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	<title>Arquivos Oportunidades de Trabalho - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>Coletivo ‘HHWC’ une hip hop e dança para transformar a relação de mulheres negras com o treino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito antes de se tornar gênero musical, muito antes das batalhas de rap e dos campeonatos de breakdance, o movimento do corpo já era, para o povo negro, um ato político. Na África, a dança era linguagem sagrada, forma de reverenciar ancestrais, celebrar colheitas, comunicar guerras e curar. Quando africanos escravizados foram arrancados de seus territórios e jogados em terras desconhecidas, o corpo continuou sendo o único território que ainda lhes pertencia. </p>



<p>Séculos depois, em 1973, no Bronx, bairro negro e periférico de Nova York destruído por políticas de reurbanização que forçaram comunidades afro-americanas e latinas a viver entre escombros, essa mesma energia ganhou nome novo. O DJ Kool Herc organizou a primeira festa de rua onde nasceria o hip hop. Afrika Bambaataa, ex-líder de gangue que havia sido transformado por uma viagem à África e pelos discursos de Malcolm X e dos Panteras Negras, fundou a Universal Zulu Nation com um objetivo claro: substituir a violência entre jovens negros pela dança, pela música, pelo grafite e pelo rap. </p>



<p>Essa cultura atravessou o Atlântico e chegou ao Brasil nos anos 1980, encontrando na periferia de São Paulo um terreno fértil. Na estação São Bento, na Galeria 24 de Maio, jovens negros se reuniam para dançar break e ouvir rap em rádios boombox. Os Racionais MC&#8217;s, Thaíde, os grafiteiros Os Gêmeos, todos filhos dessa mesma raiz, todos herdeiros de uma filosofia que colocava o corpo negro no centro da cena, como sujeito e não como objeto. É dentro dessa linhagem que nasce, em São Paulo, o <strong>HipHop Workout Collective, o <em>HHWC</em>.</strong></p>



<p><strong>O coletivo que juntou treino e ancestralidade</strong></p>



<p>Juliana Oliveira, Caroline Araujo e Juliane Daianny são personal trainers, professoras de educação física, atletas e, acima de tudo, mulheres negras que conhecem na própria pele o que significa não se reconhecer em um espaço de autocuidado. As academias convencionais, com seus espelhos, seus padrões e seus silêncios, raramente foram lugares onde corpos como os delas se sentiram bem-vindos.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="95430" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-95430" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-2048x1365.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
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<p>A resposta que criaram não foi apenas um treino diferente. Foi um espaço diferente. Com trilhas sonoras guiadas pelo hip hop, dinâmicas que estimulam o coletivo tanto quanto o físico e uma proposta que rompe com os padrões tradicionais do fitness, o HHWC transforma cada encontro em uma experiência cultural.</p>



<p><strong><em>&#8220;O HHWC é potência em movimento.&#8221;</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img decoding="async" width="264" height="406" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png" alt="" class="wp-image-95434" style="aspect-ratio:0.6502828990416073;width:374px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png 264w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-195x300.png 195w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-98x150.png 98w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-150x231.png 150w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></figure>



<p><em> — Juliane Daianny, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>Juliane, formada em Marketing e Educação Física, é proprietária do Studio JD, espaço de treinamento exclusivo para mulheres na Zona Norte de São Paulo. Amante da black music desde sempre, ela traz esse amor para o cotidiano do coletivo. Caroline Araujo, personal há sete anos e atleta de powerlifting com especialização em Ortopedia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, cuida da parte administrativa e da experiência dos encontros. Juliana Oliveira, personal trainer e professora de boxe desde 2019, campeã de levantamento terra, é responsável pelas redes sociais e pelas parcerias comerciais do projeto. Três mulheres, três trajetórias diferentes, uma visão comum: de que o treino pode ser, e deve ser, cultura.</p>



<p><strong>Quando não se mover é também uma questão estrutural</strong></p>



<p>Dados recentes revelam que apenas cerca de 33% das mulheres negras no Brasil praticam atividade física regularmente. Esse número, que poderia ser lido como desinteresse, é na verdade o retrato de uma equação estrutural: sem tempo, sem renda, sem representatividade, sem um lugar onde o próprio corpo se sinta em casa, o movimento se torna um luxo que o sistema não oferece.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" data-id="95431" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-95431" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-768x1024.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-225x300.jpg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-315x420.jpg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-150x200.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-300x400.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-696x928.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-1068x1424.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
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<p><em><strong>&#8220;Transformamos treino em cultura e movimento em pertencimento. O Hip Hop Workout Collective nasce também da urgência de criar espaços onde mais mulheres se sintam seguras para se movimentar. Quando olhamos para dados que mostram que mulheres negras ainda se movimentam menos, entendemos que não é sobre falta de interesse, mas sobre acesso, identificação e oportunidade. O HHWC surge como esse espaço de conexão, onde o corpo, a cultura e a comunidade caminham juntos.&#8221;</strong></em></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="264" height="385" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-95435" style="aspect-ratio:0.6857571944636116;width:470px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.png 264w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-206x300.png 206w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-103x150.png 103w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-150x219.png 150w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></figure>



