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	<title>Arquivos africa - Mundo Negro</title>
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	<lastBuildDate>Wed, 30 Aug 2023 15:57:10 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Militares do Gabão, maior produtor de petróleo da áfrica, tomam o poder e põe fim em regime de 56 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 12:22:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Militares do Gab&#227;o, um dos maiores produtores de petr&#243;leo do continente africano, anunciaram um Golpe de Estado nesta quarta-feira (30). Eles alegaram fraude nas elei&#231;&#245;es realizadas no &#250;ltimo final de semana. Ali Bongo estava na presid&#234;ncia h&#225; 14 anos e sua fam&#237;lia estava no poder h&#225; 56 anos. A tomada de poder foi anunciada em [&#8230;]</p>
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<p>Militares do <strong>Gabão</strong>, um dos maiores produtores de petróleo do continente africano, anunciaram um Golpe de Estado nesta quarta-feira (30). Eles alegaram fraude nas eleições realizadas no último final de semana. <strong>Ali Bongo</strong> estava na presidência há 14 anos e sua família estava no poder há 56 anos.</p>



<p>A tomada de poder foi anunciada em rede nacional pelos militares. Segundo o pronunciamento, o exército estava anulando a última eleição e dissolvendo todas as instituições da república, como Senado e a Assembleia Nacional. Eles também fecharam todas as fronteiras do país. “Em nome do povo gabonês, nós decidimos defender a paz e colocar um fim no regime atual&#8221;, disse um grupo de militares na transmissão.</p>



<p>Logo após o anúncio, a população gabonêsa saiu para as ruas para comemorar o fim do poder da família Bongo junto com soldados que desfilaram nas principais ruas do país.</p>



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<blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="en" dir="ltr">Freedom in <a href="https://twitter.com/hashtag/Gabon?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#Gabon</a>  Africans are celebrating <a href="https://t.co/kFd2If9cG4">pic.twitter.com/kFd2If9cG4</a></p>&mdash; African (@ali_naka) <a href="https://twitter.com/ali_naka/status/1696894991841243637?ref_src=twsrc%5Etfw">August 30, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script>
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<p>As últimas eleições ocorreram no sábado (26), onde Bongo ganhou com 64% dos votos. As tensões começaram quando observadores internacionais estavam reclamando de falta de transparência nas eleições. Logo depois, o governo emitiu um toque de recolher e cortou os serviços de internet de todo o país, o que levantou mais ainda suspeitas sobre a elegibilidade.</p>



<p>Ali Bongo era presidente desde 2009. Ele assumiu o poder depois que seu pai, Omar Bongo, faleceu. Ele estava no poder desde 1967 &#8211; Gabão sua independência da França em 1960. Segundo as autoridades militares, Bongo está em prisão domiciliar.</p>



<p>A União Europeia se pronunciou sobre o caso e declarou o golpe como um “grande problema para a Europa”. “Se for confirmado, é um outro golpe militar que aumenta a instabilidade em toda a região&#8221;, disse Josep Borrell, chanceler da UE.</p>



<p>Gabão é a oitava ex-colônia francesa do continente africano que sofreu um golpe de estado em três anos. O mais recente aconteceu em julho, quando as Forças Armadas de Niger tomaram o poder. O movimento é uma forma de diminuir a dependência francesa.</p>
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		<title>São Paulo e Salvador vão exibir filmes do continente africano na Mostra de Cinemas Africanos em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Aug 2023 10:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
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		<category><![CDATA[africa]]></category>
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<p>No mês de setembro, São Paulo e Salvador vão receber a <strong>Mostra de Cinemas Africanos</strong>, com diversos filmes, debates, masterclasses e painéis. Em São Paulo, o festival acontece do dia 5 a 13 de setembro, no Cinesesc e no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc. Em Salvador, Bahia, do dia 13 a 18 de setembro, no Glauber Rocha e Saladearte do Museu.&nbsp;</p>



<p>O festival vai reunir 13 longas e 16 curtas de 12 países, com destaque para o cinema do Senegal e alguns títulos inéditos no Brasil. Os cineastas do Senegal <strong>Moussa Sène Absa</strong> e <strong>Alassane Diago</strong> e<strong> C.J. &#8220;Fiery&#8221; Obasi</strong>, da Nigéria, estarão presentes em algumas atividades durante a mostra. </p>



<p>No Cinesesc, em SP, os ingressos para assistir os filmes vão custar R$ 24,00 (inteira), R$ 12,00 (meia) ou R$ 8,00 (credencial plena). As demais atividades serão gratuitas no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc.</p>



<p>Um dos destaques do festival é o cinema de Senegal. Será exibido as retrospectivas do jovem Alassane Diago e o veterano Moussa Sène Absa, que vem ao festival com o apoio da Embaixada da França no Brasil. São três longas sobre emigração e conflitos familiares do documentarista Alassane, enquanto o veterano Moussa traz a sua trilogia sobre mulheres senegalesas.</p>



<p>Outro destaque é a exibição inédita no Brasil do filme do cineasta nigeriano C.J. Obasi, <em>&#8220;MAMI WATA&#8221;</em> (2023). Um drama em preto e branco que ganhou o prêmio de melhor direção de fotografia no Festival de Sundance, nos EUA. A fotografia do filme foi assinada pela  brasileira Lílis Soares.</p>



<p>Além dos três cineastas convidados, o festival vai receber <strong>Sakhile Gumede</strong>, da África do Sul, curador do Durban International Film Festival. Ele vem acompanhado de jovens estudantes cineastas. As realizadoras brasileiras <strong>Ariadine Zampaulo</strong> e <strong>Lílis Soares</strong>, também vão participar dos debates, masterclasses e painéis.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-1024x576.png" alt="" class="wp-image-69511" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-1024x576.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-768x432.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-1536x864.png 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-696x392.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-1068x601.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01-747x420.png 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Xale-As-Feridas-da-Infancia-Xale-Les-blessures-de-lenfance-Senegal-Costa-do-Marfim-2022-credito-Les-Films-du-Continent-01.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Xalé &#8211; As Feridas da Infância (Senegal, Costa do Marfim 2022) | Foto: Les Films du Continent</figcaption></figure>



<p>A Mostra de Cinemas Africanos foi criada na Bahia em 2018 e desde então vem passando por diversos estados brasileiros. Em 13 edições, já foram exibidos mais de 180 filmes de 30 países africanos. A edição de 2023 tem realização do Sesc São Paulo e apoio cultural da Embaixada da França no Brasil e do Projeto Paradiso Multiplica.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="681" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-69512" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-1024x681.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-768x511.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-1536x1022.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-696x463.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-1068x711.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-1920x1278.jpg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1-631x420.jpg 631w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2023/08/Tableau-Ferraille-Senegal-Franca-1997-credito-ADR-Productions-01-1.jpg 2000w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Tableau Ferraille (Senegal, França 1997) | Foto: ADR Productions</figcaption></figure>



