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	<title>Arquivos Sem categoria - Mundo Negro</title>
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	<title>Arquivos Sem categoria - Mundo Negro</title>
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		<title>Quem lutou pela independência do Brasil além de Dom Pedro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/quem-lutou-pela-independencia-do-brasil-alem-de-dom-pedro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Sep 2026 13:21:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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		<category><![CDATA[história negra]]></category>
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		<category><![CDATA[sete de setembro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisas mostram que gente negra sustentou a guerra que garantiu a independ&#234;ncia do Brasil na Bahia, com Maria Felipa e Ant&#244;nio Rebou&#231;as na linha de frente A independ&#234;ncia do Brasil &#233; apresentada nos livros did&#225;ticos como um gesto solit&#225;rio do pr&#237;ncipe regente Pedro, que teria anunciado &#224;s margens do rio Ipiranga, em S&#227;o Paulo, a [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Pesquisas mostram que gente negra sustentou a guerra que garantiu a independência do Brasil na Bahia, com Maria Felipa e Antônio Rebouças na linha de frente<br></em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A independência do Brasil é apresentada nos livros didáticos como um gesto solitário do príncipe regente Pedro, que teria anunciado às margens do rio Ipiranga, em São Paulo, a separação em relação a Portugal. Pesquisas de historiadores como Hélio Franchini Neto, diplomata e doutor em História pela Universidade de Brasília, mostram um processo bem mais longo e sangrento, que mobilizou mais de 50 mil soldados entre 1821 e 1823 em confrontos armados espalhados do norte ao sul do país. A tese de Franchini Neto, publicada em livro pela Topbooks sob o título &#8220;Independência e Morte&#8221;, reconstitui esse período de instabilidade política que só se encerrou de fato no primeiro semestre de 1823.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A imagem mais conhecida da independência é a pintura &#8220;Independência ou Morte&#8221;, de Pedro Américo, concluída em 1888 por encomenda da comissão responsável pela construção do Museu do Ipiranga, atual Museu Paulista da Universidade de São Paulo. A obra retrata o príncipe montado a cavalo, cercado por uma comitiva vestida com trajes formais. Pesquisas de historiadores da própria USP apontam que a comitiva viajava, na verdade, em mulas, mais adequadas ao trajeto acidentado entre o litoral paulista e a capital, e usava roupas comuns de viagem, sem o brilho de corte europeia reproduzido na tela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão de proclamar a independência também não partiu apenas do príncipe. Em 2 de setembro de 1822, enquanto Pedro estava em São Paulo tentando apaziguar uma disputa política local, chegou ao Rio de Janeiro um decreto das Cortes portuguesas que exigia seu retorno imediato e anulava atos de seu governo. A princesa Maria Leopoldina, que assumira a regência interina do Brasil em 13 de agosto daquele ano, reuniu o Conselho de Estado, que recomendou por unanimidade a ruptura com Portugal. A recomendação chegou ao príncipe em 7 de setembro, data que se tornou o marco oficial da independência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Bahia, a separação em relação a Portugal levou mais tempo e custou mais vidas. As tropas portuguesas resistiram à independência até 2 de julho de 1823, em batalhas que mobilizaram a população negra de Salvador e da região do Recôncavo. Uma das lideranças desse combate foi Maria Felipa de Oliveira, mulher negra nascida na Ilha de Itaparica e descendente de africanos sudaneses escravizados. Marisqueira e capoeirista, Felipa liderou um grupo de cerca de 40 mulheres que atraiu marinheiros portugueses para uma emboscada, agrediu-os com folhas de cansanção, planta que provoca queimaduras, e incendiou embarcações inimigas na Baía de Todos os Santos. A ação foi decisiva para impedir o avanço português sobre Salvador e é lembrada anualmente no desfile cívico do 2 de julho na capital baiana.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também fez nome nessa guerra o advogado Antônio Pereira Rebouças, filho de pai português e da negra liberta Rita Brasília dos Santos. Autodidata, sem diploma em direito, Rebouças manteve diários em que relatava sua participação nas batalhas decisivas da Bahia e se descrevia como um herói da independência. A historiadora Keila Grinberg, autora da biografia &#8220;O Fiador dos Brasileiros&#8221;, confirma que foi ali, na guerra baiana, que ele começou a construir o nome que o levaria à política. Em 1824, ao assumir a secretaria de governo da província de Sergipe, Rebouças enfrentou forte resistência de proprietários locais incomodados com um homem negro à frente dos negócios públicos. Mesmo assim, seguiu carreira política longa, como deputado em diversas legislaturas e conselheiro do Império.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A permanência da escravidão foi a condição que sustentou o acordo entre as elites políticas e econômicas responsáveis pela criação do novo país. A historiadora Ynaê Lopes dos Santos, professora da Universidade Federal Fluminense e consultora do podcast &#8220;Projeto Querino&#8221;, explica que a unidade nacional buscada pela elite brasileira dependia diretamente da manutenção do trabalho escravo, instituição que organizava a sociedade não apenas economicamente, mas também política e socialmente. Dois anos após a separação de Portugal, a primeira Constituição do Império, outorgada por Pedro I em 1824, manteve intacto o sistema escravista.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O jornalista Tiago Rogero reuniu essas histórias no podcast &#8220;Projeto Querino&#8221;, produzido pela Rádio Novelo, e depois em livro publicado pela editora Fósforo. O nome do projeto homenageia Manuel Raimundo Querino, jornalista, professor e abolicionista baiano autor de &#8220;O Colono Preto Como Fator da Civilização Brasileira&#8221;, de 1918. Uma frase do fotógrafo e ativista do movimento negro Januário Garcia abre o trabalho de Rogero: &#8220;existe uma história do negro sem o Brasil, o que não existe é uma história do Brasil sem o negro&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir episódios como a resistência de Maria Felipa e Antônio Pereira Rebouças na Bahia e o pacto que manteve a escravidão após 1822, pesquisadores como Franchini Neto, Ynaê Lopes dos Santos e Tiago Rogero convidam o leitor a revisitar o 7 de setembro com outra pergunta em mente, a de quem, além do príncipe a cavalo, também lutou para que o Brasil deixasse de ser colônia.</p>



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		<title>Lizzo tem processo por assédio e discriminação arquivado e comemora decisão nas redes sociais</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/lizzo-tem-processo-por-assedio-e-discriminacao-arquivado-e-comemora-decisao-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Duda Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 18:08:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Lizzo]]></category>
