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	<title>Arquivos Crianças negras - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Tue, 21 Oct 2025 17:33:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Mapa do Racismo na Escola: plataforma recebe denúncias de famílias em iniciativa de enfrentamento à discriminação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 14:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Ser Antirracista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Mapa do Racismo na Escola, um projeto in&#233;dito no Brasil, est&#225; colhendo relatos de fam&#237;lias e estudantes que enfrentaram racismo no ambiente escolar. Desenvolvida pela Ser Antirracista, a plataforma p&#250;blica permite visualizar, por cidade, hist&#243;rias de dor, resist&#234;ncia e transforma&#231;&#227;o, reunidas em &#225;udios geolocalizados. A iniciativa busca dar visibilidade aos casos de racismo, impulsionar [&#8230;]</p>
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<p>O <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/uma-em-cada-seis-criancas-de-ate-6-anos-foi-vitima-de-racismo-no-brasil-maioria-dos-casos-ocorre-em-creches-e-pre-escolas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mapa do Racismo na Escola</a></strong>, um projeto inédito no Brasil, está colhendo relatos de famílias e estudantes que enfrentaram racismo no ambiente escolar. Desenvolvida pela <strong>Ser Antirracista</strong>, a plataforma pública permite visualizar, por cidade, histórias de dor, resistência e transformação, reunidas em áudios geolocalizados. A iniciativa busca dar visibilidade aos casos de racismo, impulsionar denúncias e fortalecer a cultura de enfrentamento à discriminação nas escolas.</p>



<p>O racismo escolar é uma realidade persistente, muitas vezes invisibilizado, silenciado ou naturalizado. Ao dar voz a vítimas e testemunhas, o Mapa pretende não só incentivar denúncias imediatas, como também, a médio prazo, gerar segurança para que famílias e estudantes se posicionem, e, a longo prazo, pressionar instituições e autoridades a implementar políticas concretas de combate ao racismo no sistema educacional.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como funciona a plataforma</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Famílias ou estudantes preenchem um formulário com perguntas padronizadas e um termo de autorização.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>O relato é gravado em chamada de vídeo e convertido em áudio, podendo ser feito pelo próprio estudante ou por familiares.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Nome do depoente e cidade são divulgados, mas identidade da criança e da escola são preservadas para garantir anonimato e segurança.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dados como raça/autodeclaração, contexto, tipo de violência, autor e consequências do caso serão públicos e organizados em mapa interativo.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>A governança é realizada pelo Instituto Ser Quilombo e Ser Antirracista, que validam os relatos antes da publicação.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como participar</strong></h3>



<p>Todas as famílias estão convidadas a dar seus depoimentos. Basta preencher o formulário neste <strong><a href="https://form.jotform.com/serantirracista/mapa-do-racismo-na-escola" target="_blank" rel="noreferrer noopener">link </a></strong>e agendar data e horário para gravar o relato. Como agradecimento, os participantes recebem acesso gratuito a materiais educacionais produzidos pela Ser Antirracista:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curso Ser Criança Negra: fortalece a autoestima de crianças negras.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Curso Meu Filho Sofreu Racismo: orienta famílias sobre como responder às violências nas escolas.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Guia das Conversas sobre Racismo: auxilia famílias a conversar sobre racismo com crianças.</li>
</ul>



<p>O lançamento público da plataforma será em 20 de novembro, em Itatiba (SP), cidade onde foi registrada a primeira denúncia do Mapa. A expectativa é que a iniciativa gere uma onda de visibilidade e mobilização social imediata, encoraje denúncias no médio prazo e pressione gestores e autoridades a implementar políticas efetivas contra o racismo escolar no longo prazo.</p>



<p>&#8220;Dar voz a quem sofre racismo na escola é um primeiro passo — mas não basta: precisamos que cada depoimento gere transformação real na vida das crianças e na cultura das instituições&#8221;, afirma Paula Batista, diretora da Ser Antirracista.</p>



<p><strong>Mapa do Racismo na Escola</strong></p>



<p>Redes sociais: <strong><a href="https://www.instagram.com/serantirracista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@serantirracista</a></strong></p>



<p>Link para dar seu depoimento: <strong><a href="https://form.jotform.com/serantirracista/mapa-do-racismo-na-escola" target="_blank" rel="noreferrer noopener">https://form.jotform.com/serantirracista/mapa-do-racismo-na-escola</a></strong></p>



<p>Lançamento público do Mapa: 20/11/2025</p>
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		<title>O que Obama revela sobre criar meninos em tempos de ausências e silêncios</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-que-obama-revela-sobre-criar-meninos-em-tempos-de-ausencias-e-silencios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Aug 2025 09:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Família]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No epis&#243;dio de estreia do podcast&#160;IMO, apresentado por Michelle Obama e seu irm&#227;o Craig Robinson, o ex-presidente Barack Obama compartilhou reflex&#245;es marcantes sobre cria&#231;&#227;o de meninos, afetos, paternidade e masculinidade. Em uma conversa &#237;ntima e potente, Obama exp&#245;e viv&#234;ncias pessoais e lan&#231;a luz sobre o impacto da aus&#234;ncia paterna, o papel da comunidade e a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No episódio de estreia do podcast&nbsp;<em>IMO</em>, apresentado por Michelle Obama e seu irmão Craig Robinson, o ex-presidente Barack Obama compartilhou reflexões marcantes sobre criação de meninos, afetos, paternidade e masculinidade. Em uma conversa íntima e potente, Obama expõe vivências pessoais e lança luz sobre o impacto da ausência paterna, o papel da comunidade e a urgência de reconstruir formas mais humanas de educar nossos meninos.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="youtube-embed" data-video_id="bmzXnbAMmOM"><iframe title="BARACK OBAMA on What It Takes to Raise Boys and How Michelle Made Parenting Better | IMO" width="696" height="392" src="https://www.youtube.com/embed/bmzXnbAMmOM?feature=oembed&#038;enablejsapi=1" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></div>
</div></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A infância sem um pai e a busca por referências afetivas</strong></h2>



