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	<title>Arquivos Literatura Negra - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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		<title>‘Branco, branquitude, branquidade’: Lourenço Cardoso reúne autores para discutir desigualdades e privilégios raciais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 17:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O livro Branco, branquitude, branquidade, quarto volume da cole&#231;&#227;o &#193;frica, Presente! Negritude e luta antirracista, organizado pelo cientista social, historiador e pesquisador Louren&#231;o Cardoso, prop&#245;e uma reflex&#227;o aprofundada sobre a branquitude como sistema de poder e n&#227;o apenas como cor de pele. &#8220;Ora as vis&#245;es dos autores coincidem, ora se op&#245;em, e o leitor ser&#225; [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O livro <em>Branco, branquitude, branquidade</em>, quarto volume da coleção <em>África, Presente! Negritude e luta antirracista</em>, organizado pelo cientista social, historiador e pesquisador <strong>Lourenço Cardoso</strong>, propõe uma reflexão aprofundada sobre a branquitude como sistema de poder e não apenas como cor de pele. “Ora as visões dos autores coincidem, ora se opõem, e o leitor será o que mais ganhará com a leitura”, afirma Cardoso, destacando o caráter plural e crítico da obra.</p>



<p>Ao examinar o branco como identidade étnico-racial e as formas como ele se inscreve na sociedade contemporânea, os autores deste volume desvelam as bases da branquitude, questionam seus significados e confrontam seus efeitos nas relações sociais e de poder. Entre os temas abordados na obra estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A identidade branca vinculada à escravidão e à construção histórica da raça branca no Brasil;</li>



<li>A supremacia racial à brasileira e a crítica à meritocracia;</li>



<li>A branquitude e a descolonização na África do Sul pós-apartheid e suas conexões com as desigualdades raciais brasileiras;</li>



<li>O brancocentrismo acadêmico;</li>



<li>O branco aliado, a branquitude, a geopolítica e a crítica à sociedade capitalista-neoliberal;</li>



<li>A formulação do conceito de “branquitude crítica dissimulada”;</li>



<li>A descolonização das ciências sociais no Brasil e o papel da branquitude na autocrítica branca;</li>



<li>As vivências acadêmicas de um branco estrangeiro no Brasil.</li>
</ul>



<p>O volume reúne textos de <strong>Cintia Cardoso, Franciéle Carneiro Garcês‑da‑Silva, Julie Lourau, Lia Vainer Schucman, Lourenço Cardoso, Lucy Valerie Graham, Marcus Vinicius de Freitas Rosa, Maria Isabel Donnabella Orrico, Paride Bollettin e Willamys da Costa Melo</strong>, garantindo uma diversidade de perspectivas nacionais e internacionais que enriquecem o debate.</p>



<p>No capítulo <em>O branco aliado e a morte da dialética: análise crítica sociológica, econômica e subjetiva fanoniana numa perspectiva integral</em>, <strong>Lourenço Cardoso</strong> explica que seu propósito foi realizar “uma análise sobre raça de forma ampla, numa perspectiva global. Ao pensar o branco aliado, e para evitar armadilhas éticas, morais e metafísicas, trilhei a análise econômica numa perspectiva teórica fanoniana marxista”. Ele detalha ainda que realizou “uma abordagem geopolítica, mostrando, por exemplo, a relação entre o Canal de Suez e a raça” e que sua crítica às abordagens subjetivas foucaultianas está implícita no texto, utilizando a subjetividade fanoniana apenas “para colaborar objetivamente com a crítica da sociedade capitalista, burguesa, liberal e branco-cêntrica”. Cardoso reforça que seu estudo não tem caráter pedagógico, jurídico ou salvacionista, mas busca analisar criticamente a difusão de literatura científica e discursos sobre raça, que muitas vezes se apresentam de forma difusa e inócua no contexto neoliberal.</p>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="861" height="1024" data-id="94806" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-861x1024.jpg" alt="" class="wp-image-94806" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-861x1024.jpg 861w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-252x300.jpg 252w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-126x150.jpg 126w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-768x913.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-353x420.jpg 353w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-150x178.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-300x357.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-696x828.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47-1068x1270.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/11/Imagem-do-WhatsApp-de-2025-11-13-as-15.29.59_9eff3e47.jpg 1094w" sizes="(max-width: 861px) 100vw, 861px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: divulgação</figcaption></figure>
</figure>



