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	<title>Arquivos Cinema Negro - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>O impacto de Pecadores no audiovisual, na cultura e na economia do povo negro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/o-impacto-de-pecadores-no-audiovisual-na-cultura-e-na-economia-do-povo-negro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 19:13:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Rachel Maia O lan&#231;amento do filme Pecadores n&#227;o provocou apenas rea&#231;&#245;es est&#233;ticas ou narrativas. Especialmente ap&#243;s sua indica&#231;&#227;o ao Oscar 2026, que ampliou sua visibilidade internacional, o longa escancarou as estruturas da ind&#250;stria cinematogr&#225;fica &#8212; e, mais do que isso, revelou como o audiovisual pode impactar diretamente a cultura e a economia do povo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Por Rachel Maia</p>



<p>O lançamento do filme <em>Pecadores</em> não provocou apenas reações estéticas ou narrativas. Especialmente após sua indicação ao Oscar 2026, que ampliou sua visibilidade internacional, o longa escancarou as estruturas da indústria cinematográfica — e, mais do que isso, revelou como o audiovisual pode impactar diretamente a cultura e a economia do povo negro.&nbsp;</p>



<p>Não se trata apenas da história contada na tela, mas daquilo que aconteceu fora dela: Ryan Coogler, o diretor, garantiu o corte final do filme e uma porcentagem dos lucros das exibições nos cinemas desde o início — diferentemente do modelo tradicional de Hollywood, no qual os diretores recebem parte dos ganhos após a comprovação do sucesso financeiro do filme.</p>



<p>Ao mesmo tempo em que o filme se propõe a discutir exploração, poder e desigualdade racial, os bastidores de sua produção ecoam essas questões, transformando a obra em um marco que vai além da tela e tensiona as estruturas do próprio mercado.</p>



<p>Em um setor historicamente marcado por assimetrias, sobretudo quando se trata de profissionais negros, essa iniciativa foi vista como uma ameaça ao modelo vigente. E isso é mais um fator que torna <em>Pecadores</em> tão relevante: o filme não apenas denuncia desigualdades, mas exige, na prática, medidas mais equitativas capazes de reestruturar a indústria. Afinal, se um projeto demonstra que é possível valorizar adequadamente roteiristas, diretores e equipes —&nbsp; o que nos faz vislumbrar um mundo mais justo para todos —, vale a ousadia.&nbsp;</p>



<div class="wp-block-cover"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1008" height="567" class="wp-block-cover__image-background wp-image-95412" alt="" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2.png" data-object-fit="cover" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2.png 1008w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2-300x169.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2-150x84.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2-768x432.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2-747x420.png 747w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/03/image-2-696x392.png 696w" sizes="(max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><span aria-hidden="true" class="wp-block-cover__background has-background-dim"></span><div class="wp-block-cover__inner-container is-layout-flow wp-block-cover-is-layout-flow">
<p class="has-text-align-center has-large-font-size">Foto: divulgação</p>
</div></div>



<p>Para Letícia Castor, jornalista e crítica de cinema, que atua no mundo corporativo como comunicadora especializada em Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&amp;I), o filme vai na contramão do que os estúdios estão dispostos a investir.</p>



<p>“Ryan Coogler, diretor de obras como <em>Pantera Negra</em> e <em>Creed: Nascido para Lutar,</em> conseguiu trazer em um filme de horror, <em>Pecadores</em>, uma analogia sobre como aqueles com mais poder sugam a vida e os direitos dos subjugados no Mississippi da década de 1930, na era Jim Crow”, destaca Letícia, reforçando que a escolha do gênero não é acidental — é estratégica. O horror, aqui, não está apenas nas criaturas da tela. Essa escolha estética amplia a discussão e reforça que o audiovisual movimenta todo um ecossistema, já que é por meio da cultura que construímos contextualizações de inclusão e conexão com a sociedade.</p>



<p><em>Pecadores </em>opera em duas camadas. Na superfície, apresenta uma narrativa que denuncia a exploração de pessoas negras por estruturas de poder. Em um plano mais profundo, porém, o filme se torna um espelho da própria indústria que o produziu. A ficção e a realidade se cruzam de forma quase inevitável: o que é denunciado na trama se manifesta, de maneira concreta, nas reações do mercado.</p>



<p>“Ryan protegeu o trabalho de pessoas historicamente excluídas e se recusou a jogar o jogo de Hollywood, assegurando que todo lucro (cinemas, streamings, merchandising) vá diretamente para o seu bolso, e não para o dos estúdios e distribuidoras. Mais do que isso, ele protegeu a propriedade intelectual de sua criação e o legado de sua obra ao conseguir em seu acordo com a distribuidora que os direitos autorais retornassem a ele após 25 anos. E que obra! <em>Pecadores </em>bateu o recorde de indicações ao Oscar, com 16 nomeações. O filme levou para casa as estatuetas de Melhor Fotografia, Melhor Trilha Sonora, Melhor Roteiro Original e Melhor Ator Principal para Michael B. Jordan. Aqui, temos uma vitória agridoce, já que Michael é o sexto homem negro na história do Oscar a vencer na categoria. É motivo de celebração? Com certeza. Mas é também de reflexão sobre os vieses da Academia (e de toda indústria), afinal, estamos falando da 98ª edição da cerimônia”, enfatiza a jornalista.&nbsp;</p>