<p>“Eu não conheci meu pai.” Com essa frase simples, Barack Obama abre uma janela sobre a própria história. Criado pela mãe, pelos avós e, mais tarde, por um padrasto “muito gentil”, ele conta que sua construção da masculinidade foi feita de forma fragmentada, juntando peças soltas ao longo da vida. Sem um modelo masculino direto, precisou “adotar modelos de comportamento” e “tentar entender o que significa ser um homem”.</p>



<p>Nesse processo, os livros se tornaram guias afetivos. “Livros me ensinaram muito sobre emoções”, diz Obama, revelando como desenvolveu um “vocabulário interno” para sentimentos, algo raro para meninos, ainda mais em contextos de ausência paterna e cobranças sociais por força e controle.</p>



<p>Apesar da falta do pai, ele reconhece que foi cercado por amor incondicional, algo que considera “um ponto de partida certo” para qualquer criança. Essa base afetiva foi determinante para que ele desenvolvesse autoconfiança. Ele narra um episódio aos 10 ou 11 anos, quando viajou sozinho e, ao chegar em Jacarta, descobriu que estava sem passaporte. “Eu não me lembro de ter me sentido assustado ou preocupado ou negligenciado; eu só me lembro de ter pensado: ‘Ok, como eu resolvo isso?’” Essa capacidade de se virar sozinho moldou sua noção de masculinidade, não pela dureza, mas pela responsabilidade emocional.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="700" height="603" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/enhanced-buzz-orig-21663-1362000991-6.webp" alt="" class="wp-image-92426" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/enhanced-buzz-orig-21663-1362000991-6.webp 700w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/enhanced-buzz-orig-21663-1362000991-6-300x258.webp 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/enhanced-buzz-orig-21663-1362000991-6-150x129.webp 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/enhanced-buzz-orig-21663-1362000991-6-488x420.webp 488w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/enhanced-buzz-orig-21663-1362000991-6-696x600.webp 696w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>
</div>


<h2 class="wp-block-heading"><strong>A crítica ao modelo tradicional de masculinidade</strong></h2>



<p>Ao lado de Craig Robinson, Obama refletiu sobre os modelos masculinos de sua juventude: “caras eram fortes, não reclamavam, eram durões”. Craig descreveu o próprio pai como um homem “estoico”, com “senso de humor”, mas que não lavava a louça nem cozinhava. Os papéis de gênero eram rígidos e falar sobre sentimentos simplesmente não fazia parte da rotina.</p>



<p>Para Obama, esse silêncio emocional foi um erro geracional. “Todo estoicismo é externo… a proteção é toda externa”, afirma. A inteligência emocional, segundo ele, foi o que o salvou de repetir padrões. “Minha mãe falava muito comigo sobre como ela estava se sentindo e, por sua vez, eu podia conversar com ela sobre como eu estava me sentindo.” É esse tipo de escuta e nomeação emocional que ele considera essencial para formar meninos mais equilibrados.</p>



<p>“Essa inteligência emocional, prestar atenção em como as outras pessoas estão se sentindo e também prestar atenção em como você está se sentindo e ser capaz de descrever isso e lidar com essas coisas, essa é uma característica de ser um homem adulto”, resume.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-92427" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/503582453_18489300817071034_2094899806200225370_n.jpg 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>A ausência estrutural de homens e o papel da comunidade</strong></h2>



<p>Obama também discute as ausências que marcam a vida de tantos meninos: pais distantes, professores homens quase inexistentes, comunidades enfraquecidas. E destaca que a identidade masculina, por muito tempo associada à função de “provedor”, foi abalada por transformações sociais e econômicas. A desindustrialização, o desemprego e a exclusão social afetaram diretamente a autoestima e o lugar simbólico dos homens.</p>



<p>Diante disso, ele faz um alerta: “Um pai, por melhor que seja, não pode ser tudo. Meninos precisam de uma comunidade.” Ele reforça a importância de redes amplas e diversas, onde diferentes figuras masculinas possam oferecer exemplos positivos, não de poder, mas de cuidado, afeto e responsabilidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-92428" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/08/504187507_18489300850071034_5694670769492392738_n.jpg 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Uma nova chance para os meninos e para a sociedade</strong></h2>



<p>Apesar das lacunas, Obama vê esperança na geração atual. “Os jovens estão mais abertos e reconhecem… muitas maneiras diferentes de ser um homem bom, forte, bem-sucedido e feliz.” Ele reconhece que houve um esforço intencional para fortalecer as meninas, e que isso foi positivo, mas admite: “não fomos tão dispostos, eu acho, a ser intencionais em investir nos meninos, e isso foi um erro”.</p>



<p>Ainda há tempo de corrigir esse desequilíbrio. “Se fizermos melhor pelos nossos meninos e produzirmos homens mais fortes e confiantes, isso será bom para nossas meninas e nossas mulheres também.” A fala de Obama não é apenas uma memória pessoal. É um convite coletivo. Um chamado para que a sociedade repense como cuida de seus meninos, especialmente os negros, e que tipo de masculinidade está incentivando a formar.</p>



