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	<title>Arquivos ENTREVISTAS - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>“O conceito do que é talento é uma construção colonial”: Executiva Flávia Porto dá dicas para desenvolvimento profissional de pessoas negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Feb 2026 10:55:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
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		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[instituto pactuá]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conselheira e cofundadora do Instituto Pactu&#225;, Fl&#225;via Porto conduziu workshop que trouxe reflex&#245;es sobre lideran&#231;a estrat&#233;gica, ancestralidade, neg&#243;cios e tecnologia. &#8220;A sorte encontra os preparados.&#8221; Essa &#233; uma das principais reflex&#245;es levantadas por Fl&#225;via Porto, executiva de RH, ao conduzir recentemente o workshop &#8220;Licen&#231;a para Decolar&#8221;, promovido pelo&#160;Instituto Pactu&#225;. A atividade integrou a programa&#231;&#227;o do [&#8230;]</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><em>Conselheira e cofundadora do Instituto Pactuá, Flávia Porto conduziu workshop que trouxe reflexões sobre liderança estratégica, ancestralidade, negócios e tecnologia.</em></h3>



<p>“A sorte encontra os preparados.” Essa é uma das principais reflexões levantadas por Flávia Porto, executiva de RH, ao conduzir recentemente o workshop “Licença para Decolar”, promovido pelo&nbsp;<strong>Instituto Pactuá</strong>. A atividade integrou a programação do Programa de Desenvolvimento de Lideranças Negras (PDLN), realizado em parceria com a Saint Paul Exame, e reuniu diversos participantes para formação.</p>



<p>O workshop trouxe reflexões sobre liderança estratégica, ancestralidade, negócios e tecnologia. Segundo a executiva, a ancestralidade ocupa um papel central no desenvolvimento profissional de pessoas negras. “Na grande maioria das vezes, o conceito do que é talento é uma construção colonial, fazendo com que as pessoas negras, cuja trajetória ancestral é diferente, não sejam reconhecidas como tal. Com isso, o autoconhecimento, combinado com autorregulação e estratégia, é chave para a aceleração e o crescimento na vida profissional”, afirma Flávia, que também é conselheira e cofundadora do Instituto Pactuá, em entrevista ao Mundo Negro.</p>



<p>Flávia tem vasta experiência como executiva de RH e empreendedora, com carreira construída no Brasil e no exterior, e já atuou em grandes empresas como Dell, Reckitt e Yara Brasil.</p>



<p>Durante o encontro realizado on-line, Flávia propôs que profissionais passem a gerir suas trajetórias como organizações gerem seus negócios, com planos de ação contínuos. “Conhecer nossa missão pessoal, nossa visão e nossos valores conduz a estratégia de avanço, fazer análise das nossas fraquezas, riscos e oportunidades, construindo networking e planos de ação com constante atualização e monitoramento, que chamo de plano de desenvolvimento individual”, diz. A tecnologia, nesse processo, aparece como aliada, seja por meio de plataformas de networking ou do uso de inteligência artificial para simular cenários de carreira.</p>



<p>Outro ponto central do encontro foi abordar o equilíbrio entre performance e comunicação. “Digo que não basta termos ambição, temos que cuidar da reputação profissional, que se faz com histórico de performance e boa conduta. No entanto, apenas performar bem não é o suficiente: temos que dar visibilidade à nossa performance, não apenas ao que entregamos, mas a como entregamos”, explica.</p>



<p>“Precisamos dar visibilidade às pessoas que precisam saber das suas ambições — indo além das conversas protocolares de carreira que as empresas oferecem. Dar visibilidade às lideranças, pares, pares da sua liderança e outros parceiros de trabalho faz com que mais pessoas se tornem nossas ‘defensoras’ ou influenciadoras do nosso nome em oportunidades que possam surgir”, completa. Flávia lembra ainda que muitas vagas estratégicas não são divulgadas publicamente, o que torna as redes de relacionamento ainda mais decisivas.</p>



<p>Questionada sobre como os profissionais negros podem comunicar suas ambições de forma assertiva em ambientes corporativos que ainda são marcados por desigualdades raciais, a executiva chama atenção para a necessidade de equilíbrio.</p>



<p>“Muitas vezes, pessoas negras, quando altivas, são lidas como arrogantes. Conscientes disso, precisamos ser um pouco mais cuidadosos, sabendo que quem decide por nós tem lentes diferentes, nem sempre apreciativas, mas de altíssima exigência, visto que não somos naturalmente idealizados nos espaços de poder e decisão, mas de servidão e colaboração. Falar de forma objetiva, com uma conversa estruturada, compartilhando seu plano de desenvolvimento, trazendo histórias e feitos relevantes para sua trajetória é um bom começo”, afirma.</p>



<p>Para encerrar, como parte dos conselhos para o desenvolvimento de líderes negros, Flávia destacou a importância de assumir o protagonismo da própria trajetória. “Conhecer ocupantes de posições de seu interesse, navegar no território desejado, levar o plano de desenvolvimento individual tão a sério quanto levamos nossas responsabilidades profissionais, não esperando as oportunidades baterem à sua porta. A sorte encontra os preparados, e cuidar intencionalmente da carreira também dá trabalho — mas os resultados são relevantes.”</p>



<p><em>Este conteúdo é fruto de uma parceria entre Mundo Negro e Instituto Pactuá.</em></p>



<p><a href="https://substack.com/@sitemundonegro"></a><a href="https://substack.com/@halitanerocha1"></a></p>
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		<title>Mônica sampaio: ela saiu da engenharia elétrica para a moda e transformou a passarela em uma narrativa viva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A trajetória de Mônica Sampaio atravessa dois mundos que, à primeira vista, parecem distantes: a engenharia elétrica e a moda. Mas quando observamos sua história com mais atenção, fica claro que essa travessia não é ruptura, é afirmação. Depois de anos em ambientes majoritariamente masculinos, da aviação ao Exército Brasileiro, Mônica decidiu reescrever o próprio destino. E, nessa reinvenção, descobriu espaço para uma moda que não apenas veste, mas reivindica memória, estética e pertencimento para mulheres negras que nunca se viram representadas nas vitrines brasileiras.</p>



<p>Fundadora da Santa Resistência, marca que traduz ancestralidade africana em linguagem contemporânea, Mônica leva para a passarela histórias que ela mesma precisou escavar: rastros de origem apagada, símbolos que foram calados e narrativas que não chegaram até nós. Seu processo criativo nasce desse gesto político, contar o que não nos deixaram lembrar, criar novas portas de entrada para identidade e cultura, e colocar mulheres negras no centro da construção estética do Brasil.</p>



<p>Nesta <strong>entrevista exclusiva ao Mundo Negro</strong>, ela fala sobre coragem, ancestralidade, apagamento histórico, afrofuturismo, representatividade e o legado que deseja deixar para as próximas gerações de criadores negros.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" data-id="94792" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-94792" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-768x1151.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382-696x1043.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-18.54.31_c2e12382.jpg 854w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="94793" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-94793" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-819x1024.jpg 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-240x300.jpg 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-120x150.jpg 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-768x960.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-336x420.jpg 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-150x188.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-300x375.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2-696x870.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-11-as-19.03.01_008494c2.jpg 1024w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>1. Você começou como engenheira elétrica e hoje é estilista. Como foi fazer essa transição e o que ela te ensinou sobre coragem e reinvenção?</strong></h3>



<p><em>&#8220;Tenho muito orgulho da minha trajetória profissional, das minhas conquistas no mundo corporativo, majoritariamente masculino. Trabalhei na área de aviação, em multinacional alemã e no Exército Brasileiro. Posso afirmar que sou realizada profissionalmente. </em><strong><em>Ser Engenheira e também militar me deram disciplina, resiliência para empreender e também organização para gerir minha própria empresa.</em></strong><strong><em><br></em></strong><em>A mudança veio em decorrência de uma necessidade de maior qualidade de vida e da culpa que, nós mães e profissionais, carregamos. Queria mais tempo com minha família. E literalmente virei a chave. Comecei do zero em uma carreira totalmente desconhecida.</em><em><br></em><em>Sempre houve uma inquietação minha com relação ao que era oferecido como moda no Brasil. Eu não via uma moda que contemplasse a mulher consciente de sua negritude, madura, profissional, poderosa e marcante e, como muitas, comecei desenhando para mim. Eu já observava o interesse das pessoas e elogios, então quando decidi empreender, sabia que seria na moda. Fundei a Santa Resistência e tem sido a minha paixão desde sempre.&#8221;</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>2. A Santa Resistência traz muitas referências da ancestralidade africana e da cultura feminina. Como essas histórias do passado inspiram o que você cria hoje?</strong></h3>



