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	<title>Arquivos Destaque Home - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>L&#8217;Oréal dobra líderes negros e reduz racismo no consumo em 35%</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/loreal-dobra-lideres-negros-reduz-racismo-consumo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2026 13:42:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[consumo de luxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>L'Oréal dobra número de líderes negros e reduz em 35% os casos de racismo no consumo com novo código de inclusão. Veja os dados apresentados na Feira Preta!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Lançado em 2025, o Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro, do Grupo L&#8217;Oréal e o Mover (Movimento pela Equidade Racial), com a redação da Black Sisters in Law, foi um marco para a empresa, que vem colhendo anualmente os resultados do seu investimento em representatividade. Nesta sexta-feira, durante a Feira Preta, na mesa Sebrae apresenta: Consumo, Poder e Invisibilidade, ao lado do escritor Michel Alcoforado e da jornalista Luanda Vieira, com mediação de Cris Guterres, na Feira Preta, o Diretor de Diversidade, Equidade e Inclusão da L&#8217;Oréal, Eduardo Paiva, apresentou dados do impacto da política voltada a ampliar a diversidade entre os funcionários.  </p>



<p>“O código só foi possível em um time que se torna cada vez mais negro, que tem uma liderança que se torna cada vez mais negra. O resultado é mais coragem para discutir, mais transparência para a gente colocar o problema na mesa. Pela primeira vez, a principal fonte de incremento de novos líderes negros são as promoções, e não os recrutamentos. Então, o que isso quer dizer? Tem uma geração emergindo dentro da L&#8217;Oréal, fruto de todas essas políticas. A L&#8217;Oréal vem evoluindo. Hoje 46% dos colaboradores se declararam pessoas negras. A gente dobra o número de pessoas negras em cargos de liderança. Então, salta de 13%  para 25%. É um longo caminho, mas é uma cultura que se transforma. As iniciativas de negócio surgem. Uma delas é o Programa Afroluxo, a divisão de luxo, com marcas icônicas, como Lancôme e Yves Saint Laurent, que é um programa de enfrentamento ao racismo no varejo de beleza de luxo, que é a L&#8217;Oréal se colocando como parte da solução. Então, se o racismo é sistêmico, a solução tem que ser sistêmica”, defendeu ele, durante o evento, que após 10 anos, voltou a acontecer no Rio de Janeiro. </p>



<p>Instrumento de autorregulação, o código ainda não possui valor legal, mas segue trazendo resultados palpáveis. “Em abril deste ano, lançamos junto ao Mover, uma grande coalizão, que todos os meses impactam mais de 100 milhões de pessoas em mais de 3 mil lojas em todo o Brasil, muito focada em sair do discurso para a prática. A gente revisa todos os protocolos de atendimento dentro das lojas e, no caso da L&#8217;Oreal, isso acabou resultando na capacitação do time que faz atendimento nas lojas de todo o Brasil. A gente vem acompanhando através de um novo processo que se chama Black Mystery Shopper para entender o quanto os dispositivos racistas estão diminuindo. Então, a gente fez uma onda antes da implementação do código, e outra após, e já vê que eles foram reduzidos 35% em menos de um ano. Então, essa correlação entre o ambiente onde a gente avança e combate a discriminação, melhora a experiência e aumenta esse mercado, e faz com que mais pessoas negras ocupem espaço de luxo”, apontou Eduardo.</p>



<p>A pesquisa feita para mapear como era a experiência de pessoas negras com o mercado de&nbsp; revelou que 91% das pessoas negras de classe A/B já sofreram algum tipo de discriminação racial nesses estabelecimentos. “Fiquei chocado com só 91% das pessoas se sentirem discriminadas. Os outros 9% não devem ter percebido… Nada, nada apaga o racismo na nossa sociedade. Mas a nossa presença nesses espaços, é pedagógica. Luanda, quando entra no shopping chique, na loja mais cara que ela quiser e ela compra, sai todo mundo mais racializado. Porque esse ato, por si só, ele é pedagógico. Mesmo com toda a dificuldade, o próximo preto que entrar nessa loja não será lido do mesmo jeito. E isso vai transformando essa sociedade. O consumo também transforma”, acredita Michel Alcoforado.&nbsp;</p>



<p>Antes de passar a palavra para Luanda Vieira, Cris Guterres confessou sua estratégia também “pedagógica” para devolver o constrangimento sofrido nesses espaços: “Eu sou aquela pessoa que, em lojas chiques, pergunto para pessoas brancas: ‘você trabalha aqui?”</p>



<p>Nascida em família estruturada financeiramente e acostumada a frequentar espaços de luxo, Luanda tem pensado em sua responsabilidade como espelho para sua comunidade no lugar do consumo. “Tem mulheres negras com quem falo que, de fato, frequentam os lugares que eu frequento, viajam de classe executiva como eu viajo, e tem aquelas que me escrevem dizendo que estão juntando dinheiro para se dar o produto que eu estou indicando. Aí, percebo a importância de ter seriedade com o que estou divulgando, e, de hoje ser contratada do maior shopping de luxo de São Paulo. Estou nesse lugar de abrir espaços, mas não digo que eu caminhe à vontade por esses ambientes. Alguém vai ter que sentir essa dor. Mas acho muito bonito quando as pessoas se sentem possíveis nesses lugares”, atestou Luanda.&nbsp;</p>
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		<title>70% das mulheres têm problemas de saúde mental; fim da escala 6&#215;1 pode mudar esse quadro</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/70-das-mulheres-tem-problemas-de-saude-mental-fim-da-escala-6x1-pode-mudar-esse-quadro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 23:17:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[direitos trabalhistas`]]></category>
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		<category><![CDATA[`saúde mental das mulheres`]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Trabalhar seis dias para descansar um. Para milh&#245;es de brasileiros, essa &#233; a matem&#225;tica da vida. Para as mulheres, a conta ainda n&#227;o fecha: quando termina o turno, come&#231;a a outra jornada, a dos filhos, dos idosos, dos doentes, das tarefas que ningu&#233;m contabiliza. &#8220;Al&#233;m da jornada de trabalho, elas t&#234;m a jornada do cuidado, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Trabalhar seis dias para descansar um. Para milhões de brasileiros, essa é a matemática da vida. Para as mulheres, a conta ainda não fecha: quando termina o turno, começa a outra jornada, a dos filhos, dos idosos, dos doentes, das tarefas que ninguém contabiliza. &#8220;Além da jornada de trabalho, elas têm a jornada do cuidado, que é o cuidado com a família, com os filhos, com os idosos, com os doentes, e além de tudo, a pressão social para ser perfeita, para dar certo, para dar conta de tudo&#8221;, afirma Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora.</p>



<p>&#8220;Nunca na história os trabalhadores estiveram tão adoecidos mentalmente&#8221;, diz Fontes. E dentro desse quadro, ela destaca um recorte que considera urgente: o das mulheres. Pesquisas da Rede Mulher Empreendedora apontam que 70% delas relatam alguma questão relacionada à saúde mental. &#8220;Isso tudo tem uma pressão muito forte&#8221;, afirma.</p>



<p>Na escala 6&#215;1, esse acúmulo se torna ainda mais pesado. &#8220;A pessoa trabalha 6&#215;1 e só sobra o domingo para poder fazer alguma coisa&#8221;, diz. Menos tempo livre significa menos espaço para dividir tarefas, menos espaço para descansar, menos espaço para cuidar de si.</p>



<p>Para Fontes, a mudança na jornada pode romper esse ciclo. &#8220;Tenho certeza que isso vai criar um ciclo positivo: vai ajudar as questões de saúde mental do próprio empreendedor, das mulheres, dos colaboradores. Não dá para viver numa sociedade onde é só o trabalho.&#8221;</p>