<p>A resistência a mudanças estruturais não é novidade. Ao longo da história do cinema e do meio corporativo, avanços em DE&amp;I e impacto social frequentemente enfrentam barreiras — muitas vezes veladas, outras explícitas. O que diferencia o momento atual é a crescente visibilidade dessas tensões. O público está mais atento, os profissionais mais organizados e as narrativas mais conscientes de seu papel político.</p>



<p>O filme cumpre uma função que vai além do entretenimento. Ele gera discussão, provoca e, sobretudo, evidencia que oportunidade, ética e reconhecimento — quando aplicados de fato — redistribuem o poder, principalmente o econômico.</p>
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		<title>APCA anuncia os finalistas da categoria TV de 2026; confira</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/apca-anuncia-os-finalistas-da-categoria-tv-de-2026-confira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2026 20:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Associa&#231;&#227;o Paulista de Cr&#237;ticos de Artes (APCA) divulgou a lista de finalistas da categoria Televis&#227;o, referente &#224; produ&#231;&#227;o de 2025. O an&#250;ncio confirma a consolida&#231;&#227;o do streaming na disputa direta com a TV aberta, mas o dado mais relevante desta edi&#231;&#227;o &#233; a forte presen&#231;a de narrativas e talentos negros nas principais categorias, tanto [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Associação Paulista de Críticos de Artes (APCA) divulgou a lista de finalistas da categoria Televisão, referente à produção de 2025. O anúncio confirma a consolidação do streaming na disputa direta com a TV aberta, mas o dado mais relevante desta edição é a forte presença de narrativas e talentos negros nas principais categorias, tanto em dramas históricos quanto em produções contemporâneas.</p>



<p>Entre as novelas, a disputa reflete a diversidade de gêneros. <strong>Garota do Momento</strong> (Globo), trama das seis que trouxe o protagonismo negro para a estética dos anos 50, concorre com o remake de <strong>Vale Tudo</strong> e a inédita <strong>Três Graças</strong>. No streaming, a HBO/Max aparece com <strong>Beleza Fatal</strong>, enquanto o Globoplay marca presença com a supersérie <strong>Guerreiros do Sol</strong>.</p>



<p>Nas séries, o tom é de relevância social. <strong>Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente</strong> foca na crise do HIV nos anos 80, trazendo à tona a vulnerabilidade de corpos marginalizados. No campo do humor e da crônica urbana, <strong>Pablo &amp; Luisão</strong> (Globoplay) se destaca ao adaptar as histórias de amizade e periferia que viralizaram nas redes.</p>



<p>A categoria de Melhor Atriz evidencia a força de <strong>Camila Pitanga</strong>. Sua atuação em <em>Beleza Fatal</em> é um dos pilares da indicação da obra, colocando-a ao lado de nomes como Carol Castro (de <em>Garota do Momento</em>) e Marjorie Estiano.</p>



<p>Nas categorias masculinas, o reconhecimento de atores negros como <strong>Thomás Aquino</strong> (por <em>Guerreiros do Sol</em>) reforça a tendência da APCA de premiar interpretações que fogem do óbvio e trazem densidade para a tela.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong> Lista Completa de Finalistas – APCA 2026 (Categoria TV)</strong></h3>



<p><strong>NOVELA</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Beleza Fatal</em> (Max)</li>



<li><em>Garota do Momento</em> (Globo)</li>



<li><em>Guerreiros do Sol</em> (Globoplay)</li>



<li><em>Três Graças</em> (Globo)</li>



<li><em>Vale Tudo</em> (Globo)</li>
</ul>



<p><strong>SÉRIE</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>Ângela Diniz</em> (HBO)</li>



<li><em>Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente</em> (HBO)</li>



<li><em>Os Donos do Jogo</em> (Globoplay)</li>



<li><em>Pablo &amp; Luisão</em> (Globoplay)</li>



<li><em>Tremembé</em> (Prime Video)</li>
</ul>



<p><strong>ATRIZ</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Camila Pitanga</strong> (<em>Beleza Fatal</em>)</li>



<li>Carol Castro (<em>Garota do Momento</em>)</li>



<li>Débora Bloch (<em>Vale Tudo</em>)</li>



<li>Marjorie Estiano (<em>Ângela Diniz</em>)</li>



<li>Suely Franco (<em>Dona de Mim</em>)</li>
</ul>



<p><strong>ATOR</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>André Lamoglia (<em>Os Donos do Jogo</em>)</li>



<li>Irandhir Santos (<em>Guerreiros do Sol</em>)</li>



<li>Jaffar Bambirra (<em>Dias Perfeitos</em>)</li>



<li>Jhonny Massaro (<em>Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente</em>)</li>



