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	<title>Arquivos Sem categoria - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Thu, 29 Jan 2026 20:28:01 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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	<item>
		<title>CARTA ABERTA AO MINISTÉRIO DA IGUALDADE RACIAL</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/carta-aberta-ao-ministerio-da-igualdade-racial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 20:27:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sobre a aus&#234;ncia de di&#225;logo entre o Minist&#233;rio da Igualdade Racial e a m&#237;dia negra independente AoMinist&#233;rio da Igualdade Racial (MIR)Governo Federal do Brasil O Mundo Negro e o Not&#237;cia Preta, dois dos principais portais da imprensa negra brasileira, v&#234;m a p&#250;blico registrar, de forma respeitosa e transparente, uma preocupa&#231;&#227;o que compartilhamos h&#225; anos: a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Sobre a ausência de diálogo entre o Ministério da Igualdade Racial e a mídia negra independente</strong></p>



<p>Ao<br>Ministério da Igualdade Racial (MIR)<br>Governo Federal do Brasil</p>



<p>O Mundo Negro e o Notícia Preta, dois dos principais portais da imprensa negra brasileira, vêm a público registrar, de forma respeitosa e transparente, uma preocupação que compartilhamos há anos: a ausência de diálogo institucional contínuo entre o Ministério da Igualdade Racial e a mídia negra independente do país.</p>



<p>Esta carta não é uma crítica à existência do Ministério, tampouco um pedido de financiamento.&nbsp; Trata-se de um apontamento responsável sobre a distância que se estabeleceu entre quem formula políticas públicas para a população negra e quem, há décadas, comunica, informa, mobiliza e forma consciência crítica dentro dessa mesma população.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A imprensa negra como patrimônio histórico da luta por igualdade</strong></h3>



<p>A imprensa negra brasileira existe desde o século XIX. Foi por meio de jornais como <em>O Homem de Cor</em>, <em>A Voz da Raça</em> e tantos outros que a população negra construiu narrativas próprias, combateu estereótipos e disputou espaço na esfera pública quando os grandes veículos silenciavam suas pautas.</p>



<p>Hoje, no ambiente digital, a mídia negra independente cumpre esse mesmo papel: informa, forma opinião, fiscaliza o poder público, produz memória e fortalece identidades. Em um país onde o racismo estrutural ainda molda oportunidades, a comunicação antirracista não é acessória, é estratégica.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quem somos</strong></h3>



<p><strong>Mundo Negro</strong><strong><br></strong>Fundado há mais de 20 anos, o Mundo Negro é um dos portais pioneiros da mídia negra digital no Brasil. Criado e dirigido por Silvia Nascimento, jornalista negra, o veículo mantém-se de forma totalmente independente, sem apoio institucional permanente, produzindo jornalismo, cultura e formação crítica para centenas de milhares de leitores ao longo de duas décadas.</p>



<p><strong>Notícia Preta</strong><strong><br></strong>Com 7 anos de existência, fundado e dirigido por Thais Bernardes, jornalista negra, o Notícia Preta tornou-se um dos maiores portais negros do país, com milhões de pessoas alcançadas mensalmente em suas plataformas digitais, além de projetos educacionais como a Escola de Comunicação Antirracista, que já formou milhares de pessoas gratuitamente.</p>



<p>Ambos os veículos são liderados por mulheres negras jornalistas que, sem estruturas empresariais tradicionais, sustentam diariamente o maior ecossistema de mídia negra independente do Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Nosso papel social</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Produzimos jornalismo com perspectiva racial e de direitos humanos<br></li>



<li>Combatemos desinformação e estigmas raciais<br></li>



<li>Formamos novas gerações de comunicadores negros<br></li>



<li>Conectamos políticas públicas às realidades dos territórios<br></li>



<li>Damos visibilidade a iniciativas, vozes e saberes historicamente silenciados<br></li>
</ul>



<p>Esse trabalho é realizado, em grande parte, sem editais específicos, sem políticas permanentes de fomento e enfrentando desafios de sustentabilidade financeira que poderiam ser mitigados por articulação institucional e reconhecimento público.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que ocorreu: tentativas formais de diálogo sem retorno</strong></h3>



<p>Nos últimos três anos, tanto o Mundo Negro quanto o Notícia Preta buscaram diálogo institucional com o Ministério da Igualdade Racial. Registramos abaixo, de forma objetiva, algumas dessas tentativas.</p>



<p><strong>Mundo Negro</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Participação, a convite do próprio governo, na reunião das mídias negras para a construção do Plano Nacional de Comunicação Antirracista.<br></li>



<li>Após o encontro, foram enviados dois pedidos formais de devolutiva solicitando:<br>
<ul class="wp-block-list">
<li>Relatório das propostas apresentadas<br></li>



<li>Indicação do que foi incorporado<br></li>



<li>Cronograma das próximas etapas<br></li>
</ul>
</li>



<li>Até o momento, não houve resposta institucional.<br></li>



<li>Solicitações de entrevistas com a Ministra Anielle Franco, reforçando que a pauta seria espaço de escuta e voz institucional. As solicitações deixaram de ser respondidas após determinado momento da gestão.<br></li>
</ul>



