8° CRIAR JARDINS COMUNITÁRIOS</h2>



<p>Comece a planejar e reunir tudo o que você precisa para plantar, o que ingerimos como alimento sempre fora o remédio de nossos antepassados. Se você está começando com a ideia de ingerir orgânicos e também deseja aprender como plantar a própria comida, que tal falar com o irmão da <a href="https://www.onhortas.com.br/">Loja On Hortas?</a></p>



<p>Ele poderá desenvolver em sua comunidade uma horta comunitária onde irá&nbsp; cultivar e comer, vender ou transformar em um produto para outros membros da região.</p>



<p>Minha avó tinha uma figueira, uma Nogueira-pecã e um pequeno jardim no quintal. Ela poderia fazer dezenas de produtos desses poucos recursos, incluindo conservas de figos e geléias, sobremesas, nozes para venda à kg, tortas etc. O que não podíamos comer, ela vendia. O que ela não podia vender, ela dava para o terreiro(umbanda) ou para os sem recursos.</p>



<p>As hortas comunitárias também criam oportunidades para envolver as crianças e os idosos em sua comunidade. As mães de asilos gostariam de poder voltar para casa ou a oportunidade de criar produtos com ingredientes frescos. Construir casas de santo com hortas comunitárias e aviários é um exemplo que devemos seguir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">9° COMECE A FAZER E VENDER SUAS PRÓPRIAS ROUPAS E ACESSÓRIOS</h2>



<p>Começamos vendendo camisetas e canecas em nossos eventos e entre amigos. Agora estamos fechando um co-branding com a <a href="https://www.instagram.com/euligiaparreira/">Ligia Parrera</a> da<a href="https://www.facebook.com/Devassas"> Devassas</a>, para iniciarmos nossa venda online usando <a href="https://marketing.movimentoblackmoney.com.br/mercado-black-money">nosso Marketplace</a>. Antes mesmo de “profissionalizar” a produção de nossas peças conseguimos produzir mais de 4 campanhas lucrativas de camisetas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">10° CONSTRUA UMA REDE DE PRODUÇÃO E PRODUTOS PRETOS</h2>



<p>Encontre produtos de baixo preço de fornecedores pretos e venda pelo valor de mercado. Se você puder encontrar um vendedora vendendo esculturas em madeira por R$10 e a loja virando a esquina vendendo por R$50, você encontrou uma oportunidade.</p>



<p>Lembre que precisamos comprar preto e vender para todos, mas se encontrarmos consumidores pretos precisamos controlar a “Mais Valia” (<strong>Mais-valia</strong> é uma expressão criada por <strong>Karl Marx</strong> que significa parte do valor da força de trabalho despendida por um determinado trabalhador na produção e que não é remunerado pelo patrão.)&nbsp;</p>



<p>Compre&nbsp; barato e venda caro, mas sempre coloque Race first – faça como <a href="https://www.schoolandcollegelistings.com/BR/Rio-de-Janeiro/1380696698817581/Humberto-Baltar-Consulting">o irmao Humberto Baltar</a> que sempre gera descontos entre 30% e 50% para alunos negros em suas aulas de inglês.</p>



<h2 class="wp-block-heading">CONCLUSÃO</h2>



<p>Você já entendeu o que precisa ser feito, mas entendemos que colocar em prática a filosofia do <strong>#BlackMoney</strong> pode ser desafiador. Para resolver este problema, o Movimento Black Money criou o Mini-Manual de Guerrilha da Comunidade Negra!</p>
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		<title>Pesquisa inédita mostra que o afroempreendedorismo é jovem, feminino e solitário</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/movimento-black-money-divulga-pesquisa-com-perfil-dos-empreendedores-negros-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jul 2021 18:46:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Black Money]]></category>
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		<category><![CDATA[Alan Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Black Money (MBM) , Inventivos e RD Station realizaram uma pesquisa com o perfil dos empreendedores negros no Brasil. A iniciativa Afroempreendedorismo Brasil. A iniciativa teve como principal objetivo entender as formas de empreender e os desafios encontrados na trajet&#243;ria de empreendedores pretos e pardos no pa&#237;s.&#160; Os resultados tiveram amostra feminina predominante, [&#8230;]</p>
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<p></p>
</div>