<p>Segundo <strong>Dagoberto Fonseca</strong>, organizador da coleção, “todos os autores convidados têm um olhar efetivo sobre esse contexto de branco, branquitude e branquidade, inclusive pessoas brancas que se dedicam a compreender a questão, produzir estudos e debater”. A coleção, inspirada na <em>História Geral da África</em> da Unesco, busca descontruir pseudoverdades científicas e produzir conhecimento autêntico sobre africanos, afro-brasileiros e indígenas, promovendo novas categorias, metodologias e conceitos da realidade social.</p>



<p>O volume se destina a estudantes, pesquisadores, docentes de ciências sociais, história, sociologia, ciência política, relações raciais e direitos humanos, sendo também de especial interesse para militantes do movimento negro.</p>



<p><strong>Serviço:</strong><br>Título: <em>Branco, branquitude, branquidade — Coleção África, Presente! &#8211; Volume 4</em><br>Organizador: Lourenço Cardoso<br>Editora: Selo Negro Edições<br>Páginas: 176 (17 x 24 cm)<br>Preço: R$ 84,40 (e-book R$ 50,60)</p>
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		<title>Wanderson Dutch lança ‘África para Colorir’ no Dia da Consciência Negra em São Paulo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/wanderson-dutch-lanca-africa-para-colorir-no-dia-da-consciencia-negra-em-sao-paulo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Nov 2025 19:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[NOVEMBRO NEGRO]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foto: Divulgação </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O educador, escritor e roteirista <strong>Wanderson Dutch</strong> lança em <strong>20 de novembro</strong>, Dia da Consciência Negra, o livro <em>África para Colorir – Volume 1: Princesas e Rainhas Africanas</em>. A obra, que une <strong>arte, educação e ancestralidade</strong>, apresenta <strong>50 mulheres africanas</strong> que marcaram a história do continente, rainhas, guerreiras, curandeiras e líderes espirituais — em ilustrações criadas para colorir.</p>



<p>Mais do que um livro, <em>África para Colorir</em> é uma <strong>ferramenta pedagógica e afetiva</strong> que busca reconstruir a autoestima e a representatividade negra na infância. O projeto nasce em resposta à negligência do sistema educacional brasileiro em aplicar a Lei 10.639/03, que determina o ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas. “<strong>Colorir é um ato político quando a cor da pele e a cor da história foram apagadas por séculos</strong>”, afirma o autor.</p>



<p>O lançamento acontece na <strong>Expansão Cultural</strong>, no <strong>Capão Redondo (SP)</strong>, a partir das <strong>15h</strong>, com o tema <em>O futuro é ancestral</em>. O evento contará com <strong>apresentações artísticas, oficinas e atividades para crianças</strong>, reafirmando o compromisso de Dutch com uma pedagogia decolonial e libertadora. Paralelamente, o autor promove uma <strong>campanha de arrecadação</strong> para distribuir <strong>200 exemplares gratuitos</strong> do livro a crianças de periferias, fortalecendo o acesso à leitura e à representatividade.</p>



<p><strong>Mais informações e apoios:</strong> acesse <strong><a href="http://www.lermais.com.br">www.lermais.com.br</a></strong>, entre em contato pelo e-mail <strong><a>noticiaemovimento@gmail.com</a></strong> ou acompanhe nas redes <strong>@wandersondutch</strong> e <strong>@lermais_br</strong> no Instagram.</p>
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		<title>Cinco livros infantis para ensinar identidade e cultura negra</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/cinco-livros-infantis-para-ensinar-identidade-e-cultura-negra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Nov 2025 19:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em sintonia com o m&#234;s da Consci&#234;ncia Negra, o Instituto Pr&#243;-Saber SP destaca cinco obras infantojuvenis que abordam ancestralidade, autoestima e cultura negra, oferecendo &#224;s crian&#231;as hist&#243;rias que fortalecem a identidade e celebram a diversidade. Desde 2019, a biblioteca do instituto em Parais&#243;polis mant&#233;m mais de 27 mil livros gratuitos, incluindo obras de autores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em sintonia com o mês da Consciência Negra, o <strong>Instituto Pró-Saber SP</strong> destaca cinco obras infantojuvenis que abordam <strong>ancestralidade, autoestima e cultura negra</strong>, oferecendo às crianças histórias que fortalecem a identidade e celebram a diversidade. Desde 2019, a biblioteca do instituto em Paraisópolis mantém <strong>mais de 27 mil livros gratuitos</strong>, incluindo obras de autores e autoras negras e indígenas, promovendo uma educação plural e respeitosa.</p>