<p><strong>Notícia Preta</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Convite formal para participação da Ministra no programa NP Notícias.<br></li>



<li>Em abril de 2025, a assessoria confirmou a entrevista. Dias depois, a participação foi cancelada por agenda.<br></li>



<li>Novas solicitações de datas foram enviadas — sem qualquer retorno posterior.<br></li>



<li>Solicitações de posicionamento e direito de resposta em matérias jornalísticas também não obtiveram resposta.<br></li>
</ul>



<p><strong>Articulação pela Mídia Negra</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2024, a Articulação enviou nota técnica ao MIR denunciando apagamento institucional dentro do Grupo de Trabalho de Comunicação Antirracista.<br></li>



<li>Não houve resposta oficial.<br></li>
</ul>



<p>Esses registros não são apresentados aqui como denúncia, mas como fatos documentados que ilustram a ausência de diálogo continuado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que defendemos</strong></h3>



<p>A construção de políticas públicas eficazes exige escuta permanente da sociedade civil organizada, especialmente de quem atua diretamente na produção de informação para a população que o próprio Ministério busca representar.</p>



<p>A mídia negra independente não é apenas beneficiária potencial de políticas: é parceira estratégica, formuladora de conhecimento, canal de escuta social e ponte entre Estado e território.</p>



<p>Sem diálogo, perde o Ministério. Sem diálogo, perde a sociedade. Sem diálogo, enfraquece-se o próprio projeto de comunicação antirracista que o governo propõe construir.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Nosso chamado</strong></h3>



<p>Reafirmamos nossa disposição para o diálogo institucional, transparente e contínuo. Não reivindicamos privilégios. Reivindicamos reconhecimento, escuta e articulação.</p>



<p>Porque comunicação antirracista não se faz apenas em planos escritos, se faz em relações vivas, permanentes e respeitosas entre Estado e sociedade.</p>



<p>Seguimos à disposição.</p>



<p>Att,</p>



<p><strong>Mundo Negro</strong><strong><br></strong>Silvia Nascimento, Fundadora e Head de Conteúdo</p>



<p><strong>Notícia Preta</strong><strong><br></strong>Thais Bernardes,&nbsp; Fundadora e CEO<br></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Exposição ‘Bloco do Prazer’ chega a Fortaleza com uma mostra dedicada à festa e à cultura preta</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/exposicao-bloco-do-prazer-chega-a-fortaleza-com-uma-mostra-dedicada-a-festa-e-a-cultura-preta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 15:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Bloco do Prazer&#8221; chega a Fortaleza em dezembro com uma proposta que ultrapassa o olhar sobre a festa enquanto celebra&#231;&#227;o. A mostra, que ocupa o Museu de Arte Contempor&#226;nea do Cear&#225; (MAC-CE) a partir de 02 de dezembro, investiga a Festa como for&#231;a est&#233;tica, articuladora de comunidades e ferramenta de disputa simb&#243;lica no Brasil. Realizada [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Bloco do Prazer” chega a Fortaleza em dezembro com uma proposta que ultrapassa o olhar sobre a festa enquanto celebração. A mostra, que ocupa o Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE) a partir de 02 de dezembro, investiga a Festa como força estética, articuladora de comunidades e ferramenta de disputa simbólica no Brasil. Realizada pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto Dragão do Mar, com patrocínio da Petrobras, a exposição tem acesso gratuito e permanece em cartaz até maio de 2026.</p>



<p>Em sua versão cearense, o projeto se expande de forma significativa, reunindo cerca de 250 obras e conectando diferentes períodos, linguagens e perspectivas. Ao chegar ao Ceará, a mostra amplia seu território, abraçando a vitalidade de manifestações tradicionais como maracatus, reisados, mestres da cultura popular e os Tesouros Vivos da Cultura. São mais de 50 artistas nordestinos presentes, reafirmando a força da cultura preta e periférica em pinturas, fotografias, trabalhos têxteis e peças híbridas que destacam expressões afro-brasileiras, afro-indígenas, celebrações religiosas e cortejos urbanos.</p>



<p>A diversidade de gênero e identidade é um dos pilares desta edição. Entre as novas obras produzidas entre 2020 e 2025, está o inédito <em>Cariri Delícia</em>, de Charles Lessa, que tensiona corpo, som e rito. Artistas cearenses como Bárbara Banida e Blecaute reforçam o caráter político da mostra ao colocar vivências periféricas e discussões sobre gênero no centro do debate, em trabalhos como <em>A cisgeneridade é uma ruína</em> e <em>Brincadeira como forma de aquilombamento</em>. Como destaca a Secretária da Cultura do Ceará, Luisa Cela, a exposição acolhe e celebra a Festa como linguagem de liberdade, colocando o Ceará e o Nordeste no centro das reflexões contemporâneas do país, ao mesmo tempo em que fortalece políticas culturais que valorizam território, saberes populares e protagonismo local.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>SERVIÇO</strong></h2>



