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	<title>Arquivos Sem categoria - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Wed, 03 Jun 2026 17:19:15 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Parada LGBT+ SP 2026: confira as atrações negras que são destaque nos trios elétricos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 11:29:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Urias, Majur, Gloria Groove, Pepita e Pabllo Vittar est&#227;o entre os destaques negros da Parada LGBT+ de SP 2026. Veja em qual trio cada uma se apresenta. A 30&#170; edi&#231;&#227;o da Parada do Orgulho LGBT+ de S&#227;o Paulo acontece neste domingo, 7 de junho, na Avenida Paulista, a partir das 10h. Organizado pela APOLGBT-SP, o [&#8230;]</p>
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<p>Urias, <em>Majur</em>, <em>Gloria Groove, Pepita e Pabllo Vittar estão entre os destaques negros da Parada LGBT+ de SP 2026. Veja em qual trio cada uma se apresenta.</em></p>



<p>A 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo acontece neste domingo, 7 de junho, na Avenida Paulista, a partir das 10h. Organizado pela APOLGBT-SP, o evento reúne mais de 130 artistas distribuídos em 14 trios elétricos e chega a essa marca histórica em um cenário de pressão financeira: o presidente da associação, Nelson Matias, confirmou que o patrocínio caiu 60% entre 2025 e 2026, com a saída de empresas multinacionais que eram parceiras do evento. O tema da edição é &#8220;A rua convoca, a urna confirma&#8221;, com foco na participação política da comunidade LGBTQIA+ no ano eleitoral. </p>



<p>Segundo estimativa da Associação Comercial de São Paulo, a Parada deve movimentar R$ 466,2 milhões na economia da capital em setores como hotelaria, transporte, alimentação e entretenimento. Mesmo assim, a queda de patrocínio gerou reação pública de artistas confirmados no evento. Pabllo Vittar usou as redes sociais para criticar a redução, associando o recuo das empresas ao avanço do conservadorismo e afirmando que o silenciamento financeiro &#8220;diz muito sobre quem está do nosso lado e quem realmente só quer fazer dinheiro&#8221;. A cantora integra o Trio 13, ao lado de Urias, e é uma das principais atrações da programação. </p>



<p>Além de Pabllo e Urias, a programação reúne Gloria Groove, Pepita, Diego Martins, Jup do Bairro, MC Soffia, Katy da Voz e as Abusadas, entre outros nomes da música e da cena drag nacional. Por conta de obras na Avenida Paulista, os trios elétricos percorrerão o lado ímpar da via, e a organização orienta o público a acompanhar o evento pelas ruas Haddock Lobo e Bela Cintra. <a href="https://brasilturis.com.br/2026/05/29/parada-lgbt-sao-paulo-2026-novos-artistas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><strong>Os nomes abaixo representam alguns dos destaques confirmados na programação, que reúne mais de 130 artistas no total.</strong></p>



<p><strong>Trio 1 — A Rua Convoca</strong> Silvetty Montilla assume a apresentação do trio de abertura, ao lado de Pepita, uma das vozes mais reconhecidas do pagode brasileiro.</p>



<p><strong>Trio 5 — Visibilidade Bi+</strong> Nega Jackie e MC Soffia integram a programação do trio dedicado à visibilidade bissexual, reforçando a presença negra também nas frentes temáticas do evento.</p>



<p><strong>Trio 9 — L&#8217;Oréal Groupe</strong> Gloria Groove, Thiago Pantaleão e Lud Anjos estão entre as atrações do trio patrocinado pela L&#8217;Oréal, um dos mais aguardados da edição.</p>



<p><strong>Trio 13 — Amstel</strong> Pabllo Vittar, Urias, Silvetty e Márcia Pantera compõem o trio de maior apelo popular da programação, patrocinado pela Amstel.</p>



<p><strong>Trio 14 — A Urna Confirma (Encerramento)</strong> Majur fecha a Parada no trio de encerramento, ao lado de Melody e MC Trans, entre outros artistas.</p>



<p>A programação completa dos 14 trios está disponível em paradasp.org.br.</p>
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		<item>
		<title>PowerList Mundo Negro 2026: sua criadora digital favorita merece esse reconhecimento</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/powerlist-mundo-negro-2026-sua-criadora-digital-favorita-merece-esse-reconhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 May 2026 10:16:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Powerlist]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A presen&#231;a de mulheres negras no ambiente digital brasileiro &#233; o que sustenta grande parte da inova&#231;&#227;o e da est&#233;tica consumida atualmente, embora essa lideran&#231;a nem sempre seja refletida nas oportunidades de mercado. Enquanto a criatividade negra dita as conversas mais relevantes, muitas profissionais ainda enfrentam uma realidade de subvaloriza&#231;&#227;o, onde propostas de permuta e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A presença de mulheres negras no ambiente digital brasileiro é o que sustenta grande parte da inovação e da estética consumida atualmente, embora essa liderança nem sempre seja refletida nas oportunidades de mercado. Enquanto a criatividade negra dita as conversas mais relevantes, muitas profissionais ainda enfrentam uma realidade de subvalorização, onde propostas de permuta e orçamentos reduzidos tentam limitar o alcance de trajetórias que já provaram sua alta performance.</p>



