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	<title>Arquivos NEGRX E LGTB - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 27 Jan 2026 22:40:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Ação promove a retificação gratuita de nome e gênero em documentos oficiais</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/acao-promove-a-retificacao-gratuita-de-nome-e-genero-em-documentos-oficiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 08:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 26 de janeiro de 2026, o Grupo L&#8217;Or&#233;al no Brasil realizou uma mobiliza&#231;&#227;o hist&#243;rica em sua sede, no Rio de Janeiro, em prol da dignidade e do reconhecimento da identidade de g&#234;nero. Como parte das a&#231;&#245;es do M&#234;s da Visibilidade Trans, a companhia promoveu o mutir&#227;o &#8220;Meu Nome de Verdade&#8221;, permitindo que colaboradores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 26 de janeiro de 2026, o <strong>Grupo L’Oréal no Brasil</strong> realizou uma mobilização histórica em sua sede, no Rio de Janeiro, em prol da dignidade e do reconhecimento da identidade de gênero. Como parte das ações do Mês da Visibilidade Trans, a companhia promoveu o mutirão <strong>“Meu Nome de Verdade”</strong>, permitindo que colaboradores e parceiros realizassem, de forma gratuita, a retificação de nome e gênero em documentos oficiais.</p>



<p>A ação, desenvolvida em parceria com a <strong>Fiocruz</strong>, ofereceu suporte completo para até 150 pessoas, incluindo o custeio de transporte, alimentação, subsídio para emissão de documentos e abono de horas. O objetivo central foi remover barreiras burocráticas e financeiras que dificultam o acesso ao direito fundamental à identidade.</p>



<p>Além do mutirão, a sede da empresa recebeu, no período da manhã, o <strong>Encontro Regional do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+</strong>. O evento reuniu representantes de mais de 60 organizações para debater estratégias de acolhimento e empregabilidade para a população trans. O Grupo L’Oréal no Brasil, que é signatário do Fórum desde 2018, reforçou seu papel na liderança de pautas de impacto social e direitos humanos.</p>



<p>A agenda de 2026 trouxe ainda avanços significativos nos benefícios internos da companhia. Entre as novidades estão o lançamento da <strong>Mentoria TRANSformar</strong>, voltada para o desenvolvimento de carreira de talentos trans e não binários, e a implementação de um auxílio financeiro para o processo de hormonização de colaboradores e estagiários.</p>



<p>Para o Grupo L’Oréal no Brasil, essas iniciativas refletem uma cultura organizacional onde o respeito é prioridade. Atualmente, 17% do quadro de colaboradores da empresa se identifica como parte da comunidade LGBTQIAPN+, um reflexo do compromisso contínuo com a construção de um ambiente de trabalho seguro e plural.</p>
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		<title>&#8216;Guardei no Armário, O Talk Show ao Vivo’ celebra 10 anos de histórias no SESC Consolação</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/guardei-no-armario-o-talk-show-ao-vivo-celebra-10-anos-de-historias-no-sesc-consolacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 09:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O SESC Consola&#231;&#227;o recebe, em outubro, a edi&#231;&#227;o especial de 10 anos de &#8220;Guardei no Arm&#225;rio &#8211; O Talk Show ao Vivo&#8221;, projeto criado por Samuel Gomes, escritor, palestrante e vencedor do Shark Tank Brasil &#8211; Vers&#227;o Creators 2025. Pela primeira vez em vers&#227;o presencial, o talk show ocupar&#225; o Centro de Pesquisa Teatral (CPT) [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>SESC Consolação</strong> recebe, em outubro, a <strong>edição especial de 10 anos de “Guardei no Armário – O Talk Show ao Vivo”</strong>, projeto criado por <strong>Samuel Gomes</strong>, escritor, palestrante e vencedor do <strong>Shark Tank Brasil – Versão Creators 2025</strong>. Pela primeira vez em versão presencial, o talk show ocupará o <strong>Centro de Pesquisa Teatral (CPT)</strong> às quintas-feiras, sempre às 19h, reunindo convidados de grande representatividade.</p>



<p>A temporada inicia em <strong>09/10 com Érica Malunguinho</strong>, que compartilha sua infância e criação, trazendo a família como pano de fundo de sua trajetória política e afetiva. Na semana seguinte, <strong>16/10, João Silvério Trevisan</strong> revisita momentos de autoaceitação e descobertas, refletindo sobre a importância da literatura e da militância na formação de sua identidade. <strong>23/10</strong>, <strong>Giovanna Heliodoro</strong> conduz a conversa a partir de três fotografias marcantes, que inspiram reflexões sobre memória, corpo e vivência trans no Brasil contemporâneo. Por fim, <strong>30/10, Rodrigo França</strong> encerra a temporada com uma proposta interativa, promovendo a participação ativa do público e a construção coletiva do diálogo.</p>



