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	<title>Arquivos Saúde - Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
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	<title>Arquivos Saúde - Mundo Negro</title>
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	<item>
		<title>Viola Davis revela que teve herpes-zóster e faz alerta sobre saúde depois dos 50</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 17:18:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[BELEZA, MODA E SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[viola davis]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aos 61 anos, a atriz conta que a dor chegou a nota 9 de 10 e que a doen&#231;a a fez aprender a ouvir o pr&#243;prio corpo Viola Davis falou pela primeira vez sobre o herpes-z&#243;ster (shingles, em ingl&#234;s), infec&#231;&#227;o causada pelo mesmo v&#237;rus da catapora. O relato foi publicado nesta quinta-feira (8) em entrevista [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Aos 61 anos, a atriz conta que a dor chegou a nota 9 de 10 e que a doença a fez aprender a ouvir o próprio corpo</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Viola Davis falou pela primeira vez sobre o herpes-zóster (<em>shingles</em>, em inglês), infecção causada pelo mesmo vírus da catapora. O relato foi publicado nesta quinta-feira (8) em entrevista exclusiva ao programa americano <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.today.com/health/aging/viola-davis-shingles-exclusive-rcna601838">TODAY</a> e também à revista <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www.yahoo.com/entertainment/celebrity/articles/viola-davis-recalls-debilitating-pain-120000059.html">PEOPLE</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Não se trata de um diagnóstico atual. A atriz relembra um episódio que viveu já depois dos 50 anos. No início, achou que estava gripada. Depois, a dor foi tão intensa que ela chegou a pensar ter sido picada por uma aranha venenosa. Segundo a PEOPLE, Viola descreveu o diagnóstico como &#8220;a surpresa da minha vida&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As bolhas se espalharam pelo corpo e a dor afastou a atriz da rotina. &#8220;Eu não conseguia sair, não conseguia trabalhar&#8221;, contou, em declaração divulgada pela farmacêutica GSK. Ela diz que, na época, estava se desgastando ao conciliar a maternidade e uma carreira intensa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Viola, o episódio virou um ponto de virada. Ao TODAY, ela resumiu que a doença a fez despertar para a necessidade de ouvir o próprio corpo. A atriz, que se considerava saudável e ativa, só depois entendeu que a idade, por si só, já aumenta o risco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relato faz parte da campanha <em>Shingles, actually</em>, lançada pela GSK nos Estados Unidos para incentivar pessoas acima de 50 anos a conversar com médicos sobre o risco da doença e a prevenção. A GSK é fabricante de vacina contra o herpes-zóster. Viola é porta-voz da ação, que também reúne a atriz Kristin Davis e a médica Jen Caudle.</p>



<h2 id="h-o-que-e-o-herpes-zoster" class="wp-block-heading">O que é o herpes-zóster</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O herpes-zóster é causado pelo mesmo vírus da catapora, o varicela-zóster. Depois que a pessoa tem catapora, geralmente na infância, o vírus fica adormecido nos nervos e pode voltar a se manifestar anos depois, quando a imunidade enfraquece.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os sinais mais comuns são:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Dor, ardência ou formigamento numa área da pele, às vezes dias antes das lesões</li>



<li>Manchas vermelhas com bolhas, em faixa e de um lado só do corpo</li>



<li>Cansaço, febre baixa e dor de cabeça</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">O risco cresce a partir dos 50 anos, porque a resposta do sistema imunológico diminui com a idade. Segundo dados do CDC citados pela GSK, uma em cada três pessoas terá a doença ao longo da vida, e cerca de 1 milhão de casos são registrados por ano nos EUA. Estresse intenso e imunidade baixa também são gatilhos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ninguém pega herpes-zóster de outra pessoa. A doença só aparece em quem já teve catapora, quando o vírus adormecido no próprio corpo volta a se manifestar. Mas o líquido das bolhas carrega o vírus e pode passar catapora para quem nunca teve a doença nem tomou a vacina contra ela. Por isso, a orientação é manter as lesões cobertas até virarem casquinha e evitar contato próximo com gestantes que nunca tiveram catapora, recém-nascidos e pessoas com imunidade baixa nesse período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A complicação mais temida é a neuralgia pós-herpética, uma dor que pode durar meses mesmo depois que a pele cicatriza. O tratamento com antivirais funciona melhor quando começa cedo. Existe vacina contra o herpes-zóster, e a orientação é conversar com um médico sobre indicação e prevenção.</p>