		<category><![CDATA[processo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cantora Lizzo teve uma vit&#243;ria judicial nesta ter&#231;a-feira (1&#186;), ap&#243;s um juiz federal dos Estados Unidos rejeitar as acusa&#231;&#245;es restantes em um processo movido pela ex-assistente de figurino Asha Daniels contra a empresa respons&#225;vel pela turn&#234; da artista, a Big Grrrl Big Touring. A a&#231;&#227;o, apresentada em 2023, acusava a equipe de ass&#233;dio sexual [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph" id="h-">A cantora Lizzo teve uma vitória judicial nesta terça-feira (1º), após um juiz federal dos Estados Unidos <strong>rejeitar as acusações</strong> restantes em um processo movido pela ex-assistente de figurino Asha Daniels contra a empresa responsável pela turnê da artista, a Big Grrrl Big Touring. A ação, apresentada em 2023, acusava a equipe de <strong>assédio sexual e racial, discriminação, ambiente de trabalho hostil e condições inadequadas durante a etapa europeia da Special Tour.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a decisão do juiz Fernando L. Aenlle-Rocha, Daniels não apresentou evidências suficientes para demonstrar que os episódios relatados atingiam o nível exigido pela legislação americana para caracterizar um ambiente de trabalho hostil ou discriminação. O magistrado também rejeitou a alegação de discriminação por deficiência relacionada a uma lesão no pé que Daniels afirmou ter sofrido durante o trabalho. As acusações de uso de termos racistas também foram consideradas sem evidências suficientes.</p>



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<h2 id="h-lizzo-responde-a-outro-processo" class="wp-block-heading"><strong>Lizzo responde a outro processo</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O processo havia sido aberto em setembro de 2023, pouco depois de três ex-bailarinas de Lizzo — Arianna Davis, Crystal Williams e Noelle Rodriguez — <strong>entrarem com uma ação contra a cantora, sua empresa e a então capitã de sua equipe de dança, Shirlene Quigley</strong>. As bailarinas acusaram a equipe de assédio sexual, racial e religioso, discriminação por deficiência, agressão, cárcere privado e criação de um ambiente de trabalho hostil. Entre os relatos, estavam acusações de que Lizzo teria pressionado uma das bailarinas a interagir com artistas nus durante uma apresentação em uma casa noturna em Amsterdã. Lizzo negou as acusações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A ação das bailarinas é diferente do processo de Asha Daniels e continua sendo uma disputa judicial separada</strong>. Ao longo do processo, algumas alegações foram retiradas, incluindo a acusação de humilhação relacionada ao peso. Em 2026, Lizzo afirmou que não pretende fazer um acordo e que está disposta a levar o caso adiante, reiterando que considera falsas as acusações feitas contra ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a decisão desta terça-feira, Lizzo comemorou nas redes sociais. Em um vídeo publicado no Instagram, a cantora afirmou estar aliviada com o resultado e disse que “a verdade prevaleceu”. Ela também declarou que não pretende deixar de contestar as acusações feitas contra ela e seus negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão, portanto, representa uma vitória judicial para Lizzo no caso movido por Daniels, mas <strong>não equivale a uma absolvição geral de todas as acusações de assédio e discriminação feitas contra a cantora</strong>. O processo das três ex-bailarinas permanece como uma ação independente.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/lizzo-tem-processo-por-assedio-e-discriminacao-arquivado-e-comemora-decisao-nas-redes-sociais/">Lizzo tem processo por assédio e discriminação arquivado e comemora decisão nas redes sociais</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Maldosamente perfeitas: 10 vilãs negras que ganharam o público</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/maldosamente-perfeitas-10-vilas-negras-que-ganharam-o-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Sep 2026 12:16:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[atrizes negras]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De Mallory Bellarie a Marie Laveau, atrizes negras deram vida a personagens de vilania que o p&#250;blico n&#227;o conseguiu deixar de amar. Toda boa trama precisa de algu&#233;m para torcer contra, e &#233; a&#237; que mora a gra&#231;a de assistir a essas personagens em a&#231;&#227;o. Elas mentem, manipulam, armam esquemas e deixam um rastro de [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>De Mallory Bellarie a Marie Laveau, atrizes negras deram vida a personagens de vilania que o público não conseguiu deixar de amar.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Toda boa trama precisa de alguém para torcer contra, e é aí que mora a graça de assistir a essas personagens em ação. Elas mentem, manipulam, armam esquemas e deixam um rastro de confusão por onde passam, mas fazem isso com tanto estilo que vira impossível não prestar atenção só para ver o próximo passo. A audiência sabe que deveria estar do lado do mocinho, só que a vilã rouba a cena, o figurino, a trilha sonora e, no fim das contas, o coração do público também.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atrizes negras vêm construindo algumas das versões mais afiadas desse arquétipo nos últimos anos, transformando papéis que poderiam ser rasos em personagens cheias de camadas, humor ácido e frases que grudam na memória. Separamos dez delas, personagens que fazem o espectador rir, se assustar e secretamente torcer para que saiam ilesas de mais um esquema.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mallory Bellarie</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="780" height="528" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image.png" alt="" class="wp-image-98549" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image.png 780w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-300x203.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-150x102.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-768x520.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-620x420.png 620w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-696x471.png 696w" sizes="(max-width: 780px) 100vw, 780px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação/Netflix</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Interpretada por Crystle Stewart em Beauty in Black, Mallory comanda um império de beleza com a frieza de quem não deixa espaço para sentimentalismo. A personagem mistura ambição corporativa com segredos de família, e cada decisão que ela toma parece calculada para machucar alguém específico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mariah Dillard</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-1024x576.png" alt="" class="wp-image-98550" style="aspect-ratio:1.778703029041324;width:790px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-1024x576.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-768x432.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-747x420.png 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-696x391.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1-1068x600.