<li>Thomás Aquino (<em>Guerreiros do Sol</em>)</li>
</ul>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Chadwick Boseman recebe estrela póstuma na Calçada da Fama de Hollywood</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/chadwick-boseman-recebe-estrela-postuma-na-calcada-da-fama-de-hollywood/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Nov 2025 09:36:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Chadwick Boseman recebeu ontem (20) uma estrela p&#243;stuma na Cal&#231;ada da Fama de Hollywood, em uma cerim&#244;nia que reuniu familiares, amigos e colegas que acompanharam sua trajet&#243;ria. A presen&#231;a de nomes como Michael B. Jordan, Viola Davis, Letitia Wright e Ryan Coogler refor&#231;ou que essa n&#227;o foi apenas mais uma homenagem de Hollywood, foi um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Chadwick Boseman recebeu ontem (20) uma estrela póstuma na Calçada da Fama de Hollywood, em uma cerimônia que reuniu familiares, amigos e colegas que acompanharam sua trajetória. A presença de nomes como Michael B. Jordan, Viola Davis, Letitia Wright e Ryan Coogler reforçou que essa não foi apenas mais uma homenagem de Hollywood, foi um gesto simbólico que reconhece a importância de um artista que redefiniu o alcance da representatividade negra no cinema global.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-94996" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6-1024x1024.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6-300x300.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6-150x150.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6-768x768.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6-420x420.jpg 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6-696x696.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6-1068x1068.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/ChadwickBoseman-forever.-The-Black-Panther-icon-was-honored-with-a-star-on-the-Hollywood-Walk-6.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Antes de se tornar T’Challa, Boseman já demonstrava o peso de sua escolha artística. Ele interpretou figuras fundamentais da história afro-americana: Jackie Robinson, que rompeu a segregação no beisebol; James Brown, cuja musicalidade moldou gerações; e Thurgood Marshall, primeiro juiz negro da Suprema Corte dos EUA. Cada papel era tratado como missão, não como oportunidade. Essa postura se tornaria marca de sua carreira, rigor histórico, profundidade emocional e uma leitura política de cada personagem.</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/A-legacy-rooted-in-excellence-now-etched-forever-on-the-Hollywood-Walk-of-Fame-🖤-✨-2.jpg" alt="" class="wp-image-94992"/></figure>



<p>Em <em>Pantera Negra</em>, essa visão atingiu escala mundial. Boseman ajudou a construir um marco cultural, ampliando o imaginário negro para o campo do épico e do heroico. Wakanda não foi apenas um cenário de ficção: tornou-se referência estética, tecnológica e espiritual para milhões de pessoas negras ao redor do planeta. A performance de Boseman deu forma a um líder que combinava ancestralidade, modernidade e dignidade, algo raro em narrativas mainstream. Seu impacto ultrapassou o cinema: atravessou a moda, a educação, debates sobre identidade e abriu portas para novos caminhos criativos.</p>



<p>Mesmo em meio ao tratamento contra um câncer agressivo, Boseman seguiu atuando, gravando e construindo um legado com uma disciplina comovente. Seu último trabalho, <em>A Voz Suprema do Blues</em>, mostrou um artista ainda mais maduro, consciente e afiado. Agora, sua estrela na Calçada da Fama funciona como um marco físico de algo que já era evidente: Boseman não foi apenas um nome da indústria. Ele se tornou referência, memória viva e ponto de virada na maneira como Hollywood enxerga, e representa, corpos e narrativas negras.</p>
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		<title>Spike Lee celebra 33 anos do lançamento do filme ‘Malcolm X’: “Um clássico que resistirá ao teste do tempo”</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/spike-lee-celebra-33-anos-do-lancamento-do-filme-malcolm-x-um-classico-que-resistira-ao-teste-do-tempo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 23:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[cinema negro]]></category>
		<category><![CDATA[denzel Washington]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Malcolm X]]></category>
		<category><![CDATA[oscar]]></category>
		<category><![CDATA[spike lee]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>H&#225; 33 anos, o filme &#8216;Malcolm X&#8217; fazia hist&#243;ria ao ser lan&#231;ado nos cinemas dos Estados Unidos, se tornando depois um marco para no mundo com retrato da vida e luta de um dos maiores revolucion&#225;rios pelos direitos civis da popula&#231;&#227;o negra! O diretor Spike Lee celebrou o feito nas redes sociais. &#8220;Agrade&#231;o a todos, [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/spike-lee-celebra-33-anos-do-lancamento-do-filme-malcolm-x-um-classico-que-resistira-ao-teste-do-tempo/">Spike Lee celebra 33 anos do lançamento do filme ‘Malcolm X’: “Um clássico que resistirá ao teste do tempo”</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Há 33 anos, o filme<strong> <a href="https://mundonegro.inf.br/de-malcolm-x-a-luta-de-classes-a-parceria-de-mais-de-3-decadas-entre-denzel-washington-e-spike-lee/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&#8216;Malcolm X&#8217;</a></strong> fazia história ao ser lançado nos cinemas dos Estados Unidos, se tornando depois um marco para no mundo com retrato da vida e luta de um dos maiores revolucionários pelos direitos civis da população negra! </p>



<p>O diretor <strong>Spike Lee</strong> celebrou o feito nas redes sociais. “Agradeço a todos, na frente e atrás das câmeras, por darem sangue, suor e lágrimas para fazer deste filme um clássico do cinema que resistirá ao teste do tempo”, escreveu. </p>



<p>Spike também dedicou um agradecimento especial a <strong>Denzel Washington</strong>, por sua atuação memorável, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de Melhor Ator. “Costumávamos brincar que, se não fizéssemos este filme direito, estaríamos com nossos passaportes prontos para fugir do país”, relembrou. </p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DRNF5XDiTn9/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DRNF5XDiTn9/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<p>Além das homenagens à toda equipe, Spike Lee também destacou que o filme só foi possível graças ao apoio financeiro de grandes personalidades negras. Entre eles: <strong>Janet Jackson, Oprah Winfrey, Prince, Tracy Chapman, Magic Johnson, Michael Jordan, Bill Cosby e Peggy Cooper Cafritz.</strong></p>