<p>O<strong> Movimento Black Money</strong> (<strong>MBM</strong>) , <strong>Inventivos</strong> e<strong> RD Station</strong> realizaram uma pesquisa com o perfil dos <strong>empreendedores negros</strong> no Brasil. A iniciativa <strong>Afroempreendedorismo Brasil</strong>. A iniciativa teve como principal objetivo entender as formas de empreender e os desafios encontrados na trajetória de empreendedores pretos e pardos no país.&nbsp;</p>



<p>Os resultados tiveram amostra feminina predominante, com as <strong>mulheres negras </strong>cis representando 61,5% do recorte da pesquisa e os homens pretos cis representando 36,4%. A pesquisa mostrou que os afroempreendedores são em sua maioria jovens adultos, sendo 35,8% pertencentes a faixa etária entre 25 e 34 anos de idade.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://pbs.twimg.com/media/EpieWrqW4AACHK4.jpg:large" alt="Tati Nefertari do Vigor en Twitter: &quot;Vamos de indicar o trabalho de pessoas  negras? Ano passado eu tomei a decisão de me cuidar com pessoas pretas e  precisava mt cuidar da pele,"/><figcaption>Zarah Flor (Imagem: Twitter Zarah Flor)</figcaption></figure>



<p>O afroempreendedorismo é, em sua maioria, <strong>feminino</strong>, solitário e está fortemente ligado ao comércio, à comunicação e à indústria de cuidados. <strong>Saúde e estética</strong> representam 14,3% da fatia encabeçada por pessoas negras, seguido pelo E-commerce e varejo, ambos com 10,4% e em terceiro lugar agências de marketing e publicidade com 8,4%. “As indústrias predominantes refletem uma herança ancestral de cuidados coletivos, mas também, infelizmente, a herança escravocrata de estar a serviço do outro ou da outra”, diz<strong> Nina Silva</strong>, <strong>CEO do Movimento Black Money</strong>.</p>



<p>Um exemplo bem-sucedido no ramo estético é a <strong>Zarah Flor Estética e Laser</strong>, fundada pela empresária Zarah FLor (35). Com público majoritariamente composto por mulheres negras, Flor usou as dificuldades de trabalhar em regime CLT após o nascimento da primeira filha como trampolim para começar a empreender. &#8220;Comecei a empreender em 2014, quando nasceu minha primeira filha. Não tinha com quem deixá-la e não podia cumprir a jornada CLT. Comecei praticamente sem nada, só eu e minha maca. Usava o que faturava para investir em capacitação. Trabalhei sozinha até 2018, quando comecei a contratar e expandir. Eu trabalhava com laser e sempre via como as mulheres negras eram mal atendidas nas clínicas e como o laser queimava a nossa pele, porque ninguém tinha se dedicado a criar um método que nos atendesse. Decidi desenvolver meus próprios protocolos, pois não existia. Por conta das dificuldades burocráticas e exigências, tivemos muitas barreiras para encontrar um espaço. Por 5 anos dividimos o imóvel com outras pessoas e isso nos impedia de crescer. Tive que pedir ajuda para financiar as máquinas e só consegui alugar um lugar maior quando o proprietário flexibilizou o seguro-fiança por causa da pandemia. Meus principais desafios são marketing, vendas e sistema de agendamento. Tenho uma clínica em São Paulo e uma filial no Rio de Janeiro&#8221;, diz Zarah.</p>



<p>&nbsp;Embora&nbsp; 61,9% dos afroempreendedores tenham ensino superior, apenas 15,8% possuem renda familiar superior a 6 salários mínimos, o que coloca a necessidade financeira como principal motivo para a abertura de negócios. Outro fator são as dores que pessoas pretas passam e veem, que acaba se tornando uma força motriz para empreender. Um exemplo é o empresário <strong>Maurício Delfino</strong>, de 45 anos. Ele fundou a <strong>Da Minha Cor</strong>, primeira marca a pensar em toucas de natação para cabelos afro e volumosos.&nbsp; “Ainda lembro da cena durante a minha infância de mulheres alisando seus cabelos com ferro quente para não serem incomodadas pelos patrões. Elas tinham de deixar de ser quem eram para serem aceitas. Foi essa recordação que me inspirou a criar a Da Minha Cor em 2018. Ao ver a dificuldade que negros e negras tinham para usar toucas de natação, decidi investir na ideia de criar modelos para cabelos afrovolumosos”, diz Delfino.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://s.yimg.com/ny/api/res/1.2/tw.HHV4sfX9RUdfrAPW5Eg--/YXBwaWQ9aGlnaGxhbmRlcjt3PTY0MDtoPTY0MA--/https://media-mbst-pub-ue1.s3.amazonaws.com/creatr-uploaded-images/2019-10/bec7d0f0-fc20-11e9-af9f-59456dc8e0fb" alt="Empresa brasileira cria touca de natação para cabelos afro"/><figcaption>Mauricio Delfino, fundador da empresa Da Minha Cor (Imagem:Yahoo)</figcaption></figure>