<p><strong>Exposição:</strong> Bloco do Prazer<br><strong>Onde:</strong> Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE) – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura<br><strong>Endereço:</strong> R. Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema, Fortaleza (CE)<br><strong>Período:</strong> 02/12/2025 a 05/2026<br><strong>Entrada:</strong> gratuita<br><strong>Realização:</strong> Ministério da Cultura e Instituto Dragão do Mar<br><strong>Patrocínio:</strong> Petrobras, via Lei Rouanet</p>
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		<item>
		<title>Novo Raio-X do Data Favela detalha os sonhos, os hábitos de consumo e a cultura de quem vive no tráfico</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/novo-raio-x-do-data-favela-detalha-os-sonhos-os-habitos-de-consumo-e-a-cultura-de-quem-vive-no-trafico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa &#8220;Raio-X da Vida Real&#8221;, conduzida pelo Data Favela, Central &#218;nica das Favelas (CUFA) e Favela Holding, oferece uma lente rara e inc&#244;moda sobre a din&#226;mica do tr&#225;fico de drogas no Brasil. O M&#243;dulo 3 &#8212; Viv&#234;ncias, Consumo e Cultura &#8212; &#233; particularmente revelador: ao contr&#225;rio do que prega o senso comum, a vida [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A pesquisa &#8220;Raio-X da Vida Real&#8221;, conduzida pelo Data Favela, Central Única das Favelas (CUFA) e Favela Holding, oferece uma lente rara e incômoda sobre a dinâmica do tráfico de drogas no Brasil. O Módulo 3 — Vivências, Consumo e Cultura — é particularmente revelador: ao contrário do que prega o senso comum, a vida no crime, para a maioria dos entrevistados, não é um caminho para a opulência, mas sim uma rota de subsistência marcada pelo desejo de estabilidade e uma forte conexão com a cultura negra.</p>



<p>O que o estudo sublinha de forma contundente é que a maioria dos entrevistados não está engajada no crime pela busca desenfreada por bens de luxo, mas sim pela urgência de estabilidade social e familiar. O maior sonho de consumo não é um carro importado, mas sim a conquista da <strong>casa própria</strong>, desejo que mobiliza mais da metade dos respondentes (<strong>53%</strong>), sendo que <strong>25%</strong> especificamente almejam comprar uma casa para a sua família. Este dado é um poderoso contraponto ao estereótipo do criminoso ostentador, demonstrando que, para este público, o crime serve como uma fonte de sustento e ancoragem, e não de enriquecimento desmedido, reforçando a ideia de que a motivação principal é a necessidade econômica</p>



<p>Apesar da vida na ilegalidade, os padrões de consumo dos entrevistados seguem de perto as tendências de mercado das favelas e periferias<sup></sup>. A lealdade a marcas é alta, com poucas empresas dominando a preferência em nichos-chave<sup></sup>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eletrônicos:</strong> Apple (<strong>32%</strong>) e Samsung (<strong>31%</strong>) somam quase dois terços da preferência.</li>



<li><strong>Vestuário e Calçados:</strong> A Nike é a favorita em roupas (<strong>23%</strong>) e calçados, liderando o ranking de tênis e chuteiras com uma preferência agregada de <strong>60%</strong> (juntamente com Adidas).</li>



<li><strong>Cerveja:</strong> A Heineken aparece no topo das cervejas mais citadas (<strong>19%</strong>), à frente de Brahma e Skol.</li>
</ul>



<p>No entanto, o uso do sistema bancário tradicional, como Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal , por parte de quem vive na clandestinidade, sugere a intensa necessidade de terceiros, os chamados &#8220;laranjas&#8221;, para movimentar o dinheiro, evidenciando as complexas pontes entre o lícito e o ilícito na vida financeira.</p>



<p>Quando o assunto é cultura, o estudo ressalta a importância dos laços de sociabilidade e pertencimento<sup></sup>. Os hobbies preferidos são coletivos: <strong>jogar futebol (23%)</strong>, <strong>acessar a internet (19%)</strong> e <strong>socializar com amigos (15%)</strong><sup></sup>.</p>



<p>O pódio musical é dominado pelos gêneros de matriz negra:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pagode/Samba</strong> (23%) </li>



<li><strong>Funk</strong> (21%) </li>



<li><strong>Rap</strong> (12%) </li>
</ul>



<p>As vozes e rostos da cultura negra também são os mais admirados: a cantora <strong>Ludmilla (16%)</strong> e o cantor <strong>Belo (11,6%)</strong>  lideram as preferências. Entre os atores, <strong>Taís Araújo (27%)</strong> e <strong>Lázaro Ramos (17%)</strong> são as figuras mais importantes para os entrevistados.</p>