<p>No Brasil, o filme está disponível para assistir no Prime Video e no Mubi. </p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/spike-lee-celebra-33-anos-do-lancamento-do-filme-malcolm-x-um-classico-que-resistira-ao-teste-do-tempo/">Spike Lee celebra 33 anos do lançamento do filme ‘Malcolm X’: “Um clássico que resistirá ao teste do tempo”</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Na corrida pelo Oscar, documentário sobre presença africana no Renascimento europeu chega ao Brasil com sessões gratuitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 14:28:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[africanos]]></category>
		<category><![CDATA[afro-italiano]]></category>
		<category><![CDATA[documentário]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O cineasta afro-italiano <strong>Fred Kudjo Kuwornu</strong>, vencedor do <strong>Prêmio Dan David</strong>, desembarca no Brasil para apresentar seu documentário <strong>&#8216;Nós Estávamos Lá – A História Não Contada dos Africanos Negros no Renascimento Europeu&#8217;</strong>, em sessões gratuitas  nos dias 18, 19 e 21 de novembro, no Rio de Janeiro, em celebração à<strong> Semana da Consciência Negra</strong>. A produção integra a disputa por uma vaga no <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/o-agente-secreto-e-escolhido-para-representar-o-brasil-no-oscar-2026-e-alice-carvalho-celebra-viva-o-nordeste/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Oscar 2026</a></strong> na categoria Melhor Documentário de Longa-Metragem.</p>



<p>A obra revisita capítulos ocultados da história mundial ao investigar a presença negra no Renascimento europeu, destacando personagens como <strong>Ne Vunda</strong>, embaixador do Reino do Kongo no Vaticano, e <strong>São Benedito</strong>, figura profundamente reverenciada no Brasil e símbolo de fé e resistência na diáspora africana.</p>



<p>Filmado na Itália, Espanha, Portugal, França, Países Baixos, Reino Unido e Brasil, o documentário traça um percurso visual que revela como pessoas negras circularam por cortes reais, ordens religiosas, ateliês artísticos e espaços intelectuais entre os séculos XV e XVII. A pesquisa evidencia que a presença africana ajudou a moldar aspectos culturais, políticos e artísticos da Europa renascentista — um capítulo frequentemente excluído dos registros tradicionais.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DQ-e4ZiAQZ4/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DQ-e4ZiAQZ4/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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<p>Durante sua passagem pelo Brasil, Kuwornu também realiza visitas de pesquisa para seu próximo filme, que será dedicado à história e à devoção a São Benedito, fortalecendo ainda mais as conexões entre África, Brasil e Europa.</p>



<p>Apresentado no <strong>Pavilhão Central da 60ª Bienal de Veneza</strong>, sob curadoria de Adriano Pedrosa,<strong> </strong>&#8216;Nós Estávamos Lá&#8217; combina investigação histórica com linguagem cinematográfica envolvente, recolocando a África no centro das discussões globais sobre memória, arte e identidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Agenda de apresentações gratuitas no Rio de Janeiro:</strong></h3>



<p>18 de novembro de 2025 – 18h30<br>Museu Afrodigital Rio – R. São Francisco Xavier, 524 – Bloco F, térreo – Maracanã</p>



<p>19 de novembro de 2025 – 18h30<br>Teatro Itália – Av. Pres. Antônio Carlos, 40 – 4º andar – Centro<br>Em colaboração com o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro</p>



<p>21 de novembro de 2025 – 20h00<br>CUFA Madureira – R. Francisco Batista, 1 – Madureira<br>Sessão integrada à programação da FLUP</p>
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		<title>Ryan Coogler confirma &#8216;Pantera Negra 3&#8217; como seu próximo filme e produção já está em desenvolvimento</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ryan-coogler-confirma-pantera-negra-3-como-seu-proximo-filme-e-producao-ja-esta-em-desenvolvimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 12:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Marvel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s o lan&#231;amento do filme &#8216;Pecadores&#8217;, o diretor Ryan Coogler confirmou oficialmente que &#8216;Pantera Negra 3&#8217; j&#225; est&#225; em desenvolvimento e ser&#225; seu pr&#243;ximo projeto. A informa&#231;&#227;o foi revelada durante o evento Deadline&#8217;s Contenders Film: Los Angeles, onde o cineasta afirmou que o novo longa do Universo Cinematogr&#225;fico da Marvel (MCU) est&#225; avan&#231;ando: &#8220;Estamos trabalhando [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Após o lançamento do filme<strong> &#8216;Pecadores&#8217;</strong>, o diretor <strong>Ryan Coogler </strong>confirmou oficialmente que <a href="https://mundonegro.inf.br/ryan-coogler-confirma-denzel-washington-em-pantera-negra-3-o-maior-ator-vivo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>&#8216;Pantera Negra 3&#8217;</strong> </a>já está em desenvolvimento e será seu próximo projeto. A informação foi revelada durante o evento Deadline’s Contenders Film: Los Angeles, onde o cineasta afirmou que o novo longa do Universo Cinematográfico da Marvel (MCU) está avançando: “Estamos trabalhando duro nisso… Sim, é o próximo filme”.</p>



<p>A confirmação reforça a continuidade da franquia sob o comando de Coogler, responsável por conduzir<strong> Pantera Negra </strong>a um impacto global histórico e por estabelecer uma narrativa ainda mais profunda e emocional em <strong>Wakanda Para Sempre</strong>, lançado após a morte de <strong>Chadwick Boseman</strong>, eternizado como o <strong>Rei T&#8217;Challa</strong>.  </p>