<p>Criar meninos emocionalmente saudáveis, com múltiplas referências e redes de apoio reais, é mais do que um desafio individual. É uma construção coletiva que define o futuro e começa com as conversas que temos agora.</p>



<p></p>
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		<title>Campanha alerta para a garantia de segurança de crianças e adolescentes no Carnaval</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/campanha-alerta-para-a-garantia-de-seguranca-de-criancas-e-adolescentes-no-carnaval/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Feb 2025 17:34:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Carnaval, tradicionalmente um per&#237;odo de festa e celebra&#231;&#227;o, tamb&#233;m exige responsabilidade coletiva para garantir a seguran&#231;a de crian&#231;as e adolescentes. Nesse contexto, ganha destaque a Campanha Nacional &#8220;Fa&#231;a Bonito&#8221; no Carnaval 2025, iniciativa do Comit&#234; Nacional de Enfrentamento &#224; Viol&#234;ncia Sexual contra Crian&#231;as e Adolescentes. O objetivo &#233; mobilizar a sociedade para criar um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>Carnaval</strong>, tradicionalmente um período de festa e celebração, também exige responsabilidade coletiva para garantir a segurança de crianças e adolescentes. Nesse contexto, ganha destaque a <strong>Campanha Nacional &#8220;Faça Bonito&#8221; no Carnaval 2025</strong>, iniciativa do <strong>Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes</strong>. O objetivo é mobilizar a sociedade para criar um ambiente seguro durante a maior festa popular do Brasil.</p>



<p>A <strong>Fundação FEAC</strong>, integrante da <strong>Coalizão Brasileira pelo Fim da Violência contra Crianças e Adolescentes</strong>, apoia a iniciativa e a divulga em suas redes sociais. A instituição reforça a importância de denunciar qualquer violação de direitos, utilizando os canais oficiais como o <strong>Disque 100, Conselhos Tutelares, as Polícias Civil, Militar e Rodoviária, além das delegacias especializadas.</strong></p>



<p>Entre os exemplos de violações estão a exploração sexual infantil, seja em contextos de lucro ou troca de bens; o trabalho infantil, como a exigência de que crianças e adolescentes vendam ou carreguem mercadorias; e o incentivo ao uso de drogas ou bebidas alcoólicas. A vacinação também é tema da campanha, destacando a responsabilidade de pais e responsáveis em manter as vacinas em dia, garantindo proteção contra diversas doenças.</p>



<p>“A infância deve ser protegida em todos os momentos, e o Carnaval, uma festa de alegria, não pode ser cenário para violações de direitos. Nosso compromisso é sensibilizar a sociedade para que crianças e adolescentes possam viver essa e qualquer outra fase de suas vidas com segurança e dignidade”, destaca José Roberto Dalbem, diretor executivo da Fundação FEAC.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-819x1024.png" alt="" class="wp-image-88238" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-819x1024.png 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-240x300.png 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-120x150.png 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-768x960.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-336x420.png 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-150x188.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-300x375.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-696x870.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev-1068x1335.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/02/B-01fev.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



<p>“Colocamos na centralidade das nossas ações, estratégias que promovam a proteção, garantia e acesso aos direitos prioritariamente de crianças e adolescentes. E essa campanha atua justamente alinhada a essa estratégia, quando traz como objetivo sensibilizar a sociedade para o exercício de sua função protetiva, especialmente nesse período”, esclarece Natália Valente, analista de projetos da Fundação FEAC.</p>



<p>Os materiais da campanha estão disponíveis para acesso público no site oficial da Ação Nacional (<a href="http://www.facabonito.org/carnaval" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.facabonito.org/carnaval</a>). A população, empresas e instituições são convidadas a apoiar e promover um ambiente mais seguro para todos.</p>



<p><strong>Como ajudar?</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Denuncie violações de direitos de crianças e adolescentes pelos canais oficiais: Disque 100, Polícias Civil, Militar e Rodoviária, Conselhos Tutelares e delegacias especializadas.</li>



<li>Para crimes na internet, as denúncias podem ser feitas diretamente no site: <a href="http://new.safernet.org.br/denuncie" target="_blank" rel="noreferrer noopener">new.safernet.org.br/denuncie</a>.</li>



<li>Compartilhe os materiais da campanha e ajude a disseminar informações sobre proteção infantil.</li>



<li>Incentive a vacinação e adote medidas preventivas para garantir a segurança das crianças e adolescentes durante as festividades.</li>
</ul>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/campanha-alerta-para-a-garantia-de-seguranca-de-criancas-e-adolescentes-no-carnaval/">Campanha alerta para a garantia de segurança de crianças e adolescentes no Carnaval</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>&#8220;Esta é a sua noite&#8221;, escreve Beyoncé sobre estreia de Blue Ivy como dubladora de personagem Kiara em &#8216;Mufasa &#8211; O Rei Leão&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isadora Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 13:02:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[beyonce]]></category>
		<category><![CDATA[Blue Ivy]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Mufasa]]></category>
		<category><![CDATA[rei leão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A estreia de Mufasa: O Rei Le&#227;o em Los Angeles, na noite de segunda-feira, 9, foi marcada por uma celebra&#231;&#227;o familiar e holofotes sobre Blue Ivy Carter, filha de Beyonc&#233; e Jay-Z. A jovem de 12 anos d&#225; voz a Kiara, a filha de Simba (Donald Glover) e Nala (Beyonc&#233;), no filme que serve conta [&#8230;]</p>
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<p>A estreia de <em>Mufasa: O Rei Leão</em> em Los Angeles, na noite de segunda-feira, 9, foi marcada por uma celebração familiar e holofotes sobre <strong>Blue Ivy Carter</strong>, filha de <strong>Beyoncé</strong> e <strong>Jay-Z</strong>. A jovem de 12 anos dá voz a Kiara, a filha de Simba (<strong>Donald Glover</strong>) e Nala (<strong>Beyoncé</strong>), no filme que serve conta a história anterior à relatada na adaptação do live-action de 2019 de <em>O Rei Leão</em>.</p>