<p>Diante dessa disparidade entre o impacto gerado e o reconhecimento recebido, a <strong>PowerList Mundo Negro 2026</strong> posiciona a categoria Criadora Digital como um espaço estratégico de exaltação e visibilidade necessária. A premiação busca subverter a lógica da invisibilidade ao colocar sob os holofotes as mulheres que, apesar das barreiras comerciais, conseguem transformar suas plataformas em ferramentas de construção de narrativa, impacto social e autoridade intelectual.</p>



<p>Nesse esforço de trazer para o centro quem realmente faz a diferença, <strong>a categoria foca em mulheres negras que mantêm uma produção autoral e consistente em redes como Instagram, TikTok, LinkedIn ou YouTube</strong>. O reconhecimento abrange tanto as criadoras independentes quanto aquelas que lideram grandes projetos multimídia, desde que o protagonismo negro e a qualidade técnica sejam os pilares de uma atuação que não aceita mais o papel de coadjuvante nas grandes campanhas.</p>



<p>Para garantir que essa homenagem chegue a quem de fato mobiliza a comunidade, o processo de avaliação prioriza a originalidade e a capacidade de educar e informar com uma estética apurada. Valorizamos resultados que demonstrem mudanças reais de percepção e uma construção de comunidade genuína, provando que o conteúdo produzido por mulheres negras é a base da comunicação contemporânea e merece ser tratado com o devido prestígio e profissionalismo.</p>



<p>A celebração dessas conquistas ganha um novo significado nesta edição com a chegada da autoindicação, um movimento que incentiva cada profissional a reconhecer seu próprio valor e reivindicar seu espaço na história da premiação. Ao permitir que a criadora descreva sua trajetória e suas vitórias dos últimos meses, a PowerList abre caminho para que talentos muitas vezes ignorados pelos algoritmos ocupem o palco principal na sede da L’Oréal Brasil, no dia 31 de julho.</p>



<p><strong>O reconhecimento que a nossa trajetória exige</strong></p>



<p>A construção desse novo cenário de valorização depende da mobilização de toda a rede no portal oficial, seja indicando nomes que são referência ou inscrevendo o próprio trabalho para a fase de votação. Esse é o momento de garantir que a excelência das mulheres negras seja celebrada em sua totalidade, transformando o Julho das Pretas em um marco de reconhecimento para quem nunca parou de criar e inspirar.</p>



<p>Faça sua indicação ou autoindicação: <strong>powerlist.mundonegro.inf.br/votar</strong></p>
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		<item>
		<title>Iyá Sônia Oliveira: a chef que aprendeu no candomblé que cada ingrediente tem um sentido e cada gesto carrega intenção</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/iya-sonia-oliveira-a-chef-que-aprendeu-no-candomble-que-cada-ingrediente-tem-um-sentido-e-cada-gesto-carrega-intencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 May 2026 09:48:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O encontro de S&#244;nia Oliveira com a cozinha de terreiro n&#227;o aconteceu de uma vez. Foi, como ela mesma descreve, um chamado silencioso que foi chegando aos poucos, no tempo certo. &#8220;No in&#237;cio, eu via apenas o alimento para o santo, o cheiro, o cuidado no preparo. Mas, com o tempo, fui compreendendo que ali [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O encontro de Sônia Oliveira com a cozinha de terreiro não aconteceu de uma vez. Foi, como ela mesma descreve, um chamado silencioso que foi chegando aos poucos, no tempo certo. &#8220;No início, eu via apenas o alimento para o santo, o cheiro, o cuidado no preparo. Mas, com o tempo, fui compreendendo que ali existia algo muito maior: memória, fé e ancestralidade&#8221;, conta.</p>



<p>Iyalorisá, professora e empreendedora sergipana, Sônia se iniciou no candomblé em 2002, e foi nesse espaço que a cozinha ganhou outra dimensão. &#8220;Fui aprendendo que cozinhar, naquele espaço, é um ato de respeito e conexão. Cada ingrediente tem um sentido, cada gesto carrega intenção, e cada preparo é uma forma de diálogo com o sagrado. Não se trata apenas de alimentar o corpo, mas de fortalecer o espírito.&#8221;</p>



<p>Essa visão se tornou o alicerce do seu trabalho. Idealizadora do Yeyê Bistrô e da Ojú Ifá Modas, em Sergipe, Sônia celebra ancestralidade e identidade negra por meio da fé, da culinária e da economia criativa, mobilizando sua comunidade e construindo um espaço onde gastronomia e espiritualidade se encontram. Para ela, a cozinha de terreiro é, antes de tudo, um patrimônio coletivo: &#8220;ancestral, coletiva e sagrada.&#8221;</p>



<p>É essa compreensão que ela leva para a campanha #IngredientePrincipal. O TikTok escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Iyá Sônia Oliveira é uma delas.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"></figure>