<p>Para saber mais informações e a programação completa do festival em São Paulo e em Salvador é só acessar o site <a href="https://mostradecinemasafricanos.com/">mostradecinemasafricanos.com</a></p>



<p>Confira a lista dos longas:</p>



<p>“A ovelha de Sada&#8221; (&#8220;Le mouton de Sada&#8221;, Senegal, Burkina Faso: 2023), dir.:&nbsp; Pape Bouname Lopy;</p>



<p>&#8220;As Lágrimas da Emigração&#8221; (“Les larmes de l’émigration”, Senegal, França: 2010), dir.: Alassane Diago;</p>



<p>&#8220;Conhecendo meu Pai&#8221; (“Rencontrer mon père”, Gabão, Senegal, França: 2018), dir.: Alassane Diago</p>



<p>&#8220;Madame Brouette&#8221; (“Madame Brouette”, Senegal, França: 2002), dir.:Moussa Sène Absa</p>



<p>&#8220;MAMI WATA&#8221; (Nigéria: 2023), dir.: C.J. ‘Fiery’ Obasi;</p>



<p>&#8220;Maputo Nakuzandza&#8221; (Brasil, Moçambique: 2021), dir.: Ariadine Zampaulo</p>



<p>&#8220;No Cemitério do Cinema&#8221; (&#8220;Au Cimetière de la Pellicule&#8221;, França, Senegal, Guiné, Arábia Saudita: 2023), dir.: Thierno Souleymane Diallo</p>



<p>&#8220;O Kaftan Azul&#8221; (“The Blue Caftan”, França, Marrocos, Bélgica, Dinamarca: 2022), dir.: Maryam Touzani</p>



<p>&#8220;O Panteão da Alegria&#8221; (“Le Panthéon de la Joie”, Benin, França: 2023), dir.: Jean Odoutan</p>



<p>&#8220;O Rio não é uma Fronteira&#8221; (“Maayo wonaa keerol”, França, Senegal, Alemanha:2022), dir.:Alassane Diago</p>



<p>&#8220;Sira&#8221; (Burkina Faso, França, Senegal, Alemanha: 2023), dir.: Apolline Traoré</p>



<p>&#8220;Tableau Ferraille&#8221; (“Senegal, França: 1997), dir.: Moussa Sène Absa</p>



<p>&#8220;Xalé &#8211; As Feridas da Infância&#8221; (“Xalé &#8211; Les blessures de l&#8217;enfance”, Senegal, Costa do Marfim: 2022), dir.: Moussa Sène Absa</p>
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		<title>Estudo indica que o ser humano surgiu da união de grupos na África</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/estudo-indica-que-o-ser-humano-surgiu-da-uniao-de-grupos-na-africa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2023 15:25:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[africa]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um estudo da revista cient&#237;fica Nature, chegou a conclus&#227;o que a nossa esp&#233;cie humana &#233; origin&#225;ria de dois grupos que coexistiu milhares de anos na &#193;frica e depois se fundiram em diferentes lugares do continente, assim surgindo uma diversidade gen&#233;tica. Foram feitas an&#225;lises de 290 genomas de pessoas vivas que foram comparados com DNAs das [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Um estudo da revista científica Nature, chegou a conclusão que a nossa espécie humana é originária de dois grupos que coexistiu milhares de anos na África e depois se fundiram em diferentes lugares do continente, assim surgindo uma diversidade genética.</p>



<p>Foram feitas análises de 290 genomas de pessoas vivas que foram comparados com DNAs das primeiras pessoas modernas e foram encontradas familiaridade entre alguns lugares do continente africano.</p>



<p>Tudo indica para África como origem da humanidade. Paleoantropólogos encontraram evidências de fósseis de humanos modernos de 300 mil anos atrás e ferramentas de pedras usadas pelos povos antigos. Geneticistas identificaram uma grande diversidade genética em africanos vivos, levantando a teoria que foram ali que os primeiros povos começaram a se formar antes de pequenos grupos, com grupos genéticos menores, começassem a se espalhar para outros continentes.</p>



<p>Nesta nova pesquisa da Nature, Brenna Henn, geneticista da Universidade da Califórnia, e outros pesquisadores desenvolveram um software para simular em larga escala a história da humanidade com o intuito de comparar diferentes povos da África de diferentes períodos históricos com o DNA das pessoas vivas analisadas.</p>



<p>Foram levantados DNA de quatro grupos diferentes: os Mende, agricultores que vivem em Serra Leoa, na África Ocidental; os Gumuz, um grupo descendente de caçadores-coletores da Etiópia; os Amhara, um grupo de agricultores etíopes; e os Nama, um grupo de caçadores-coletores da África do Sul.</p>



<p>O DNA desses quatro grupos foi comparado com o genoma de uma pessoa do Reino Unido e de um Neandertal de 50 mil anos atrás encontrado na Croácia, já que pesquisas anteriores revelaram que antes de serem extintos eles possuíam um ancestral em comum com os humanos modernos na África.&nbsp;</p>



<p>Com isso, chegaram a duas populações ancestrais distintas que viveram há milhares de anos atrás. Os cientistas chamaram de <strong>Stem1</strong> e <strong>Stem2</strong>.</p>



<p>Entre esses dois povos, chegaram à conclusão de que os dois se relacionam e tiveram filhos, misturando seus DNAs. Se eles tivessem vivido separados, as mutações de DNA seriam bem diferentes uma das outras, mas em vez disso eles coexistiram e são moderadamente distintos, <strong>assim como de um europeu e de um africano atualmente</strong>.&nbsp;</p>



<p>Um dos motivos que pode ter levado a união dos povos são as mudanças climáticas, obrigando se adaptarem. O exemplo dado pelos pesquisadores foi dos caçadores-coletores que podem ter se retirado das costas quando o nível do mar subiu e também das regiões que se tornaram áridas na África.</p>



<p>Mesmo chegando a descoberta dos dois povos, não conseguiram chegar ao lugar exato onde viveram, mas que os dois povos tenham se separado em diversos grupos pelos continentes.&nbsp;</p>



<p>Desses grupos, com humanos Stem1 e Stem2, surgiram novas linhagens, como os Nama na África Austral e outras linhagens identificadas nas pessoas atuais na África Ocidental, na África Oriental e fora do continente.</p>



<p>Mesmo após as mudanças e a união dos dois povos, ainda há pessoas que possuem ancestralidade exclusiva de Stem1 ou Stem2. No caso do DNA do povo Mende, descobriram que seus ancestrais se cruzaram com o povo Stem2 há apenas 25 mil anos.&nbsp;</p>