<p>&#8220;<em>Falarei da minha penúltima coleção, onde abordei literalmente a cultura africana. Todo o meu processo criativo parte de uma história que quero contar e da minha percepção em relação a essa história. Quando você conversa com um brasileiro com sobrenome europeu, asiático ou norte-americano, todos sabem sua ascendência. E nós? Pessoas como eu? Com a minha cor de pele? Nossa ascendência foi apagada, usurpada. Trocaram os nomes de nossos tataravós. </em><strong><em>Eu queria saber e contar minha ancestralidade para minha filha para que ela possa contar para os filhos dela.</em></strong><em> Iniciei minha pesquisa pela minha própria história. Chegamos na África Oriental e na tribo Maasai, uma riqueza cultural impressionante. Criei três estampas: uma inspirada no Shuka; outra com animal print em degrade azul representando o mar de Zanzibar; e a última celebrando as mulheres pescadoras de Zanzibar. A mensagem era transportar a riqueza cultural dos Maasai para o universo da moda, representando a simbologia e a força desse povo e também celebrando o afrofuturismo.&#8221;</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>3. Como você enxerga a representatividade da mulher negra na moda brasileira hoje e o papel da Santa Resistência nesse cenário?</strong></h3>



<p><em>&#8220;Enxergo que não evoluímos muito. As referências continuam embranquecidas. Temos poucas estilistas negras e, quando não são inviabilizadas, são usadas como token ou cota para justificar a ausência. </em><strong><em>Sou uma mulher negra e faço moda, mas isso não me define. </em></strong><em>Quando falamos de estilistas brancas, não referendamos a cor da pele, apenas o trabalho. Então por que é necessário quando se trata da pele negra? A atriz negra, a apresentadora negra, a escritora negra… parece sempre um “apesar de”.&#8221;</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>4. Olhando para o futuro, que legado você gostaria de deixar para novas gerações de criadores negros e negras no Brasil?</strong></h3>



<p>&#8220;Quero que a minha moda ultrapasse fronteiras e seja vista como uma moda genuinamente brasileira e com valores sustentáveis.<br>Que mais designers negros surjam no mercado, mostrando a possibilidade de ter uma profissão onde, até pouco tempo atrás, éramos pouquíssimos. <strong>Quero que olhem para mim e pensem: “Se ela está ali, se ela está fazendo isso… eu também posso.”&#8221;</strong></p>



<p>A força de Mônica Sampaio está justamente nesse movimento de costurar passado, presente e futuro sem perder de vista quem ela é e quem quer alcançar. Sua moda nasce de uma reivindicação, mas também de um gesto de afeto, de cuidado e de reconstrução de memórias que o Brasil tentou apagar.&nbsp;</p>



<p></p>
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		<title>Barbara Reis celebra aniversário e 15 anos de carreira com estreia da novela ‘Três Graças’: “Muito simbólico para mim”</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/barbara-reis-celebra-aniversario-e-15-anos-de-carreira-com-estreia-da-novela-tres-gracas-muito-simbolico-para-mim/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Oct 2025 17:57:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Atriz negra]]></category>
		<category><![CDATA[Barbara Reis]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[novela das nove]]></category>
		<category><![CDATA[Ruth de Souza]]></category>
		<category><![CDATA[Três Graças]]></category>
		<category><![CDATA[TV Globo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A atriz <strong>Barbara Reis </strong>tem muito a comemorar nesta segunda-feira, 20 de outubro. Além de completar 36 anos, ela celebra os 15 anos de carreira retornando à televisão com a estreia de <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/exclusivo-guthierry-sotero-se-inspira-em-juan-paiva-e-atores-de-moonlight-para-novo-papel-na-novela-tres-gracas/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">‘Três Graças’</a></strong>, nova novela das nove da Globo, na qual integra o elenco.</p>



<p>“Comemorar 15 anos de carreira e estrear ‘Três Graças’ é uma coincidência muito simbólica pra mim. São anos de aprendizado, de amadurecimento e, ao mesmo tempo, de curiosidade viva pelo novo”, afirma a atriz <strong>em entrevista ao Mundo Negro</strong>.&nbsp;</p>



<p>A atriz conquistou o novo papel após o seu sucesso na novela<strong> ‘Terra e Paixão’ </strong>(2023). “Me dá a sensação de continuidade, mas também de renovação. É como se cada personagem abrisse uma nova janela dentro de mim. Estou em um momento de celebração, mas também de muito reconhecimento interno: olhar pra trás com gratidão e pra frente com entusiasmo”, destaca nesta nova fase da carreira.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-94328" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-576x1024.jpg 576w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-169x300.jpg 169w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-84x150.jpg 84w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-768x1365.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-864x1536.jpg 864w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-1152x2048.jpg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-236x420.jpg 236w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-150x267.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-300x533.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-696x1237.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685-1068x1899.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/12bf5766-3c52-45c1-979b-d826ae240685.jpg 1440w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gabi Andrade/Divulgação</figcaption></figure>



<p>Na trama, Barbara interpreta <strong>Lena</strong>, uma mulher bem-sucedida, rica e casada, mas que enfrenta a dor de não conseguir realizar o sonho da maternidade. Já na vida pessoal, a atriz optou por ainda não ter filhos, o que a faz pensar sobre como, em ambos os casos, as mulheres ainda são vistas sob as expectativas das outras pessoas.</p>



<p>“Interpretar a Lena é um processo muito delicado. Ela carrega o desejo profundo de ser mãe, enquanto eu, por outro lado, escolhi congelar meus óvulos justamente para ter mais liberdade nesse tempo. Essa diferença entre nós me fez refletir muito sobre as várias formas de viver a feminilidade e o cuidado. Mesmo partindo de lugares distintos, há uma conexão: ambas lidam com escolhas e expectativas da sociedade, do corpo, da vida. Foi um exercício de empatia e escuta. Viver a dor e a esperança da Lena me tocou profundamente”, compartilha.</p>



<p>Barbara também mudou o visual para viver Lena na novela e adotou um novo corte de cabelo, que impactou também sua relação consigo mesma. “Eu amei o pixie cut! Ele trouxe uma sensação de leveza, liberdade e autenticidade. Os cachos curtos revelaram uma parte de mim mais natural, mais prática e até mais ousada. Visualmente, o corte transformou a Lena, mas, pessoalmente, também transformou a Bárbara. No dia a dia, é muito mais fácil de cuidar e me fez olhar pro espelho com um carinho novo, entendendo que beleza também é sobre conforto e verdade.”</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="576" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-94327" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-576x1024.jpg 576w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-169x300.jpg 169w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-84x150.jpg 84w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-768x1365.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-864x1536.jpg 864w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-1152x2048.jpg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-236x420.jpg 236w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-150x267.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-300x533.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-696x1237.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec-1068x1899.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/f8051dda-3848-4c08-a56f-26c57c2d77ec.jpg 1440w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Gabi Andrade/Divulgação</figcaption></figure>



<p>Além da novela, Barbara estreou como produtora executiva da peça<strong> ‘Limítrofe’</strong>, atualmente em cartaz no Rio de Janeiro, no teatro Dulcina, e que tem o marido, <strong>Rapahel Najan</strong>, no elenco e como um dos idealizadores do projeto. E em novembro, ela estreia a turnê da peça <strong>‘Ruth e Léa’ </strong>em São Paulo, onde interpreta a atriz Ruth de Souza.</p>



<p>Diante da rotina artística intensa, fora das câmeras e dos palcos, a atriz tem se dedicado à cerâmica que entrou na sua vida de forma intuitiva. “Eu buscava uma atividade que me trouxesse presença, um tempo diferente do ritmo intenso da televisão. Trabalhar com o barro é um exercício de paciência e de entrega ,não há controle, há convivência com o imprevisto. Essa prática tem me ajudado a equilibrar o fazer artístico: enquanto na atuação eu me expresso através da emoção e da palavra, na cerâmica eu me expresso pelo toque, pelo silêncio. É um refúgio criativo e afetivo que me faz muito bem”, explica.</p>



<p>Com estreia prevista para 2026 nos cinemas, Barbara ainda fará sua estreia na comédia com o filme <strong>‘Agentes Muito Especiais’</strong>, dirigido por Pedro Antonio e desenvolvido a partir de uma ideia original de Paulo Gustavo.</p>
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		<title>&#8220;O Brasil é mais avançado em relação ao tratamento de cabelos naturais&#8221;, diz Ludiana Braz, brasileira expert em cabelos crespos, que abriu um salão em Paris</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-brasil-e-mais-avancado-em-relacao-ao-tratamento-de-cabelos-naturais-diz-ludiana-braz-brasileira-expert-em-cabelos-crespos-que-abriu-um-salao-em-paris/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Oct 2025 19:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160;Ludiana Braz, uma hairstylist com ra&#237;zes no sub&#250;rbio carioca, transformou sua paix&#227;o pela beleza em uma carreira internacional, consolidando-se como uma refer&#234;ncia incontest&#225;vel em cabelos crespos e cacheados. Sua trajet&#243;ria, que a levou dos est&#250;dios da Rede Globo a Paris, n&#227;o apenas aprimorou sua t&#233;cnica, mas tamb&#233;m a posicionou como uma voz influente na valoriza&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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<p>&nbsp;Ludiana Braz, uma hairstylist com raízes no subúrbio carioca, transformou sua paixão pela beleza em uma carreira internacional, consolidando-se como uma referência incontestável em cabelos crespos e cacheados. Sua trajetória, que a levou dos estúdios da Rede Globo a Paris, não apenas aprimorou sua técnica, mas também a posicionou como uma voz influente na valorização da beleza natural e no empoderamento de mulheres negras.</p>