<p>Para os jovens negros, o recado é sobre responsabilidade e pertencimento: &#8220;Preservar os saberes de terreiro é, antes de tudo, um ato de continuidade. Esses saberes chegaram antes de nós, atravessaram o tempo, resistiram à dor e chegaram até aqui. Agora é hora de cuidar desse grande legado que recebemos de presente dos nossos ancestrais. Vocês são continuidade. E preservar esses saberes é garantir que aquilo que nos sustenta não se perca, mas siga vivo atravessando gerações.&#8221;</p>



<p>#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #CozinhaDeTerreiroÉSagrada</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acarajé, vatapá e azeite de dendê: o trio sagrado da Bahia</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/acaraje-vatapa-e-azeite-de-dende-o-trio-sagrado-da-bahia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 11:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feij&#227;o-fradinho, cebola e sal no acaraj&#233;; farinha de mandioca, leite de coco e camar&#227;o no vatap&#225;; azeite de dend&#234; unindo os dois: tr&#234;s pratos com um fio condutor e uma cozinha que o IPHAN reconheceu como Patrim&#244;nio Cultural Imaterial do Brasil em 2005, mas que o mercado ainda trata como culin&#225;ria de segunda categoria. &#201; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Feijão-fradinho, cebola e sal no acarajé; farinha de mandioca, leite de coco e camarão no vatapá; azeite de dendê unindo os dois: três pratos com um fio condutor e uma cozinha que o IPHAN reconheceu como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil em 2005, mas que o mercado ainda trata como culinária de segunda categoria. É esse argumento que a chef Bianca Oliveira (@chefbiancaoliveira) desenvolve nos vídeos da campanha #IngredientePrincipal, iniciativa global do TikTok que estreou no Brasil em parceria com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs, reunindo 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição.</p>



<p><strong>O dendê no centro</strong></p>



<p>De todos os ingredientes do trio, o azeite de dendê é o mais atacado, alvo de uma narrativa sobre colesterol alto alimentada durante décadas pela indústria de óleos vegetais refinados que concorre diretamente com ele nas prateleiras. O que a pesquisa mostra é diferente: o dendê é rico em carotenoides, fontes de pró-vitamina A, e em vitamina E nas formas de tocoferóis e tocotrienóis, compostos com ação antioxidante que protegem as células de danos oxidativos. Estudo publicado na revista Segurança Alimentar e Nutricional, da Unicamp, mostrou que o azeite mantém sua concentração de vitamina A mesmo após o processamento térmico, o que o torna fonte viável no combate à hipovitaminose A. É com esses dados que Bianca responde ao mito nos vídeos da campanha: &#8220;Ele é muito mais saudável do que qualquer óleo vegetal&#8221;, afirma a chef, que usa o dendê como insumo central da sua cozinha e como argumento direto contra o apagamento da culinária afro-brasileira.</p>



<p><strong>Técnica que o mercado subestimou</strong></p>



<p>O acarajé chegou ao Brasil no período colonial pelas mãos das mulheres africanas escravizadas, que adaptaram o akará iorubá com os ingredientes disponíveis aqui, resultando numa receita de feijão-fradinho, cebola e sal, moídos e fritos no dendê quente até formar o bolinho crocante por fora e macio por dentro. &#8220;O acarajé é feito apenas de feijão-fradinho, cebola e sal, e é um dos alimentos mais nutritivos que temos na culinária afro-brasileira&#8221;, diz Bianca, que fecha o trio com o vatapá numa versão sem glúten, feita com farinha de mandioca no lugar do pão, incorporada à base como um pirão até atingir o ponto correto, tornando o prato acessível para pessoas com intolerância sem abrir mão da receita original. O leite de coco extraído diretamente do coco fresco, batido com água morna e coado, completa o preparo com qualidade nutricional que o produto industrializado, carregado de sódio e aditivos, não oferece.</p>



<p><strong>A chef que comanda a Casa do Dendê</strong></p>



<p>Nascida em Salvador e radicada em Aracaju, Bianca Oliveira é mulher preta, lésbica, mãe solo e filha de axé cuja formação não veio de escolas tradicionais de gastronomia, mas das suas origens e da reconexão com a ancestralidade, tendo a Chef Sol como mentora. O que começou com marmitas virou a Casa do Dendê, espaço que ela comanda em Aracaju como referência da cozinha afro-brasileira na capital sergipana, com acarajé, abará e feijoada preparados sempre com o dendê como fio condutor. Finalista do Top 10 da Expo Favela e embaixadora do Fundo Agbara, do Sebrae e do Instituto Rainhas, ela resume o que o trio representa: &#8220;Uso a minha cozinha com a história e a cultura africana, desenvolvendo um trabalho de fortalecimento da identidade negra e da ancestralidade.&#8221; O acarajé, o vatapá e o dendê não são símbolos folclóricos, são técnica, nutrição e memória com endereço preciso na história do Brasil.</p>



