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	<title>Arquivos Política - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 27 Jan 2026 22:38:59 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Justiça de SC suspende proibição de cotas raciais após STF exigir explicações do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 16:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Justi&#231;a de Santa Catarina determinou, nesta ter&#231;a-feira (27), a suspens&#227;o da lei estadual que proibia a oferta de cotas raciais em universidades do estado. A decis&#227;o foi proferida logo ap&#243;s o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabelecer um prazo de 48 horas para que o governo catarinense e a Assembleia Legislativa [&#8230;]</p>
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<p>A Justiça de Santa Catarina determinou, nesta terça-feira (27), a suspensão da lei estadual que proibia a oferta de cotas raciais em universidades do estado. A decisão foi proferida logo após o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), estabelecer um prazo de <strong>48 horas</strong> para que o governo catarinense e a Assembleia Legislativa (Alesc) prestassem esclarecimentos sobre a constitucionalidade da norma. A suspensão atende a uma ação direta de inconstitucionalidade protocolada pelo PSOL.</p>



<p>A lei havia sido sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL) na última quinta-feira (22), após aprovação pelo legislativo catarinense no fim de 2025. O texto vedava a reserva de vagas por critérios de raça ou gênero, mantendo apenas ações afirmativas baseadas em critérios econômicos, para pessoas com deficiência e alunos de escolas públicas. A norma previa, inclusive, uma multa de <strong>R$ 100 mil</strong> por edital que descumprisse a proibição.</p>



<p>A lei, sancionada pelo governador Jorginho Mello (PL), tentava extinguir o critério racial, sob pena de multas de R$ 100 mil por edital. Analisando a resistência à medida, a jornalista <strong>Flávia Oliveira</strong> destacou a contradição histórica presente no Sul do país:</p>



<p><em><strong>&#8220;Tem um artigo famoso falando disso, os &#8216;cotistas ingratos&#8217;, que são exatamente os imigrantes e seus descendentes que receberam políticas públicas de governo e hoje, no Sul do país, se insurgem contra as cotas. Existe uma mentalidade ainda racista que repele no Brasil qualquer coisa que seja em benefício da população afro-brasileira.&#8221;</strong></em></p>



<p>A urgência da suspensão ocorreu no contexto do despacho de Gilmar Mendes, que destacou o risco de prejuízo a processos seletivos já em andamento, como o vestibular 2026/1 da Udesc. O ministro também abriu prazo para que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestem sobre a validade da lei.</p>



<p>Com a decisão judicial de hoje, a proibição de cotas raciais deixa de ter efeito imediato enquanto o mérito da questão segue em debate no judiciário. Isso garante a manutenção das políticas de reparação racial nos vestibulares de Santa Catarina, impedindo o corte de verbas públicas para as instituições que utilizam o critério racial. O governo de Santa Catarina e a Alesc ainda devem responder formalmente ao STF dentro do prazo estipulado, que se encerra nesta quarta-feira (28).</p>
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		<title>Novo Raio-X do Data Favela detalha os sonhos, os hábitos de consumo e a cultura de quem vive no tráfico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Nov 2025 13:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A pesquisa &#8220;Raio-X da Vida Real&#8221;, conduzida pelo Data Favela, Central &#218;nica das Favelas (CUFA) e Favela Holding, oferece uma lente rara e inc&#244;moda sobre a din&#226;mica do tr&#225;fico de drogas no Brasil. O M&#243;dulo 3 &#8212; Viv&#234;ncias, Consumo e Cultura &#8212; &#233; particularmente revelador: ao contr&#225;rio do que prega o senso comum, a vida [&#8230;]</p>
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<p>A pesquisa &#8220;Raio-X da Vida Real&#8221;, conduzida pelo Data Favela, Central Única das Favelas (CUFA) e Favela Holding, oferece uma lente rara e incômoda sobre a dinâmica do tráfico de drogas no Brasil. O Módulo 3 — Vivências, Consumo e Cultura — é particularmente revelador: ao contrário do que prega o senso comum, a vida no crime, para a maioria dos entrevistados, não é um caminho para a opulência, mas sim uma rota de subsistência marcada pelo desejo de estabilidade e uma forte conexão com a cultura negra.</p>