<p>A história de Ludiana é um testemunho vibrante de resiliência e de um desejo inabalável de compreender e cuidar dos cabelos crespos. Desde a infância, quando seu próprio cabelo era alisado, ela mergulhou na busca por conhecimento para desvendar os segredos dos fios naturais. Essa jornada pessoal a conduziu à formalização como cabeleireira e, aos 20 anos, à prestigiada Rede Globo. Lá, na oficina de caracterização de personagens, ela imergiu em um ambiente técnico e grandioso, aprendendo a criar visuais completos, dominando visagismo, história da arte e antropologia capilar. Essa base sólida a preparou para lidar com a diversidade de texturas e estilos, sempre com um foco aguçado na personalização e na arte de construir narrativas através dos cabelos.</p>



<p>Após anos na televisão brasileira, Ludiana buscou uma dimensão mais internacional para sua carreira, mudando-se para a França. Sua chegada a Paris revelou uma lacuna surpreendente no mercado de beleza europeu: a falta de especialização em cabelos crespos e cacheados. &#8220;Eu cheguei na França sem saber se tinha ou não uma grande procura por cabeleireiros&#8221;, relata Ludiana. Ela percebeu que, enquanto o Brasil já era uma referência global em produtos e técnicas para cabelos naturais, a França ainda vivia um cenário que ela descreve como &#8220;o Brasil 20 anos atrás&#8221;, com forte incentivo ao alisamento e poucas opções para quem desejava manter a textura natural. Essa lacuna no mercado impulsionou Ludiana a dedicar seu trabalho ao atendimento de mulheres com cabelos naturais, oferecendo um serviço atento, personalizado e profundamente empático. &#8220;Eu comecei a ganhar uma grande clientela por fazer o básico, que na minha cabeça era muito natural atender as pessoas assim&#8221;, revela, sublinhando que esse nível de atenção era, surpreendentemente, uma raridade no cenário europeu.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="681" height="1024" data-id="94297" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-681x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-94297" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-681x1024.jpeg 681w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-768x1155.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-1022x1536.jpeg 1022w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-279x420.jpeg 279w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-150x226.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-300x451.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-696x1047.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1-1068x1606.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1.jpeg 1362w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="681" height="1024" data-id="94298" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-681x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-94298" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-681x1024.jpeg 681w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-768x1155.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1022x1536.jpeg 1022w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-279x420.jpeg 279w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-150x226.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-300x451.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-696x1047.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM-1068x1606.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/WhatsApp-Image-2025-10-14-at-6.47.40-PM.jpeg 1362w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure>
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<p><strong>A Relação com Taís Araújo e o Mundo da Moda</strong></p>



<p>Ludiana Braz já trabalhava com grandes nomes da televisão brasileira, incluindo Taís Araújo, antes mesmo de sua mudança para a Europa. A parceria se intensificou em Paris, onde Ludiana se tornou a hairstylist de confiança de Taís em eventos de prestígio como a Fashion Week de Paris (Le Défilé de L&#8217;Oréal) e o Festival de Cannes. Ela explica que &#8220;é difícil para um artista chegar num país estranho e que ele não fala a língua e fazer com um cabeleireiro de um salão que ele acha na rua, não dá certo&#8221;, ressaltando a importância de profissionais com experiência em TV e desfiles. Essa colaboração não apenas evidencia a expertise singular de Ludiana, mas também ressalta a importância de profissionais que compreendem as nuances e a estética dos cabelos crespos em um cenário global. A escolha do visual é sempre um processo colaborativo e estratégico, alinhado às diretrizes de grandes marcas e produções, assegurando que o cabelo complemente perfeitamente a imagem e a mensagem desejada.</p>



<p><strong>Tendências e a Liberdade dos Cabelos Crespos</strong></p>



<p>Ludiana observa uma crescente inovação nos estilos de cabelo entre mulheres negras, com o uso de apliques e wigs deixando de ser um tabu e se tornando uma ferramenta de expressão e praticidade. Para ela, que já utilizava esses recursos extensivamente na televisão para criar personagens, essa tendência representa liberdade. Para Ludiana, o cerne da questão reside na felicidade e na autoestima da mulher, e ela é categórica: não existem regras rígidas sobre alisar ou não, ou cortar de um jeito específico. A solução, segundo a hairstylist, é sempre buscar o que faz a cliente se sentir bem, seja com seu cabelo natural, com apliques para volume ou comprimento, ou com wigs para versatilidade. &#8220;Não tem que nada, você tem que fazer o que você vai ficar feliz&#8221;, afirma Ludiana, defendendo a autonomia plena da mulher sobre seu próprio cabelo.</p>



<p><strong>Brasil x Europa: Diferenças no Cuidado Capilar</strong></p>



<p>Uma das observações mais marcantes de Ludiana é a diferença no tratamento e na percepção dos cabelos crespos entre Brasil e Europa. &#8220;O Brasil está muito avançado em relação ao tratamento de cabelos naturais, de realmente cuidar, hidratar, ter cremes de pentear que facilitam o seu dia a dia&#8221;, pontua Ludiana. Ela observa que as brasileiras desfrutam de uma liberdade notável para mudar, experimentar e exibir seus cabelos naturais. Na França, por outro lado, ainda persiste uma dificuldade palpável em encontrar salões especializados e produtos adequados, o que leva muitas mulheres negras a optarem por tranças ou perucas devido à escassez de opções e conhecimento sobre como cuidar de seus cabelos naturais. &#8220;Eu recebo essa queixa no salão com muita frequência&#8221;, confessa Ludiana, destacando a alegria de suas clientes brasileiras em Paris ao encontrar uma profissional que entende e celebra a beleza de seus cabelos crespos, ressaltando o papel do Brasil como referência global nesse segmento.</p>
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		<title>Exclusivo: Belize Pombal é a convidada de Maju Coutinho no episódio deste domingo do quadro &#8220;Negritudes&#8221;, no &#8216;Fantástico&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 21:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Neste domingo, 5 de outubro, o &#8216;Fant&#225;stico&#8217; exibe o terceiro epis&#243;dio da temporada do quadro &#8220;Negritudes&#8221;, com a atriz Belize Pombal como convidada. Em entrevista com Maju Coutinho, Belize compartilha sua trajet&#243;ria art&#237;stica, desde os primeiros passos no teatro aos 11 anos, at&#233; sua forma&#231;&#227;o na Escola de Artes Dram&#225;ticas da USP, em S&#227;o Paulo. [&#8230;]</p>
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<p>Neste domingo, 5 de outubro, o &#8216;Fantástico&#8217; exibe o terceiro episódio da temporada do quadro &#8220;Negritudes&#8221;, com a atriz Belize Pombal como convidada. Em entrevista com Maju Coutinho, Belize compartilha sua trajetória artística, desde os primeiros passos no teatro aos 11 anos, até sua formação na Escola de Artes Dramáticas da USP, em São Paulo. Crescida em uma família de oito mulheres, ela destaca a importância da educação e do acesso às melhores oportunidades para se desenvolver profissionalmente.</p>



<p>Reconhecida por seu talento, Belize Pombal vem conquistando destaque na televisão brasileira. Além de seu papel atual na novela &#8216;Vale Tudo&#8217;, interpretando Consuelo, a atriz participou de séries de sucesso como &#8216;Justiça 2&#8217; e &#8216;Sessão de Terapia&#8217;, no Globoplay, e da primeira fase da novela &#8216;Renascer&#8217;. Seu trabalho tem sido celebrado por retratar personagens complexos e inspiradores, contribuindo para a representatividade negra na dramaturgia nacional.</p>



<p>Durante a entrevista, Belize também reflete sobre a família que interpreta na trama de horário nobre. Ela ressalta que mostrar uma família preta com amor, diálogo e desafios humaniza as histórias na televisão e reforça a importância da representatividade. A atriz aproveita para compartilhar conselhos às jovens artistas: buscar o melhor em sua formação, sem medo, e se permitir sonhar grande.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="93985" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-1024x682.jpg" alt="" class="wp-image-93985" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-1024x682.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-2048x1365.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/10/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-10-02-as-20.17.12_0a2b37bc-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Crédito: Globo/Lethicia Amâncio</figcaption></figure>
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<p>O &#8216;Fantástico&#8217; deste domingo começa logo após o &#8216;Domingão com Huck&#8217;, trazendo uma oportunidade para o público conhecer mais sobre a trajetória e a visão de uma das atrizes negras mais promissoras da televisão brasileira.</p>
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		<title>Exclusivo: Imagens de Grace Passô e Aretha Sadick em &#8216;Reencarne&#8217;, nova série de terror do Globoplay</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2025 16:40:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Aretha Sadick]]></category>
		<category><![CDATA[exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[Globoplay]]></category>
		<category><![CDATA[Grace Passô]]></category>
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		<category><![CDATA[série de terror]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s estrear mundialmente no Festival de Berlim, na 11&#170; edi&#231;&#227;o do Berlinale Series Market, a s&#233;rie nacional &#8216;Reencarne&#8217; chega ao Globoplay no dia 23 de outubro. Com uma narrativa que mistura terror, suspense e drama existencial, a produ&#231;&#227;o mergulha em um territ&#243;rio pouco explorado pelo g&#234;nero: o cerrado brasileiro. Ao longo de nove epis&#243;dios, a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após estrear mundialmente no <strong>Festival de Berlim</strong>, na 11ª edição do Berlinale Series Market, a série nacional<a href="https://mundonegro.inf.br/meu-papel-e-mostrar-que-e-possivel-ampliar-a-nossa-presenca-diz-dramaturgo-elisio-lopes-jr/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>&#8216;Reencarne&#8217;</strong></a><strong> </strong>chega ao Globoplay no dia 23 de outubro. Com uma narrativa que mistura terror, suspense e drama existencial, a produção mergulha em um território pouco explorado pelo gênero: o cerrado brasileiro.</p>