<p>Embora o negócio tenha dado certo e hoje a Da Minha Cor forneça até produtos descartáveis para fábricas e hospitais, ainda hoje enfrenta percalços ao tentar linhas de crédito.&nbsp; “Se eu tenho uma ideia brilhante, o banco pede a minha casa de garantia. Se eu me arrisco a aceitar isso e consigo fazer vender, o dinheiro do pagamento fica retido, porque o meu cliente é visto como suspeito. Se você não tem musculatura, inteligência para lidar com isso, você não aguenta. Já tive dinheiro de venda retido pelo banco simplesmente por ser uma alta quantia vinda de um país africano”, conta.</p>



<p>O acesso a crédito e preconceito racial ainda são os maiores obstáculos para que uma pessoa negra possa iniciar um negócio. 40,4% dos entrevistados relatam que suas maiores dificuldades vieram do processo de concessão de empréstimos, seguido do racismo, com 30,7%. Para <strong>Alan Soares</strong>, CEO do MBM, o<strong> crédito solidário</strong> (em que uma pessoa leva mais de um avalista), as cooperativas de crédito para afroempreendedores, linhas exclusivas do BNDES (ações afirmativas) são possíveis soluções para o problema. “Mas a influência do racismo estrutural não para por aí”, diz Soares.</p>



<p>Outro obstáculo relatado pelos pesquisados é o desconhecimento de estratégias digitais (50,9%) e de métodos para tornar seus negócios rentáveis (59,2%). Com a identificação dessa dificuldade potencializada pela pandemia do novo coronavírus o MBM o<strong><a href="https://www.mercadoblackmoney.com.br/"> Mercado Black Money</a></strong>, marketplace voltado para empreendedores negros, atingindo um crescimento de mais de 1000% de afroempreendedores cadastrados e no número de compradores no e-commerce.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/188870310_1160505984422577_7045773370607967851_n-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-37045" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/188870310_1160505984422577_7045773370607967851_n-819x1024.jpg 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/188870310_1160505984422577_7045773370607967851_n-240x300.jpg 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/188870310_1160505984422577_7045773370607967851_n-120x150.jpg 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/188870310_1160505984422577_7045773370607967851_n-768x960.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/188870310_1160505984422577_7045773370607967851_n-696x870.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/188870310_1160505984422577_7045773370607967851_n-336x420.jpg 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/07/188870310_1160505984422577_7045773370607967851_n.jpg 960w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption>Marcelo Duarte (Imagem: Instagram/Marcelo Duarte Sports)</figcaption></figure>



<p>Os impactos da pandemia aliado à dificuldade de conseguir crédito por causa do racismo foram relatados por <strong>Marcelo Duarte</strong>, (48) fundador da <strong>Marcelo Duarte Sports</strong>, empresa de treinamento esportivo. Em 2020, o governo informou que iria disponibilizar uma linha de crédito para pequenos e médios empresários, incluindo MEI. Imediatamente busquei as informações e providenciei toda a documentação para que pudesse solicitar essa linha de crédito, que tinha a promessa de liberação em até 48h. Fiz três tentativas; cada tentativa tinha em torno de 7 a 10 dias para receber o feedback de positivo ou negativo, sendo que tinha colegas brancos que partiram para o mesmo cenário e tiveram o feedback em 48h como era promessa do governo e com taxa de juros menores. Em uma das tentativas houve uma parte emblemática. Em uma conversa com a gerente do banco, ela me disse que seria mais fácil se eu enviasse uma foto minha para que as pessoas pudessem ver quem estava pedindo o crédito. Eu não tinha nenhuma restrição ou problema bancário que pudesse negar a linha de crédito. Em contato com outros afroempreendedores, soube que passaram por situações semelhantes em outras instituições bancárias”, revela.</p>