<p>O segundo filme, marcado pela homenagem à morte do herói, apresentou <strong>Shuri</strong>, interpretada por <strong>Letitia Wright</strong>, assumindo o manto de heróina. Agora, para a próxima sequência, a expectativa é de que um novo ator ocupe o posto. As especulações apontam para <strong>Damson Idris </strong>(F1) como o principal nome cotado para assumir o papel do Pantera Negra. </p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-instagram wp-block-embed-instagram"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DLDiq8QMKxq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DLDiq8QMKxq/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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<p>Embora a Marvel não tenha anunciado oficialmente qualquer negociação, Idris foi questionado sobre o assunto em entrevistas recentes e não escondeu sua empolgação. De forma bem-humorada, o ator chegou a responder “sim-não!” quando perguntado se estaria em conversas com o estúdio, mas deixou claro que aceitaria o convite.</p>
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		<title>Tessa Thompson se destaca em ‘Hedda’ e entrega um dos papéis mais intensos da carreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Nov 2025 16:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A nova adapta&#231;&#227;o de Hedda, dirigida por Nia DaCosta, estreou em 2025 em cinemas selecionados e passa a estar dispon&#237;vel no Prime Video a partir de 29 de outubro. O filme revisita a pe&#231;a Hedda Gabler, de Henrik Ibsen, e a transporta para uma Inglaterra dos anos 1950, com escolhas est&#233;ticas modernas que colocam a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A nova adaptação de <em>Hedda</em>, dirigida por Nia DaCosta, estreou em 2025 em cinemas selecionados e passa a estar disponível no <strong>Prime Video a partir de 29 de outubro</strong>. O filme revisita a peça <em>Hedda Gabler</em>, de Henrik Ibsen, e a transporta para uma Inglaterra dos anos 1950, com escolhas estéticas modernas que colocam a protagonista no centro de tensões sociais, emocionais e identitárias.</p>



<p>Desde o lançamento, <em>Hedda</em> tem atraído atenção da crítica internacional por sua abordagem visual ousada e por reimaginar a personagem em novos contornos. A direção de DaCosta, segundo analistas, opta por “tweaks” relevantes, incluindo a reinterpretação de personagens — para expandir os temas centenários da obra. </p>



<p>Uma das partes mais valorizadas nas críticas é a atuação de <strong>Tessa Thompson</strong>. Segundo o <em>New Yorker</em>, ela entrega uma performance “intensa, nuançada e digna de prêmios”, que sustenta a narrativa e dá novas camadas à personagem. <a href="https://www.newyorker.com/magazine/2025/10/27/hedda-movie-review?utm_source=chatgpt.com" target="_blank" rel="noreferrer noopener">The New Yorker</a> Já a <em>Washington Post</em> afirma que sua Hedda exala “glamour, inquietação e agência subversiva” no contexto opulento e caótico criado por DaCosta. </p>



<p>Além do mérito artístico, a escolha de Thompson para o papel foi interpretada por observadores como parte de um debate maior sobre representatividade. O protagonismo negro em uma releitura de um clássico europeu como <em>Hedda Gabler</em> reforça a discussão sobre quem tem acesso a papéis de peso na cultura tradicional, e como essas releituras podem oferecer novas perspectivas, sem apagar a essência da obra original.</p>
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		<title>Canal Brasil exibe programação especial durante o Mês da Consciência Negra</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/canal-brasil-exibe-programacao-especial-durante-o-mes-da-consciencia-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Nov 2025 10:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: reprodução </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em celebração ao Dia da Consciência Negra (20/11), o Canal Brasil apresenta uma programação especial ao longo de todo o mês de novembro com documentários, filmes, séries e shows que abordam temas como racismo, religião, ancestralidade e cultura negra. A iniciativa inclui a faixa “Negritudes”, dedicada a histórias que exploram a vida, a arte e a luta de pessoas pretas, com o objetivo de ampliar a discussão sobre representatividade e protagonismo negro no audiovisual.</p>



<p>A programação tem início no dia 6 de novembro, com o longa-metragem <strong>“O Dia que Te Conheci” (2023)</strong>, de André Novais Oliveira, às 20h. Na trama, Zeca tenta levantar cedo para pegar o ônibus e chegar uma hora e meia depois na escola da cidade vizinha, mas descobre que será demitido. A partir daí, ele desenvolve um vínculo inesperado com a colega de trabalho Luísa. Classificação: 14 anos.</p>



<p>No dia 13/11, às 20h, será exibido <strong>“Filhas do Vento” (2004)</strong>, de Joel Zito Araújo, sobre duas irmãs que se reencontram 45 anos depois, carregando rancores do passado. Classificação: 14 anos. Já no dia 27/11, às 20h, entra em cartaz <strong>“Amor Maldito” (1984)</strong>, de Adélia Sampaio, considerado o primeiro longa de uma cineasta negra no Brasil, que retrata um romance entre duas mulheres. Classificação: 16 anos.</p>



<p><strong>Mostra Mês da Consciência Negra</strong> – Quintas, às 20h</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><em>O Dia que Te Conheci</em> (2023) – 6/11 – 20h</li>