<p>Acompanhe os conteúdos da campanha no TikTok @sitemundonegro e no portal Mundo Negro. #IngredientePrincipal #TheMainIngredient #AcarajéPatrimônio #AzeiteDeDendê #GuiaBlackChefs #MundoNegro</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>CARTA ABERTA AO MINISTÉRIO DA IGUALDADE RACIAL</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/carta-aberta-ao-ministerio-da-igualdade-racial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 20:27:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=95220</guid>

					<description><![CDATA[<p>Sobre a aus&#234;ncia de di&#225;logo entre o Minist&#233;rio da Igualdade Racial e a m&#237;dia negra independente AoMinist&#233;rio da Igualdade Racial (MIR)Governo Federal do Brasil O Mundo Negro e o Not&#237;cia Preta, dois dos principais portais da imprensa negra brasileira, v&#234;m a p&#250;blico registrar, de forma respeitosa e transparente, uma preocupa&#231;&#227;o que compartilhamos h&#225; anos: a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Sobre a ausência de diálogo entre o Ministério da Igualdade Racial e a mídia negra independente</strong></p>



<p>Ao<br>Ministério da Igualdade Racial (MIR)<br>Governo Federal do Brasil</p>



<p>O Mundo Negro e o Notícia Preta, dois dos principais portais da imprensa negra brasileira, vêm a público registrar, de forma respeitosa e transparente, uma preocupação que compartilhamos há anos: a ausência de diálogo institucional contínuo entre o Ministério da Igualdade Racial e a mídia negra independente do país.</p>



<p>Esta carta não é uma crítica à existência do Ministério, tampouco um pedido de financiamento.&nbsp; Trata-se de um apontamento responsável sobre a distância que se estabeleceu entre quem formula políticas públicas para a população negra e quem, há décadas, comunica, informa, mobiliza e forma consciência crítica dentro dessa mesma população.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>A imprensa negra como patrimônio histórico da luta por igualdade</strong></h3>



<p>A imprensa negra brasileira existe desde o século XIX. Foi por meio de jornais como <em>O Homem de Cor</em>, <em>A Voz da Raça</em> e tantos outros que a população negra construiu narrativas próprias, combateu estereótipos e disputou espaço na esfera pública quando os grandes veículos silenciavam suas pautas.</p>



<p>Hoje, no ambiente digital, a mídia negra independente cumpre esse mesmo papel: informa, forma opinião, fiscaliza o poder público, produz memória e fortalece identidades. Em um país onde o racismo estrutural ainda molda oportunidades, a comunicação antirracista não é acessória, é estratégica.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Quem somos</strong></h3>



<p><strong>Mundo Negro</strong><strong><br></strong>Fundado há mais de 20 anos, o Mundo Negro é um dos portais pioneiros da mídia negra digital no Brasil. Criado e dirigido por Silvia Nascimento, jornalista negra, o veículo mantém-se de forma totalmente independente, sem apoio institucional permanente, produzindo jornalismo, cultura e formação crítica para centenas de milhares de leitores ao longo de duas décadas.</p>



<p><strong>Notícia Preta</strong><strong><br></strong>Com 7 anos de existência, fundado e dirigido por Thais Bernardes, jornalista negra, o Notícia Preta tornou-se um dos maiores portais negros do país, com milhões de pessoas alcançadas mensalmente em suas plataformas digitais, além de projetos educacionais como a Escola de Comunicação Antirracista, que já formou milhares de pessoas gratuitamente.</p>



<p>Ambos os veículos são liderados por mulheres negras jornalistas que, sem estruturas empresariais tradicionais, sustentam diariamente o maior ecossistema de mídia negra independente do Brasil.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Nosso papel social</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Produzimos jornalismo com perspectiva racial e de direitos humanos<br></li>



<li>Combatemos desinformação e estigmas raciais<br></li>



<li>Formamos novas gerações de comunicadores negros<br></li>



<li>Conectamos políticas públicas às realidades dos territórios<br></li>



<li>Damos visibilidade a iniciativas, vozes e saberes historicamente silenciados<br></li>
</ul>



<p>Esse trabalho é realizado, em grande parte, sem editais específicos, sem políticas permanentes de fomento e enfrentando desafios de sustentabilidade financeira que poderiam ser mitigados por articulação institucional e reconhecimento público.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que ocorreu: tentativas formais de diálogo sem retorno</strong></h3>



<p>Nos últimos três anos, tanto o Mundo Negro quanto o Notícia Preta buscaram diálogo institucional com o Ministério da Igualdade Racial. Registramos abaixo, de forma objetiva, algumas dessas tentativas.</p>



<p><strong>Mundo Negro</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Participação, a convite do próprio governo, na reunião das mídias negras para a construção do Plano Nacional de Comunicação Antirracista.<br></li>



<li>Após o encontro, foram enviados dois pedidos formais de devolutiva solicitando:<br>
<ul class="wp-block-list">
<li>Relatório das propostas apresentadas<br></li>