<p>O que o estudo sublinha de forma contundente é que a maioria dos entrevistados não está engajada no crime pela busca desenfreada por bens de luxo, mas sim pela urgência de estabilidade social e familiar. O maior sonho de consumo não é um carro importado, mas sim a conquista da <strong>casa própria</strong>, desejo que mobiliza mais da metade dos respondentes (<strong>53%</strong>), sendo que <strong>25%</strong> especificamente almejam comprar uma casa para a sua família. Este dado é um poderoso contraponto ao estereótipo do criminoso ostentador, demonstrando que, para este público, o crime serve como uma fonte de sustento e ancoragem, e não de enriquecimento desmedido, reforçando a ideia de que a motivação principal é a necessidade econômica</p>



<p>Apesar da vida na ilegalidade, os padrões de consumo dos entrevistados seguem de perto as tendências de mercado das favelas e periferias<sup></sup>. A lealdade a marcas é alta, com poucas empresas dominando a preferência em nichos-chave<sup></sup>.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eletrônicos:</strong> Apple (<strong>32%</strong>) e Samsung (<strong>31%</strong>) somam quase dois terços da preferência.</li>



<li><strong>Vestuário e Calçados:</strong> A Nike é a favorita em roupas (<strong>23%</strong>) e calçados, liderando o ranking de tênis e chuteiras com uma preferência agregada de <strong>60%</strong> (juntamente com Adidas).</li>



<li><strong>Cerveja:</strong> A Heineken aparece no topo das cervejas mais citadas (<strong>19%</strong>), à frente de Brahma e Skol.</li>
</ul>



<p>No entanto, o uso do sistema bancário tradicional, como Bradesco, Itaú e Caixa Econômica Federal , por parte de quem vive na clandestinidade, sugere a intensa necessidade de terceiros, os chamados &#8220;laranjas&#8221;, para movimentar o dinheiro, evidenciando as complexas pontes entre o lícito e o ilícito na vida financeira.</p>



<p>Quando o assunto é cultura, o estudo ressalta a importância dos laços de sociabilidade e pertencimento<sup></sup>. Os hobbies preferidos são coletivos: <strong>jogar futebol (23%)</strong>, <strong>acessar a internet (19%)</strong> e <strong>socializar com amigos (15%)</strong><sup></sup>.</p>



<p>O pódio musical é dominado pelos gêneros de matriz negra:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Pagode/Samba</strong> (23%) </li>



<li><strong>Funk</strong> (21%) </li>



<li><strong>Rap</strong> (12%) </li>
</ul>



<p>As vozes e rostos da cultura negra também são os mais admirados: a cantora <strong>Ludmilla (16%)</strong> e o cantor <strong>Belo (11,6%)</strong>  lideram as preferências. Entre os atores, <strong>Taís Araújo (27%)</strong> e <strong>Lázaro Ramos (17%)</strong> são as figuras mais importantes para os entrevistados.</p>



<p>O que a pesquisa consegue captar de forma pungente, para além dos números, é o dilema existencial. A vida no crime não apenas impõe riscos físicos e mentais (com altos índices de insônia, ansiedade e depressão <sup></sup><sup></sup><sup></sup><sup></sup>), como também restringe a liberdade a ponto de o sonho de uma viagem para &#8220;qualquer lugar do mundo&#8221; ser inacessível para <strong>66%</strong> dos entrevistados<sup></sup>.</p>



