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	<title>Arquivos Destaque Home - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos Destaque Home - Mundo Negro</title>
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	<item>
		<title>Estudantes negras receberão 1.500 bolsas da Petrobras</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/estudantes-negras-bolsas-petrobras-ensino-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 15:44:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto Inspira&#231;&#227;o vai conceder bolsas de R$ 550 durante os tr&#234;s anos do Ensino M&#233;dio para alunas pretas e pardas, com foco na forma&#231;&#227;o em Ci&#234;ncia, Tecnologia, Engenharia e Matem&#225;tica (STEM). A Petrobras e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Cient&#237;fico e Tecnol&#243;gico (CNPq) anunciaram uma parceria que vai oferecer 1.500 bolsas de inicia&#231;&#227;o cient&#237;fica voltadas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Projeto Inspiração vai conceder bolsas de R$ 550 durante os três anos do Ensino Médio para alunas pretas e pardas, com foco na formação em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM).</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Petrobras e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciaram uma parceria que vai oferecer 1.500 bolsas de iniciação científica voltadas à formação em Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (STEM) para alunas pretas e pardas matriculadas na rede regular de ensino, priorizando jovens em contexto de vulnerabilidade social.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa, batizada de Projeto Inspiração, contou com investimento de aproximadamente R$ 32 milhões da Petrobras. As bolsas terão duração de até três anos, acompanhando toda a trajetória das estudantes no Ensino Médio.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As alunas participantes desenvolverão atividades de iniciação científica, criarão currículo na Plataforma Lattes, produzirão artigos, apresentarão os resultados das pesquisas ao longo do programa e receberão um auxílio mensal de R$ 550.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O edital será lançado pelo CNPq em parceria com universidades que desenvolvem pesquisas alinhadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. Os temas de pesquisa previstos são inovação, transição energética, tecnologias para a indústria de energia, soluções para melhoria da qualidade de vida e transformações ambientais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa integra um estudo realizado pelo Centro de Pesquisas da Petrobras sobre mobilização e inclusão de jovens nas carreiras STEM, em busca de ampliar a participação de grupos historicamente sub-representados nessas áreas e contribuir para a formação de novos talentos para o setor de energia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os dados apresentados pela empresa demonstram que, entre os profissionais de carreiras STEM da Petrobras, 87% são homens. Entre as mulheres, apenas 4,57% são pretas ou pardas, percentual que reforça a baixa presença de mulheres negras na área.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O programa também dialoga com desafios mais amplos da educação brasileira. Dados do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa 2022) mostram que 73% dos estudantes brasileiros estão abaixo do nível básico em Matemática e 55% em Ciências. Já no ensino superior, apenas 15,6% dos concluintes se formam em cursos de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).</p>
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		<item>
		<title>Natura anuncia adesão ao Código de Defesa do Consumidor Negro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/natura-codigo-defesa-consumidor-negro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 14:24:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[beleza negra]]></category>
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		<category><![CDATA[varejo antirracista]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No Dia de Combate à Discriminação Racial, a Natura adere ao Código do Consumidor Negro contra o racismo no varejo. Saiba mais sobre essa iniciativa!</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Neste 3 de julho, data em que se celebra o <strong>Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial </strong>— em memória à histórica Lei Afonso Arinos de 1951, a primeira a criminalizar o racismo no país —, a <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/mipad-2025-executivo-da-natura-entra-para-lista-de-lideres-negros-mais-influentes-no-mundo-apoiada-pela-onu/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Natura </a></strong>anunciou um passo importante no enfrentamento ao racismo no consumo. A multinacional brasileira anunciou sua adesão oficial à coalizão do<strong> Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro</strong>, iniciativa liderada pelo <strong>MOVER (Movimento pela Equidade Racial)</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto, que une grandes marcas do varejo, surge como uma resposta urgente e necessária aos dados alarmantes sobre o racismo institucional em lojas. O Código foi desenhado após uma pesquisa voltada ao varejo de beleza de luxo, que mapeou 21 práticas racistas explícitas na jornada de compra de clientes pretos e pardos. O estudo revelou um cenário assustador: 91% dos consumidores negros de classe A/B já passaram por situações de discriminação racial nesses estabelecimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a ampliação do documento pelo MOVER para o varejo de grande escala, as diretrizes agora servem como um manual de autorregulação para que as empresas mudem suas posturas e parem de tratar corpos negros com suspeita ou negligência. Entre as regras que a Natura se compromete a seguir estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Treinamento e capacitação antirracista anual e obrigatória para os funcionários;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Proibição de qualquer barreira física ou simbólica que constranja o direito de ir e vir do cliente negro;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Regras rígidas e transparentes contra abordagens e revistas abusivas;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li>Implementação de metas de contratação inclusiva nas frentes de atendimento ao público.