<p>Entre os títulos selecionados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>“O Caderno sem rimas de Maria” – Lázaro Ramos:</strong> Uma viagem pelo universo imaginativo da infância, inspirada na própria filha do autor, explorando sentimentos e descobertas.</li>



<li><strong>“Amoras” – Emicida:</strong> Inspirado em sua música, o livro conecta crianças à ancestralidade e autoestima, mostrando a riqueza da cultura negra de forma poética.</li>



<li><strong>“A Mãe que Voava” – Caroline Carvalho:</strong> Aborda a visão de uma criança diante do esforço diário da mãe, mostrando amor, cuidado e heroísmo no cotidiano.</li>



<li><strong>“Omo-Oba: Histórias de Princesas” – Kiusam de Oliveira:</strong> Reúne narrativas de orixás femininas e princesas, ensinando ancestralidade e religiosidade de matrizes africanas de forma lúdica.</li>



<li><strong>“De passinho em passinho: Um livro para dançar e sonhar” – Otávio Junior:</strong> Celebra a cultura do passinho e da dança urbana, conectando movimentos como funk, capoeira e samba à identidade e representatividade.</li>
</ul>



<p>Segundo Angela Bueno, coordenadora do Comitê de Educação das Relações Étnico-Raciais do Pró-Saber SP, garantir o acesso a narrativas que valorizem a identidade e a ancestralidade negra é um ato de cuidado e de reparação histórica. A iniciativa reforça o papel da literatura como ferramenta de formação e empoderamento das crianças, mostrando que ler histórias diversas não é apenas educativo, mas também transformador, moldando o imaginário coletivo e inspirando uma sociedade mais justa e plural.</p>
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		<item>
		<title>São Paulo Negra: Guia Negro lança livro sobre a história da população preta na capital</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/sao-paulo-negra-guia-negro-lanca-livro-sobre-a-historia-da-populacao-preta-na-capital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Oct 2025 16:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
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		<category><![CDATA[são Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>S&#227;o Paulo, a maior cidade do Brasil e com a maior popula&#231;&#227;o negra fora da &#193;frica em n&#250;meros absolutos, ganha registro hist&#243;rico em S&#227;o Paulo Negra, novo livro da plataforma de afroturismo Guia Negro. Dos 11,4 milh&#245;es de habitantes da capital paulista, 43% se consideram pretos ou pardos &#8212; cerca de 4,9 milh&#245;es de pessoas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>São Paulo, a maior cidade do Brasil e com a maior população negra fora da África em números absolutos, ganha registro histórico em <strong>São Paulo Negra</strong>, novo livro da plataforma de afroturismo Guia Negro. Dos 11,4 milhões de habitantes da capital paulista, 43% se consideram pretos ou pardos — cerca de 4,9 milhões de pessoas —, mas a história dessa população, seus personagens e sua relação histórica, política e cultural com a cidade não é amplamente contada nas escolas ou na mídia convencional.</p>



<p>O livro reúne <strong>25 referências negras</strong> da cidade, documentando lugares, personagens, cultura e movimentos que muitas vezes ficam fora da narrativa oficial. Entre os territórios percorridos, estão o quilombo <strong>Saracura</strong>, no Bixiga; a região da República, marcada pela influência de países africanos; e os sons dos blocos afro e festas negras, do samba ao funk. A obra foi escrita por <strong>25 autores</strong> — pesquisadores, jornalistas, empreendedores e ativistas — que são referências em suas áreas, incluindo Philip Arthur, Ermi Panzo, Luciana Araujo, Lucas Velloso, Semayt Oliveira, Juca Guimarães, Tadeu Kaçula, Assis Tavares, Pai Rodney, Cinthia Gomes, Vera Eunice, Abilio Ferreira, Nabor Jr, Camila Cardoso, Adriana Barbosa, Elizandra Souza, Neon Cunha, Jairo Malta, Claudia Alexandre, Sidney Santiago, Oswaldo Faustino, Simone Nascimento, Juliana Gonçalves, Flávio Carrança e Lenny Blue.</p>