<p><em>— Caroline Araujo, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>E as consequências dessa ausência de movimento vão muito além do peso na balança. Pesquisas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), da Unicamp e da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica apontam que o sedentarismo está diretamente relacionado ao desenvolvimento de tumores, e que mulheres negras pagam um preço desproporcional por essa equação.</p>



<p>Um estudo publicado na revista científica Breast Cancer Research and Treatment, analisando casos entre 2010 e 2015, constatou que mulheres negras são diagnosticadas em estágios mais avançados da doença do que mulheres brancas, e enfrentam uma taxa de mortalidade quase quatro vezes maior. O INCA, por sua vez, aponta que mulheres negras têm 57% mais chance de morrer de câncer de mama do que brancas, com especial incidência do subtipo triplo negativo, o mais agressivo da doença. Pesquisadores da Unicamp identificaram ainda uma tendência perturbadora: enquanto a mortalidade por câncer de mama cai entre mulheres brancas, ela continua subindo entre pretas e pardas, sinal de que as melhorias no diagnóstico e tratamento ainda não chegam a quem mais precisa.</p>



<p>E é aqui que o movimento entra como resposta. Estudos da Universidade Charles, na República Tcheca, analisando mais de 130 mil mulheres, concluíram que a atividade física regular pode reduzir em até 40% o risco de desenvolver câncer de mama. A American Cancer Society aponta que manter um nível regular de exercícios diminui entre 10% e 20% a chance de desenvolver um tumor. O sedentarismo, por outro lado, pode chegar a dobrar o risco de desenvolvimento da doença. O INCA confirma: a atividade física regula hormônios como estrogênio e progesterona, reduz inflamações crônicas e fortalece o sistema imunológico — mecanismos diretamente ligados à prevenção.</p>



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</figure>



<p><strong>Hip hop como filosofia, treino como filosofia</strong></p>



<p>Há uma coerência profunda no HHWC que vai além da playlist. O hip hop, em sua essência, sempre foi sobre transformação social através da arte, sobre pegar o que o sistema jogou fora e fazer disso cultura, identidade, orgulho. É o que Afrika Bambaataa chamava de quinto elemento do hip hop: o conhecimento de si, da realidade histórica e cultural dos grupos oprimidos.</p>



<p>O HHWC opera nessa mesma frequência. Cada sessão de treino é também um ritual de pertencimento — a música que pulsa, os corpos que se movem juntos, a instrutora que se parece com você, o espaço que foi construído pensando em você. Isso não é detalhe. Para uma mulher negra que cresceu achando que academia não era lugar para ela, isso é transformação.</p>



<p><em><strong>&#8220;O HHWC leva o hip hop para o treino como cultura viva, traduzindo esse movimento em comunidade, liberdade e transformação social.&#8221;<br></strong></em></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="263" height="387" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2.png" alt="" class="wp-image-95436" style="aspect-ratio:0.6796010659775499;width:446px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2.png 263w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-204x300.png 204w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-102x150.png 102w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-150x221.png 150w" sizes="(max-width: 263px) 100vw, 263px" /></figure>



<p><em> — Juliana Oliveira, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>Em 2025, o Hip Hop Workout Collective deu um passo que marca uma nova fase da sua história: a expansão para o Rio de Janeiro. O que nasceu como um encontro entre amigas em São Paulo agora conecta territórios, amplia redes e consolida o projeto como um movimento, com tudo o que essa palavra carrega de político, de histórico e de esperança.</p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DWCxIz7jmuN/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DWCxIz7jmuN/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<p>Ao lado das fundadoras, uma equipe de staff, voluntários, audiovisual, o DJ Pink Jay e a produtora Jufa Balshoy, todos pertencentes à mesma comunidade, todos com histórias de vida que se encontram nesse projeto. Como dizem as idealizadoras: <em>isso vai muito além de ser mais um coletivo de treino.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>PRÓXIMAS EDIÇÕES</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo</strong> — 12 de abril de 2025</li>



<li><strong>Rio de Janeiro</strong> — 2 de maio de 2025</li>
</ul>



<p><strong>Informações e ingressos:</strong> <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.google.com/search?q=https://linktr.ee/hhwc.br">linktr.ee/hhwc.br</a></p>