<p><strong>Beyoncé</strong>, que também reprisa o papel de Nala, usou as redes sociais para homenagear o momento da filha. &#8220;Minha linda filha. Esta é a sua noite. Você trabalhou duro e fez um trabalho maravilhoso dando voz à Kiara. Sua família não poderia estar mais orgulhosa. Continue brilhando&#8221;, escreveu a cantora no Instagram, onde também compartilhou fotos de <strong>Blue Ivy</strong> no tapete vermelho.</p>



<p>Além de <strong>Beyoncé </strong>e <strong>Blue Ivy</strong>, o evento contou com a presença de <strong>Jay-Z</strong> e <strong>Tina Knowles</strong>, avó de Blue. Durante a première, o diretor <strong>Barry Jenkins</strong> reuniu o elenco no palco, destacando o trabalho colaborativo que deu vida à narrativa do filme, que chega aos cinemas em 20 de dezembro.</p>



<blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DDYcs7fpqqi/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:540px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DDYcs7fpqqi/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">Ver essa foto no Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DDYcs7fpqqi/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação compartilhada por Beyoncé (@beyonce)</a></p></div></blockquote>
<script async src="//www.instagram.com/embed.js"></script>



<p>No entanto, a aparição pública de <strong>Jay-Z</strong> também ocorreu após uma polêmica ser publicada na imprensa na noite do último domingo. O rapper e empresário foi nomeado em um processo civil reaberto recentemente, que o acusa de envolvimento em um caso de estupro de uma menor em 2000, junto com <strong>Sean &#8220;Diddy&#8221; Combs</strong>. <strong>Jay-Z</strong> repudiou as acusações, classificando-as como parte de uma &#8220;tentativa de chantagem&#8221;. Em declaração, lamentou o impacto das alegações em sua família: &#8220;Minha esposa e eu teremos que sentar nossos filhos [&#8230;] e explicar a crueldade e a ganância das pessoas&#8221;.</p>



<p>Apesar das polêmicas, o foco da noite permaneceu em <strong>Blue Ivy</strong>. Sua estreia como dubladora marca um novo capítulo na carreira da jovem, que já havia acompanhado <strong>Beyoncé</strong> em sua última turnê mundial. &#8220;Esta é a sua noite&#8221;, reafirmou a diva pop, celebrando o talento da filha no início de sua trajetória artística.</p>
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		<title>Crianças autistas negras são 2,6 vezes mais propensas a receber diagnósticos errados antes do TEA</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/criancas-autistas-negras-sao-26-vezes-mais-propensas-a-receber-diagnosticos-errados-antes-do-tea/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 10:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>D&#233;cadas atr&#225;s, pouco se sabia sobre o TEA (Transtorno do Espectro Autista), o que levou a muitos diagn&#243;sticos errados ou at&#233; &#224; aus&#234;ncia deles. No entanto, essa falta de diagn&#243;stico ainda persiste na popula&#231;&#227;o negra. De acordo com um levantamento do Adapte, &#224;s crian&#231;as autistas negras t&#234;m 2,6 vezes mais probabilidade de receberem diagn&#243;sticos errados [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Décadas atrás, pouco se sabia sobre o <strong>TEA (Transtorno do Espectro Autista)</strong>, o que levou a muitos diagnósticos errados ou até à ausência deles. No entanto, essa falta de diagnóstico ainda persiste na população negra. De acordo com um <a href="https://www.adapte.com.vc/blog/autismo-invisivel" target="_blank" rel="noreferrer noopener">levantamento</a> do <strong>Adapte</strong>, às crianças autistas negras têm 2,6 vezes mais probabilidade de receberem diagnósticos errados de transtorno de ajustamento ou transtorno de conduta, antes do diagnóstico de TEA. Além disso, os atrasos nos processos de avaliação de crianças negras podem alongar entre 1,5 e 3 anos o processo de diagnóstico de TEA.</p>



<p>&#8220;As crianças com autismo eram vistas como difíceis, distraídas ou desobedientes, em vez de serem reconhecidas como indivíduos com necessidades neurológicas específicas&#8221;, explica <strong>Thalita Possmoser</strong>, Vice Presidente Clínica da Genial Care. &#8220;Sem o diagnóstico, essas crianças não recebiam intervenções terapêuticas necessárias para seu desenvolvimento, o que poderia levar a uma série de dificuldades na vida adulta&#8221;.</p>



<p>De acordo com o<strong> Answer The Public,</strong> o termo &#8220;autismo adulto&#8221; é buscado cerca de 6.600 vezes por mês, o que evidencia uma demanda urgente por informações e suporte direcionado para essa população. Para muitas dessas pessoas, o diagnóstico correto só chega na vida adulta, quando os sinais são finalmente compreendidos como sintomas do autismo e não como comportamentos problemáticos.</p>



<p>Essa realidade é bem conhecida pelo ilustrador, ativista e homem negro <strong>Fábio Sousa</strong>, muito conhecido como <strong>Tio Faso</strong>, que só descobriu seu diagnóstico de autismo na vida adulta. &#8220;Na infância, não tive acesso ao diagnóstico porque os sinais que eu demonstrava eram considerados &#8216;preguiça&#8217; pelos profissionais da época&#8221;, relata. A descoberta tardia trouxe para ele uma compreensão maior de si mesmo e o ajudou a respeitar seus limites. &#8220;Quando você descobre o autismo, você começa a se entender, saber seus limites, escolher as suas batalhas. Antes era tudo tentativa e erro e um monte de erro&#8221;, explica Faso.</p>