<p>Ao longo de nove episódios, a trama levanta questões profundas: o que nos define, o corpo ou a alma? Se a mente pudesse habitar outro corpo, ainda seríamos nós? O público é conduzido por uma jornada que atravessa vida e morte, bem e mal, desejo e redenção.</p>



<p>No enredo, <strong>Túlio (Welket Bungué)</strong>, ex-policial condenado pela morte de seu melhor amigo, <strong>Caio (Pedro Caetano)</strong>, deixa a prisão após 20 anos. Sua rotina muda quando <strong>Sandra (Julia Dalavia)</strong> afirma ser a reencarnação de Caio. Enquanto isso, o cirurgião <strong>Feliciano (Enrique Diaz)</strong> ultrapassa limites em busca da cura para sua esposa, e a delegada <strong>Bárbara Lopes (Taís Araijo)</strong> se vê diante de uma série de assassinatos marcados por ferimentos misteriosos, além de vivenciar experiências sobrenaturais que desafiam sua racionalidade.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-682x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93900" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-682x1024.jpg 682w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-768x1153.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior-696x1045.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Lucia-Grace-Passo_Globo-Joao-Miguel-Junior.jpg 800w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">EXCLUSIVO: Grace Passô como Lúcia em &#8216;Reencarne&#8217; (Foto: Globo/João Miguel Júnior)</figcaption></figure>



<p>Entre os destaques, <strong>Grace Passô</strong> interpreta <strong>Lúcia</strong>, braço direito do médium <strong>José Carlos (Christovam Neto)</strong>. A personagem se envolve em experimentos que misturam ciência e espiritualidade e convence a filha,<strong> Camila (Aretha Sadick)</strong>, enfermeira, a roubar anestésicos do hospital onde trabalha.</p>



<p>“O que mais me interessou em relação a Lúcia foi a possibilidade de jogar com essa personagem que é meio dúbia. Ela te faz questionar sobre o bem e o mal, e traz uma dúvida ética sobre as coisas que faz. Tem muitas coisas que só a Lúcia sabe”, afirma Grace.</p>



<p>Aretha Sadick também destaca os dilemas de sua personagem: “A Camila acredita no que é justo e vai atrás disso, mesmo que mostre algumas controvérsias ao longo do caminho. O mais desafiador ao interpretar a Camila são as nuances emocionais pelas quais ela passa. Precisei emprestar a minha coragem para entrar nesses territórios emocionais – é bastante desafiador e, ao mesmo tempo, maravilhoso”, diz a atriz.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="682" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-682x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93901" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-682x1024.jpg 682w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-768x1153.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior-696x1045.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Camila-Aretha-Sadick_Globo-Joao-Miguel-Junior.jpg 800w" sizes="(max-width: 682px) 100vw, 682px" /><figcaption class="wp-element-caption">EXCLUSIVO: Aretha Sadick como Camila em &#8216;Reencarne&#8217; (Foto: Globo/João Miguel Júnior)</figcaption></figure>



<p>Criada por Elisio Lopes Jr., Amanda Jordão, Flávia Lacerda, Juan Jullian e Igor Verde, Reencarne é uma produção dos Estúdios Globo para o Globoplay. A série conta com direção artística de Bruno Safadi, direção de Noa Bressane e Igor Verde, produção de Isabela Bellenzani, produção executiva de Lucas Zardo e direção de gênero de José Luiz Villamarim.</p>
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		<title>Ana Paula Xongani fala sobre ‘Vale Tudo’ e defende investimento que permita às empreendedoras negras &#8220;errar com mais segurança&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Sep 2025 12:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ana Paula Xongani]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ana Paula Xongani, uma voz fundamental que une empreendedorismo e ativismo, compartilha reflex&#245;es potentes sobre a trajet&#243;ria da personagem Raquel, da novela &#8216;Vale Tudo&#8217;, pensando no impacto da narrativa midi&#225;tica para mulheres negras, al&#233;m da import&#226;ncia de acesso a cr&#233;dito e a urg&#234;ncia de pol&#237;ticas que favore&#231;am o crescimento de pequenos neg&#243;cios. Apesar de Xongani [&#8230;]</p>
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<p><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/ana-paula-xongani-e-a-nova-contratada-da-area-de-influencia-da-globo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ana Paula Xongani</a></strong>, uma voz fundamental que une empreendedorismo e ativismo, compartilha reflexões potentes sobre a trajetória da personagem <strong>Raquel</strong>, da novela <strong>‘Vale Tudo’</strong>, pensando no impacto da narrativa midiática para mulheres negras, além da importância de acesso a crédito e a urgência de políticas que favoreçam o crescimento de pequenos negócios.</p>



<p>Apesar de Xongani perceber a similaridade de Raquel com muitas empreendedoras do Brasil, ela tem um duplo sentimento em relação à personagem, pois a novela deveria trazer uma outra narrativa. “O papel da Raquel se distancia da ideia desse imaginário positivo que a gente quer, de nos trazer luz, de nos trazer expectativa, de nos trazer boas experiências, inclusive de nos trazer <em>cases </em>de sucesso”, diz a empreendedora e comunicadora, em <strong>entrevista à editora-chefe do site Mundo Negro, Silvia Nascimento.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="990" height="619" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15.png" alt="" class="wp-image-93822" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15.png 990w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-300x188.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-150x94.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-768x480.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-672x420.png 672w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/image-15-696x435.png 696w" sizes="(max-width: 990px) 100vw, 990px" /><figcaption class="wp-element-caption">Raquel, interpretada pela Taís Araujo, na novela Vale Tudo (Foto: Reprodução/TV Globo)</figcaption></figure>
</div>


<p>Ela também fala sobre sua própria jornada à frente do <strong>Ateliê Xongani </strong>e da empresa de comunicação <strong>APX</strong>, revelando como o aprendizado adquirido no primeiro empreendimento ajudou a construir um segundo negócio mais sólido e estratégico. Além de mentorias, Ana Paula considera fundamental que mulheres negras tenham acesso direto a investimentos, para que possam ousar, inovar e até errar.</p>



<p>“Eu tenho certeza que o acesso ao dinheiro faria com que a gente acertasse melhor e errasse com mais segurança porque empreender também precisa ser sobre a possibilidade de errar. Porque quando a gente fala sobre investimento, a gente está falando sobre riscos, e riscos precisam ser considerados”, pontua, ao destacar a importância do financiamento direto dos órgãos públicos e privados, além do apoio da sociedade civil. </p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Leia a entrevista completa abaixo:</strong></h3>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93823" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques-1068x1602.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Fotografo-Leonardo-Marques.jpg 1365w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ana Paula Xongani (Foto: Divugação)</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>MN: Ana, enquanto empreendedora no Brasil, quais reflexões o papel da Raquel de ‘Vale Tudo’ tem te despertado? </strong></p>



<p>Ana Paula: Eu tenho um duplo sentimento pelo papel da Raquel, porque nesses diálogos que eu tenho com as minhas seguidoras, a gente entendeu juntas que a dramaturgia, o papel da TV, o papel da novela é criar imaginários, principalmente imaginários positivos para mulheres negras, para empreendedoras negras, sendo que a gente é a maioria nesse país, e que o papel da Raquel, ele se distancia da ideia desse imaginário positivo que a gente quer, de nos trazer luz, de nos trazer expectativa, de nos trazer boas experiências, inclusive de nos trazer <em>cases </em>de sucesso, de como essa mulher empreende. Que atende no Brasil e consegue ter sucesso, enfim, então esse é um primeiro sentimento. </p>



<p>Ao mesmo tempo, eu vejo muita similaridade do papel da Raquel com muitas empreendedoras do Brasil. Então, tanto a falta de acesso a crédito e a isso se tornar muito vulnerável, quanto esse lugar da confiança, de confiar nas pessoas e, de repente, as pessoas não serem tão confiáveis assim, quanto também a resiliência. O empreendedorismo exige no Brasil, por conta da falta de estrutura, uma resiliência muito grande. Então, acho que isso coincide com o papel da Raquel em Vale Tudo.&nbsp;</p>