<li>Indicação do que foi incorporado<br></li>



<li>Cronograma das próximas etapas<br></li>
</ul>
</li>



<li>Até o momento, não houve resposta institucional.<br></li>



<li>Solicitações de entrevistas com a Ministra Anielle Franco, reforçando que a pauta seria espaço de escuta e voz institucional. As solicitações deixaram de ser respondidas após determinado momento da gestão.<br></li>
</ul>



<p><strong>Notícia Preta</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Convite formal para participação da Ministra no programa NP Notícias.<br></li>



<li>Em abril de 2025, a assessoria confirmou a entrevista. Dias depois, a participação foi cancelada por agenda.<br></li>



<li>Novas solicitações de datas foram enviadas — sem qualquer retorno posterior.<br></li>



<li>Solicitações de posicionamento e direito de resposta em matérias jornalísticas também não obtiveram resposta.<br></li>
</ul>



<p><strong>Articulação pela Mídia Negra</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Em 2024, a Articulação enviou nota técnica ao MIR denunciando apagamento institucional dentro do Grupo de Trabalho de Comunicação Antirracista.<br></li>



<li>Não houve resposta oficial.<br></li>
</ul>



<p>Esses registros não são apresentados aqui como denúncia, mas como fatos documentados que ilustram a ausência de diálogo continuado.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que defendemos</strong></h3>



<p>A construção de políticas públicas eficazes exige escuta permanente da sociedade civil organizada, especialmente de quem atua diretamente na produção de informação para a população que o próprio Ministério busca representar.</p>



<p>A mídia negra independente não é apenas beneficiária potencial de políticas: é parceira estratégica, formuladora de conhecimento, canal de escuta social e ponte entre Estado e território.</p>



<p>Sem diálogo, perde o Ministério. Sem diálogo, perde a sociedade. Sem diálogo, enfraquece-se o próprio projeto de comunicação antirracista que o governo propõe construir.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Nosso chamado</strong></h3>



<p>Reafirmamos nossa disposição para o diálogo institucional, transparente e contínuo. Não reivindicamos privilégios. Reivindicamos reconhecimento, escuta e articulação.</p>



<p>Porque comunicação antirracista não se faz apenas em planos escritos, se faz em relações vivas, permanentes e respeitosas entre Estado e sociedade.</p>



<p>Seguimos à disposição.</p>



<p>Att,</p>



<p><strong>Mundo Negro</strong><strong><br></strong>Silvia Nascimento, Fundadora e Head de Conteúdo</p>



<p><strong>Notícia Preta</strong><strong><br></strong>Thais Bernardes,&nbsp; Fundadora e CEO<br></p>
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		<title>Exposição ‘Bloco do Prazer’ chega a Fortaleza com uma mostra dedicada à festa e à cultura preta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Nov 2025 15:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Bloco do Prazer&#8221; chega a Fortaleza em dezembro com uma proposta que ultrapassa o olhar sobre a festa enquanto celebra&#231;&#227;o. A mostra, que ocupa o Museu de Arte Contempor&#226;nea do Cear&#225; (MAC-CE) a partir de 02 de dezembro, investiga a Festa como for&#231;a est&#233;tica, articuladora de comunidades e ferramenta de disputa simb&#243;lica no Brasil. Realizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Bloco do Prazer” chega a Fortaleza em dezembro com uma proposta que ultrapassa o olhar sobre a festa enquanto celebração. A mostra, que ocupa o Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE) a partir de 02 de dezembro, investiga a Festa como força estética, articuladora de comunidades e ferramenta de disputa simbólica no Brasil. Realizada pelo Ministério da Cultura e pelo Instituto Dragão do Mar, com patrocínio da Petrobras, a exposição tem acesso gratuito e permanece em cartaz até maio de 2026.</p>



<p>Em sua versão cearense, o projeto se expande de forma significativa, reunindo cerca de 250 obras e conectando diferentes períodos, linguagens e perspectivas. Ao chegar ao Ceará, a mostra amplia seu território, abraçando a vitalidade de manifestações tradicionais como maracatus, reisados, mestres da cultura popular e os Tesouros Vivos da Cultura. São mais de 50 artistas nordestinos presentes, reafirmando a força da cultura preta e periférica em pinturas, fotografias, trabalhos têxteis e peças híbridas que destacam expressões afro-brasileiras, afro-indígenas, celebrações religiosas e cortejos urbanos.</p>



<p>A diversidade de gênero e identidade é um dos pilares desta edição. Entre as novas obras produzidas entre 2020 e 2025, está o inédito <em>Cariri Delícia</em>, de Charles Lessa, que tensiona corpo, som e rito. Artistas cearenses como Bárbara Banida e Blecaute reforçam o caráter político da mostra ao colocar vivências periféricas e discussões sobre gênero no centro do debate, em trabalhos como <em>A cisgeneridade é uma ruína</em> e <em>Brincadeira como forma de aquilombamento</em>. Como destaca a Secretária da Cultura do Ceará, Luisa Cela, a exposição acolhe e celebra a Festa como linguagem de liberdade, colocando o Ceará e o Nordeste no centro das reflexões contemporâneas do país, ao mesmo tempo em que fortalece políticas culturais que valorizam território, saberes populares e protagonismo local.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>SERVIÇO</strong></h2>



