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	<title>Arquivos Carreira e Negócios - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos Carreira e Negócios - Mundo Negro</title>
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	<item>
		<title>Ricardo Silvestre, fundador da Black Influence, amplia atuação empresarial e cria agência voltada a modernizar o agenciamento publicitário </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Duda Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 14:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Black Influence]]></category>
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		<category><![CDATA[ricardo silvestre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ap&#243;s sete anos &#224; frente da Black Influence, publicit&#225;rio lan&#231;a a ERA, talent company criada em parceria com os s&#243;cios da MField, e amplia atua&#231;&#227;o para entretenimento, conte&#250;do, propriedade intelectual e desenvolvimento de talentos Ricardo Silvestre, publicit&#225;rio de 30 anos, fundador da ag&#234;ncia Black Influence e um dos 30 profissionais mais influentes do mercado de [&#8230;]</p>
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<h2 id="h-apos-sete-anos-a-frente-da-black-influence-publicitario-lanca-a-era-talent-company-criada-em-parceria-com-os-socios-da-mfield-e-amplia-atuacao-para-entretenimento-conteudo-propriedade-intelectual-e-desenvolvimento-de-talentos" class="wp-block-heading">Após sete anos à frente da Black Influence, publicitário lança a ERA, talent company criada em parceria com os sócios da MField, e amplia atuação para entretenimento, conteúdo, propriedade intelectual e desenvolvimento de talentos</h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-ricardo-silvestre-publicitario-de-30-anos-fundador-da-agencia-black-influence-e-um-dos-30-profissionais-mais-influentes-do-mercado-de-marketing-e-comunicacao-sendo-o-unico-negro-da-lista-estreia-uma-nova-fase-da-carreira-com-a-criacao-da-era-talent-company-criada-em-parceria-com-os-socios-da-mfield-nbsp">Ricardo Silvestre, publicitário de 30 anos, fundador da agência Black Influence e um dos 30 profissionais mais influentes do mercado de marketing e comunicação, sendo o único negro da lista, estreia uma nova fase da carreira com a criação da ERA, talent company criada em parceria com os sócios da MField.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após sete anos no mundo empresarial com a Black Influence, Silvestre ganhou relevância no setor, combinando negócios, influência, cultura e diversidade. A agência já colaborou com grandes marcas, como Meta, Pinterest, L’Oréal, Magazine Luiza e Prime Video. Em uma nova fase, a Black Influence atuará estrategicamente com consultoria cultural, projetos especiais, conteúdos e desenvolvimento de plataformas culturais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ERA, na qual Silvestre atua como CEO e sócio, possui a proposta de desenvolver talentos para além do modelo tradicional de agenciamento publicitário. Segundo Silvestre, a empresa nasce com a tese de que talentos não devem constituir apenas faturamento, mas sim, patrimônio.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-a-agencia-representa-um-movimento-de-expansao-empresarial-na-vida-de-silvestre-e-sintetiza-uma-de-suas-reflexoes-o-proximo-passo-da-creator-economy-nao-esta-apenas-em-vender-mais-campanhas-mas-em-transformar-a-relevancia-em-negocios-diz-o-empresario">A agência representa um movimento de expansão empresarial na vida de Silvestre e sintetiza uma de suas reflexões: “O próximo passo da creator economy não está apenas em vender mais campanhas, mas em transformar a relevância em negócios, diz o empresário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Passei muitos anos ajudando marcas a gerar valor a partir da cultura. Agora quero construir estruturas em que talentos e movimentos culturais também participem da propriedade desse valor”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa nova fase da carreira, Silvestre quer consolidar cada vez mais sua presença no mercado empresarial, para além da figura de publicitário. Diversidade e influência ainda fazem parte de seu portfólio, mas agora, quer ampliar esse território&nbsp; para as áreas de entretenimento, experiências culturais, propriedade intelectual, conteúdo, desenvolvimento de talentos e plataformas que possam conectar o Brasil a mercados internacionais.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da Black Influence e da ERA, Silvestre também é sócio da Peji, empresa dedicada à inteligência cultural, comportamento e consumo da população negra brasileira.</p>