<p>Idealizado em 2015, o <strong>Guardei no Armário</strong> nasceu como canal no YouTube para compartilhar histórias de aceitação, identidade e diversidade. Ao longo de uma década, o projeto inspirou milhares de pessoas e consolidou-se como o <strong>maior acervo de relatos de “saídas do armário” do mundo</strong>, com mais de 130 entrevistas publicadas, <strong>2 milhões de visualizações</strong>, 44 mil seguidores, livro homônimo lançado pela <strong>Companhia das Letras</strong> e palestra de mesmo nome. Agora, chega ao palco para proporcionar ao público uma experiência de escuta, afeto e troca ao vivo.</p>



<p>Ao longo dos anos, o projeto evoluiu de um espaço de entrevistas íntimas para um <strong>ecossistema de narrativas diversas</strong>, guiado pela urgência da representatividade e por uma comunicação afetiva e transformadora. Questões como <strong>saúde mental, fé, família, relações afetivas, luto, autoestima, trabalho e educação</strong> atravessam os episódios de forma interseccional, ampliando os debates para além da esfera individual.</p>



<p>“Para ser quem eu sou hoje foi preciso muita coragem. Coragem se faz com uma rede de apoio. Com meus pais me apoiando, eu enfrento o mundo inteiro”, afirma <strong>Samuel Gomes</strong>, filho de uma família religiosa e conservadora da periferia de São Paulo, que transformou narrativas de dor em histórias de amor, ascensão e fé. “Cada passo que damos na direção da inclusão e da representatividade é uma vitória para todos nós. Estou imensamente grato por fazer parte dessa mudança e por poder inspirar outras pessoas a continuarem acreditando em seus sonhos e em suas histórias.”</p>



<p><strong>Convidadas e convidados desta edição:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Érica Malunguinho (09/10):</strong> Educadora, artista plástica e ativista. Mestra em Estética e História da Arte pela USP, fundadora do <strong>Aparelha Luzia</strong>, quilombo urbano de referência na valorização da cultura preta. Primeira mulher trans eleita deputada estadual em São Paulo.</li>



<li><strong>João Silvério Trevisan (16/10):</strong> Escritor e ativista LGBTQIAPN+, fundador do jornal <em>Lampião da Esquina</em> e do Grupo SOMOS. Autor de obras como <em>Devassos no Paraíso</em> e <em>O Rei do Cheiro</em>. Recebeu em 2023 o título de <strong>Doutor Honoris Causa</strong> pela UFU.</li>



<li><strong>Giovanna Heliodoro (23/10):</strong> Historiadora, speaker do TEDx, apresentadora dos programas <em>Conversas Que Inspiram</em> e <em>Engatilhadas</em>. Consultora de diversidade, escritora e fundadora do <strong>Trans Baile</strong>. Premiada com <strong>Geração Glamour – Influenciadora com Causa</strong> em 2022.</li>



<li><strong>Rodrigo França (30/10):</strong> Diretor, roteirista, dramaturgo, ator e escritor, referência na representatividade negra. Dirigiu séries e filmes como <em>Barba, Cabelo &amp; Bigode</em> (Netflix) e <em>Humor Negro</em> (Globoplay/Multishow). Autor de <em>Confinamentos &amp; Afins</em>, artista plástico e produtor cultural, idealizador do movimento <strong>Segunda Black</strong>.</li>
</ul>



<p><strong>Serviço:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Guardei no Armário – Ao Vivo</strong></li>



<li>Local: Sesc Consolação – Centro de Pesquisa Teatral (7º andar)</li>



<li>Datas: 09, 16, 23 e 30 de outubro (quintas-feiras)</li>



<li>Horário: 19h</li>



<li>Classificação: 16 anos</li>



<li>Gratuito, ingressos distribuídos 30 minutos antes na Central de Atendimento</li>
</ul>



<p><strong>Programação:</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>09/10 – Érica Malunguinho: Infância, criação e família.</li>



<li>16/10 – João Silvério Trevisan: Autoaceitação e descobertas.</li>



<li>23/10 – Giovanna Heliodoro: Três fotos marcantes e relatos.</li>



<li>30/10 – Rodrigo França: Participação ativa do público.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Evandro Luiz da Conceição lança Minha Estranha Loucura, livro sobre o amor LGBTQIAPN+</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/evandro-luiz-da-conceicao-lanca-minha-estranha-loucura-livro-sobre-o-amor-lgbtqiapn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2025 19:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha Estranha Loucura &#233; o primeiro livro solo de Evandro Luiz da Concei&#231;&#227;o, jornalista, escritor e roteirista da TV Globo, conhecido por seu olhar atento &#224; cultura perif&#233;rica e &#224; diversidade sexual. A obra mergulha no universo amoroso de homens negros, gays e perif&#233;ricos do Rio de Janeiro, al&#233;m de personagens trans, trazendo hist&#243;rias que, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Minha Estranha Loucura</strong> é o primeiro livro solo de Evandro Luiz da Conceição, jornalista, escritor e roteirista da TV Globo, conhecido por seu olhar atento à cultura periférica e à diversidade sexual. A obra mergulha no universo amoroso de homens negros, gays e periféricos do Rio de Janeiro, além de personagens trans, trazendo histórias que, até hoje, pouco aparecem na literatura brasileira contemporânea. Com graça, inteligência e empatia, Evandro expõe o erotismo e o afeto desses personagens, colocando-os no centro da narrativa e afirmando sua existência em um país marcado pelo racismo, LGBTfobia e desigualdades sociais.</p>