<p>O que a pesquisa consegue captar de forma pungente, para além dos números, é o dilema existencial. A vida no crime não apenas impõe riscos físicos e mentais (com altos índices de insônia, ansiedade e depressão <sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup>), como também restringe a liberdade a ponto de o sonho de uma viagem para &#8220;qualquer lugar do mundo&#8221; ser inacessível para <strong>66%</strong> dos entrevistados<sup></sup>.</p>



<p>O Data Favela nos força a ir além da manchete simplista e a compreender que a motivação do crime é, essencialmente, econômica. Não é a busca por iates, mas sim por uma <strong>casa segura</strong> e pelo sustento da família. A tragédia se completa com a constatação de que, embora não se orgulhem do que fazem (<strong>68%</strong> disseram não sentir orgulho ) e proíbam seus filhos de seguir o mesmo caminho, a falta de oportunidade lícita, a que se refere a mulher de 27-31 anos: <strong>“A falta de oportunidade e também o desejo de coisas melhores”</strong> , os mantém aprisionados nesse ciclo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra movimenta o CCSP nos dias 19 e 20; entrada gratuita</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/5a-expo-internacional-dia-da-consciencia-negra-movimenta-o-ccsp-nos-dias-19-e-20-entrada-gratuita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 15:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de S&#227;o Paulo realiza, nos dias 19 e 20 de novembro, a 5&#170; Expo Internacional Dia da Consci&#234;ncia Negra, no Centro Cultural S&#227;o Paulo, das 9h &#224;s 21h. Com entrada gratuita, o evento integra a pol&#237;tica p&#250;blica &#8220;S&#227;o Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural&#8221; e tem como tema desta edi&#231;&#227;o o Afrofuturismo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de São Paulo realiza, nos dias <strong>19 e 20 de novembro</strong>, a <strong>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra</strong>, no <strong>Centro Cultural São Paulo</strong>, das 9h às 21h. Com entrada gratuita, o evento integra a política pública <strong>“São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural”</strong> e tem como tema desta edição o <strong>Afrofuturismo na cidade de São Paulo</strong>, conectando cultura, tecnologia, identidade e políticas públicas que impactam comunidades negras, indígenas e imigrantes.</p>



<p>Organizada por uma articulação de secretarias municipais, a Expo propõe refletir sobre como o Afrofuturismo pode orientar práticas de equidade racial no presente. O conceito, que combina memória, protagonismo e imaginação de futuro, atravessa toda a programação com experiências de afroempreendedorismo, educação antirracista, cultura, ciência e conexões internacionais.</p>



<p>Segundo a organização, o Afrofuturismo funciona como estética e também como ferramenta política: reconstrói identidades, questiona estruturas e aponta futuros não colonizados. A partir desse entendimento, o evento propõe que São Paulo seja um território capaz de unir saberes ancestrais e inovação tecnológica para avançar em diversidade, inclusão e direitos.</p>



<p>Nesta edição, o público receberá um <strong>passaporte</strong> que funciona como guia para circular pelos “portais afrofuturistas” instalados no Centro Cultural São Paulo. Cada portal apresenta uma narrativa que conecta passado, presente e futuro para discutir políticas públicas, equidade racial, cultura e trajetórias de resistência.</p>



<p>Com curadoria das secretarias municipais, a Expo reúne exposições, painéis, vivências, ações voltadas ao afroempreendedorismo e atividades que evidenciam São Paulo como uma cidade comprometida com a construção de um futuro antirracista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Serviço</strong></h3>



<p><strong>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra</strong><br><strong>19 e 20 de novembro de 2025</strong><br><strong>Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1.000 (Metrô Vergueiro)</strong><br><strong>9h às 21h</strong><br><strong>Entrada gratuita</strong><br><strong>Programação completa</strong> nas redes: <strong>@direitoshumanos.sp</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>O futuro é ancestral: quilombolas apresentam na COP30 suas próprias tecnologias de cuidado com o planeta</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-futuro-e-ancestral-quilombolas-apresentam-na-cop30-suas-proprias-tecnologias-de-cuidado-com-o-planeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Vozes Influentes]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As solu&#231;&#245;es para a crise clim&#225;tica talvez n&#227;o estejam nas confer&#234;ncias internacionais, mas nas comunidades que h&#225; s&#233;culos sabem o que &#233; resistir. &#201; isso que revela a pesquisa in&#233;dita lan&#231;ada pelo Instituto Suma&#250;ma durante a COP30, em Bel&#233;m &#8212; um trabalho que documenta as tecnologias ancestrais e as pr&#225;ticas culturais e comunicacionais desenvolvidas por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As soluções para a crise climática talvez não estejam nas conferências internacionais, mas nas comunidades que há séculos sabem o que é resistir. É isso que revela a pesquisa inédita lançada pelo Instituto Sumaúma durante a COP30, em Belém — um trabalho que documenta as tecnologias ancestrais e as práticas culturais e comunicacionais desenvolvidas por quilombolas em diferentes territórios do Brasil.</p>