<p>O Data Favela nos força a ir além da manchete simplista e a compreender que a motivação do crime é, essencialmente, econômica. Não é a busca por iates, mas sim por uma <strong>casa segura</strong> e pelo sustento da família. A tragédia se completa com a constatação de que, embora não se orgulhem do que fazem (<strong>68%</strong> disseram não sentir orgulho ) e proíbam seus filhos de seguir o mesmo caminho, a falta de oportunidade lícita, a que se refere a mulher de 27-31 anos: <strong>“A falta de oportunidade e também o desejo de coisas melhores”</strong> , os mantém aprisionados nesse ciclo.</p>
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		<title>Indicado por Lula ao STF no Dia da Consciência Negra, Jorge Messias se diz pardo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/indicado-por-lula-ao-stf-no-dia-da-consciencia-negra-jorge-messias-se-diz-pardo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 14:28:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia da Consci&#234;ncia Negra, o presidente Luiz In&#225;cio Lula da Silva anunciou a indica&#231;&#227;o de Jorge Rodrigo Ara&#250;jo Messias, atual advogado-geral da Uni&#227;o, para ocupar a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) ap&#243;s a aposentadoria antecipada do ministro Lu&#237;s Roberto Barroso. A escolha, formalizada em 20 de novembro, insere-se em um contexto de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No Dia da Consciência Negra, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou a indicação de Jorge Rodrigo Araújo Messias, atual advogado-geral da União, para ocupar a vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF) após a aposentadoria antecipada do ministro Luís Roberto Barroso. A escolha, formalizada em 20 de novembro, insere-se em um contexto de intensa cobrança por maior diversidade na mais alta corte do país.</p>



<p>Pernambucano, 45 anos, e doutor em Direito pela Universidade de Brasília (UnB), Messias integra o governo desde o início da terceira gestão Lula e é amplamente considerado um nome de confiança do presidente. Para assumir o cargo, o indicado ainda precisará passar pela sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ter seu nome aprovado pelo plenário do Senado Federal.</p>



<p>Ao longo de sua trajetória profissional, Messias atuou em diferentes áreas do Executivo, incluindo o Banco Central, o BNDES e o Ministério da Educação, além de ter integrado a equipe de transição do governo Lula em 2022. Em nota, o advogado-geral afirmou sentir-se honrado com a escolha e manifestou-se disposto a demonstrar ao Senado que reúne os requisitos exigidos para o cargo. O presidente Lula, por sua vez, declarou ter plena confiança no trabalho do atual chefe da AGU e destacou seu compromisso com a defesa da Constituição.</p>



<p>O anúncio, contudo, trouxe novos e complexos elementos ao debate sobre a composição do Judiciário. Embora Messias se declare pardo, informação confirmada por sua assessoria à AGU em apuração do portal Noticia Preta, a indicação de mais um homem para a Corte, justamente em uma data de forte simbolismo para a luta antirracista, frustrou organizações e ativistas que pressionavam o governo pela nomeação de uma mulher negra para o STF.</p>



<p>O STF, em seus 134 anos de história, jamais contou com uma ministra negra. Desde 1891, apenas três mulheres ascenderam à Corte — Ellen Gracie, Cármen Lúcia e Rosa Weber, todas brancas. A ausência de mulheres negras no Supremo tem sido apontada por pesquisadores, juristas e organizações do movimento negro como uma evidência da profunda distância entre a estrutura do Judiciário e a composição racial e de gênero da população brasileira.</p>



<p>A crítica à escolha de Messias ganhou contornos ainda mais agudos pela data do anúncio. O movimento Mulheres Negras Decidem, em nota de repúdio, afirmou que a decisão &#8220;repete um padrão histórico de exclusão&#8221; e que, &#8220;pela 12ª vez desde a redemocratização, o Brasil se recusa a reconhecer a excelência, a legitimidade e o legado das mulheres negras que sustentam este país&#8221;.</p>



<p>Em entrevista, o advogado José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, expressou a decepção dos grupos que esperavam uma atitude diferente do governo. &#8220;Nós imaginávamos que as forças progressistas iriam corrigir ou iriam ter uma atitude diferente diante dessa situação [de falta de representatividade]&#8221;, disse. Para ele, a indicação representa uma perda para a República e para a sociedade, que &#8220;vai deixar de ter uma Suprema Corte representativa, uma Suprema Corte que tenha o compromisso com essa luta da sociedade por mais igualdade, por mais justiça, por mais participação, por mais inclusão e por mais representatividade&#8221;.</p>



