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	<title>Arquivos afro-empreededorismo - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>“Iniciativa de Equidade Racial” recruta empreendimentos negros para financiamento de até R$ 300 mil e assistência empresarial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Oct 2023 12:26:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[afro-empreededorismo]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A NESsT, fundo de investimentos em neg&#243;cios sociais liderados por pessoas negras, est&#225; recrutando empreendimentos negros para a &#8220;Iniciativa de Equidade Racial&#8221; que vai financiar em at&#233; R$ 300 mil com o objetivo de impulsionar e impactar positivamente a comunidade negra no Brasil. Al&#233;m do financiamento, a iniciativa oferece mentoria empresarial com profissionais das redes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A NESsT, fundo de investimentos em negócios sociais liderados por pessoas negras, está recrutando empreendimentos negros para a “Iniciativa de Equidade Racial” que vai financiar em até R$ 300 mil com o objetivo de impulsionar e impactar positivamente a comunidade negra no Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do financiamento, a iniciativa oferece mentoria empresarial com profissionais das redes NESsT e acesso a uma rede de empreendedores sociais, investidores e mentores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Iniciativa de Equidade Racial tem como missão fornecer financiamento e assistência a empreendimentos voltados para o impacto da comunidade negra, criando oportunidades de renda e emprego para pessoas negras e apoiando na busca de mais capital e conhecimento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para participar, um dos critérios é que o empreendimento seja de “impacto social e/ou ambiental no Brasil que ofereçam oportunidades de vida, renda e emprego dignos à comunidade negra”. Ele também precisa estar na fase de validação (empreendimentos com um produto ou serviço validado, mas que ainda não conseguem sustentar sua operação) ou na fase de crescimento (empreendimentos cujas vendas cobrem operações iniciais, mas não conseguem investir no crescimento).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Empreendedores negros enfrentam acesso limitado tanto a capital somente quanto a capital de longo prazo. Na NESsT, priorizamos investimentos com uma perspectiva de equidade racial para garantir que beneficiem predominantemente comunidades negras e outros indivíduos excluídos no Brasil, incluindo povos indígenas, ribeirinhos e quilombola”, comenta Talita Peixoto, Gerente de Portfólio de Equidade Racial da NESsT. “Nosso portfólio de Equidade Racial demonstra nosso compromisso em impulsionar o empoderamento econômico dessas comunidades, colaborando com empreendedores negros para avançar seu impacto social e racial em um ecossistema no qual estão subrepresentados”, complementa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A inscrição pode ser feita até o dia 15 de outubro pelo link </span><a href="https://br.nesst.org/racial-equity-open-call"><span style="font-weight: 400;">https://br.nesst.org/racial-equity-open-call</span></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
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		<title>Conheça a história por trás da “Tapioca das Pretas”, a mais famosa tapiocaria de Goiás</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/conheca-a-historia-por-tras-do-tapioca-das-pretas-a-mais-famosa-tapiocaria-de-goias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Maria Clara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2020 00:01:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[afro-empreededorismo]]></category>
		<category><![CDATA[afro-empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As irm&#227;s que conquistaram o p&#250;blico atrav&#233;s das tapiocas batizadas com nomes de mulheres negras influentes A hist&#243;ria da &#8220;Tapioca das Pretas&#8221; explica tamanho sucesso da tapiocaria mais famosa de Goi&#225;s; vinda de uma pequena cidade do interior de Tocantins tentar a sorte na capital de Goi&#225;s. Enfrentaram o racismo, preconceito e as dificuldades de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-weight: 400">As irmãs que conquistaram o público através das tapiocas batizadas com nomes de mulheres negras influentes</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A história da “Tapioca das Pretas” explica tamanho sucesso da tapiocaria mais famosa de Goiás; vinda de uma pequena cidade do interior de Tocantins tentar a sorte na capital de Goiás. Enfrentaram o racismo, preconceito e as dificuldades de abrir um novo negócio.