<p>Mais do que um estudo, <em>“Corpos-territórios quilombolas e o fio conectado da ancestralidade”</em> é uma virada de perspectiva: coloca os quilombos no centro da discussão sobre justiça climática. Construída em diálogo direto com lideranças, a pesquisa mostra que o conhecimento ancestral não é memória,  é prática viva, ferramenta de adaptação e cuidado com o planeta.</p>



<p>“A conta simplesmente não fecha”, afirma Taís Oliveira, diretora do Instituto Sumaúma. “As comunidades que mais sofrem com os impactos das mudanças climáticas são justamente as que detêm saberes e tecnologias sociais capazes de responder a eles, mas suas soluções seguem invisibilizadas.”</p>



<p>Para a pesquisadora quilombola Juliane Sousa, consultora convidada no projeto, o estudo também quebra estereótipos: “Ainda existe uma imagem equivocada de que os quilombolas vivem isolados, e essa não é a realidade. Assim como outras populações, nós também temos acesso à internet, frequentamos faculdade e levamos uma vida como qualquer outra. A diferença está na nossa relação com a natureza — ela vem das nossas heranças e se baseia no cuidado com todas as formas de vida.”</p>



<p>Ao lançar a pesquisa em plena COP30, o Instituto Sumaúma propõe um deslocamento: que as discussões sobre o clima deixem de falar <strong>sobre</strong> os povos quilombolas e passem a ser conduzidas <strong>por eles</strong>. Porque onde há ancestralidade, há também tecnologia, política e futuro.</p>



<p><strong>Pré-lançamento da pesquisa</strong><br><em>Corpos-territórios quilombolas e o fio conectado da ancestralidade: entre as agendas de justiça climática e as práticas culturais e comunicacionais</em><br><strong>12 de novembro de 2025</strong> — das 10h às 12h<br>Rua Cônego Jerônimo Pimentel, 315 – Umarizal, Belém/PA (Casa das ONGs)</p>



<p><strong>Lançamento oficial da pesquisa</strong><br><strong>13 de novembro de 2025</strong> — a partir das 8h<br>Passagem Paulo VI, 244 – Cremação, Belém/PA (Cedenpa)</p>
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		<title>Exposição ‘Imaginação Radical’ celebra 100 anos de Frantz Fanon no Museu das Favelas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu das Favelas anuncia a abertura de sua nova exposi&#231;&#227;o, Imagina&#231;&#227;o Radical: 100 anos de Frantz Fanon, que estreia em 25 de novembro de 2025, em S&#227;o Paulo, marcando tamb&#233;m os tr&#234;s anos da institui&#231;&#227;o. A mostra chega ap&#243;s o sucesso de p&#250;blico de Racionais MC&#8217;s: O Quinto Elemento e celebra o centen&#225;rio de [&#8230;]</p>
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<p>O Museu das Favelas anuncia a abertura de sua nova exposição, <em>Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon</em>, que estreia em 25 de novembro de 2025, em São Paulo, marcando também os três anos da instituição. A mostra chega após o sucesso de público de <em>Racionais MC’s: O Quinto Elemento</em> e celebra o centenário de um dos pensadores mais influentes do século XX, refletindo sua relevância para a arte, a política e os movimentos sociais atuais.</p>



<p>Com curadoria de Thais de Menezes, co-curadoria de Jairo Malta e expografia de Gisele de Paula, a exposição reúne mais de 130 obras e apresenta artistas de diversas nacionalidades, incluindo Brasil, Colômbia, Argélia, Marrocos, Bolívia, Venezuela, Angola e Espanha. Entre os destaques, estão Dalton Paula, Bruno Baptistelli, Rebeca Carapiá, JX, Juliana dos Santos, Nenesurreal, Tau Luna e Mayara Amaral, mostrando a influência contínua de Fanon sobre gerações de ativistas, artistas e intelectuais.</p>



<p>Segundo Natália Cunha, diretora do Museu das Favelas, a exposição reforça o posicionamento da instituição como espaço de reflexão e produção crítica. “Para Fanon, os povos historicamente marginalizados precisam narrar a si mesmos para resgatar humanidade, dignidade e protagonismo. Esta mostra é um convite para reimaginar o mundo a partir das tecnologias sociais e ancestrais das favelas, e inaugurar durante o Mês da Consciência Negra reforça ainda mais seu significado.”</p>



<p>A expectativa é receber mais de 80 mil visitantes até maio de 2026. O Museu das Favelas está localizado no Largo Páteo do Colégio, no Centro Histórico de São Paulo, e funciona de terça a domingo, das 10h às 17h, com entrada gratuita. É necessário retirar ingresso antecipado no Sympla ou na recepção, sujeito a lotação. Visitas mediadas devem ser agendadas previamente. </p>