<p></p>
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		<title>Ação promove a retificação gratuita de nome e gênero em documentos oficiais</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/acao-promove-a-retificacao-gratuita-de-nome-e-genero-em-documentos-oficiais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 08:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 26 de janeiro de 2026, o Grupo L&#8217;Or&#233;al no Brasil realizou uma mobiliza&#231;&#227;o hist&#243;rica em sua sede, no Rio de Janeiro, em prol da dignidade e do reconhecimento da identidade de g&#234;nero. Como parte das a&#231;&#245;es do M&#234;s da Visibilidade Trans, a companhia promoveu o mutir&#227;o &#8220;Meu Nome de Verdade&#8221;, permitindo que colaboradores [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>No dia 26 de janeiro de 2026, o <strong>Grupo L’Oréal no Brasil</strong> realizou uma mobilização histórica em sua sede, no Rio de Janeiro, em prol da dignidade e do reconhecimento da identidade de gênero. Como parte das ações do Mês da Visibilidade Trans, a companhia promoveu o mutirão <strong>“Meu Nome de Verdade”</strong>, permitindo que colaboradores e parceiros realizassem, de forma gratuita, a retificação de nome e gênero em documentos oficiais.</p>



<p>A ação, desenvolvida em parceria com a <strong>Fiocruz</strong>, ofereceu suporte completo para até 150 pessoas, incluindo o custeio de transporte, alimentação, subsídio para emissão de documentos e abono de horas. O objetivo central foi remover barreiras burocráticas e financeiras que dificultam o acesso ao direito fundamental à identidade.</p>



<p>Além do mutirão, a sede da empresa recebeu, no período da manhã, o <strong>Encontro Regional do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+</strong>. O evento reuniu representantes de mais de 60 organizações para debater estratégias de acolhimento e empregabilidade para a população trans. O Grupo L’Oréal no Brasil, que é signatário do Fórum desde 2018, reforçou seu papel na liderança de pautas de impacto social e direitos humanos.</p>



<p>A agenda de 2026 trouxe ainda avanços significativos nos benefícios internos da companhia. Entre as novidades estão o lançamento da <strong>Mentoria TRANSformar</strong>, voltada para o desenvolvimento de carreira de talentos trans e não binários, e a implementação de um auxílio financeiro para o processo de hormonização de colaboradores e estagiários.</p>



<p>Para o Grupo L’Oréal no Brasil, essas iniciativas refletem uma cultura organizacional onde o respeito é prioridade. Atualmente, 17% do quadro de colaboradores da empresa se identifica como parte da comunidade LGBTQIAPN+, um reflexo do compromisso contínuo com a construção de um ambiente de trabalho seguro e plural.</p>
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		<title>Guia +Afro: nova plataforma digital reúne profissionais e negócios liderados por pessoas negras</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/guia-afro-nova-plataforma-digital-reune-profissionais-e-negocios-liderados-por-pessoas-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 19:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Guia +Afro, nova plataforma digital da iniciativa Mais Afro, est&#225; no ar desde 15 de novembro e inaugura uma fase de expans&#227;o no mapeamento e na conex&#227;o entre consumidores e profissionais negros no Brasil. O lan&#231;amento ocorre em um per&#237;odo simb&#243;lico, entre o Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino (19/11) e o Dia da Consci&#234;ncia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O Guia +Afro, nova plataforma digital da iniciativa Mais Afro, está no ar desde 15 de novembro e inaugura uma fase de expansão no mapeamento e na conexão entre consumidores e profissionais negros no Brasil. O lançamento ocorre em um período simbólico, entre o Dia Internacional do Empreendedorismo Feminino (19/11) e o Dia da Consciência Negra (20/11), evidenciando a força das mulheres e da população negra no desenvolvimento econômico do país.</p>



<p>Criada pela especialista em diversidade e profissional de marketing Aldren Flores, a Mais Afro iniciou seu trabalho em 2019 ao mapear perfis de profissionais negros no Instagram. Desde então, a iniciativa identificou e divulgou quase 3 mil perfis e distribuiu mais de 1.800 bolsas de estudo integrais, contribuindo para formação, qualificação e fortalecimento de carreiras negras. Esse acúmulo de dados e redes sustenta a base que agora compõe a nova plataforma.</p>



<p>O Guia +Afro reúne profissionais de 11 macrotemas, entre eles educação, gastronomia, moda, saúde, tecnologia, cultura, arquitetura e serviços especializados. O sistema permite busca por estado, área de atuação e formato de trabalho, online, híbrido ou presencial, e disponibiliza perfis completos, além de conteúdos editoriais sobre qualificação profissional, carreira, cultura e empreendedorismo.</p>



<p>Aldren destaca que o objetivo é facilitar o acesso a serviços liderados por pessoas negras. “Nosso objetivo é disponibilizar um mecanismo prático para que qualquer pessoa que queira consumir, contratar ou investir em negócios liderados por pessoas negras encontre o que procura de forma fácil, acessível e a um clique”, afirma. Para ela, a plataforma atua tanto na ampliação de visibilidade quanto no fortalecimento da economia. “É sobre visibilidade, sim, mas principalmente sobre movimento econômico e, consequentemente, transformação social.”</p>