<p><strong>Exposição:</strong> Bloco do Prazer<br><strong>Onde:</strong> Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE) – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura<br><strong>Endereço:</strong> R. Dragão do Mar, 81 – Praia de Iracema, Fortaleza (CE)<br><strong>Período:</strong> 02/12/2025 a 05/2026<br><strong>Entrada:</strong> gratuita<br><strong>Realização:</strong> Ministério da Cultura e Instituto Dragão do Mar<br><strong>Patrocínio:</strong> Petrobras, via Lei Rouanet</p>
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		<item>
		<title>Novo Raio-X do Data Favela detalha os sonhos, os hábitos de consumo e a cultura de quem vive no tráfico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa &#8220;Raio-X da Vida Real&#8221;, conduzida pelo Data Favela, Central &#218;nica das Favelas (CUFA) e Favela Holding, oferece uma lente rara e inc&#244;moda sobre a din&#226;mica do tr&#225;fico de drogas no Brasil. O M&#243;dulo 3 &#8212; Viv&#234;ncias, Consumo e Cultura &#8212; &#233; particularmente revelador: ao contr&#225;rio do que prega o senso comum, a vida [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A pesquisa &#8220;Raio-X da Vida Real&#8221;, conduzida pelo Data Favela, Central Única das Favelas (CUFA) e Favela Holding, oferece uma lente rara e incômoda sobre a dinâmica do tráfico de drogas no Brasil. O Módulo 3 — Vivências, Consumo e Cultura — é particularmente revelador: ao contrário do que prega o senso comum, a vida no crime, para a maioria dos entrevistados, não é um caminho para a opulência, mas sim uma rota de subsistência marcada pelo desejo de estabilidade e uma forte conexão com a cultura negra.</p>



<p>O que o estudo sublinha de forma contundente é que a maioria dos entrevistados não está engajada no crime pela busca desenfreada por bens de luxo, mas sim pela urgência de estabilidade social e familiar. O maior sonho de consumo não é um carro importado, mas sim a conquista da <strong>casa própria</strong>, desejo que mobiliza mais da metade dos respondentes (<strong>53%</strong>), sendo que <strong>25%</strong> especificamente almejam comprar uma casa para a sua família. Este dado é um poderoso contraponto ao estereótipo do criminoso ostentador, demonstrando que, para este público, o crime serve como uma fonte de sustento e ancoragem, e não de enriquecimento desmedido, reforçando a ideia de que a motivação principal é a necessidade econômica</p>



<p>Apesar da vida na ilegalidade, os padrões de consumo dos entrevistados seguem de perto as tendências de mercado das favelas e periferias<sup></sup>. A lealdade a marcas é alta, com poucas empresas dominando a preferência em nichos-chave<sup></sup>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eletrônicos:</strong> Apple (<strong>32%</strong>) e Samsung (<strong>31%</strong>) somam quase dois terços da preferência.</li>



<li><strong>Vestuário e Calçados:</strong> A Nike é a favorita em roupas (<strong>23%</strong>) e calçados, liderando o ranking de tênis e chuteiras com uma preferência agregada de <strong>60%</strong> (juntamente com Adidas).</li>



<li><strong>Cerveja:</strong> A Heineken aparece no topo das cervejas mais citadas (<strong>19%</strong>), à frente de Brahma e Skol.</li>
</ul>



<p>No entanto, o uso do sistema bancário tradicional, como Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal , por parte de quem vive na clandestinidade, sugere a intensa necessidade de terceiros, os chamados &#8220;laranjas&#8221;, para movimentar o dinheiro, evidenciando as complexas pontes entre o lícito e o ilícito na vida financeira.</p>



<p>Quando o assunto é cultura, o estudo ressalta a importância dos laços de sociabilidade e pertencimento<sup></sup>. Os hobbies preferidos são coletivos: <strong>jogar futebol (23%)</strong>, <strong>acessar a internet (19%)</strong> e <strong>socializar com amigos (15%)</strong><sup></sup>.</p>



<p>O pódio musical é dominado pelos gêneros de matriz negra:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pagode/Samba</strong> (23%) </li>



<li><strong>Funk</strong> (21%) </li>



<li><strong>Rap</strong> (12%) </li>
</ul>



<p>As vozes e rostos da cultura negra também são os mais admirados: a cantora <strong>Ludmilla (16%)</strong> e o cantor <strong>Belo (11,6%)</strong>  lideram as preferências. Entre os atores, <strong>Taís Araújo (27%)</strong> e <strong>Lázaro Ramos (17%)</strong> são as figuras mais importantes para os entrevistados.</p>