<h2 id="h-unico-profissional-negro-entre-os-30-mais-influentes-da-comunicacao-e-do-marketing-no-brasil" class="wp-block-heading"><strong>Único profissional negro entre os 30 mais influentes da comunicação e do marketing no Brasil</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ricardo Silvestre foi reconhecido como um dos 30 profissionais mais influentes da comunicação e do marketing no Brasil, sendo o único negro da lista.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação faz parte do estudo inédito “Pulso 2026/2027 – Influência Digital e Liderança”, desenvolvido pela consultoria de influência reputacional Deck em parceria com a empresa de inteligência analítica Nexus.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ser reconhecido como um dos profissionais mais influentes do país é importante. Ser o único profissional negro dessa lista também diz muito sobre o mercado que ainda precisamos construir”, diz Silvestre sobre o reconhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de sua trajetória, Silvestre foi reconhecido por algumas das principais instituições e premiações do mercado criativo e empresarial, como Forbes Under 30, LinkedIn Top Voices Next Gen, MIPAD, entre as Pessoas Negras Mais Influentes do Mundo, uma iniciativa apoiada pela ONU, entre outros.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu não quero apenas ser reconhecido como alguém influente. Quero construir empresas, ativos e negócios que tenham valor para além da minha própria imagem”, conclui o empresário.&nbsp;</p>
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		<title>Ciranda Preta desembarca no RJ em setembro para primeira edição na cidade maravilhosa </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ciranda-preta-chega-rj-primeira-edicao-cidade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 16:46:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encontro acontece em 17 de setembro, na Casa de Maria, na Regi&#227;o Portu&#225;ria, e amplia a rede de conex&#245;es profissionais e oportunidades entre mulheres negras. A Ciranda Preta &#8211; Protagonismo Feminino chega ao Rio de Janeiro em 17 de setembro para sua primeira edi&#231;&#227;o na cidade. Criado em Salvador por Danielle Pires e Najara Black, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Encontro acontece em 17 de setembro, na Casa de Maria, na Região Portuária, e amplia a rede de conexões profissionais e oportunidades entre mulheres negras.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Ciranda Preta – Protagonismo Feminino chega ao Rio de Janeiro em 17 de setembro para sua primeira edição na cidade. Criado em Salvador por Danielle Pires e Najara Black, o movimento realiza o encontro na Casa de Maria, na Região Portuária carioca, dando continuidade à expansão nacional iniciada neste ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa promove encontros voltados à construção de conexões profissionais, negócios e novas oportunidades entre mulheres negras de diferentes áreas. A proposta é criar um ambiente em que conversas possam se transformar em parcerias, indicações profissionais, clientes, oportunidades de carreira e novos negócios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A expansão para outras capitais começou em maio, quando a Ciranda realizou sua primeira edição em São Paulo, com vagas esgotadas. Antes disso, o movimento já havia construído uma comunidade em Salvador por meio de encontros mensais. Em abril, a iniciativa reunia profissionais de áreas como comunicação, direito, saúde, bem-estar, economia e eventos, com cerca de 100 participantes por edição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Danielle Pires, cofundadora da Ciranda Preta, a intenção é que os encontros produzam conexões que continuem depois do jantar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Queremos que as mulheres saiam da Ciranda não apenas com novos contatos, mas com possibilidades reais de conexão.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A ideia de transformar relacionamento em oportunidade está no centro da proposta desde a criação do movimento. Em Salvador, a Ciranda já realizou encontros em diferentes espaços e consolidou uma comunidade formada por profissionais, empreendedoras, executivas e lideranças negras. Em julho, o projeto completou um ano de atuação na capital baiana.</p>



<h2 id="h-do-networking-a-construcao-de-oportunidades" class="wp-block-heading"><strong>Do networking à construção de oportunidades</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto aposta na convivência como ponto de partida para relações profissionais mais duradouras. A programação do encontro no Rio será organizada para estimular a troca de experiências e a identificação de possíveis afinidades entre as participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Najara Black, também cofundadora da iniciativa, levar a Ciranda para outras cidades significa ampliar as possibilidades de encontro entre mulheres que atuam em diferentes setores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ampliar essa roda significa conectar mulheres que talvez não se encontrassem em outros ambientes.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A chegada a São Paulo, em maio, foi apresentada pelas fundadoras como o primeiro passo de uma expansão para outras regiões do país. A edição aconteceu no Altar Cozinha Ancestral, restaurante da chef Carmem Virgínia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, o Rio de Janeiro passa a integrar esse circuito.</p>



<h2 id="h-uma-roda-na-regiao-portuaria-do-rio" class="wp-block-heading"><strong>Uma roda na Região Portuária do Rio</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha da Casa de Maria coloca a primeira edição carioca em uma região marcada pela presença negra na formação histórica e cultural da cidade. O espaço fica na Rua Sacadura Cabral, próximo a referências da Pequena África e do Largo da Prainha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Recém-inaugurada, a Casa de Maria reúne gastronomia, música, cultura e memória afetiva. Entre as referências que inspiram a identidade do espaço estão Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo, Maria Quitéria e Maria da Penha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O restaurante tem entre seus sócios o ator e empresário Douglas Silva e o chef e empresário Pitágoras Leite. A realização da Ciranda no local aproxima duas propostas que encontram na mesa um espaço para convivência: a construção de conexões profissionais e a valorização de histórias, referências e manifestações da cultura brasileira.</p>



<h2 id="h-o-que-esperar-da-primeira-ciranda-preta-no-rj" class="wp-block-heading"><strong>O que esperar da primeira Ciranda Preta no RJ</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A edição carioca acontece no dia <strong>17 de setembro de 2026, das 19h às 23h</strong>, na Casa de Maria. A participação é mediante inscrição, pagamento e envio do comprovante.</p>