<h2 id="h-e-a-vacina-no-brasil" class="wp-block-heading">E a vacina no Brasil?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, a vacina contra o herpes-zóster não está disponível no SUS e só pode ser tomada na rede privada. O imunizante é o Shingrix, da própria GSK, aprovado no país em 2021 para pessoas acima de 50 anos e imunossuprimidos a partir dos 18. O esquema completo tem duas doses e pode passar de R$ 2 mil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em janeiro de 2026, o Ministério da Saúde decidiu não incorporar a vacina ao SUS, seguindo parecer da Conitec (<a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/sctie/2026/prt0003_12_01_2026.html">Portaria SCTIE/MS nº 3</a>). A proposta avaliada previa a oferta para idosos a partir de 80 anos e pessoas imunocomprometidas a partir de 18.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A comissão reconheceu a eficácia da vacina, mas barrou a inclusão pelo custo. A GSK ofereceu a dose ao governo por R$ 403,30, enquanto a Conitec calculou que o preço precisaria cair para R$ 75,75 para ser viável. O impacto estimado era de R$ 5,2 bilhões em cinco anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A portaria permite que o tema volte a ser avaliado caso surjam fatos novos, como uma redução de preço. Hoje, o SUS oferece proteção contra o vírus apenas na infância, com as vacinas contra a catapora e a tetraviral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O tema também avança no Congresso. Em 1º de setembro de 2026, a Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou o <a target="_blank" rel="noreferrer noopener" href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/170295">Projeto de Lei 4.426/2025</a>, que prevê a vacina gratuita no SUS para pessoas acima de 50 anos e maiores de 18 com imunidade comprometida. A medida ainda não está em vigor: o texto passa por mais uma votação na comissão e depois segue para a Câmara dos Deputados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A doença pesa no sistema público. Segundo o Ministério da Saúde, foram registradas 30.801 internações por herpes-zóster no país entre 2008 e 2024, e 1.567 pessoas morreram pela doença entre 2007 e 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Mulheres negras têm 66% mais risco de complicações graves na gestação, aponta estudo no Canadá</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Duda Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2026 17:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[BELEZA, MODA E SAÚDE]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[saúde da população negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa publicada no Canadian Medical Association Journal analisou quase 1,5 milh&#227;o de nascimentos entre 2012 e 2023 e identificou desigualdade racial na morbidade materna grave Pessoas negras no Canad&#225; apresentam risco 66% maior de sofrer morbidade materna grave durante a gesta&#231;&#227;o, o parto ou o per&#237;odo p&#243;s-parto em compara&#231;&#227;o com pessoas brancas. &#201; o que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph" id="h-"><em>Pesquisa publicada no Canadian Medical Association Journal analisou quase 1,5 milhão de nascimentos entre 2012 e 2023 e identificou desigualdade racial na morbidade materna grave</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Pessoas negras no Canadá apresentam risco 66% maior de sofrer morbidade materna grave durante a gestação, o parto ou o período pós-parto em comparação com pessoas brancas. É o que aponta um estudo publicado no <em>Canadian Medical Association Journal</em> (CMAJ), que analisou dados de quase 1,5 milhão de nascimentos ocorridos entre 2012 e 2023.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa, intitulada <em>Racial inequities in severe maternal morbidity among Black and White people in Canada: a population-based cohort study, 2012 to 2023</em>, foi conduzida por pesquisadores ligados ao CanHEAL (Canadian network for Health Equity using Advanced Data Linkage) em parceria com o Black Reproductive Health Working Group. O estudo foi publicado em 5 de outubro de 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para chegar aos resultados, os pesquisadores utilizaram dados do Censo canadense de 2021, registros nacionais de nascimento, hospitalização, imigração e informações tributárias. Foram considerados nascimentos em todas as províncias e territórios do país, com exceção de Quebec. A análise incluiu 108.365 partos hospitalares de pessoas negras e 1.385.810 de pessoas brancas.</p>



<h3 id="h-diferenca-nas-complicacoes" class="wp-block-heading"><strong>Diferença nas complicações</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">A morbidade materna grave reúne complicações potencialmente graves que podem ocorrer durante a gravidez, o trabalho de parto, o parto ou o período pós-parto. Entre as condições consideradas estão pré-eclâmpsia grave, hemorragia, sepse, problemas cardíacos, ruptura uterina e insuficiência renal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre as pessoas negras analisadas, foram registrados <strong>47,8 casos de morbidade materna grave a cada mil nascidos vivos</strong>. Entre as pessoas brancas, a taxa foi de <strong>27,7 casos a cada mil nascidos vivos</strong>. A complicação mais frequente nos dois grupos foi a pré-eclâmpsia grave: 11,1 casos a cada mil nascimentos entre pessoas negras e 6,7 entre pessoas brancas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo depois de os pesquisadores ajustarem os resultados para características sociodemográficas e clínicas, a diferença permaneceu. Pessoas negras apresentaram <strong>66% mais risco de morbidade materna grave</strong>, com odds ratio ajustado de 1,66 e intervalo de confiança de 95% entre 1,53 e 1,80.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A desigualdade também foi observada em diferentes níveis de renda e entre pessoas imigrantes e não imigrantes. Segundo os pesquisadores, diferenças de renda e de status migratório não explicaram a disparidade encontrada. Os resultados permaneceram consistentes quando foram excluídas pessoas com condições relacionadas à pré-eclâmpsia, doença falciforme e HIV, que apresentam prevalências diferentes entre populações negras e brancas.</p>



<h3 id="h-raca-nao-e-considerada-causa-biologica" class="wp-block-heading"><strong>Raça não é considerada causa biológica</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Os pesquisadores fazem uma ressalva importante sobre a interpretação dos resultados. O estudo trata raça como uma <strong>construção social</strong>, e não como um fator biológico que causaria complicações na gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Ser negro não é uma causa de complicações graves na gravidez”, afirma Giulia Muraca, epidemiologista perinatal e professora associada da McMaster University, uma das autoras da pesquisa. Segundo ela, os resultados apontam para a necessidade de investigar fatores sociais, estruturais e relacionados ao sistema de saúde que possam contribuir para as desigualdades observadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cynthia Maxwell, especialista em medicina materno-fetal e uma das líderes do Black Reproductive Health Working Group, também destaca que a raça não deve ser considerada um fator biológico de risco para complicações graves na gravidez.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para a pesquisadora, o fato de as desigualdades permanecerem entre diferentes níveis de renda, grupos de imigrantes e condições médicas levanta questões sobre os sistemas de saúde e sociais que podem estar produzindo resultados diferentes entre as populações.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os autores relacionam os resultados a um conjunto mais amplo de evidências sobre fatores estruturais e sistêmicos, incluindo o racismo antinegro, que podem contribuir para desigualdades na saúde materna. Pesquisas anteriores, segundo os autores, já documentaram experiências de negligência, objetificação e atendimento desigual de pessoas negras em diferentes contextos de saúde.</p>