<p>As fotografias são de <strong>Felipe Benício e Heitor Salatiel</strong>, que também fizeram a pesquisa histórica de imagens, e o design ficou por conta de <strong>Inara Negrão e Deborah Souza</strong>, da Grida, com ilustrações de <strong>Thais da Silva Pereira</strong>.</p>



<p>Segundo <strong>Guilherme Soares Dias</strong>, fundador do Guia Negro e idealizador da obra, o livro é “uma contribuição para enegrecer as narrativas de uma cidade que vai se embranquecendo e negando seu passado e presente negro-indígena” e tem como objetivo que “esse conhecimento e vivência da negritude de São Paulo ganhe novas leituras e possibilidades”.</p>



<p>A publicação marca <strong>a estreia da editora Guia Negro</strong> e os <strong>oito anos da plataforma de afroturismo</strong>. Os primeiros <strong>500 exemplares</strong> foram impressos com verba do <strong>edital Bora Cultura Negra</strong>, da Ambev e da Feira Preta, em 2023, e foram distribuídos para entidades culturais e educacionais ligadas ao antirracismo.</p>



<p>O livro já está disponível para compra neste link: <a href="https://hotmart.com/pt-br/marketplace/produtos/hagsxd-livro-sao-paulo-negra-x88it/B102329291M">São Paulo Negra</a>.</p>



<p>A obra representa um movimento de resgate do protagonismo negro na cidade, destacando que ainda há muito a ser lembrado em nomes de ruas, praças, avenidas e monumentos, muitas vezes ocupados por bandeirantes e escravocratas, e projeta outras perspectivas históricas para o futuro.</p>
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		<item>
		<title>Ale Santos promove webinar imersivo sobre Afrofuturismo e suas aplicações na educação</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ale-santos-promove-webinar-imersivo-sobre-afrofuturismo-e-suas-aplicacoes-na-educacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 08:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[afrofuturismo]]></category>
		<category><![CDATA[alê santos]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[literatura]]></category>
		<category><![CDATA[webinar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O escritor, roteirista e ativista Ale Santos, autor de &#8216;O &#218;ltimo Ancestral&#8217; e &#8216;Rastros de Resist&#234;ncia&#8217;, realiza no pr&#243;ximo s&#225;bado, 25 de outubro, &#224;s 14h, um webinar exclusivo sobre Afrofuturismo e o papel das narrativas negras na constru&#231;&#227;o de futuros descolonizados. Com dura&#231;&#227;o de duas horas, o encontro prop&#245;e uma imers&#227;o nos conceitos e nas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O escritor, roteirista e ativista <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/escritor-ale-santos-fala-sobre-contribuicao-de-escritores-negros-brasileiros-para-o-movimento-afrofuturista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ale Santos</a></strong>, autor de &#8216;O Último Ancestral&#8217; e &#8216;Rastros de Resistência&#8217;, realiza no próximo sábado, 25 de outubro, às 14h, um <strong>webinar exclusivo</strong> <strong>sobre Afrofuturismo</strong> e o papel das narrativas negras na construção de futuros descolonizados.</p>



<p>Com duração de duas horas, o encontro propõe uma imersão nos conceitos e nas práticas afrofuturistas aplicadas à educação, literatura e desenvolvimento pessoal, ampliando o olhar sobre o protagonismo negro no presente e no futuro.</p>



<p>Entre os temas que serão abordados estão: O que é Afrofuturismo; Raízes da literatura afrofuturista; Fundamentos do Afrofuturismo brasileiro; Análise de obras nacionais; e Grupo exclusivo de discussão com pesquisadores.</p>



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<div class="sbi-embed-wrap"><blockquote class="instagram-media sbi-embed" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/DPwUv52DSaP/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/DPwUv52DSaP/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; 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overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DPwUv52DSaP/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank">A post shared by Ale Santos (@savagefiction)</a></p></div></blockquote><script async src="//platform.instagram.com/en_US/embeds.js"></script></div>
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<p>A proposta do curso é estimular uma reflexão sobre o poder educacional da ficção científica e de outras expressões culturais que projetam o povo negro como agente de transformação e inovação no futuro.</p>



<p>Ale Santos é um dos principais nomes do Afrofuturismo no Brasil. Suas obras exploram o entrelaçamento de ancestralidade, tecnologia e resistência negra, abrindo caminhos para novas gerações de leitores e educadores.</p>