<h3 id="h-servico" class="wp-block-heading"><strong>Serviço</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ciranda Preta – Protagonismo Feminino | Rio de Janeiro</strong><strong><br></strong>Data: 17 de setembro de 2026<br>Horário: 19h às 23h<br>Local: Casa de Maria — Rua Sacadura Cabral, 55, Região Portuária, Rio de Janeiro/RJ&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Investimento: R$ 210<br>Participação mediante inscrição, pagamento e envio do comprovante pelo perfil <a href="https://www.instagram.com/cirandapreta/">@cirandapreta.</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>IBP prorroga inscrições de curso gratuito no setor de energia para profissionais negros; iniciativa oferece bolsa de R$ 700</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ibp-prorroga-inscricoes-de-curso-gratuito-no-setor-de-energia-para-profissionais-negros-iniciativa-oferece-bolsa-de-r-700/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 10:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o objetivo de capacitar mais profissionais negros no mercado de energia, o Instituto Brasileiro de Petr&#243;leo, G&#225;s e Biocombust&#237;veis (IBP), por meio da Universidade Setorial (UnIBP), prorrogou at&#233; o pr&#243;ximo domingo, 23 de agosto, as inscri&#231;&#245;es para a Trilha Ziga de Desenvolvimento para o Setor de Energia. O programa &#233; gratuito, oferece bolsa-aux&#237;lio de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com o objetivo de capacitar mais profissionais negros no mercado de energia, o Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), por meio da Universidade Setorial (UnIBP), prorrogou até o próximo domingo, 23 de agosto, as inscrições para a <strong>Trilha Ziga de Desenvolvimento para o Setor de Energia</strong>. O programa é gratuito, oferece bolsa-auxílio de R$ 700 mensais e quer transformar a presença negra nos quadros técnicos e de liderança do setor no estado do Rio de Janeiro. As inscrições devem ser feitas diretamente no portal oficial da <strong><a href="https://www.unibp.com.br/cursos/programa-de-diversidade-ziga/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">UnIBP</a></strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para garantir que a oportunidade chegue a mais talentos e contemple trajetórias diversas, o IBP promoveu mudanças estratégicas no edital. O alcance do programa foi expandido para candidatos de todo o estado do Rio de Janeiro e a exigência de um tempo máximo de formado após a conclusão do ensino superior foi derrubada, permitindo a participação de profissionais em diferentes etapas da vida acadêmica e profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A trilha é uma resposta concreta do setor de energia à necessidade de diversificar suas lideranças e seus quadros técnicos. É um esforço que o IBP conduz junto às empresas parceiras TotalEnergies e TBG, articulando ações que ampliem o acesso de profissionais negros a oportunidades qualificadas no setor de petróleo, gás e biocombustíveis”, destaca Victor Montenegro, diretor-executivo corporativo interino do Instituto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A formação conta com o apoio das gigantes TotalEnergies e TBG e disponibiliza 12 vagas. Com duração de três meses, o curso será realizado na modalidade a distância (EAD), com aulas ao vivo no período noturno — facilitando a rotina de quem precisa conciliar o estudo com o trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A grade curricular abrange o panorama geral da indústria de energia, aulas de inglês e desenvolvimento de <em>soft skills</em>. Os alunos também passarão por dinâmicas de <em>networking</em> e construirão um projeto prático focado em solucionar desafios reais do setor. Para garantir a permanência e o apoio financeiro aos participantes durante o percurso, cada selecionado receberá uma bolsa-auxílio de R$ 700 mensais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao final do programa, os alunos aprovados passam a integrar o Hub de Talentos da UnIBP, ficando visíveis para conexões diretas de carreira com grandes empresas do mercado.</p>



<h3 id="h-quem-pode-participar-e-como-funciona-a-selecao" class="wp-block-heading"><strong>Quem pode participar e como funciona a seleção</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os interessados em concorrer a uma das vagas devem atender aos seguintes critérios de elegibilidade:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Autodeclarar-se pessoa preta ou parda (negra);</li>



<li>Ter no mínimo 18 anos de idade;</li>



<li>Residir em qualquer município do estado do Rio de Janeiro;</li>



<li>Possuir ensino superior completo (bacharelado, licenciatura ou tecnólogo) em instituição reconhecida pelo MEC.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A seleção será feita em quatro fases: inscrição, aplicação de provas, entrevistas e avaliação por uma comissão de heteroidentificação.</p>



<h3 id="h-sobre-o-programa-de-diversidade-ziga" class="wp-block-heading"><strong>Sobre o Programa de Diversidade ZIGA</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 2023 pelo IBP, o Programa Ziga consolida as iniciativas de Diversidade, Equidade e Inclusão (DE&amp;I) voltadas para o pilar racial dentro da indústria de energia. A iniciativa é mantida em conjunto com o Grupo de Trabalho de Raça e Etnia, vinculado à Comissão de DE&amp;I do IBP, mobilizando empresas parceiras para abrir portas e construir uma representatividade efetiva em toda a cadeia produtiva do setor.</p>
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		<item>