<p><strong>O QUE MUDA PARA O PEQUENO EMPREENDEDOR</strong></p>



<p>Na terça-feira, 28 de maio, a Câmara dos Deputados aprovou o fim da escala 6&#215;1. O projeto, apresentado pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP) em parceria com o vereador Rick Azevedo (PSOL-RJ), idealizador do Movimento Vida Além do Trabalho, substitui o modelo atual pelo 5&#215;2 e reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas. O texto segue para o Senado Federal.</p>



<p>A aprovação dividiu opiniões. Empresários como Rony Meisler, fundador da Reserva, alertam para o impacto direto no pequeno negócio: &#8220;A conta vai chegar para os donos de pequena empresa, que terão que contratar para cobrir os turnos, pagar hora extra ou demitir.&#8221; Para Fontes, a leitura é outra. &#8220;Toda mudança gera questionamentos. Acredito que este seja um momento histórico e que os empresários vão encontrar caminhos e novos modelos, porque existe saída&#8221;, diz. Para ela, o aumento de preços ao consumidor não é inevitável. &#8220;Isso é possível sem necessariamente gerar um impacto final para o consumidor, desde que haja disposição para pensar em outras soluções.&#8221;</p>



<p>Fontes fala da própria experiência. Na Rede Mulher Empreendedora, o modelo já é 5&#215;2, com duas horas a menos às sextas-feiras, e a equipe opera em formato híbrido, três dias presenciais e dois em casa. &#8220;Isso não diminuiu em nada a nossa produtividade, a nossa participação no mercado. Tudo conseguiu funcionar&#8221;, afirma.</p>



<p>Ela reconhece que a transição não é simples, mas rejeita o que chama de &#8220;histeria coletiva&#8221;. &#8220;O importante é cada empreendedor olhar para a sua realidade e, dentro dela, fazer conta, prestar atenção, ver o que pode fazer de melhor, pensar em bonificações para os colaboradores.&#8221; O argumento central é que colaborador bem e descansado produz mais. &#8220;Se o colaborador está bem, está feliz, está conseguindo trabalhar, o negócio vai melhor, a produtividade vai melhor e isso vai fazer bem para todo mundo, para a sociedade, para o trabalhador, para o próprio pequeno negócio.&#8221;</p>



<p>Ela lembra ainda que o Brasil discute o primeiro estágio da transição enquanto outros países já estudam o modelo 4&#215;3. &#8220;Existem estudos no mundo inteiro falando na redução do 4&#215;3. A gente está discutindo ainda o primeiro estágio, que é o 5&#215;2, quando existem países já discutindo o 4&#215;3.&#8221;</p>



<p>&#8220;O trabalho é uma parte fundamental da nossa vida, mas a gente precisa ter também tempo para descanso, para convivência com a família e para cuidar de si próprio&#8221;, conclui Fontes.</p>



<p><em>Entrevista realizada por Silvia Nascimento, Head de Conteúdo do Mundo Negro.</em></p>



<p>Foto: Divulgação</p>
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		<title>Enquanto EUA faturam com Oprah, Shonda e Issa, streaming no Brasil só escolhe homens brancos como showrunners, aponta Luh Maza</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/enquanto-eua-faturam-com-oprah-shonda-e-issa-streaming-no-brasil-so-escolhe-homens-brancos-como-showrunners-aponta-luh-maza/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 21:07:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Issa Rae]]></category>
		<category><![CDATA[Luh Maza]]></category>
		<category><![CDATA[Oprah Winfrey]]></category>
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		<category><![CDATA[Streaming]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;O mercado americano entendeu h&#225; muito tempo que mulheres negras n&#227;o produzem s&#243; o commodity da representatividade. N&#243;s produzimos linguagem, audi&#234;ncia, franquias, dinheiro&#8221;. A cineasta, roteirista e diretora Luh Maza desabafou sobre um grande inc&#244;modo na ind&#250;stria do streaming nacional: as plataformas continuam excluindo mulheres negras e pessoas trans dos cargos de showrunner (lideran&#231;a criativa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“O mercado americano entendeu há muito tempo que mulheres negras não produzem só o commodity da representatividade. Nós produzimos linguagem, audiência, franquias, dinheiro”. A cineasta, roteirista e diretora<strong> Luh Maza</strong> desabafou sobre um grande incômodo na indústria do streaming nacional: as plataformas continuam excluindo mulheres negras e pessoas trans dos cargos de showrunner (liderança criativa e de gerenciamento de séries) e dão as costas para o modelo de sucesso bilionário dos Estados Unidos. </p>



<p>Roteirista de sucessos dos streamings como ‘Os Quatro da Candelária’ e ‘Da Ponte Pra Lá’, Maza utiliza a própria história das matrizes norte-americanas dessas plataformas para expor o atraso do mercado brasileiro. Nos EUA, nomes que moldaram a história da televisão e do streaming são mulheres negras que ditaram — e ainda ditam — regras de mercado, audiência e faturamento.</p>



<p>A cineasta relembra referências incontestáveis que provam o valor comercial e cultural de ter narrativas diversas chefiadas por quem as vivencia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Shonda Rhimes:</strong> Uma das maiores e mais lucrativas showrunners da história da TV mundial.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Oprah Winfrey:</strong> Pioneira que desbravou a função e fundou impérios de mídia.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Issa Rae, Michaela Coel e Lena Waithe: </strong>Roteiristas e criadoras contemporâneas que transformaram a cultura pop global e geram franquias de sucesso.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Janet Mock:</strong> A primeira mulher trans e negra a ocupar o cargo de showrunner e diretora na TV americana.</li>
</ul>



<p>Enquanto a indústria global fatura alto apostando na genialidade dessas mulheres, Maza aponta que, no Brasil — um país de maioria negra e majoritariamente composto por mulheres —, o cenário é de completo apagamento. &#8220;Nós não temos sequer acesso real à possibilidade de contar as nossas histórias, porque os nossos projetos já chegam tortos para essas executivas&#8221;, afirma.</p>



<p>A crítica de Luh Maza toca em um ponto sensível sobre a divisão do poder no audiovisual brasileiro. Ela chama a atenção para o fato de que a maior parte das cadeiras de tomada de decisão nas plataformas é ocupada por mulheres brancas. No entanto, a escolha delas para a liderança criativa recai quase sempre sobre o mesmo perfil.</p>



<p>“A maioria esmagadora dos showrunners, que são os líderes criativos das séries que elas escolhem, são homens — homens brancos e cisgêneros”, pontua a diretora. “Até a proporção de mulheres brancas nessa função é irrisória. Mulheres negras, nenhuma. Mulheres negras e trans, menos ainda.”</p>



<p>Diante dessa barreira, a cineasta questiona diretamente a postura das profissionais brancas que gerenciam esses fundos de produção. “Eu não sei se elas não entenderam qual deveria ser as suas funções ou se estão exercendo exatamente o papel para o que foi designado a elas, agindo como se fossem porteiras de um prédio de alto padrão, julgando quem pode entrar, quem pode permanecer e quem ameaça demais o ambiente do edifício”, desabafa Maza.</p>



<p>A diretora sublinha que a branquitude que lidera esses processos é diretamente responsável pelo estado criativo, financeiro e psicológico das profissionais negras e trans que tentam sobreviver no mercado. Ela deixa, ainda, um alerta sobre a volatilidade dos cargos corporativos: “Vocês são funcionárias, não as donas dessa cobertura. E na dança das cadeiras da indústria, uma hora também vai faltar para vocês se sentarem.”</p>



<p>Ao revelar que sua trajetória é marcada por histórias absurdas de constrangimento, manipulação e apagamento — &#8220;como se o lugar reservado para mim já estivesse delimitado antes mesmo de eu chegar&#8221; —, Luh Maza enfatizou que começará a expor essas vivências publicamente.</p>