<h3 id="h-desigualdade-aparece-em-diferentes-regioes" class="wp-block-heading"><strong>Desigualdade aparece em diferentes regiões</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">As taxas de morbidade materna grave permaneceram relativamente estáveis ao longo dos anos analisados, mas variaram entre as províncias e territórios canadenses. A maior diferença racial registrada no estudo ocorreu em New Brunswick, onde o odds ratio foi de 2,28, com intervalo de confiança de 95% entre 1,46 e 5,43.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A pesquisa também identificou diferenças relacionadas à renda. Entre pessoas brancas, a ocorrência de morbidade materna grave diminuiu conforme aumentava a renda familiar. Entre pessoas negras, entretanto, a tendência observada foi inversa: as taxas aumentaram conforme a renda crescia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para os pesquisadores, os resultados reforçam a necessidade de políticas voltadas à equidade racial na saúde materna. Entre as medidas sugeridas estão a coleta e utilização responsável de informações sobre raça nos dados de saúde, a divulgação pública de indicadores de saúde separados por raça, mecanismos para acompanhar a evolução das desigualdades, treinamento antirracista e a participação de comunidades negras na elaboração de programas de atendimento durante a gestação e o período pós-parto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo é observacional e, portanto, identifica uma associação entre raça autodeclarada e morbidade materna grave, mas <strong>não estabelece que ser negro cause as complicações</strong>. A conclusão dos pesquisadores é que a diferença encontrada exige investigação sobre os fatores sociais, estruturais e institucionais que podem estar por trás da desigualdade nos resultados de saúde materna.</p>
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		<title>Sesc RJ amplia ações do Outubro Rosa com exames e atendimentos gratuitos para a saúde da mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Duda Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 17:47:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Campanha engloba dez unidades com mamografia para mulheres de 40 a 74 anos, Papanicolau, ultrassonografia e consulta de enfermagem; INCA estima mais de 10 mil novos casos de c&#226;ncer de mama no estado em 2026 O Sesc RJ amplia, durante o Outubro Rosa 2026, o acesso &#224; preven&#231;&#227;o e &#224; detec&#231;&#227;o precoce dos c&#226;nceres de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Campanha engloba dez unidades com mamografia para mulheres de 40 a 74 anos, Papanicolau, ultrassonografia e consulta de enfermagem; INCA estima mais de 10 mil novos casos de câncer de mama no estado em 2026</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sesc RJ amplia, durante o Outubro Rosa 2026, o acesso à prevenção e à detecção precoce dos cânceres de mama e do colo do útero. Ao longo de outubro, dez unidades no estado estarão mobilizadas para oferecer gratuitamente ou a preços acessíveis mamografia, Papanicolau, ultrassonografia de mamas, consulta de enfermagem e atendimento social aos públicos contemplados pela campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das principais novidades deste ano é a ampliação do acesso à mamografia. Na campanha do Sesc RJ, poderão realizar o exame mulheres de 40 a 74 anos. Para aquelas dentro da faixa prevista pela instituição, a própria consulta de enfermagem da unidade poderá emitir a requisição ou o encaminhamento. Mulheres de outras idades também poderão ser atendidas mediante pedido médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa acompanha mudanças recentes no acesso à mamografia no país. Desde setembro de 2025, o Ministério da Saúde passou a considerar a faixa de 50 a 74 anos como prioritária para o rastreamento mamográfico bienal e garantiu às mulheres de 40 a 49 anos acesso ao exame mesmo sem sinais ou sintomas, após orientação de profissional de saúde sobre riscos e benefícios.</p>



<h2 id="h-inca-estima-mais-de-78-mil-casos-de-cancer-de-mama-no-brasil" class="wp-block-heading"><strong>INCA estima mais de 78 mil casos de câncer de mama no Brasil</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ampliação ocorre em um cenário que reforça a importância do diagnóstico precoce. A nova Estimativa 2026–2028 do Instituto Nacional de Câncer (INCA) projeta 78.610 novos casos de câncer de mama por ano no Brasil. Para o câncer do colo do útero, são estimados 19.310 casos anuais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Estado do Rio de Janeiro, a estimativa é de 10.360 novos casos de câncer de mama somente em 2026.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A campanha será realizada nas unidades Sesc Barra Mansa, Campos, Duque de Caxias, Madureira, Nova Iguaçu, Ramos, São João de Meriti, Tijuca e Três Rios. O Centro de Abastecimento Guanabara também participa, com atendimento exclusivo aos funcionários da rede e seus dependentes. A unidade de Madureira oferecerá os demais serviços, mas não realizará mamografias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De 1º a 31 de outubro, o agendamento será aberto a comerciárias e suas dependentes. A partir do dia 16, também poderão agendar gratuitamente integrantes do Programa de Comprometimento e Gratuidade (PCG), instituições parceiras, ONGs e empresas conveniadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os atendimentos poderão ocorrer até dezembro, conforme a disponibilidade das unidades. O público geral também terá acesso aos serviços, mediante pagamento dos valores regulares, que variam entre R$ 30 e R$ 55.</p>



<h2 id="h-da-prevencao-a-informacao" class="wp-block-heading"><strong>Da prevenção à informação</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos exames, a programação do Outubro Rosa terá uma frente de Educação em Saúde, com atividades dentro e fora das unidades. Estão previstas palestras, rodas de conversa, oficinas, exposições e ações sobre prevenção dos cânceres de mama e do colo do útero, vacinação contra o HPV, alimentação, atividade física, autocuidado e saúde da mulher.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Campos, por exemplo, uma programação especial reunirá atividades de prevenção, alimentação consciente, práticas integrativas, oficinas de autocuidado e orientação sobre câncer de mama e do colo do útero.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em Madureira, a exposição “Outubro para Além do Rosa” abordará prevenção, sinais de alerta, hábitos protetores e a participação da família e da comunidade nas redes de cuidado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Barra Mansa receberá a exposição “Florescer da Resiliência”, que une arte, informação e relatos poéticos em torno do câncer de mama.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também haverá ações voltadas às empresas. A proposta é aproximar os serviços de saúde do Sesc das trabalhadoras e apoiar os setores de Recursos Humanos na promoção da saúde e na prevenção, com exames e atividades educativas.</p>