<p>Mais informações em <a href="https://museudasfavelas.org.br">museudasfavelas.org.br</a>.</p>
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		<title>Casa Crioula: Stephanie Ribeiro conecta tradição, saberes locais e ancestralidade em projeto na CASACOR Ceará 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Oct 2025 17:00:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na CASACOR Cear&#225; 2025, a arquiteta e pesquisadora Stephanie Ribeiro apresenta a Casa Crioula, um projeto que prop&#245;e olhar para a arquitetura como um campo f&#233;rtil de mem&#243;ria, cuidado e continuidade. Inspirada nas casas de sementes crioulas, espa&#231;os comunit&#225;rios que preservam esp&#233;cies tradicionais e fortalecem a agricultura familiar, a cria&#231;&#227;o parte da ideia de que [&#8230;]</p>
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<p>Na CASACOR Ceará 2025, a arquiteta e pesquisadora <strong>Stephanie Ribeiro</strong> apresenta a <strong>Casa Crioula</strong>, um projeto que propõe olhar para a arquitetura como um campo fértil de memória, cuidado e continuidade. Inspirada nas casas de sementes crioulas, espaços comunitários que preservam espécies tradicionais e fortalecem a agricultura familiar, a criação parte da ideia de que semear é também um gesto político e afetivo.</p>



<p><em>“A Casa Crioula nasce do desejo de celebrar a semente como origem de tudo, da vida, do saber e do sonho. Ela nos lembra que semear é também um gesto de cuidado, de continuidade e de resistência”</em>, explica Stephanie.</p>



<p>O espaço, de traçado oval e estética marcada pelas curvas, traduz em arquitetura a organicidade das sementes e o movimento contínuo da vida. A estrutura é composta por tijolos sustentáveis que, ao se repetirem, criam uma paisagem viva — reforçando a lógica ancestral da multiplicação e da coletividade.</p>



<p>A proposta é também sensorial: cores intensas e tons terrosos homenageiam as sementes crioulas, guardiãs da biodiversidade e da memória cultural. Um mural assinado pela artista cearense <strong>Marta Brizeno</strong> representa o ato de semear como continuidade e esperança, enquanto o ambiente reúne peças de artistas e designers locais como <strong>Wilson Neto, Estúdio Sabá e Bekka Studio</strong>, em diálogo entre território, arte e ancestralidade.</p>



<p>Mais do que um projeto expositivo, <strong>Casa Crioula</strong> propõe uma reflexão sobre pertencimento e futuro. “<strong>Acredito que a arquitetura pode se inspirar na agricultura familiar, porque ela também é um bem cultural</strong>”, afirma a arquiteta.</p>



<p></p>



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		<title>Do sofá à timeline do celular: Samantha Almeida explica a estratégia que fez “Vale Tudo” uma obsessão nacional </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 20:27:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
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<p>Se você se viu alterando sua rotina para acompanhar &#8220;Vale Tudo&#8221; – algo que talvez não fizesse há anos por uma novela – saiba que não está sozinho. A trama, um remake do icônico sucesso dos anos 80, retornou aos lares brasileiros arrebatando a atenção e o afeto de diversas gerações. Vimos jovens se inspirarem no corte de cabelo de Maria de Fátima (Bella Campos) , enquanto milhares de mulheres se engajaram com a trajetória de Consuelo (interpretada por Belize Pombal), agora Diretora da TCA.</p>



<p>Além de uma narrativa já conhecida e habilmente atualizada para a contemporaneidade, outro fator crucial para a retenção da audiência foi a utilização estratégica das redes sociais. Elas funcionaram como um catalisador, unindo uma comunidade apaixonada por folhetins televisivos, uma paixão que remonta ao século passado. O Brasil, com sua forte presença digital, é um usuário intensivo e mobile-first das redes sociais, contando com aproximadamente 141 milhões de perfis no Instagram e cerca de 91,7 milhões no TikTok em 2025, posicionando o país entre os maiores mercados globais dessas plataformas.</p>



<p>Samantha Almeida, Diretora de Marketing da TV Globo, detalha a estratégia que transformou &#8220;Vale Tudo&#8221; na novela mais lucrativa da história da emissora, um feito atribuído à sua audiência e engajamento sem precedentes.</p>



<p>“O que fizemos ao longo desses meses foi, através de uma estratégia robusta de conteúdo e mídia, conectar essa potente tradição [da novela] à linguagem e ao comportamento de consumo de conteúdo atual. As plataformas digitais desempenharam um papel muito importante, tendo a televisão como grande protagonista&#8221;, explica a diretora, que já foi agraciada com o Caboré de 2021 na categoria inovação.</p>



<p>A estratégia capitalizou a paixão do público brasileiro por redes sociais, memes, vídeos curtos e análises aprofundadas sobre os temas abordados, conectando-se de forma ágil e, em muitos casos, em tempo real, com cada capítulo da trama exibida no horário nobre. Uma novela, por sua natureza, gera conteúdo novo e &#8216;ao vivo&#8217; seis dias por semana. Consequentemente, uma estratégia de marketing eficaz exige agilidade, uma leitura rápida do cenário, sensibilidade para interagir com o público e uma genuína cocriação com os talentos envolvidos.</p>