<li><em>Filhas do Vento</em> (2004) – 13/11 – 20h</li>



<li><em>Amor Maldito</em> (1984) – 27/11 – 20h</li>
</ul>



<p><strong>Maratona Curta na Tela &#8211; Cineastas Negros</strong><br><strong>Data:</strong> Quinta-feira, 20/11<br><strong>Horário:</strong> A partir das 20h</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“Cavaram Uma Cova No Meu Coração” (2024)</strong> – inédito, 23’, direção: Ulisses Arthur. A história acompanha uma mineradora que perfura a terra para extrair sal-gema, enquanto uma gangue de adolescentes planeja quebrar a máquina responsável pelos tremores. Classificação: Livre.</li>



<li><strong>“Eu Me Chamo Darwin” (2021)</strong> – inédito, 11’, direção: Well Darwin. Reflexão sobre identidade a partir da memória. Classificação: Livre.</li>



<li><strong>“Cores e Botas” (2010)</strong>, 16’, direção: Juliana Vicente. Joana sonha em ser paquita, mas nunca se viu representada por ser negra. Classificação: 12 anos.</li>



<li><strong>“Rainha” (2016)</strong>, 31’, direção: Sabrina Fidalgo. Rita realiza o sonho de ser rainha de bateria, enfrentando desafios internos e externos. Classificação: 12 anos.</li>



<li><strong>“Como Respirar Fora D&#8217;Água” (2021)</strong>, 16’, direção: Júlia Fávero e Victoria Negreiros. Janaína é injustamente enquadrada por policiais e enfrenta sua relação com o pai. Classificação: 12 anos.</li>



<li><strong>“Quintal” (2015)</strong>, 20’, direção: André Novais Oliveira e Maurílio Martins. Um dia na vida de um casal de idosos da periferia. Classificação: 18 anos.</li>



<li><strong>“Escasso” (2022)</strong>, 16’, direção: Gabriela Gaia Meirelles e Clara Anastácia. Rose celebra o sonho da casa própria enquanto apresenta seu lar. Classificação: 12 anos.</li>



<li><strong>“Remendo” (2023)</strong>, 21’, direção: Gg Fákọ̀làdé. Zé trabalha reparando objetos esquecidos. Classificação: 12 anos.</li>
</ul>



<p><strong>Faixa Negritudes</strong><br><strong>Data:</strong> Segunda-feira, 24/11<br><strong>Horário:</strong> A partir das 20h</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“Tijolo por Tijolo” (2025)</strong> – inédito, 103’, direção: Quentin Delaroche e Victória Álvares. Uma família recifense reconstrói seu lar após evacuação por risco de deslizamento, durante a pandemia de Covid-19. Classificação: Livre.</li>



<li><strong>“Virgínia e Adelaide” (2025)</strong> – inédito, 96’, direção: Yasmin Thayná e Jorge Furtado. O encontro entre Virgínia Bicudo, primeira psicanalista negra do Brasil, e Adelaide Koch, psicanalista judia refugiada da Alemanha nazista. Classificação: 14 anos.</li>



<li><strong>Maratona “Escravidão no Século XXI” (2021)</strong> – 5 episódios, direção: Bruno Barreto e Marcelo Santiago. Análise das condições que configuram trabalho análogo à escravidão no Brasil. Classificação: 16 anos.</li>



<li><strong>“Isto é Pelé” (1974)</strong>, 75’, direção: Eduardo Escorel e Luiz Carlos Barreto. A trajetória de Edson Arantes do Nascimento e suas conquistas no futebol brasileiro. Classificação: 10 anos.</li>



<li><strong>“Garrincha, Alegria do Povo” (1962)</strong>, 58’, direção: Joaquim Pedro de Andrade. A carreira do jogador, com cenas das Copas de 1958 e 1962. Classificação: Livre.</li>



<li><strong>“Arapuca” (2023)</strong>, 20’, direção: Joel Caetano. Marcos retorna à antiga casa para cuidar do pai doente. Classificação: 12 anos.</li>



<li><strong>Show Sandra de Sá – 30 Anos &amp; Convidados (2007)</strong>, 63’. Álbum também conhecido como ÁfricaNatividade, celebra 30 anos da carreira da artista. Classificação: Livre.</li>
</ul>



<p>A programação completa do Canal Brasil para o Mês da Consciência Negra oferece um panorama diverso e plural da produção audiovisual negra, combinando obras inéditas e clássicas. São oportunidades de reflexão sobre representatividade, cultura, história e resistência, reunindo artistas e diretores negros que pautam a vida, a arte e a luta de pessoas pretas no Brasil.</p>
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		<title>Festival Nicho Novembro chega à 7ªedição com programação gratuita em São Paulo e exibições online</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/festival-nicho-novembro-chega-a-7aedicao-com-programacao-gratuita-em-sao-paulo-e-exibicoes-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 10:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[cinema]]></category>
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		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cinema negro brasileiro volta ao centro da tela. De 5 a 9 de novembro, o Festival Nicho Novembro realiza sua 7&#170; edi&#231;&#227;o em S&#227;o Paulo, reafirmando o compromisso de fortalecer narrativas pretas no audiovisual e celebrar o M&#234;s da Consci&#234;ncia Negra. Com curadoria inspirada na publica&#231;&#227;o Cinemateca Negra &#8212; o maior mapeamento hist&#243;rico de [&#8230;]</p>
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<p>O cinema negro brasileiro volta ao centro da tela. De 5 a 9 de novembro, o <strong>Festival Nicho Novembro</strong> realiza sua <strong>7ª edição</strong> em São Paulo, reafirmando o compromisso de fortalecer narrativas pretas no audiovisual e celebrar o Mês da Consciência Negra. Com curadoria inspirada na publicação <em>Cinemateca Negra</em> — o maior mapeamento histórico de filmes dirigidos por pessoas negras no país, o festival traz <strong>32 títulos entre curtas, médias e longas-metragens</strong>, além de debates e sessões especiais que cruzam cinco décadas de criação negra no cinema brasileiro.</p>