<h2 id="h-servico" class="wp-block-heading"><strong>SERVIÇO</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Outubro Rosa 2026 – Sesc RJ</strong></p>



<h3 id="h-gratis" class="wp-block-heading">Grátis</h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comerciárias e dependentes</strong>, mediante Credencial Sesc<br>De 1º a 31 de outubro</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Público PCG (Programa de Comprometimento e Gratuidade), instituições parceiras, ONGs e empresas conveniadas</strong><br>De 16 a 31 de outubro</p>



<p class="wp-block-paragraph" id="h-papanicolau-r-30-ultrassonografia-de-mamas-r-45-e-mamografia-r-55">Papanicolau (R$ 30), Ultrassonografia de mamas (R$ 45) e Mamografia (R$ 55)</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Público geral</strong><br>A partir de 1º de outubro</p>



<h3 id="h-exames-e-atendimentos" class="wp-block-heading"><strong>Exames e atendimentos</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mamografia:</strong> mulheres de 40 a 74 anos. Fora dessa faixa, é necessário pedido médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Papanicolau:</strong> mulheres de 25 a 64 anos. Fora dessa faixa, é necessário pedido médico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ultrassonografia de mamas:</strong> conforme indicação médica ou avaliação da equipe de enfermagem da unidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consulta de enfermagem:</strong> gratuita para os públicos contemplados pela campanha.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atendimento social:</strong> disponível quando necessário.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A apresentação de pedido médico permite o agendamento independentemente da faixa etária.</p>



<h3 id="h-como-agendar" class="wp-block-heading"><strong>Como agendar</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph">Presencialmente na Central de Atendimento ou por telefone na unidade participante.</p>



<h2 id="h-documentos-necessarios" class="wp-block-heading"><strong>Documentos necessários:</strong></h2>



<ul class="wp-block-list">
<li>Documento oficial com foto;</li>



<li>CPF;</li>



<li>Credencial Sesc/comerciário, quando aplicável;</li>



<li>Comprovante de vínculo, para participantes encaminhadas por empresas parceiras.</li>
</ul>



<h3 id="h-unidades-participantes" class="wp-block-heading"><strong>Unidades participantes</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc Barra Mansa</strong><br>Av. Tenente José Eduardo, 560<br>Telefone: (24) 3324-2748</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc Campos</strong><br>Av. Alberto Torres, 397<br>Telefone: (22) 2738-1245</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc Duque de Caxias</strong><br>Rua General Argolo, 47<br>Telefone: (21) 3659-8362</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc Madureira – sem mamografia</strong><br>Rua Ewbanck da Câmara, 90<br>Telefone: (21) 3350-1501 / (21) 3350-8295</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc Nova Iguaçu</strong><br>Rua Dom Adriano Hipólito, 10<br>Telefone: (21) 2797-3653</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc Ramos</strong><br>Rua Teixeira Franco, 38<br>Telefone: (21) 2290-2566 / (21) 2290-2646</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc São João de Meriti</strong><br>Av. Automóvel Clube, 66 – Centro<br>Telefone: (21) 2755-6609 / (21) 2755-6552</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc Tijuca</strong><br>Rua Barão de Mesquita, 539<br>Telefone: (21) 3238-2464</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sesc Três Rios</strong><br>Rua Nelson Viana, 327<br>Telefone: (24) 2252-6325</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Centro de Abastecimento Guanabara</strong><br>Atendimento exclusivo a funcionários da rede e dependentes.</p>



<h3 id="h-antes-dos-exames" class="wp-block-heading"><strong>Antes dos exames</strong></h3>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mamografia:</strong> não usar desodorante, talco, cremes ou óleos nas axilas e mamas no dia do exame. Recomenda-se usar roupa confortável, preferencialmente de duas peças.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Papanicolau:</strong> evitar relações sexuais, duchas, cremes vaginais e medicamentos de uso local nas 48 horas anteriores. O exame não deve ser realizado durante a menstruação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Ultrassonografia de mamas:</strong> não exige preparo específico. Se houver, é recomendável levar exames anteriores.</p>
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		<title>9 médicas negras para acompanhar nas redes sociais</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/9-medicas-negras-para-acompanhar-nas-redes-sociais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Aug 2026 14:53:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulher Negra Hoje]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[Médicas negras]]></category>
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		<category><![CDATA[Novela]]></category>
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		<category><![CDATA[Sheron Menezzes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Hoje, 17 de agosto, estreia &#8220;Por Voc&#234;&#8221;, nova novela das 19h da TV Globo, com Sheron Menezzes no papel de uma m&#233;dica. Para celebrar a presen&#231;a de uma mulher negra na dramaturgia e destacar profissionais que tamb&#233;m transformam a sa&#250;de com conhecimento, cuidado e representatividade, o Mundo Negro reuniu 9 m&#233;dicas negras para acompanhar nas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Hoje, 17 de agosto, estreia <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/por-voce-sheron-menezzes-maternidade-carreira/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">“Por Você”</a></strong>, nova novela das 19h da TV Globo, com <strong>Sheron Menezzes </strong>no papel de uma médica. Para celebrar a presença de uma mulher negra na dramaturgia e destacar profissionais que também transformam a saúde com conhecimento, cuidado e representatividade, o Mundo Negro reuniu 9 médicas negras para acompanhar nas redes sociais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">De dermatologia a saúde mental, passando por ginecologia, obstetrícia e oftalmologia, elas compartilham informação, acolhimento e experiências que ajudam a ampliar o acesso ao conhecimento e a fortalecer a presença negra na medicina.</p>