<p>Samantha ressalta que a equipe de criação, parceiros internos, agências externas e os talentos dos Estúdios Globo foram essenciais para conceber “uma jornada complementar à TV que se manifestou em múltiplos formatos, plataformas, nas escolhas de mídia, ganhou voz com creators, e multiplicou gatilhos nas redes sociais com vasto conteúdo em tempo real.”</p>



<p>E se engana quem pensa que spoilers ou previsões sobre o desenrolar da trama foram um obstáculo. Para Samantha, mesmo com a percepção de que sabemos o que acontecerá, a expectativa por uma surpresa mantém o interesse aceso. “O formato novela, seja no agendamento diário na grande tela, nos cortes espalhados pelas redes ou nas figurinhas de WhatsApp, faz parte da identidade cultural do Brasil. Somos muitos milhões de especialistas apaixonados, a maior comunidade noveleira do mundo, esperando sermos surpreendidos mesmo com o que achamos já conhecer”, afirma.</p>



<p>“Vale Tudo reforça uma essência da Globo: contar boas histórias é atemporal e, hoje, naturalmente multiplataforma”, conclui a diretora.</p>
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		<title>Maria de Fátima grávida e sem recursos, enquanto César se torna bilionário: entenda os direitos à pensão gravídica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 15:45:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Na reta final da novela Vale Tudo (2025), Maria de F&#225;tima (Bella Campos) enfrenta uma reviravolta inesperada: gr&#225;vida de C&#233;sar Ribeiro (Cau&#227; Reymond), herdeiro de 50% da TCA, ela descobre que o pai do seu filho se tornou bilion&#225;rio ap&#243;s a morte de Odete Roitman (D&#233;bora Bloch), mas ainda assim se recusa a assumir qualquer [&#8230;]</p>
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<p>Na reta final da novela <em>Vale Tudo</em> (2025), Maria de Fátima (Bella Campos) enfrenta uma reviravolta inesperada: grávida de César Ribeiro (Cauã Reymond), herdeiro de 50% da TCA, ela descobre que o pai do seu filho se tornou bilionário após a morte de Odete Roitman (Débora Bloch), mas ainda assim se recusa a assumir qualquer responsabilidade financeira. </p>



<p>Ao longo da novela, a gravidez de Maria de Fátima surge como um ponto crítico: ela é confrontada não apenas pela falta de apoio de César, mas também pelo isolamento social e pelas consequências de suas escolhas passadas. Enquanto a narrativa dramatiza a situação, é possível identificar um furo na história: mesmo com César bilionário, ele nega a pensão e a responsabilidade paterna, algo que, na realidade, seria juridicamente inviável, ainda que a novela opte por explorar o conflito como elemento dramático.</p>



<p>A Lei nº 11.804/2008 estabelece que o pai é obrigado a fornecer <strong>alimentos gravídicos</strong> à gestante, cobrindo despesas essenciais com saúde, alimentação e bem-estar durante a gravidez. Esses alimentos são devidos independentemente do relacionamento conjugal ou da situação financeira do pai antes da herança, e podem ser ajustados proporcionalmente à capacidade econômica do responsável. A negativa de César, portanto, evidencia o exagero dramático usado pela trama para criar tensão, tornando a situação mais intensa para o público.</p>



<p>Na prática, Maria de Fátima não precisaria aceitar essa recusa como algo definitivo. A legislação garante que ela pode solicitar <strong>revisão dos alimentos gravídicos</strong> sempre que houver mudança significativa na condição financeira do pai. Até então, César pagava um valor mínimo, baseado em sua renda limitada e na situação de casado com Odete; agora, como bilionário, ele está legalmente obrigado a prover pensão compatível com sua nova realidade econômica. O juiz, ao fixar ou revisar o valor, considera três critérios: <strong>necessidade de quem recebe, possibilidade de quem paga e proporcionalidade entre as partes</strong>, assegurando que a criança tenha direito a um padrão de vida equivalente ao do pai.</p>



<p>A situação de Maria de Fátima em <em>Vale Tudo</em> evidencia a aplicação dos conceitos legais de alimentos gravídicos, previstos na Lei nº 11.804/2008, que garantem à gestante cobertura de despesas essenciais durante a gravidez. Ao dramatizar essas situações, reforça a existência de mecanismos legais que asseguram direitos da gestante e do futuro filho, mesmo em contextos de desigualdade econômica e concentração de poder financeiro.</p>
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		<title>Votação popular aberta: o público decide a Powerlist Mundo Negro &#8211; Mulheres Negras Mudam Histórias 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Aug 2025 18:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Powerlist]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[powerlist mundo negro 2025]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Powerlist Mundo Negro &#8211; Mulheres Negras Mudam Hist&#243;rias 2025 inicia a fase mais aguardada de sua hist&#243;ria: a vota&#231;&#227;o popular. Pela primeira vez, a comunidade participa diretamente da escolha das homenageadas em quatro categorias fixas, somando engajamento social ao rigor hist&#243;rico do pr&#234;mio. Desde 2022, a Powerlist reconhece mulheres negras que transformam cultura, ci&#234;ncia, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Powerlist Mundo Negro &#8211; Mulheres Negras Mudam Histórias 2025 inicia a fase mais aguardada de sua história: a votação popular. Pela primeira vez, a comunidade participa diretamente da escolha das homenageadas em quatro categorias fixas, somando engajamento social ao rigor histórico do prêmio.</p>