<p>Henn e seus colegas ainda continuam pesquisando novos genomas para tentar encontrar outros povos que viveram milhares de anos atrás e se assemelham com nossa sociedade atual.</p>



<p>Para Eleanor Scerri, arqueóloga evolutiva do Instituto Max Planck de Geoarqueologia em Jena, Alemanha, essa pesquisa mostra que a mistura dos dois povos pode ter sido um principais motivos que fez com que nossos ancestrais sobrevivessem, diferente dos neandertais.</p>



<p>“Essa diversidade na raiz de nossa espécie pode ter sido a chave para nosso sucesso”, disse a arqueóloga.</p>
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		<title>Ignorado pela mídia, conflito em Sudão chega a mais de 400 mortos e 3 mil feridos em meio ao fim do Ramadã</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ignorado-pela-midia-conflito-em-sudao-chega-a-mais-de-400-mortos-e-3-mil-feridos-em-meio-ao-fim-do-ramada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Michael Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Apr 2023 20:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[africa]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo ap&#243;s o pedido de cessar-fogo e com o fim do Ramad&#227;, o Sud&#227;o ainda est&#225; em conflito. Nesta sexta-feira (21) a Organiza&#231;&#227;o Mundial da Sa&#250;de (OMS), da ONU, divulgou a situa&#231;&#227;o dos mortos e feridos no Sud&#227;o. Mais de 400 pessoas foram mortas e mais de 3,5 mil ficaram feridas at&#233; o momento desde [&#8230;]</p>
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<p>Mesmo após o pedido de cessar-fogo e com o fim do Ramadã, o <a href="https://mundonegro.inf.br/a-fragil-democracia-no-sudao/"><strong>Sudão</strong></a> ainda está em conflito. Nesta sexta-feira (21) a Organização Mundial da Saúde (OMS), da ONU, divulgou a situação dos mortos e feridos no Sudão. Mais de 400 pessoas foram mortas e mais de 3,5 mil ficaram feridas até o momento desde o início do confronto entre o Exército de Sudão e as Forças de Apoio Rápido (FAR), na semana passada.</p>



<p>Segundo as informações da OMS, desde que começaram os confrontos entre o exército e os paramilitares na semana passada, mais de 400 pessoas morreram e mais de 3,5 mil estão feridas. Ao menos 55 hospitais estão fora de serviço por conta do combate.</p>



<p>Na quinta-feira (20), a Organização das Nações Unidas (ONU) pediu que as duas forças cessassem fogo pelo menos três dias em respeito a comemoração do Eid al Fitr, que marca o fim do Ramadã, mês sagrado para os mulçumanos. “É um momento importante do calendário muçulmano. Penso que é um bom momento para que se mantenha um cessar-fogo. (&#8230;) peço um cessar-fogo de pelo menos três dias, por ocasião da celebração do Eid al Fitr, para permitir que os civis presos em zonas de conflito saiam e busquem atendimento médico, alimentação e outras necessidades essenciais&#8221;, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres. Além da ONU, os EUA também pediram um cessar-fogo.</p>



<p>Segundo as informações do Al Jazeera, o FAR disse que estaria pronto para um cessar-fogo de 72 horas nesta sexta-feira, mas os moradores de Cartum relataram tiros e explosões pelo sexto dia consecutivo.</p>



<p>Os confrontos começaram no último sábado quando os paramilitares, liderados pelo general Mohamed Hamdan Dagalo, dominaram pontos estratégicos do Sudão e deram início ao confronto contra o exército, liderado pelo chefe do Conselho Soberano do governo de transição do Sudão, Abdel Fattah al-Burhan.</p>



<p>Burhan disse que não está disposto a negociar com o FAR e só aceitaria sua rendição. Em seu primeiro discurso desde o começo do embate entre os dois, Burhan disse que o exército está comprometido com uma transição para um governo civil.</p>
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		<title>Super Choque na África e os negros em situação de diáspora</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/super-choque-na-africa-e-os-negros-em-situacao-de-diaspora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 May 2021 15:21:06 +0000</pubDate>
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<p>“<strong>Super Choque</strong>” fez muito sucesso no Brasil, com uma narrativa focada no <strong>herói adolescente negro</strong> que combate vilões, mas também precisa lidar com <strong>racismo</strong>, <strong>violência policial</strong> e as mudanças típicas desse estágio da vida. O personagem, junto ao<strong> Lanterna Verde John Stewart</strong> de “<strong>Liga da Justiça</strong>” foi importante para que as crianças e adolescentes negros se enxergassem nos desenhos da TV brasileira.&nbsp;</p>



<p>Um dos episódios mais emblemáticos é a ida de&nbsp;Virgil&nbsp;Hawkins (a identidade do herói) e família para o <strong>continente africano</strong>, mais especificamente em Acra, capital de <strong>Gana</strong>. Lá chegando encontram o super herói local,&nbsp;<strong>Anansi</strong>, inspirado no mito da&nbsp;aranha que&nbsp;teceu uma rede até o céu para pegar as histórias de&nbsp;Nyame, o Deus  do céu e trazer à Terra.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://cdn.ome.lt/X9UysxJGTU0BkcdJTUdvrHfyk3U=/fit-in/837x500/smart/uploads/conteudo/fotos/Super-Choque-29.jpg" alt="9 melhores episódios de Super Choque" /><figcaption>Super Choque e Anansi em Gana</figcaption></figure>



<p>O episódio é cheio de referências à cultura africana, com o pai de&nbsp;Virgil&nbsp;sendo intermediador entre os filhos e a história da <strong>África</strong>. A irmã mais velha, Sharon, faz menções ao Império&nbsp;Ashanti&nbsp;(estendia-se da Gana central para o Togo dos dias atuais e Costa do Marfim).&nbsp;</p>



<p>A parte mais marcante é quando o herói liga para seu amigo, Rick, nos Estados Unidos e explica como se sente diferente e pertencendo ao lugar. “Na América eu sou um garoto negro, aqui eu sou só um garoto”, diz. Como todos nós,&nbsp;Virgil&nbsp;é fruto da diáspora africana (imigração forçada dos povos africanos para suprir os colonizadores com mão de obra escrava). Como consequência, ainda que nascido em solo norte americano, é tratado como estrangeiro em razão da cor de sua pele.&nbsp;</p>