<p>Hoje, às 16h no<a href="https://materiais.resultadosdigitais.com.br/social-media-day-2021?utm_campaign=br-part-rdsm-campanha-newsletter-junho-2021__ags-fsla-6m&amp;utm_medium=email&amp;utm_source=RD+Station">&nbsp;<strong>Social Media Day</strong></a>, Nina Silva do Movimento Black Money comentará a pesquisa com detalhes e vai discorrer sobre os achados da iniciativa</p>
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		<title>Inglês para afroempreendedores: Inscrições abertas para programa de ensino gratuito para negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ingles-para-afroempreendedores-inscricoes-abertas-para-programa-de-ensino-gratuito-para-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rakeche Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 17:52:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Embaixada e os Consulados dos EUA no Brasil, em parceria com o Grupo &#8216;+Unidos&#8217; est&#227;o oferecendo 140 vagas para capacitar jovens profissionais e/ou empreendedores negros e ind&#237;genas de todo o Brasil. O programa, que tem inscri&#231;&#245;es abertas at&#233; o dia 17 de janeiro de 2021, disponibilizar&#225; 210 horas de ensino da l&#237;ngua inglesa para [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Embaixada e os Consulados dos EUA no Brasil, em parceria com o Grupo ‘+Unidos’ estão oferecendo 140 vagas para capacitar jovens profissionais e/ou empreendedores negros e indígenas de todo o Brasil.</p>



<p>O programa, que tem inscrições abertas até o dia 17 de janeiro de 2021, disponibilizará 210 horas de ensino da língua inglesa para jovens empreendedores que tenham entre 18 e 35 anos de idade, contando com o requisito de que eles tenham o conhecimento básico A2 do inglês.</p>



<p>O perfil do candidato é de que, ao se inscrever, ele consiga “entender frases e expressões frequentemente utilizadas ou relacionadas a áreas de relevância imediata, comunicar-se durante tarefas simples e de rotina, sendo capaz de trocar informações curtas e descrever em palavras simples aspectos da sua experiência, ambiente e assuntos de necessidade imediata”.</p>



<p>Ao fim do curso, cada estudante será submetido ao Teste de Inglês para Comunicação Internacional (TOEIC), exame que mede o nível de proficiência no idioma. Além de emitir certificação reconhecida internacionalmente, tanto no mercado de trabalho como em universidades.</p>



<p>O curso começará em março, após a conclusão do processo seletivo e além das atividades extracurriculares para aperfeiçoar o idioma, contará com mentorias e diálogos com profissionais&nbsp;das carreiras escolhidas pelos alunos.</p>



<p><strong>Saiba mais</strong><strong></strong></p>



<p><strong><em>Site:</em></strong>&nbsp;maisunidos.org<br>Instagram:unidosmais<strong></strong></p>



<p><strong>Inscrições</strong> <strong>aqui</strong>: <a href="http://maisunidos.org/accesse2c/?fbclid=IwAR29G32VJH2yku1gVy80cWUEgRwKydmq-KR6ixirA_j6Rm2J4WBZz3BRcB0">Acesse </a></p>
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		<title>Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino e o afroempreendedorismo durante a pandemia</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dia-mundial-do-empreendedorismo-feminino-e-o-afroempreendedorismo-durante-a-pandemia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2020 17:54:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
		<category><![CDATA[dia mundial do empreendedorismo feminino]]></category>
		<category><![CDATA[feira preta]]></category>
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		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[sebrae]]></category>
		<category><![CDATA[startup]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 19 de novembro, &#233; celebrado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, data criada pela Organiza&#231;&#227;o das Na&#231;&#245;es Unidas (ONU), com o intuito de homenagear as mulheres e seus neg&#243;cios pr&#243;prios. Sabemos que 48% do total de microempreendedores individuais (MEI) brasileiros s&#227;o mulheres. E segundo o Sebrae (Servi&#231;o Brasileiro de Apoio &#224;s Micro e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 19 de novembro, é celebrado o Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o intuito de homenagear as mulheres e seus negócios próprios. Sabemos que 48% do total de microempreendedores individuais (MEI) brasileiros são mulheres. E segundo o Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), apenas nos últimos dois anos, o número de mulheres que empreendem como principal fonte de renda subiu de 38% para 45%. Mas, a verdade é que sempre precisamos analisar este tipo de pauta e celebração do ponto de vista da mulher negra, pois é a partir do recorte racial que parte nossa régua.&nbsp;</p>