<p>Essa questão não é isolada e afeta muitos adultos negros, que cresceram sem o suporte necessário e enfrentaram julgamentos que afetaram seu desenvolvimento. Pesquisas apontam que as crianças negras têm menos probabilidade de receber o diagnóstico de TEA na idade adequada, o que limita o acesso a terapias e apoio educacional.</p>



<p>“Sem diagnóstico, muitos adultos enfrentam obstáculos em áreas essenciais, como emprego e relacionamentos, e podem se sentir desamparados e isolados”, afirma Thalita Possmoser. Ela explica que os terapeutas ocupacionais, juntamente com fonoaudiólogos e outros profissionais, podem fazer a diferença na vida das pessoas com autismo, especialmente quando o suporte é oferecido desde cedo.</p>



<p>O papel da intervenção precoce é inegável. Segundo o <strong>Ministério da Saúde</strong>, quando ocorre de 0 a 6 anos, a intervenção comportamental e o suporte educacional utilizam a neuroplasticidade – a capacidade do cérebro de formar novas conexões – para promover o desenvolvimento de habilidades essenciais. “A neuroplasticidade permite que o cérebro infantil responda positivamente aos estímulos direcionados, ajudando a desenvolver habilidades sociais e de vida diária que impactam a independência e a inclusão social”, reforça Possmoser.</p>



<p>Para Tio Faso, o diagnóstico tardio trouxe uma nova perspectiva de vida. &#8220;Entender quem você é de verdade é empoderador, e me orgulho que meu filho saiba quem ele é desde o início. Ele não passará pelas incertezas que enfrentei&#8221;, comenta. Hoje, Faso é pai de uma criança de 5 anos diagnosticada com TEA e acredita que, com o diagnóstico adequado, seu filho poderá crescer em um ambiente de aceitação e desenvolvimento, sem enfrentar os preconceitos que ele enfrentou.</p>



<p>“Embora o diagnóstico precoce de autismo esteja aumentando, as desigualdades socioeconômicas e raciais ainda são grandes barreiras, dificultando o acesso a cuidados especializados. Crianças autistas tornam-se adultos autistas, e o diagnóstico precoce e adequado contribui para uma sociedade mais inclusiva e compreensiva, onde todos são valorizados por suas singularidades.”, finaliza a profissional da Rede de Cuidado de Saúde Atípica.</p>
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		<title>7 em cada 10 meninos negros querem aprender como tratar meninas e mulheres com respeito, diz pesquisa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/7-em-cada-10-meninos-negros-querem-aprender-como-tratar-meninas-e-mulheres-com-respeito-diz-pesquisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Nov 2024 17:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cerca de 7 em cada 10 meninos negros entrevistados, entre 13 e 17 anos, querem aprender como tratar meninas e mulheres com respeito, igualdade e sem viol&#234;ncia. Esses dados, com representatividade nacional, comp&#245;em o relat&#243;rio &#8220;Meninos Negros: Perspectivas e sentimentos&#8221;, parte da pesquisa &#8220;Meninos: Sonhando os homens do futuro&#8221;, que integra o projeto hom&#244;nimo, que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Cerca de 7 em cada 10 meninos negros entrevistados, entre 13 e 17 anos, querem aprender como tratar meninas e mulheres com respeito, igualdade e sem violência. </strong>Esses dados, com representatividade nacional, compõem o relatório <strong>“Meninos Negros: Perspectivas e sentimentos”</strong>, parte da pesquisa <strong>“Meninos: Sonhando os homens do futuro”</strong>, que integra o projeto homônimo, que ouviu mais de 2.500 meninos de 13 a 17 anos, entre eles 1.435 meninos negros. </p>



<p>A pesquisa, idealizada pelo <strong>Instituto PDH / PapodeHomem</strong> e viabilizada por <strong>Natura</strong>, ouviu ainda pais, mães e pessoas responsáveis por meninos de 13 a 17 anos, homens e mulheres acima dos 18 anos, e também, meninas de 13 a 17 anos. </p>



<p><strong>O que pensam as meninas?&nbsp;</strong></p>



<p>No caso das meninas respondentes, perguntamos: “Você gostaria que os temas abaixo fossem ensinados aos meninos?: “Como tratar meninas e mulheres com respeito, igualdade e sem violência”. A resposta foi positiva: <strong>96,80% das meninas </strong>(das 1.454 respondentes) gostariam que este tema fosse ensinado aos meninos. Isso só reforça a urgência de conversarmos com os meninos de forma mais profunda sobre a questão.&nbsp;</p>



<p><strong>Novas perspectivas de masculinidades para meninos negros&nbsp;</strong></p>



<p>Existem outros dados importantes a serem analisados e que estão relacionados à saúde mental dos meninos negros, por exemplo, <strong>7 em cada 10 meninos negros têm medo (em alguma proporção) de serem acusados injustamente de assédio</strong>. Essa preocupação também paira sobre os homens negros, pois <strong>61,66% </strong>dos respondentes, acima dos 18 anos, também têm medo (em alguma proporção) de serem acusados injustamente de assédio.</p>



<p>Um possível reflexo dessa preocupação pode ser encontrado no que lemos como um outro pedido de ajuda: <strong>5 a cada 10 meninos negros (52,54%) querem aprender a paquerar sem assediar</strong>.&nbsp;</p>