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">“Combater o racismo no varejo exige protocolo, treinamento e responsabilização contínua. Em janeiro de 2025, lançamos o protocolo antidiscriminatório no Varejo que abrange diferentes formas de preconceito, como racismo, LGBTfobia, machismo, capacitismo, gordofobia, xenofobia, etarismo ou qualquer outro tipo de discriminação. Aderir a este Código é dar mais um passo no avanço do nosso compromisso para garantir que o consumidor negro seja recebido, em cada uma de nossas lojas, com o respeito e a dignidade que merece. Equidade racial é parte do nosso compromisso histórico e seguimos firmes em transformá-lo em prática cotidiana”, afirma <strong>Aline Lima, Head de Diversidade, Equidade e Inclusão da Natura.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento da Natura se conecta a um histórico recente de letramento interno e representatividade. Desde 2023, a empresa garante equidade salarial por raça e gênero em sua operação brasileira. Além disso, o programa Eleva Carreiras, focado na aceleração de profissionais negros, ajudou a dobrar a quantidade de pessoas pretas e pardas em posições de liderança. Atualmente, o quadro geral da empresa conta com 40% de colaboradores negros (chegando a 60% no varejo), com a meta de atingir 30% da gerência até 2030.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Natura já participa de outras iniciativas do MOVER, o que reforça a continuidade desta parceria. “A adesão da Natura ao Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro nos deixa muito felizes e reforça algo que acreditamos profundamente: transformar a experiência de consumo exige compromisso coletivo. O Código nasce como um convite à ação para revisar práticas, ampliar repertórios e construir ambientes em que pessoas negras sejam recebidas com respeito, pertencimento e dignidade. Cada nova adesão amplia o potencial de mudança e mostra que equidade racial não é uma agenda paralela aos negócios, mas parte do que define empresas mais relevantes, inovadoras e preparadas para o futuro”, afirma <strong>Natália Paiva, diretora-executiva do MOVER.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O movimento também é coerente com ações que já alcançam o relacionamento da Natura com o consumidor negro e com a rede de mais de 3 milhões de Consultoras de Beleza da América Latina. É o caso da linha Natura Tododia Jambo Rosa e Flor de Caju, a primeira linha de autocuidado completa do mercado dedicada a peles pretas e pardas. O desenvolvimento nasceu do Projeto Dandara (pesquisa psicossocial realizada com mais de duas mil mulheres pretas e pardas) e foi formulado com testes em mais de 120 variações de tons de pele. Esse cuidado com a pluralidade também se reflete em um portfólio robusto e integrado entre as marcas: por Natura, destacam-se os cuidados infantis de Mamãe e Bebê Cachinhos e Crespinhos, a linha Tododia Cachos e Crespos e a alta performance de Lumina para Cabelos Cacheados e Crespos. </p>
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		<item>
		<title>Idris Elba e Google anunciam parceria de US$ 1 milhão em ferramentas de IA para criadores africanos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/idris-elba-e-google-anunciam-parceria-de-us-1-milhao-em-ferramentas-de-ia-para-criadores-africanos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Sauanne Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2026 08:53:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Idris Elba e o Google anunciam parceria de US$ 1 milh&#227;o para levar a IA Gemini a criadores de conte&#250;do em cinco pa&#237;ses da &#193;frica, incluindo Nig&#233;ria. O ator Idris Elba e o Google confirmaram uma parceria in&#233;dita para levar intelig&#234;ncia artificial a criadores de conte&#250;do em cinco pa&#237;ses africanos. O an&#250;ncio foi feito nesta [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Idris Elba e o Google anunciam parceria de US$ 1 milhão para levar a IA Gemini a criadores de conteúdo em cinco países da África, incluindo Nigéria.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ator Idris Elba e o Google confirmaram uma parceria inédita para levar inteligência artificial a criadores de conteúdo em cinco países africanos. O anúncio foi feito nesta semana, durante a Cúpula de IA do Google em Joanesburgo, na África do Sul, e prevê um investimento de aproximadamente US$ 1 milhão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa é fruto de uma colaboração entre o Google e a Elba Hope Foundation, fundação filantrópica de Idris Elba. Juntas, as duas organizações vão custear o acesso ao Gemini, assistente de inteligência artificial do Google, além de outros produtos digitais da empresa, para criadores de conteúdo na Nigéria, África do Sul, Gana, Quênia e Serra Leoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Participando por videochamada da cúpula em Joanesburgo, Elba mencionou que o problemas está na mas falta de acesso, já que talento existe em todo lugar, mas oportunidade não. A declaração conecta diretamente com o histórico do ator, nascido em Londres, filho de pai serra-leonês e mãe ganesa. O mesmo vem se posicionando de forma cada vez mais ativa como investidor na economia criativa africana, e essa parceria com o Google é apenas mais um capítulo dessa trajetória.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha de Nigéria, África do Sul, Gana, Quênia e Serra Leoa foi muito bem estudada: Nigéria e África do Sul são as duas maiores economias do continente e concentram potentes comunidades de criadores, enquanto Quênia e Gana, país de sua mãe, se consolidaram como pólos de conteúdo digital e tecnologia criativa. Serra Leoa, terra do pai de Elba, entra na lista como um símbolo do compromisso pessoal do ator em levar a iniciativa além dos mercados óbvios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E tudo isso vem acontecendo num momento muito oportuno, já que a economia criativa africana vive uma expansão acelerada:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A Nollywood, indústria cinematográfica nigeriana, é hoje a segunda maior do mundo em volume de produção.</li>