<p>As inscrições estão abertas e podem ser feitas <a href="https://forms.gle/FG5eJJGqhNkwbkKr5" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>neste link</strong></a>. O investimento é de R$80 até o dia 20 de outubro, e R$130 após essa data. O pagamento pode ser realizado via Pix.</p>



<p></p>
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		<title>Solange Knowles lança biblioteca digital com obras raras de autores negros</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/solange-knowles-lanca-biblioteca-digital-com-obras-raras-de-autores-negros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2025 19:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cantora e produtora Solange Knowles acaba de expandir sua plataforma criativa, Saint Heron, com o lan&#231;amento da Saint Heron Library, uma biblioteca digital que oferece acesso gratuito a obras raras e esgotadas de autores, poetas e artistas negros e pardos. A iniciativa visa preservar e compartilhar a riqueza da literatura negra, garantindo que vozes [&#8230;]</p>
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<p>A cantora e produtora Solange Knowles acaba de expandir sua plataforma criativa, Saint Heron, com o lançamento da <strong>Saint Heron Library</strong>, uma biblioteca digital que oferece acesso gratuito a obras raras e esgotadas de autores, poetas e artistas negros e pardos. A iniciativa visa preservar e compartilhar a riqueza da literatura negra, garantindo que vozes históricas e contemporâneas permaneçam acessíveis para as futuras gerações.</p>



<p>A biblioteca digital reúne uma coleção curada de livros, zines e catálogos de primeira edição, muitos dos quais estão fora de circulação. Entre os títulos disponíveis estão <em>Shakespeare in Harlem</em>, de Langston Hughes, e <em>Bloodchild</em>, de Octavia E. Butler. Os leitores podem emprestar uma obra por vez, com um período de 45 dias, sem custos, incluindo envio e devolução gratuitos. O sistema de empréstimo é baseado na confiança da comunidade, com a devolução dos livros sendo essencial para manter a continuidade do projeto.</p>



<p>Em um contexto onde a literatura negra frequentemente enfrenta marginalização e falta de acesso, a Saint Heron Library surge como uma ferramenta vital para democratizar o conhecimento e a cultura. Através dessa iniciativa, Solange reafirma seu compromisso com a preservação e promoção da arte e literatura negra, oferecendo uma plataforma onde essas vozes podem ser ouvidas e apreciadas por todos.</p>



<p>A biblioteca está disponível exclusivamente para residentes dos Estados Unidos e pode ser acessada através do site oficial: <a href="https://library.saintheron.com?utm_source=chatgpt.com">library.saintheron.com</a>. Para mais informações sobre a plataforma e outras iniciativas culturais, visite <a>saintheron.com</a>.</p>
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		<title>“Iemanjá em Mares Verdes”: livro explora a história de mais de 50 anos da Festa de Iemanjá em Fortaleza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 11:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[Ceará]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo livro &#8220;Iemanj&#225; em Mares Verdes&#8221;, da ge&#243;grafa e pesquisadora Ilaina Damasceno, mergulha na hist&#243;ria de mais de 50 anos da Festa de Iemanj&#225; em Fortaleza, analisando como o evento se tornou patrim&#244;nio imaterial da cidade e um ato de resist&#234;ncia para as religi&#245;es de matriz africana. (Baixe aqui gratuitamente) Fruto de seu doutorado [&#8230;]</p>
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<p>O novo livro <a href="https://mundonegro.inf.br/o-retorno-da-festa-de-iemanja-no-ano-do-seu-centenario/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>“Iemanjá em Mares Verdes”</strong>,</a> da geógrafa e pesquisadora <strong>Ilaina Damasceno</strong>, mergulha na história de mais de 50 anos da <strong>Festa de Iemanjá em Fortaleza</strong>, analisando como o evento se tornou patrimônio imaterial da cidade e um ato de resistência para as religiões de matriz africana. <strong><a href="https://pedroejoaoeditores.com.br/produto/iemanja-em-mares-verdes-festa-de-iemanja-em-fortaleza-ce/?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAacxGLEMjsyGf60BtHZkeb9RcP5FDehU2-phdXsu62nHN863lq5fxLA4Q7NWKA_aem_-rqe8ARqI6ZUYqzgK8i8ZQ">(Baixe aqui gratuitamente)</a></strong></p>