<p>A ficção de <strong>Evandro Luiz da Conceição</strong> dialoga com a tradição literária brasileira, evocando, por exemplo, o clássico naturalista <em>Bom Crioulo</em>, de Adolfo Caminha, que abordava a relação homoerótica entre um marujo negro e seu amante branco. Se no século XIX o tema provocava escândalo, em <em>Minha Estranha Loucura</em> o espanto vem da liberdade e da naturalidade com que os personagens vivem seu amor e desejo, enfrentando os desafios históricos e contemporâneos de serem homens negros, periféricos e LGBTQIA+ no Brasil.</p>



<p>O livro se destaca pelo realismo cru das situações, mas também pelo colorido e leveza da narrativa. Entre encontros intensos, conflitos, festas e violência policial, Evandro apresenta personagens que amam sem amarras, expressando desejo e cumplicidade, como no conto que dá nome à obra, onde Leonardo e Pedro vivem momentos de paixão e conflito em meio à vida urbana da Lapa, no Rio de Janeiro. A história não apenas envolve o leitor, mas coloca em evidência a complexidade de corpos e afetos historicamente marginalizados.</p>



<p>Além do universo das histórias, o editorial deve destacar o autor. Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Evandro atua há seis anos como redator de entretenimento na TV Globo, participando de grandes produções e festivais culturais como The Town e Lollapalooza, e em projetos voltados para a valorização da cultura negra. Sua trajetória literária começou em oficinas da FLUP, e ele já foi coautor de livros com nomes como Conceição Evaristo e Elisa Lucinda, além de ter publicado obras voltadas para a religiosidade de matriz africana, como <em>Yabás, Mães Rainhas</em>. Essa diversidade de experiências transparece na forma como ele constrói personagens complexos e empoderados, que desafiam estereótipos e padrões sociais.</p>



<p><em>Minha Estranha Loucura</em> foi lançado em noite de autógrafos na Livraria Travessa de Botafogo, no Rio de Janeiro, reunindo histórias que celebram o amor LGBTQIAPN+ e afirmam a presença de homens negros periféricos no centro da narrativa literária. Entre erotismo, afeto e resistência, o livro cumpre um papel social ao visibilizar corpos e afetos historicamente marginalizados, oferecendo ao leitor não apenas histórias envolventes, mas também uma reflexão sobre desigualdade, preconceito e a potência da vida pulsante dessas pessoas. Evandro Luiz da Conceição reafirma, com cada conto, que o amor desses personagens é legítimo, livre e pleno, em contraste com as feridas sociais ainda abertas no Brasil contemporâneo.</p>
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		<item>
		<title>Puma Camillê reflete sobre a importância de documentar &#8216;Capoeira para Todes&#8217;: “Cada movimento é revolucionário”</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/puma-camille-reflete-sobre-a-importancia-de-documentar-capoeira-para-todes-cada-movimento-e-revolucionario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 17:19:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[capoeira]]></category>
		<category><![CDATA[Capoeira Para Todes]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Mostra de Cinema Negro de Cotia]]></category>
		<category><![CDATA[Puma Camillê]]></category>
		<category><![CDATA[voguing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Desafiamos e conquistamos nossas vit&#243;rias&#8221; &#8211; Essa foi uma das grandes mensagens deixadas durante a exibi&#231;&#227;o do &#8216;Capoeira Para Todes: Anivers&#225;rio de 3 anos&#8217;, seguida de um rico bate-papo com a idealizadora do coletivo que leva o nome do document&#225;rio, a multiartista Puma Camill&#234;, durante a Mostra de Cinema Negro de Cotia, na Grande S&#227;o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Desafiamos e conquistamos nossas vitórias” &#8211; Essa foi uma das grandes mensagens deixadas durante a exibição do <strong>‘Capoeira Para Todes: Aniversário de 3 anos’</strong>, seguida de um rico bate-papo com a idealizadora do coletivo que leva o nome do documentário, a multiartista<strong> Puma Camillê</strong>, durante a <strong>Mostra de Cinema Negro de Cotia</strong>, na Grande São Paulo, na última sexta-feira (29).</p>



<p>A <strong>Capoeira Para Todes</strong> tem sido um movimento essencial para a comunidade LGBTQIAPN+, que se tornou referência mundial ao inovar com a tecnologia ancestral da capoeira com o estilo de dança voguing, acolhendo grandes talentos que não conseguiam se encaixar em movimentos heteronormativos. Segundo Puma, a homofobia é um traço forte dentro das rodas tradicionais de capoeira, mas quando um corpo passa por uma transição de gênero, isso se torna ainda mais inaceitável.&nbsp;</p>



<p>Apesar dos desafios que cada pessoa do Capoeira Para Todes pode vivenciar, o público pôde apreciar um documentário que mostra a esperança de ressignificar a sua jornada. Um grupo diverso que celebra o amor e a vida.</p>