<li>O Afrobeats somou mais de 13 bilhões de streams no Spotify em um único ano.</li>



<li>Desde 2019, o setor criativo já responde por quase 4% do PIB da África Subsaariana, gerando mais de US$ 58 bilhões em receita.</li>



<li>O mercado de mídia e entretenimento do continente, avaliado em cerca de US$ 93 bilhões, deve chegar a US$ 118 bilhões até 2031, representando um aumento de mais de 25%, segundo a Mordor Intelligence.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo declarado é estimular esses criadores a produzir conteúdo de alta qualidade de forma mais rápida e barata. Segundo James Manyika, vice-presidente sênior de Pesquisa e Tecnologia do Google, a lógica por trás do programa é simples: dar a criadores sem orçamentos de grandes estúdios acesso a ferramentas que hoje só estão disponíveis para quem pode pagar por elas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a inteligência artificial desperte debates sobre automação, dados e futuro do trabalho, especialistas têm destacado seu enorme potencial para reduzir desigualdades de acesso à produção tecnológica. Na prática, ferramentas de IA podem auxiliar criadores independentes em atividades como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>edição de vídeos;</li>



<li>criação de imagens;</li>



<li>tradução para múltiplos idiomas africanos e internacionais;</li>



<li>desenvolvimento de roteiros;</li>



<li>composição musical;</li>



<li>dublagem;</li>



<li>legendagem automática;</li>



<li>criação de campanhas de marketing;</li>



<li>programação de jogos e aplicativos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto relevante da parceria é a possibilidade de ampliar a presença africana no desenvolvimento de soluções baseadas em inteligência artificial. Historicamente, boa parte dos modelos de IA foi treinada predominantemente com dados provenientes da Europa e da América do Norte. Ao ampliar o acesso às ferramentas, cresce também a possibilidade de que mais conteúdos africanos alimentem esse ecossistema, tornando futuras aplicações mais diversas, inclusivas e representativas das múltiplas culturas do continente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas não se trata de um projeto pontual! O acordo com o Google se soma a uma lista crescente de movimentos de Elba no continente. Ele já havia anunciado planos para construir uma vila criativa em Gana e um complexo de estúdios em Zanzibar, sempre com o objetivo de ampliar e fortalecer a produção de conteúdo culturalmente autêntico para o mercado global de streaming. Elba também é co-fundador da Akuna Wallet, plataforma de fintech voltada a facilitar pagamentos transfronteiriços para criadores africanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que disponibilizar ferramentas de inteligência artificial, o Idris aposta em algo ainda mais valioso: o potencial criativo de milhões de africanos para contar suas próprias histórias, criar soluções para seus desafios e ampliar a influência do continente na economia digital do século XXI.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Renan Damascena integra júri responsável por avaliar estratégias criativas em Cannes</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/renan-damascena-integra-juri-responsavel-por-avaliar-estrategias-criativas-em-cannes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 10:35:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Cannes Lions]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cofundador de MUVUKA e AU&#202;, o estrategista e executivo independente leva ao festival uma perspectiva brasileira, negra e latino-americana sobre criatividade, cultura e neg&#243;ciosRenan Damascena participa do Cannes Lions como jurado de Creative Strategy, tornando-se um dos representantes brasileiros na &#225;rea de estrat&#233;gia criativa do festival mais relevante da ind&#250;stria publicit&#225;ria global. Estrategista, pesquisador cultural [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Cofundador de MUVUKA e AUÊ, o estrategista e executivo independente leva ao festival uma perspectiva brasileira, negra e latino-americana sobre criatividade, cultura e negócios<br></em><br>Renan Damascena participa do Cannes Lions como jurado de Creative Strategy, tornando-se um dos representantes brasileiros na área de estratégia criativa do festival mais relevante da indústria publicitária global. Estrategista, pesquisador cultural e executivo independente, ele leva ao evento uma perspectiva construída a partir da inteligência negra, periférica e latino-americana, em um espaço historicamente ocupado por perfis distantes dessa origem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cofundador e CSO de MUVUKA e AUÊ, Renan atua na interseção entre inteligência cultural, estratégia criativa, tecnologia e prototipação de novos negócios. Reconhecido pela Forbes Under 30 Brazil 2025, ele representa uma geração de executivos independentes que acumula método e linguagem próprios, sem depender das estruturas tradicionais do mercado para ocupar posições de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Renan, a presença em Cannes não é uma conquista individual. &#8220;A cadeira que ocupo não começou em mim. Ela também é resultado de pessoas que abriram caminhos, como Raphaella Martins, Samantha Almeida, Gabriela Rodrigues, Felipe Silva e tantas outras lideranças que provaram que inteligência negra, periférica, brasileira e independente tem lugar em espaços globais de decisão&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O executivo também chama atenção para o papel de iniciativas como Publicitários Negros e Perifa Lions, que vêm funcionando como infraestruturas de formação, visibilidade e circulação de talentos negros na indústria criativa. A avaliação, porém, vem acompanhada de uma crítica direta ao mercado. &#8220;O mercado celebra diversidade, mas ainda investe pouco nas estruturas que tornam a diversidade sustentável. Não basta chamar talentos negros quando a campanha precisa de legitimidade. É preciso financiar caminhos concretos para muitos&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença de Renan em Cannes integra uma agenda mais ampla de reconhecimento do papel das comunidades negras e periféricas na produção de método, estratégia e linguagem criativa, e não apenas como fontes de repertório cultural. Sua trajetória reforça também o crescimento de executivos brasileiros independentes em espaços globais de decisão, um movimento que vem ganhando consistência à medida que nomes com esse perfil acumulam visibilidade internacional sem precisar passar pelos filtros das grandes agências ou holdings.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>CUFA e iFood ampliam parceria para impulsionar o empreendedorismo e as oportunidades nas favelas</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/cufa-e-ifood-ampliam-parceria-para-impulsionar-o-empreendedorismo-e-as-oportunidades-nas-favelas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 19:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Afro Beat]]></category>