<p>O objetivo, segundo ela, é mostrar que o problema não é uma insatisfação individual, mas sim uma engrenagem estrutural que sabota o progresso de profissionais negros. Ao abrir o canal para que outras pessoas compartilhem suas experiências, a cineasta convoca o mercado a romper a demagogia e as desculpas.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>TikTok gera até R$ 37,3 bi para o PIB brasileiro e alavanca pequenas e médias empresas com alcance gratuito</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/tiktok-gera-ate-r-373-bi-para-o-pib-brasileiro-e-alavanca-pequenas-e-medias-empresas-com-alcance-gratuito/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 19:27:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Voc&#234; j&#225; se perguntou quanto uma rede social pode movimentar financeiramente um pa&#237;s? Um levantamento in&#233;dito revelou que o TikTok adicionou entre R$ 18,6 bilh&#245;es e R$ 37,3 bilh&#245;es ao PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2025, considerando apenas os investimentos em publicidade na plataforma (TikTok Ads). O primeiro Relat&#243;rio de Impacto Econ&#244;mico do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="p-rc_5f33653111da4700-202">Você já se perguntou quanto uma rede social pode movimentar financeiramente um país? Um levantamento inédito revelou que o <strong>TikTok </strong>adicionou entre R$ 18,6 bilhões e R$ 37,3 bilhões ao PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil em 2025, considerando apenas os investimentos em publicidade na plataforma (TikTok Ads). O primeiro <strong>Relatório de Impacto Econômico</strong> do aplicativo no país, desenvolvido em parceria com a LCA Consultoria Econômica, revela como um ecossistema ainda apoiou a criação de 223 mil a 447 mil empregos diretos, indiretos e induzidos no período.</p>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-79">A pesquisa detalha o papel da ferramenta na expansão do empreendedorismo digital e revela dados que despertam a atenção sobre como os pequenos negócios estão crescendo. Mais da metade das pequenas e médias empresas (PMEs) pesquisadas afirmou ter expandido suas operações e alcançado novos públicos de forma orgânica, enquanto mais de dois terços utilizam a plataforma como fonte de aprendizado empreendedor.</p>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-80">O grande diferencial que move essa engrenagem econômica está na forma como o conteúdo é distribuído<sup></sup>. De acordo com o relatório, 68% dos empreendedores dependem exclusivamente do alcance orgânico, ou seja, vendem sem gastar nada com publicidade<sup></sup>. O sistema de recomendação do TikTok é baseado em interesses, e não apenas em conexões sociais, o que permite que um vídeo ganhe escala além das redes já existentes<sup></sup>. Com isso, 51% dos empreendedores relataram crescimento de seguidores por vias não pagas e 52% afirmaram que a plataforma ajuda a acessar novos mercados<sup></sup>.</p>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-81">Outro fator que ajuda a entender a dimensão desse impacto é o modelo <em>mobile-first</em> (prioritariamente para dispositivos móveis)<sup></sup>. Essa estrutura permite que o usuário gerencie um negócio de ponta a ponta usando apenas um smartphone, o que se torna um dado crucial de inclusão econômica se considerado que o celular é o principal dispositivo de acesso à internet para 87% da população de baixa renda do Brasil<sup></sup>.</p>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-82">&#8220;Quando pequenas empresas ganham acesso a ferramentas digitais, conhecimento e comunidades engajadas, o impacto vai além das transações&#8221;, comenta Monica Guise, Diretora de Políticas Públicas do TikTok no Brasil. &#8220;A descoberta mostra o TikTok como um motor da economia do Brasil, onde a criatividade e a descoberta se traduzem em crescimento real&#8221;.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Uma nova jornada de compra e a força do Nordeste</strong></h3>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-83">À medida que as PMEs ganham espaço na economia digital — aumentando sua participação no e-commerce nacional de 4% em 2016 para 30% em 2024 —, o TikTok se consolida como uma ferramenta de democratização. A jornada de compra também passou por transformações: cerca de 58% dos usuários relatam ter concluído compras diretamente no TikTok Shop após descobrir um produto no aplicativo. O relatório também indica que a descoberta de produtos na plataforma impulsiona vendas fora do ambiente virtual, motivando o contato direto com vendedores e visitas a lojas físicas.</p>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-84">Geograficamente, o estudo destaca um crescimento descentralizado, com forte impacto no Nordeste do Brasil, região onde o e-commerce cresceu 413% entre 2016 e 2024<sup></sup>. Nesse cenário, a plataforma atua reduzindo as barreiras de acesso ao mercado nacional e acelera a transição de iniciativas locais para negócios sustentáveis<sup></sup>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O aplicativo como fonte de educação empreendedora</strong></h3>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-85">O relatório também traz à tona um dado curioso sobre o comportamento dos usuários: a plataforma se tornou uma relevante fonte de aprendizado e qualificação para os negócios<sup></sup>. Os números mostram que:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>69% dos empreendedores</strong> utilizam o TikTok como fonte de conteúdo relacionado a negócios;</li>



<li><strong>62% acompanham</strong> tendências de mercado por meio dele;</li>



<li><strong>57% desenvolvem</strong> habilidades de marketing digital.</li>
</ul>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-89">O consumo desse tipo de conteúdo educacional voltado ao empreendedorismo foi estimado entre 2,5 milhões e 6,4 milhões de horas em 2025<sup></sup>. Essa busca por conhecimento gerou um ganho potencial de produtividade para a economia avaliado entre R$ 21 milhões e R$ 52 milhões anualmente<sup></sup>.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Impacto que se estende pela economia e arrecadação</strong></h3>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-90">Os efeitos das atividades geradas na plataforma transbordam para múltiplos setores da economia, incluindo os mercados de logística, varejo e serviços, além de estimular o consumo geral por meio da renda gerada por empreendedores e pequenas empresas<sup></sup>. O estudo estima ainda um impacto na arrecadação de impostos que varia entre R$ 2,5 bilhões e R$ 4,9 bilhões<sup></sup>.</p>



<p id="p-rc_23d6080fffc76b23-91">“O impacto do TikTok no Brasil vai além do ambiente digital. Ele se traduz em oportunidades concretas para que pequenas e médias empresas expandam seu alcance, fortaleçam capacidades e transformem conteúdo em resultados econômicos. Isso mostra como as plataformas digitais podem impulsionar a inclusão e o desenvolvimento”, completou Monica Guise.</p>
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		<title>L&#8217;Oréal abre 25 vagas em área comercial exclusivas para profissionais com deficiência fora do eixo Rio-SP</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/loreal-abre-25-vagas-em-area-comercial-exclusivas-para-profissionais-com-deficiencia-fora-do-eixo-rio-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 18:21:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo L&#8217;Or&#233;al no Brasil abriu inscri&#231;&#245;es para a nova edi&#231;&#227;o do programa Recruta Diversidade, com 25 vagas na &#225;rea comercial de campo destinadas exclusivamente a profissionais com defici&#234;ncia. As candidaturas v&#227;o at&#233; 29 de maio de 2026 e, desta vez, s&#227;o voltadas a candidatos que residem fora do eixo Rio de Janeiro&#8211;S&#227;o Paulo, em [&#8230;]</p>
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<p>O Grupo L&#8217;Oréal no Brasil abriu inscrições para a nova edição do programa Recruta Diversidade, com 25 vagas na área comercial de campo destinadas exclusivamente a profissionais com deficiência. As candidaturas vão até 29 de maio de 2026 e, desta vez, são voltadas a candidatos que residem fora do eixo Rio de Janeiro–São Paulo, em um esforço de descentralizar o acesso ao mercado de beleza para talentos de todas as regiões do país.</p>



<p>A escolha pela área comercial é estratégica. Trata-se justamente do setor em que a representatividade de pessoas com deficiência ainda é menor no mercado de beleza brasileiro, com impacto direto na renda e na trajetória profissional. Na edição anterior, 28 profissionais foram contratados pelo programa.</p>



<p>Diferentemente de processos seletivos convencionais, o Recruta Diversidade foi desenhado do início ao fim para alcançar quem o mercado tradicional invisibiliza. As etapas são adaptadas, há acessibilidade garantida em todas as fases e acompanhamento especializado da Page PCD, consultoria parceira do programa desde sua concepção.</p>