		<title>Executiva defende que mulheres falem sobre suas conquistas: &#8220;Temos que desaprender a humildade silenciosa&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/lauren-flanigan-mondelez-lideranca-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 10:32:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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		<category><![CDATA[lauren flanigan]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lauren Flanigan lidera portfólio de US$ 2,5 bi na Mondelez e inspira ao defender a presença e a visibilidade de executivos negros no corporativo. Confira!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Há 12 anos, <strong>Lauren Flanigan</strong> ingressou na Mondelez como estagiária, e desde 2024, tornou-se líder de um portfólio de US$ 2,5 bilhões em mais de 20 mercados globais. A executiva — que também presidiu o Conselho Afro-Americano da multinacional — consolida sua trajetória no topo do mercado corporativo desafiando normas estruturais de gênero e raça. Para ela, o divisor de águas na carreira foi abandonar a expectativa do reconhecimento passivo e reivindicar o próprio protagonismo: &#8220;Temos que desaprender a humildade silenciosa&#8221;, afirmou em uma entrevista recente à Forbes Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No início de sua caminhada, Flanigan acreditava na premissa de manter a cabeça baixa e esperar pelo reconhecimento. Ao perceber os limites dessa postura, mudou a estratégia e passou a comunicar ativamente seus resultados sob o lema &#8220;dê crédito e receba o crédito&#8221;. &#8220;Com muita frequência, a sociedade incentiva as mulheres a adotarem comportamentos que jogam contra o sucesso corporativo — ser quieta, ser humilde, não ser insistente, não pedir muito&#8221;, destacou. &#8220;Aprendi que as pessoas não podem conhecer os detalhes do meu trabalho a menos que eu conte a elas&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A postura assertiva se refletiu em números e campanhas premiadas mundialmente. Responsável por ações globais da marca Trident — incluindo peças premiadas com o Leão de Ouro no Festival de Cannes —, a executiva demonstra visão aguçada para identificar oportunidades de mercado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2017, percebendo um nicho inexplorado para produtos sazonais, a Flanigan estruturou um plano de negócios que convenceu a liderança a criar uma divisão exclusiva sob sua gestão. A iniciativa gerou o lançamento de 13 produtos em nove meses e uma receita superior a US$ 100 milhões em três anos. &#8220;Muitas vezes, esperamos as coisas acontecerem. Mas, às vezes, você precisa criar a oportunidade&#8221;, afirma a executiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com trajetória que conecta alta performance e compromisso com a equidade, a executiva também utilizou seu espaço para fortalecer a presença de profissionais negros no corporativo durante sua gestão no Conselho Afro-Americano da empresa. Para Flanigan, a presença nos espaços de decisão ganha sentido quando acompanhada de movimentos coletivos. &#8220;Representatividade importa, mas mentoria ativa e aliança importam mais. Meu objetivo é sempre elevar outros enquanto eu subo&#8221;, destaca. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Inspirada pelo pai corporativo e pela mãe empreendedora, o interesse de Lauren pelo marketing surgiu ainda no ensino médio, consolidando-se durante sua passagem pela renomada Wharton School, na Universidade da Pensilvânia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Apesar de gerenciar operações em múltiplos fusos horários, a executiva faz questão de estabelecer limites rígidos para preservar sua saúde mental e o convívio com a família. Entre hábitos como a escrita de diários de gratidão e a confecção de velas, ela mantém o foco no que realmente importa: &#8220;No final da minha vida, quero me orgulhar do meu sucesso profissional, mas não será a única coisa à qual me apegarei. Protejo as pessoas e os momentos dos quais mais me lembrarei da mesma forma que protegeria uma entrega profissional.&#8221;</p>
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		<item>
		<title>Vercilene Dias é primeira quilombola doutora em Direito no Brasil </title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/vercilene-dias-primeira-quilombola-doutora-direito-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 16:58:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
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		<category><![CDATA[educação]]></category>
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		<category><![CDATA[quilombolas]]></category>
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		<category><![CDATA[vercilene dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 11 de agosto de 2026, Vercilene Francisco Dias defendeu sua tese de doutorado em Direito na Universidade de Bras&#237;lia (UnB) e alcan&#231;ou um marco in&#233;dito: tornou-se a primeira pessoa quilombola a obter o t&#237;tulo de doutora em Direito no Brasil, segundo as informa&#231;&#245;es apresentadas sobre sua trajet&#243;ria acad&#234;mica. A defesa ocorreu no &#226;mbito do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Aos 11 de agosto de 2026, Vercilene Francisco Dias defendeu sua tese de doutorado em Direito na Universidade de Brasília (UnB) e alcançou um marco inédito: tornou-se a primeira pessoa quilombola a obter o título de doutora em Direito no Brasil, segundo as informações apresentadas sobre sua trajetória acadêmica. A defesa ocorreu no âmbito do Programa de Pós-Graduação em Direito da universidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quilombola do território Kalunga, em Goiás, Vercilene construiu sua formação acadêmica e atuação profissional em torno de questões diretamente relacionadas aos direitos territoriais, à organização comunitária e às formas próprias de produção de conhecimento de seu povo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua tese, intitulada “Começo, meio e começo: O Direito Achado Entre os Vãos do Território Quilombola Kalunga”, investiga como o povo Kalunga produz formas próprias de normatividade e organização social, articulando identidade, territorialidade, ancestralidade e vida comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O trabalho parte de uma perspectiva que reconhece o território não apenas como espaço físico, mas como lugar de memória, pertencimento, produção de vida e organização coletiva. A pesquisa também analisa a relação entre as práticas jurídicas desenvolvidas pela comunidade e o direito estatal.</p>