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400"> As irmãs Preta Neiva e Preta Josi</span><span style="font-weight: 400">, nome artístico adotado por elas, são sócias e tocam juntas o empreendimento desde 2015. Participaram do programa de TV “Caldeirão do Huck”, da Rede Globo, em novembro de 2018 e ganharam grande visibilidade desde então.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Confira na íntegra a entrevista inspiradora com as irmãs: </span></p>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400">“Enfrentamos preconceito, atos racistas… A gente pegou, colocou no bolso e seguiu, continuou o nosso empreendimento. Para mulher parece que as coisas são mais complicadas ainda”</span></p></blockquote>
<p><b>MUNDO NEGRO</b><span style="font-weight: 400">: </span><b>O que as levou a sair de Tocantins para Goiás?</b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS: </b><span style="font-weight: 400">Bom essa é uma história longa, temos motivos diferentes. Nossa vida no Tocantins era bastante simples, crescemos juntas, nossos pais são lavradores, vivíamos da roça. Nós duas sempre fomos vendedoras &#8211; vendíamos coisas para terceiros, colocávamos a bacia na cabeça e íamos trabalhar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Josi foi a primeira a se aventurar. Assim que terminou ensino médio, tomou a decisão de ir para Goiânia, porque lá no interior as pessoas falavam muita fantasia da capital de Goiás. Para nós, lá era a melhor capital do mundo! Então ao completar 18 anos, em 2011, ela decidiu que se mudaria para Goiana para estudar, ter uma profissão e dar uma vida melhor aos pais. O sonho é reformar a casa deles!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Neiva era casada, trabalhava, tinha uma filha, porém as coisas não seguiram como ela planejou; se separou, e a convite da irmã, deixou tudo para trás e também foi para o estado de Goiás. </span></p>
<p><b>MUNDO NEGRO:  Qual a relação de vocês com a tapioca?</b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS:</b><span style="font-weight: 400"> Desde criança temos contato com &#8220;beiju&#8221;* era nosso alimento primário, já que nossos pais plantavam mandioca. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">*Beiju é a forma que a “tapioca” é chamada na cidade natal das irmãs.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>MUNDO NEGRO: Qual a maior dificuldade enfrentaram ao empreender?</b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS: </b><span style="font-weight: 400">Nós empreendemos no momento de necessidade. Quando a Neiva chegou em Goiânia encontrou a Josi desempregada e sem receber o acerto trabalhista; lembro que não tínhamos dinheiro, começamos com R$50 e com ajuda de nossa família.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Começar não foi nada fácil! O financeiro dificultou muito. Consolidar nosso empreendimento foi uma tarefa complicada, cada dia uma dificuldade diferente! Encontrar nosso espaço aqui foi muito difícil; fazer os clientes confiarem no nosso trabalho, desafiador.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Aí você imagina: 30 dias empurrando um carrinho e, no fim do mês, retirar R$50 cada uma para comer, pagar aluguel, água, luz&#8230; Chegava a ser assustador! Mas não desistimos, persistimos até hoje (risos).</span></p>
<figure id="attachment_19372" aria-describedby="caption-attachment-19372" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-19372" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f-1024x682.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/1c83fd53-ed47-4d4b-9aa7-3d10e56da69f.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-19372" class="wp-caption-text">Antigo carrinho utilizado pelo Tapioca das Pretas</figcaption></figure>
<p><b>MUNDO NEGRO: Qual critério utilizaram para escolher o nome que batizariam cada tapioca? Por que mulheres pretas? </b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS:</b><span style="font-weight: 400"> Quando estávamos na parte de criação da empresa discutimos entre os nomes da empresa, os quais seriam: </span><i><span style="font-weight: 400">Tapioca Tocantinense</span></i><span style="font-weight: 400"> ou</span><i><span style="font-weight: 400"> Tapioca das Pretas</span></i><span style="font-weight: 400">; fizemos uma votação entre a família e </span><b>Tapioca das Pretas</b><span style="font-weight: 400"> venceu. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Combinava mais com nós duas, pela história de vida e dificuldades que enfrentamos desde pequenas; então, com esse nome, teríamos um escudo de força, de empoderamento, usaríamos esse nome como arma de luta diária e para enaltecer as nossas origens. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Como a Josi fazia faculdade, toda empolgada ela compartilhou com colegas e professora sua ideia de empreender; nesse meio tempo essa professora sugeriu que batizassemos a tapioca com nomes de mulheres negras &#8211; já que o nome tinha uma referência direta a nós mulheres negras.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Gostamos da ideia e fomos pesquisar  nomes de mulheres de referência e inspiração para nós, para batizar as tapiocas com, inclusive nossas genitoras. A escolha de cada tapioca ao respectivos nomes foram aleatórios, por exemplo:</span><i><span style="font-weight: 400"> Beyoncé</span></i><span style="font-weight: 400"> = Frango com Requeijão. Começamos com cardápio com nomes de quase 40 mulheres, queríamos homenagear todo mundo! (risos)</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Hoje nosso cardápio leva com inspiração nomes como:</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Elza Soares, Margareth Menezes, Taís Araújo, Sheron Menezes, Dandara dos Palmares, Albaniza de Sousa (Mãe Neiva), Angelina Luiz (mãe Josi), Marielle Franco, Zezé Mota, Viola Davis, Michele Obama, Iza, Karol Konká, Glória Maria, Alcione&#8230; Tem até lista de espera! (risos)</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>MUNDO NEGRO: Qual o segredo do sucesso do “Tapioca das Pretas”? </b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS: </b><span style="font-weight: 400">Costumamos dizer que Deus sempre nos abençoou e a forma nós trabalhamos fez todo sucesso. A gente trabalha levando alegria para pessoas! Além de vendermos as tapiocas, levamos alegria através de nosso produto;  o cliente tem uma experiência com a gente, fazemos a diferença, mesmo que  pequena, no dia dele. Alegria é o nosso nome!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Nós fazíamos um </span><i><span style="font-weight: 400">auê </span></i><span style="font-weight: 400">quando tínhamos o carrinho: andávamos nas ruas empurrando ele e  não tinha um ser vivo que a gente não mexia! Quem olhava a gente nessa alegria achava que estávamos derramando dinheiro. (risos)</span></p>
<figure id="attachment_19371" aria-describedby="caption-attachment-19371" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-19371" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4-300x249.jpg" alt="" width="300" height="249" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4-300x249.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4-150x125.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4-768x638.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4-1024x850.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4-696x578.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4-1068x887.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4-506x420.jpg 506w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/de13d942-3165-4b3a-b2d7-b7ae6633c7d4.jpg 1280w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-19371" class="wp-caption-text">As irmãs Josi e Neiva quando ainda utilizavam o carrinho para venderem sua tapioca</figcaption></figure>
<p><b>MUNDO NEGRO: O que mudou após a aparição no Caldeirão do Huck?</b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS: </b><span style="font-weight: 400">Depois que participamos do Caldeirão do Huck nosso empreendimento estava, por exemplo, em 2% e passou para 99%, mudou tudo! Vieram mais pessoas, mais pessoas conheceram nosso trabalho. Nas redes sociais a procura foi muito grande… A gente não conseguia atender todo mundo! (&#8230;) A experiência foi muito boa. Ganhamos muito aprendizado! Enxugamos até o cardápio (que continha cerca de 40 sabores).</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>MUNDO NEGRO: Qual a dica que vocês podem dar para outros afroempreendedores?</b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS:</b><span style="font-weight: 400"> Empreender não é fácil! Se a gente falar que é fácil, estaremos mentindo. Ainda mais quando se diz que é preto. A gente enfrentou muita coisa. Enfrentamos preconceito, atos racistas… A gente pegou, colocou no bolso e seguiu, continuou o nosso empreendimento. Para mulher parece que as coisas são mais complicadas ainda. Além do racismo, ainda sofremos muito abuso vindo dos homens, clientes que acham que tem direito de dar em cima, falar coisas desconfortáveis. Você acaba só podendo “sorrir”, pois se responder para ele te respeitar, perde o cliente. Não é tarefa fácil! Foi através da persistência que chegamos até aqui. Não é fácil nos derrubar não, viu!? </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">(&#8230;) A persistência é essencial, a cada queda aprendemos uma coisa nova. Através dos erros aprendemos também. Não desista por nada, nem ninguém, dos seus sonhos. </span></p>