<p>Segundo <strong>Eduardo Paiva, </strong>Diretor de Diversidade, Equidade e Inclusão do Grupo L&#8217;Oréal no Brasil, o programa rompe com a lógica da contratação por imposição. &#8220;O Recruta Diversidade não é cota. É a prova de que o pipeline de talentos com deficiência existe. O que faltava era um processo seletivo desenhado para encontrá-los. Em quatro anos de programa, a taxa de permanência dos contratados supera 85%. Isso não é inclusão por decreto, é inclusão por resultado&#8221;, afirma.</p>



<p>Para quem já passou pelo programa, a experiência ultrapassa a contratação em si.<strong> Luana Dantas, </strong>analista de educação na L&#8217;Oréal e participante da edição de 2025, mudou de estado para assumir o cargo. &#8220;A L&#8217;Oréal foi a primeira empresa em que minha deficiência não foi vista como um problema a resolver, mas como parte da diversidade que torna o time mais forte. Isso muda o que você aceita como normal&#8221;, relata.</p>



<p><strong>Josué Bomfim, c</strong>onsultor de vendas contratado em 2024, resume o impacto na trajetória profissional. &#8220;Posso afirmar com muita certeza que, em 40 anos de carreira profissional, pela primeira vez me sinto respeitado, acolhido e motivado diariamente a evoluir como pessoa e como profissional.&#8221;</p>



<p>O Recruta Diversidade integra a estratégia One L&#8217;Oréal, que articula comunicação, cultura e negócios em torno de cinco causas prioritárias: étnico-racial, PCDs, LGBTQIAPN+, gênero e gerações.</p>



<p><strong>Serviço</strong></p>



<p>Inscrições abertas até 29 de maio de 2026, pelo Portal Gupy (Projeto Page PCD &#8211; <a href="https://projetopagepcd.gupy.io/" type="link" id="https://projetopagepcd.gupy.io/">CLIQUE AQUI </a>). </p>



<p>O processo é conduzido pela Page PCD, consultoria especializada em recrutamento inclusivo.</p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Eu me dei conta de que dou conta de ocupar todas essas gavetinhas&#8221;: Rafael Zulu conta como equilibra empresas, família e carreira na TV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 20:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedorismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[papo de segunda]]></category>
		<category><![CDATA[rafael zulu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O primeiro neg&#243;cio de Rafael Zulu quebrou. Era um bar, abriu porque ele sempre foi apaixonado pela noite, e fechou porque ele n&#227;o sabia o que estava fazendo. &#8220;Quando voc&#234; est&#225; num neg&#243;cio que n&#227;o entende, n&#227;o faz um business plan e n&#227;o cuida, est&#225; fadado ao fracasso. Foi o que aconteceu&#8221;, ele conta, em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O primeiro negócio de <strong>Rafael Zulu</strong> quebrou. Era um bar, abriu porque ele sempre foi apaixonado pela noite, e fechou porque ele não sabia o que estava fazendo.</p>



<p>&#8220;Quando você está num negócio que não entende, não faz um business plan e não cuida, está fadado ao fracasso. Foi o que aconteceu&#8221;, ele conta, em entrevista exclusiva ao Mundo Negro.</p>



<p>Hoje, Zulu é sócio de empresas em frentes bem distintas. Due.inc, no corporativo. Tardezinha, no entretenimento. Adore, incorporadora que está entre as maiores construtoras de Pernambuco. Negócios de hospedagem e tecnologia. Mais o trabalho de ator, que nunca parou, e agora a estreia como apresentador do <strong>Papo de Segunda, no GNT.</strong></p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-768x1024.png" alt="" class="wp-image-95517" style="aspect-ratio:3/2;object-fit:cover" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-768x1024.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-225x300.png 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-113x150.png 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-315x420.png 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-150x200.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-300x400.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-696x928.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3-1068x1424.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-3.png 1080w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>
</div>


<p>A trajetória dele interessa por uma razão específica. A maioria das pessoas que empreende no Brasil não é herdeira, começa do zero. E a maior parte das histórias de sucesso circuladas por aí esconde o tombo do começo. Zulu não esconde.</p>



<p>&#8220;Acredito que todo mundo que quebra algum dia sai fortalecido para os próximos negócios&#8221;, afirma. &#8220;Inclusive, sempre digo: ter um sócio que já quebrou na vida é algo positivo, pois esse cara não vai querer passar por aquilo novamente.&#8221;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-1024x1024.png" alt="" class="wp-image-95519" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-1024x1024.png 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-300x300.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-150x150.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-768x768.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-420x420.png 420w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-696x696.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5-1068x1068.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-5.png 1440w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Depois do bar, ele mudou o método. A regra passou a ser uma só.</p>



<p>&#8220;Sempre optei por ter sócios que já eram ligados à área. Eu não me meto num negócio do qual não sei absolutamente nada&#8221;, diz. &#8220;Sempre fui curioso e quis entender de tudo um pouquinho.&#8221;</p>



<p>A Tardezinha entrou na vida dele quando ele já tinha, nas palavras dele, &#8220;uma capacidade maior de entendimento empresarial&#8221;. Se cercou de gente que entendia do negócio. Com a Adore foi igual: sócios do meio da construção civil, com o conhecimento técnico que ele não tinha.<br><br></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-768x1024.png" alt="" class="wp-image-95518" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-768x1024.png 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-225x300.png 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-113x150.png 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1152x1536.png 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-315x420.png 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-150x200.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-300x400.png 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-696x928.png 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4-1068x1424.png 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-4.png 1365w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p>O que Zulu coloca na mesa é o que ele construiu fora do negócio específico. &#8220;No final do dia, eu empresto meu relacionamento e meu conhecimento em Marketing, que é minha formação, atuando diretamente nesse setor. Se você entra num negócio com a tranquilidade de querer aprender com quem já está ali, as coisas tendem a dar certo.&#8221;</p>



<p>É a lógica de um ecossistema, e ele nomeia assim. &#8220;O mercado corporativo exige muito tempo de escritório, e meus sócios contribuem para que eu possa atuar em outras frentes, entendendo que minha presença na TV também abastece o nosso negócio. É um ecossistema que gira.&#8221;</p>



<p>A pergunta que segue naturalmente é sobre rotina. Como alguém dá conta de atuação, empresas, apresentação de um programa semanal de TV e ainda mantém a família como prioridade declarada?</p>



<p>&#8220;A paternidade pesa, mas confesso que não atrapalha em nada, porque meus filhos crescem com a certeza de que o papai precisa voar para que eles possam voar também&#8221;, responde Zulu.</p>



<p>Ele é pai de Luiza, de 19 anos, que segundo ele já cresceu entendendo essa lógica, e de Kalu. &#8220;Tudo o que faço é conversado com minha esposa e minha filha.&#8221;</p>



<p>A organização, ele diz, vem antes. &#8220;Consigo organizar minha vida porque sou um cara organizado. Faço um milhão de coisas, mas sei parar um dia inteiro para ficar com a família.&#8221;</p>



<p>E quando não dá para parar, a família vai junto. &#8220;Se viajo para um trabalho fora do Rio, por vezes cato o bonde e todo mundo vai comigo. Minha família nunca atrapalhou porque, antes de eles chegarem, eu já trabalhava. Não vou abrir mão da minha vida e do meu trabalho, eles estarão comigo nos meus sonhos.&#8221;</p>



<p>Para os próximos cinco anos, a aposta não é concentrar em uma frente. É manter todas.</p>



<p>&#8220;Eu me dei conta de que dou conta de ocupar todas essas gavetinhas&#8221;, afirma. &#8220;A Tardezinha é sazonal, o que é maravilhoso. No ano em que ela acontece, demanda muito, mas geralmente nos finais de semana. Agora no Papo de Segunda, a segunda-feira é um dia tomado, mas o restante da semana a gente administra. É um caos organizado! E eu amo o caos organizado. Não saberia não fazer esse tanto de coisa que eu faço.&#8221;</p>



