Além de atuar, o ganhador do Oscar de melhor ator em 2007 (O último Rei da Escócia), também dirige e produz filmes nos EUA. Há quem diga que sua cara de mal é o que lhe rende bons papeis como vilões. Eu diria que é o talento mesmo, até porque muitos dos seus personagens não são exatamente pessoas más, mesmo praticando maldades, eles são densos e complexos e até geram uma certa empatia. “Eu reparei que os personagens dele não são necessariamente vilões, são mais personagens com uma moral ambígua”, comenta Betina Costa do canal Claquete16.
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