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-1.png 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Vivida por Alfre Woodard em Luke Cage, Mariah é vereadora do Harlem por dia e figura ligada ao crime organizado por trás das câmeras. A atuação de Woodard constrói uma mulher que acredita estar corrigindo injustiças históricas, o que torna sua trajetória de queda ainda mais perturbadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Monet Tejada</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img decoding="async" width="1024" height="691" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3-1024x691.png" alt="" class="wp-image-98552" style="aspect-ratio:1.4819211722406893;width:802px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3-1024x691.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3-300x202.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3-150x101.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3-768x518.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3-623x420.png 623w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3-696x470.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3-1068x721.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-3.png 1500w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Paul Schiraldi/Starz</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Mary J. Blige assume o comando de uma organização criminosa em Power Book II: Ghost como Monet, matriarca que trata os próprios filhos como peças de um tabuleiro. A personagem foi escrita sob medida para a cantora, e o resultado é uma rainha do tráfico que impõe respeito só de entrar em cena.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cookie Lyon</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="709" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-1024x709.png" alt="" class="wp-image-98553" style="aspect-ratio:1.4451045476648554;width:800px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-1024x709.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-300x208.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-150x104.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-768x531.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-1536x1063.png 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-2048x1417.png 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-607x420.png 607w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-218x150.png 218w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-696x482.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-1068x739.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-1920x1329.png 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-4-100x70.png 100w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Taraji P. Henson não interpreta exatamente uma vilã em Empire, mas Cookie transita por zonas cinzentas o suficiente para entrar nessa lista. Ex-presidiária que retoma o controle da gravadora fundada com o ex-marido, ela ameaça, grita e ainda assim conquista a simpatia do público a cada aparição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marie Wallace</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="900" height="720" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-5.png" alt="" class="wp-image-98554" style="width:812px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-5.png 900w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-5-300x240.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-5-150x120.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-5-768x614.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-5-525x420.png 525w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-5-696x557.png 696w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Interpretada por Maya Lewis em Scandal, Marie chega para desestabilizar o núcleo de personagens já acostumado a lidar com manipulação política em Washington. A personagem reforça a tradição da série de criar antagonistas que jogam tão sujo quanto os protagonistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Amanda Waller</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-1024x576.png" alt="" class="wp-image-98555" style="width:801px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-1024x576.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-768x432.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-1536x864.png 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-747x420.png 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-696x392.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6-1068x601.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-6.png 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Viola Davis dá corpo a uma das figuras mais temidas do universo DC. Amanda comanda operações secretas do governo sem hesitar em sacrificar heróis ou vilões para atingir seus objetivos, e a atriz constrói a personagem com uma frieza que dispensa qualquer exagero.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mulher-Gato</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="584" height="328" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-7.png" alt="" class="wp-image-98556" style="aspect-ratio:1.7805249868991473;width:815px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-7.png 584w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-7-300x168.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-7-150x84.png 150w" sizes="(max-width: 584px) 100vw, 584px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Duas atrizes negras marcaram versões diferentes da personagem: Eartha Kitt, na série clássica de Batman dos anos 1960, e Halle Berry, no filme solo de 2004. Cada uma trouxe uma leitura própria para Selina Kyle, sempre equilibrando charme e ameaça.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>May Day</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="506" height="218" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8.png" alt="" class="wp-image-98557" style="aspect-ratio:2.3211956132176903;width:824px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8.png 506w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8-300x129.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-8-150x65.png 150w" sizes="(max-width: 506px) 100vw, 506px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Grace Jones interpreta a capanga e parceira do vilão Max Zorin em 007: Na Mira dos Assassinos. Com força física impressionante e presença que domina qualquer cena, May Day é lembrada até hoje como uma das capangas mais icônicas da franquia Bond.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Marie Laveau </strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="628" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-1024x628.png" alt="" class="wp-image-98558" style="aspect-ratio:1.6305889378219005;width:816px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-1024x628.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-300x184.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-150x92.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-768x471.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-685x420.png 685w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-696x427.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9-1068x655.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-9.png 1242w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Angela Bassett e Lance Reddick dividem a mitologia vodu de American Horror Story: Coven como a Rainha Vodu de Nova Orleans e o loa que guarda as portas entre o mundo dos vivos e dos mortos. A dupla constrói um dos arcos mais sombrios da temporada, movido por um pacto que custa caro demais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Natasha Karina</strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="512" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10-1024x512.png" alt="" class="wp-image-98559" style="width:822px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10-1024x512.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10-300x150.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10-150x75.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10-768x384.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10-840x420.png 840w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10-696x348.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10-1068x534.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/09/image-10.png 1400w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Garcelle Beauvais encerra a lista como a ex-supermodelo dos anos 1990 de Survival of the Thickest. Natasha distribui farpas com a naturalidade de quem já viu tudo na vida e não tem paciência para perder tempo com quem não está à sua altura.</p>