<p>O Papo de Segunda estreia sua 18ª temporada no dia 27 de abril, segunda, às 22h30, no GNT. Rafael Zulu chega ao programa junto com Gil do Vigor, compondo com João Vicente de Castro e Francisco Bosco uma das formações mais diversas da atração em mais de uma década de história.</p>



<p>Sobre entrar no sofá de um programa que ele mesmo já assistiu como fã, Zulu é direto. Ser um dos dois homens pretos da nova formação já diz algo.</p>



<p>&#8220;Como um homem preto num programa, a gente sabe que liga a televisão e não se reconhece muitas vezes. Eu me vejo muito pouco na TV, hoje um pouco mais na teledramaturgia&#8221;, ele diz. &#8220;Então, eu acho que estar ali já é um ato de resistência. Um homem preto ocupando um espaço daquele ali, sem falar nada, já representa uma espécie de militância.&#8221;</p>



<p>Ele adianta que não vai se furtar. &#8220;Quero falar sobre as minhas questões e as questões da minha comunidade, do meu povo. Se ainda precisamos falar, é porque as coisas ainda estão acontecendo aí fora. Eu seria muito cobrado pela minha comunidade se não trouxesse nossos temas para dentro de uma conversa como essa.&#8221;</p>



<p>No fim, a trajetória de Rafael Zulu entrega uma síntese rara. A de um homem preto que ocupa TV aberta, TV paga, conselho de empresa e obra em Pernambuco ao mesmo tempo, e que olha para trás sem esconder o primeiro tombo. O bar que quebrou virou método. O método virou negócio. E o negócio virou ecossistema.</p>
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		<title>Coletivo ‘HHWC’ une hip hop e dança para transformar a relação de mulheres negras com o treino</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/coletivo-hhwc-transforma-a-relacao-de-mulheres-negras-com-o-treino-atraves-do-hip-hop/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 14:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[MÚSICA]]></category>
		<category><![CDATA[Oportunidades de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Saiu na impresa]]></category>
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		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Muito antes de se tornar g&#234;nero musical, muito antes das batalhas de rap e dos campeonatos de breakdance, o movimento do corpo j&#225; era, para o povo negro, um ato pol&#237;tico. Na &#193;frica, a dan&#231;a era linguagem sagrada, forma de reverenciar ancestrais, celebrar colheitas, comunicar guerras e curar. Quando africanos escravizados foram arrancados de seus [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Muito antes de se tornar gênero musical, muito antes das batalhas de rap e dos campeonatos de breakdance, o movimento do corpo já era, para o povo negro, um ato político. Na África, a dança era linguagem sagrada, forma de reverenciar ancestrais, celebrar colheitas, comunicar guerras e curar. Quando africanos escravizados foram arrancados de seus territórios e jogados em terras desconhecidas, o corpo continuou sendo o único território que ainda lhes pertencia. </p>



<p>Séculos depois, em 1973, no Bronx, bairro negro e periférico de Nova York destruído por políticas de reurbanização que forçaram comunidades afro-americanas e latinas a viver entre escombros, essa mesma energia ganhou nome novo. O DJ Kool Herc organizou a primeira festa de rua onde nasceria o hip hop. Afrika Bambaataa, ex-líder de gangue que havia sido transformado por uma viagem à África e pelos discursos de Malcolm X e dos Panteras Negras, fundou a Universal Zulu Nation com um objetivo claro: substituir a violência entre jovens negros pela dança, pela música, pelo grafite e pelo rap. </p>



<p>Essa cultura atravessou o Atlântico e chegou ao Brasil nos anos 1980, encontrando na periferia de São Paulo um terreno fértil. Na estação São Bento, na Galeria 24 de Maio, jovens negros se reuniam para dançar break e ouvir rap em rádios boombox. Os Racionais MC&#8217;s, Thaíde, os grafiteiros Os Gêmeos, todos filhos dessa mesma raiz, todos herdeiros de uma filosofia que colocava o corpo negro no centro da cena, como sujeito e não como objeto. É dentro dessa linhagem que nasce, em São Paulo, o <strong>HipHop Workout Collective, o <em>HHWC</em>.</strong></p>



<p><strong>O coletivo que juntou treino e ancestralidade</strong></p>



<p>Juliana Oliveira, Caroline Araujo e Juliane Daianny são personal trainers, professoras de educação física, atletas e, acima de tudo, mulheres negras que conhecem na própria pele o que significa não se reconhecer em um espaço de autocuidado. As academias convencionais, com seus espelhos, seus padrões e seus silêncios, raramente foram lugares onde corpos como os delas se sentiram bem-vindos.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="683" data-id="95430" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-95430" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1024x683.jpg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-300x200.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-150x100.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-768x512.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1536x1024.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-2048x1365.jpg 2048w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-630x420.jpg 630w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-696x464.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1068x712.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/IMG_1984-1920x1280.jpg 1920w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
</figure>



<p>A resposta que criaram não foi apenas um treino diferente. Foi um espaço diferente. Com trilhas sonoras guiadas pelo hip hop, dinâmicas que estimulam o coletivo tanto quanto o físico e uma proposta que rompe com os padrões tradicionais do fitness, o HHWC transforma cada encontro em uma experiência cultural.</p>



<p><strong><em>&#8220;O HHWC é potência em movimento.&#8221;</em></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="264" height="406" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png" alt="" class="wp-image-95434" style="aspect-ratio:0.6502828990416073;width:374px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image.png 264w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-195x300.png 195w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-98x150.png 98w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-150x231.png 150w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></figure>



<p><em> — Juliane Daianny, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>Juliane, formada em Marketing e Educação Física, é proprietária do Studio JD, espaço de treinamento exclusivo para mulheres na Zona Norte de São Paulo. Amante da black music desde sempre, ela traz esse amor para o cotidiano do coletivo. Caroline Araujo, personal há sete anos e atleta de powerlifting com especialização em Ortopedia pelo Hospital Israelita Albert Einstein, cuida da parte administrativa e da experiência dos encontros. Juliana Oliveira, personal trainer e professora de boxe desde 2019, campeã de levantamento terra, é responsável pelas redes sociais e pelas parcerias comerciais do projeto. Três mulheres, três trajetórias diferentes, uma visão comum: de que o treino pode ser, e deve ser, cultura.</p>



<p><strong>Quando não se mover é também uma questão estrutural</strong></p>



<p>Dados recentes revelam que apenas cerca de 33% das mulheres negras no Brasil praticam atividade física regularmente. Esse número, que poderia ser lido como desinteresse, é na verdade o retrato de uma equação estrutural: sem tempo, sem renda, sem representatividade, sem um lugar onde o próprio corpo se sinta em casa, o movimento se torna um luxo que o sistema não oferece.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="95431" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-95431" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-768x1024.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-225x300.jpg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-315x420.jpg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-150x200.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-300x400.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-696x928.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n-1068x1424.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_653909227_17881665396475747_2295578303086482925_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
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<p><em><strong>&#8220;Transformamos treino em cultura e movimento em pertencimento. O Hip Hop Workout Collective nasce também da urgência de criar espaços onde mais mulheres se sintam seguras para se movimentar. Quando olhamos para dados que mostram que mulheres negras ainda se movimentam menos, entendemos que não é sobre falta de interesse, mas sobre acesso, identificação e oportunidade. O HHWC surge como esse espaço de conexão, onde o corpo, a cultura e a comunidade caminham juntos.&#8221;</strong></em></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="264" height="385" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.png" alt="" class="wp-image-95435" style="aspect-ratio:0.6857571944636116;width:470px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1.png 264w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-206x300.png 206w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-103x150.png 103w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-1-150x219.png 150w" sizes="(max-width: 264px) 100vw, 264px" /></figure>