<p>Por isso, nesta data o Mundo Negro conversou com a afroempreendedora e consultora de negócios Caroline Moreira, CEO da rede Negras Plurais &#8211; uma <em>startup </em>e aceleradora de negócios de mulheres negras. Caroline é graduada em Ciências Contábeis, especialista em autoconhecimento e responsabilidade social. Além disso, também atua como facilitadora do Afrolab da Feira Preta e como curadora e Gerente de Projetos do Canal Preto do MPT, OIT e ONU.</p>



<p>Confira a entrevista completa:</p>



<p><strong>Mundo Negro: Conte sua trajetória no empreendedorismo, dores e glórias.<br></strong><em>Caroline Moreira:</em><strong> </strong>Minha trajetória como empreendedora começa aos 16 anos quando eu comecei a trabalhar e já decidi que teria uma renda extra, a partir da venda de bolos e doces. Isso foi algo que aprendi com a minha mãe e com a minha avó. E sempre gostei muito de vender, então comecei entendendo isso quanto um bico, e não empreendedorismo. Em 2000, quando entrei na faculdade, no curso de Ciências Contábeis, comecei a fazer renda extra vendendo trufas. Então, a minha trajetória começa muito desse lugar de entender que a trufa não era só uma trufa, mas sim um negócio. Dalí, passei a montar uma rede de revendedoras de trufas na faculdade, e isso foi se ampliando. Depois disso, trabalhei em diversas empresas, mas sempre tendo outros trabalhos autônomos em paralelo. O trabalho por si só, nunca me satisfazia, então eu sempre tinha que continuar o comércio de alguma coisa. Eu vendi bolsas, bijuterias, marmitas, doces, pizza, estava sempre vendendo algo durante todo o meu período de formação &#8211; que foi bem longo, pois levei mais de 10 anos para me formar. Mais tarde, quando eu me vi mãe, e ainda na faculdade, entendi que existia um outro lugar e que eu gostaria muito de entender, que era sobre mim, sobre me entender quanto mulher negra, sobre o que significava o racismo na minha vida, e foi aí que fui começando a me descobrir negra. A partir deste despertar, eu entendi que existia um caminho que era o do afroempreendedorismo, ou seja, um empreendedorismo pautado nas questões raciais. Neste momento, a faculdade já não estava mais dando conta dessa expectativa que eu estava, desta descoberta que eu estava vivendo e deste empreendedorismo que eu estava conhecendo. Então comecei com algumas amigas a criar alguns projetos, o último deles foi o “Três Tons de Preto”, a primeira produtora de cultura negra em Porto Alegre. Este trabalho teve uma repercussão nacional, o que levou à grupos de influenciadoras, intelectuais e artistas negras. E foi aí que eu comecei a entender que existiam vários processos nossos enquanto mulheres negras, e que eu poderia ser uma facilitadora pela minha rede de contatos.&nbsp;</p>



<p><strong>Mundo Negro: Como foi o processo de começar a levar esse conhecimento para outras mulheres?</strong><br><em>CM:</em> Tive a ideia de fazer um evento, reunindo as mulheres negras que passaram a me ensinar muito sobre negócios e negritude. Meu objetivo era ampliar esse conhecimento, de levar à outras mulheres. E aí eu criei a rede Negras Plurais, que é o meu empreendimento atual, desde 2018. Apesar da rede ter sido o meu reposicionamento no mercado quanto empreendedora solo, eu queria que fosse um trabalho coletivo, trazendo as mulheres que me ensinaram e proporcionando conhecimento à novas mulheres.&nbsp;Então daí a criação da rede Negras Plurais teve esse norte de levar o conhecimento por meio de workshops. Os temas abordados são crenças limitantes e processos internos, além das técnicas que precisamos para manter os nossos negócios de forma competitiva no mercado. E com esses processos eu também fui aprendendo, estudando, até para que quando faltasse alguém para falar de determinado tema, eu estivesse pronta a apresentar. Como sou formada em Ciências Contábeis, acabou que a parte de finanças e precificação, comecei a abordar tanto nos workshops, quanto para empresas. Assim, a Negras Plurais foi tomando um rumo dentro do que eu já imaginava que seria, que era a criação da plataforma digital.&nbsp;</p>