<p>O lançamento chega em um cenário no qual a população negra representa 16 milhões de empreendedores no Brasil, segundo o Sebrae. O Relatório Técnico de Empreendedorismo Feminino (2024) aponta crescimento constante de mulheres no empreendedorismo, especialmente em tecnologia e serviços digitais. Nessa expansão, mulheres negras se destacam, ainda que enfrentem maiores barreiras de crédito, visibilidade e remuneração.</p>



<p>A criação do Guia +Afro contou com apoio do programa de aceleração VAI TEC, da ADESAMPA, conduzido pelo Instituto Coria, que ofereceu recurso semente, mentorias e suporte tecnológico. O programa prioriza negócios liderados por grupos historicamente excluídos, mulheres, pessoas negras, LGBTQIAPN+, povos originários, quilombolas e pessoas com deficiência, e dialoga com dados recentes do LinkedIn Economic Graph, que indicam que equipes com maior diversidade têm crescimento até 30% superior em áreas de tecnologia, inovação e criatividade.</p>



<p>No ar desde 15 de novembro, o Guia +Afro funciona por assinatura anual com custo inferior a R$ 15 por mês. Profissionais e empreendedoras negras podem se cadastrar diretamente no site, enquanto pessoas não negras também podem participar ao presentear um perfil para negócios de pessoas negras do seu círculo social ou não.</p>



<p>A plataforma está disponível em: <strong><a href="http://www.maisafro.com.br">www.maisafro.com.br</a></strong>.<br>Instagram: <strong>@mais.afro</strong></p>
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		<title>MOVER lança programas gratuitos para formar até 60 mil lideranças negras</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mover-lanca-programas-gratuitos-para-formar-ate-60-mil-liderancas-negras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 19:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com meta de gerar 3 milh&#245;es de oportunidades at&#233; 2030, movimento lan&#231;a programas de capacita&#231;&#227;o para impulsionar profissionais pretos e pardos rumo a cargos de decis&#227;o. O Brasil ainda engatinha quando o assunto &#233; representatividade negra em cargos de lideran&#231;a. Mas iniciativas como a do Movimento pela Equidade Racial (MOVER) mostram que &#233; poss&#237;vel mudar [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com meta de gerar 3 milhões de oportunidades até 2030, movimento lança programas de capacitação para impulsionar profissionais pretos e pardos rumo a cargos de decisão.</p>



<p>O Brasil ainda engatinha quando o assunto é representatividade negra em cargos de liderança. Mas iniciativas como a do Movimento pela Equidade Racial (MOVER) mostram que é possível mudar esse cenário — com estratégia, investimento e compromisso coletivo.</p>



<p>Com a meta de criar 3 milhões de oportunidades até 2030, o MOVER acaba de abrir inscrições para duas formações gratuitas e online voltadas ao desenvolvimento de lideranças negras. A expectativa é beneficiar até 60 mil pessoas pretas e pardas em todo o país, por meio dos programas Lideranças do Futuro, realizado em parceria com o Instituto Four, e Nzinga – Formação de Liderança, em parceria com a Cia de Talentos.</p>



<p><em>“Não há transformação sem liderança negra. Investir na formação de profissionais para ocupar espaços de poder é um passo essencial para construir um país mais justo, diverso e competitivo. Esses programas são um convite à ação, à responsabilidade compartilhada e à aposta no enorme potencial que já existe em nossa sociedade”, </em>afirma Natália Paiva, diretora-executiva do MOVER.</p>



<p>Ambos os programas foram pensados para ampliar o acesso da população negra a cargos estratégicos dentro das organizações. E fazem isso não só com aulas — mas com uma proposta estruturada, metodologias eficazes, espaços seguros de troca e fortalecimento de identidade.O público-alvo inclui desde pessoas que estão prestes a assumir seu primeiro cargo de gestão até aquelas que já ocupam posições de liderança e buscam aprimoramento.</p>



<p><em>“Acreditamos que a diversidade só se sustenta com equidade. A parceria com o MOVER é mais do que uma formação: é um espaço seguro e estruturado para que lideranças negras desenvolvam seu potencial e avancem em suas jornadas profissionais”</em>, pontua Danilca Galdini, da Cia de Talentos.</p>



<p>As inscrições são gratuitas e abertas ao público em geral, com prioridade para pessoas autodeclaradas pretas ou pardas. Além dos conteúdos técnicos e comportamentais, os programas também oferecem mentorias, masterclasses com grandes nomes do mercado e acesso a redes de apoio e bancos de talentos.</p>



<p><em>“O Brasil precisa de mais líderes negros ocupando espaços de decisão. O Lideranças do Futuro é a nossa resposta a essa urgência. Queremos apoiar trajetórias que transformem organizações e inspirem mudanças reais”</em>, diz Augusto César, diretor do Instituto Four.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Lideranças do Futuro</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Formação gratuita, online e autoinstrucional, com masterclasses ao vivo</li>



<li>Público-alvo: profissionais pretos e pardos que querem assumir posições de liderança</li>