<p><em>— Caroline Araujo, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>E as consequências dessa ausência de movimento vão muito além do peso na balança. Pesquisas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), da Unicamp e da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica apontam que o sedentarismo está diretamente relacionado ao desenvolvimento de tumores, e que mulheres negras pagam um preço desproporcional por essa equação.</p>



<p>Um estudo publicado na revista científica Breast Cancer Research and Treatment, analisando casos entre 2010 e 2015, constatou que mulheres negras são diagnosticadas em estágios mais avançados da doença do que mulheres brancas, e enfrentam uma taxa de mortalidade quase quatro vezes maior. O INCA, por sua vez, aponta que mulheres negras têm 57% mais chance de morrer de câncer de mama do que brancas, com especial incidência do subtipo triplo negativo, o mais agressivo da doença. Pesquisadores da Unicamp identificaram ainda uma tendência perturbadora: enquanto a mortalidade por câncer de mama cai entre mulheres brancas, ela continua subindo entre pretas e pardas, sinal de que as melhorias no diagnóstico e tratamento ainda não chegam a quem mais precisa.</p>



<p>E é aqui que o movimento entra como resposta. Estudos da Universidade Charles, na República Tcheca, analisando mais de 130 mil mulheres, concluíram que a atividade física regular pode reduzir em até 40% o risco de desenvolver câncer de mama. A American Cancer Society aponta que manter um nível regular de exercícios diminui entre 10% e 20% a chance de desenvolver um tumor. O sedentarismo, por outro lado, pode chegar a dobrar o risco de desenvolvimento da doença. O INCA confirma: a atividade física regula hormônios como estrogênio e progesterona, reduz inflamações crônicas e fortalece o sistema imunológico — mecanismos diretamente ligados à prevenção.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="95432" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-95432" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-768x1024.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-225x300.jpg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-315x420.jpg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-150x200.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-300x400.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-696x928.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n-1068x1424.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/SaveClip.App_654015667_17881665408475747_8659267352265860861_n.jpg 1080w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
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<p><strong>Hip hop como filosofia, treino como filosofia</strong></p>



<p>Há uma coerência profunda no HHWC que vai além da playlist. O hip hop, em sua essência, sempre foi sobre transformação social através da arte, sobre pegar o que o sistema jogou fora e fazer disso cultura, identidade, orgulho. É o que Afrika Bambaataa chamava de quinto elemento do hip hop: o conhecimento de si, da realidade histórica e cultural dos grupos oprimidos.</p>



<p>O HHWC opera nessa mesma frequência. Cada sessão de treino é também um ritual de pertencimento — a música que pulsa, os corpos que se movem juntos, a instrutora que se parece com você, o espaço que foi construído pensando em você. Isso não é detalhe. Para uma mulher negra que cresceu achando que academia não era lugar para ela, isso é transformação.</p>



<p><em><strong>&#8220;O HHWC leva o hip hop para o treino como cultura viva, traduzindo esse movimento em comunidade, liberdade e transformação social.&#8221;<br></strong></em></p>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="263" height="387" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2.png" alt="" class="wp-image-95436" style="aspect-ratio:0.6796010659775499;width:446px;height:auto" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2.png 263w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-204x300.png 204w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-102x150.png 102w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/04/image-2-150x221.png 150w" sizes="(max-width: 263px) 100vw, 263px" /></figure>



<p><em> — Juliana Oliveira, idealizadora do HHWC</em></p>



<p>Em 2025, o Hip Hop Workout Collective deu um passo que marca uma nova fase da sua história: a expansão para o Rio de Janeiro. O que nasceu como um encontro entre amigas em São Paulo agora conecta territórios, amplia redes e consolida o projeto como um movimento, com tudo o que essa palavra carrega de político, de histórico e de esperança.</p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DWCxIz7jmuN/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/DWCxIz7jmuN/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<p>Ao lado das fundadoras, uma equipe de staff, voluntários, audiovisual, o DJ Pink Jay e a produtora Jufa Balshoy, todos pertencentes à mesma comunidade, todos com histórias de vida que se encontram nesse projeto. Como dizem as idealizadoras: <em>isso vai muito além de ser mais um coletivo de treino.</em></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>PRÓXIMAS EDIÇÕES</strong></h3>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>São Paulo</strong> — 12 de abril de 2025</li>



<li><strong>Rio de Janeiro</strong> — 2 de maio de 2025</li>
</ul>



<p><strong>Informações e ingressos:</strong> <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.google.com/search?q=https://linktr.ee/hhwc.br">linktr.ee/hhwc.br</a></p>



<p></p>
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		<title>Exclusivo: L’Oréal Luxo e Sephora capacitam 100% de suas equipes de vendas no Brasil contra o racismo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/exclusivo-loreal-luxo-e-sephora-capacitam-100-de-suas-equipes-de-vendas-no-brasil-contra-o-racismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:48:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Afroluxo]]></category>
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		<category><![CDATA[L'Oréal Luxo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O mercado de luxo no Brasil d&#225; um passo importante contra a discrimina&#231;&#227;o racial contra seus clientes. Neste M&#234;s do Consumidor,&#160;a L&#8217;Or&#233;al Luxo e a Sephora anunciaram com exclusividade ao Mundo Negro, a conclus&#227;o da capacita&#231;&#227;o de 100% de suas equipes de vendas no pa&#237;s contra o racismo. A a&#231;&#227;o faz parte do programa&#160;Afroluxo, que [&#8230;]</p>
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<p>O mercado de luxo no Brasil dá um passo importante contra a discriminação racial contra seus clientes. Neste Mês do Consumidor,<strong>&nbsp;a L’Oréal Luxo e a Sephora anunciaram com exclusividade ao Mundo Negro</strong>, a conclusão da capacitação de 100% de suas equipes de vendas no país contra o racismo. A ação faz parte do programa&nbsp;<strong>Afroluxo</strong>, que se fortalece com a adesão da Sephora ao&nbsp;<strong>Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro</strong>.</p>



<p>O movimento simboliza a expansão do Afroluxo, programa de longo prazo da L’Oréal Luxo criado em 2024 para enfrentar o racismo estrutural nas relações de consumo brasileiras, e reforça a importância da atuação conjunta entre indústria e varejo na promoção de uma beleza verdadeiramente diversa.</p>



<p>Para Sephora, a adesão vem como um aprimoramento de uma jornada de diversidade já estruturada, com políticas, metas e práticas consolidadas de diversidade, equidade e inclusão em toda a operação.</p>



<p>A marca mantém uma área dedicada exclusivamente à DE&amp;I desde 2022 e uma estratégia contínua, chamada Sephora (+), voltada à promoção de pertencimento, representatividade e capacitação interna.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!rzrW!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fb92a30b1-0457-464b-8c3d-c010a57c0261_3408x2272.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!rzrW!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2Fb92a30b1-0457-464b-8c3d-c010a57c0261_3408x2272.jpeg" alt=""/></a></figure>



<p>“O Afroluxo nasceu do compromisso da L’Oréal Luxo em transformar o mercado de beleza em um ambiente mais justo e representativo. Hoje, a realidade está bem distante disso: 9 em cada 10 consumidores negros enfrentam racismo nos ambientes de consumo de luxo. A adesão da Sephora, ícone em varejo de beleza no mundo, é motivo de muito orgulho para nós, reforçando nossa crença de que uma mudança efetiva só acontece quando indústria e varejo caminham juntos. Esse é um passo histórico, que nos aproxima de um novo padrão de atendimento e respeito à pluralidade da beleza brasileira”, afirma Bianca Ferreira, head de Comunicação, Diversidade e Sustentabilidade da L’Oréal Luxo.</p>



<p>O Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro reúne 10 diretrizes de autorregulamentação antirracista e propõe uma revisão das práticas de atendimento e consumo no setor. Embora sem validade jurídica, o documento estimula marcas e varejistas a repensarem suas condutas e a implementarem mudanças concretas em prol de uma experiência de compra ainda mais justa e acolhedora.</p>