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		<title>Guia digital reúne 31 pratos da culinária afro-baiana com ingredientes e modo de preparo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/guia-digital-reune-31-pratos-da-culinaria-afro-baiana-com-ingredientes-e-modo-de-preparo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Jul 2026 17:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Aplicativo]]></category>
		<category><![CDATA[dr dendê]]></category>
		<category><![CDATA[guia black chef]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toda receita carrega uma hist&#243;ria. Antes de virar prato na mesa, o acaraj&#233;, o caruru e tantas outras iguarias passaram por gera&#231;&#245;es de m&#227;os negras que preservaram, adaptaram e transmitiram saberes vindos da &#193;frica e recriados na Bahia. O desafio de sempre foi um s&#243;: como garantir que essas hist&#243;rias n&#227;o se percam. &#201; a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Toda receita carrega uma história. Antes de virar prato na mesa, o acarajé, o caruru e tantas outras iguarias passaram por gerações de mãos negras que preservaram, adaptaram e transmitiram saberes vindos da África e recriados na Bahia. O desafio de sempre foi um só: como garantir que essas histórias não se percam. É a esse desafio que responde o <strong>Guia da Culinária Afro-Baiana</strong>, app e site que reúnem 31 pratos, suas histórias e receitas, colocando o patrimônio alimentar afro-baiano na palma da mão de quem quiser cozinhar, aprender e transmitir adiante.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="594" height="892" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-24-as-16.14.14.png" alt="" class="wp-image-97371" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-24-as-16.14.14.png 594w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-24-as-16.14.14-200x300.png 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-24-as-16.14.14-100x150.png 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-24-as-16.14.14-280x420.png 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-24-as-16.14.14-150x225.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Captura-de-Tela-2026-07-24-as-16.14.14-300x451.png 300w" sizes="(max-width: 594px) 100vw, 594px" /></figure>
</div>


<p class="wp-block-paragraph">A proposta é simples e potente: usar a tecnologia como ferramenta de salvaguarda. Em linguagem acessível, o guia apresenta a origem e o modo de preparo de cada prato, mostra como a contribuição afrodiaspórica vai muito além dos ingredientes e inclui técnicas, transformações de receitas e o cardápio ritual das religiões de matriz africana, e ainda indica restaurantes em Salvador onde experimentar cada iguaria. Não é um cardápio congelado, mas um inventário vivo, ao mesmo tempo afetivo e técnico, que aproxima a cozinha de terreiro e de boteco do público que nunca chegou até ela.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Selecionar apenas 31 pratos foi, por si só, um recorte de resistência. A escolha priorizou as comidas mais emblemáticas e, principalmente, aquelas ameaçadas de desaparecer. Para dar corpo ao projeto, uma equipe de pesquisadores reuniu bibliografia e pesquisa de campo sobre a história e o preparo de cada receita, e os 31 pratos e seus ingredientes foram ilustrados pelos artistas Davi Barreto e Bruno Moncorvo, num encontro entre a palavra escrita e a imagem que dá dignidade visual a essa cozinha.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="516" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-516x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-97372" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-516x1024.jpeg 516w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-151x300.jpeg 151w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-76x150.jpeg 76w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-768x1525.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-774x1536.jpeg 774w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-212x420.jpeg 212w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-150x298.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-300x596.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM-696x1382.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2026-07-24-at-4.54.34-PM.jpeg 806w" sizes="(max-width: 516px) 100vw, 516px" /></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Por trás da iniciativa está o trabalho de <strong>Vagner Rocha, o Dr. Dendê</strong>, pesquisador e doutor em estudos étnicos e africanos que há mais de 15 anos investiga as relações entre comida, religião e cultura na Bahia. O guia nasceu das memórias afetivas da comida da sua mãe e de outras mulheres da família, aquele carinho, cuidado e aconchego que a comida desperta em qualquer pessoa. &#8220;Ao revelar as histórias, transformações e receitas de tantos pratos, o Guia pretende mostrar como a contribuição afrodiaspórica não se restringe aos ingredientes, mas inclui também técnicas de preparo, modificações de receitas e adequação do cardápio ritual das religiões de matriz africana&#8221;, explica.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-576x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-97373" style="aspect-ratio:0.5625030860641572;width:544px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-576x1024.jpeg 576w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-169x300.jpeg 169w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-84x150.jpeg 84w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-768x1365.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-864x1536.jpeg 864w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-1152x2048.jpeg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-236x420.jpeg 236w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-150x267.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-300x533.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-696x1237.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-1068x1899.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/07/Dr.Dende2_Fotos_-Romeran-Ribeiro-scaled.jpeg 1440w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption">Vagner Rocha, o Dr. Dendê</figcaption></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">O guia integra um projeto maior que une pesquisa histórica e comunicação contemporânea para difundir o patrimônio alimentar baiano, do qual o podcast Viagem Gastronômica com Dr. Dendê é o carro-chefe, com três temporadas nos principais streamings e temas que passam pelos carurus de São Cosme e Damião, pelos usos rituais do azeite de dendê e pelo afroempreendedorismo de mulheres negras à frente de restaurantes e botecos nos bairros populares de Salvador. Colocar tudo isso no ar, em formato de app e site, é reafirmar que ancestralidade e tecnologia não se opõem: quando a técnica está a serviço da memória, ela vira mais um instrumento de axé.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto foi contemplado nos editais da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura na Bahia, com recursos do Governo Federal repassados pelo Ministério da Cultura e execução do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Guia da Culinária Afro-Baiana</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como baixar: </strong>disponível no Google Play e na App Store, buscando por Dr. Dendê</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Site: </strong>viagemcomdrdende.com.br</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Instagram: </strong>@guiadaculinaria.afrobaiana e @dr_dende</p>