<h3 id="h-do-territorio-kalunga-ao-direito" class="wp-block-heading"><strong>Do território Kalunga ao Direito</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória de Vercilene já havia ganhado reconhecimento nacional antes da chegada ao doutorado. Em 2022, ela foi escolhida pela Forbes Brasil para integrar a lista “20 Mulheres de Sucesso”, que naquele ano reuniu mulheres de diferentes áreas de atuação&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Graduada em Direito pela Universidade Federal de Goiás (UFG), ela também concluiu mestrado em Direito Agrário na mesma instituição, tornado-se a primeira quilombola com título de mestre em Direito no Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sua atuação na defesa de direitos territoriais quilombolas acompanha sua trajetória acadêmica. Vercilene é advogada popular e atua na defesa dos direitos das comunidades quilombolas, tendo exercido funções jurídicas na Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq).&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre pesquisa e território aparece diretamente na tese defendida na UnB. O estudo investiga práticas comunitárias, mecanismos próprios de decisão e estratégias de organização territorial do povo Kalunga, além dos desafios relacionados à regularização fundiária.</p>



<h3 id="h-uma-pesquisa-construida-a-partir-das-vivencias-kalunga" class="wp-block-heading"><strong>Uma pesquisa construída a partir das vivências Kalunga</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A defesa do doutorado reforça uma característica central do trabalho de Vercilene: a aproximação entre conhecimento acadêmico e experiência comunitária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa, a autora utiliza abordagens ligadas ao pluralismo jurídico, às epistemologias negras e às perspectivas contra-coloniais para analisar a existência de formas próprias de juridicidade dentro do território Kalunga.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo conclui que essas práticas constituem uma expressão viva de pluralismo jurídico e aponta para a construção de uma teoria jurídica quilombola Kalunga comprometida com a autodeterminação, a justiça territorial e a continuidade dos modos de vida da comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de uma quilombola na produção acadêmica de alto nível diversifica e define uma nova imagem de quem pode produzir conhecimento sobre territórios, direitos e comunidades tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Nova turma de jovens negros vai a universidades no exterior com programa do Fundo Baobá e B3 Social</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/nova-turma-jovens-negros-universidades-exterior-fundo-baoba-b3-social/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 15:21:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[B3 Social]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três jovens negros ganham bolsas de R$ 42 mil para estudar STEM no exterior em parceria do Fundo Baobá e B3 Social. Conheça as mentes brilhantes da 3ª turma!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com bolsas de R$ 42 mil anuais, três jovens negros embarcam para universidades nos Emirados Árabes, Estados Unidos e Espanha para revolucionar as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. A conquista foi celebrada na semana passada, na sede da B3, no centro de São Paulo, durante o evento de recepção da terceira turma do <strong>Programa Black STEM</strong>, uma iniciativa realizada pelo <strong>Fundo Baobá para a Equidade Racial</strong> em parceria com a<strong> B3 Social</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Criado em 2024, o programa tem como objetivo apoiar a permanência de pessoas negras em cursos de graduação no exterior especificamente nas áreas STEM. Os estudantes selecionados, que darão início à jornada acadêmica internacional ainda em 2026, receberão o benefício financeiro anualmente — com possibilidade de renovação até o fim da graduação — para custear moradia, transporte, alimentação e material acadêmico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A nova turma de bolsistas reflete a diversidade, o talento e o compromisso de jovens negros em transformar seus destinos e os de suas comunidades:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Caio Ramos, 23 anos (Rio de Janeiro/RJ): Aprovado em Design no Dubai Institute of Design and Innovation (DIDI), nos Emirados Árabes Unidos. Descendente do Povo Bakongo por parte de mãe e de judeus sefarditas por parte de pai, Caio vê na oportunidade a chance de honrar a memória de seu pai, falecido no início do ano, e abrir caminhos de prosperidade familiar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">João Vitor, 19 anos (Cruz das Almas/BA): Segue para a Northwestern University, nos EUA, no curso de Ciência da Computação. Movido pelo desejo de ocupar espaços de decisão, João enxerga no programa a confirmação de que pode mudar não apenas seu futuro, mas o de toda a sua comunidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quezia Fernanda, 19 anos (Rio das Ostras/RJ): Cursará Engenharia Elétrica na Universidade de Jaén, na Espanha. Para ela, a conquista abre portas para um sentimento inédito de pertencimento e de conexão com uma rede de profissionais negros de sucesso.</p>



<h2 id="h-evento-de-boas-vindas" class="wp-block-heading"><strong>Evento de boas-vindas</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimônia de recepção reuniu familiares, amigos, mentores e equipes do Fundo Baobá e da B3 Social, além de contar com a presença de bolsistas das edições anteriores. O momento solene foi marcado pela assinatura dos contratos e por painéis sobre o impacto do programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Durante a recepção, Giovanni Harvey, Diretor Executivo do Fundo Baobá, destacou que o suporte vai além do recurso financeiro:“Essa bolsa significa que eles vão ter dinheiro para comprar a passagem e o casaco para enfrentar o frio. Além disso, terão o suporte necessário para a permanência nesses espaços. Para isso, oferecemos também essa ampla rede de apoio para que possam aproveitar da melhor forma possível suas formações.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dimensão ancestral e política de ocupar esses espaços internacionais também marcou a fala de Tainá Medeiros, Gerente de Programas do Fundo Baobá: “O edital Black Stem é uma celebração do passado, mas também uma resposta ao presente e uma aposta no futuro. É preciso reforçar que nenhuma inovação nasce do nada; lembrar quem veio antes para abrir portas é essencial para a longevidade do conhecimento, pois toda criação carrega uma herança do que já foi vivido, pensado e testado. Celebrar esses jovens negros é relembrar todas as contribuições que cientistas negros brasileiros fizeram em todas as áreas de conhecimento, em especial nas áreas de Ciências, de Tecnologias, Engenharias e Matemática”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O historiador e mentor Natanael Conceição reforçou o papel do programa na garantia da justiça cognitiva nas universidades globais: &#8220;Estamos falando de um compromisso individual e coletivo com a reparação: uma ação realizada no presente que transforma o passado e projeta o futuro. Trata-se de garantir oportunidades para que pessoas negras acessem a universidade, não apenas do ponto de vista físico, mas também no sentido simbólico de pertencer a esses espaços.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de acadêmicos de destaque como Igor Dantas (UFRB), Halisson Paz (co-fundador do canal Programação Dinâmica), Ana Cecília Sousa e Anna Benite (UFG) reiterou o compromisso de construir uma base sólida para a permanência dos alunos no exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fabiana Prianti, head da B3 Social, reforçou a importância estratégica do projeto: “Para a B3 Social, apoiar iniciativas como essa é contribuir para a construção de um futuro mais representativo nas áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática. Entendemos que a educação de excelência tem o poder de ampliar horizontes, desenvolver talentos e gerar impacto positivo para toda a sociedade.”</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Beyoncé assume controle total da marca de uísque SirDavis</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/beyonce-assume-controle-total-marca-sirdavis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 13:42:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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		<category><![CDATA[cultura pop]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cantora e empres&#225;ria Beyonc&#233; passou a deter o controle total da SirDavis, marca de u&#237;sque criada em 2024 em parceria com a Mo&#235;t Hennessy, divis&#227;o de bebidas do conglomerado franc&#234;s LVMH. A empresa vendeu sua participa&#231;&#227;o no neg&#243;cio, e os valores da transa&#231;&#227;o n&#227;o foram divulgados. Com a mudan&#231;a, Beyonc&#233; passa a administrar a [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A cantora e empresária Beyoncé passou a deter o controle total da SirDavis, marca de uísque criada em 2024 em parceria com a Moët Hennessy, divisão de bebidas do conglomerado francês LVMH. A empresa vendeu sua participação no negócio, e os valores da transação não foram divulgados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a mudança, Beyoncé passa a administrar a marca de forma independente. A SirDavis foi criada a partir de uma joint venture entre a artista e a Moët Hennessy e tem produção nos Estados Unidos e sede em Houston, no Texas.</p>