		<category><![CDATA[afro emprendedores]]></category>
		<category><![CDATA[Central Única das Favelas]]></category>
		<category><![CDATA[cufa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Juntos desde 2020, a CUFA (Central &#218;nica das Favelas) e o iFood anunciaram a consolida&#231;&#227;o e a amplia&#231;&#227;o de sua parceria institucional, para fortalecer o ecossistema perif&#233;rico, unindo a tecnologia social e a tecnologia digital de cada organiza&#231;&#227;o. O foco principal da nova fase &#233; a acelera&#231;&#227;o do empreendedorismo e a gera&#231;&#227;o de oportunidades reais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Juntos desde 2020, a <strong>CUFA (<strong>Central Única das Favelas</strong>)</strong> e o <strong>iFood</strong> anunciaram a consolidação e a ampliação de sua parceria institucional, para fortalecer o ecossistema periférico, unindo a tecnologia social e a tecnologia digital de cada organização. O foco principal da nova fase é a aceleração do empreendedorismo e a geração de oportunidades reais para a população periférica em todo o Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aliança, que vai muito além das ações em momentos de crise humanitárias, já colocou de pé iniciativas de peso como o iFood Acredita e o iFood ChegaJunto, que apoiam projetos sociais e o desenvolvimento local. Agora, o objetivo é estruturar soluções duradouras baseadas na emancipação econômica e na inclusão digital.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os próximos anos, as frentes de atuação incluem programas de formação, aceleração de negócios, apoio à formalização e ampliação do acesso de empreendedores locais a ferramentas tecnológicas e novos mercados. A estimativa é de que <strong>mais de 3 mil pessoas sejam diretamente impactadas somente em 2026</strong> em diversas regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A favela nunca foi um lugar de escassez de ideias, mas sim de oportunidades de escala. Quando a CUFA se une ao iFood, não estamos falando de ajuda, estamos falando de conexão de potências. O iFood entende essa grandeza e nos acompanha na construção de soluções que geram autonomia real, emancipação econômica e dignidade. É uma parceria de quem acredita na capacidade produtiva da favela e seus territórios&#8221;, afirma Kalyne Lima, Presidente Nacional da CUFA.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A parceria também visa desenhar novos projetos que usem a inovação como chave para o desenvolvimento sustentável das periferias. <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/luana-ozemela-vice-presidente-de-impacto-e-sustentabilidade-do-ifood-e-nomeada-conselheira-do-forum-economico-mundial/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Luana Ozemela</a></strong>, CSO e Vice-Presidente de impacto e sustentabilidade do iFood, destaca a importância de construir soluções ao lado de quem vive e entende a realidade desses territórios. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Acreditamos que a transformação social acontece quando conectamos tecnologia, conhecimento e oportunidades. A parceria com a CUFA é um exemplo concreto disso. Ao unir a inteligência territorial e a capacidade de mobilização da CUFA com a tecnologia e a escala do iFood, conseguimos ampliar o alcance de iniciativas que fortalecem o empreendedorismo, geram renda e impulsionam o desenvolvimento das favelas. Mais do que apoiar projetos, queremos construir soluções duradouras ao lado de quem conhece profundamente esses territórios e sua potência. Essa parceria reforça nossa convicção de que inovação e inclusão precisam caminhar juntas para promover impacto real e sustentável”, diz Luana. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos programas de aceleração, o iFood consolidará seu apoio à cultura e à articulação comunitária ao patrocinar a agenda completa de eventos nacionais da CUFA, celebrando a identidade e a força produtiva das favelas brasileiras.</p>
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		<title>L&#8217;Oréal dobra líderes negros e reduz racismo no consumo em 35%</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/loreal-dobra-lideres-negros-reduz-racismo-consumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 13:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de luxo]]></category>
		<category><![CDATA[diversidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>L'Oréal dobra número de líderes negros e reduz em 35% os casos de racismo no consumo com novo código de inclusão. Veja os dados apresentados na Feira Preta!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Lançado em 2025, o Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro, do Grupo L&#8217;Oréal e o Mover (Movimento pela Equidade Racial), com a redação da Black Sisters in Law, foi um marco para a empresa, que vem colhendo anualmente os resultados do seu investimento em representatividade. Nesta sexta-feira, durante a Feira Preta, na mesa Sebrae apresenta: Consumo, Poder e Invisibilidade, ao lado do escritor Michel Alcoforado e da jornalista Luanda Vieira, com mediação de Cris Guterres, na Feira Preta, o Diretor de Diversidade, Equidade e Inclusão da L&#8217;Oréal, Eduardo Paiva, apresentou dados do impacto da política voltada a ampliar a diversidade entre os funcionários.  </p>