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		<title>O hexa vem aí? Confira as coincidências apontadas por torcedores brasileiros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-hexa-vem-ai-confira-as-coincidencias-que-animam-torcedores-brasileiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 10:49:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Copa do Mundo 2026]]></category>
		<category><![CDATA[hexacampeonato instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Brasileira]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Padrões numéricos, datas e repetições históricas circulam nas redes sociais conforme a Seleção avança na Copa do Mundo de 2026</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Seleção Brasileira segue viva na Copa do Mundo de 2026 após vencer o Japão por 2 a 1, na segunda-feira (29), em Houston, resultado que garantiu a vaga nas oitavas de final pelos 32 avos de final do torneio. O time de Carlo Ancelotti havia terminado a fase de grupos na liderança do Grupo C, com sete pontos somados em dois triunfos e um empate diante de Marrocos, Haiti e Escócia, repetindo o desempenho da campanha de 1994, quando também avançou na primeira colocação de sua chave antes de erguer a taça nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto o torneio segue para a fase eliminatória, torcedores espalham nas redes sociais uma série de coincidências numéricas e históricas que, segundo eles, apontam para a conquista do sexto título mundial.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O jejum que nunca passou de 24 anos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Brasil acumula 24 anos sem conquistar uma Copa do Mundo, contados desde o pentacampeonato de 2002, e essa marca chama atenção por nunca ter sido ultrapassada na história da Seleção. O mesmo intervalo separou o tricampeonato de 1970 do tetracampeonato de 1994, período em que o Brasil também enfrentou um jejum recorde até quebrá-lo justamente nos Estados Unidos. A coincidência ganha força entre os torcedores porque 2026 representa exatamente a marca do tempo limite histórico sem título.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As sedes onde o Brasil já foi campeão</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre as sedes do torneio e conquistas anteriores também alimenta a expectativa popular. A Copa de 2026 é disputada em três países, Estados Unidos, México e Canadá, sendo a primeira edição da história a reunir tantas sedes simultâneas. México e Estados Unidos têm relação direta com títulos brasileiros, já que a Seleção venceu o tricampeonato em solo mexicano, em 1970, e o tetracampeonato em território americano, em 1994. A final de 2026 está marcada para o MetLife Stadium, em Nova Jersey, reforçando entre os torcedores a ideia de que o continente americano costuma favorecer o desempenho brasileiro em decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O ano que carrega o número do título</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das coincidências mais citadas nas redes envolve a relação entre o algarismo final do ano da conquista e o número de títulos acumulados pelo Brasil naquele momento. Em 1962, ano que termina em dois, o Brasil se tornou bicampeão, e em 1994, terminado em quatro, o time conquistou o tetracampeonato. O ano de 2026 termina em seis, número que corresponderia ao hexacampeonato caso a Seleção vença o torneio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O Grupo C como caminho de campeões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória do Brasil pelo Grupo C reacende outra simetria histórica apontada pelos torcedores, já que a Seleção também disputou essa chave na campanha do pentacampeonato, em 2002. Desde então, o Grupo C acumulou outras seleções que se sagraram campeãs a partir dele, caso da França em 2018 e da Argentina em 2022, e o fato de o Brasil ter sido novamente sorteado nessa posição em 2026 surge entre os torcedores como mais um indício favorável.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A sequência alfabética que pode ser quebrada</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas últimas três edições da Copa do Mundo, o Brasil foi eliminado por seleções cujo nome inicia com letras sequenciais do alfabeto, sendo a Alemanha responsável por encerrar a campanha brasileira em 2014, a Bélgica em 2018, e a Croácia nos pênaltis em 2022. Como nenhuma seleção classificada para 2026 tem nome iniciado pela letra D, torcedores apontam que a sequência seria interrompida nesta edição, livrando o Brasil de um padrão que se repetiu nas três últimas tentativas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Inovações da FIFA e os títulos brasileiros</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Mudanças estruturais promovidas pela FIFA ao longo das edições também aparecem como ponto de conexão entre os torcedores mais atentos. A primeira transmissão internacional via televisão, em 1958, coincidiu com o título inaugural da Seleção, assim como o novo critério de desempate por saldo de gols, em 1962, a estreia dos cartões amarelo e vermelho, em 1970, e a mudança na pontuação por vitória, em 1994, anos em que o Brasil também foi campeão. A Copa de 2026 representa a maior reformulação recente do torneio, com a expansão para 48 seleções e a primeira edição sediada por três países simultaneamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A pior fase nas Eliminatórias, antes e agora</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória conturbada do Brasil nas Eliminatórias Sul-Americanas integra outra camada da lista de coincidências. Antes do título de 2002, a Seleção protagonizou a pior campanha classificatória de sua história até aquele momento, marcada pela saída de Vanderlei Luxemburgo e pela passagem instável de Emerson Leão, substituído por Luiz Felipe Scolari poucos meses antes da Copa. O ciclo rumo a 2026 superou aquele recorde negativo, com quatro técnicos diferentes no comando e a pior campanha eliminatória da história brasileira, mesmo com a vaga garantida ao final do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A lesão que repete o mesmo clube</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um paralelo específico chamou atenção pela coincidência de clube entre dois episódios de lesão em vésperas de Copa. Em 2002, o capitão e titular Emerson sofreu uma luxação no ombro durante um treino recreativo antes do torneio e precisou ser substituído por Ricardinho, e em 2026, o lateral Wesley sofreu uma lesão muscular na coxa em amistoso pré-Copa e também foi cortado da convocação, repetindo a situação de Emerson justamente atuando pelo mesmo clube em que o ex-jogador defendia à época, a Roma, da Itália.