<p>Também não posso deixar de dizer que fiquei muito emocionada. Eu fiquei, sim, emocionada com aquela cena onde ela fala: “Se eu cair 100 vezes, eu vou me levantar 101 vezes”. Eu me reconheço nessa fala, ao mesmo tempo que tem hora que eu não aguento mais. Ela falando: “vamos embora, é isso aí, vamos para frente”. Porque eu acho que esse lugar, dessa energia eterna, dessa positividade constante, empregada às mulheres negras que não podem desmurecer, também é muito problemático. Então é isso, eu tenho um sentimento duplo por essa personagem, ambíguo mesmo. E tô aceitando e acolhendo esses dois sentimentos complexos sobre a personagem.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93824" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG-1068x1602.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2754.JPEG.jpg 1365w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ana Paula Xongani (Foto: Divugação)</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>MN: Como foi a sua jornada de empreendedora para lidar com as finanças e a parte jurídica? </strong></p>



<p>Ana Paula: Eu considero que eu tive duas jornadas. Eu tenho duas empresas. No Ateliê Xongani foi bastante inocente. Foi bastante inocente, fazendo com muito pouco. A gente no Ateliê Xongani nunca teve acesso a crédito. A gente nunca conseguiu nem dos programas federais, nem dos programas divulgados. Então a gente sempre investiu com recurso próprio. O que eu tenho certeza que dificultou essa jornada. Então no Ateliê Xongani era tudo muito primário. Primário não sei se é a palavra, né, mas artesanal, essa parte financeira e jurídica. Mas aí com o passar do tempo no Ateliê Xongani, eu fui aprendendo com muito estudo, mentorias importantes de consultores financeiros, mentoria de instituições como o Sebrae, estudo no Senac, enfim a gente mergulhou bastante nessa parte de estudo das finanças e da parte jurídica. Depois de um tempo, a gente tinha inclusive apoio jurídico. </p>



<p>Quando eu fui começar a minha segunda empresa que é a empresa de comunicação APX, eu já tinha um background muito maior da Ana Paula Xongani, então eu entendo que eu comecei muito mais madura, sabendo fazer uma gestão muito melhor e já entendendo desde muito cedo que algumas funções eu poderia contratar. Porque eu já parto de outro lugar. Eu sempre falo isso, que o Ateliê Xongani gerou autonomia para que a Ana Paula Xongani empreendesse de um outro lugar. Então, como eu estava empreendendo de outro lugar, eu não sabia que eu podia contratar parceiros e pagar parceiros para que isso acontecesse. Então não é à toa que hoje a APX tem 10 assessorias para apoiar, inclusive a assessoria jurídica, assessoria de finanças, assessoria de investimento. Enfim, então eu parto de um outro lugar, e é por isso que a gente tem resultados tão positivos, e não só, mas também a gente tem resultados perenes, a gente é sólido nesse mercado, graças a esse conhecimento jurídico de finanças.</p>



<p><strong>MN: Quais são os maiores desafios para as mulheres negras que empreendem no país? </strong></p>



<p>Ana Paula: Acesso a crédito, eu acho que isso é muito importante. Eu acho que a quebra desse teto entre o empreendedorismo e o empresariado. Até o nome eu venho questionando ultimamente. Por que as mulheres negras são empreendedoras e os homens brancos são empresários, startupers, enfim, outros nomes? Então eu acho que quebrar esse teto, entender o empreendedorismo como um primeiro passo, se não como um passo fadado e eterno, eu acho que é um desafio muito grande para nós mulheres negras que empreendemos aqui. </p>



<p>Tem uma outra coisa, aprofundando um pouco mais, que são os impostos, né. Quando você tenta dar um pequeno passo enquanto empreendedora no Brasil, principalmente quando você tem MEI, os impostos são muito caros, iguais a grandes empresas. Os encargos são muito caros. Então muitas vezes a gente fica travado nesse crescimento por conta disso. Deveria ter políticas que acompanhassem inclusive o limite, o faturamento dessas microempresas. Isso não acontece no Brasil e também eu acho que um desafio agora prático, da vida prática da empreendedora, é que quando você empreende você fica muito longe do que você sabe fazer. Um exemplo: se você é uma grande confeiteira, a última coisa que você vai fazer é confeitar bolos e isso é muito ruim. Emocionalmente é muito ruim, financeiramente é muito ruim, estruturalmente é muito ruim, porque a gente fica longe da nossa principal potência que a gente tem que dar conta de tudo, das potências, das fraquezas. Então isso é um problema constante na vida prática das empreendedoras do Brasil.</p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93825" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-768x1152.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-1024x1536.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-696x1044.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG-1068x1602.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/IMG_2756.JPEG.jpg 1365w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Ana Paula Xongani (Foto: Divugação)</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>MN: Na sua opinião, o que hoje é mais urgente para impulsionar os negócios liderados por mulheres negras: mais mentorias ou mais investimento financeiro direto?</strong></p>



<p>Ana Paula: Se for para escolher entre os dois, eu acho que mais investimento direto porque, pensando de modo geral, as empreendedoras, a gente precisa o tempo todo se qualificar na questão financeira, mas tem muitas empreendedores que estão prontas para liderar e para gerir grandes investimentos. Então acho que mais financiamento direto dos órgãos públicos e privados, além do apoio da sociedade civil, também da credibilidade. Eu tenho certeza que o acesso ao dinheiro faria com que a gente acertasse melhor e errasse com mais segurança porque empreender também precisa ser sobre a possibilidade de errar. Porque quando a gente fala sobre investimento, a gente está falando sobre riscos e riscos ele precisa ser considerado, inclusive com uma margem de erros e mulheres negras não têm essa possibilidade de acertar. Acertar com grana, com o dinheiro em mãos, muito menos de errar.</p>



<p><strong>MN: Como o empreendedorismo influenciou na sua carreira?</strong></p>



<p>Ana Paula: O que eu aprendi como empreendedora contribuiu muito para esse segundo empreendimento de comunicação. E também nessas muitas facetas, nesses muitos braços que eu tinha ter no Ateliê Xongani, um deles era comunicação. E aí eu pude desenvolver a comunicação para abrir essa segunda empresa. Então a minha trajetória de empreendedorismo influenciou totalmente na minha trajetória como comunicadora, além do que eu falei na pergunta anterior que o meu primeiro empreendimento financiou o meu segundo empreendimento. Isso é uma coisa que me orgulha muito. Então o Ateliê Xongani deu o espaço de autonomia para a Ana Paula Xongani, não só a grana, mas tempo e estrutura. Isso é muito fundamental. Isso é muito bonito. O que a gente pretende como projeto de futuro, um projeto de autonomia onde a gente pode sustentar e investir nos nossos próprios projetos sonhos e acreditar neles. </p>
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		<title>EXCLUSIVO &#124; Guthierry Sotero se inspira em Juan Paiva e atores de &#8216;Moonlight&#8217; para novo papel na novela &#8216;Três Graças&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/exclusivo-guthierry-sotero-se-inspira-em-juan-paiva-e-atores-de-moonlight-para-novo-papel-na-novela-tres-gracas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Sep 2025 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[exclusivo]]></category>
		<category><![CDATA[guthierry sotero]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Juan Paiva]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça 2]]></category>
		<category><![CDATA[Moonlight]]></category>
		<category><![CDATA[novela das nove]]></category>
		<category><![CDATA[Três Graças]]></category>
		<category><![CDATA[TV Globo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?p=93702</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em entrevista &#224; TV Globo, cedida exclusivamente ao Mundo Negro, o ator Guthierry Sotero, escalado para interpretar J&#250;nior em &#8216;Tr&#234;s Gra&#231;as&#8217;, a pr&#243;xima novela das nove, revelou detalhes sobre a constru&#231;&#227;o do personagem e as refer&#234;ncias que buscou para dar vida a ele. &#8220;Assim que recebi e li o roteiro, senti que precisava rever &#8216;Justi&#231;a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em entrevista à TV Globo, cedida exclusivamente ao <strong>Mundo Negro</strong>, o ator<strong> <a href="https://mundonegro.inf.br/a-gente-entrou-para-a-historia-da-tv-guthierry-sotero-celebra-cena-de-beijo-com-jean-paulo-em-vai-na-fe/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Guthierry Sotero</a></strong>, escalado para interpretar <strong>Júnior </strong>em<strong> &#8216;Três Graças&#8217;</strong>, a próxima novela das nove, revelou detalhes sobre a construção do personagem e as referências que buscou para dar vida a ele.</p>



<p>&#8220;Assim que recebi e li o roteiro, senti que precisava rever &#8216;Justiça 2&#8217;, porque o Balthazar (Juan Paiva) tinha umas questões parecidas. Busquei algumas coisas do Jharrel Jerome, ele tem um sensibilidade e atitude ímpar como ator que me cativa bastante, o Ashton Sanders também tem uma individualidade muito interessante, ele em &#8216;Moonlight&#8217;, &#8216;Filho nativo&#8217; e &#8216;Dias sem fim&#8217; me inspira muito no quesito criação&#8221;, conta.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="576" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-1024x576.jpg" alt="" class="wp-image-93705" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-1024x576.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-300x169.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-150x84.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-768x432.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-1536x864.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-747x420.jpg 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-696x392.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418-1068x601.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/Copia-de-Copia-de-CAPA-MN-2022-2025-09-23T132110.418.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Juan Paiva em &#8216;Justiça 2&#8217; e os atores de Moonlight, Ashton Sanders e Jharrel Jerome. (Fotos: Globo/Bruno Stuckert e A24) </figcaption></figure>