<p class="wp-block-paragraph">“O código só foi possível em um time que se torna cada vez mais negro, que tem uma liderança que se torna cada vez mais negra. O resultado é mais coragem para discutir, mais transparência para a gente colocar o problema na mesa. Pela primeira vez, a principal fonte de incremento de novos líderes negros são as promoções, e não os recrutamentos. Então, o que isso quer dizer? Tem uma geração emergindo dentro da L&#8217;Oréal, fruto de todas essas políticas. A L&#8217;Oréal vem evoluindo. Hoje 46% dos colaboradores se declararam pessoas negras. A gente dobra o número de pessoas negras em cargos de liderança. Então, salta de 13%  para 25%. É um longo caminho, mas é uma cultura que se transforma. As iniciativas de negócio surgem. Uma delas é o Programa Afroluxo, a divisão de luxo, com marcas icônicas, como Lancôme e Yves Saint Laurent, que é um programa de enfrentamento ao racismo no varejo de beleza de luxo, que é a L&#8217;Oréal se colocando como parte da solução. Então, se o racismo é sistêmico, a solução tem que ser sistêmica”, defendeu ele, durante o evento, que após 10 anos, voltou a acontecer no Rio de Janeiro. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Instrumento de autorregulação, o código ainda não possui valor legal, mas segue trazendo resultados palpáveis. “Em abril deste ano, lançamos junto ao Mover, uma grande coalizão, que todos os meses impactam mais de 100 milhões de pessoas em mais de 3 mil lojas em todo o Brasil, muito focada em sair do discurso para a prática. A gente revisa todos os protocolos de atendimento dentro das lojas e, no caso da L&#8217;Oreal, isso acabou resultando na capacitação do time que faz atendimento nas lojas de todo o Brasil. A gente vem acompanhando através de um novo processo que se chama Black Mystery Shopper para entender o quanto os dispositivos racistas estão diminuindo. Então, a gente fez uma onda antes da implementação do código, e outra após, e já vê que eles foram reduzidos 35% em menos de um ano. Então, essa correlação entre o ambiente onde a gente avança e combate a discriminação, melhora a experiência e aumenta esse mercado, e faz com que mais pessoas negras ocupem espaço de luxo”, apontou Eduardo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa feita para mapear como era a experiência de pessoas negras com o mercado de&nbsp; revelou que 91% das pessoas negras de classe A/B já sofreram algum tipo de discriminação racial nesses estabelecimentos. “Fiquei chocado com só 91% das pessoas se sentirem discriminadas. Os outros 9% não devem ter percebido… Nada, nada apaga o racismo na nossa sociedade. Mas a nossa presença nesses espaços, é pedagógica. Luanda, quando entra no shopping chique, na loja mais cara que ela quiser e ela compra, sai todo mundo mais racializado. Porque esse ato, por si só, ele é pedagógico. Mesmo com toda a dificuldade, o próximo preto que entrar nessa loja não será lido do mesmo jeito. E isso vai transformando essa sociedade. O consumo também transforma”, acredita Michel Alcoforado.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de passar a palavra para Luanda Vieira, Cris Guterres confessou sua estratégia também “pedagógica” para devolver o constrangimento sofrido nesses espaços: “Eu sou aquela pessoa que, em lojas chiques, pergunto para pessoas brancas: ‘você trabalha aqui?”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nascida em família estruturada financeiramente e acostumada a frequentar espaços de luxo, Luanda tem pensado em sua responsabilidade como espelho para sua comunidade no lugar do consumo. “Tem mulheres negras com quem falo que, de fato, frequentam os lugares que eu frequento, viajam de classe executiva como eu viajo, e tem aquelas que me escrevem dizendo que estão juntando dinheiro para se dar o produto que eu estou indicando. Aí, percebo a importância de ter seriedade com o que estou divulgando, e, de hoje ser contratada do maior shopping de luxo de São Paulo. Estou nesse lugar de abrir espaços, mas não digo que eu caminhe à vontade por esses ambientes. Alguém vai ter que sentir essa dor. Mas acho muito bonito quando as pessoas se sentem possíveis nesses lugares”, atestou Luanda.&nbsp;</p>
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		<title>70% das mulheres têm problemas de saúde mental; fim da escala 6&#215;1 pode mudar esse quadro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/70-das-mulheres-tem-problemas-de-saude-mental-fim-da-escala-6x1-pode-mudar-esse-quadro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 23:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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		<category><![CDATA[`redução de jornada`]]></category>
		<category><![CDATA[`saúde mental das mulheres`]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhar seis dias para descansar um. Para milh&#245;es de brasileiros, essa &#233; a matem&#225;tica da vida. Para as mulheres, a conta ainda n&#227;o fecha: quando termina o turno, come&#231;a a outra jornada, a dos filhos, dos idosos, dos doentes, das tarefas que ningu&#233;m contabiliza. &#8220;Al&#233;m da jornada de trabalho, elas t&#234;m a jornada do cuidado, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Trabalhar seis dias para descansar um. Para milhões de brasileiros, essa é a matemática da vida. Para as mulheres, a conta ainda não fecha: quando termina o turno, começa a outra jornada, a dos filhos, dos idosos, dos doentes, das tarefas que ninguém contabiliza. &#8220;Além da jornada de trabalho, elas têm a jornada do cuidado, que é o cuidado com a família, com os filhos, com os idosos, com os doentes, e além de tudo, a pressão social para ser perfeita, para dar certo, para dar conta de tudo&#8221;, afirma Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nunca na história os trabalhadores estiveram tão adoecidos mentalmente&#8221;, diz Fontes. E dentro desse quadro, ela destaca um recorte que considera urgente: o das mulheres. Pesquisas da Rede Mulher Empreendedora apontam que 70% delas relatam alguma questão relacionada à saúde mental. &#8220;Isso tudo tem uma pressão muito forte&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na escala 6&#215;1, esse acúmulo se torna ainda mais pesado. &#8220;A pessoa trabalha 6&#215;1 e só sobra o domingo para poder fazer alguma coisa&#8221;, diz. Menos tempo livre significa menos espaço para dividir tarefas, menos espaço para descansar, menos espaço para cuidar de si.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Fontes, a mudança na jornada pode romper esse ciclo. &#8220;Tenho certeza que isso vai criar um ciclo positivo: vai ajudar as questões de saúde mental do próprio empreendedor, das mulheres, dos colaboradores. Não dá para viver numa sociedade onde é só o trabalho.