<p>Mesmo com avanços pontuais em outras instâncias, o tribunal mais alto do país segue sem incluir um grupo historicamente central na formação social brasileira e igualmente ausente dos espaços de maior poder institucional, reforçando a percepção de que o Judiciário mantém um caráter excludente em sua mais alta instância.</p>
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		<title>Após derrubar o perfil oficial, Meta desativa a conta reserva de Chavoso da USP, com quase 500 mil seguidores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 11:38:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Meta, empresa respons&#225;vel pelo Instagram, desativou a conta reserva do comunicador e educador popular Thiago Torres, conhecido como Chavoso da USP, que somava quase 500 mil seguidores. A exclus&#227;o ocorreu ap&#243;s a derrubada do perfil principal do ativista, que contava com mais de 1 milh&#227;o de seguidores, no &#250;ltimo domingo (17). Com a desativa&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Meta, empresa responsável pelo Instagram, desativou a conta reserva do comunicador e educador popular Thiago Torres, conhecido como Chavoso da USP, que somava quase 500 mil seguidores. A exclusão ocorreu após a derrubada do perfil principal do ativista, que contava com mais de 1 milhão de seguidores, no último domingo (17). Com a desativação das duas contas, o influenciador perdeu o acesso a uma plataforma que alcançava mais de 1,5 milhão de pessoas.</p>



<p>Thiago Torres utiliza suas redes sociais para a produção de conteúdo relacionado a questões raciais e sociais, com foco em educação popular e na denúncia de violências que atingem a população negra, periférica e indígena. O bloqueio da conta principal ocorreu, segundo o próprio Chavoso da USP, após a publicação de um vídeo em que ele e lideranças indígenas denunciavam violações de direitos e o avanço de privatizações de rios no Brasil.</p>



<p>Em declaração nas redes sociais, o ativista lamentou a exclusão: “Mais uma conta excluída pelo Instagram, do nada, sem mais nem menos. É muito frustrante. Anos de trabalho pra chegar a um milhão de seguidores, pra tudo ser descartado assim por essa rede”.</p>



<p>O caso tem gerado forte mobilização nas redes sociais e entre organizações progressistas, que questionam a falta de transparência da Meta em suas decisões de moderação. O episódio reacende o debate sobre o poder das Big Techs em silenciar vozes engajadas em pautas sociais e políticas, enquanto conteúdos de ódio e desinformação continuam a circular amplamente nas plataformas. </p>



<p>O ativista segue buscando reverter a decisão e utiliza outros canais para manter a comunicação com seu público. Para continuar o contato com seus seguidores, Thiago Torres abriu sua conta pessoal, <strong>@thiagotorres_011</strong>, para o público.</p>
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		<item>
		<title>“O mercado financeiro quer o dinheiro do crime sem se sujar”, Silvio Almeida sobre como a necropolítica expõe jovens negros à morte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 15:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Silvio Almeida publicou em suas redes na noite de ontem (28), um v&#237;deo onde afirma que: &#8220;O mercado financeiro quer o dinheiro do crime sem se sujar.&#8221; A fala ressoa com plena urg&#234;ncia diante do massacre ocorrido nos complexos da Penha e do Alem&#227;o, no Rio de Janeiro, onde mais de 120 pessoas foram mortas, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Silvio Almeida publicou em suas redes na noite de ontem (28), um vídeo onde afirma que: <strong>“O mercado financeiro quer o dinheiro do crime sem se sujar.”</strong> A fala ressoa com plena urgência diante do massacre ocorrido nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, onde mais de <strong>120 pessoas foram mortas</strong>, incluindo <strong>ao menos 72 corpos encontrados por moradores em áreas de mata</strong> e levados à Praça São Lucas. Enquanto o governo do estado classificou a ação como “sucesso”, os relatos das comunidades mostram o oposto: uma operação de extermínio conduzida sob a narrativa da segurança pública.</p>