<p>Fruto de seu doutorado na Universidade Federal Fluminense (UFF), a obra mostra como a festa realizada na Praia de Iracema vai além do campo religioso, transformando-se em um ato de visibilidade e de luta por direitos. Entre 2011 e 2019, Damasceno realizou pesquisa de campo, documentando a performance dos participantes — com músicas, gestos e indumentárias — como uma forma de “fazer política com o corpo”.</p>



<p>“A presença do corpo afro-brasileiro em rituais públicos é uma experiência estético-política que reinventa narrativas e territórios”, destaca a autora.</p>



<p>O livro também explora a relação entre a tradição nordestina e a ancestralidade afro-brasileira, reforçando identidades negras e indígenas no Ceará. Para Ilaina, escrever “Iemanjá em Mares Verdes” foi um reencontro com sua própria trajetória. </p>



<p>Natural de Quixadá, no sertão cearense, ela cresceu entre práticas católicas e referências à Jurema Sagrada, mas foi no Rio de Janeiro que se aproximou da umbanda e do candomblé, tornando-se cambone em um terreiro.</p>



<p>Baixe o livro no site da editora<strong><a href="https://pedroejoaoeditores.com.br/produto/iemanja-em-mares-verdes-festa-de-iemanja-em-fortaleza-ce/?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAacxGLEMjsyGf60BtHZkeb9RcP5FDehU2-phdXsu62nHN863lq5fxLA4Q7NWKA_aem_-rqe8ARqI6ZUYqzgK8i8ZQ" target="_blank" rel="noreferrer noopener"> Pedro e João Editores. </a></strong></p>
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		<title>Evandro Luiz da Conceição lança Minha Estranha Loucura, livro sobre o amor LGBTQIAPN+</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/evandro-luiz-da-conceicao-lanca-minha-estranha-loucura-livro-sobre-o-amor-lgbtqiapn/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2025 19:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[NEGRX E LGTB]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha Estranha Loucura &#233; o primeiro livro solo de Evandro Luiz da Concei&#231;&#227;o, jornalista, escritor e roteirista da TV Globo, conhecido por seu olhar atento &#224; cultura perif&#233;rica e &#224; diversidade sexual. A obra mergulha no universo amoroso de homens negros, gays e perif&#233;ricos do Rio de Janeiro, al&#233;m de personagens trans, trazendo hist&#243;rias que, [&#8230;]</p>
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<p><strong>Minha Estranha Loucura</strong> é o primeiro livro solo de Evandro Luiz da Conceição, jornalista, escritor e roteirista da TV Globo, conhecido por seu olhar atento à cultura periférica e à diversidade sexual. A obra mergulha no universo amoroso de homens negros, gays e periféricos do Rio de Janeiro, além de personagens trans, trazendo histórias que, até hoje, pouco aparecem na literatura brasileira contemporânea. Com graça, inteligência e empatia, Evandro expõe o erotismo e o afeto desses personagens, colocando-os no centro da narrativa e afirmando sua existência em um país marcado pelo racismo, LGBTfobia e desigualdades sociais.</p>



<p>A ficção de <strong>Evandro Luiz da Conceição</strong> dialoga com a tradição literária brasileira, evocando, por exemplo, o clássico naturalista <em>Bom Crioulo</em>, de Adolfo Caminha, que abordava a relação homoerótica entre um marujo negro e seu amante branco. Se no século XIX o tema provocava escândalo, em <em>Minha Estranha Loucura</em> o espanto vem da liberdade e da naturalidade com que os personagens vivem seu amor e desejo, enfrentando os desafios históricos e contemporâneos de serem homens negros, periféricos e LGBTQIA+ no Brasil.</p>



<p>O livro se destaca pelo realismo cru das situações, mas também pelo colorido e leveza da narrativa. Entre encontros intensos, conflitos, festas e violência policial, Evandro apresenta personagens que amam sem amarras, expressando desejo e cumplicidade, como no conto que dá nome à obra, onde Leonardo e Pedro vivem momentos de paixão e conflito em meio à vida urbana da Lapa, no Rio de Janeiro. A história não apenas envolve o leitor, mas coloca em evidência a complexidade de corpos e afetos historicamente marginalizados.</p>