<p>“A gente percebeu que a história de pessoas LGBTQIAPN+, trans, sobretudo, na capoeira, não foi documentada, não tem esse registro. O registro da pessoa trans sentada na mesa com uma pessoa de maior idade, trocando, comendo, sambando, são imagens que a gente não vê no filme, que a gente não vê em casa”, disse a Puma durante o evento.&nbsp;</p>



<p>“A gente percebeu com a nossa existência, que cada movimento, por mais que muito simples que a gente faz, é um movimento revolucionário. Toda vez que a gente sentar na mesa, comer, sambar, sorrir e tá em volta de criança, de pessoas de mais idade, capoeira faz isso por si só. Quando isso é registrado, isso vira um grande marco pela tentativa de realmente silenciar a gente”, destacou.&nbsp;</p>



<p>Confirmada de ir ao evento presencialmente, essa tentativa de silenciamento foi mais uma vez evidente no dia do evento, que fez com quê Puma desistisse de ir à Mostra, após receber ameaças quando anunciado a sua presença. Para zelar pela segurança da multiartista, foi decidido a realização de uma chamada de vídeo com o público, após a exibição do filme.&nbsp;</p>



<p>A Mostra de Cinema Negro de Cotia continuará até setembro com a exibição dos documentários <strong>‘Ijó Dudu, Memória da Dança Negra na Bahia’</strong>, dirigido pelo Zebrinha (José Carlos Arandiba), e <strong>‘Terreiros do Brincar’</strong>, dirigido por Renata Meirelles. Para saber mais, acompanhe no Instagram: <strong><a href="https://www.instagram.com/cinemanegrodecotia/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@cinemanegrodecotia</a></strong>.</p>



<p>O projeto foi contemplado pelo edital de cultura da PNAB Cotia e é realizado pelo Instituto Gira-Sol, Congada de Cotia e Ayê Produção Cultural, com apoio da Secretaria de Cultura e Lazer do município.</p>
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		<item>
		<title>Crítica na Folha de S. Paulo acusa bell hooks de homofobia por autora questionar padrão eurocêntrico em performances drag</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/critica-na-folha-de-s-paulo-acusa-bell-hooks-de-homofobia-por-autora-questionar-padrao-eurocentri/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Aug 2025 16:46:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[bell hooks]]></category>
		<category><![CDATA[Folha de S. Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[homofobia]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQIAP+]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O jornal Folha de S. Paulo publicou nesta semana um artigo da jornalista Tha&#237;s Regina em que a intelectual e escritora negra bell hooks &#233; acusada de homofobia em trechos de seu livro &#8220;Partindo o P&#227;o &#8211; Vida Intelectual Negra Insurgente&#8221;, publicado originalmente em 1992, escrito em di&#225;logo com o fil&#243;sofo Cornel West. A mat&#233;ria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O jornal <strong>Folha de S. Paulo</strong> publicou nesta semana um artigo da jornalista <strong>Thaís Regina</strong> em que a intelectual e escritora negra<strong> bell hooks</strong> é acusada de homofobia em trechos de seu livro &#8220;Partindo o Pão – Vida Intelectual Negra Insurgente&#8221;, publicado originalmente em 1992, escrito em diálogo com o filósofo <strong>Cornel West</strong>.</p>



<p>A matéria critica posicionamentos de hooks sobre a sexualidade de Malcolm X, retratada no livro biográfico &#8220;<em>Malcolm X: Uma Vida de Reinvenções&#8221;</em> escrito por<strong> Manning Marable</strong>, que sugere que <strong>Malcolm X</strong> teve relações com homens. Além disso, o artigo também faz críticas à sua análise do documentário &#8220;Paris is Burning&#8221; (1990), que retrata a cultura drag ballroom em Nova York e afirma que <em>drag queens </em>negras estariam &#8220;venerando o trono da brancura&#8221;.</p>



<p>O trecho escrito por <strong>bell hooks</strong> não se parece com uma crítica à comunidade LGBTQIAPN+, mas a padrões eurocêntricos adotados por <em>drag queens</em> ao performar feminilidade: &#8220;Porque, de muitas formas, o filme era um documentário gráfico e retrato da maneira como os negros colonizados (neste caso, irmãos negros gays, alguns dos quais eram drag queens) veneram o trono da brancura, mesmo quando essa adoração exige que vivamos em eterno ódio a nós mesmos, roubemos, mintamos, passemos fome e até morramos em sua busca. O &#8216;nós&#8217; evocado aqui somos todos nós, negros/pessoas de cor, que somos bombardeados diariamente por uma brancura colonizadora poderosa que nos seduz a abandonar a nós mesmos, que nega que haja beleza em qualquer forma de negritude que não seja imitação da brancura&#8221;.</p>