<p>Ao afirmar que “o mercado financeiro quer o dinheiro do crime”, Almeida desloca o foco do discurso policial tradicional para a infraestrutura oculta: não é apenas “o bandido” quem está em cena, mas os circuitos que transformam violência em lucro e invisibilidade. Ele aponta para os mecanismos de infiltração de capitais ilícitos em empresas, bancos e fintechs, uma síntese entre economia legal e ilegal que sustenta o funcionamento da máquina.</p>



<p>Quando acrescenta “sem sujar suas mãos”, o ministro evidencia o arranjo maquiado: os agentes formais não precisam empunhar armas, basta oferecer canais. O sistema se retroalimenta, de um lado, o Estado usa força letal sobre territórios periféricos; do outro, o capital formal lucra com a circulação dos mesmos recursos que nascem da violência. Nesse processo, <strong>corpos negros e periféricos</strong> tornam-se o principal combustível de uma engrenagem que decide quem vive e quem morre.</p>



<p>O massacre no Rio mostra essa articulação em tempo real. O Estado mobiliza tanques e helicópteros; o governador <strong>Cláudio Castro</strong> celebra resultados; e a sociedade assiste, mais uma vez, à gestão da morte como política. As comunidades golpeadas são as mesmas que geram o crime e, por extensão, alimentam os lucros que Almeida denuncia.</p>



<p>Esse é o ponto essencial: não se trata de erro operacional nem de falha isolada, mas de um modelo de poder que usa a violência seletiva como ferramenta política e econômica. Silvio Almeida não apenas protesta; ele decodifica o funcionamento da necropolítica brasileira, uma engrenagem onde genocídio periférico e economia formal se entrelaçam.</p>



<p>Interromper esse ciclo exige uma agenda mínima e concreta: rastreamento de beneficiários finais de lavagem de dinheiro, plano nacional de prevenção de homicídios que vá além da repressão, e uma reforma profunda das práticas estatais de segurança, voltada à proteção das comunidades, não à sua patrulha.</p>
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		<item>
		<title>Marina Duarte, presidenta da Unegro Bahia, é cotada para assumir Ministério da Igualdade Racial</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/marina-duarte-presidenta-da-unegro-bahia-e-cotada-para-assumir-ministerio-da-igualdade-racial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 17:25:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[anielle franco]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Marina Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Unegro]]></category>
		<category><![CDATA[Unegro Bahia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a poss&#237;vel sa&#237;da antecipada de Anielle Franco do Minist&#233;rio da Igualdade Racial (MIR) para disputar as elei&#231;&#245;es de 2026, o nome da baiana Marina La&#237;s Duarte come&#231;a a ganhar for&#231;a entre lideran&#231;as do movimento negro e organiza&#231;&#245;es da sociedade civil como uma das principais apostas para comandar a pasta. Vice-presidenta do Conselho Nacional de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com a possível saída antecipada de <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/anielle-franco-deve-deixar-ministerio-da-igualdade-racial-para-se-dedicar-a-campanha-eleitoral-de-2026/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anielle Franco</a> </strong>do <strong>Ministério da Igualdade Racial (MIR) </strong>para disputar as eleições de 2026, o nome da baiana <strong>Marina Laís Duarte </strong>começa a ganhar força entre lideranças do movimento negro e organizações da sociedade civil como uma das principais apostas para comandar a pasta.</p>



<p>Vice-presidenta do<strong> Conselho Nacional de Promoção da Igualdade Racial</strong> (CNPIR) e presidenta da <strong>Unegro</strong> <strong>Bahia</strong>, Marina tem uma trajetória marcada pela militância de base, pela defesa da participação popular e pela articulação de políticas públicas voltadas à igualdade racial.</p>