<p>Além do universo das histórias, o editorial deve destacar o autor. Mestre em Comunicação e Cultura pela UFRJ, Evandro atua há seis anos como redator de entretenimento na TV Globo, participando de grandes produções e festivais culturais como The Town e Lollapalooza, e em projetos voltados para a valorização da cultura negra. Sua trajetória literária começou em oficinas da FLUP, e ele já foi coautor de livros com nomes como Conceição Evaristo e Elisa Lucinda, além de ter publicado obras voltadas para a religiosidade de matriz africana, como <em>Yabás, Mães Rainhas</em>. Essa diversidade de experiências transparece na forma como ele constrói personagens complexos e empoderados, que desafiam estereótipos e padrões sociais.</p>



<p><em>Minha Estranha Loucura</em> foi lançado em noite de autógrafos na Livraria Travessa de Botafogo, no Rio de Janeiro, reunindo histórias que celebram o amor LGBTQIAPN+ e afirmam a presença de homens negros periféricos no centro da narrativa literária. Entre erotismo, afeto e resistência, o livro cumpre um papel social ao visibilizar corpos e afetos historicamente marginalizados, oferecendo ao leitor não apenas histórias envolventes, mas também uma reflexão sobre desigualdade, preconceito e a potência da vida pulsante dessas pessoas. Evandro Luiz da Conceição reafirma, com cada conto, que o amor desses personagens é legítimo, livre e pleno, em contraste com as feridas sociais ainda abertas no Brasil contemporâneo.</p>
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		<title>Issa Rae lança novo livro “Eu deveria estar mais inteligente agora”, com reflexões sobre a sua trajetória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Aug 2025 13:42:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Issa Rae, criadora da s&#233;rie &#8216;Insecure&#8217;, acaba de lan&#231;ar oficialmente o seu novo livro de ensaios &#8216;I Should Be Smarter Now&#8217; (Eu deveria estar mais inteligente agora). A obra chega pela Amazon Original Stories, um selo da Amazon Publishing, dispon&#237;vel para leitura e traz reflex&#245;es pessoais, hist&#243;rias inspiradoras e li&#231;&#245;es aprendidas ao longo de sua [&#8230;]</p>
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<p><strong><a href="https://mundonegro.inf.br/issa-rae-surge-em-primeiras-imagens-da-7a-temporada-de-black-mirror-e-lidera-novo-episodio-de-romance/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Issa Rae</a></strong>, criadora da série<strong> &#8216;Insecure&#8217;</strong>, acaba de lançar oficialmente o seu novo livro de ensaios <strong>&#8216;I Should Be Smarter Now&#8217;</strong> (Eu deveria estar mais inteligente agora). A obra chega pela Amazon Original Stories, um selo da Amazon Publishing, disponível para leitura e traz reflexões pessoais, histórias inspiradoras e lições aprendidas ao longo de sua trajetória.</p>



<p>No livro, Rae mergulha nos bastidores da construção de seu império criativo, mostrando como se manteve fiel à sua visão mesmo diante dos altos e baixos de Hollywood. “Esta coleção é parte confissão, parte reflexão e parte &#8216;aqui está o que eu gostaria de ter sabido&#8217;. Mas, principalmente, é só eu sendo honesta sobre a jornada estranha e maravilhosa de ter grandes sonhos até torná-los realidade”, disse à People em uma entrevista recente. </p>



<p>A editora Julia Sommerfeld destaca que o livro captura a evolução criativa de Issa: “Do sonho de infância com maletas à gestão do seu próprio império midiático, a evolução criativa de Issa é hilária e inspiradora. Estes ensaios capturam sua jornada notável com a sagacidade, a sabedoria e a sinceridade que fizeram milhões de pessoas se sentirem reconhecidas.”</p>



<p>A coletânea reúne seis ensaios, abordando temas como autoconhecimento, colaboração e carreira, incluindo textos como &#8220;O negócio de ser eu&#8221; e &#8220;Brincando bem com os outros&#8221;. Rae lembra de sua infância “se comportando com autoridade empreendedora em um telefone de brinquedo em seu quarto&#8221;, até a descoberta &#8220;do superpoder da colaboração enquanto permanecia assumidamente ela mesma.&#8221;</p>