<p>Ele diz que nunca se sentiu assim e que deve ser a maneira que seu amigo branco se sente o tempo todo, deixando claro a sensação de não pertencimento em seu país de origem. O criador do personagem,&nbsp;Dwayne&nbsp;Mcduffie&nbsp;sempre quis que sua criação não tivesse apenas a cor como símbolo de representatividade, mas também sua interação com o ambiente que o cerca. Sendo um garoto negro no subúrbio,&nbsp;Virgil&nbsp;passa por situações que vão sempre lembrá-lo que as pessoas o enxergam como um recorte intruso naquele lugar. Em Gana ele é apenas um homem, sem necessidade de&nbsp;racialização&nbsp;nos moldes das&nbsp;pessoas&nbsp;brancas.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://pop.proddigital.com.br/wp-content/uploads/sites/8/2020/10/importanciasuperchoque-geekguia.png" alt="O futuro promissor do Super Choque" /><figcaption>As versões do Super Choque (Imagem: Geek Guia)</figcaption></figure>



<p>Esse episódio evoca um sentimento ancestral: a necessidade de pertencer a um grupo, a uma tribo. Estamos nessa busca quando escolhemos nossos amigos, nossa faculdade, os lugares que passeamos, sempre na esperança de nos encaixarmos.&nbsp;&nbsp;</p>



<p>Filhos de pessoas arrancadas de sua terra, não somos bem recebidos ou bem tratados por mais esforço que façamos, muito embora ajudemos a construir nações e moldar a cultura. Super Choque volta com a visão ampliada de si mesmo, entendendo a origem das cicatrizes da diáspora.&nbsp;</p>



<p>São vinte minutos que valem à pena ver.&nbsp;</p>
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		<title>Chef congolês, desabafa sobre preconceito de Ana Maria Braga com comida tipicamente africana</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/chef-congoles-desabafa-sobre-preconceito-de-ana-maria-braga-com-comida-tipicamente-africana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Apr 2021 20:48:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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<p>O chef congolês&nbsp;Pitchou Luhata Luambo, dono do tradicional Congolinária, restaurante especializado em comida vegana do Congo, gravou em suas redes sociais um vídeo desabafo sobre a reação da apresentadora Ana Maria Braga ao experimentar o ugali, uma comida comum em todo continente africano. No programa Mais Você, exibido no último dia 28, a apresentadora tratou com deboche o prato preparado&nbsp;pelo camaronês ChefSam,&nbsp;sorrindo da aparência da comida feita com farinha de milho e água.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-gallery columns-2 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="747" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-1024x747.jpg" alt="" data-id="33876" data-full-url="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n.jpg" data-link="https://mundonegro.inf.br/?attachment_id=33876" class="wp-image-33876" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-1024x747.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-300x219.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-150x109.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-768x560.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-696x508.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-1068x779.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-576x420.jpg 576w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n-324x235.jpg 324w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/160595524_453272595991201_9020897758037328114_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li><li class="blocks-gallery-item"><figure><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="493" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4-1024x493.png" alt="" data-id="33878" data-full-url="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4.png" data-link="https://mundonegro.inf.br/?attachment_id=33878" class="wp-image-33878" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4-1024x493.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4-300x144.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4-150x72.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4-768x370.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4-696x335.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4-1068x514.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4-872x420.png 872w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2021/04/Design-sem-nome-1-4.png 1350w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul><figcaption class="blocks-gallery-caption">Imagem: Chef Luambo</figcaption></figure>



<p>No telão, a apresentadora é acompanhada pelo jornalista esportivo, Thiago Oliveira, que comenta: “Boa sorte, Ana. Qualquer coisa a gente se vê algum dia”. Luambo questiona o jornalista desejar “boa sorte” por alguém experimentar uma comida africana: “Esses ingredientes são aqui do Brasil. Ele cozinhou no Brasil. Sabe o que você tem medo de matar, seu preconceituoso? O preconceito que está dentro de você”, desabafa o chef.&nbsp;</p>



<p>O dono do Congolinária ressaltou em seu desabafo que ningué nunca morreu na África ou em seu restaurante após comer ugali. No programa foi apresentado como comida típica queniana, mas é uma comida popular em quase todos os países da África, podendo receber diversos nomes como&nbsp;ngima, obusuma, obuchima, kimnyet, nshima, mieliepap, phutu, sadza, kuon, gauli, gima, isitshwala, ubugali umutsima, etc.&nbsp;</p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/tv/COOUoa9nMB7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="13" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/tv/COOUoa9nMB7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/tv/COOUoa9nMB7/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by CONGOLINÁRIA (@congolinaria)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
</div></figure>



<p>Enquanto Oliveira mastigava, a apresentadora comentou que o prato tinha uma aparência feia, o que também foi rebatido por Luambo que respondeu que “feio é a atitude e postura” dos dois apresentadores em rede nacional. “Feio não é a comida, feio não é a receita. Feio é seu preconceito”, afirmou.&nbsp;</p>



<p>Chamou a atenção também a pequena aula de jornalismo que Luambo precisou dar uma pequena aula de jornalismo aos globais, que acusaram a comida de não ter gosto. O chef lembrou que com um pouco de investigação, saberiam que o ugali é água e farinha, sendo sempre acompanhado por um molho para dar gosto.&nbsp;</p>



<p>Curioso que em um programa culinário e com a presença de um jornalista de ofício como convidado tenha havido um show de desinformação e que tenham de ser corrigidos.&nbsp;&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://noticiasdatv.uol.com.br/media/_versions/artigos/thiago-oliveira-ana-maria-braga-mais-voce-reproducao-globo_fixed_large.jpg" alt="Thiago Oliveira e Ana Maria Braga sorriem em estúdio do Mais Você"/><figcaption>Thiago Oliveira e Ana Maria Braga experimentam o ugali em tom de deboche no Mais Você.</figcaption></figure>



<p>Seguindo com o tom debochado,ao comentar o livro “Nuvem de Terra”, escrito por Plácido Berci sobre sua experiência como correspondente esportivo no Quênia, a apresentadora diz que espera que a viagem tenha sido melhor que o ugali, seguido de gargalhadas.&nbsp;Pitchou Luhata Luambo reagiu a essa passagem apontando algo que parece óbvio para alguns, mas passa batido para quem vê com olhos menos atentos: “Nunca dei entrevista para vocês por causa dessa falta de respeito que vocês tem com povo africano. Vocês não respeitam nossa cultura. Vocês querem nos usar”, declarou.&nbsp;</p>



<p>Outra observação pertinente feita pelo fundador do Congolinária foi a diferença com que um chef preto e um chef branco são tratados. Para ele se o chef Jacquin, integrante do Masterchef, tivesse preparado a comida, a reação seria radicalmente diferente.&nbsp;</p>