<p>Com entrada gratuita, as atividades acontecem em quatro espaços da capital: <strong>Cinemateca Brasileira</strong>, <strong>Itaú Cultural</strong>, <strong>CCSP (Centro Cultural São Paulo)</strong> e <strong>Instituto Moreira Salles</strong> — além de parte da programação disponível <strong>online, na plataforma Sala 54 (<a href="http://www.nicho54.com.br">www.nicho54.com.br</a>)</strong>.<br>A proposta desta edição é revisitar memórias, provocar novas leituras e conectar passado, presente e futuro da imagem negra.</p>



<p>A <strong>abertura oficial</strong> será com o premiado <strong>“Voz Zov Vzo” (2025)</strong>, de <strong>Yhuri Cruz</strong>, vencedor da categoria <em>Novos Olhares</em> no Festival Olhar de Cinema. O drama musical performático revisita a ditadura militar sob a perspectiva da população negra e será exibido ao ar livre, na Cinemateca, seguido de debate com o diretor.</p>



<p>Durante cinco dias, o público poderá acompanhar uma seleção que atravessa linguagens, gerações e territórios — das animações infantis afrocentradas às obras que documentam a potência de artistas, intelectuais e ativistas negros no Brasil. “O Festival Nicho deste ano apresenta uma edição especial que convida o público de todo o país a revisitar a criação negra brasileira nos últimos 50 anos e conecta os debates de cinema com os persistentes dilemas raciais da nossa sociedade”, afirma <strong>Fernanda Lomba</strong>, fundadora do <strong>Instituto Nicho 54</strong> e diretora artística do festival.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>PROGRAMAÇÃO COMPLETA</strong></h2>



<p><strong>Cinemateca Brasileira</strong> (Largo Sen. Raul Cardoso, 207 &#8211; Vila Clementino, São Paulo)<br><strong>Itaú Cultural</strong> (Av. Paulista, 149 &#8211; Bela Vista, São Paulo)<br><strong>CCSP &#8211; Sala do Circuito Spcine</strong> (Rua Vergueiro, 1000 &#8211; Liberdade, São Paulo)</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>05/11 &#8211; QUARTA-FEIRA</strong></h3>



<p><strong>Sessão de abertura &#8211; COM DEBATE</strong><br>18h30 &#8211; Cinemateca Brasileira &#8211; retirada de ingresso com 1h de antecedência na bilheteria</p>



<p><strong>“VOZ ZOV VZO”</strong>, de <strong>Yhuri Cruz</strong><br>51 min. / Drama/Musical Experimental / 2025 / Rio de Janeiro / 16 anos<br>Rio de Janeiro, 1975. Dentro de um estúdio, vários amigos se reúnem em torno de uma carta. À medida que as palavras são ditas em voz alta, seu significado se intensifica, oferecendo uma perspectiva racializada sobre memórias da ditadura militar brasileira.</p>



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<h3 class="wp-block-heading"><strong>06/11 &#8211; QUINTA-FEIRA</strong></h3>



<p><strong>Sessão Beleza para os olhos, reflexões para a vida de nossos pequenos &#8211; INFANTIL</strong><br>10h30 &#8211; Itaú Cultural &#8211; ingressos liberados no dia 4/11, às 12h, pelo site do Itaú Cultural</p>



<p><strong>Ópará de Ósún: Quando tudo nasce</strong> – Dir. Pâmela Peregrino<br>4 min / Animação / 2018 / Brasil</p>



<p><strong>Lulina e a Lua</strong> – Dir. Alois Di Leo e Marcus Vinícius Vasconcelos<br>13 min / Fantasia / 2023 / Brasil</p>



<p><strong>Lagrimar</strong> – Dir. Paula Vanina<br>13’58’’ / Animação / 2024 / Natal</p>



<p><strong>Meu nome é Maalum</strong> – Dir. Luísa Copetti<br>8’ / Animação / 2021 / Brasil</p>



<p><strong>O que vi</strong> – Dir. Victor Abreu<br>15’ / Drama / 2023 / Brasil</p>



<p><strong>Para onde vão os animais</strong> – Dir. Rogério Borges<br>15 min / Ficção / 2024 / Brasil</p>



<p><strong>Conversa Observar para Transformar</strong> – Itaú Cultural<br>14h00 &#8211; ingressos liberados no dia 4/11, às 12h, pelo site do Itaú Cultural</p>



<p><strong>Reprise Sessão Abertura “Voz Zov Vzo”</strong>, de <strong>Yhuri Cruz</strong><br>16h30 &#8211; CCSP</p>



<p><strong>Sessão Passados que se repetem com e sem diferença</strong><br>19h00 &#8211; CCSP &#8211; Sala do Circuito Spcine &#8211; retirada de ingresso com 1h de antecedência</p>



<p><strong>Rapsódia para um homem negro</strong> – Dir. Gabriel Martins<br>24’ / Ficção / 2015 / Brasil</p>