<p><strong>Mundo Negro: Pensando nesta data do Dia Mundial do Empreendedorismo Feminino, você acredita que as afroempreendedoras realmente comemoram esta data?</strong><br><em>CM:</em> Existem vitórias que às vezes não conseguimos nem comemorar, ou porque não dá tempo em meio a tanta correria, ou mesmo porque nos sentimos constrangidas. É como se fosse errado podermos exaltar que demos certo em nosso projetos, sendo que na minha concepção esse dar certo para nós pessoas negras, vai muito além do dinheiro. Me vejo como um caminho, de facilitar que mais mulheres negras possam chegar aonde outras chegaram, mas de forma mais leve, mais consciente e conectada com seus propósitos e sua ancestralidade.Eu apanho muito do sistema que decidi combater, que é o racismo. Mudei a minha forma de trabalhar, pois trabalhava muito no meio da militância, e então passando a trabalhar mais no meio do empreendedorismo hoje coloco foco nas potências, ao invés das dores. Eu aprendo todos os dias com todas as mulheres que mentoro e que estão na minha rede.&nbsp;</p>



<p><strong>Mundo Negro: Com a chegada da pandemia e do isolamento social, como você se organizou pessoalmente e quanto empresa?</strong><br><em>CM:</em> Eu já estava em isolamento, pois tinha acabado de ganhar minha filha. Eu já tinha planejado o que iria fazer em 2020, então quando todo mundo parou, eu apenas segui com os meus planos. Para mim, a pandemia acabou sendo uma oportunidade, pois eu vi que estava acontecendo um desespero em massa dos afroempreendedores sobre o que seria dessas marcas com a pandemia. Então quis promover uma tranquilidade de vivência, explicando que crise é algo que o povo negro sempre viveu, e a pandemia era apenas mais uma experiência para atuarmos como gestores de crise. Com tudo isso, decidi impulsionar o meu negócio, e por fim, colocar essa plataforma oficialmente no mercado. Oficialmente, porque já fazem 5 anos que eu sou uma referência para curadoria de pessoas, que me pedem indicações devido à minha grande rede de contatos. Isso também era fundamental, já que eu preciso ampliar o meu negócio quanto <em>startup</em> e trazer novas possibilidades. Quando a gente se torna essa plataforma, ficamos sem tempo de executar o que realmente queremos, que é essa transformação social. Essa ideia da plataforma digital já estava no papel desde a criação da Negras Plurais em 2018, porém eu ainda não tinha os recursos necessários. Então criamos o financiamento coletivo e o aplicativo já está pronto, na última fase de planejamentos para o lançamento oficial. A ideia é que esta não seja apenas mais uma ferramenta, estamos entrando no mercado para competir com os grandes do mercado, nos mais variados segmentos: moda, alimentação, beleza, entre outras. E sim, é importante ressaltar que nós negros temos que pensar que vamos competir e principalmente, em como seremos um diferencial nessa concorrência. Eu tirei esse mês de novembro para focar nos estudos, estou fazendo cursos todos os dias da semana, para ser assertiva com este lançamento. </p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow"><p>&#8220;Somos negras durante todos os 12 meses do ano, não será novembro que determinará o quão relevante é o meu trabalho.&#8221;</p></blockquote>



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		<title>Programa “Afronegócios Virando a Onda” contemplará 200 afroempreendedores</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/programa-afronegocios-virando-a-onda-contemplara-200-afroempreendedores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 23:18:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
		<category><![CDATA[economia colaborativa]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O programa &#8220;Afroneg&#243;cios Virando a Onda&#8221; contemplar&#225; micro e pequenos empreendedores afro-brasileiros com apoio do MentPreta, bra&#231;o da REAFRO que d&#225; mentorias empresariais individuais e em grupo. Temas como, transforma&#231;&#227;o digital, gest&#227;o financeira e plano e gest&#227;o de neg&#243;cios ser&#227;o abordados no curso de Afroempreendedorismo e Economia Colaborativa. O projeto que contemplar&#225; 200 afroempreendedores e [&#8230;]</p>
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<p>O programa “Afronegócios Virando a Onda” contemplará micro e pequenos empreendedores afro-brasileiros com apoio do MentPreta, braço da REAFRO que dá mentorias empresariais individuais e em grupo. Temas como, transformação digital, gestão financeira e plano e gestão de negócios serão abordados no curso de Afroempreendedorismo e Economia Colaborativa. O projeto que contemplará 200 afroempreendedores e afroempreendedoras do Rio de Janeiro e de São Paulo, já está com as inscrições abertas e vão até 30 de novembro. As aulas terão início em 10 de dezembro.</p>