<li>Aulas disponíveis na plataforma + certificado</li>



<li><strong>Inscrições até 30 de setembro</strong><br>🔗 <a class="" href="http://www.liderancasdofuturo.com.br">www.liderancasdofuturo.com.br</a></li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading"> <strong>Nzinga – Formação de Liderança</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li>Formação gratuita, online, com duração de 4 meses</li>



<li>Mentorias, workshops, sessões com executivos, ferramentas de autoconhecimento</li>



<li>Público-alvo: profissionais pretos e pardos próximos de assumir cargos de liderança</li>



<li><strong>Inscrições de 13 de agosto a 15 de setembro</strong><br>🔗 <a class="" href="https://www.ciadetalentos.com.br/pt">www.ciadetalentos.com.br/pt</a></li>
</ul>



<p></p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/mover-lanca-programas-gratuitos-para-formar-ate-60-mil-liderancas-negras/">MOVER lança programas gratuitos para formar até 60 mil lideranças negras</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>Morango do amor vira hype, movimenta o afroempreendedorismo e chega até em &#8216;Vale Tudo&#8217;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/morango-do-amor-vira-hype-movimenta-o-afroempreendedorismo-e-chega-ate-em-vale-tudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 17:33:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos &#250;ltimos meses, o morango do amor virou sensa&#231;&#227;o entre os brasileiros, conquistando cada vez mais espa&#231;o nas redes sociais, restaurantes e nas plataformas de delivery. Segundo levantamento recente do portal Times Brasil, o n&#250;mero de restaurantes que oferecem essa iguaria no iFood saltou de cerca de 800 para mais de 10 mil em apenas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nos últimos meses, o morango do amor virou sensação entre os brasileiros, conquistando cada vez mais espaço nas redes sociais, restaurantes e nas plataformas de delivery. Segundo levantamento recente do portal <em>Times Brasil</em>, o número de restaurantes que oferecem essa iguaria no iFood saltou de cerca de 800 para mais de 10 mil em apenas um mês, um crescimento impressionante que revela como essa trend gastronômica tomou conta do mercado.</p>



<p>O morango do amor, fruto caramelizado envolto em uma casquinha crocante de caramelo que atinge temperaturas altas durante o preparo, virou uma oportunidade de ouro para quem trabalha com confeitaria, gastronomia artesanal e produção de doces. Esse crescimento exponencial tem tudo para beneficiar principalmente afroempreendedores que atuam no setor gastronômico, segmento que tem se mostrado cada vez mais forte e inovador no Brasil.</p>



<p>A demanda crescente por produtos diferenciados, artesanais e com apelo visual forte, como o morango do amor, cria uma excelente chance para pequenos negócios e cozinheiros independentes ampliarem suas vendas, conquistando novos clientes e aumentando a renda. Plataformas como o iFood são aliadas importantes nesse processo, possibilitando que esses empreendedores levem suas criações a um público muito maior, com facilidade de acesso e agilidade na entrega.</p>



<p>O sucesso é tanto que o doce viral acaba de chegar também à teledramaturgia. Segundo o jornalista André Romano, do site <em>Observatório da TV</em>, em matéria publicada nesta segunda-feira (28), a sobremesa fará parte da trama do remake de <em>Vale Tudo</em>, escrito por Manuela Dias. Na história, Poliana (Matheus Nachtergaele), sócio de Raquel Acioli (Taís Araujo), sugerirá que o restaurante Paladar inclua o docinho no cardápio para “driblar uma crise”. A autora já havia brincado com os pedidos dos fãs nas redes sociais: “Vocês estão doidos para eu botar morango do amor na novela, né? rsrs”.</p>



<p>Entretanto, essa oportunidade exige cuidado e preparo técnico. O chef Paulo Rocha chama atenção para os riscos envolvidos no preparo do morango do amor, já que o caramelo usado para envolver a fruta pode atingir até 145 graus Celsius, o que representa perigo de queimaduras graves caso não seja manuseado corretamente.</p>



<p>Além disso, o caramelo, quando endurecido, fica duro como vidro, podendo causar desconfortos e até ferimentos nos consumidores, como cortes na boca ou até quebra de dentes, caso não seja feito com técnica e qualidade. “Tem que estar muito seguro de como fazer essa técnica pra que não acabe virando um problema, sabe, a pessoa acabar se machucando&#8230; teve relatos de pessoas que cortaram a boca, que quebraram o dente”, alerta o chef.</p>



<p>Portanto, para quem deseja aproveitar o boom do morango do amor, o conselho é claro: invista em capacitação, pratique bastante e garanta que o produto seja seguro e bem feito antes de colocá-lo à venda. Essa postura garante que o empreendedor cresça de forma sustentável e conquiste a confiança dos clientes.</p>



<p>Com o crescimento acelerado do mercado de delivery e a expansão da gastronomia afroempreendedora, o morango do amor se apresenta não apenas como uma tendência de sabor, mas como uma verdadeira oportunidade para quem busca inovar, crescer e fortalecer sua presença no cenário gastronômico brasileiro.</p>