<p>“Que culinária africana você conhece? Acarajé e cuzcuz marroquino?”, ironizou Luambo, que em sua visão acredita que o ChefSam foi humilhado. Ao fim do vídeo, o chef lembra que participando da cena estava uma pessoa que deveria entender o que estava acontecendo: “Você, Thiago, não adianta falar que ‘eu negro’, eu sou da África. Você é o que está dentro do seu coração”, desabafou sobre o repórter Thiago Oliveira.&nbsp;</p>



<p>Recentemente, Ana Maria Braga se envolveu em polêmicas com relação á comunidade negra após aparcer de dread e posteriormente por falar que existia racismo reverso. Em ambos os casos pediu desculpa nas redes sociais.&nbsp;</p>



<p>Resta saber quantos pedidos de desculpas suportamos aceitar.&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/chef-congoles-desabafa-sobre-preconceito-de-ana-maria-braga-com-comida-tipicamente-africana/">Chef congolês, desabafa sobre preconceito de Ana Maria Braga com comida tipicamente africana</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Projeto “África Diversa” discute cultura afro-brasileira e africana</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/projeto-africa-diversa-discute-cultura-afro-brasileira-e-africana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Apr 2021 14:10:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[africa]]></category>
		<category><![CDATA[africa diversa]]></category>
		<category><![CDATA[Afrobrasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 19 e 23 de abril, a edi&#231;&#227;o 2021 do projeto &#8220;&#193;frica Diversa&#8221; abordar&#225; os temas &#8220;Escravid&#227;o no Brasil&#8221;, &#8220;Escravid&#227;o no Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;Narrativas Africanas&#8221; e &#8220;Narrativas Afro- brasileiras&#8221;.&#160; A programa&#231;&#227;o ser&#225; digital, gratuita e exibida pelo Facebook. O evento conta com mesas de debate, oficinas e v&#237;deos, com participa&#231;&#245;es de Milton [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Entre os dias 19 e 23 de abril, a edição 2021 do projeto “África Diversa” abordará os temas &#8220;Escravidão no Brasil&#8221;, &#8220;Escravidão no Rio de Janeiro&#8221;, &#8220;Narrativas Africanas&#8221; e &#8220;Narrativas Afro- brasileiras&#8221;.&nbsp;</p>



<p>A programação será digital, gratuita e exibida pelo<a href="https://www.facebook.com/africa.diversa" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Facebook</a>. O evento conta com mesas de debate, oficinas e vídeos, com participações de Milton Guran, Elisa Larkin Nascimento, Rafael Galante, Sérgio Pererê, Rogério Athayde, entre outros.&nbsp;</p>



<p>“Estamos em plena década afrodescendente, que vai até o ano de 2024. Os desafios para o reconhecimento e justiça na abordagem desses temas e pontos, como o racismo, ainda são imensos. Queremos colaborar através de reflexões sobre temas culturais para a inspiração de ações e práticas que possam trazer ganhos sociais, principalmente para as populações negras””, relata Daniele Ramalho, gestora e curadora do projeto.</p>



<p><strong>Sobre o África Diversa:</strong></p>



<p>O projeto foi criado em 2011, proclamado pela UNESCO como o Ano Afrodescendente. Naquele momento, a cidade preparava o projeto Porto Maravilha, que criou o Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana, no Cais do Valongo. Nesses 10 anos, muitas questões mudaram, assim como o olhar sobre as temáticas das culturas africanas e afro- brasileiras também.</p>



<p><strong>Programação</strong></p>



<p><strong>Dia 19 de abril</strong></p>



<p><strong>9h30 &#8211; Abertura</strong></p>



<ul class="wp-block-list"><li>Daniele Ramalho, curadora e gestora do África Diversa</li><li>Tabué Nguma- diretor do programa “Rota dos Escravos”, na UNESCO</li></ul>



<p><strong>10h- Mesa “Cais do Valongo: silenciamentos, patrimonialização e reparação”</strong></p>



<p>Debate sobre os processos de patrimonialização do Circuito Histórico e Arqueológico da Celebração da Herança Africana, no Cais do Valongo, abordando os silenciamentos, enquadramentos e desafios que envolvem a elaboração de um circuito em torno da memória e história da escravidão na cidade do Rio de Janeiro.</p>



<p><strong>Participantes:</strong></p>



<p><strong>Milton Guran, </strong>coordenador-geral do FotoRio e membro do Comitê Científico Internacional do Projeto Rota do Escravo da UNESCO.</p>



<p><strong>Simone Vassalo &#8211;</strong> Tem experiência na área de antropologia do patrimônio, antropologia da diáspora afro-brasileira, antropologia dos museus e antropologia urbana. Atualmente, desenvolve uma pesquisa sobre as representações da escravidão na Zona Portuária do Rio de Janeiro a partir dos sítios arqueológicos Cais do Valongo e Cemitério dos Pretos Novos.</p>



<p><strong>18h- Oficina “Literatura oral de Ifá”</strong></p>



<p>Contar histórias é uma das maneiras de compreender a condição humana. Neste sentido, a possibilidade de transmissão dos conteúdos narrativos cria mecanismos dinâmicos para o ambiente cultural, tornando-se importante elemento constitutivo da vida em sociedade. A literatura oral de Ifá cumpre estes mesmos papéis, sendo também expressão de “cura”, no contexto da consulta oracular. A oficina “Literatura oral de Ifá” pretende discutir estes aspectos, a partir de uma abordagem tanto religiosa quanto filosófica. A oficina é ministrado pelo babalaô, escritor e pesquisador Rogério Athayde.</p>



<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/1fw-fh8WHyI8isRenlccV2p4szLKUpYGesMowoDqPOT4/viewform?edit_requested=true"><strong>Inscrição</strong></a></p>



<p><strong>Dia 20 de abril</strong></p>



<p><strong>10h- Mesa “Matriz Africana no Rio de Janeiro: protagonismos negros e desafios sociais”</strong></p>



<p>Serão discutidos temas como renda, escravidão e liberdade<strong>. </strong>Juliana Barreto Farias contará sobre o livro “Mercados Minas: africanos ocidentais na Praça do Mercado do Rio de Janeiro (1830- 1890)”, obra fundamental no estudo da historiografia da escravidão no Brasil, onde a autora aborda o papel dos africanos e africanas minas que atuaram no comércio do Mercado da Candelária e os lugares por eles ocupados. Já Elisa Larkin trará as pesquisas de seu livro “O Sortilégio da Cor”, com importantes análises em torno de questões identitárias, explicando suas teses sobre racismo e negritude.</p>



<p><strong>Participantes:</strong></p>



<p><strong>Juliana Barreto Farias &#8211; </strong>Investigadora do Centro de História da Universidade de Lisboa. Tem experiência em produções editoriais e na área de história, com ênfase na história do Brasil, da África e da diáspora africana.</p>