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O QUE MUDA PARA O PEQUENO EMPREENDEDOR</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Na terça-feira, 28 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou o fim da escala 6&#215;1. O projeto, apresentado pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) em parceria com o vereador Rick Azevedo (PSOL-RJ), idealizador do Movimento Vida Além do Trabalho, substitui o modelo atual pelo 5&#215;2 e reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. O texto segue para o Senado Federal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação dividiu opiniões. Empresários como Rony Meisler, fundador da Reserva, alertam para o impacto direto no pequeno negócio: &#8220;A conta vai chegar para os donos de pequena empresa, que terão que contratar para cobrir os turnos, pagar hora extra ou demitir.&#8221; Para Fontes, a leitura é outra. &#8220;Toda mudança gera questionamentos. Acredito que este seja um momento histórico e que os empresários vão encontrar caminhos e novos modelos, porque existe saída&#8221;, diz. Para ela, o aumento de preços ao consumidor não é inevitável. &#8220;Isso é possível sem necessariamente gerar um impacto final para o consumidor, desde que haja disposição para pensar em outras soluções.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Fontes fala da própria experiência. Na Rede Mulher Empreendedora, o modelo já é 5&#215;2, com duas horas a menos às sextas-feiras, e a equipe opera em formato híbrido, três dias presenciais e dois em casa. &#8220;Isso não diminuiu em nada a nossa produtividade, a nossa participação no mercado. Tudo conseguiu funcionar&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela reconhece que a transição não é simples, mas rejeita o que chama de &#8220;histeria coletiva&#8221;. &#8220;O importante é cada empreendedor olhar para a sua realidade e, dentro dela, fazer conta, prestar atenção, ver o que pode fazer de melhor, pensar em bonificações para os colaboradores.&#8221; O argumento central é que colaborador bem e descansado produz mais. &#8220;Se o colaborador está bem, está feliz, está conseguindo trabalhar, o negócio vai melhor, a produtividade vai melhor e isso vai fazer bem para todo mundo, para a sociedade, para o trabalhador, para o próprio pequeno negócio.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ela lembra ainda que o Brasil discute o primeiro estágio da transição enquanto outros países já estudam o modelo 4&#215;3. &#8220;Existem estudos no mundo inteiro falando na redução do 4&#215;3. A gente está discutindo ainda o primeiro estágio, que é o 5&#215;2, quando existem países já discutindo o 4&#215;3.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O trabalho é uma parte fundamental da nossa vida, mas a gente precisa ter também tempo para descanso, para convivência com a família e para cuidar de si próprio&#8221;, conclui Fontes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Entrevista realizada por Silvia Nascimento, Head de Conteúdo do Mundo Negro.</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Foto: Divulgação</p>
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		<title>Enquanto EUA faturam com Oprah, Shonda e Issa, streaming no Brasil só escolhe homens brancos como showrunners, aponta Luh Maza</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/enquanto-eua-faturam-com-oprah-shonda-e-issa-streaming-no-brasil-so-escolhe-homens-brancos-como-showrunners-aponta-luh-maza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O mercado americano entendeu h&#225; muito tempo que mulheres negras n&#227;o produzem s&#243; o commodity da representatividade. N&#243;s produzimos linguagem, audi&#234;ncia, franquias, dinheiro&#8221;. A cineasta, roteirista e diretora Luh Maza desabafou sobre um grande inc&#244;modo na ind&#250;stria do streaming nacional: as plataformas continuam excluindo mulheres negras e pessoas trans dos cargos de showrunner (lideran&#231;a criativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">“O mercado americano entendeu há muito tempo que mulheres negras não produzem só o commodity da representatividade. Nós produzimos linguagem, audiência, franquias, dinheiro”. A cineasta, roteirista e diretora<strong> Luh Maza</strong> desabafou sobre um grande incômodo na indústria do streaming nacional: as plataformas continuam excluindo mulheres negras e pessoas trans dos cargos de showrunner (liderança criativa e de gerenciamento de séries) e dão as costas para o modelo de sucesso bilionário dos Estados Unidos. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Roteirista de sucessos dos streamings como ‘Os Quatro da Candelária’ e ‘Da Ponte Pra Lá’, Maza utiliza a própria história das matrizes norte-americanas dessas plataformas para expor o atraso do mercado brasileiro. Nos EUA, nomes que moldaram a história da televisão e do streaming são mulheres negras que ditaram — e ainda ditam — regras de mercado, audiência e faturamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cineasta relembra referências incontestáveis que provam o valor comercial e cultural de ter narrativas diversas chefiadas por quem as vivencia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Shonda Rhimes:</strong> Uma das maiores e mais lucrativas showrunners da história da TV mundial.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Oprah Winfrey:</strong> Pioneira que desbravou a função e fundou impérios de mídia.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Issa Rae, Michaela Coel e Lena Waithe: </strong>Roteiristas e criadoras contemporâneas que transformaram a cultura pop global e geram franquias de sucesso.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Janet Mock:</strong> A primeira mulher trans e negra a ocupar o cargo de showrunner e diretora na TV americana.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Enquanto a indústria global fatura alto apostando na genialidade dessas mulheres, Maza aponta que, no Brasil — um país de maioria negra e majoritariamente composto por mulheres —, o cenário é de completo apagamento. &#8220;Nós não temos sequer acesso real à possibilidade de contar as nossas histórias, porque os nossos projetos já chegam tortos para essas executivas&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A crítica de Luh Maza toca em um ponto sensível sobre a divisão do poder no audiovisual brasileiro. Ela chama a atenção para o fato de que a maior parte das cadeiras de tomada de decisão nas plataformas é ocupada por mulheres brancas. No entanto, a escolha delas para a liderança criativa recai quase sempre sobre o mesmo perfil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“A maioria esmagadora dos showrunners, que são os líderes criativos das séries que elas escolhem, são homens — homens brancos e cisgêneros”, pontua a diretora. “Até a proporção de mulheres brancas nessa função é irrisória. Mulheres negras, nenhuma. Mulheres negras e trans, menos ainda.