<h2 id="h-uma-marca-construida-a-partir-de-referencias-familiares" class="wp-block-heading"><strong>Uma marca construída a partir de referências familiares</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A SirDavis carrega elementos ligados à identidade texana de Beyoncé e à história de sua família. O nome da marca homenageia Davis Hogue, bisavô da artista, que era fazendeiro e produzia bebidas alcoólicas durante o período da Lei Seca nos Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A embalagem da bebida apresenta um cavalo em relevo, referência às raízes texanas da família da cantora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na composição, o uísque combina características associadas às tradições norte-americana, japonesa e escocesa. Quando foi lançada, em 2024, a SirDavis chegou ao mercado norte-americano com preço sugerido de US$ 89, sendo distribuidas em comércios varejistas de cidades como Londres, Paris e Tóquio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A marca expande a presença de Beyoncé no empreendedorismo em que a artista transformou referências familiares em ativos de uma operação empresarial global.</p>



<h2 id="h-beyonce-amplia-seu-portfolio-empresarial" class="wp-block-heading"><strong>Beyoncé amplia seu portfólio empresarial</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A SirDavis integra um conglomerado de negócios que Beyoncé vem construindo há anos. A artista é responsável pela Parkwood Entertainment, empresa fundada entre 2008 e 2010 que administra projetos relacionados à sua carreira, turnês e produções audiovisuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No mercado de moda, Beyoncé criou a Ivy Park em 2016 e passou a deter integralmente os direitos da marca em 2018. A empresa posteriormente estabeleceu uma parceria com a Adidas, encerrada em comum acordo em 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 2024, a empresária também lançou a Cécred, marca voltada para cuidados capilares. A atuação no setor de bebidas também se conecta à trajetória empresarial da família Knowles-Carter. O marido de Beyoncé, Jay-Z, mantém uma relação comercial com a LVMH por meio da Armand de Brignac, marca de champanhe conhecida pelo apelido “Ace of Spades”.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jay-Z havia adquirido a Armand de Brignac antes de a LVMH comprar 50% da empresa, em 2021. A parceria tornou o músico sócio do conglomerado francês no negócio.</p>



<h3 id="h-o-que-muda-para-a-sirdavis" class="wp-block-heading"><strong>O que muda para a SirDavis?</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A principal mudança é societária: a LVMH deixa de ter participação na marca, enquanto Beyoncé passa a controlar integralmente o negócio. Os detalhes financeiros da operação não foram divulgados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aquisição reforça uma estratégia que acompanha a artista por anos: transformar propriedade intelectual, referências culturais e projetos criativos em negócios próprios, com atuação em diferentes setores da economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Presença de pessoas negras sofre retrocesso histórico em campanhas de grandes marcas nas redes sociais</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/presenca-negra-retrocesso-comunicacao-marcas-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2026 18:25:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
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		<category><![CDATA[representatividade negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presença negra na publicidade cai para 32,5% e atinge o pior nível desde 2018. Entenda o retrocesso histórico e a falta de diversidade nas marcas.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A diversidade na comunicação das marcas atingiu seu pior nível no Brasil desde 2018, ano em que foi lançada a primeira edição do levantamento<strong> “Diversidade na Comunicação de Marcas em Redes Sociais”</strong>. A conclusão é do 8º ciclo da pesquisa realizada pelo Buzzmonitor em parceria com a SA365 e a Elife, que analisou 10.299 postagens publicadas por 261 perfis dos 20 maiores anunciantes do país. Os dados revelam um retrocesso histórico na representatividade e expõem o avanço do branqueamento nas peças publicitárias digitais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o estudo, conteúdos que retratam recortes diversos registram, em mídia orgânica, um engajamento médio quase 30% superior em relação àqueles que exibem exclusivamente grupos hegemônicos. Mesmo com a resposta positiva do público, o levantamento aponta uma distância gritante entre o desempenho observado nas plataformas e as escolhas de representação feitas pelas marcas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito racial, a disparidade é alarmante. Pessoas brancas figuraram em 63,8% das publicações analisadas, subindo de posição em relação ao ciclo anterior. Já a <strong>participação de pessoas negras caiu para 32,5%</strong>, registrando índice inferior ao de 2025 e ficando muito aquém da composição populacional do país, onde pretos e pardos somam 55,5% dos habitantes, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Outros grupos étnico-raciais mantêm dinâmicas distintas: a presença asiática subiu para 12,1%, impulsionada por conteúdos de entretenimento importado como K-dramas e doramas, enquanto indígenas permanecem invisibilizados, presentes em apenas 0,2% das postagens e retratados quase que obrigatoriamente sob estereótipos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também expõe a baixa autonomia e o isolamento dos grupos minoritários nas peças. Pessoas brancas aparecem exclusivamente entre si em 70,3% das imagens em que estão presentes. <strong>Quando pessoas negras figuram nos anúncios, em 49,5% das vezes surgem acompanhadas por pessoas brancas, sinalizando uma constante necessidade de validação por parte dos grupos hegemônicos. </strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a análise qualitativa revela a repetição de papéis limitantes para a população negra: homens negros são frequentemente confinados ao universo esportivo ou a anúncios de telecomunicações, enquanto mulheres negras aparecem predominantemente associadas a programas sociais de jovem aprendiz ou a produtos específicos de beleza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse encolhimento da representatividade ignora o impacto da economia no país. A população negra brasileira movimenta cerca de R$ 1,9 trilhão por ano em bens e serviços, contudo 32% desses consumidores declaram não se sentir representados pela publicidade. Os desdobramentos comerciais desse desalinhamento são diretos: 59% dos negros afirmam já ter deixado de comprar produtos por conta de anúncios inadequados, 46% apontam que boicotariam marcas desrespeitosas à causa e 60% declaram disposição para pagar mais por marcas que apoiem a equidade racial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A retração observada nas campanhas corporativas repercute diretamente na visibilidade do mercado digital. Em uma divulgação recente que mapeou os <strong>20 criadores de conteúdo brasileiros com o maior engajamento acumulado no Instagram em 2026</strong>, a Tia Milena figura como a única pessoa negra na lista, ocupando a última posição da sequência.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cenário digital reforça que, mesmo em um ecossistema impulsionado pelo consumo e engajamento popular, as barreiras do mercado publicitário continuam a privar influenciadores e profissionais negros do devido reconhecimento e dos investimentos centrais da comunicação brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Em parceria com a Powerlist Mundo Negro, “Imagine e Desenhe” transforma identidade das premiadas em troféus</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/imagine-desenhe-trofeus-powerlist-mundo-negro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 15:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Powerlist]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[ilustrações]]></category>
		<category><![CDATA[Imagine e Desenhe]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[mundo negro]]></category>
		<category><![CDATA[powerlist mundo negro]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>
		<category><![CDATA[troféus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde 2022, a Imagine e Desenhe cria troféus personalizados para homenageadas da Powerlist Mundo Negro, celebrando suas identidades.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Desde a primeira edição da<a href="https://mundonegro.inf.br/powerlist-mundo-negro-2026-celebra-talento-mulheres-negras/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> <strong>Powerlist Mundo Negro</strong></a>, em 2022, a<strong> Imagine &amp; Desenhe</strong> — empresa criada pela artista visual e pedagoga <strong>Bruna Bandeira</strong>, em parceria com o marido, o designer <strong>Igor</strong> — cria os troféus para as homenageadas, com a identidade de cada uma. A premiação anual reconhece mulheres negras de destaque em diferentes áreas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parceria nasceu a partir de uma ideia inicialmente pensada para um quadro com ilustração. “Esse trabalho foi bem autoral, porque eu achei sensacional, mas imaginei que um quadro não teria cara de troféu, de prêmio”, conta Bruna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir daí, a artista buscou uma fornecedora para desenvolver um protótipo que pudesse materializar sua proposta. “Consegui unir a ilustração da premiada, a frase, os logos, tudo o que remete a um troféu, com o troféu acrílico confeccionado. Foi uma junção perfeita e também uma descoberta de um nicho”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Bruna, o projeto dialoga diretamente com os princípios da Imagine e Desenhe e com a proposta de representatividade da Powerlist Mundo Negro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A artista destaca ainda a reação das homenageadas ao receberem uma representação visual de si mesmas. “Todo mundo tem vontade de ser desenhado, de ser celebrado. Então, acho que casou muito”, diz. A partir da experiência com a Powerlist, a Imagine e Desenhe também passou a oferecer troféus personalizados para outras empresas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na 5º edição da premiação realizada no dia 31 de julho, na sede da L’Oréal Brasil, no Rio de Janeiro, foram homenageadas com um troféu: Val Benvindo (Diversidade e Impacto Social), Eduarda Vieira (Liderança Corporativa), Cicih Lima (Criadora Digital), Letícia Maria (Profissional da Beleza), Saint Clair Cezar (Destaque em Gastronomia), Madá Negrif (Profissional da Moda), Urias (Cultura, Artes e Entretenimento) e Conceição Evaristo (Trajetória Transformadora). Veja as ilustrações abaixo: </p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="819" height="1024" data-id="97831" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-819x1024.png" alt="" class="wp-image-97831" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-819x1024.png 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-240x300.png 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-120x150.png 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-768x960.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-336x420.png 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-150x188.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-300x375.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-696x870.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1-1068x1335.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/1.png 1080w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /></figure>