<p>Reconhecida pela capacidade de diálogo entre governo e sociedade civil, ela foi uma das principais articuladoras da<strong> 5ª Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial</strong> (CONAPIR), que consolidou a convergência entre entidades do movimento negro e os estados nas etapas preparatórias.</p>



<p>Com trânsito respeitado no Parlamento e no governo federal, Marina é considerada uma referência na luta pela reparação histórica, transversalidade das políticas de igualdade racial e combate ao racismo institucional. Sua atuação tem contribuído para ampliar o controle social e o alcance das políticas públicas voltadas à população negra, aos povos tradicionais e à juventude periférica.</p>



<p>Entre os movimentos e entidades que manifestam apoio ao nome de Marina estão o Coletivo de Entidades Negras, Convergência Negra, Movimento Negro Unificado (MNU), Enegrecer, Associação Brasileira de Pesquisadores Negros (ABPN), Rede Amazônia Negra, Centro de Estudos e Defesa dos Negros do Pará (Cedenpa), Malungu, Agentes de Pastoral Negros do Brasil (APNs), União de Negras e Negros pela Igualdade (Unegro), Fórum Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional dos Povos Tradicionais de Matriz Africana e o Alma Preta Jornalismo.</p>
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		<title>Anielle Franco deve deixar Ministério da Igualdade Racial para se dedicar à campanha eleitoral de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Oct 2025 19:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[anielle franco]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2026]]></category>
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		<category><![CDATA[Ministério da Igualdade Racial]]></category>
		<category><![CDATA[MIR]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, deve deixar o governo Lula at&#233; dezembro para se dedicar &#224; campanha eleitoral de 2026. A informa&#231;&#227;o, divulgada inicialmente pela coluna de Paulo Cappelli do Metr&#243;poles e confirmada por fontes ouvidas pelo Mundo Negro, indica que a ministra pretende disputar uma vaga de deputada federal pelo Rio de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A ministra da Igualdade Racial, <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/silvio-almeida-afirma-que-ele-e-anielle-franco-foram-alvo-de-armadilhas-politicas-e-menciona-interesses-do-me-too-em-sua-pasta/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Anielle Franco</a></strong>, deve deixar o governo <strong>Lula </strong>até dezembro para se dedicar à campanha eleitoral de 2026. A informação, divulgada inicialmente pela coluna de Paulo Cappelli do Metrópoles e confirmada por fontes ouvidas pelo <strong>Mundo Negro</strong>, indica que a ministra pretende disputar uma vaga de <strong>deputada federal pelo Rio de Janeiro</strong>.</p>



<p>Segundo aliados próximos, a decisão de antecipar a saída tem relação direta com a necessidade de construir sua base política no estado, uma vez que Anielle nunca foi testada nas urnas. Apesar do apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que considera essencial garantir representatividade no Rio, o cenário é visto como adverso. </p>



<p>A movimentação também ocorre em meio a críticas à gestão do <strong>Ministério da Igualdade Racial (MIR)</strong>. A percepção interna é de que “O MIR não está agregando votos, não está conseguindo entregar produtos reconhecidos para a população negra brasileira. Não há um só símbolo, lembrança de ação do governo que se ligue a atuação do MIR”, aponta a fonte.</p>



<p>A recente <strong>Conferência Nacional de Promoção da Igualdade Racial</strong>, organizada pelo MIR, reforçou o clima de insatisfação. O evento recebeu críticas por problemas de organização, falhas logísticas e falta de acolhimento aos participantes, o que deixou “uma impressão muito ruim” entre representantes de movimentos sociais e ativistas negros.</p>



<p>Outro ponto sensível são as acusações de assédio contra o ex-Ministro dos Direitos Humanos, <strong>Silvio Almeida</strong>. &#8220;A história não está resolvida. Paira uma sombra de dúvidas e problemas. Um debate que ninguém do governo quer ressuscitar ou fazer no ano das eleições&#8221;, afirma.</p>



<p>Anielle Franco está à frente do ministério desde janeiro de 2023 e ainda não há definição sobre quem deve assumir o cargo após sua saída.</p>