<p></p>
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		<title>Grupo HEINEKEN abre inscrições para programa de estágio com vagas 100% remotas e afirmativas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/grupo-heineken-abre-inscricoes-para-programa-de-estagio-com-vagas-100-remotas-e-afirmativas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2025 13:52:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[estágio]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Heineken]]></category>
		<category><![CDATA[Heineken]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[programa de estágio]]></category>
		<category><![CDATA[Vagas afirmativas]]></category>
		<category><![CDATA[vagas remotas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se voc&#234; sonha com a oportunidade de atuar na sua &#225;rea de estudo em modelo home office, esta pode ser a sua chance. O Grupo Heineken est&#225; com inscri&#231;&#245;es abertas para seu Programa de Est&#225;gio, com vagas afirmativas para pessoas pretas e pardas, 100% remotas e dispon&#237;veis para todo o Brasil. As inscri&#231;&#245;es v&#227;o at&#233; [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Se você sonha com a oportunidade de atuar na sua área de estudo em modelo home office, esta pode ser a sua chance. O <strong>Grupo Heineken</strong> está com inscrições abertas para seu Programa de Estágio, com <strong>vagas afirmativas para pessoas pretas e pardas</strong>, 100% remotas e disponíveis para todo o Brasil. As inscrições vão até o dia 15 de julho.</p>



<p>A iniciativa busca promover inclusão, desenvolvimento e oportunidades para quem está começando a carreira profissional e deseja trilhar um caminho com propósito.</p>



<p>As oportunidades também garantes diversos benefícios para impulsionar talentos negros com acolhimento: assistência médica e odontológica, telemedicina, suporte psicológico, vale-refeição, cursos de idiomas, acesso a academias, desconto em produtos do Grupo Heineken e seguro de vida.</p>



<p>Um programa completo, que segundo a empresa, tem o objetivo de oferecer um ambiente seguro, diverso e comprometido com os novos profissionais.</p>



<p><strong><a href="https://www.heinekenbrasil.com.br/programa-de-estagio#" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique aqui para se inscrever!</a></strong></p>



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		<title>I Círculo de Formação Empoderadas oferece vagas para formação em linguagem documental para mulheres negras e indígenas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/i-circulo-de-formacao-empoderadas-oferece-vagas-para-formacao-em-linguagem-documental-para-mulheres-negras-e-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2024 12:16:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O 3&#186; Encontro Nacional Empoderadas Mulheres Negras no Audiovisual est&#225; com inscri&#231;&#245;es abertas para o I C&#237;rculo de Forma&#231;&#227;o Empoderadas &#8211; Document&#225;rio. O projeto gratuito visa promover a forma&#231;&#227;o e o fortalecimento profissional de mulheres negras e ind&#237;genas (cis e trans) atuantes na &#225;rea do audiovisual. As inscri&#231;&#245;es estar&#227;o abertas at&#233; o dia 29 de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> 3º Encontro Nacional Empoderadas Mulheres Negras no Audiovisual</strong> está com inscrições abertas para o<strong> I Círculo de Formação Empoderadas &#8211; Documentário</strong>. O projeto gratuito visa promover a formação e o fortalecimento profissional de mulheres negras e indígenas (cis e trans) atuantes na área do audiovisual. As inscrições estarão abertas até o dia 29 de agosto e devem ser realizadas através do formulário online disponível nas redes sociais do projeto. A divulgação das participantes selecionadas acontece no dia 5 de setembro de 2024.</p>
<p>O Círculo de Formação Empoderadas tem como foco a linguagem documental, promovendo um ambiente de troca e desenvolvimento de novas narrativas. O projeto, idealizado pela cineasta <strong>Renata Martins</strong>, em parceria com a jornalista <strong>Maitê Freitas</strong> e a cineasta <strong>Issis Valenzuela,</strong> incluirá encontros formativos remotos e presenciais. A parte online será realizada de 17 a 20 de setembro, com foco em pesquisa e roteiro, enquanto os encontros presenciais acontecerão de 23 a 27 de setembro no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista.</p>
<p>Durante os dias 28 e 29 de setembro, as participantes gravarão entrevistas que integrarão a temporada especial da websérie Empoderadas. O ciclo de atividades culminará na criação de quatro curtas-documentários, que serão exibidos no III Encontro Nacional Empoderadas em dezembro.</p>
<p>O I Círculo de Formação contará com a participação de profissionais reconhecidas como <strong>Mariana Jaspe</strong>, <strong>Nuna Nunes, Andressa Clain</strong>,<strong> Camila de Moraes</strong> e <strong>Pamella Aleixo</strong>, que contribuirão com seus conhecimentos em roteiro, fotografia, som e produção.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<ul>
<li><strong>Público-alvo:</strong> Mulheres negras e indígenas (cis e trans), integrantes de coletivos e/ou individuais, a partir de 18 anos.</li>
<li><strong>Inscrições:</strong> 21 a 29 de agosto de 2024</li>
<li><strong>Divulgação dos selecionados:</strong> 5 de setembro de 2024</li>
<li><strong>Encontro de boas-vindas:</strong> 16 de setembro de 2024 (presencial*)</li>
<li><strong>Encontros online:</strong> 17 a 20 de setembro de 2024, das 18h30 às 22h</li>
<li><strong>Encontros presenciais:</strong> 23 a 27 de setembro de 2024, no Centro Cultural São Paulo</li>
<li><strong>Gravações:</strong> 28 e 29 de setembro de 2024</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Concurso voltado para arquitetos negros vai selecionar projeto para a construção do Centro Cultural Rio-África</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/concurso-voltado-para-arquitetos-negros-vai-selecionar-projeto-para-a-construcao-do-centro-cultural-rio-africa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2024 18:35:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro e o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) lan&#231;aram nesta quinta-feira (4/7) um concurso para selecionar projetos arquitet&#244;nicos destinados &#224; constru&#231;&#227;o do novo Centro Cultural Rio-&#193;frica. O espa&#231;o ser&#225; instalado no antigo pr&#233;dio da maternidade Pr&#243;-Matre, na regi&#227;o da Pequena &#193;frica, pr&#243;ximo ao Cais do Valongo, na Zona Portu&#225;ria [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[