<p><b>MUNDO NEGRO: Qual a sensação de ser referência no ramo de Tapioca em Goiás?</b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS: </b><span style="font-weight: 400">Ser referência no estado de Goiás, ter uma das tapiocas mais famosas do Brasil, é uma honra! Ser reconhecida pelo seu trabalho, seu esforço. A gente quer levar alegria e comida boa para as pessoas, mostrar nosso trabalho e capacidade. É uma honra!</span></p>
<p><b>MUNDO NEGRO: Pretendem expandir para outras cidades/estados?</b></p>
<p><b>TAPIOCA DAS PRETAS: </b><span style="font-weight: 400">Nossa intenção é crescer em Goiás primeiro. Mas se for da vontade de Deus, queremos levar para outros lugares, sim! O pessoal de fora cobra muito. Recebemos sempre mensagem do pessoal de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, dizendo que tem vontade de experimentar. Nossa intenção, agora, é abrir uma loja aqui e fazer com que todos de Goiás tenham a oportunidade de experimentar a Tapioca das Pretas!</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Finalizamos nossa entrevista com uma dica das irmãs empreendedoras: “A gente quer ver os pretos dominando o mercado. Quem estiver pensando em empreender, bote a ideia no papel e arrisca! Não tenha medo, ele impede muitas coisas. </span></p>
<blockquote><p><b>Lugar de preto é onde ele quiser estar.</b><span style="font-weight: 400">”</span></p></blockquote>
<figure id="attachment_19374" aria-describedby="caption-attachment-19374" style="width: 325px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class=" wp-image-19374" src="https://mundonegro.inf.br/mundonegro/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-300x206.jpg" alt="" width="325" height="223" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-300x206.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-150x103.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-768x528.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-1024x704.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-100x70.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-218x150.jpg 218w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-696x479.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-1068x734.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f-611x420.jpg 611w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2020/05/09e922ba-42c2-4598-90ba-52135803678f.jpg 1159w" sizes="(max-width: 325px) 100vw, 325px" /><figcaption id="caption-attachment-19374" class="wp-caption-text">Atual ponto de vendas da Tapioca das Pretas</figcaption></figure>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/conheca-a-historia-por-tras-do-tapioca-das-pretas-a-mais-famosa-tapiocaria-de-goias/">Conheça a história por trás da “Tapioca das Pretas”, a mais famosa tapiocaria de Goiás</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto Diáspora Black traz o turismo seguro e possível para negros que gostam de viajar</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/turismo-projeto-diaspora-black-traz-o-turismo-seguro-e-possivel-para-negros-que-gostam-de-viajar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Feb 2017 05:53:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[afro-empreededorismo]]></category>
		<category><![CDATA[afro-empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[agênciaa de turismo negra]]></category>
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		<category><![CDATA[turismo negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, negros tamb&#233;m gostam de viajar e o racismo n&#227;o d&#225; tr&#233;gua nem nesses momentos de lazer. Pensando nesse p&#250;blico que ainda enfrenta dificuldades mesmo tendo pode aquisitivo, o projeto&#160;Diaspora.Black, um start up negra, quer&#160;conectar anfitri&#245;es e viajantes para oferecer servi&#231;os de hospedagem e experi&#234;ncias afro-centradas em diferentes cidades da di&#225;spora africana. Se&#160;engana quem acha [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, negros também gostam de viajar e o racismo não dá trégua nem nesses momentos de lazer. Pensando nesse público que ainda enfrenta dificuldades mesmo tendo pode aquisitivo, o projeto <a href="http://diaspora.black/"><strong>Diaspora.Black</strong>, </a>um start up negra, quer conectar anfitriões e viajantes para oferecer serviços de hospedagem e experiências afro-centradas em diferentes cidades da diáspora africana.</p>