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os 32 anos que separam os títulos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra simetria numérica reforça o argumento dos torcedores mais atentos às datas, já que entre o bicampeonato de 1962 e o tetracampeonato de 1994 transcorreram exatamente 32 anos, intervalo idêntico ao que separa o tetra de 1994 do ano de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ancelotti repete a cena de 1994, agora do outro lado</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória pessoal do técnico italiano Carlo Ancelotti também entra na lista de coincidências citadas nas redes. Ele integrava a comissão técnica da Itália na final de 1994, justamente a partida em que o Brasil encerrou um jejum de 24 anos e conquistou o tetracampeonato, e agora, no comando da Seleção Brasileira, volta a estar associado a uma campanha que busca repetir o mesmo intervalo histórico sem título, ainda que dessa vez do lado oposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Remo voltou à elite depois de 31 anos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O futebol de clubes também entrou na lista de coincidências, já que o Remo, do Pará, retornou à Série A do Campeonato Brasileiro em 2026 após 31 anos de ausência, e sua última participação na elite havia ocorrido justamente em 1994, ano da conquista do tetracampeonato pela Seleção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A foto que intrigou os torcedores</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Um registro fotográfico também circulou entre os torcedores como suposto indício da data da final. A imagem de Endrick, Vinícius Júnior e Rayan comemorando após o jogo contra a Escócia foi associada por internautas a uma leitura numérica que apontaria, segundo a interpretação popular, para o dia da decisão da Copa de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A fase eliminatória do torneio segue com o Brasil entre os favoritos ao título, e a expectativa entre os torcedores brasileiros é que as treze coincidências reunidas nas redes sociais se confirmem dentro de campo nas próximas semanas.</p>
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		<title>Afropunk Brasil divulga line-up completo com Kehlani, Jorja Smith, Gilberto Gil e mais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 12:21:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Festival confirma edição em novembro no Parque de Exposições, com programação que reúne referências da música negra internacional e brasileira em dois dias de shows</em><br></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Afropunk Brasil anunciou o line-up completo de sua edição de 2026, que acontece nos dias 7 e 8 de novembro no Parque de Exposições de Salvador. A grade reúne nomes que atravessam gerações e territórios da música negra contemporânea, com destaques internacionais como Kehlani, Jorja Smith, Kelela e o trio britânico FLO, ao lado de Gilberto Gil, Emicida, Criolo e Gaby Amarantos no eixo nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Kehlani chega ao festival no momento mais significativo de sua carreira. A cantora e compositora nascida em Oakland venceu em 2026 dois Grammy Awards, nas categorias Melhor Canção de R&amp;B e Melhor Performance de R&amp;B, pelo single &#8220;Folded&#8221;, lançado em junho de 2025 e que se tornou um dos maiores hits do gênero nos últimos anos. Em abril de 2026, ela lançou seu quinto álbum de estúdio, autointitulado, com 17 faixas e participações de Missy Elliott, Cardi B, Usher e Brandy, entre outros. A presença no Afropunk Brasil será sua primeira apresentação no país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jorja Smith, por sua vez, chega ao festival cumprindo uma promessa adiada. A cantora britânica estava confirmada na edição de 2025 do Afropunk, mas cancelou toda sua passagem pelo Brasil em agosto daquele ano por motivos pessoais, com a organização do festival e as produtoras envolvidas garantindo publicamente que a artista retornaria em 2026. A confirmação no line-up deste ano encerra uma espera de mais de 12 meses do público brasileiro, que também a aguarda em shows solos em São Paulo e nos festivais Rock the Mountain. Jorja chega ao país ainda em um momento especial: o lançamento de um novo álbum previsto para agosto de 2026.</p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/06/UM-LINE-UP-DESSES-SO-O-AFROPUNK-SUSTENTA-🔥🔥🔥Nos-dias-7-e-8-de-novembro-temos-um-encontro-ma.jpg" alt="" class="wp-image-96180" style="aspect-ratio:0.8000070226362976;width:543px;height:auto"/><figcaption class="wp-element-caption">Foto: reprodução / Redes Sociais</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A programação nacional coloca lado a lado artistas que representam momentos distintos da música negra brasileira. Gilberto Gil estreia no Afropunk Brasil logo após o encerramento da turnê &#8220;Tempo Rei&#8221;, que celebrou mais de seis décadas de produção musical. Emicida reafirma seu lugar como um dos principais artistas e pensadores da música brasileira contemporânea, enquanto Criolo apresenta um show dedicado ao repertório de &#8220;Nó na Orelha&#8221;, álbum lançado em 2011 que marcou uma geração inteira e permanece como um dos trabalhos mais relevantes da música brasileira do século XXI.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A força das sonoridades negras regionais aparece em Gaby Amarantos, que segue expandindo os caminhos do tecnobrega e da cultura amazônica, e em Lazzo Matumbi, uma das vozes centrais da música negra baiana. A nova geração está representada por AJULLIACOSTA, no rap nacional, por Fantasmão, referência histórica da cultura de periferia de Salvador, e por NandaTsunami, que une rap, moda e performance em linguagem própria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A edição de Salvador encerra a jornada do Afropunk Brasil em 2026, que antes passa pelo Rio de Janeiro, no dia 15 de agosto, com o Afropunk Experience no Terreirão do Samba, e por Recife, no dia 12 de setembro, na Universidade Federal de Pernambuco. A expansão do festival para diferentes territórios do país consolida uma plataforma que, em 2025, reuniu mais de 75 mil pessoas presencialmente e alcançou 12 milhões de pessoas ao longo de suas ações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Realizado pela IDW Company, o Afropunk Brasil mantém desde suas primeiras edições a proposta de ser um espaço de encontro entre música, moda, arte, ancestralidade e ocupação cultural. Os ingressos para a edição de Salvador estão à venda em breve.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>SERVIÇO</strong><br>Afropunk Brasil 2026 — Salvador<br>7 e 8 de novembro<br>Parque de Exposições — Av. Luís Viana Filho, 1590<br>Ingressos: à venda em breve</p>