<p>Depois dar vida a Nastácio em ‘No Rancho Fundo’,<strong> Guthierry </strong>vive Júnior, um jovem que trabalha com computação, estudioso e batalhador. Sua vida é diretamente afetada pelo esquema de falsificação de remédios liderado por Santiago Ferette (Murilo Benício). Ele perde o pai, que tomava os remédios sem efeito da farmácia da Fundação Ferette na Chacrinha, comunidade fictícia da novela, em São Paulo. Após o falecimento de Albano (Cosme dos Santos), Junior está disposto a combater as maldades que estragam a vida de famílias como a sua.</p>



<p>Criada e escrita por Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva, ‘Três Graças’ tem previsão de estreia em outubro. </p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-93706" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-2048x1365.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250807_TresGracas_AG_056-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mell Muzillo como Maggye e Guthierry Sotero como Júnior. (Foto: Globo/Angélica Goudinho)</figcaption></figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Confira a entrevista completa abaixo:</strong></h3>



<p><strong>1 &#8211; Como foi receber o convite para participar de ‘Três Graças’ pouco depois de se despedir do Nastácio de ‘No Rancho Fundo’?</strong></p>



<p>Foi marcante demais para mim. Eu fiquei sem reação, desabei em lágrimas. Tem sido lindo todo esse processo de reencontrar amigos de outras produções e de sentir que está todo mundo se ajudando nessa nova empreitada. Esse foi o meu primeiro convite para um projeto e é algo que parecia muito distante para mim. Trabalhei e estudei muito para que esse momento chagasse e quando aconteceu, lidei com a síndrome do impostor: Será que sou digno? Quando na verdade tudo o que eu mais queria era esse momento, poder mostrar o que sei e me divertir no horário mais nobre da TV brasileira. Estou muito feliz!</p>



<p><strong>2 &#8211; Como descreve o Júnior? Quais são as principais características dele?&nbsp;</strong></p>



<p>O Júnior é um homem íntegro, família. Apesar das adversidades é muito alto astral, ‘correria’ e faz de tudo para que o pai se sinta bem. Ele teve de amadurecer mais cedo para poder ajudar em casa e essas características conversam muito comigo, com os meus amigos e com diversos jovens desse Brasil. O Júnior (até onde eu li) tem tido uma trajetória muito linda! Acredito que muitas pessoas vão se identificar, criar empatia e terão muito afeto e respeito por ele.</p>



<p><strong>3- Como se preparou para interpretá-lo? E quais referências buscou?</strong></p>



<p>Comecei pela prosódia porque foi algo que me desafiou de início. Achei mais difícil que o sotaque para ‘No Rancho Fundo’ e também quis uma voz que me distanciasse do Nastácio. Consegui.</p>



<p>O Júnior é muito coração, eu iniciei o trabalho com ele pelo afeto, olho no olho e simpatia. Um fato engraçado é que indo para São Paulo gravar a minha 1º diária, eu ainda não tinha encontrado o caminhar desse cara trabalhador com muitas demandas no dia, mochila pesada andando pela cidade o dia inteiro. E no aeroporto vi um menino gringo de uns 18, 19 anos andando com a família (provavelmente atrasados) com o andar curvado, meio pesado e pensei: “é isso, encontrei o corpo que faltava!”.</p>



<p>As referências me ajudaram muito a ter um norte, assim que recebi e li o roteiro, senti que precisava rever “Justiça 2”, porque o Balthazar (Juan Paiva) tinha umas questões parecidas. Busquei algumas coisas do Jharrel Jerome, ele tem um sensibilidade e atitude ímpar como ator que me cativa bastante, o Ashton Sanders também tem uma individualidade muito interessante, ele em “Moonlight”, “Filho nativo” e “Dias sem fim” me inspira muito no quesito criação. Tenho uma característica com ele em relação ao olhar, temos o olhar “forte” e aí é entender como fortificar/suavizar esse olhar em cena, isso traz camadas ao personagem. Falar em lugares em que ninguém me conhece com o sotaque paulista tem sido um grande laboratório também.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-93707" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-683x1024.jpg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-768x1151.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-1025x1536.jpg 1025w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-1366x2048.jpg 1366w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-280x420.jpg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-150x225.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-300x450.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-696x1043.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-1068x1601.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-1920x2879.jpg 1920w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/09/20250828-Tres-Gracas-VP-093-scaled.jpg 1708w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption class="wp-element-caption">Guthierry Sotero como Júnior (Foto: Globo/Victor Pollak)</figcaption></figure>



<p><strong>4 &#8211; O personagem se relaciona com a Maggye (Mell Muzzillo), uma jovem de classe social bem diferente da dele. Como estão construindo essa relação?&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p>Eles partem do amor. A história de vida é diferente, a classe social aparta ainda mais os dois, mas sinto que eles se encontram no afeto. A relação deles começa de uma forma inesperada e acontecem alguns empecilhos que impedem a aproximação imediata dos dois, mas as cenas deles juntos têm uma beleza cativante, um carinho, gentileza, muitas coisas não ditas estão no ar nas cenas deles. Estou feliz de ter a Mell [Muzzillo] nesse processo e está sendo muito linda essa construção. Tivemos nossas preparações, partilhamos ideias e tem sido muito gratificante essa criação. No fim das contas dizem que o amor sempre vence e essa história tem muito para acontecer. Aguardando as cenas dos próximos capítulos…</p>



<p><strong>5 &#8211; Você teve mudanças no visual para o personagem? Como foi esse processo? &nbsp;</strong></p>



<p>Eu estava com o maior cabelo que já tive na vida, mudei bastante os penteados; estava de trança no dia da caracterização. Optamos pelo corte americano no Júnior, mas com uma máquina alta. Ele é jovem, descolado mas também não é mega vaidoso de cortar o cabelo semanalmente, ele tem muita demanda para pensar nisso. Chegamos num denominador comum, eu, direção e caracterização, e estamos muito satisfeitos com o resultado final.</p>



<p><strong>6 -E qual é o maior desafio desse papel na sua carreira? É o seu papel de maior destaque até agora?</strong></p>



<p>Passar as verdades, emoções e sentimentos do Júnior. Ele é um cara sensível, mas que não demonstra, e isso me fascinou desde o início porque eu também sou assim, então tem sido um grande esforço para fazer acontecer, mas um esforço bom. Sinto que venho trabalhando bem nos últimos anos e esse é o maior personagem em termos de trama, enredo e aparição numa novela. E se tratando do horário nobre a responsabilidade triplica. Esse é o meu maior personagem até agora sem nenhuma dúvida e eu estou gostando muito dessa responsabilidade, eu amo o que faço e sempre quis essa oportunidade. Agora que ela chegou é trabalhar para dar o meu melhor e que as pessoas possam amar o Júnior assim como eu o amo. Essa novela é recheada de veteranos e eu amo fazer novela, porque ela te traz essas possibilidades, sabe? Quando eu poderia imaginar que no mesmo trabalho eu contracenaria com a Sophie Charlotte, Marcos Palmeira, Miguel Falabella e tantos outros? Só uma novela alcançaria esse feito e, por isso, estou muito feliz com essa nova empreitada na minha carreira, em poder ver essas pessoas trabalhando de pertinho.</p>



<p><strong>7 &#8211; O que mais te atraiu no Júnior? Ele é parecido com você em alguns aspectos?&nbsp;</strong></p>



<p>O afeto. O amor que ele tem com o pai é algo que eu consegui recuperar no decorrer da vida e tem sido ótimo para mim, porque o Júnior é a idealização de relação paterna que eu sempre quis ter para mim e só venho conseguindo depois de adulto. Naturalmente a vocação dele para o trabalho, a vontade de ajudar o próximo, o não desanimar com os percalços da vida e a gana de “vencer na vida” é algo que cativa. Tem sido lindo trabalhar nesse corpo as perspectivas que normalmente delimitam sobre os corpos negros. Estou muito feliz em ter essa oportunidade de poder dialogar com milhões de “Júnior” diariamente no horário nobre.</p>



<p>Assim como o Júnior, por conta dos problemas da vida, eu também tive que amadurecer mais cedo. Comecei a trabalhar aos 18, mas já com a responsabilidade de ajudar em casa. Na pandemia eu que segurei as pontas, eu me vejo nesse cara. Muitas pessoas vão se identificar e ter empatia com o Júnior, porque ele é uma realidade na sociedade, não é um personagem puramente inventando, ele existe, ele está no metrô, no ônibus lotado, nas favelas; ele é o vizinho de muitas pessoas que vão assistir a essa novela.</p>