<p>O Mundo Negro entrou em contato com a assessoria de imprensa do Ministério da Igualdade Racial, mas não teve retorno até o fechamento da reportagem.</p>
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		<title>Namíbia é o primeiro país do mundo a ter mulheres nos cargos mais altos do governo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/namibia-e-o-primeiro-pais-do-mundo-a-ter-mulheres-nos-cargos-mais-altos-do-governo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Nam&#237;bia entrou para a hist&#243;ria ao se tornar o primeiro pa&#237;s do mundo a ter mulheres ocupando simultaneamente os tr&#234;s cargos mais altos do governo: Presidente, Vice-Presidente e Presidente da Assembleia Nacional. A conquista, celebrada durante a 80&#170; Assembleia Geral da ONU em setembro, foi destacada pela presidente Netumbo Nandi-Ndaitwah como um marco do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/netumbo-nandi-ndaitwah-faz-historia-ao-tomar-posse-como-primeira-mulher-presidente-da-namibia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Namíbia </a></strong>entrou para a história ao se tornar o primeiro país do mundo a ter mulheres ocupando simultaneamente os três cargos mais altos do governo: Presidente, Vice-Presidente e Presidente da Assembleia Nacional. A conquista, celebrada durante a<strong> 80ª Assembleia Geral da ONU</strong> em setembro, foi destacada pela <strong>presidente Netumbo Nandi-Ndaitwah</strong> como um marco do progresso democrático e da igualdade de gênero no continente africano.</p>



<p>Empossada em 21 de março de 2025, Nandi-Ndaitwah assumiu a Presidência ao lado da <strong>vice-presidente Lucia Witbooi </strong>e da <strong>presidente da Assembleia Nacional Saara Kuugongelwa-Amadhila</strong>, formando uma equipe de liderança inteiramente feminina.</p>



<p>Durante seu discurso nas Nações Unidas, a presidente ressaltou que as nomeações se basearam em competência e dedicação, e não apenas em critérios de gênero. Ela reafirmou o compromisso do governo com o combate à violência de gênero, a ampliação dos direitos econômicos e fundiários das mulheres e o empoderamento da juventude por meio da educação e de oportunidades de emprego.</p>



<p>A conquista da Namíbia é resultado de um processo contínuo iniciado após a independência do país, em 1990. O partido governista SWAPO implementou políticas de promoção da igualdade de gênero, incluindo o sistema de cotas conhecido como “zebra”, que garante paridade entre homens e mulheres em cargos políticos.</p>



<p>Hoje, as mulheres representam cerca de 49% do Parlamento e 44% dos cargos ministeriais, colocando a Namíbia entre os países com maior representatividade feminina no mundo — e líder no continente africano. Esse avanço reflete reformas estruturais e o trabalho de organizações da sociedade civil que atuam na formação política, no combate à violência de gênero e na promoção da autonomia econômica feminina.</p>
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		<title>&#8220;Falta diversidade de gênero e raça no Supremo&#8221;, diz Flávia Oliveira sobre cotados de Lula para substituir Barroso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 12:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade de gênero]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[flávia oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[lula]]></category>
		<category><![CDATA[Ministra Negra Já]]></category>
		<category><![CDATA[Ministro Barroso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A aposentadoria antecipada do ministro Lu&#237;s Roberto Barroso reacendeu o debate sobre a falta de diversidade no Supremo Tribunal Federal (STF). Barroso, que est&#225; na Corte h&#225; 12 anos e foi indicado pela ex-presidenta Dilma Rousseff (PT), anunciou nesta quinta-feira (9) que deixar&#225; o cargo ap&#243;s concluir seu mandato na presid&#234;ncia do tribunal, encerrado em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A aposentadoria antecipada do ministro <strong>Luís Roberto Barroso</strong> reacendeu o debate sobre a falta de diversidade no <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/evento-em-sao-paulo-celebra-juristas-negras-em-meio-a-campanhas-por-uma-ministra-negra-no-stf/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Supremo Tribunal Federal (STF)</a></strong>. Barroso, que está na Corte há 12 anos e foi indicado pela ex-presidenta <strong>Dilma Rousseff</strong> (PT), anunciou nesta quinta-feira (9) que deixará o cargo após concluir seu mandato na presidência do tribunal, encerrado em setembro.</p>