<h2 id="h-confira-a-lista-e-siga" class="wp-block-heading"><strong>Confira a lista e siga:</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eliziane Berberian, Pós-graduada em Psiquiatria| Instagram: <a href="https://www.instagram.com/elizianeberberian/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@elizianeberberian</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="575" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-575x1024.jpg" alt="" class="wp-image-98119" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-575x1024.jpg 575w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-168x300.jpg 168w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-84x150.jpg 84w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-768x1368.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-862x1536.jpg 862w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-236x420.jpg 236w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-150x267.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-300x534.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-696x1240.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n-1068x1903.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_670453454_18387928975089592_436575404709454064_n.jpg 1131w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Júlia Rocha, Dermatologista | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/juliarochadermato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@juliarochadermato</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="819" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-98120" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-819x1024.jpg 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-240x300.jpg 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-120x150.jpg 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-768x960.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-1229x1536.jpg 1229w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-336x420.jpg 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-150x188.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-300x375.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-696x870.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n-1068x1335.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_467194378_18341868673179177_5048274107835843188_n.jpg 1427w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Liana Tito, Oftalmologista | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/oftalmaelogista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@oftalmaelogista</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="576" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n-576x1024.jpg" alt="" class="wp-image-98121" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n-576x1024.jpg 576w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n-169x300.jpg 169w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n-84x150.jpg 84w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n-236x420.jpg 236w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n-150x267.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n-300x533.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n-696x1237.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_703720460_18329110573270120_3175315908780050995_n.jpg 720w" sizes="(max-width: 576px) 100vw, 576px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Dra. Katleen Conceição, Dermatologista | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/katleendermato/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@katleendermato</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-768x1024.jpg" alt="" class="wp-image-98122" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-768x1024.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-225x300.jpg 225w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-113x150.jpg 113w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-1152x1536.jpg 1152w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-1536x2048.jpg 1536w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-315x420.jpg 315w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-150x200.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-300x400.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-696x928.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-1068x1424.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_776130167_18632234398016373_6699648685749950146_n-scaled.jpg 1920w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Lari Cassiano, Ginecologista e Obstetra | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/dralarissacassiano/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@dralarissacassiano</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="578" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n-578x1024.jpg" alt="" class="wp-image-98123" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n-578x1024.jpg 578w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n-169x300.jpg 169w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n-85x150.jpg 85w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n-237x420.jpg 237w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n-150x266.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n-300x532.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n-696x1234.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_518991243_18318649987238925_8782208725282189716_n.jpg 722w" sizes="(max-width: 578px) 100vw, 578px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Thelma Assis, Anestesiologista | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/thelminha/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@thelminha</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="577" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-577x1024.jpg" alt="" class="wp-image-98124" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-577x1024.jpg 577w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-169x300.jpg 169w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-85x150.jpg 85w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-768x1363.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-865x1536.jpg 865w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-1154x2048.jpg 1154w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-237x420.jpg 237w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-150x266.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-300x532.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-696x1235.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n-1068x1896.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_735525973_18305328130303957_1799485982560473732_n.jpg 1217w" sizes="(max-width: 577px) 100vw, 577px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Taís Argolo, Mastologista | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/tais_argolo/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@tais_argolo</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="979" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-979x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-98125" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-979x1024.jpeg 979w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-287x300.jpeg 287w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-143x150.jpeg 143w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-768x804.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-401x420.jpeg 401w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-150x157.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-300x314.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-696x728.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59-1068x1117.jpeg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/WhatsApp-Image-2026-08-17-at-14.57.59.jpeg 1080w" sizes="(max-width: 979px) 100vw, 979px" /></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Melina Teixeira, Psiquiatra | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/saudementalparamulheres/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@saudementalparamulheres</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img loading="lazy" decoding="async" width="672" height="782" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/image-8.png" alt="" class="wp-image-98127" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/image-8.png 672w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/image-8-258x300.png 258w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/image-8-129x150.png 129w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/image-8-361x420.png 361w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/image-8-150x175.png 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/image-8-300x349.png 300w" sizes="(max-width: 672px) 100vw, 672px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Divulgação</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Camila Rosa, Dermatologista | Instagram: <a href="https://www.instagram.com/camila_dermatologista/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">@camila_dermatologista</a></strong></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="819" height="1024" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-819x1024.jpg" alt="" class="wp-image-98126" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-819x1024.jpg 819w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-240x300.jpg 240w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-120x150.jpg 120w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-768x960.jpg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-1229x1536.jpg 1229w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-336x420.jpg 336w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-150x188.jpg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-300x375.jpg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-696x870.jpg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n-1068x1335.jpg 1068w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/08/SaveClip.App_623540796_18097050604733574_7578242549722969856_n.jpg 1440w" sizes="(max-width: 819px) 100vw, 819px" /><figcaption class="wp-element-caption">Foto: Reprodução/Instagram</figcaption></figure>