A Prefeitura do Rio de Janeiro e o Instituto dos Arquitetos do Brasil (IAB) lançaram nesta quinta-feira (4/7) um concurso para selecionar projetos arquitetônicos destinados à construção do novo Centro Cultural Rio-África. O espaço será instalado no antigo prédio da maternidade Pró-Matre, na região da Pequena África, próximo ao Cais do Valongo, na Zona Portuária do Rio. <strong>Apenas arquitetos negros poderão participar do concurso.</strong>

 

O concurso distribuirá um total de R$ 105 mil aos três primeiros colocados, e o vencedor será contratado para desenvolver o projeto, estimado em R$ 30 milhões. Podem participar arquitetos negros brasileiros e africanos de países lusófonos. Os projetos serão avaliados pela solução técnica proposta para a implementação do centro cultural, que buscará promover a arte e a cultura afro-brasileira e destacar a história da Pequena África.

 

O projeto, coordenado pela Companhia Carioca de Parcerias e Investimento (CCPAR) e a Coordenadoria de Promoção da Igualdade Racial da Casa Civil, tem como objetivo valorizar a cultura afro-brasileira. O prefeito<strong> Eduardo Paes</strong> destacou a importância do novo museu, afirmando que ele contará a história das desigualdades e injustiças enfrentadas pela população negra no Brasil.

 

<strong>Yago Feitosa,</strong> coordenador de Promoção e Igualdade Racial, ressaltou a singularidade do novo espaço, voltado para a arte contemporânea negra e centrado nos valores do afro-futurismo. A iniciativa faz parte de um conjunto de ações da Prefeitura para promover a igualdade racial, incluindo a criação da Cátedra da Pequena África e Território Inventivo e o Museu da História e da Cultura Afro-Brasileira (MUHCAB).

 

O concurso será realizado em quatro fases, começando com a pré-produção em junho. As inscrições estarão abertas de 5 de julho a 30 de agosto, e as propostas devem ser enviadas até 30 de setembro. A presidente do IAB, <strong>Marcela Ablas</strong>, enfatizou a importância do concurso para a construção de uma sociedade mais justa e menos desigual.

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			</item>
		<item>
		<title>Globo abre inscrições para roteiristas negros e indígenas apresentarem projetos de humor; aprovados terão chance de produção pela emissora</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/globo-abre-inscricoes-para-roteiristas-negros-e-indigenas-apresentarem-projetos-de-humor-aprovados-terao-chance-de-producao-pela-emissora/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Arthur Anthunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 18:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[globo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Globo deu in&#237;cio &#224;s inscri&#231;&#245;es para a 7&#186; edi&#231;&#227;o do Laborat&#243;rio de Narrativas Negras e Ind&#237;genas para o Audiovisual (Lanini), em parceria com a Festa Liter&#225;ria das Periferias (Flup). O per&#237;odo de inscri&#231;&#227;o se estende at&#233; o dia 31 de julho, e &#233; voltado tanto para iniciantes quanto para aspirantes, atrav&#233;s do site da [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A Globo deu início às inscrições para a 7º edição do Laboratório de Narrativas Negras e Indígenas para o Audiovisual (Lanini), em parceria com a Festa Literária das Periferias (Flup). O período de inscrição se estende até o dia 31 de julho, e é voltado tanto para iniciantes quanto para aspirantes, através do site da Flup.</span><a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfOfLpCUYhE2F76htAadm0F8Ks6xAMHHWgeHqj07E9a3h2miw/viewform"><b> (CLIQUE AQUI PARA SE INSCREVER).</b></a></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dessa vez, a Globo decidiu dar ênfase a projetos de humor. Serão selecionados 20 participantes, com o anúncio dos escolhidos previsto para setembro. Os projetos aprovados terão a oportunidade de ser trabalhados e produzidos pela emissora.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">“O Lanani tem como objetivo incentivar a produção de narrativas potentes e criativas de roteiristas negres e indígenas, suprindo uma incompreensível lacuna da nossa produção audiovisual. A seleção dos participantes é feita com base na sinopse da história a ser desenvolvida durante o laboratório”</span></i><span style="font-weight: 400;">, diz o site de inscrição do projeto.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A parceria com a Globo se dá através da área de Talentos Artísticos dos Estúdios Globo, responsável pela pesquisa e desenvolvimento de talentos, sempre com a lente da diversidade.</span></p>
<p><em>*Com informações da Folha de São Paulo.</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Curso gratruito de &#8216;Diversidade, Inclusão e Novos Horizontes no Jornalismo Pós-Cultura Digital&#8217; na UFRJ está com inscrições abertas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/curso-gratruito-de-diversidade-inclusao-e-novos-horizontes-no-jornalismo-pos-cultura-digital-na-ufrj-esta-com-inscricoes-abertas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2024 11:26:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://mundonegro.inf.br/?post_type=carreira_negocios&#038;p=76664</guid>