<p><strong>Elisa Larkin Nascimento &#8211; </strong>atua no IPEAFRO, Instituto de Pesquisas e Estudos Afro-Brasileiros e coordena o tratamento técnico e a difusão do acervo de Abdias Nascimento.</p>



<p><strong>18h- Oficina “Linha do Tempo dos Povos Africanos”</strong></p>



<p>A oficina trabalha com a <a href="http://ipeafro.org.br/linha-do-tempo/">Linha do Tempo dos Povos Africanos</a> e respectivo Suplemento Didático, criados por Elisa Larkin Nascimento. Partindo da apresentação, pela autora, dos conteúdos das duas peças, a metodologia da oficina se baseia no diálogo com as pessoas participantes. Além de perguntas e respostas, a professora busca explorar sugestões e iniciativas apresentadas por educadores, artistas e profissionais presentes.</p>



<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/1Jdd07HdFse__sfKzfuvCSOns7KEGeF91VCBeiRNtTX0/viewform?edit_requested=true"><strong>Inscrição</strong></a></p>



<p><strong>Dia 21 de abril</strong></p>



<p><strong>10h- Mesa “O Reinado e a Herança Africana: culturas musicais e identidades afro- diaspóricas”</strong></p>



<p>Rafael Galante pesquisa os processos de transformação, (re)criação e incorporação das culturas africanas e suas musicalidades no Brasil, tendo em vista a agência histórica (cri)ativa dos músicos africanos escravizados oriundos de Angola e do Congo que, entre os séculos XVI e XIX, construíram em diáspora as bases de boa parte das músicas populares contemporâneas. Sérgio Pererê traz, em seu trabalho musical, uma forte conexão com a ancestralidade, entre o congado, o candomblé e outras referências africanas e da diáspora, com sua voz potente e afetos que o atravessam.</p>



<p><strong>Participantes: </strong><strong>Sérgio Pererê</strong>, compositor, percussionista, poeta e ator; <strong>Rafael Galante</strong><strong>, </strong>historiador e etnomusicólogo.</p>



<p><strong>18h- Oficina “Ser agudá é ser brasileiro da África”</strong></p>



<p>Nesta oficina, o fotógrafo e antropólogo Milton Guran apresentará a sua experiência de pesquisa antropológica realizada nas Repúblicas do Benin e do Togo, em dois momentos (1996 e 2010), sobre a construção da identidade agudá, enfatizando o papel da fotografia como plataforma privilegiada de observação e de registro de fenômenos sociais visualmente relevantes, que apoia a produção de conhecimento cientificamente controlado sobre as sociedades fotografadas.</p>



<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/1Bj9Cvp8W_8a3nHly2xb7WJ8Oi1RgQKCufjFOwXOUtKg/viewform?edit_requested=true"><strong>Inscrição</strong></a></p>



<p><strong>Dia 22 de abril</strong></p>



<p><strong>10h- Mesa “Narrativas de Liberdade Negra: trajetórias africanas e afro-brasileiras”</strong></p>



<p>Debates sobre temas da escravidão e da liberdade, através de trajetórias de protagonismos negros em experiências africanas e afro-brasileiras.</p>



<p><strong>Participantes:</strong></p>



<p><strong>Ana Flávia Magalhães Pinto</strong><strong> &#8211; </strong>ativista dos Movimentos Negro e de Mulheres, atualmente é coordenadora da regional Centro-Oeste do GT Emancipações e Pós-Abolição da Anpuh e integrante da Rede de Historiadoras Negras e Historiadores Negros.</p>



<p><strong>Mônica Lima</strong><strong> &#8211; </strong>professora de História da África, coordenadora do Laboratório de Estudos Africanos (LEÁFRICA) da UFRJ. Escreveu o livro Heranças Africanas no Brasil (CEAP,2009).</p>



<p><strong>18h- Oficina “Brincadeiras das Crianças de África”</strong></p>



<p>Criança é criança em qualquer lugar. Todas gostam de brincar, correr, cantar, jogar e ouvir histórias. No Continente Africano não poderia ser diferente. Que tal aprender algumas dessas brincadeiras baseadas nas recolhas e pesquisas realizadas pelo autor Rogério Andrade Barbosa em diferentes países africanos?</p>



<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/1mQOoyH1rEx43Ekh6RY2I1mfi1-a25Sz3yWQ-JBT-_aA/viewform?edit_requested=true"><strong>Inscrição</strong></a></p>



<p><strong>Dia 23 de abril</strong></p>



<p><strong>14h- Oficina “Entre a marimba e o piano: músicos e musicalidades negras no Brasil do século XIX”</strong></p>



<p>Ministrada pelo historiador e etnomusicólogo, Rafael Galante. Sua pesquisa envolve a história social das musicalidades afro-brasileiras. O intuito principal é refletir sobre a diáspora das culturas da África Central ocidental no Brasil, tendo em vista a importância primordial de seu legado cultural, artístico e filosófico para a formação das tradições culturais afro-brasileiras.</p>



<p><a href="https://docs.google.com/forms/d/1VeeIFp75Reo30E83AIZO0gUQIz6b5MYz-GamVR1qXc0/viewform?edit_requested=true"><strong>Inscrição</strong></a></p>



<p><strong>18h- Mesa de encerramento: “Carolina Maria de Jesus e Lélia Gonzalez. Lugares de negras: produção de conhecimento e possibilidades”</strong></p>



<p><strong>Participantes:</strong></p>



<p><strong>Raquel Barreto – </strong>historiadora e pesquisadora especialista nas autoras Angela Y. Davis e Lélia Gonzalez com dissertação sobre o tema. É co-curadora da exposição da Carolina Maria de Jesus, um Brasil para os brasileiros, que acontecerá no Instituto Moreira Salles, em São Paulo, no segundo semestre de 2021.<strong>Fernanda Felizberto &#8211; </strong>docente do Departamento de Letras da UFRRJ e pesquisadora das narrativas de mulheres negras, presente nas literaturas africanas, negro-brasileira, afro-americana e afro-latina.</p>
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		<title>Giras de conversas, vivências e sarau com artistas de países africanos acontecem na edição online do &#8216;Festival Afrikanse&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/giras-de-conversas-vivencias-e-sarau-com-artistas-de-paises-africanos-acontecem-na-edicao-online-do-festival-afrikanse/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Mar 2021 19:45:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[africa]]></category>
		<category><![CDATA[Afrikanse]]></category>
		<category><![CDATA[angola]]></category>
		<category><![CDATA[senegal]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Festival Afrikanse que celebra, divulga e valoriza a cultura de matriz africana se realizar&#225; por meio de transmiss&#227;o via plataformas digitais, entre 13 e 18 de abril, o festival exalta &#224;s express&#245;es culturais de dois continentes. Com personalidades do Brasil, Angola, Camar&#245;es e Senegal, entre outros pa&#237;ses, a programa&#231;&#227;o contempla atividades variadas para o [&#8230;]</p>
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<p>O Festival Afrikanse que celebra, divulga e valoriza a cultura de matriz africana se realizará por meio de transmissão via plataformas digitais, entre 13 e 18 de abril, o festival exalta às expressões culturais de dois continentes. Com personalidades do Brasil, Angola, Camarões e Senegal, entre outros países, a programação contempla atividades variadas para o público, como giras de conversa, vivências artísticas e o tradicional Sarau Afrikanse.&nbsp;</p>