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		<title>&#8216;Pense Minha Cor&#8217;: plataforma digital une psicologia antirracista, suporte jurídico e afroturismo no Maranhão</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/pense-minha-cor-plataforma-psicologia-antirracista-maranhao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Halitane Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 15:01:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[afroturismo]]></category>
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		<category><![CDATA[saúde mental]]></category>
		<category><![CDATA[saúde mental negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Plataforma Pense Minha Cor é lançada em São Luís, integrando psicologia antirracista, suporte jurídico e afroturismo para o cuidado da população negra. </p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Com a proposta de oferecer acolhimento e cuidado especializado para a população negra no cenário da saúde mental, foi lançada nesta semana em São Luís (MA), a plataforma digital do projeto <strong>&#8216;Pense Minha Cor&#8217;</strong>. O hub de inovação negra idealizado pelos psicólogos maranhenses <strong>Rômulo Mafra Cruz</strong> e<strong> Luara Matos</strong>, nasce da urgência de estruturar uma abordagem terapêutica com consciência racial, capaz de acolher os impactos psicossociais do racismo sem invalidar o sofrimento clínico dos pacientes. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Além dos profissionais de saúde mental (psicólogas, psiquiatras e psicoterapia), a iniciativa ainda propõe integração com outros profissionais como advogadas, contabilidade, educação, eventos e afroturismo. Todos os atendimentos feitos por profissionais negros e indígenas, com valores acessíveis. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O ponto de partida é admitir que a psicologia, enquanto ciência e profissão, tem uma dívida com a população negra&#8221;, afirmam os fundadores em entrevista ao <strong>Mundo Negro</strong>. &#8220;A falta de referências negras e indígenas durante a formação (não por falta delas) fez por muito tempo com que prática e teoria se afastasse do povo que mais precisa de assistência devido ao histórico de violências do país&#8221;, destacam. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Rompendo com esse distanciamento, os idealizadores ressaltam que a prática da plataforma é respaldada pelas diretrizes éticas do Conselho Federal de Psicologia (CFP), como as resoluções que estabelecem normas de atuação contra o preconceito racial e vedam práticas de racismo religioso. Para Rômulo Mafra Cruz, a importância de pautar essas normativas ganha um contorno ainda mais significativo por sua própria trajetória. &#8220;Estou conselheiro federal de psicologia — o primeiro homem negro Rasta e maranhense da história&#8221;, afirmou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora seja uma das três cidades com maior proporção de pessoas negras no país, a capital maranhense ainda reflete profundas marcas de desigualdade social. Segundo os psicólogos, a realidade local é marcada por micro e macroagressões cotidianas que comprometem a saúde mental coletiva. A proposta, portanto, visa descentralizar o acesso à saúde mental de qualidade, oferecendo atendimento acessível para comunidades em situação de vulnerabilidade, ao mesmo tempo em que valoriza e remunera dignamente psicólogas afro-brasileiras e indígenas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um dos grandes diferenciais da Pense Minha Cor é a compreensão de que o enfrentamento a um problema estrutural como o racismo exige estratégias multidisciplinares. Diante da histórica dificuldade de acesso a direitos básicos por parte da população negra, a plataforma uniu o cuidado da mente à defesa legal. Os resultados dessa articulação já começam a se consolidar na prática. &#8220;Recentemente, tivemos uma vitória judicial de um caso de racismo, através de advogados que atuam no site&#8221;, celebraram os fundadores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fortalecimento da autoestima também ganham destaque por meio de roteiros afrocentrados. Em uma parceria com a empresa Cidade Griot, idealizada pelo professor Marcelo Cardoso — guia credenciado, mestrando em Estudos Africanos e Afro-Brasileiros pela UFMA e uma das principais referências do setor no país —, a plataforma aposta no afroturismo como ferramenta terapêutica. </p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Nosso trabalho com o afroturismo tem como pilares a educação, a valorização da memória e a reparação histórica, promovendo experiências que evidenciam a riqueza da história, da cultura e dos patrimônios afro-brasileiros e indígenas, fortalecendo identidades e ampliando o reconhecimento das contribuições da população negra para a formação da sociedade brasileira&#8221;, concluem. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Acesso o site para saber mais: <a href="https://penseminhacor.com.br/?utm_source=ig&amp;utm_medium=social&amp;utm_content=link_in_bio&amp;fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAc3J0YwZhcHBfaWQPOTM2NjE5NzQzMzkyNDU5AAGnKjF_kuOHAoDmx82mIsEbGV8m5lxOhZublgAWwuf5zIrf0DY-4GZZ0RwiI_s_aem_xcgytF-3egjcU_f0SuKFFA" target="_blank" rel="noreferrer noopener">www.penseminhacor.com.br</a></p>