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		<title>Parada LGBT+ SP 2026: confira as atrações negras que são destaque nos trios elétricos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/parada-lgbt-sp-2026-confira-as-atracoes-negras-que-sao-destaque-nos-trios-eletricos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Urias, Majur, Gloria Groove, Pepita e Pabllo Vittar est&#227;o entre os destaques negros da Parada LGBT+ de SP 2026. Veja em qual trio cada uma se apresenta. A 30&#170; edi&#231;&#227;o da Parada do Orgulho LGBT+ de S&#227;o Paulo acontece neste domingo, 7 de junho, na Avenida Paulista, a partir das 10h. Organizado pela APOLGBT-SP, o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Urias, <em>Majur</em>, <em>Gloria Groove, Pepita e Pabllo Vittar estão entre os destaques negros da Parada LGBT+ de SP 2026. Veja em qual trio cada uma se apresenta.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo acontece neste domingo, 7 de junho, na Avenida Paulista, a partir das 10h. Organizado pela APOLGBT-SP, o evento reúne mais de 130 artistas distribuídos em 14 trios elétricos e chega a essa marca histórica em um cenário de pressão financeira: o presidente da associação, Nelson Matias, confirmou que o patrocínio caiu 60% entre 2025 e 2026, com a saída de empresas multinacionais que eram parceiras do evento. O tema da edição é &#8220;A rua convoca, a urna confirma&#8221;, com foco na participação política da comunidade LGBTQIA+ no ano eleitoral. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo estimativa da Associação Comercial de São Paulo, a Parada deve movimentar R$ 466,2 milhões na economia da capital em setores como hotelaria, transporte, alimentação e entretenimento. Mesmo assim, a queda de patrocínio gerou reação pública de artistas confirmados no evento. Pabllo Vittar usou as redes sociais para criticar a redução, associando o recuo das empresas ao avanço do conservadorismo e afirmando que o silenciamento financeiro &#8220;diz muito sobre quem está do nosso lado e quem realmente só quer fazer dinheiro&#8221;. A cantora integra o Trio 13, ao lado de Urias, e é uma das principais atrações da programação. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além de Pabllo e Urias, a programação reúne Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, MC Soffia, Katy da Voz e as Abusadas, entre outros nomes da música e da cena drag nacional. Por conta de obras na Avenida Paulista, os trios elétricos percorrerão o lado ímpar da via, e a organização orienta o público a acompanhar o evento pelas ruas Haddock Lobo e Bela Cintra. <a href="https://brasilturis.com.br/2026/05/29/parada-lgbt-sao-paulo-2026-novos-artistas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Os nomes abaixo representam alguns dos destaques confirmados na programação, que reúne mais de 130 artistas no total.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trio 1 — A Rua Convoca</strong> Silvetty Montilla assume a apresentação do trio de abertura, ao lado de Pepita, uma das vozes mais reconhecidas do pagode brasileiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trio 5 — Visibilidade Bi+</strong> Nega Jackie e MC Soffia integram a programação do trio dedicado à visibilidade bissexual, reforçando a presença negra também nas frentes temáticas do evento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trio 9 — L&#8217;Oréal Groupe</strong> Gloria Groove, Thiago Pantaleão e Lud Anjos estão entre as atrações do trio patrocinado pela L&#8217;Oréal, um dos mais aguardados da edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trio 13 — Amstel</strong> Pabllo Vittar, Urias, Silvetty e Márcia Pantera compõem o trio de maior apelo popular da programação, patrocinado pela Amstel.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Trio 14 — A Urna Confirma (Encerramento)</strong> Majur fecha a Parada no trio de encerramento, ao lado de Melody e MC Trans, entre outros artistas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A programação completa dos 14 trios está disponível em paradasp.org.br.</p>
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		<title>PowerList Mundo Negro 2026: sua criadora digital favorita merece esse reconhecimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Powerlist]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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<p class="wp-block-paragraph">A presença de mulheres negras no ambiente digital brasileiro é o que sustenta grande parte da inovação e da estética consumida atualmente, embora essa liderança nem sempre seja refletida nas oportunidades de mercado. Enquanto a criatividade negra dita as conversas mais relevantes, muitas profissionais ainda enfrentam uma realidade de subvalorização, onde propostas de permuta e orçamentos reduzidos tentam limitar o alcance de trajetórias que já provaram sua alta performance.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessa disparidade entre o impacto gerado e o reconhecimento recebido, a <strong>PowerList Mundo Negro 2026</strong> posiciona a categoria Criadora Digital como um espaço estratégico de exaltação e visibilidade necessária. A premiação busca subverter a lógica da invisibilidade ao colocar sob os holofotes as mulheres que, apesar das barreiras comerciais, conseguem transformar suas plataformas em ferramentas de construção de narrativa, impacto social e autoridade intelectual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse esforço de trazer para o centro quem realmente faz a diferença, <strong>a categoria foca em mulheres negras que mantêm uma produção autoral e consistente em redes como Instagram, TikTok, LinkedIn ou YouTube</strong>. O reconhecimento abrange tanto as criadoras independentes quanto aquelas que lideram grandes projetos multimídia, desde que o protagonismo negro e a qualidade técnica sejam os pilares de uma atuação que não aceita mais o papel de coadjuvante nas grandes campanhas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para garantir que essa homenagem chegue a quem de fato mobiliza a comunidade, o processo de avaliação prioriza a originalidade e a capacidade de educar e informar com uma estética apurada. Valorizamos resultados que demonstrem mudanças reais de percepção e uma construção de comunidade genuína, provando que o conteúdo produzido por mulheres negras é a base da comunicação contemporânea e merece ser tratado com o devido prestígio e profissionalismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A celebração dessas conquistas ganha um novo significado nesta edição com a chegada da autoindicação, um movimento que incentiva cada profissional a reconhecer seu próprio valor e reivindicar seu espaço na história da premiação. Ao permitir que a criadora descreva sua trajetória e suas vitórias dos últimos meses, a PowerList abre caminho para que talentos muitas vezes ignorados pelos algoritmos ocupem o palco principal na sede da L’Oréal Brasil, no dia 31 de julho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O reconhecimento que a nossa trajetória exige</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A construção desse novo cenário de valorização depende da mobilização de toda a rede no portal oficial, seja indicando nomes que são referência ou inscrevendo o próprio trabalho para a fase de votação. Esse é o momento de garantir que a excelência das mulheres negras seja celebrada em sua totalidade, transformando o Julho das Pretas em um marco de reconhecimento para quem nunca parou de criar e inspirar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Faça sua indicação ou autoindicação: <strong>powerlist.mundonegro.inf.br/votar</strong></p>