<p>Por meio de mentorias e cursos para impulsionar o potencial de mercado dos participantes. A REAFRO é uma associação sem fins lucrativos que tem a missão de fortalecer o afroempreendedorismo por meio da educação empreendedora. Já o UnitedHealth Group Brasil reúne a operadora de planos de saúde Amil e o grupo médico-hospitalar Americas, reunindo 33 hospitais no país, a maioria na área de atuação do programa.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>“Esse programa nasce da compreensão do UnitedHealth Group Brasil sobre a importância dos impactos sociais na coletividade em que vivemos. O objetivo é gerar uma grande onda de fortalecimento do afroempreendedorismo para ajudar a impulsionar os negócios através da ampliação do conhecimento sobre gestão e oportunidades&nbsp; de mercado. E, ao mesmo tempo, incentivar outras grandes empresas a fazerem o mesmo”, destaca o vice-presidente de Relações Institucionais do UnitedHealth Group Brasil, Renato Casarotti.&nbsp;</p>



<p>Para esta edição do projeto serão investidos cerca de R$ 200 mil. A Presidente da REAFRO, Aparecida da Silva, acredita que o apoio de uma instituição tão respeitada como o UnitedHealth Group Brasil é essencial para amplificar a potência da comunidade preta e parda no país. “Os negros e negras são a maioria dos empreendedores brasileiros. Muitos o fazem por necessidade e falta de oportunidade, então, precisamos capacitar para movimentar ainda mais o cenário econômico no Brasil. O apoio de empresas da magnitude do UnitedHealth Group Brasil faz com que cada vez mais se fomente a responsabilidade social”.</p>



<p>Para se inscrever no “Afronegócios Virando a Onda” os interessados devem entrar no site da Reafro e clicar na logomarca do programa para acessar a ficha de inscrição: <a href="https://reafro.org/site/">https://reafro.org/site/</a>.&nbsp;&nbsp;</p>



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		<title>30 mulheres negras e indígenas serão impulsionadas por programa de empreendedorismo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/30-mulheres-negras-e-indigenas-serao-impulsionadas-por-programa-de-empreendedorismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Nov 2020 17:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
		<category><![CDATA[edital]]></category>
		<category><![CDATA[Itau]]></category>
		<category><![CDATA[MEI]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A quarta edi&#231;&#227;o do Programa Ita&#250; Mulher Empreendedora em parceria com a DIVER.SSA, oferece acelera&#231;&#227;o de neg&#243;cios &#224; mulheres negras e ind&#237;genas, sendo que at&#233; o final da edi&#231;&#227;o 2021, cinco finalistas receber&#227;o al&#233;m do treinamento oferecido pelo programa, um investimento semente no valor de R$ 10 mil. Para participar do programa, as empreendedoras devem [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A quarta edição do Programa Itaú Mulher Empreendedora em parceria com a DIVER.SSA, oferece aceleração de negócios à mulheres negras e indígenas, sendo que até o final da edição 2021, cinco finalistas receberão além do treinamento oferecido pelo programa, um investimento semente no valor de R$ 10 mil. Para participar do programa, as empreendedoras devem seguir as orientações dispostas no edital Itaú Mulher Empreendedora + DIVER.SSA, com inscrições abertas de 30 de outubro a 20 de novembro.</p>



<p>A metodologia tem por base os pilares do autoconhecimento, da autoconfiança e da autogestão. O projeto busca empreendedoras com os mais diversos perfis e contextos interculturais. A participação é aberta a mulheres de todo o Brasil e, nesta edição, a seleção irá priorizar negócios liderados por mulheres, negras, indígenas e LBTs (lésbicas, bissexuais e transexuais) das regiões Norte e Nordeste.</p>