<p><strong>Entre as diretrizes, destacam-se:</strong></p>



<p>●&nbsp;<strong>Capacitação antirracista:&nbsp;</strong>Estabelece a obrigatoriedade de treinamentos em letramento racial para colaboradores, com foco na eliminação de vieses e práticas racistas, sejam elas verbais ou não verbais.</p>



<p>●&nbsp;<strong>Excelência no atendimento:&nbsp;</strong>Propõe que consumidores negros sejam atendidos com atenção, respeito e qualidade desde o primeiro contato, reconhecendo a importância de reparar práticas históricas de exclusão e garantir uma experiência de compra acolhedora e equitativa.</p>



<p>●&nbsp;<strong>Livre acesso e circulação:&nbsp;</strong>Veda qualquer tipo de barreira — física ou simbólica — que restrinja o acesso de consumidores negros aos espaços de venda, garantindo igualdade de condições.</p>



<p>A Sephora terá o documento disponível em todas as 45 lojas da rede no Brasil, reafirmando seu compromisso público com a diversidade, a equidade e a inclusão.</p>



<p>Desenvolvido em parceria com a&nbsp;<strong>Black Sisters in Law&nbsp;</strong>e o&nbsp;<strong>MOVER</strong>, o Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro propõe uma revisão profunda na forma como consumidores negros são recebidos e atendidos nos pontos de venda. Como parte da adesão ao Código, os colaboradores das lojas passam por treinamento específico, certificado pelo<strong>&nbsp;ID_BR (Instituto Identidades do Brasil)</strong>, parceiro estratégico do programa Afroluxo.</p>



<p>A iniciativa dialoga com os 21 dispositivos racistas identificados na pesquisa&nbsp;<strong>“Racismo no Varejo de Beleza de Luxo”</strong>, conduzida pela L’Oréal Luxo em 2024, e reforça o compromisso com a transformação concreta dos espaços de varejo.</p>



<p>“Na Sephora, diversidade, equidade e inclusão são compromissos permanentes e parte essencial da nossa estratégia de negócio globalmente falando. Temos metas públicas de e ações contínuas de capacitação e fortalecimento de uma cultura de pertencimento, e a parceria com a L’Oréal Luxo através do Afroluxo reforça esse propósito ao promover um varejo de beleza de prestígio mais justo e representativo. A adesão ao programa Afroluxo e ao Código de Defesa e Inclusão do Consumidor Negro é mais do que um avanço: é mais um passo concreto na construção de um novo padrão de atendimento, respeito e pertencimento para a beleza brasileira. Essa é uma evolução natural da nossa trajetória de diversidade, que há anos orienta nossas decisões e experiências.”, destaca Marcele Gianmarino, Gerente de Inclusão e Diversidade no Brasil.</p>



<p>Para marcar o Mês do Consumidor e celebrar os direitos dos consumidores negros, L’Oréal Luxo e Sephora também promovem eventos exclusivos para consumidoras negras em diversas regiões do país, reforçando o protagonismo e a valorização da beleza negra. Os eventos irão acontecer ao longo de março e abril em praças selecionadas com datas ainda a serem confirmadas</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Afroluxo: um novo padrão de inclusão no mercado de luxo</strong></h3>



<p>O Afroluxo lançado em 2024, é um programa de longo prazo que visa o enfrentamento ao racismo no mercado de luxo brasileiro. Seus pilares são: transformar o negócio, empoderar o ecossistema e impactar positivamente a sociedade.</p>



<p>Além do Código, o Afroluxo abrange diferentes iniciativas inéditas para combate ao racismo, como o primeiro protocolo de atendimento antiracista do mercado de luxo, auditorias anuais dos times de vendas com enfoque na questão racial através do Black Mystery Shopper; ampliação do portfólio de bases de Lancôme, que se tornou a marca de beleza não profissional com o maior portfólio para pele negra disponível no mercado brasileiro desde 2025; bem como o lançamento do Pacto Afroluxo de Enfrentamento ao Racismo nas Lojas de Beleza de Luxo, a primeira coalizão deste tipo no segmento que busca unir esforços entre o varejo e a indústria em prol do combate ao racismo.</p>
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		<title>Jordan, Coogler e Arkapaw fazem história no Oscar 2026 com &#8220;Pecadores&#8221;</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/jordan-coogler-e-arkapaw-fazem-historia-no-oscar-2026-com-pecadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 01:45:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Michael B Jordan]]></category>
		<category><![CDATA[Pecadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#8220;Estou aqui por causa das pessoas que vieram antes de mim. Sidney Poitier, Denzel Washington, Halle Berry, Jamie Foxx, Forest Whitaker, Will Smith. Estar entre esses gigantes, entre esses grandes, entre meus ancestrais, entre os meus&#8230; isso significa tudo.&#8221; Com essas palavras,&#160;Michael B. Jordan&#160;recebeu a estatueta de Melhor Ator na 98&#170; edi&#231;&#227;o do Oscar, realizada [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>“Estou aqui por causa das pessoas que vieram antes de mim. Sidney Poitier, Denzel Washington, Halle Berry, Jamie Foxx, Forest Whitaker, Will Smith. Estar entre esses gigantes, entre esses grandes, entre meus ancestrais, entre os meus&#8230; isso significa tudo.” Com essas palavras,&nbsp;<strong>Michael B. Jordan&nbsp;</strong>recebeu a estatueta de Melhor Ator na 98ª edição do Oscar, realizada no último domingo (15) no Dolby Theatre, em Los Angeles. Foi o momento mais simbólico de uma noite em que “Pecadores”, filme concebido, escrito e dirigido pelo cineasta negro&nbsp;<strong>Ryan Coogler,&nbsp;</strong>registrou quatro vitórias e uma série de recordes históricos.</p>



<p>Jordan venceu pelo papel dos irmãos gêmeos Smoke e Stack, personagens que retornam ao sul dos Estados Unidos na década de 1930 para abrir um bar de blues e se veem diante de uma ameaça sobrenatural. O filme foi recordista de indicações na história da premiação, com 16 nomeações. Além da estatueta de Melhor Ator, o longa também levou os prêmios de Melhor Roteiro Original, Melhor Fotografia e Melhor Trilha Sonora Original.</p>



<p>Ao subir ao palco para receber o Oscar de Melhor Roteiro Original, Coogler abriu o discurso pedindo ao público que se sentasse: “Por favor, por favor. Cresci em Oakland, na Califórnia, e a gente fala muito.” Em seguida, pediu que todo o elenco e a equipe do filme se levantassem.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!tjtJ!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F78b414f0-095d-4778-960b-4285dbad1b9b_4096x2730.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!tjtJ!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F78b414f0-095d-4778-960b-4285dbad1b9b_4096x2730.jpeg" alt="Image" title="Image"/></a></figure>



<p>“Vocês são incríveis. Vocês são os verdadeiros vencedores para mim”, disse, antes de se emocionar ao falar da família. “Às minhas crianças que estão em casa assistindo: me desculpem por todo o tempo longe. Pai ama vocês. Memórias são tudo que temos. Espero ter dado a vocês algumas boas. Quando vocês forem abençoados com uma vida longa e eu me tornar apenas uma memória, quero que se lembrem de uma coisa: eu amo vocês mais do que qualquer coisa.”</p>



<p>Coogler se tornou o segundo roteirista negro a vencer na categoria de Melhor Roteiro Original. O primeiro foi Jordan Peele, por “Corra!” (2017).</p>



<p>A outra grande conquista histórica da noite veio com&nbsp;<strong>Autumn Durald Arkapaw,&nbsp;</strong>diretora de fotografia de “Pecadores”. Com ascendência filipina e afro-americana, ela se tornou a primeira mulher na história a vencer a categoria de Melhor Fotografia no Oscar, e também a primeira mulher não branca a receber a honraria. Ao subir ao palco, Arkapaw pediu que todas as mulheres presentes se levantassem.</p>