<p><strong>8 &#8211; A novela começou com gravações em São Paulo. Como foi filmar nas locações da cidade e qual a importância dessa ambientação?</strong></p>



<p>Foi ótima para entender como funciona aquela região. Eu fiz questão de treinar a prosódia com alguns amigos de lá, e assim que pisei na cidade falei apenas com o sotaque paulista. Ouvir as pessoas, trocar com os motoristas de aplicativos, as senhoras no mercado e tantos outros momentos, sem dúvidas, ajudaram nessa construção do que seria o Júnior. A cidade de São Paulo é muito diferente do Rio, tanto culturalmente quanto socialmente falando. Aqui no Rio, na Zona Sul, você encontra a madame e o morro no mesmo local. Em SP, o contraste é muito notório e isso naturalmente gera um desconforto. Então, sentir isso na pele foi bom para criar a casca necessária para o meu personagem.</p>



<p><strong>9- Na sua opinião, o que o público pode esperar de&nbsp;Três Graças?</strong></p>



<p>O público pode esperar uma história sobre pessoas, estamos falando de vidas brasileiras, ou seja, essas questões tratadas na trama existem e elas estão próximas de mim, de você ou de qualquer outra pessoa. Embora se trate de uma ficção, a trama da novela é inspirada no que acontece no dia a dia, os personagens são identificáveis e digo isso no sentido de, concordando ou discordando, essa pessoa existe e ela pode ser você, seus familiares ou vizinhos. Terá muita reviravolta, comédia, drama e acredito que a história seja muito empática, as pessoas vão se ver na tela. &nbsp;Estamos chegando em outubro e espero que o Brasil possa amar/odiar os personagens de&nbsp;Três Graças&nbsp;com&nbsp;todo&nbsp;o coração!</p>
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		<title>Deusa Cientista aproxima a ciência descolonizada das pessoas negras e periféricas: “Faz parte da nossa história”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Sep 2025 15:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ENTREVISTAS]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[ciência descolonizada]]></category>
		<category><![CDATA[Deusa Cientista]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Kananda Eller, conhecida nas redes sociais como Deusa Cientista, tem aproximado a ci&#234;ncia de pessoas negras e perif&#233;ricas. Somando mais de 500 mil seguidores no Instagram e no TikTok, a qu&#237;mica e mestra em Ensino de Ci&#234;ncias Ambientais pela USP, explica que seu objetivo &#233; mostrar que a ci&#234;ncia &#8220;faz parte da hist&#243;ria delas e [&#8230;]</p>
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<p><strong>Kananda Eller</strong>, conhecida nas redes sociais como <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/historias-de-cientistas-negras-sao-destaques-em-ciencia-substantivo-feminino-nova-serie-do-gnt/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Deusa Cientista</a></strong>, tem aproximado a ciência de pessoas negras e periféricas. Somando mais de 500 mil seguidores no Instagram e no TikTok, a química e mestra em Ensino de Ciências Ambientais pela USP, explica que seu objetivo é mostrar que a ciência “faz parte da história delas e que elas podem se apropriar desse conhecimento para mudar a qualidade de vida delas”, disse em <strong>entrevista ao Mundo Negro. </strong></p>



<p>Desde o início da pandemia de covid-19, em 2020, Kananda ampliou seu conhecimento para as redes, levando informações científicas de forma acessível e descolonizada para comunidades que historicamente foram excluídas desse campo. “Trazer referências de intelectuais negros para alimentar o imaginário coletivo das pessoas negras de que elas são intelectuais, foi o que me fez ir pra internet.”</p>



<p>Além de trazer referências de pesquisadores negros, Kananda mostra como a química está presente no cotidiano, por exemplo, desmistificando produtos usados na desinfecção de alimentos e compartilhando dicas práticas para a rotina em casa.</p>



<p>Recentemente, ela entrevistou a ministra do Meio Ambiente, <strong>Marina Silva</strong>, onde conversaram sobre o retrocesso da <strong>PL da Devastação</strong>, o perigo do Brasil para os ambientalistas, e a vulnerabilidade social das comunidades tradicionais. O encontro será disponibilizado em breve nas redes sociais da influenciadora.&nbsp;</p>



<p><strong>Leia a nossa entrevista completa abaixo:</strong></p>



<p><strong>MN: Como surgiu a ideia de tornar a ciência um território de representatividade, especialmente para pessoas negras e periféricas, nas redes sociais?</strong></p>



<p><strong>Deusa Cientista: </strong>A ideia de tornar-se acessível para pessoas negras e para comunidades periféricas surge assim, foi um processo. Eu tinha acabado de me formar em química, eu tinha estudado sobre formação de professor de química e como os professores relacionavam química com essas discussões raciais e eu me deparei com muitas discussões sobre racismo científico. Então eu percebi que o meu lugar seria muito mais interessante na internet do que na sala de aula, porque eu conseguiria trazer referências para professores e consequentemente também pra comunidade negra, pra comunidade periférica de como discutir a ciência para nossa comunidade. E aí quando veio a pandemia, foi aquele momento em que todo mundo tava falando sobre ciência, né? A maioria das pessoas da minha própria comunidade também vinham até mim, querendo entender sobre o que estava acontecendo, e eu comecei a fazer esse trabalho de aproximação da ciência das pessoas para que elas entendam que isso é algo que faz parte delas, faz parte da história delas e que elas podem se apropriar desse conhecimento para mudar a qualidade de vida delas. Durante a pandemia, a maioria dos divulgadores científicos, até hoje, essa comunidade ainda é muito branca. Então, trazer referências de intelectuais negros para alimentar o imaginário coletivo das pessoas negras de que elas são intelectuais, que houveram muitos intelectuais e que elas podem continuar produzindo conhecimento para que a gente não morra dentro desse lugar do pensar, do escrever, foi o que me fez ir pra internet.</p>



<p><strong>MN: Durante esse período enquanto cientista e criadora de conteúdo, houve algum momento mais específico que para você reforçou a importância da divulgação científica de forma acessível?</strong></p>



<p><strong>Deusa Cientista:</strong> Eu venho de uma trajetória que eu sou do subúrbio de Salvador em Plataforma. Lá eu tinha um pré-vestibular social e nesse pré-vestibular social, a gente dava aula para que os estudantes pudessem acessar as universidades. Eram aulas gratuitas. Eu era professora de química, me formei assim como professora na prática. Nesse pré-vestibular, isso foi muito marcante para a minha trajetória. Quando eu fui para a internet, eu entendi que o meu lugar estava mais no lugar de trabalhar para essa opção pública, de ajudar, compartilhar ou trabalhar junto com a cultura do país, de trazer pro imaginário coletivo das pessoas essa ideia sobre essa ciência na perspectiva acessível, descolonizada. E eu vou para diversos lugares para fazer isso, para as escolas públicas. Até nas universidades públicas, porque isso não é uma coisa que a gente aprende na universidade. Se a gente aprendesse, eu não teria estudado isso fora dela, eu teria estudado dentro da universidade. Já fui para espaços, onde jovens, adolescentes, cumprem medidas socioeducativas para falar sobre ciência, para falar sobre esse imaginário, trazer referências de representatividade para essas pessoas e tornar a ciência mais acessível. Até a forma, a linguagem que eu utilizo, tudo isso são estratégias que eu vou usando para deixar as coisas mais fáceis, para mostrar que não é um bicho sete de cabeça, para tornar a ciência mais próxima das pessoas. Porque a ciência, essa ciência ocidental, ela se colocou muito no pedestal, ela se distanciou da comunidade. E isso espalha muito a gente, né, em cenários, por exemplo, como foi a pandemia, em que ficou fácil também desconfiar da ciência em alguns momentos do movimento antivacina, muita desinformação, muitas notícias falsas. Então, quando a gente tá próximo, quando a gente entende como que é, quando a gente entende que a gente faz parte disso também, fica muito mais fácil de se trabalhar junto com a população, que hoje no Brasil é maioria negra.</p>



<p><strong>MN: Como enxerga o papel da ciência na luta por equidade e inclusão social?</strong></p>