<p>Em &#8220;A Geografia da Criatividade&#8221;, ela revisita Los Angeles, sua cidade natal, e reconhece a cidade como sua “verdadeira musa”. Em &#8220;Eu vejo você me vendo&#8221;, Rae detalha a transição de adolescente desajeitada para uma carreira consolidada sob os holofotes de Hollywood.</p>



<p>Já no ensaio &#8220;A Arte da Procrastinação Estratégica&#8221;, a atriz e escritora fala sobre sua tendência a procrastinar, mas como isso não a impede de ser multitarefa em sua vida pessoal e profissional. A coletânea se encerra com &#8220;Eu Quase Sei o Que Estou Fazendo&#8221;, em que Rae compartilha aprendizados de uma carreira em constante evolução e a importância de acreditar em si mesma.</p>



<p>Com humor, honestidade e inspiração, &#8220;Eu deveria estar mais inteligente agora&#8221; promete ser leitura obrigatória para quem sonha e trabalha na construção de grandes projetos.</p>
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		<title>Lázaro Ramos homenageia Ruth de Souza com o livro &#8216;A Rainha da Rua Paissandu&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[(MN) Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jul 2025 13:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Celebridades]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura Negra]]></category>
		<category><![CDATA[A Rainha da Rua Paissandu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>L&#225;zaro Ramos transformou seus dias ao lado de Ruth de Souza em uma emocionante homenagem liter&#225;ria no livro &#8216;A Rainha da Rua Paissandu&#8217;. A obra celebra a primeira grande dama negra da dramaturgia brasileira, que se tornou a primeira atriz negra a atuar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a primeira brasileira a [&#8230;]</p>
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<p><a href="https://mundonegro.inf.br/nao-quero-que-as-pessoas-estacionem-na-dor-diz-lazaro-ramos-sobre-mensagem-de-seu-novo-livro-na-nossa-pele/" target="_blank" rel="noreferrer noopener"><strong>Lázaro Ramos</strong> </a>transformou seus dias ao lado de <strong>Ruth de Souza </strong>em uma emocionante homenagem literária no livro <strong>&#8216;A Rainha da Rua Paissandu&#8217;</strong>. A obra celebra a primeira grande dama negra da dramaturgia brasileira, que se tornou a primeira atriz negra a atuar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro e a primeira brasileira a ser indicada a um prêmio internacional de cinema. Ruth tem sua trajetória contada por quem se reconhece como parte do caminho que ela abriu para artistas negros no Brasil.</p>



<p>Nascida em um subúrbio do Rio de Janeiro, Ruth de Souza morou por alguns anos em Minas Gerais, mas voltou à capital carioca após a morte do pai. Ainda muito jovem começou a atuar em peças e, com pouco mais de 20 anos, entrou no Teatro Experimental do Negro, grupo que abriu caminho para os artistas negros no Brasil. Esta e tantas outras histórias a própria Ruth — ou Dona Ruth, como era carinhosamente chamada — conta neste livro, como contou a Lázaro Ramos pouco antes de falecer, aos 98 anos.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="681" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-681x1024.jpg" alt="" class="wp-image-92031" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-681x1024.jpg 681w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-200x300.jpg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-100x150.jpg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-768x1155.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-1022x1536.jpg 1022w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-1362x2048.jpg 1362w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-279x420.jpg 279w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-150x226.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-300x451.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-696x1046.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1-1068x1606.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2025/07/capa_A-rainha-da-rua-Paissandu-1.jpg 1599w" sizes="(max-width: 681px) 100vw, 681px" /></figure>



<p>Lázaro, que em sua trajetória como artista sempre se sentiu na obrigação de continuar desbravando o caminho aberto por Ruth de Souza, faz jus a essa grande mulher ao traduzir literariamente, com muita sensibilidade, as palavras dela. “No seu tempo e espaço e na cadência do seu ser.”</p>



<p>Com delicadeza, valendo-se das múltiplas possibilidades do texto dramatúrgico, Lázaro lança luz não só sobre a vida da dama do teatro e do cinema nacionais, como também sobre a participação da memória e dos afetos na construção das nossas histórias. Misto de peça, memórias e tributo, <em>A Rainha da rua Paissandu</em>, reúne fotografias, ilustrações inéditas e farta pesquisa para contar a vida de Ruth de Souza.</p>



<p>Publicado pela editora Intrínseca, o livro impresso custa R$ 69,90. O e-book: 34,90.</p>



<p></p>
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