<p>Com a saída, caberá ao presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> (PT) indicar o novo nome para ocupar a vaga — será a terceira escolha do atual mandato, após as nomeações de <strong>Cristiano Zanin </strong>e <strong>Flávio Dino</strong>. Entre os nomes mais cotados nos bastidores estão <strong>Bruno Dantas, Jorge Messias, Rodrigo Pacheco e Vinicius de Carvalho</strong>, todos homens brancos, considerados figuras de confiança de Lula.</p>



<p>Durante o programa #EmPauta, da GloboNews, a jornalista <strong>Flávia Oliveira</strong> destacou o que considera um problema estrutural na composição do Supremo: a falta de diversidade. Atualmente, dos 11 ministros, apenas <strong>Cármen Lúcia</strong> representa o gênero feminino, e nenhuma pessoa negra. </p>



<p>Embora Barroso tenha declarado o desejo de que uma mulher o suceda, Flávia ponderou que o padrão das indicações permanece o mesmo. “A questão é, efetivamente, o presidente se convencer de que falta diversidade de gênero e raça no Supremo e tomar essa decisão, mas a esperança é mínima”, afirmou.</p>



<p>Poucas horas após o anúncio da aposentadoria, personalidades negras usaram as redes sociais para cobrar mais representatividade negra nas indicações ao STF. Uma carta aberta divulgada pelas organizações Fórum de Justiça, Plataforma Justa e Themis – Gênero e Justiça também reforçou o apelo e apresentou alguns nomes de mulheres qualificadas para a vaga de Barroso, entre elas <strong>Edilene Lôbo</strong> (TSE), <strong>Sheila de Carvalho</strong> (Secretaria Nacional de Acesso à Justiça) e <strong>Vera Lúcia Araújo</strong> (ministra substituta do TSE).<br><br></p>
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		<title>Basília Rodrigues é contratada pelo SBT News como analista de política</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/basilia-rodriguese-contratada-pelo-sbt-news-como-analista-de-politica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Oct 2025 18:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A jornalista Bas&#237;lia Rodrigues assume um papel de destaque como analista de pol&#237;tica do SBT News, o novo canal de not&#237;cias do grupo SBT. Reconhecida por sua habilidade em interpretar os rumos da pol&#237;tica nacional com precis&#227;o e clareza, Bas&#237;lia chega para fortalecer a cobertura do canal, oferecendo an&#225;lises estrat&#233;gicas e contextualizadas que ajudam o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A jornalista <strong>Basília Rodrigues</strong> assume um papel de destaque como analista de política do <strong>SBT News</strong>, o novo canal de notícias do grupo SBT. Reconhecida por sua habilidade em interpretar os rumos da política nacional com precisão e clareza, Basília chega para fortalecer a cobertura do canal, oferecendo análises estratégicas e contextualizadas que ajudam o público a compreender os acontecimentos políticos de forma mais profunda.</p>



<p>Antes de chegar ao SBT News, Basília construiu sólida experiência na <strong>CNN Brasil</strong>, onde se destacou pelo compromisso com informações precisas e análises aprofundadas da política nacional. Sua atuação na emissora consolidou sua reputação como uma das jornalistas negras mais respeitadas no jornalismo político, com capacidade de traduzir complexidade em conteúdos acessíveis e engajantes.</p>



<p>A chegada de Basília ao SBT News reforça a aposta do canal na diversidade e no protagonismo de vozes negras na televisão brasileira. Com análises instigantes e visão crítica, ela promete oferecer ao público uma cobertura política mais completa, conectada com os desafios e debates do país.</p>
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