<p>Além disso, a obra <em>&#8220;Partindo o Pão&#8221;</em> continua sendo uma referência nos estudos sobre pensamento negro.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/critica-na-folha-de-s-paulo-acusa-bell-hooks-de-homofobia-por-autora-questionar-padrao-eurocentri/">Crítica na Folha de S. Paulo acusa bell hooks de homofobia por autora questionar padrão eurocêntrico em performances drag</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sade e o apoio incondicional ao filho trans: o elo que inspira afeto e coragem</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/sade-e-o-apoio-incondicional-ao-filho-trans-o-elo-que-inspira-afeto-e-coragem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 08:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[homens trans]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Izaak Theo Adu]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
		<category><![CDATA[sade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com uma carreira marcada por can&#231;&#245;es que embalam hist&#243;rias de amor, dor e pertencimento, Sade Adu tamb&#233;m construiu, longe dos palcos, um exemplo poderoso de apoio incondicional. A cantora brit&#226;nica &#233; m&#227;e de Izaak Theo Adu, que tornou p&#250;blica sua transi&#231;&#227;o de g&#234;nero em 2016. Nascido Mickailia &#8220;Ila&#8221; Adu, Izaak enfrentou uma jornada de afirma&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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<p>Com uma carreira marcada por canções que embalam histórias de amor, dor e pertencimento, Sade Adu também construiu, longe dos palcos, um exemplo poderoso de apoio incondicional. A cantora britânica é mãe de Izaak Theo Adu, que tornou pública sua transição de gênero em 2016.</p>



<p>Nascido Mickailia “Ila” Adu, Izaak enfrentou uma jornada de afirmação de identidade que envolveu desafios emocionais e físicos. Em 2019, ele passou por uma cirurgia de redesignação de gênero e compartilhou em suas redes sociais a experiência de recuperação, acompanhada de uma carta de agradecimento emocionante endereçada à mãe. No texto, Izaak escreveu:</p>



<p><em>“Obrigado por estar ao meu lado nos momentos mais difíceis e por me dar o espaço e o amor necessários para crescer e me tornar quem eu sou.”</em></p>



<p>Sade sempre foi discreta quanto à vida pessoal. Mesmo assim, seu filho fez questão de mostrar publicamente o quanto o cuidado materno foi essencial para enfrentar preconceitos e encontrar força. Em entrevistas, Izaak contou que muitas músicas da mãe, especialmente <em>By Your Side</em>, ganharam novos sentidos durante sua transição, apesar de não terem sido compostas especificamente como homenagens a ele. Para Izaak, as letras sobre amor e resiliência passaram a ser também sobre pertencimento e coragem de ser quem se é.</p>



<p>Além do carinho familiar, a história chamou atenção por dar visibilidade à experiência de uma pessoa trans negra em uma indústria cultural que ainda lida com estigmas e desinformação. A relação de afeto entre mãe e filho virou exemplo para muitas famílias, lembrando que o apoio próximo pode ser determinante para a saúde mental e o bem-estar de pessoas trans.</p>



<p>Hoje, Izaak se dedica a falar sobre identidade, saúde e direitos LGBTQIAPN+ em suas redes sociais, sempre destacando que ser amado por quem se é faz toda a diferença. Enquanto isso, Sade segue como um ícone que inspira não só pelo talento musical, mas pela humanidade que transparece dentro e fora dos holofotes.</p>
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		<title>Mês do Orgulho LGBTQIAPN+: Sephora celebra a diversidade com iniciativas de visibilidade e acolhimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Jun 2025 10:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[acolhimento]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o M&#234;s do Orgulho LGBTQIAPN+, celebrado em junho, a Sephora refor&#231;a que beleza &#233; liberdade ao anunciar a campanha &#8220;Lugar de Orgulho&#8221; e convida todos a uma reflex&#227;o sobre a import&#226;ncia da promo&#231;&#227;o de espa&#231;os de acolhimento, respeito, seguran&#231;a e liberdade para todas as pessoas. Entre as a&#231;&#245;es de celebra&#231;&#227;o, pela primeira vez, rede [&#8230;]</p>
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<p>Durante o <strong>Mês do Orgulho LGBTQIAPN+</strong>, celebrado em junho, a <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/sephora-lanca-primeiro-documentario-global-sobre-diversidade-na-beleza-com-historias-de-8-paises/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Sephora </a></strong>reforça que beleza é liberdade ao anunciar a campanha <strong>&#8220;Lugar de Orgulho&#8221; </strong>e convida todos a uma reflexão sobre a importância da promoção de espaços de acolhimento, respeito, segurança e liberdade para todas as pessoas.</p>



<p>Entre as ações de celebração, pela primeira vez, rede de beleza será co-patrocinadora da <strong>Parada do Orgulho LGBT+</strong> de São Paulo, que será realizada no dia 22 de junho na Avenida Paulista. Durante a celebração, Pedro Sampaio irá comandar o trio elétrico da marca, e<strong> Glow Recipe, Benefit, Fran by Franciny Ehlke </strong>e <strong>Jean Paul Gaultier</strong> terão ativações especiais para reforçar a conexão entre beleza e representatividade. Lojas selecionadas e estação de metrô também receberão ativação gratuita voltada para pessoas da comunidade.</p>