<p><strong>Deusa Cientista: </strong>Eu acredito que a ciência, a filosofia, ela pensa e teoriza muito as formas da gente se comportar, viver no mundo. Então, a ciência é muito importante para que a gente consiga melhorar a qualidade de vida das pessoas, para que a gente tenha uma sociedade mais equânime. Então, pensar uma ciência que sirva ao povo, pensar uma ciência que traga respostas pro povo. Eu vejo, por exemplo, uma vez eu estive no Rio Grande do Sul para fazer uma palestra na universidade lá e aí tinha uma mãe de santo de uma ilha em Porto Alegre. E antes de acontecer o desastre ambiental, a casa dela já tinha sido inundada. Ela tava mostrando lá na universidade Unisinos, como que a casa dela estava inundada, a água passava, chegava perto do topo da geladeira. E ela falou assim: &#8220;Cadê a ciência que não tava aqui para me avisar que a casa ia alagar?&#8221; Então assim, quando a gente tem a inserção de jovens negros nas universidades, jovens, adultos, mais velhos, nas universidades, a gente tem uma demanda maior pela discussão sobre a comunidade negra que era esquecida pela ciência. Então, se a gente não tem dados sobre a comunidade negra que discrimine, que entenda que as pessoas negras são mais afetadas em termos de saúde, educação, aprendizagem, qualidade de vida, impactos ambientais, a gente não vai ter como criar políticas para essa comunidade, porque ela é invisível aos dados científicos e invisível ao que a gente tá pensando. Se a gente não sabe, a gente não tem como resolver o problema. Então, a ciência tem que partir desse princípio, de entender, de não negar mais a existência de pessoas negras, tanto na produção de conhecimento científico quanto nos dados, de não usar os nossos corpos como objeto, como a eugenia fez, de usar os corpos de pessoas negras como objeto e trazer respostas para ciência e fingir que aquelas pessoas não existem ou que não eram pessoas. E a gente precisa ter muito cuidado porque isso ainda acontece hoje em outra proporção. Então, a ciência vai trazer mais qualidade de vida para as pessoas, ela vai trazer mais dados e respostas para que a gente consiga trazer uma qualidade de vida e uma vida plena para as pessoas negras.</p>



<p><strong>MN: Que impacto você percebe que seus conteúdos tem na autoestima e no senso de pertencimento de cientistas negros e negras?&nbsp;</strong></p>



<p><strong>Deusa Cientista: </strong>A gente costuma estudar no marketing o público alvo e os públicos que a gente tá atingindo, mas eu sou muito feliz de ver que tem crianças e tem idosas e tem pessoas da minha idade que se afinam e que são impactadas com o meu conteúdo. Então as crianças conseguem criar no imaginário dela a existência de cientistas negras. E isso faz elas terem orgulho de quem elas são. Não veem elas mais somente com a corda no pescoço quando aparece nos livros didáticos, na aula de história durante a escravidão e acabou. Elas sabem que existe uma perspectiva de futuro para elas e que elas fazem parte desse futuro. Para muitas mulheres mais velhas, elas veem o quanto os sonhos se passaram pela frente delas por causa da violência do racismo, do machismo, enfim. Então, quando elas veem, elas falam assim: &#8220;Ah, eu quero voltar para a universidade&#8221;. Já vi muitas histórias de pessoas que falaram que estavam voltando pra universidade depois que viram o meu conteúdo. Para as pessoas que estão ainda na universidade, elas também são violentadas até hoje. Porque esse processo de desigualdade, de poucos orientadores negros, de não ter um letramento racial nesses espaços, existe uma disputa muito grande. Isso afeta a nossa autoestima, afeta a nossa vontade de permanecer, afeta a nossa vontade de pesquisar sobre nós mesmas. Então, quando você entende que o que você pensa, o que você vive é válido, é importante, existem pessoas que estão fazendo isso também, a gente se sente forte, a gente se sente capaz de continuar a nossa história, dar continuidade ao que a nossa ancestralidade fez. Então, eu sinto que é sempre um reforço dessa autoestima, o meu conteúdo para comunidade negra.</p>



<p><strong>5 &#8211; Recentemente, você entrevistou a ministra Marina Silva. Como surgiu essa oportunidade e que reflexões você trouxe neste contato com a Ministra do Meio Ambiente?</strong></p>



<p>O convite chegou através da comunicação do governo federal brasileiro e eles chamaram alguns influenciadores para fazer uma série de vídeos entrevistando a ministra Marina Silva e vai lá no perfil deles, no nosso. Foi um momento muito enriquecedor, a ministra Marina Silva tem uma trajetória longa na política e ela é muito profunda nas coisas, tudo o que ela vive. Ao mesmo tempo muito poética e muito conhecedora assim do trabalho de base, da política real e enfim de outros setores da sociedade no geral. A minha pergunta com ela foi com foco na educação para falar um pouco sobre a PL da Devastação que foi um retrocesso no Brasil, falar um pouco sobre desmatamento. Para finalizar, eu falei sobre o Brasil ser um país perigoso para os ambientalistas. Eu trouxe essa discussão junto com ela, que ela também entende e reafirma isso no discurso, dos indígenas, das comunidades quilombolas, dos catadores de materiais recicláveis, que são as pessoas que estão na base mesmo dessa discussão da sustentabilidade, do meio ambiente, e que são em sua maioria negros, indígenas, pessoas em vulnerabilidade social muitas vezes, porque elas nem sempre, essas comunidades tradicionais, estão em vulnerabilidade social, mas elas subsistem muitas vezes sem o apoio das políticas. E quando a gente tem um impacto os impactos ambientais chegam primeiro. Então eu pude discutir com ela sobre esse presente, porque quando a gente vai falar sobre sustentabilidade, fala muito que o planeta vai aquecer, que o nível da água do mar vai subir. Só que quando a gente vai falar sobre essas comunidades tradicionais, elas já estão vivendo isso agora. São comunidades que muitas vezes moram em territórios que ofertam água para cidades, para lugares onde o bioma já foi altamente devastado, e eles vivem uma lógica de existência ali que preserva esse meio ambiente. Mas ao mesmo tempo é muito comum você ver regiões, territórios assim que muitas vezes fornece a água para as cidades urbanas, os centros urbanos e as capitais, e que existe ali uma falta de água, uma escassez. Então, toda essa contradição da desigualdade social e do desequilíbrio ambiental. Então, quando a gente olha para a parte social, o desequilíbrio ambiental também tá aí nessa desigualdade. E foi isso que eu pude conversar com ela, tentei trazer esses aspectos.</p>
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		<title>“Achei o meu lugar”: após o primeiro Fenty Beauty Coffee Party no Brasil, a maquiadora Carol Romero celebra parceria com a Fenty Beauty </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Sep 2025 20:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Empresária, maquiadora e autora do primeiro livro de maquiagem para pele negra publicado no Brasil, <strong>Carol Romero</strong> levou sua assinatura à primeira edição da <strong>Fenty Beauty Coffee Party</strong> no país, realizada <strong>em São Paulo</strong>. A agenda teve <strong>28 de agosto para convidados</strong> e <strong>30 de agosto aberto ao público</strong>, em encontros que combinaram técnica, afeto e cocriação com a marca fundada por Rihanna.</p>



<p><strong>Antes da Coffee Party, Carol já havia colaborado com a Fenty no backstage de um desfile em São Paulo</strong>, experiência que a colocou no radar da marca e pavimentou o convite para as novas ativações. Nesse trabalho, sua leitura de subtom e acabamento de pele negra chamou a atenção da equipe e reforçou sua reputação como referência.</p>



<p><em>“Sou fã da Riri sim, assumidíssima, e costumo dizer que tê-la como referência de beleza e moda há 20 anos ajudou muito para que eu me tornasse a pessoa que sou hoje.Neste processo, entender e me tornar uma empresa maior, ter como cliente uma marca que alia o que acredito e levanto como pilar principal, me deixa extremamente grata.</em>”, escreveu nas redes ao celebrar a participação no&nbsp; Coffee Party<br><br>Ao explicar como a parceria maquiadora e marca funciona, Carol descreve um fluxo que vai além de seguir briefing. <strong>“Com a Fenty, felizmente, eu tenho essa liberdade de opinar, de sugerir e a gente vai entendendo o que é melhor.”</strong> A familiaridade com o portfólio nasceu do uso contínuo e foi aprofundada com formação técnica. <strong>“Eu acabei ficando o expert sobre a linha de usar mesmo e fiz um treinamento interno com a Fanie Castro que é a treinadora da marca no Brasil&#8221;.&nbsp;</strong></p>



<p>Trabalhar com a Fenty tem dimensão estética e política. <strong>“Para mim, trabalhar com a Fenty, prestar serviços pra Fenty, é uma realização como mulher negra, em primeiro lugar.”</strong> Sua relação com Rihanna atravessa a própria construção de beleza. <strong>“Eu sempre tive uma questão com a minha testa… e ver que ela tinha uma testa, inclusive, até maior que a minha e eu achava ela linda, eu também poderia ser bonita igual a ela.”</strong></p>



<p>A identificação se consolidou com a proposta de diversidade real da marca. <strong>“Foi tipo, como se eu falasse assim, achei o meu lugar… A marca tem qualidade, os produtos são bons… Realmente, eu acredito muito nas coisas, nos produtos da marca.”</strong></p>



<p>O momento também marca um passo empresarial. <strong>“Neste processo, entender e me tornar uma empresa maior, ter como cliente uma marca que alia o que acredito e levanto como pilar principal, me deixa extremamente grata.”</strong> Com 16 anos de carreira, Carol vê a Fenty Beauty Coffee Party como vitrine do caminho construído com a comunidade: técnica precisa, linguagem acessível e representatividade real do briefing à execução.<br><br></p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/achei-o-meu-lugar-apos-o-primeiro-fenty-beauty-coffee-party-no-brasil-a-maquiadora-carol-romero-celebra-parceria-com-a-fenty-beauty/">“Achei o meu lugar”: após o primeiro Fenty Beauty Coffee Party no Brasil, a maquiadora Carol Romero celebra parceria com a Fenty Beauty </a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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