<p>O evento, organizado por Ermi Panzo (Angola) e Rita Teles (Brasil), busca gerar protagonismo ao legado ancestral e diaspórico tanto nas atrações para o público quanto nos bastidores do evento, totalmente conduzido por profissionais negros e balizado por um intenso trabalho de mapeamento e conexão entre artistas e pensadores. “Há um contexto político na realização e seleção dos artistas e dos demais profissionais que participam do festival”, conta Rita, que defende a iniciativa como um fator de empoderamento. Panzo destaca que “alguns destes artistas, africanos residentes no Brasil, enfrentam de várias formas um preconceito velado quanto à sua situação de imigrantes. É preciso desfazer este paradigma”.&nbsp;</p>



<p>A abertura dessa conexão África + Brasil será marcada por gira de conversa, e destacará as figuras femininas na cultura de matriz africana e contará com a participação de presenças notáveis, como Nega Duda (Brasil), Melanito Byouz (Camarões), Dona Jacira (Brasil) e Dona Engracia (Angola). No segundo dia da programação, é a vez da gira “Conexão Artes Visuais” com os artistas Mumpasi Meso (República Democrática do Congo), François Muleka (Brasil) e Jesse Jane (Moçambique).</p>



<p>A moda é assunto da gira “<strong>Estética e Resistência</strong>”, que reunirá profissionais do setor para um debate sobre empoderamento e valorização do segmento em vestuário e estilo. Participam dessa gira Nana Milumbe (Brasil), Tekasala (Angola), Hanayrá Negreiros (Brasil) e Tchiloya Vagnaide (Angola).</p>



<p>A atividade literária não poderia ficar de fora do evento, e esta será tema da gira de conversa “<strong>Narrativas Literárias</strong>”, que ocorrerá em 16/4 com as participações de Akins Kinté (Brasil) e Kunta Kinté (Senegal). Neste encontro os artistas compartilharão similaridades em seus processos de criação artística da palavra falada e da palavra cantada (ritmo + poesia).</p>



<p>O penúltimo dia da programação está reservado para uma <strong>vivência</strong> entre criadores de tendências e influenciadores sobre novas formas de pensar e revisitar as diversas culturas das áfricas na diáspora contemporânea com a participação de Mister Prav (Benin), Ndeye Fatou Ndiaye (Brasil-Senegal) e Vensan Iala (Guiné Bissau).</p>



<p>O último dia de festival levará ao público o tradicional <strong>Sarau</strong> Afrikanse. O espetáculo multilinguagem, apresentado pela artista e ativista de direitos humanos Prudence Kalambay (República Democrática do Congo), contará com a participação de renomados artistas africanos já estabelecidos na diáspora brasileira: Fanta Konaté (Guiné Conacri), Ermi Panzo (Angola), Daphney Mapaseka Tukisi (África do Sul), Vocal Kuimba (Angola), Tyno Val (Togo), Vindas d´África (Cabo Verde e Angola), Jessica Areias (Angola) e outros.</p>



<p><em>Convidados: Prudence Kalambay (República Democrática do Congo), Fanta Konaté (Guiné Conacri), Ermi Panzo (Angola), Daphney Mapaseka Tukisi (África do Sul), Vocal Kuimba (Angola), Tyno Val (Togo), Vindas d´África (Cabo Verde e Angola), Jessica Areias (Angola) e outros.</em></p>



<p>As transmissões do Festival Afrikanse ocorrerão simultaneamente via página do Facebook da <a href="https://www.facebook.com/nucleo.coletivo.das.artes" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Núcleo Coletivo Das Artes</a> e também no canal do YouTube das Edições Afrikanse.        </p>



<p><strong>Confira a programação:</strong></p>



<p><strong>As Mamas &#8211; Mulheres em Conexão – 13/4, às 16h</strong></p>



<p>Com Nega Duda (Brasil), Melanito Byouz (Camarões), Dona Jacira (Brasil) e Dona Engracia. (Angola)</p>



<p><strong>Conexão Artes Visuais</strong> <strong>– 14/4, às 16h&nbsp;</strong></p>



<p>Com Mumpasi Meso (República Democrática do Congo), François Muleka (Brasil) e Jesse Jane (Moçambique)</p>



<p><strong>Estética e Resistência – 15/4, às 16h</strong></p>



<p>Com Nana Milumbe (Brasil) Tekasala (Angola), Hanayra Negreiros (Brasil) e Tchiloya Vagnaide (Angola)</p>



<p><strong>Narrativas Literárias &#8211; 16/4, às 16h</strong></p>



<p>Com Akins Kinté (Brasil) e Kunta Kinté (Senegal)</p>



<p><strong>Rotas Contemporâneas – 17/4, às 16h</strong></p>



<p>Com Mister Prav (Benin), Ndeye Fatou Ndiaye (Brasil-Senegal) e Vensan Iala (Guiné Bissau)</p>



<p><strong>Sarau Afrikanse – 18/4, às 16h</strong></p>



<p></p>
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		<title>Cultura afro-brasileira é celebrada em roda online dos grupos &#8216;Afrolaje&#8217; e &#8216;Memória Ancestral&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/cultura-afro-brasileira-e-celebrada-em-roda-online-dos-grupos-afrolaje-e-memoria-ancestral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Gabrielly Ferraz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 13:11:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[africa]]></category>
		<category><![CDATA[Afrobrasileira]]></category>
		<category><![CDATA[AfroLaje]]></category>
		<category><![CDATA[Jongo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Afrolaje apresenta a sua roda virtual de Jongo, dan&#231;a afro-brasileira criada por africanos na di&#225;spora, e o projeto Mem&#243;ria Ancestral, com participa&#231;&#227;o do Mestre gri&#244; Sana Cissokho, de Senegal.&#160; O evento acontece no dia 31 de janeiro, &#224;s 18h30 e traz muita m&#250;sica, dan&#231;a, percuss&#227;o e troca, numa roda ao vivo, que ser&#225; [&#8230;]</p>
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<p>O Grupo Afrolaje apresenta a sua roda virtual de Jongo, dança afro-brasileira criada por africanos na diáspora, e o projeto Memória Ancestral, com participação do Mestre griô Sana Cissokho, de Senegal.&nbsp;</p>