<figure class="wp-block-image"><a class="image-link image2 is-viewable-img can-restack" href="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!hPMU!,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F7f33de21-9fd8-44d9-889c-700c5cafe052_1000x667.jpeg" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><img decoding="async" src="https://substackcdn.com/image/fetch/$s_!hPMU!,w_1456,c_limit,f_auto,q_auto:good,fl_progressive:steep/https%3A%2F%2Fsubstack-post-media.s3.amazonaws.com%2Fpublic%2Fimages%2F7f33de21-9fd8-44d9-889c-700c5cafe052_1000x667.jpeg" alt="Autumn Durald Arkapaw at the 98th Annual Oscars held at Dolby Theatre on March 15, 2026 in Hollywood, California." title="Autumn Durald Arkapaw at the 98th Annual Oscars held at Dolby Theatre on March 15, 2026 in Hollywood, California."/></a><figcaption class="wp-element-caption">Autumn Durald Arkapaw &#8211; Getty Image</figcaption></figure>



<p>“É uma honra estar aqui. Não cheguei aqui sem vocês. Eu digo isso de coração. Senti tanto amor, de todas essas mulheres, conheci tantas pessoas, e momentos assim acontecem por causa de vocês”, declarou.</p>



<p>Arkapaw também foi a primeira mulher diretora de fotografia a filmar em IMAX 65mm e Ultra Panavision. Sua parceria com Coogler vem do set de “Pantera Negra: Wakanda para Sempre”. Sobre o trabalho em “Pecadores”, ela disse que o roteiro a tocou desde a primeira leitura. “Quando li a história, me senti muito perto de casa. Há tanto amor que foi derramado neste filme. É assim que você faz filmes realmente ótimos: você dedica o máximo de si mesmo nele.”</p>



<p>“Pecadores” terminou a noite com quatro estatuetas em um Oscar dominado por “Uma Batalha Após a Outra”, de Paul Thomas Anderson, que levou seis prêmios, incluindo Melhor Filme e Melhor Diretor. A vitória de Anderson na categoria de direção deixou de fora Coogler, que seria o primeiro cineasta negro a vencer Melhor Diretor em quase 100 anos de premiação.</p>



<p><em>Foto: Getty Images</em></p>
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		<title>Guia inédito mapeia 100 experiências de gastronomia negra em todo o Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/guia-inedito-mapeia-100-experiencias-de-gastronomia-negra-em-todo-o-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 20:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque Home]]></category>
		<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Black Money]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lan&#231;amento aproveita ano com 10 feriados nacionais; publica&#231;&#227;o resolve lacuna hist&#243;rica de visibilidade Onde comer bem e apoiar o empreendedorismo negro durante as viagens? Essa pergunta, comum entre quem busca consumo consciente, tinha at&#233; agora uma resposta fragmentada. O Guia Black Chef&#8217;s 2026, lan&#231;ado neste domingo (5) pelo Mundo Negro em parceria com o Guia [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Lançamento aproveita ano com 10 feriados nacionais; publicação resolve lacuna histórica de visibilidade</em><br></p>



<p>Onde comer bem e apoiar o empreendedorismo negro durante as viagens? Essa pergunta, comum entre quem busca consumo consciente, tinha até agora uma resposta fragmentada. O Guia Black Chef&#8217;s 2026, lançado neste domingo (5) pelo Mundo Negro em parceria com o Guia Black Chef&#8217;s, resolve esse problema com uma curadoria inédita: 100 experiências gastronômicas de empreendedorismo negro em todo o Brasil, organizadas em formato prático e acessível.</p>



<p>&#8220;Pela primeira vez, existe um mapeamento nacional dedicado exclusivamente a isso&#8221;, afirma Silvia Nascimento, coordenadora editorial do guia. &#8220;Não existe um veículo no Brasil com mais credibilidade que o Mundo Negro para lançar um produto como esse, inédito, construído com um trabalho que é resultado de uma marca comprometida em promover a comunidade negra por meio de conteúdo há mais de 20 anos.&#8221;</p>



<p>O lançamento não é por acaso. 2026 começa com 10 feriados nacionais &#8211; incluindo Carnaval, Páscoa e diversos feriados prolongados &#8211; tornando-se um ano ideal para viagens pelo Brasil. O guia chega justamente no momento em que brasileiros começam a planejar seus roteiros.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="793" data-id="95135" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-1024x793.jpeg" alt="" class="wp-image-95135" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-1024x793.jpeg 1024w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-300x232.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-150x116.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-768x594.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-543x420.jpeg 543w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-696x539.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv-1068x827.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/01/zvzvv.jpeg 1398w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>
</figure>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O problema da invisibilidade</strong></h3>



<p>Estabelecimentos de proprietários negros frequentemente não aparecem em guias gastronômicos tradicionais ou plataformas de turismo. Mesmo com qualidade técnica e proposta diferenciada, faltava visibilidade organizada. &#8220;Cada estabelecimento aqui presente representa uma história de excelência, técnica e paixão que o mercado tradicional não enxerga&#8221;, destaca a publicação.</p>



<p>O Guia Black Chef&#8217;s existe desde 2023 e já apresentou mais de 200 estabelecimentos, consolidando-se como referência no setor. Esta edição reúne o melhor dessa curadoria: das praias do nordeste aos bistrôs do sul, passando por casas de sushi, pizzarias, sorveterias, cafeterias, hamburguerias e refúgios à beira-mar.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Cinco categorias para facilitar escolhas</strong></h3>



<p>O guia organiza as experiências para atender diferentes momentos: Pé na areia e verão (sabores litorâneos), Comida ancestral (tradições preservadas), Alta gastronomia (técnica apurada), Happy Hour &amp; Burgers (descontração) e Sabores do Mundo &amp; Cafés (sushi, pizzas, sorvetes, cafés autorais).</p>



<p>&#8220;Do sushi artesanal aos pratos de raiz, das sorveterias aos cafés, a diversidade é a essência&#8221;, afirma o guia. Entre os destaques estão o Ú Bistrô em Tibau do Sul (RN), refúgio contemporâneo na Praia da Pipa com vista para o mar; o Velas do Cumbuco no Ceará, onde kitesurf encontra gastronomia; e o Zé Barbudo Lounge em Trancoso (BA), que une o charme da Bahia com drinks e cozinha sofisticada.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Formato pensado para quem viaja</strong></h3>



<p>Em 16 páginas com design editorial, o guia facilita decisões rápidas. Um PDF bônus traz Instagram clicável de cada estabelecimento &#8211; basta tocar para acessar cardápio, horários e fazer reservas. &#8220;Nesta edição, convidamos você a descobrir destinos onde a ancestralidade dialoga com a inovação e cada prato conta uma narrativa única&#8221;, apresenta a publicação.</p>



<p>&#8220;O Guia Black Chef&#8217;s é mais novinho, mas já se tornou um projeto referência jornalística em conteúdos afrocentrados de gastronomia&#8221;, completa Silvia Nascimento.</p>



<p>O Guia Black Chef&#8217;s 2026 está disponível por R$ 67. <strong>Assinantes pagantes</strong> da Newsletter Hub Mundo Negro recebem um link exclusivo por e-mail com desconto especial, pagando apenas R$ 47.</p>



<p><strong><a href="https://go.hotmart.com/D103446985N">ACESSE O GUIA AQUI</a></strong></p>



<p><strong>Sobre o Guia Black Chef&#8217;s</strong><strong><br></strong>Criado em 2023, o Guia Black Chef&#8217;s é a principal referência no mapeamento da gastronomia negra brasileira, tendo apresentado mais de 200 estabelecimentos em todo o território nacional.</p>



<p><strong>Sobre o Mundo Negro</strong><strong><br></strong>Há mais de 20 anos, o Mundo Negro é referência em conteúdo sobre cultura, empreendedorismo e representatividade negra no Brasil.</p>
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