					<description><![CDATA[<p>Est&#227;o abertas at&#233; a pr&#243;xima sexta-feira, 1, as inscri&#231;&#245;es para o curso internacional &#8220;Diversidade, Inclus&#227;o e Novos Formatos no Jornalismo P&#243;s-Cultura Digital&#8221;, promovido pela Rede de Jornalistas Pretos Pela Diversidade na Comunica&#231;&#227;o &#8211; Rede JP, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro &#8211; UFRJ, por meio do Pont&#227;o de Cultura Digital da [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/curso-gratruito-de-diversidade-inclusao-e-novos-horizontes-no-jornalismo-pos-cultura-digital-na-ufrj-esta-com-inscricoes-abertas/">Curso gratruito de &#8216;Diversidade, Inclusão e Novos Horizontes no Jornalismo Pós-Cultura Digital&#8217; na UFRJ está com inscrições abertas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Estão abertas até a próxima sexta-feira, 1, as inscrições para o curso internacional “Diversidade, Inclusão e Novos Formatos no Jornalismo Pós-Cultura Digital”, promovido pela Rede de Jornalistas Pretos Pela Diversidade na Comunicação &#8211; Rede JP, em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, por meio do Pontão de Cultura Digital da ECO/UFRJ.</p>
<p>O acontecerá nas modalidades online e presencial e as inscrições podem ser realizadas gratuitamente através do formulário (<a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScQuGRhlyDpoSnz1SZBxNCMWgvLuKnkgFAbRB1r2QQdrtpBtQ/viewform">CLIQUE AQUI</a>). Para os alunos que farão o curso presencialmente, as aulas acontecerão no auditório da Escola de Comunicação da UFRJ, às sextas-feiras. Já a versão remota será transmitida no canal oficial da instituição no YouTube do Pontão da Eco. Ao todo serão 36 horas de treinamento distribuídas em 18 aulas semanais, com duração de aproximadamente 2 horas cada. Com início no dia 08 de março de 2024, os encontros devem acontecer até julho. A previsão dos organizadores é que mais de 200 pessoas participem.</p>
<p>Durante o curso os especialistas convidados falarão sobre temas como importância de evitar estereótipos e preconceitos no jornalismo, os desafios do mercado da comunicação para profissionais pretos, além de comentar evolução do segmento e o que ainda é necessário ser feito para termos um mercado de comunicação que busque ampliar a representatividade, promover uma cobertura equilibrada de questões sociais e combater a desinformação, atendendo de maneira justa todos os seus integrantes.</p>
<p>O curso também abordará pontos como as agressões online e as ameaças à democracia, além de promover uma discussão sobre as estratégias de mitigação para fomentar um ambiente informacional com espaço para a apresentação de diversas narrativas.</p>
<p>O curso tem a coordenação das professoras Marcelle Chagas (UFF), Ivana Bentes (ECO/UFRJ) e Sara Lomax Reese (URL Media), rede descentralizada e multiplataforma que inclui organizações de notícias de destaque de comunidades negras e pardas nos Estados Unidos. Além de ser patrocinado pelo Consulado Geral dos Estados Unidos no Rio de Janeiro, com a parceria da Cátedra de comunicação da Unesco, Universidade Metodista e a Universidade Federal do Rio de Janeiro.</p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/curso-gratruito-de-diversidade-inclusao-e-novos-horizontes-no-jornalismo-pos-cultura-digital-na-ufrj-esta-com-inscricoes-abertas/">Curso gratruito de &#8216;Diversidade, Inclusão e Novos Horizontes no Jornalismo Pós-Cultura Digital&#8217; na UFRJ está com inscrições abertas</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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