<p>“Como líder da área de Diversidade, Equidade e Inclusão, e membro da comunidade, entendo profundamente o poder de termos acesso a um espaço onde podemos ser quem realmente somos. E é esse compromisso que queremos reforçar: quando falamos em &#8220;lugar&#8221;, não nos referimos apenas a um espaço físico, mas a um território simbólico de pertencimento, fala e acolhimento. Já &#8220;orgulho&#8221; é muito mais do que um sentimento — é uma bandeira de resistência, visibilidade e afirmação que a comunidade LGBTQIAPN+ carrega com coragem todos os dias. Nosso papel é garantir que esse orgulho tenha cada vez mais espaço”, disse Marcele Gianmarino, Gerente de DE&amp;I da Sephora Brasil.</p>



<p>Os números mostram que o compromisso da empresa também se destacam internamente. Segunda a Diversitrack, plataforma da consultoria Diversitera que apoia o mapeamento da diversidade nas organizações, atualmente, <strong>27% dos colaboradores da Sephora Brasil se identificam como LGBTQIAPN+</strong>, e <strong>25% dessas pessoas estão em cargos de liderança</strong>. Os dados ainda revelam que 3% da equipe é composta por pessoas trans.</p>



<p>“Um de nossos maiores propósitos, globalmente falando, é tornar a Sephora referência em diversidade, equidade e inclusão. Para isso, entendemos a responsabilidade e a urgência de, dentro de casa, termos um ambiente onde as pessoas se sintam respeitadas, acolhidas,<br>valorizadas e com a certeza de que terão oportunidades de crescimento. A cada novo censo, ficamos orgulhosos de ver que estamos no caminho certo &#8211; e o caminho também merece e precisa ser celebrado”, comenta Marcele.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Sephora confirmada na Parada do Orgulho LGBT+</strong></h2>



<p>“Eu vibro demais com a existência da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, que representa um lugar poderoso de celebração e resistência para a comunidade. Me sinto honrado e animado por participar pela primeira vez em 2025, sabendo da importância desse evento que reúne milhões de pessoas todos os anos”, comenta <strong>Pedro Sampaio</strong>.</p>



<p>O evento, programado para dia 22 de junho, domingo, a partir das 10h na Avenida Paulista, expressa o compromisso com o debate urgente de refletir sobre a realidade das pessoas LGBT+ idosas do Brasil.</p>



<p>De acordo com estimativas do IBGE, em 2025 o Brasil terá mais de 31 milhões de pessoas com 60 anos ou mais e, apesar de vivermos a “década do envelhecimento saudável nas Américas”, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, na prática, a população LGBT+ idosa ainda enfrenta exclusão, abandono, invisibilidade e escassez de políticas públicas que garantam uma velhice digna, segura e respeitosa.</p>



<p>No mercado de trabalho, o desafio geracional também é uma questão a ser cada vez mais discutida. Empresas como a Sephora já possuem quatro gerações convivendo entre si, e cabe às organizações promover espaços de troca e diálogo sobre o tema a fim de estreitar laços e gerar reflexões, afinal, os jovens de hoje são as pessoas maduras de amanhã, e todas elas têm o direito de envelhecer com dignidade.</p>



<p>“Para abordar essas questões, no âmbito global, contamos com uma pessoa dedicada exclusivamente a ações voltadas para as temáticas geracionais. Aqui no Brasil, atendendo a uma demanda expressa pelos nossos colaboradores, lançamos nosso primeiro grupo de afinidade geracional. Essa iniciativa reforça nosso compromisso em promover a diversidade geracional de maneira abrangente e contínua, tanto em nível global quanto local”, afirma Marcele.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Lugar de Orgulho na Feira da Diversidade 2025</strong></h2>



<p>A Sephora também estará presente na Feira da Diversidade, que acontece no dia 19 de junho, no Memorial da América Latina, com iniciativas voltadas ao fortalecimento da empregabilidade de grupos minorizados.</p>



<p>Em parceria com o Linkedin, a rede de beleza irá promover talks silenciosos para pequenos grupos, com orientações práticas para deixar o perfil mais atrativo para quem busca ingressar ou se reposicionar no mercado de trabalho, além de disponibilizar um espaço exclusivo e acolhedor para que os participantes possam tirar a foto ideal para seus perfis profissionais na rede social.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Serviços de maquiagem gratuitos</strong></h2>



<p>Por fim, como parte do compromisso com a criação de experiências acolhedoras e inclusivas, a Sephora também realizará uma ativação especial na estação de metrô República, localizada na linha amarela. Intitulado de Lugar de Orgulho, a rede vai oferecer serviços gratuitos de maquiagem das 8h às 15h, com atendimento de remoção de maquiagem após esse horário, das 16h às 20h, garantindo segurança e conforto para quem precisar retornar para suas residências com o rosto limpo. Esta ação será feita em parceria com Benefit, Fran by Franciny Ehlke e Glow Recipe.</p>