<p>Desde 2022, a Powerlist reconhece mulheres negras que transformam cultura, ciência, negócios e comunicação. O legado já reúne nomes de alto impacto midiático e setorial como Samantha Almeida (diretora de Marketing da Globo), Camila Farani (investidora e empreendedora), Érika Hilton (deputada federal), Rosangela Silvia (fundadora da Negra Rosa), Dra. Katleen Conceição (dermatologista referência em pele negra) e Mônica Anjos (estilista). Em 2025, a abertura do voto popular amplia a legitimidade coletiva do reconhecimento e convida o público a escrever, junto do prêmio, os próximos capítulos.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Categorias com voto popular</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Criadora Digital</strong>&nbsp;– Mulheres negras que produzem conteúdo original em plataformas como Instagram, YouTube, TikTok e podcasts, com impacto cultural, social ou político.</li>



<li><strong>Empreendedora do Ano</strong>&nbsp;– Lideranças que criam e expandem negócios próprios em diversos segmentos, fortalecendo o ecossistema empreendedor.</li>



<li><strong>Destaque em Gastronomia</strong>&nbsp;– Chefs, cozinheiras e empresárias que preservam saberes tradicionais ou inovam na culinária, reafirmando a potência da gastronomia negra.</li>



<li><strong>Profissional da Beleza</strong>&nbsp;– Especialistas que transformam autoestima por meio de cabelo, maquiagem e estética, consolidando um mercado em expansão.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Como votar</strong></h2>



<p>O processo é simples e seguro. Acesse o hotsite oficial, selecione a candidata, informe um e-mail válido e clique em votar.</p>



<p>Na tela, aparecerá a mensagem&nbsp;<strong>“Voto Registrado Com Sucesso”</strong>.</p>



<p>Cada pessoa tem direito a um voto por categoria por e-mail.</p>



<p>👉 Vote:&nbsp;<a href="https://powerlist.mundonegro.inf.br/votar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">powerlist.mundonegro.inf.br/votar</a></p>



<p>📄 Regulamento e FAQ: disponíveis no hotsite</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Categorias com júri técnico</strong></h2>



<p>Seis categorias permanecem sob avaliação de especialistas: Comunicação e Cultura, Liderança Corporativa, Diversidade e Inclusão, Medicina e Ciências, Tecnologia e Inovação, Artes e Entretenimento. A curadoria é composta por lideranças como Helena Bertho, Viviane Elias, Sauane Bispo, Kelly Batista, Priscila Arantes, Marcele Giordano, Samantha Almeida, Luana Genot, Nina Silva, Rita Oliveira e Elaine Moura.</p>



<p>Indicações ao júri técnico: entre&nbsp;<strong>15 de agosto e 16 de setembro</strong>, pelo e-mail&nbsp;<a href="mailto:powerlist@mundonegro.inf.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">powerlist@mundonegro.inf.br</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Patrocínio</strong></h2>



<p>A edição 2025 conta com patrocínio confirmado de Natura e Grupo L’Oréal, marcas globais comprometidas com diversidade e impacto social. A presença dessas empresas reforça a vocação da Powerlist em conectar reconhecimento, inovação e alcance.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Datas importantes</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Indicação júri técnico</strong>: 15 de agosto a 16 de setembro</li>



<li><strong>Votação Popular – Fase 1 (Indicação)</strong>: 26 a 31 de agosto</li>



<li><strong>Votação Popular – Fase 2 (Top 5 de cada categoria)</strong>: 3 a 16 de setembro</li>



<li><strong>Divulgação das selecionadas pelo público e júri técnico</strong>: 11 de outubro</li>



<li><strong>Evento Powerlist</strong>: 17 de outubro de 2025, Casa Manioca – São Paulo (evento fechado para convidados e imprensa)</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Serviço</strong></h2>



<p><strong>Powerlist Mundo Negro &#8211; Mulheres Negras Mudam Histórias 2025</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Votação Popular Fase 1: 26 a 31 de agosto</li>



<li>Votação Popular Fase 2: 3 a 16 de setembro</li>



<li>Divulgação das homenageadas: 11 de outubro</li>



<li>Evento: 17 de outubro de 2025, Casa Manioca – São Paulo (evento fechado)</li>
</ul>



<p>🔗 Site oficial e votação:&nbsp;<a href="https://powerlist.mundonegro.inf.br/votar" target="_blank" rel="noreferrer noopener">powerlist.mundonegro.inf.br/votar</a></p>



<p>📩 Indicações ao júri técnico:&nbsp;<a href="mailto:powerlist@mundonegro.inf.br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">powerlist@mundonegro.inf.br</a></p>



<p> Redes sociais: @sitemundonegro</p>
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