<p>O evento acontece no dia 31 de janeiro, às 18h30 e traz muita música, dança, percussão e troca, numa roda ao vivo, que será transmitida pelo <a rel="noreferrer noopener" href="https://www.facebook.com/afrolaje" target="_blank">Facebook</a> do grupo. Segundo a coreógrafa e atriz Flavia Souza que, com o professor Ivan Karu, coordena o Grupo Afrolaje., a roda contribui para a valorização da autoestima das crianças, jovens e adultos, desmistificando a visão sobre o corpo afro-negro e das culturas de matriz africana.</p>



<p>O projeto foi idealizado com o auxílio de pesquisas de campo, encontros e debates com mestres das culturas populares de matriz afro, o grupo desenvolve o movimento, a sororidade e traz ferramentas históricas para seus integrantes e consequentemente para a sociedade.&nbsp;</p>



<p>A roda é aberta á todos os públicos, o objetivo do projeto é resgatar, preservar e difundir a diversidade através da dança, música, percussão, apresentações e divulgação junto às escolas e espaços públicos e privados.&nbsp;</p>



<p>“A música percussiva e as danças de matriz africana são um dos principais símbolos culturais do país. Temos uma história rica, mas pouca difundida”, analisa Flavia.</p>



<p>Confira a página do grupo: <a href="https://www.facebook.com/afrolaje" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Afro Laje</a></p>



<p><strong>Sobre a Afrolaje:</strong></p>



<p>&nbsp;<a href="https://www.instagram.com/grupo_afrolaje/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">A ASSOCIAÇÃO CULTURAL GRUPO AFROLAJE </a>– dança música, percussão e pesquisa – foi fundada, em 2012, no Engenho de Dentro, região do Grande Méier, no Rio de Janeiro, pela coreógrafa, atriz e professora Flavia Souza, ativista cultural e pesquisadora, e pelo professor de capoeira Ivan Jr (Karu). </p>



<p>O projeto surgiu na laje da casa de Flavia, como uma releitura da ressignificação da laje das casas de comunidades carentes do Rio de Janeiro, lugar reconhecido como um espaço de encontro de guetos e foco de resistência cultural. Através do Jongo, capoeira angola e outras manifestações de patrimônio imaterial do Brasil, o Afrolaje reúne apresentações pelo Theatro Municipal do Rio, Teatro Carlos Gomes, Circo Voador, Engenhão, Festival Madalenas em Berlim, turnê pela Itália, cerimônia no consulado da Angola, participação nas Olimpíadas 2016 e diversos shows, oficinas e cerimoniais pelo Brasil e exterior.</p>



<p>Também recebeu variados prêmios como o Fazedores do Bem, em 2017, pelo recorde de inserções em mais de 300 escolas e Menção Honrosa Ubuntu, no teatro Carlos Gomes, em 2020. Memória Ancestral Criado pelo Grupo em maio de 2020, o projeto tem como objetivo dar visibilidade e voz aos Mestres e Mestras do Jongo e demais manifestações populares afro-culturais, que tanto se dedicaram a manter a cultura popular de matriz afro viva, não só na sua comunidade, mas em todos os espaços possíveis. E em tempos de pandemia através das redes sociais do Afrolaje foi possível dar continuidade ao conhecimento e proporcionar diálogos culturais à distância.</p>



<p><strong>Sobre o Memória Ancestral:</strong></p>



<p>Criado pelo Grupo em maio de 2020, o projeto visa dar visibilidade e voz aos Mestres e Mestras do Jongo e demais manifestações populares afro-culturais, que tanto se dedicaram a manter a cultura popular de matriz afro viva, não só na sua comunidade, mas em todos os espaços possíveis. Através das redes sociais do Afrolaje foi possível dar continuidade ao conhecimento e proporcionar diálogos culturais à distância.</p>
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		<title>Países africanos formam a  maior área de livre comércio do mundo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/paises-africanos-formam-a-maior-area-de-livre-comercio-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sauanne Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jan 2021 19:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[africa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No primeiro dia de 2021, a Uni&#227;o Africana abriu oficialmente a &#193;rea de Livre Com&#233;rcio Continental Africana (AfCFTA). Todos os pa&#237;ses africanos, exceto a Eritreia, assinaram o acordo, o que faz desta iniciativa a maior &#225;rea de livre com&#233;rcio do mundo desde o estabelecimento da Organiza&#231;&#227;o Mundial do Com&#233;rcio (a AfCFTA visa reunir 1,3 bilh&#245;es [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>No primeiro dia de 2021, a União Africana abriu oficialmente a Área de Livre Comércio Continental Africana (AfCFTA). Todos os países africanos, exceto a Eritreia, assinaram o acordo, o que faz desta iniciativa a maior área de livre comércio do mundo desde o estabelecimento da <strong>Organização Mundial do Comércio</strong> (a AfCFTA visa reunir 1,3 bilhões de pessoas em um bloco econômico de mais de 3 trilhões de dólares).</p>



<p>Esta jornada, que teve início em 1979, mostra que o grupo vem progredindo nos objetivos como continente para cumprir as metas estipuladas pela agenda 2063 da <strong>África que Queremos</strong>, que tem esses 7 pilares:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Uma África próspera baseada no crescimento inclusivo e no desenvolvimento sustentável</li><li>Um continente integrado politicamente unido e baseado nos ideais do pan-africanismo e na visão do Renascimento africano</li><li>Uma África de Boa Governança, Democracia, Respeito pelos Direitos Humanos, Justiça e Estado de Direito</li><li>Uma África pacífica e segura</li><li>África com uma forte identidade cultural, patrimônio comum, valores e ética</li><li>Uma África cujo desenvolvimento é impulsionado por pessoas, contando com o potencial oferecido pelo povo africano, especialmente suas mulheres e jovens, e cuidando de crianças</li><li>Uma África como jogadora e parceira global forte, unida, resiliente e influente</li></ol>



<p>Os benefícios desta área comercial são imensos a nível de país independente, bem como a nível continental. Defensores dizem que este bloco vai impulsionar o comércio entre os vizinhos africanos, permitindo ao continente desenvolver suas próprias cadeias de valor. O Banco Mundial estima que pode tirar dezenas de milhões da pobreza até 2035</p>



<p>Para o comércio intra-africano, 90% de todos os bens ficarão isentos de tarifas para todos os países que depositaram os seus instrumentos de ratificação do AfCFTA com o presidente da Comissão da União Africana (CUA). Trinta e seis países já concluíram este procedimento de formalização da adesão. </p>
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