<p><strong>Crioulo Doido</strong> – Dir. Carlos Alberto Prates Correia<br>62’ / Ficção / 1970 / Brasil</p>



<p><strong>Conversa O pensamento e a pesquisa cinematográfica de mulheres negras</strong><br>19h &#8211; Cinemateca Brasileira</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>07/11 &#8211; SEXTA-FEIRA</strong></h3>



<p><strong>SESSÃO Premiere Narrativas Negras Não Contadas &#8211; COM DEBATE</strong><br>14h00 &#8211; Cinemateca Brasileira</p>



<p><strong>Melodia Ancestral</strong> – Dir. Beatriz Costa<br>15’ / Documentário / 2025 / Brasil</p>



<p><strong>Meu Nome é Tiana</strong> – Dir. Dafny Bastet<br>16’ / Documentário / 2025 / Brasil</p>



<p><strong>Camisa 9</strong> – Dir. Guilherme Batista<br>15’ / Documentário / 2025 / Brasil</p>



<p><strong>SESSÃO Reescritas em movimento</strong><br>16h30 &#8211; Cinemateca Brasileira</p>



<p><strong>SRTV 043 &#8211; Trecho de Entrevista com Beatriz Nascimento</strong><br>12’ / Entrevista / 1979 / Brasil</p>



<p><strong>Um filme de dança</strong> – Dir. Carmen Luz<br>90’ / Documentário / 2028 / Brasil</p>



<p><strong>Reprise Sessão Passados que se repetem com e sem diferença &#8211; DEBATE COM CURADORA</strong><br>16h30 &#8211; CCSP &#8211; Sala do Circuito Spcine</p>



<p><strong>SESSÃO Artimanhas</strong><br>19h00 &#8211; Cinemateca Brasileira</p>



<p></p>
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		<title>Museu do Ipiranga exibe ‘Todos os Mortos’ com debate sobre racismo e história; sessão gratuita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 18:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema Negro]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No m&#234;s da Consci&#234;ncia Negra, o Museu do Ipiranga promove a segunda edi&#231;&#227;o do Cinema no Museu com a exibi&#231;&#227;o do filme Todos os Mortos (2020), seguida de um bate-papo com o diretor Caetano Gotardo, o m&#250;sico e etnomusic&#243;logo Salloma Salom&#227;o, respons&#225;vel pela trilha sonora, e David Ribeiro, docente do Museu, que mediar&#225; o debate. [&#8230;]</p>
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<p>No mês da Consciência Negra, o Museu do Ipiranga promove a segunda edição do Cinema no Museu com a exibição do filme <em>Todos os Mortos</em> (2020), seguida de um bate-papo com o diretor Caetano Gotardo, o músico e etnomusicólogo Salloma Salomão, responsável pela trilha sonora, e David Ribeiro, docente do Museu, que mediará o debate. A sessão acontece em 8 de novembro, às 15h, com entrada gratuita; os ingressos devem ser retirados na bilheteria a partir das 14h. Recursos de acessibilidade como Libras e audiodescrição estarão disponíveis conforme demanda.</p>



<p>Premiado no Festival de Gramado e lançado no Festival de Berlim de 2020, <em>Todos os Mortos</em> reúne no elenco nomes como Thomas Aquino, Teca Pereira, Gilda Nomacce e Alaíde Costa. O filme narra as tensões entre duas famílias — uma branca e rica, outra formada por ex-escravizados, e propõe uma reflexão sobre as marcas da escravidão e a transformação social no Brasil, com foco na história da cidade de São Paulo.</p>



<p>Inaugurado em abril deste ano, o Cinema no Museu utiliza o cinema como ferramenta de reflexão sobre a sociedade brasileira, ampliando o diálogo com o público e estimulando novas leituras sobre o passado. Segundo David Ribeiro, “a escolha de <em>Todos os Mortos</em> reforça o compromisso do Museu em discutir, de forma sensível e crítica, as permanências e rupturas na sociedade brasileira”.</p>



<p>O diretor Caetano Gotardo, formado pela USP e com trabalhos premiados em Cannes, Berlim e Rotterdam, dirige longas como <em>O que se move</em>, <em>Seus ossos e seus olhos</em> e <em>Todos os Mortos</em>, além de séries para Canal Brasil e Globoplay. Salloma Salomão, mestre e doutor em História pela PUC-SP, tem trajetória dedicada à pesquisa e produção artística afro-brasileira e da diáspora africana, transitando entre música, artes cênicas e audiovisual, com atuação relevante em movimentos negros.</p>



<p>O evento reforça a missão do Museu do Ipiranga de promover encontros entre arte e história, oferecendo ao público oportunidade de reflexão crítica sobre questões centrais da sociedade brasileira por meio do cinema.</p>



<p><strong>Serviço:</strong><br>Cinema no Museu — 2ª edição<br>Exibição do filme <em>Todos os Mortos</em> e bate-papo com Caetano Gotardo e Salloma Salomão<br>Mediação de David Ribeiro<br>8 de novembro, às 15h<br>Auditório do Museu do Ipiranga — Rua dos Patriotas, 100<br>Classificação indicativa: 14 anos<br>Entrada gratuita; retirada de ingressos na bilheteria a partir das 14h<br>Recursos de acessibilidade: Libras e audiodescrição, mediante disponibilidade<br>Mais informações: <a href="https://museudoipiranga.org.br/visite">museudoipiranga.org.br</a></p>
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