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		<title>Pela primeira vez, terapia genética cura anemia falciforme na Louisiana, um dos estados dos EUA com mais casos</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/terapia-genetica-cura-anemia-falciforme-louisiana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Silvia Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2026 17:45:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[anemia falciforme]]></category>
		<category><![CDATA[casgevy]]></category>
		<category><![CDATA[ciência]]></category>
		<category><![CDATA[crispr]]></category>
		<category><![CDATA[medicina]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[terapia genetica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra como Daniel Cressy entrou para a história ao se tornar o primeiro paciente curado da anemia falciforme por terapia genética na Louisiana. Conheça sua trajetória emocionante!</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><strong>Daniel Cressy</strong>, de 23 anos, entrou para a história ao se tornar <strong><a href="https://mundonegro.inf.br/jovem-com-20-de-chance-de-sobreviver-a-anemia-falciforme-vai-estudar-medicina-em-harvard/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">a primeira pessoa do estado da Louisiana, nos Estados Unidos, a ser funcionalmente curada da anemia falciforme por meio de terapia genética</a></strong>. Na segunda-feira (22), ele tocou o sino cerimonial do Manning Family Children&#8217;s Hospital, em Nova Orleans, marcando o fim de uma batalha de dois anos contra a doença, que os médicos afirmam não estar mais ativa em seu organismo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Natural da região metropolitana de Nova Orleans, Cressy é o primeiro paciente de toda a Costa do Golfo dos Estados Unidos a passar com sucesso pela Casgevy, terapia de ponta que utiliza a tecnologia de edição genética CRISPR/Cas9. O procedimento se vale das próprias células-tronco do paciente, que são editadas em laboratório para que deixem de produzir as células defeituosas causadoras da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A jornada foi longa e cara. As células-tronco de Cressy foram coletadas ao longo de três dias e enviadas para um laboratório na Escócia, onde uma enzima foi usada para editar a parte específica da célula responsável pelo afoiçamento, quando as hemácias endurecem e se deformam, bloqueando o fluxo sanguíneo e provocando dores intensas. As células modificadas retornaram à Louisiana no início deste ano, e Cressy passou por quimioterapia antes de recebê-las de volta. Só o medicamento custou 2,2 milhões de dólares. O tratamento chegou a ser adiado enquanto ele aguardava aprovação pelo programa Medicaid do estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A anemia falciforme afeta de forma desproporcional pessoas negras e pode causar dores severas, danos a órgãos, internações frequentes e redução da expectativa de vida. A Louisiana tem uma das maiores taxas da doença nos Estados Unidos. Cerca de 3 mil pessoas vivem com a condição no estado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cressy não é o primeiro do mundo nem do país a ser curado. Ele se junta a mais de 100 pacientes nos Estados Unidos tratados desde que as duas primeiras terapias genéticas para a doença, a Casgevy e a Lyfgenia, foram aprovadas pela agência reguladora americana no fim de 2023. O pioneirismo dele é geográfico, em um estado onde a doença é especialmente presente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Cressy, a cura significou também a retomada de um sonho. Ele pretendia ser piloto, mas descobriu que a Administração Federal de Aviação não concederia sua licença enquanto ele convivesse com a doença, por causa dos riscos associados a voos em grandes altitudes. Agora, com o caminho livre, ele planeja seguir carreira na aviação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Determinado a transformar sua experiência em legado, Cressy fundou a organização sem fins lucrativos Privileged Pilots Project, voltada a derrubar barreiras médicas e sociais que impedem comunidades subatendidas de acessar curas genéticas milionárias. &#8220;A capacidade de alguém acessar tratamento e uma possível cura não deveria ser definida pelo seu CEP&#8221;, afirmou. &#8220;As pessoas que vivem com anemia falciforme estão aqui. São nossos vizinhos, nossos amigos, nossas famílias.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ele também escreve um livro sobre sua trajetória, intitulado &#8220;Blessing in the Skies&#8221; (Bênção nos Céus). &#8220;Enquanto muitos passam a vida procurando um propósito, o meu me encontrou&#8221;, disse. &#8220;Agora, em vez de buscar sentido, posso passar a vida realizando-o.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cerimônia em sua homenagem contou com a presença do governador Jeff Landry, do congressista Troy Carter e da prefeita Helena Moreno. No Brasil, país com a maior população com anemia falciforme das Américas, terapias como essa ainda não estão disponíveis no SUS, o que mantém a cura distante de quem mais precisa dela.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Com informações do The Guardian.</em></p>
<p>O post <a href="https://mundonegro.inf.br/terapia-genetica-cura-anemia-falciforme-louisiana/">Pela primeira vez, terapia genética cura anemia falciforme na Louisiana, um dos estados dos EUA com mais casos</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundonegro.inf.br">Mundo Negro</a>.</p>
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		<title>UOL e Drauzio Varella debatem dignidade menstrual e raça</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/dignidade-menstrual-desafios-meninas-negras-debate/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Karina Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2026 17:53:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Debate em evento do UOL e Portal Drauzio Varella aponta como ra&#231;a, g&#234;nero e acesso a direitos influenciam a experi&#234;ncia menstrual Durante o evento Pulso: um diagn&#243;stico da sa&#250;de e do bem-estar, promovido nesta ter&#231;a-feira (17) pelo UOL e pelo Portal Drauzio Varella, especialistas discutiram temas centrais para a sa&#250;de da popula&#231;&#227;o brasileira. Entre eles, [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading"><em>Debate em evento do UOL e Portal Drauzio Varella aponta como raça, gênero e acesso a direitos influenciam a experiência menstrual</em></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Durante o evento Pulso: um diagnóstico da saúde e do bem-estar, promovido nesta terça-feira (17) pelo UOL e pelo Portal Drauzio Varella, especialistas discutiram temas centrais para a saúde da população brasileira. Entre eles, a dignidade menstrual e os impactos que desigualdades sociais e raciais continuam exercendo sobre a vida de meninas e mulheres.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Mundo Negro acompanhou os debates e teve acesso ao estudo &#8220;Ser menina não deveria doer: as dimensões do direito das meninas à dignidade menstrual e o mapeamento legislativo no Congresso Nacional&#8221;, divulgado em maio de 2026. O documento chama atenção para um aspecto frequentemente invisibilizado nas discussões sobre menstruação: a dor, o estigma e as desigualdades estruturais que rotulam a experiência menstrual de milhões de brasileiras.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quando a menstruação deixa de ser apenas uma questão de saúde</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a menstruação seja um processo biológico natural, especialistas apontam que ela continua cercada por silêncio, constrangimento e falta de informação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Historicamente, as políticas públicas voltadas ao tema concentraram-se no combate à pobreza menstrual e na distribuição de absorventes. Embora essas iniciativas sejam fundamentais, o estudo argumenta que elas não são suficientes para responder à complexidade do problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A saúde menstrual envolve também acesso à informação, acolhimento, diagnóstico de condições como a endometriose, privacidade, infraestrutura adequada e reconhecimento da dor como uma questão legítima de saúde pública.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Dor menstrual continua sendo subestimada</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os números apresentados pelo estudo revelam a dimensão do problema.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre 66% e 73% das adolescentes e jovens mulheres convivem com dores menstruais. Destas, entre 30% e 35% relatam dores moderadas ou intensas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O levantamento também destaca que entre 62% e 75% das jovens encaminhadas para investigação especializada recebem posteriormente diagnóstico de endometriose. Mesmo assim, o diagnóstico da doença pode levar até 12 anos para ser confirmado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A demora no reconhecimento dos sintomas pode gerar impactos físicos, emocionais, educacionais e profissionais ao longo da vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O recorte racial da dignidade menstrual</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">As desigualdades relacionadas à menstruação não atingem todas as meninas da mesma forma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o estudo, 58,8% das meninas que vivem sem banheiro ou chuveiro em casa são pretas ou pardas. O dado evidencia como raça, gênero e condição socioeconômica se cruzam no acesso a condições básicas para o cuidado menstrual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A realidade também dialoga com uma questão historicamente presente na sociedade brasileira: a naturalização da resistência da mulher negra à dor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pesquisas nacionais e internacionais têm demonstrado que estereótipos raciais podem influenciar a forma como dores e sintomas relatados por pessoas negras são interpretados ou acolhidos por instituições e profissionais de saúde.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando esse cenário se encontra com os tabus em torno da menstruação, meninas negras podem enfrentar barreiras adicionais para ter suas necessidades reconhecidas e atendidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um debate sobre dignidade e direitos para milhares de estudantes</strong></h2>