<p>O que a pesquisa consegue captar de forma pungente, para além dos números, é o dilema existencial. A vida no crime não apenas impõe riscos físicos e mentais (com altos índices de insônia, ansiedade e depressão <sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup>), como também restringe a liberdade a ponto de o sonho de uma viagem para &#8220;qualquer lugar do mundo&#8221; ser inacessível para <strong>66%</strong> dos entrevistados<sup></sup>.</p>



<p>O Data Favela nos força a ir além da manchete simplista e a compreender que a motivação do crime é, essencialmente, econômica. Não é a busca por iates, mas sim por uma <strong>casa segura</strong> e pelo sustento da família. A tragédia se completa com a constatação de que, embora não se orgulhem do que fazem (<strong>68%</strong> disseram não sentir orgulho ) e proíbam seus filhos de seguir o mesmo caminho, a falta de oportunidade lícita, a que se refere a mulher de 27-31 anos: <strong>“A falta de oportunidade e também o desejo de coisas melhores”</strong> , os mantém aprisionados nesse ciclo.</p>
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		<item>
		<title>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra movimenta o CCSP nos dias 19 e 20; entrada gratuita</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/5a-expo-internacional-dia-da-consciencia-negra-movimenta-o-ccsp-nos-dias-19-e-20-entrada-gratuita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2025 15:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
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		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de S&#227;o Paulo realiza, nos dias 19 e 20 de novembro, a 5&#170; Expo Internacional Dia da Consci&#234;ncia Negra, no Centro Cultural S&#227;o Paulo, das 9h &#224;s 21h. Com entrada gratuita, o evento integra a pol&#237;tica p&#250;blica &#8220;S&#227;o Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural&#8221; e tem como tema desta edi&#231;&#227;o o Afrofuturismo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Prefeitura de São Paulo realiza, nos dias <strong>19 e 20 de novembro</strong>, a <strong>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra</strong>, no <strong>Centro Cultural São Paulo</strong>, das 9h às 21h. Com entrada gratuita, o evento integra a política pública <strong>“São Paulo, Farol de Combate ao Racismo Estrutural”</strong> e tem como tema desta edição o <strong>Afrofuturismo na cidade de São Paulo</strong>, conectando cultura, tecnologia, identidade e políticas públicas que impactam comunidades negras, indígenas e imigrantes.</p>



<p>Organizada por uma articulação de secretarias municipais, a Expo propõe refletir sobre como o Afrofuturismo pode orientar práticas de equidade racial no presente. O conceito, que combina memória, protagonismo e imaginação de futuro, atravessa toda a programação com experiências de afroempreendedorismo, educação antirracista, cultura, ciência e conexões internacionais.</p>



<p>Segundo a organização, o Afrofuturismo funciona como estética e também como ferramenta política: reconstrói identidades, questiona estruturas e aponta futuros não colonizados. A partir desse entendimento, o evento propõe que São Paulo seja um território capaz de unir saberes ancestrais e inovação tecnológica para avançar em diversidade, inclusão e direitos.</p>



<p>Nesta edição, o público receberá um <strong>passaporte</strong> que funciona como guia para circular pelos “portais afrofuturistas” instalados no Centro Cultural São Paulo. Cada portal apresenta uma narrativa que conecta passado, presente e futuro para discutir políticas públicas, equidade racial, cultura e trajetórias de resistência.</p>



<p>Com curadoria das secretarias municipais, a Expo reúne exposições, painéis, vivências, ações voltadas ao afroempreendedorismo e atividades que evidenciam São Paulo como uma cidade comprometida com a construção de um futuro antirracista.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Serviço</strong></h3>



<p><strong>5ª Expo Internacional Dia da Consciência Negra</strong><br><strong>19 e 20 de novembro de 2025</strong><br><strong>Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1.000 (Metrô Vergueiro)</strong><br><strong>9h às 21h</strong><br><strong>Entrada gratuita</strong><br><strong>Programação completa</strong> nas redes: <strong>@direitoshumanos.sp</strong></p>
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		<item>
		<title>O futuro é ancestral: quilombolas apresentam na COP30 suas próprias tecnologias de cuidado com o planeta</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-futuro-e-ancestral-quilombolas-apresentam-na-cop30-suas-proprias-tecnologias-de-cuidado-com-o-planeta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Nov 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As solu&#231;&#245;es para a crise clim&#225;tica talvez n&#227;o estejam nas confer&#234;ncias internacionais, mas nas comunidades que h&#225; s&#233;culos sabem o que &#233; resistir. &#201; isso que revela a pesquisa in&#233;dita lan&#231;ada pelo Instituto Suma&#250;ma durante a COP30, em Bel&#233;m &#8212; um trabalho que documenta as tecnologias ancestrais e as pr&#225;ticas culturais e comunicacionais desenvolvidas por [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>As soluções para a crise climática talvez não estejam nas conferências internacionais, mas nas comunidades que há séculos sabem o que é resistir. É isso que revela a pesquisa inédita lançada pelo Instituto Sumaúma durante a COP30, em Belém — um trabalho que documenta as tecnologias ancestrais e as práticas culturais e comunicacionais desenvolvidas por quilombolas em diferentes territórios do Brasil.</p>