<p>Os requisitos para a participação são: ser uma microempreendedora individual (MEI), ou, em caso de informalidade, capaz de comprovar existência do negócio há pelo menos dois anos — serão consideradas provas de existência, por exemplo, página em redes sociais do desenvolvimento do negócio, site de vendas, cadastro de plataformas virtuais de venda e/ou entrega de produtos. Não há limitação de idade e nem há consulta aos serviços de proteção ao crédito.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>A aceleração completa por meio da seleção de 30 empreendedoras pelo edital, tem duração de quatro meses e meio, e será dividido em três fases, conforme cronograma disponível no site do DIVER.SSA. O programa – do Itaú Mulher Empreendedora e a DIVER.SSA &#8211; tem apoio financeiro e técnico da International Finance Corporation (IFC), organização do Grupo Banco Mundial.As inscrições no programa deverão ser realizadas pela internet, através do site da DIVER.SSA – <a href="http://www.diverssa.org/itaumulherempreendedora">www.diverssa.org/itaumulherempreendedora</a>, por meio de preenchimento de formulário digital, entre os dias 30/10/2020 e 19/11/2020, até às 23h59min.</p>
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		<title>Plataforma Mafo reúne empresas e empreendedores negros brasileiros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/plataforma-mafo-reune-empresas-e-empreendedores-negros-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Oct 2020 09:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desenvolvida por ONG est&#225; dispon&#237;vel no Rio de Janeiro e pretende expandir para o restante do Brasil Como forma de agir contra &#224;s estat&#237;sticas que revelam os impactos do racismo no empreendedorismo brasileiro, a ONG Mafo, desenvolveu a plataforma de mesmo nome em que re&#250;ne empresas e empreendedores negros brasileiros. A plataforma conta com um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Desenvolvida por ONG está disponível no Rio de Janeiro e pretende expandir para o restante do Brasil</em></p>



<p>Como forma de agir contra às estatísticas que revelam os impactos do racismo no empreendedorismo brasileiro, a ONG Mafo, desenvolveu a plataforma de mesmo nome em que reúne empresas e empreendedores negros brasileiros. A plataforma conta com um cadastro completo dos empreendimentos &#8211; que lista descrição do negócio, informações de contato, local, funcionamento, categoria de negócio e produtos. Além disso, através da geolocalização o usuário é capaz de encontrar empreendedores mais próximos de sua região.&nbsp;</p>



<p>A palavra Mafo (pronúncia: ma.fô), é uma gíria em iorubá que pode ser traduzida como ”não quebre”, “não estremeça” ou “não se intimide”. Os criadores da plataforma tem como propósito estimular os empreendedores, sejam eles iniciantes ou não a nunca desistir. Por meio dela, também é possível a realização de doações ocasionais ou com recorrência mensal. Os recursos levantados são direcionados ao investimento em capacitações e aperfeiçoamentos de seus negócios.</p>



<p>A princípio a plataforma está disponível no Rio de Janeiro, mas pretende futuramente, expandir para o resto do Brasil.&nbsp;</p>
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		<title>Kristal Hansley é a primeira mulher negra a lançar uma empresa de energia solar</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/kristal-hansley-e-a-primeira-mulher-negra-a-lancar-uma-empresa-de-energia-solar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2020 17:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[afroempreendedorimo]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Determinada a ajudar fam&#237;lias de comunidades carentes que enfrentam problemas com contas de servi&#231;o p&#250;blico altas, a empres&#225;ria e defensora do uso da energia solar Kristal Hansley lan&#231;ou a WeSolar a primeira empresa de energia solar comunit&#225;ria comanda por uma mulher negra. A empres&#225;ria que liderou por um bom tempo a pol&#237;tica de assuntos comunit&#225;rios [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Determinada a ajudar famílias de comunidades carentes que enfrentam problemas com contas de serviço público altas, a empresária e defensora do uso da energia solar Kristal Hansley lançou a <a href="http://wesolar.energy/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">WeSolar</a> a primeira empresa de energia solar comunitária comanda por uma mulher negra.</p>



<p>A empresária que liderou por um bom tempo a política de assuntos comunitários no escritório da congressista Eleanor Norton. Disse ter entendido como “A energia solar poderia reduzir efetivamente o custo da eletricidade para as famílias” e então passou a se envolver no mundo da comunidade solar.</p>



<p>Hansley já tinha contato com assuntos envolvendo energia solar quando trabalhou para uma companhia regional em Maryland. E ao acompanhar o impacto positivo desta energia na vida de pessoas negras e baixa renda decidiu criar sua própria companhia. Que beneficiará especificamente famílias de comunidades como Baltimore.</p>



<p>Sabendo que pessoas negras de Baltimore têm enfrentado problemas em obter uma parcela justa de energia do governo, Hansley garantirá que pessoas negras e pobres tenham acesso aos benefícios trazidos pela energia solar, e a redução de gastos com as contas de luz são um deles.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Kristal é a primeira mulher negra a frente de uma companhia de energia solar. Por isso visa desestabilizar a indústria, que hoje é majoritariamente comandada por homens brancos. Embora recente, a “<a rel="noreferrer noopener" href="http://wesolar.energy/" target="_blank">WeSolar</a>” tem crescido rapidamente sendo a única a oferecer energia solar a preços acessíveis e priorizando comunidades carentes. </p>
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