<p>As lojas Sephora localizadas nos Shoppings Eldorado, Pátio Paulista e Pátio Higienópolis também terão ambientação especial e os mesmos serviços da estação de metrô pensados para acolher e celebrar a diversidade de cada cliente. “Essa é apenas uma de várias ações feitas ao longo do ano que reforçam nosso compromisso com a escuta ativa e a criação de espaços seguros e acolhedores que ampliam a visibilidade da comunidade LGBTQIAPN+ e promovem uma experiência de marca que vai além da beleza”, comenta.</p>



<p>Segundo os dados do Atlas da Violência divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em maio deste ano, o total de registros de violência contra pessoas LGBTQIAPN+ no Brasil cresceu 1.227% nos últimos 10 anos. Eram 1.157 em 2014, saltando para 15.360 em 2023.</p>



<p>“Sabemos que muitas pessoas ainda não têm o privilégio de poder ser quem gostariam o tempo todo, e foi justamente por isso que criamos este projeto global que chega em sua segunda edição &#8211; para poder proporcionar um espaço onde a comunidade possa se sentir reconhecida, acolhida e livre para existir em sua plenitude”, finaliza Marcele.</p>
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		<title>Ludmilla é anunciada em festival que celebra o orgulho LGBTQIAPN+</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 15:38:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ludmilla &#233; a nova atra&#231;&#227;o confirmada no Castro Festival, que acontece no dia 21 de junho, no Vale do Anhangaba&#250;, em S&#227;o Paulo. Em meio &#224; turn&#234; do sucesso absoluto &#8220;Numanice #3&#8221;, a artista vai fazer uma parada especial para celebrar o M&#234;s do Orgulho com um show no evento que celebra a comunidade LGBTQIAPN+. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="https://mundonegro.inf.br/ludmilla-leva-pagode-ao-mundo-e-defende-genero-como-proxima-febre-global/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Ludmilla</strong> </a>é a nova atração confirmada no <strong>Castro Festival</strong>, que acontece no dia 21 de junho, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Em meio à turnê do sucesso absoluto<strong> “Numanice #3”</strong>, a artista vai fazer uma parada especial para celebrar o <strong>Mês do Orgulho</strong> com um show no evento que celebra a comunidade LGBTQIAPN+. </p>



<p>A novidade foi revelada nesta quarta-feira (7) pelas redes sociais do festival, que existe desde 2022, e destacou Lud como uma das artistas mais pedidas pelo público. “Dona de uma voz potente e talento singular, ela coleciona hits e é uma das artistas mais pedidas pelo nosso público – e nós ouvimos, viu?!”, diz o anúncio.</p>



<p>Além de Ludmilla, o line-up do Castro Festival já tem nomes como <strong>Urias</strong>, <strong>Ney Matogrosso</strong>, <strong>Valentina Luz</strong>, <strong>Luísa Viscardi</strong>, <strong>Nat Valverde</strong>, <strong>From House to Disco</strong>, <strong>Eli Iwasa</strong> e <strong>Sergio Amorim</strong>. Novas atrações devem ser anunciadas em breve. Os ingressos estão disponíveis à venda no site Ingresse, com valores a partir de R$ 250. <strong><a href="https://embedstore.ingresse.com/tickets/ingresse.com/event/81259?redirect=true&amp;eventid=81259&amp;scsession=445144177141917745157154&amp;client=new-site&amp;event-name=castro-festival-21-06&amp;env=">Confira aqui! </a></strong></p>



<p>Enquanto isso, Ludmilla segue esgotando arenas e atravessando fronteiras com a “Numanice #3 Tour”, que já passou por países como Portugal e Estados Unidos. Até julho, ela ainda tem seis apresentações marcadas pelo Brasil, ao mesmo tempo em que prepara um novo álbum mergulhado no R&amp;B.</p>



<p>Desde 2017, em parceria com a <strong>Casa1</strong>, o Castro Festival garante acesso 100% gratuito para pessoas trans. E desde 2018, com a <strong>Castro Solidária</strong>, reverte toda a renda para a Casa1 e o<strong> Instituto Vida Nova</strong> – fortalecendo redes de cuidado e resistência da população LGBTQIAPN+.</p>



<p>Na edição passada, o festival ocupou pela primeira vez o Vale do Anhangabaú com nomes como <strong>Karol Conká</strong>, <strong>Liniker</strong>, <strong>Silva</strong>, <strong>Marina Sena</strong> e <strong>Johnny Hooker</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Após sucesso na Bienal do Livro de São Paulo, escritor independente anuncia novo livro com temática LGBTQIA+</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/apos-sucesso-na-bienal-do-livro-de-sao-paulo-escritor-independente-anuncia-novo-livro-com-tematica-lgbtqia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Apr 2025 16:50:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[Bienal do Livro de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[escritor independente]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s o jovem autor rondoniense Lucas Der Leyweer fazer sucesso ao se apresentar pela primeira vez na Bienal do Livro de S&#227;o Paulo em 2024, com a sua obra &#8220;Viv&#234;ncias de peles negras&#8221;, ele se prepara agora para estrear em um novo g&#234;nero liter&#225;rio no seu terceiro livro. &#8220;O romance, intitulado &#8216;Raimundo do potiguar&#8217;, abordar&#225; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após o jovem autor rondoniense <strong>Lucas Der Leyweer </strong>fazer sucesso ao se apresentar pela primeira vez na<strong> </strong><a href="https://mundonegro.inf.br/poema-de-conceicao-evaristo-inspira-tema-da-36a-bienal-de-sao-paulo-sob-curadoria-do-camarones-bonaventure-ndikung/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Bienal do Livro de São Paulo</strong> <strong>em 2024</strong></a>, com a sua obra<strong> “Vivências de peles negras”</strong>, ele se prepara agora para estrear em um novo gênero literário no seu terceiro livro.</p>