<p>Mais do que um estudo, <em>“Corpos-territórios quilombolas e o fio conectado da ancestralidade”</em> é uma virada de perspectiva: coloca os quilombos no centro da discussão sobre justiça climática. Construída em diálogo direto com lideranças, a pesquisa mostra que o conhecimento ancestral não é memória,  é prática viva, ferramenta de adaptação e cuidado com o planeta.</p>



<p>“A conta simplesmente não fecha”, afirma Taís Oliveira, diretora do Instituto Sumaúma. “As comunidades que mais sofrem com os impactos das mudanças climáticas são justamente as que detêm saberes e tecnologias sociais capazes de responder a eles, mas suas soluções seguem invisibilizadas.”</p>



<p>Para a pesquisadora quilombola Juliane Sousa, consultora convidada no projeto, o estudo também quebra estereótipos: “Ainda existe uma imagem equivocada de que os quilombolas vivem isolados, e essa não é a realidade. Assim como outras populações, nós também temos acesso à internet, frequentamos faculdade e levamos uma vida como qualquer outra. A diferença está na nossa relação com a natureza — ela vem das nossas heranças e se baseia no cuidado com todas as formas de vida.”</p>



<p>Ao lançar a pesquisa em plena COP30, o Instituto Sumaúma propõe um deslocamento: que as discussões sobre o clima deixem de falar <strong>sobre</strong> os povos quilombolas e passem a ser conduzidas <strong>por eles</strong>. Porque onde há ancestralidade, há também tecnologia, política e futuro.</p>



<p><strong>Pré-lançamento da pesquisa</strong><br><em>Corpos-territórios quilombolas e o fio conectado da ancestralidade: entre as agendas de justiça climática e as práticas culturais e comunicacionais</em><br><strong>12 de novembro de 2025</strong> — das 10h às 12h<br>Rua Cônego Jerônimo Pimentel, 315 – Umarizal, Belém/PA (Casa das ONGs)</p>



<p><strong>Lançamento oficial da pesquisa</strong><br><strong>13 de novembro de 2025</strong> — a partir das 8h<br>Passagem Paulo VI, 244 – Cremação, Belém/PA (Cedenpa)</p>
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		<title>Exposição ‘Imaginação Radical’ celebra 100 anos de Frantz Fanon no Museu das Favelas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/nova-exposicao-do-museu-das-favelas-celebra-os-100-anos-de-frantz-fanon/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Museu das Favelas anuncia a abertura de sua nova exposi&#231;&#227;o, Imagina&#231;&#227;o Radical: 100 anos de Frantz Fanon, que estreia em 25 de novembro de 2025, em S&#227;o Paulo, marcando tamb&#233;m os tr&#234;s anos da institui&#231;&#227;o. A mostra chega ap&#243;s o sucesso de p&#250;blico de Racionais MC&#8217;s: O Quinto Elemento e celebra o centen&#225;rio de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Museu das Favelas anuncia a abertura de sua nova exposição, <em>Imaginação Radical: 100 anos de Frantz Fanon</em>, que estreia em 25 de novembro de 2025, em São Paulo, marcando também os três anos da instituição. A mostra chega após o sucesso de público de <em>Racionais MC’s: O Quinto Elemento</em> e celebra o centenário de um dos pensadores mais influentes do século XX, refletindo sua relevância para a arte, a política e os movimentos sociais atuais.</p>



<p>Com curadoria de Thais de Menezes, co-curadoria de Jairo Malta e expografia de Gisele de Paula, a exposição reúne mais de 130 obras e apresenta artistas de diversas nacionalidades, incluindo Brasil, Colômbia, Argélia, Marrocos, Bolívia, Venezuela, Angola e Espanha. Entre os destaques, estão Dalton Paula, Bruno Baptistelli, Rebeca Carapiá, JX, Juliana dos Santos, Nenesurreal, Tau Luna e Mayara Amaral, mostrando a influência contínua de Fanon sobre gerações de ativistas, artistas e intelectuais.</p>



<p>Segundo Natália Cunha, diretora do Museu das Favelas, a exposição reforça o posicionamento da instituição como espaço de reflexão e produção crítica. “Para Fanon, os povos historicamente marginalizados precisam narrar a si mesmos para resgatar humanidade, dignidade e protagonismo. Esta mostra é um convite para reimaginar o mundo a partir das tecnologias sociais e ancestrais das favelas, e inaugurar durante o Mês da Consciência Negra reforça ainda mais seu significado.”</p>



<p>A expectativa é receber mais de 80 mil visitantes até maio de 2026. O Museu das Favelas está localizado no Largo Páteo do Colégio, no Centro Histórico de São Paulo, e funciona de terça a domingo, das 10h às 17h, com entrada gratuita. É necessário retirar ingresso antecipado no Sympla ou na recepção, sujeito a lotação. Visitas mediadas devem ser agendadas previamente. </p>



<p>Mais informações em <a href="https://museudasfavelas.org.br">museudasfavelas.org.br</a>.</p>
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