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<h2 id="h-celebrar-para-ser-vista" class="wp-block-heading"><strong>Celebrar para ser vista</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na criação dos troféus da Powerlist Mundo Negro, o processo começa antes da ilustração. Bruna analisa as fotografias e as frases escolhidas pelas homenageadas para garantir que a representação preserve suas características. A preocupação é utilizar imagens que permitam manter a identidade, a cor e os traços de cada mulher. “Então, é trazer essa conexão, exaltar e celebrar”, resume.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O impacto disso é realmente as pessoas se verem no troféu e se celebrarem ali, na grandeza de como é se celebrar literalmente, de estar se prestigiando com aquele troféu”, afirma Bruna.</p>



<h2 id="h-arte-como-ferramenta-de-transformacao" class="wp-block-heading"><strong>Arte como ferramenta de transformação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Fundada em 2013, a Imagine &amp; Desenhe surgiu como uma forma de Bruna expressar suas próprias vivências, inquietações e referências. No início, a artista buscava traduzir em imagens as emoções provocadas por músicas de rap e por temas que considerava importantes. “Sempre usei a Imagine como a ferramenta da minha voz em forma de ilustração”, relata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o tempo, o trabalho passou a alcançar outras pessoas, que se identificavam com os personagens, os cabelos e as narrativas presentes nas ilustrações. Bruna começou a construir uma linguagem própria, marcada por personagens diversos e frases de impacto que propõem reflexões, informações e diálogos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu gostava de ter aquele desenho fofo e uma frase de impacto que trouxesse uma utilidade pública, uma informação, uma reflexão e uma conexão”, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A trajetória da marca também acompanhou o amadurecimento técnico e profissional da artista. Bruna começou desenhando no papel, passou pela aquarela e, posteriormente, entrou no universo digital. Também estudou anatomia e fez cursos de quadrinhos para aperfeiçoar o traço e ampliar as possibilidades de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu nunca apaguei os processos da Imagine, porque faz parte do crescimento: entrar no digital, fazer outras coisas, entender outras formas, estudar anatomia, fazer cursos de quadrinhos para melhorar o traço”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pedagoga com experiência em educação especial, Bruna encontrou na ilustração uma maneira de abordar assuntos complexos de forma acessível. Além da produção artística, a Imagine e Desenhe também realiza oficinas e workshops de narrativas visuais, voltados ao estímulo da criatividade e do pensamento crítico. A apresentação da marca destaca trabalhos para instituições como TV Globo, Sesc, Google e Instituto Avon, além de projetos editoriais e educativos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Levar isso de uma forma lúdica, com ilustrações — e as minhas são fofinhas — fazia com que a galera mastigasse melhor alguma informação, algum aconselhamento, alguma reflexão”, conta.</p>