<p>“O romance, intitulado <strong>&#8216;Raimundo do potiguar&#8217;</strong>, abordará a temática LGBTQIA+, explorando questões de identidade, amor e aceitação dentro desse contexto. Embora ainda não tenha uma previsão de lançamento, a obra promete trazer uma narrativa rica e sensível, refletindo as vivências e desafios da comunidade”,<strong> anunciou Lucas para o Mundo Negro. </strong></p>



<p>Diferente do novo projeto que o escritor está trabalhando agora, “Vivências de peles negras” foi inspirado no caso real de Giovanni Gabriel de Souza Gomes, um jovem assassinado brutalmente por policiais em 2020. “Passei a contar minha realidade como uma pessoa preta também e minha perspectiva sobre o cansaço do povo negro através de poemas”. </p>



<p>Atualmente morando em Natal (RN), Lucas ficou empolgado com sua participação na Bienal de São Paulo 2024 e continua lutando por mais visibilidade enquanto um escritor independente. “Foi uma experiência incrível. É uma loucura imaginar sendo autor independente e ocupar um espaço relevante! Estou muito feliz com a exposição e pelo reconhecimento!”, relatou.&nbsp;</p>



<p>Lucas Der Leyweer, 25 anos, natural de Cacoal (RO), também é autor do livro <strong>“Pequenos poemas para grandes corações”</strong>. Clique <strong><a href="https://uiclap.bio/lucasderleyweer" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui </a></strong>para saber mais!</p>
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		<item>
		<title>2ª Marcha Transmasculina de SP ocupa centro da cidade neste domingo em luta por direitos e visibilidade</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/2a-marcha-transmasculina-de-sp-ocupa-centro-da-cidade-neste-domingo-em-luta-por-direitos-e-visibilidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 17:34:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[2ª Marcha Transmasculina de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[lgbtqiapn+]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha Transmasculina]]></category>
		<category><![CDATA[Visibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A capital paulista recebe no pr&#243;ximo domingo (30) a 2&#170; Marcha Transmasculina de S&#227;o Paulo, ato pol&#237;tico e cultural que visa ampliar a visibilidade e a luta por direitos fundamentais da popula&#231;&#227;o transmasculina no Brasil. Com o tema &#8220;Transmasculines na linha de frente: Nossa luta &#233; por trabalho, moradia, sa&#250;de, educa&#231;&#227;o e dignidade&#8221;, a mobiliza&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A capital paulista recebe no próximo domingo (30) a <strong>2ª Marcha Transmasculina de São Paulo</strong>, ato político e cultural que visa ampliar a visibilidade e a luta por direitos fundamentais da população transmasculina no Brasil. Com o tema &#8220;Transmasculines na linha de frente: Nossa luta é por trabalho, moradia, saúde, educação e dignidade&#8221;, a mobilização terá início às 12h, em frente ao Museu de Arte de São Paulo (MASP), e seguirá em marcha até a Praça Dom José Gaspar, no centro da cidade.</p>



<p>Organizada pelo <strong>Instituto Brasileiro de Transmasculinidades – Núcleo São Paulo (IBRAT-SP)</strong>, a marcha contará com apresentações culturais, oficinas, ações de saúde e momentos de fala que trarão reflexões sobre a realidade da população transmasculina no país. A marcha foi planejada de forma coletiva: no dia 9 de fevereiro, uma assembleia popular reuniu mais de 100 pessoas para definir as pautas prioritárias do evento, garantindo que as demandas do movimento sejam representadas por quem vive a realidade transmasculina no cotidiano.</p>



<p>&#8220;Ser transmasculino no Brasil é existir apesar de um CIStema que nos nega. Mas nós recusamos o apagamento. A Marcha é nosso grito coletivo, nossa afirmação de vida, cultura e resistência&#8221;, afirma Ravi Spreizner, vice-coordenador geral do IBRAT-SP. &#8220;Estamos aqui, organizados e em movimento, porque nossa existência é inegociável, e a cidade vai nos ver, nos ouvir e sentir nossa força.&#8221;</p>



<p>A primeira edição da marcha, realizada em 2024, representou um marco na história do movimento trans no país. Segundo dados da Polícia Militar e da CET, mais de 10 mil pessoas ocuparam a Avenida Paulista para reivindicar visibilidade e direitos. Em 2025, o ato reforça a luta por políticas públicas essenciais, como acesso à saúde, trabalho digno, moradia e educação. A expectativa é que a segunda edição supere o número de participantes e pressione o poder público por avanços concretos. </p>
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