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante dessa barreira, a cineasta questiona diretamente a postura das profissionais brancas que gerenciam esses fundos de produção. “Eu não sei se elas não entenderam qual deveria ser as suas funções ou se estão exercendo exatamente o papel para o que foi designado a elas, agindo como se fossem porteiras de um prédio de alto padrão, julgando quem pode entrar, quem pode permanecer e quem ameaça demais o ambiente do edifício”, desabafa Maza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A diretora sublinha que a branquitude que lidera esses processos é diretamente responsável pelo estado criativo, financeiro e psicológico das profissionais negras e trans que tentam sobreviver no mercado. Ela deixa, ainda, um alerta sobre a volatilidade dos cargos corporativos: “Vocês são funcionárias, não as donas dessa cobertura. E na dança das cadeiras da indústria, uma hora também vai faltar para vocês se sentarem.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao revelar que sua trajetória é marcada por histórias absurdas de constrangimento, manipulação e apagamento — &#8220;como se o lugar reservado para mim já estivesse delimitado antes mesmo de eu chegar&#8221; —, Luh Maza enfatizou que começará a expor essas vivências publicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O objetivo, segundo ela, é mostrar que o problema não é uma insatisfação individual, mas sim uma engrenagem estrutural que sabota o progresso de profissionais negros. Ao abrir o canal para que outras pessoas compartilhem suas experiências, a cineasta convoca o mercado a romper a demagogia e as desculpas.</p>
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		<title>TikTok gera até R$ 37,3 bi para o PIB brasileiro e alavanca pequenas e médias empresas com alcance gratuito</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/tiktok-gera-ate-r-373-bi-para-o-pib-brasileiro-e-alavanca-pequenas-e-medias-empresas-com-alcance-gratuito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voc&#234; j&#225; se perguntou quanto uma rede social pode movimentar financeiramente um pa&#237;s? Um levantamento in&#233;dito revelou que o TikTok adicionou entre R$ 18,6 bilh&#245;es e R$ 37,3 bilh&#245;es ao PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2025, considerando apenas os investimentos em publicidade na plataforma (TikTok Ads). O primeiro Relat&#243;rio de Impacto Econ&#244;mico do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_5f33653111da4700-202">Você já se perguntou quanto uma rede social pode movimentar financeiramente um país? Um levantamento inédito revelou que o <strong>TikTok </strong>adicionou entre R$ 18,6 bilhões e R$ 37,3 bilhões ao PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2025, considerando apenas os investimentos em publicidade na plataforma (TikTok Ads). O primeiro <strong>Relatório de Impacto Econômico</strong> do aplicativo no país, desenvolvido em parceria com a LCA Consultoria Econômica, revela como um ecossistema ainda apoiou a criação de 223 mil a 447 mil empregos diretos, indiretos e induzidos no período.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-79">A pesquisa detalha o papel da ferramenta na expansão do empreendedorismo digital e revela dados que despertam a atenção sobre como os pequenos negócios estão crescendo. Mais da metade das pequenas e médias empresas (PMEs) pesquisadas afirmou ter expandido suas operações e alcançado novos públicos de forma orgânica, enquanto mais de dois terços utilizam a plataforma como fonte de aprendizado empreendedor.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-80">O grande diferencial que move essa engrenagem econômica está na forma como o conteúdo é distribuído<sup></sup>. De acordo com o relatório, 68% dos empreendedores dependem exclusivamente do alcance orgânico, ou seja, vendem sem gastar nada com publicidade<sup></sup>. O sistema de recomendação do TikTok é baseado em interesses, e não apenas em conexões sociais, o que permite que um vídeo ganhe escala além das redes já existentes<sup></sup>. Com isso, 51% dos empreendedores relataram crescimento de seguidores por vias não pagas e 52% afirmaram que a plataforma ajuda a acessar novos mercados<sup></sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-81">Outro fator que ajuda a entender a dimensão desse impacto é o modelo <em>mobile-first</em> (prioritariamente para dispositivos móveis)<sup></sup>. Essa estrutura permite que o usuário gerencie um negócio de ponta a ponta usando apenas um smartphone, o que se torna um dado crucial de inclusão econômica se considerado que o celular é o principal dispositivo de acesso à internet para 87% da população de baixa renda do Brasil<sup></sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-82">&#8220;Quando pequenas empresas ganham acesso a ferramentas digitais, conhecimento e comunidades engajadas, o impacto vai além das transações&#8221;, comenta Monica Guise, Diretora de Políticas Públicas do TikTok no Brasil. &#8220;A descoberta mostra o TikTok como um motor da economia do Brasil, onde a criatividade e a descoberta se traduzem em crescimento real&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma nova jornada de compra e a força do Nordeste</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-83">À medida que as PMEs ganham espaço na economia digital — aumentando sua participação no e-commerce nacional de 4% em 2016 para 30% em 2024 —, o TikTok se consolida como uma ferramenta de democratização. A jornada de compra também passou por transformações: cerca de 58% dos usuários relatam ter concluído compras diretamente no TikTok Shop após descobrir um produto no aplicativo. O relatório também indica que a descoberta de produtos na plataforma impulsiona vendas fora do ambiente virtual, motivando o contato direto com vendedores e visitas a lojas físicas.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-84">Geograficamente, o estudo destaca um crescimento descentralizado, com forte impacto no Nordeste do Brasil, região onde o e-commerce cresceu 413% entre 2016 e 2024<sup></sup>. Nesse cenário, a plataforma atua reduzindo as barreiras de acesso ao mercado nacional e acelera a transição de iniciativas locais para negócios sustentáveis<sup></sup>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O aplicativo como fonte de educação empreendedora</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-85">O relatório também traz à tona um dado curioso sobre o comportamento dos usuários: a plataforma se tornou uma relevante fonte de aprendizado e qualificação para os negócios<sup></sup>. Os números mostram que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>69% dos empreendedores</strong> utilizam o TikTok como fonte de conteúdo relacionado a negócios;</li>