<h2 id="h-uma-identidade-reconhecivel" class="wp-block-heading"><strong>Uma identidade reconhecível</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Imagine e Desenhe atua em diferentes frentes, que incluem livros infantis, guias educativos, quadrinhos, produtos, campanhas internas, eventos corporativos, muralismo e criação de conteúdo. Mesmo com essa variedade, Bruna afirma que a identidade da marca permanece presente em cada projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Os clientes que vêm até mim já sabem como é a estrutura da Imagine”, explica. Para ela, a diversidade não é um elemento acrescentado posteriormente às ilustrações, mas parte fundamental do trabalho desenvolvido pela marca.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na organização das demandas, Igor assume funções relacionadas à produção e à diagramação de produtos, como canecas e outros materiais. Bruna concentra-se no atendimento, na criação e no diálogo com os clientes. “Acredito que o atendimento é a base da Imagine”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro elemento que contribui para o reconhecimento do trabalho é o estilo dos personagens, que tradicionalmente aparecem sem nariz, com os olhos fechados e um sorriso marcante. Ao longo dos anos, Bruna passou a explorar novas expressões e emoções, sem abandonar a característica que se tornou uma assinatura visual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ele já tem uma identidade muito forte, e eu só tento melhorar as técnicas, estudar um pouco sobre luz e sombra e fazer mais coisas”, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a artista, o desenvolvimento do traço está relacionado à prática e ao estudo, e não a uma ideia fixa de talento inato. “Sou meio contra falar que desenhar é dom, porque o meu desenho do início e o de agora são totalmente diferentes”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em um cenário em que a arte ainda enfrenta dificuldades de acesso e valorização, a artista mantém o compromisso de tornar seu trabalho próximo de diferentes públicos. Parte das ilustrações é compartilhada gratuitamente nas redes sociais, enquanto a marca também reserva espaço para ações sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Eu queria que a minha arte não fosse algo só elitizado. Queria que fosse acessível, conversasse com todos”, diz. “Sempre vou trabalhar, celebrar e trazer a diversidade nas minhas ilustrações, em todas as frentes, tanto nas empresas quanto no social, porque isso é a essência. Sou eu”, conclui Bruna.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Jacaré, ex-É o Tchan, assume cargo de supervisor em empresa no Canadá</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/jacare-ex-e-o-tchan-assume-cargo-de-supervisor-em-empresa-no-canada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Aug 2026 08:39:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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		<category><![CDATA[é o tchan]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Edson Cardoso, conhecido como Jacaré durante os anos em que integrou o grupo É o Tchan, ocupa atualmente o cargo de supervisor em uma empresa de restauração residencial no Canadá, onde vive com a esposa, Gabriela Mesquita, e as duas filhas do casal desde 2016. A empresa presta serviços a famílias que precisam acionar seguros após incêndios ou alagamentos, e Jacaré responde pelo setor responsável por retirar e devolver os pertences das casas durante as reformas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista ao canal Two Canadá, no YouTube, o ex-dançarino descreveu a rotina do trabalho que hoje ocupa boa parte de seus dias. Segundo ele, quando uma residência sofre esse tipo de sinistro, a seguradora aciona a empresa em que trabalha, que então retira móveis, roupas e demais itens da casa para viabilizar o reparo e, posteriormente, os recoloca no lugar. À frente da equipe responsável por essa etapa, Jacaré ocupa uma função de chefia conquistada anos após a mudança para o país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Jacaré deixou o Brasil em 2016, seis anos depois de encerrar sua trajetória artística mais visível. O intérprete havia permanecido na TV Globo como integrante do elenco de Turma do Didi mesmo após o fim de sua passagem pelo É o Tchan, mas o contrato do programa chegou ao fim em 2010, o que o levou a repensar os próximos passos ao lado da esposa. A decisão de buscar um plano alternativo à carreira artística surgiu naquele período, motivada pela instabilidade de depender da renovação anual de contratos e da aceitação do público para seguir trabalhando.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha pelo Canadá teve como ponto de partida o fato de uma cunhada do casal já morar no país havia alguns anos. A mudança definitiva ocorreu em 2016, e em 2023 a família obteve o visto de residência permanente, consolidando a estadia após sete anos de adaptação. Antes de migrar para a área de restauração residencial, Jacaré chegou a buscar oportunidades como ator no novo país e participou de figurações em produções de TV, mas não deu continuidade a esse caminho profissional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além da função na empresa de restauração, Jacaré também presta serviços de divulgação para uma companhia que auxilia famílias brasileiras interessadas em se mudar para o Canadá. Gabriela Mesquita, sua esposa, atua como consultora dentro dessa mesma empresa, o que torna comum vê-los compartilhando nas redes sociais aspectos da experiência de viver no exterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao justificar a permanência no país, o ex-dançarino citou fatores ligados à qualidade de vida e à segurança da família. Ele afirmou manter afeto pelo Brasil e por Salvador, cidade onde nasceu, mas descreveu o Canadá como o lugar onde reconstruiu sua vida e onde os filhos, nascidos no Rio de Janeiro, se identificam hoje como canadenses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O É o Tchan surgiu em Salvador na década de 1990 e projetou nacionalmente artistas como Carla Perez, Scheila Carvalho e Sheila Mello, além do próprio Jacaré, consolidando o grupo como um dos fenômenos do axé music daquele período. A saída de Jacaré da vida artística e sua reconstrução profissional em outro país acompanham um movimento observado entre ex-integrantes de grupos de sucesso das décadas de 1990 e 2000, que buscaram, após o fim da exposição midiática mais intensa, outras formas de sustento e estabilidade fora dos holofotes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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