<p>Se engana quem acha que no mundo virtual a cor não importa quando falamos de turismo. Plataformas de hospedagens que visam ajudar quem prefere ficar hospedado em casas, do que em hotéis e fazem esse &#8220;meio campo&#8221; entre turistas e anfitriões, têm acumulado denúncias de racismo. Nos EUA, país com uma classe média negra consolidada, se um pessoa de nome tipicamente afro-americano usar Airnbnb, o principal site para buscar acomodações da atualidade,  ela tem 16% à menos de chance de ser aceita comparada à um candidato branco, de acordo com um estudo da <a href="http://www.benedelman.org/publications/airbnb-guest-discrimination-2016-09-16.pdf">Universidade de Harvard.</a></p>
<p><strong>Negros brasileiros na estrada</strong></p>
<p>Muito além de facilitar hospedagens para negros o projeto Diáspora Black, que  já possui demanda de cadastro em diferentes cidades de dez países, como França, Itália, EUA, Espanha, Nigéria, Inglaterra, Peru, México e Bolívia, além do Brasil quer que seus clientes compartilhem suas experiências e produzam conteúdo para plataforma, por meio de textos, fotos e vídeos.</p>
<p>&#8220;É uma forma de valorizar as produções, o olhar e o saber de cada comunidade, ao mesmo tempo em que difunde o conhecimento sobre a participação de nossos ancestrais na construção social e histórica de cada lugar. Isso inspira outras pessoas a viajar e a reconhecer a trajetória da população negra, fortalecendo suas identidades”, afirma um dos colaboradores da rede, o jornalista Antonio Pita.</p>
<p>Se precisamos de representatividade para nos motivar nada melhor que ver nossos pares desfrutando de tudo de melhor que o mundo oferecer.</p>
<p><strong>Ajude o projeto</strong></p>
<p>Os sócios do projeto convidam a comunidade à contribuir com doações para a implementação e ampliação do projeto. Nessa primeira etapa eles precisam de <span class="meta-valor">R$ 15.000, mas a partir de r$ 15 reais você já pode ajudá-los. A captação de recurso está sendo feita pela plataforma de financiamento coletivo Benfeitoria. Confira abaixo mais sobre o projeto e quem está por trás dele. </span></p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="9Js4lDh-reg"><iframe title="Apresentando o Díaspora.Black" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/9Js4lDh-reg?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Kilombu: Aplicativo para afro-empreendedores já tem mais de mil downloads</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/kilombu-aplicativo-para-afro-empreendedores-ja-tem-mais-de-mil-downloads/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Mar 2016 19:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[afro-empreededorismo]]></category>
		<category><![CDATA[afro-empreendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[kilombu]]></category>
		<category><![CDATA[negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com mais de 1.000 downloads e quase 200 afro-empreendimentos&#160;cadastrados, o Kilombu, aplicativo para celular voltado a comercializa&#231;&#227;o de produtos e servi&#231;os da comunidade negra, vem se consolidando como uma potente ferramenta de a&#231;&#227;o afirmativa digital. O projeto consiste &#160;em facilitar o contato entre clientes e empres&#225;rios e ainda oferece capacita&#231;&#227;o para os empreendedores. Assista o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com mais de 1.000 downloads e quase 200 afro-empreendimentos cadastrados, o Kilombu, aplicativo para celular voltado a comercialização de produtos e serviços da comunidade negra, vem se consolidando como uma potente ferramenta de ação afirmativa digital.</p>
<p>O projeto consiste  em facilitar o contato entre clientes e empresários e ainda oferece capacitação para os empreendedores.<br />
Assista o tutorial que ensina como cadastrar uma empresa no aplicativo.</p>
<div class="youtube-embed" data-video_id="5ik8LOgnV6U"><iframe title="Como cadastrar um negócio no aplicativo Kilombu?" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/5ik8LOgnV6U?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
<p>A última atualização do aplicativo tornou possível a busca de serviços por região.<br />
“Os empresários que vão passar pelo Kilombu, irão frequentar a sala de aula da FGV que será responsável em dar cursos de como melhorar suas vendas. Hoje a maioria usa o Facebook. Usaremos os alunos da Fundação que precisam de horas complementares para capacitar essas pessoas e tudo será de graça para os participantes”, descreve Vitor de Rey, um dos responsáveis pelo projeto.</p>
<p>Todos os estudantes envolvidos no processo de treinamento dos afro-empreendedores passarão por treinamento para entender as especificidades histórico sociais desse grupo.</p>
<p>Saiba mais sobre o aplicativo Kilombu:<br />
Website: <a href="http://www.kilombu.com/">http://www.kilombu.com/</a><br />
Facebook: <a href="https://www.facebook.com/kilombu/">https://www.facebook.com/kilombu/</a></p>
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