<p>Sobre essas dores, o psicólogo Marlon Nascimento, especialista no diálogo com meninos negros e de periferia, considera: <em>“Acredito que grande parte do medo dos meninos, em especial dos meninos negros, de serem acusados de assédio seja explicado pela dinâmica das relações étnicos-raciais no Brasil, mas também por sermos pouco propositivos com esse tema. E os dados da pesquisa mostram como a grande maioria dos meninos querem aprender como agir com respeito, igualdade e sem violência.” </em></p>



<p><strong>Programa Meninos do Futuro&nbsp;</strong></p>



<p>Mas como mudar essa realidade e acolher as dores desses meninos? Marlon Nascimento responde: <em>“A respeito disso, ainda focamos muito mais nos problemas do que na solução. Nossa sociedade foca muito mais em punição do que em proposição ou entender de onde surgem essas dores e em acolher os meninos. Não basta apenas apontarmos o que é errado. Precisamos direcionar esses meninos de forma propositiva. Por isso uma proposta como a do Programa Meninos do Futuro tem que ser valorizada.” </em></p>



<p>Desde outubro de 2023, com a aplicação da pesquisa quantitativa do projeto “Meninos”, o Instituto PDH / PapodeHomem vem conversando com dezenas de profissionais de diversas áreas para conhecer as melhores ações, metodologias e formatos de projetos voltados para adolescentes, em especial meninos. A partir disso, o instituto tem desenvolvido o “Programa Meninos do Futuro”.&nbsp;</p>



<p>O programa “Meninos do Futuro”, se trata de um currículo aplicável em escolas, clubes de futebol, espaços esportivos e culturais, com foco no desenvolvimento de meninos entre 13 e 18 anos, focado em equilíbrio emocional, relações de respeito, práticas de cuidado, fim do assédio e de todas as formas de preconceito, maior capacidade de resolver problemas, assim como incentivar o desenvolvimento de maior senso de comunidade e responsabilidade. Atualmente o projeto está sendo testado e seus livros de atividades estão em fase de desenvolvimento.&nbsp;</p>



<p><strong>Dados sobre meninos negros serão compartilhados em Salvador (Bahia)</strong></p>



<p>São muitos os achados que compõem o relatório “Meninos Negros: Perspectivas e sentimentos”, por isso os dados serão apresentados em diferentes ocasiões. No dia 08/11, a partir das 8h da manhã, o Instituto PDH e o projeto Entre Ladeiras e Balagandãs, realizarão juntos o evento <strong>“Antirracismo e Educação: Qual o papel do educador no combate ao racismo nos ambientes educacionais?”</strong>. Neste evento, que será realizado em Salvador (BA), o público terá acesso aos dados do relatório “Meninos Negros: Perspectivas e sentimentos” e a uma formação antirracista ministrada por educadores especialistas.&nbsp;</p>



<p><strong>“Meninos: Sonhando os homens do futuro”&nbsp;</strong></p>



<p>Iniciado em janeiro de 2023, o projeto <strong>&#8220;Meninos&#8221; </strong>reúne três pilares principais: uma pesquisa, um documentário e a criação de um currículo para escolas e espaços esportivos. Desenvolvido com o apoio institucional do Pacto Global da ONU – Rede Brasil, o projeto foi apresentado na 68ª Sessão da Comissão sobre a Situação da Mulher, em Nova York.&nbsp;</p>



<p>O documentário “Meninos: Sonhando os homens do futuro”, atualmente em fase de gravação, mostrará os resultados da pesquisa, entrevistas com especialistas e histórias de vida de um grupo de meninos. A previsão de lançamento do filme e do relatório completo da pesquisa é de 2025.&nbsp;</p>



<p>Fazem parte deste projeto a empresa de pesquisa Talk e Juliana Fava, responsáveis pela etapa qualitativa; Zooma.Inc, pela pesquisa quantitativa; Casa Grida pela identidade visual e; Bravo Film Company, responsável pela produção do documentário.&nbsp;</p>



<p><strong><a href="https://projetomeninos.com.br/index.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui para ler mais sobre o projeto. </a></strong></p>
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		<title>65% das crianças em situação de trabalho infantil no Brasil são pretas ou pardas, diz IBGE</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/65-das-criancas-no-trabalho-infantil-no-brasil-sao-pretas-ou-pardas-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Oct 2024 14:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[desigualdade racial]]></category>
		<category><![CDATA[meninos negros]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na manh&#227; desta sexta-feira (18), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estat&#237;sticas (IBGE) divulgou novos dados preocupantes sobre a realidade do trabalho infantil no Brasil. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic&#237;lios Cont&#237;nua (PNAD Cont&#237;nua), crian&#231;as e adolescentes pretos ou pardos representam quase dois ter&#231;os (65,2%) dos jovens em situa&#231;&#227;o de trabalho [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na manhã desta sexta-feira (18), o <strong>Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) </strong>divulgou novos dados preocupantes sobre a realidade do trabalho infantil no Brasil. De acordo com a<a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/41618-em-2023-trabalho-infantil-volta-a-cair-e-chega-ao-menor-nivel-da-serie"> Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), crianças e adolescentes pretos ou pardos representam quase dois terços </a><strong><a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-noticias/2012-agencia-de-noticias/noticias/41618-em-2023-trabalho-infantil-volta-a-cair-e-chega-ao-menor-nivel-da-serie">(65,2%</a>)</strong> dos jovens em situação de trabalho infantil no país. Este número é superior à proporção dessa mesma população entre os jovens de 5 a 17 anos, que é de <strong>59,3%.</strong></p>