<li><strong>62% acompanham</strong> tendências de mercado por meio dele;</li>



<li><strong>57% desenvolvem</strong> habilidades de marketing digital.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-89">O consumo desse tipo de conteúdo educacional voltado ao empreendedorismo foi estimado entre 2,5 milhões e 6,4 milhões de horas em 2025<sup></sup>. Essa busca por conhecimento gerou um ganho potencial de produtividade para a economia avaliado entre R$ 21 milhões e R$ 52 milhões anualmente<sup></sup>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto que se estende pela economia e arrecadação</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-90">Os efeitos das atividades geradas na plataforma transbordam para múltiplos setores da economia, incluindo os mercados de logística, varejo e serviços, além de estimular o consumo geral por meio da renda gerada por empreendedores e pequenas empresas<sup></sup>. O estudo estima ainda um impacto na arrecadação de impostos que varia entre R$ 2,5 bilhões e R$ 4,9 bilhões<sup></sup>.</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="p-rc_23d6080fffc76b23-91">“O impacto do TikTok no Brasil vai além do ambiente digital. Ele se traduz em oportunidades concretas para que pequenas e médias empresas expandam seu alcance, fortaleçam capacidades e transformem conteúdo em resultados econômicos. Isso mostra como as plataformas digitais podem impulsionar a inclusão e o desenvolvimento”, completou Monica Guise.</p>
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		<title>L&#8217;Oréal abre 25 vagas em área comercial exclusivas para profissionais com deficiência fora do eixo Rio-SP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 18:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo L&#8217;Or&#233;al no Brasil abriu inscri&#231;&#245;es para a nova edi&#231;&#227;o do programa Recruta Diversidade, com 25 vagas na &#225;rea comercial de campo destinadas exclusivamente a profissionais com defici&#234;ncia. As candidaturas v&#227;o at&#233; 29 de maio de 2026 e, desta vez, s&#227;o voltadas a candidatos que residem fora do eixo Rio de Janeiro&#8211;S&#227;o Paulo, em [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Grupo L&#8217;Oréal no Brasil abriu inscrições para a nova edição do programa Recruta Diversidade, com 25 vagas na área comercial de campo destinadas exclusivamente a profissionais com deficiência. As candidaturas vão até 29 de maio de 2026 e, desta vez, são voltadas a candidatos que residem fora do eixo Rio de Janeiro–São Paulo, em um esforço de descentralizar o acesso ao mercado de beleza para talentos de todas as regiões do país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha pela área comercial é estratégica. Trata-se justamente do setor em que a representatividade de pessoas com deficiência ainda é menor no mercado de beleza brasileiro, com impacto direto na renda e na trajetória profissional. Na edição anterior, 28 profissionais foram contratados pelo programa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diferentemente de processos seletivos convencionais, o Recruta Diversidade foi desenhado do início ao fim para alcançar quem o mercado tradicional invisibiliza. As etapas são adaptadas, há acessibilidade garantida em todas as fases e acompanhamento especializado da Page PCD, consultoria parceira do programa desde sua concepção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo <strong>Eduardo Paiva, </strong>Diretor de Diversidade, Equidade e Inclusão do Grupo L&#8217;Oréal no Brasil, o programa rompe com a lógica da contratação por imposição. &#8220;O Recruta Diversidade não é cota. É a prova de que o pipeline de talentos com deficiência existe. O que faltava era um processo seletivo desenhado para encontrá-los. Em quatro anos de programa, a taxa de permanência dos contratados supera 85%. Isso não é inclusão por decreto, é inclusão por resultado&#8221;, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem já passou pelo programa, a experiência ultrapassa a contratação em si.<strong> Luana Dantas, </strong>analista de educação na L&#8217;Oréal e participante da edição de 2025, mudou de estado para assumir o cargo. &#8220;A L&#8217;Oréal foi a primeira empresa em que minha deficiência não foi vista como um problema a resolver, mas como parte da diversidade que torna o time mais forte. Isso muda o que você aceita como normal&#8221;, relata.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Josué Bomfim, c</strong>onsultor de vendas contratado em 2024, resume o impacto na trajetória profissional. &#8220;Posso afirmar com muita certeza que, em 40 anos de carreira profissional, pela primeira vez me sinto respeitado, acolhido e motivado diariamente a evoluir como pessoa e como profissional.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Recruta Diversidade integra a estratégia One L&#8217;Oréal, que articula comunicação, cultura e negócios em torno de cinco causas prioritárias: étnico-racial, PCDs, LGBTQIAPN+, gênero e gerações.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Serviço</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Inscrições abertas até 29 de maio de 2026, pelo Portal Gupy (Projeto Page PCD &#8211; <a href="https://projetopagepcd.gupy.io/" type="link" id="https://projetopagepcd.gupy.io/">CLIQUE AQUI </a>). </p>



<p class="wp-block-paragraph">O processo é conduzido pela Page PCD, consultoria especializada em recrutamento inclusivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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