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		<title>Iyá Sônia Oliveira: a chef que aprendeu no candomblé que cada ingrediente tem um sentido e cada gesto carrega intenção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O encontro de S&#244;nia Oliveira com a cozinha de terreiro n&#227;o aconteceu de uma vez. Foi, como ela mesma descreve, um chamado silencioso que foi chegando aos poucos, no tempo certo. &#8220;No in&#237;cio, eu via apenas o alimento para o santo, o cheiro, o cuidado no preparo. Mas, com o tempo, fui compreendendo que ali [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">O encontro de Sônia Oliveira com a cozinha de terreiro não aconteceu de uma vez. Foi, como ela mesma descreve, um chamado silencioso que foi chegando aos poucos, no tempo certo. &#8220;No início, eu via apenas o alimento para o santo, o cheiro, o cuidado no preparo. Mas, com o tempo, fui compreendendo que ali existia algo muito maior: memória, fé e ancestralidade&#8221;, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Iyalorisá, professora e empreendedora sergipana, Sônia se iniciou no candomblé em 2002, e foi nesse espaço que a cozinha ganhou outra dimensão. &#8220;Fui aprendendo que cozinhar, naquele espaço, é um ato de respeito e conexão. Cada ingrediente tem um sentido, cada gesto carrega intenção, e cada preparo é uma forma de diálogo com o sagrado. Não se trata apenas de alimentar o corpo, mas de fortalecer o espírito.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa visão se tornou o alicerce do seu trabalho. Idealizadora do Yeyê Bistrô e da Ojú Ifá Modas, em Sergipe, Sônia celebra ancestralidade e identidade negra por meio da fé, da culinária e da economia criativa, mobilizando sua comunidade e construindo um espaço onde gastronomia e espiritualidade se encontram. Para ela, a cozinha de terreiro é, antes de tudo, um patrimônio coletivo: &#8220;ancestral, coletiva e sagrada.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É essa compreensão que ela leva para a campanha #IngredientePrincipal. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Iyá Sônia Oliveira é uma delas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para os jovens negros, o recado é sobre responsabilidade e pertencimento: &#8220;Preservar os saberes de terreiro é, antes de tudo, um ato de continuidade. Esses saberes chegaram antes de nós, atravessaram o tempo, resistiram à dor e chegaram até aqui. Agora é hora de cuidar desse grande legado que recebemos de presente dos nossos ancestrais. Vocês são continuidade. E preservar esses saberes é garantir que aquilo que nos sustenta não se perca, mas siga vivo atravessando gerações.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #CozinhaDeTerreiroÉSagrada</p>
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		<title>Acarajé, vatapá e azeite de dendê: o trio sagrado da Bahia</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/acaraje-vatapa-e-azeite-de-dende-o-trio-sagrado-da-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 11:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feij&#227;o-fradinho, cebola e sal no acaraj&#233;; farinha de mandioca, leite de coco e camar&#227;o no vatap&#225;; azeite de dend&#234; unindo os dois: tr&#234;s pratos com um fio condutor e uma cozinha que o IPHAN reconheceu como Patrim&#244;nio Cultural Imaterial do Brasil em 2005, mas que o mercado ainda trata como culin&#225;ria de segunda categoria. &#201; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Feijão-fradinho, cebola e sal no acarajé; farinha de mandioca, leite de coco e camarão no vatapá; azeite de dendê unindo os dois: três pratos com um fio condutor e uma cozinha que o IPHAN reconheceu como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em 2005, mas que o mercado ainda trata como culinária de segunda categoria. É esse argumento que a chef Bianca Oliveira (@chefbiancaoliveira) desenvolve nos vídeos da campanha #IngredientePrincipal, iniciativa global do TikTok que estreou no Brasil em parceria com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs, reunindo 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O dendê no centro</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De todos os ingredientes do trio, o azeite de dendê é o mais atacado, alvo de uma narrativa sobre colesterol alto alimentada durante décadas pela indústria de óleos vegetais refinados que concorre diretamente com ele nas prateleiras. O que a pesquisa mostra é diferente: o dendê é rico em carotenoides, fontes de pró-vitamina A, e em vitamina E nas formas de tocoferóis e tocotrienóis, compostos com ação antioxidante que protegem as células de danos oxidativos. Estudo publicado na revista Segurança Alimentar e Nutricional, da Unicamp, mostrou que o azeite mantém sua concentração de vitamina A mesmo após o processamento térmico, o que o torna fonte viável no combate à hipovitaminose A. É com esses dados que Bianca responde ao mito nos vídeos da campanha: &#8220;Ele é muito mais saudável do que qualquer óleo vegetal&#8221;, afirma a chef, que usa o dendê como insumo central da sua cozinha e como argumento direto contra o apagamento da culinária afro-brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Técnica que o mercado subestimou</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O acarajé chegou ao Brasil no período colonial pelas mãos das mulheres africanas escravizadas, que adaptaram o akará iorubá com os ingredientes disponíveis aqui, resultando numa receita de feijão-fradinho, cebola e sal, moídos e fritos no dendê quente até formar o bolinho crocante por fora e macio por dentro. &#8220;O acarajé é feito apenas de feijão-fradinho, cebola e sal, e é um dos alimentos mais nutritivos que temos na culinária afro-brasileira&#8221;, diz Bianca, que fecha o trio com o vatapá numa versão sem glúten, feita com farinha de mandioca no lugar do pão, incorporada à base como um pirão até atingir o ponto correto, tornando o prato acessível para pessoas com intolerância sem abrir mão da receita original. O leite de coco extraído diretamente do coco fresco, batido com água morna e coado, completa o preparo com qualidade nutricional que o produto industrializado, carregado de sódio e aditivos, não oferece.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A chef que comanda a Casa do Dendê</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascida em Salvador e radicada em Aracaju, Bianca Oliveira é mulher preta, lésbica, mãe solo e filha de axé cuja formação não veio de escolas tradicionais de gastronomia, mas das suas origens e da reconexão com a ancestralidade, tendo a Chef Sol como mentora. O que começou com marmitas virou a Casa do Dendê, espaço que ela comanda em Aracaju como referência da cozinha afro-brasileira na capital sergipana, com acarajé, abará e feijoada preparados sempre com o dendê como fio condutor. Finalista do Top 10 da Expo Favela e embaixadora do Fundo Agbara, do Sebrae e do Instituto Rainhas, ela resume o que o trio representa: &#8220;Uso a minha cozinha com a história e a cultura africana, desenvolvendo um trabalho de fortalecimento da identidade negra e da ancestralidade.&#8221; O acarajé, o vatapá e o dendê não são símbolos folclóricos, são técnica, nutrição e memória com endereço preciso na história do Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Acompanhe os conteúdos da campanha no TikTok @sitemundonegro e no portal Mundo Negro. #IngredientePrincipal #TheMainIngredient #AcarajéPatrimônio #AzeiteDeDendê #GuiaBlackChefs #MundoNegro</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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