<p>A pesquisa revela, contudo, uma queda significativa no número total de crianças e adolescentes em trabalho infantil no Brasil. Entre 2022 e 2023, houve uma redução de <strong>14,6%</strong>, passando de 1,881 milhão para 1,607 milhão de menores de idade nessa condição. Embora seja um avanço, os dados destacam que a desigualdade racial continua a ser um fator determinante nessa realidade, o que traz à tona a necessidade de políticas públicas mais efetivas para combater o problema.</p>



<p>Outro ponto de destaque da pesquisa é o rendimento médio mensal das crianças e adolescentes que trabalham. O valor médio registrado foi de R$ 771. No entanto, ao se observar a diferença por cor ou raça, a disparidade é evidente: enquanto crianças e adolescentes brancos recebiam, em média, R$ 875, o valor para pretos e pardos era de apenas R$ 707.</p>



<p>Além disso, para aqueles que estavam envolvidos nas chamadas piores formas de trabalho infantil, atividades classificadas na Lista TIP (Lista das Piores Formas de Trabalho Infantil), o rendimento médio foi de R$ 735. Este segmento é composto majoritariamente por meninos <strong>(76,4%)</strong> e crianças de cor preta ou parda <strong>(67,5%)</strong>.</p>



<p>Geograficamente, o trabalho infantil no Brasil se concentra principalmente nas regiões Norte e Nordeste. O Nordeste, com seus 506 mil jovens afetados, é a região que registra o maior número absoluto de casos. Já a região Norte apresenta a maior proporção relativa, com<strong> 6,9%</strong> das crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil.</p>



<p>Outro dado relevante é a relação entre trabalho infantil e programas de assistência social. Segundo o estudo, <strong>78%</strong> das crianças e adolescentes em domicílios beneficiados pelo Programa Bolsa Família são pretos ou pardos, enquanto <strong>20,4%</strong> são brancos. Esse dado reforça a interseção entre vulnerabilidade social e desigualdade racial no país.</p>



<p>Apesar da redução do trabalho infantil como um todo, a nova edição da PNAD Contínua expõe um quadro alarmante de desigualdade racial. Crianças pretas e pardas continuam a ser a maioria esmagadora entre os jovens que vivem em condições de trabalho, especialmente nas suas formas mais perigosas e degradantes.</p>
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		<title>Segunda criança envenenada na Zona Norte do Rio morre após comer bombom</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/segunda-crianca-envenenada-na-zona-norte-do-rio-morre-apos-comer-bombom/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2024 17:30:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Benjamim Rodrigues Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Cavalcante]]></category>
		<category><![CDATA[crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[População Negra]]></category>
		<category><![CDATA[primavera]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Ythallo Raphel Tobias Rosa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Benjamim Rodrigues Ribeiro, de 7 anos, morreu nesta quarta-feira (11) ap&#243;s complica&#231;&#245;es causadas por um envenenamento com chumbinho, subst&#226;ncia t&#243;xica presente em um bombom que ele e seu amigo Ythallo Raphael Tobias Rosa, de 6 anos, consumiram no dia 30 de setembro. Ythallo faleceu no mesmo dia. Os dois meninos, moradores da comunidade Primavera, no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p><strong>Benjamim Rodrigues Ribeiro</strong>, de 7 anos, morreu nesta quarta-feira (11) após complicações causadas por um envenenamento com chumbinho, substância tóxica presente em um bombom que ele e seu amigo<strong> Ythallo Raphael Tobias Rosa</strong>, de 6 anos, consumiram no dia 30 de setembro. Ythallo faleceu no mesmo dia.</p>



<p>Os dois meninos, moradores da comunidade Primavera, no bairro Cavalcante, Zona Norte do Rio de Janeiro, eram melhores amigos desde a creche e estavam sempre juntos, segundo familiares. No dia do envenenamento, uma mulher em uma motocicleta ofereceu um bombom às crianças enquanto passava pela rua. Exames toxicológicos confirmaram que o doce estava contaminado com terbufós, um veneno de venda proibida no Brasil, utilizado ilegalmente para exterminar ratos.</p>



<p>Em entrevista para O Globo, Monique Tobias, de 28 anos, mãe de Ythallo, contou que os dois amigos eram inseparáveis. &#8220;Onde se viam, se abraçavam. A avó do Benjamim tinha dado uma bicicleta usada para o Ythallo, que quebrou. Então, ela deu outra&#8221;, relembrou Monique.</p>



<p>Ythallo morreu poucas horas após ingerir o bombom, enquanto Benjamim foi hospitalizado em estado grave e veio a óbito hoje. A mulher que entregou o doce ainda não foi identificada, e a Polícia Civil está investigando o caso. A morte das crianças abalou a comunidade, que agora clama por justiça. As autoridades seguem em busca de informações que possam levar à identificação da responsável pelo crime.</p>
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		<title>Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank acompanham julgamento por racismo em Portugal</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/gagliasso-e-ewbank-lutam-por-justica-em-portugal-apos-ataques-racistas-a-titi-e-bless/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Oct 2024 17:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[bless]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Gagliasso]]></category>
		<category><![CDATA[Giovanna Ewbank]]></category>
		<category><![CDATA[titigagliasso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na semana passada, os atores brasileiros Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank estiveram em Portugal para acompanhar o julgamento de Ad&#233;lia Barros, acusada de racismo pela fam&#237;lia ap&#243;s ter ofendido seus dois filhos, Titi e Bless, com insultos racistas em um restaurante na Costa da Caparica, em 2022. Embora a fam&#237;lia tenha denunciado o caso como [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na semana passada, os atores brasileiros <a href="https://www.instagram.com/brunogagliasso/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Bruno Gagliasso</strong></a><strong> </strong>e<strong> </strong><a href="https://www.instagram.com/gioewbank/?hl=pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Giovanna Ewbank</strong> </a>estiveram em Portugal para acompanhar o julgamento de <strong>Adélia Barros</strong>, acusada de racismo pela família após ter ofendido seus dois filhos, <strong>Titi e Bless</strong>, com insultos racistas em um restaurante na Costa da Caparica, em 2022. Embora a família tenha denunciado o caso como racismo, a legislação portuguesa não possui uma tipificação específica para esse tipo de crime. Por isso, os advogados da família tentaram enquadrar o ato no <em><a href="https://diariodarepublica.pt/dr/legislacao-consolidada/decreto-lei/1995-34437675" target="_blank" rel="noreferrer noopener">artigo 240 do Código Penal Português</a>,</em> que trata do crime de incitamento ao ódio e à violência.</p>



<p>No entanto, o Ministério Público de Portugal não aceitou essa primeira denúncia, argumentando que o caso não se enquadrava nos critérios do artigo 240. Diante disso, os advogados da família abriram um novo processo, que foi aceito em abril deste ano, com a acusação sendo reformulada para injúrias agravadas e difamação, que é como o caso está sendo julgado atualmente. Apesar de não haver o reconhecimento formal de racismo, a família vê o prosseguimento do caso como um avanço na busca por justiça.</p>



<p>Nas redes sociais, Bruno e Giovanna celebraram o fato de a acusação ter sido aceita. &#8220;Hoje, podemos comemorar porque o Ministério Público aceitou nossa acusação por difamação e injúria racial e superou uma questão teórica sobre onde enquadrar o crime perante a lei. Vencemos, mas ainda é um pequeno passo&#8221;, disse<strong> Giovanna Ewbank</strong>. Para o casal, o importante é que o processo avance e que os responsáveis pelos ataques contra seus filhos sejam punidos.</p>



<p>No Brasil, a família já lidou com situações semelhantes. Em 2022, a influenciadora <strong>Day McCarthy </strong>foi condenada a 9 anos de prisão por ataques racistas contra Titi nas redes sociais, um caso que se tornou emblemático na luta contra o racismo no país.</p>



<p><a href="https://www.instagram.com/p/C_BJTAGOZez/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/p/C_BJTAGOZez/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.instagram.com/p/C_BJTAGOZez/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/p/C_BJTAGOZez/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ver essa foto no Instagram</a></p>



<p><a href="https://www.instagram.com/p/C_BJTAGOZez/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Uma publicação compartilhada por Bruno Gagliasso (@brunogagliasso)</a> </p>
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		<title>Dia das Crianças: Vaquinha reúne recursos para brinquedos e alimentos em Salvador e Moçambique</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dia-das-criancas-vaquinha-reune-recursos-para-brinquedos-e-alimentos-em-salvador-e-mocambique/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ariel Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Crianças negras]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vaquinha virtual do projeto &#8220;Niuku na Acinamuane&#8221; (Dia das Crian&#231;as na l&#237;ngua Macua, principal dialeto de Mo&#231;ambique), busca arrecadar R$ 5 mil para levar brinquedos e alimentos para crian&#231;as em situa&#231;&#227;o de vulnerabilidade social em Pemba, cidade localizada na costa da prov&#237;ncia de Cabo Delgado, Mo&#231;ambique e em Salvador, na Bahia. A iniciativa recebe [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A vaquinha virtual do projeto “Niuku na Acinamuane” (Dia das Crianças na língua Macua, principal dialeto de Moçambique), busca arrecadar R$ 5 mil para levar brinquedos e alimentos para crianças em situação de vulnerabilidade social em Pemba, cidade localizada na costa da província de Cabo Delgado, Moçambique e em Salvador, na Bahia. A iniciativa recebe doações através da <a href="https://imprensaemidia.com.br/niuku-na-acinamuane-criativos-une-africa-e-salvador-em-acao-para-o-dia-das-criancas/">plataforma Vaquinha Virtual </a>e via PIX até o dia 10 de outubro. </p>



<p>A distribuição acontecerá de forma simultânea no dia 12 de outubro, data em que é celebrado o Dia das Crianças, em Salvador e Pemba. Em Moçambique, que receberá metade dos valores doados, a iniciativa destinará brinquedos e alimentos. Na capital baiana, a renda será revertida em doação de brinquedos.&nbsp;</p>



<p>Segundo Rodrigo Almeida, diretor da agência Criativos, que organiza a campanha, não se trata apenas de distribuir brinquedos, mas criar uma ponte entre as culturas africana e brasileira, reforçando o legado ancestral da comunidade negra nos dois países.</p>



<p>O cenário de pobreza extrema é um fator que assombra os dois países. Em Moçambique, por exemplo,<a href="https://www.unicef.org/mozambique/media/4961/file/A%20Situa%C3%A7%C3%A3o%20das%20Crian%C3%A7as%20em%20Mo%C3%A7ambique%202021%20Relat%C3%B3rio%20Completo.pdf"> 50% das crianças vivem nessa condição, segundo dados da UNICEF. </a>No Brasil, e mais especificamente na Bahia, a realidade não é muito distante: <a href="https://www.unicef.org/brazil/media/26726/file/unicef_pobreza-multidimensional-na-infancia-e-adolescencia_2022.pdf">54% das crianças sofrem com privação de renda.</a></p>
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