<p class="wp-block-paragraph">Mesmo com avanços recentes no debate público, muitas meninas ainda escondem absorventes ao caminhar pelos corredores escolares, evitam pedir ajuda ou enfrentam dificuldades para acessar banheiros que garantam privacidade e segurança.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O estudo destaca que a menstruação marca um momento importante da vida de meninas e adolescentes, podendo impactar autoestima, participação social e permanência em ambientes educacionais quando não existem condições adequadas de acolhimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao reunir profissionais da saúde, pesquisadores e comunicadores, o evento Pulso reforçou a importância da informação baseada em evidências para enfrentar desafios históricos da saúde brasileira.</p>
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		<title>Luiza Felix: a geógrafa que virou referência em alimentação vegana consciente e sistemas alimentares sustentáveis</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/luiza-felix-a-geografa-que-virou-referencia-em-alimentacao-vegana-consciente-e-sistemas-alimentares-sustentaveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 20:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Luiza Felix n&#227;o escolheu a gastronomia pelo caminho mais &#243;bvio. Formada em Geografia pela UFF, em Niter&#243;i, ela chegou &#224; cozinha pelo mesmo lugar de onde veio sua consci&#234;ncia sobre o mundo: o estudo dos sistemas alimentares. &#8220;A gastronomia me escolheu no momento em que comecei a refletir sobre quais marcas eu gostaria de deixar [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Luiza Felix não escolheu a gastronomia pelo caminho mais óbvio. Formada em Geografia pela UFF, em Niterói, ela chegou à cozinha pelo mesmo lugar de onde veio sua consciência sobre o mundo: o estudo dos sistemas alimentares. &#8220;A gastronomia me escolheu no momento em que comecei a refletir sobre quais marcas eu gostaria de deixar no mundo&#8221;, conta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi durante a graduação, ao se aproximar do núcleo de pesquisa em Geografia Agrária e Território, que Luiza se encantou pela agroecologia e compreendeu que continuar consumindo carne animal já não fazia sentido para ela. A decisão veio acompanhada de uma necessidade prática: precisava descobrir uma nova cultura alimentar. &#8220;Como era uma grande mudança de hábito, dentro de casa e também na sociedade, precisei literalmente colocar a mão na massa para descobrir uma nova cultura alimentar. Nesse processo, me apaixonei&#8221;, diz.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte do que aprendeu veio da sua mãe, que ela descreve como a melhor cozinheira que conhece. O que começou como transformação pessoal foi se tornando estilo de vida e, depois, profissão. Há cinco anos, Luiza trabalha com o Malawi Vegetariano, projeto que surgiu como um delivery vegano e hoje é um espaço de troca sobre alimentação, saúde e meio ambiente, conectando aprendizados e refletindo sobre sistemas alimentares mais sustentáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Malawi não é só um negócio: é uma posição no mundo. Luiza entende a alimentação como um ato que envolve território, ancestralidade e responsabilidade coletiva, e é essa visão que ela leva para o conteúdo que produz. Ao popularizar a culinária vegetal, ela não apenas apresenta receitas, mas convida as pessoas a repensar a relação com o que comem e de onde vem o que está no prato.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva é o que a conecta diretamente ao conceito da campanha #IngredientePrincipal: comer bem como resgate cultural, sustentabilidade e acesso. O <strong>TikTok </strong>escolheu o Brasil para inaugurar essa campanha global, que conta com o Mundo Negro e o Guia Black Chefs como parceiros estratégicos na produção de conteúdo com 20 profissionais negros da gastronomia e nutrição. Luiza Felix é uma deles.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-tiktok wp-block-embed-tiktok"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7613126356355927314" data-video-id="7613126356355927314" data-embed-from="oembed" style="max-width:605px; min-width:325px;"> <section> <a target="_blank" title="@sitemundonegro" href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro?refer=embed">@sitemundonegro</a> <p>Tem planta que a gente chama de mato, mas que nossos ancestrais já conheciam como alimento. Luiza Felix (@malawivegetariano) explica o que são as PANCs, Plantas Alimentícias Não Convencionais: espécies nutritivas, acessíveis e que sempre estiveram ao nosso redor, esperando ser redescobertaS. Resgatar essas plantas é também resgatar os saberes de quem cuidava da terra antes da gente. Comer bem é, muitas vezes, lembrar do que nunca deveria ter sido esquecido. Você conhece alguma PANC? <a title="ingredienteprincipal" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ingredienteprincipal?refer=embed">#IngredientePrincipal</a> <a title="themainingredient" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/themainingredient?refer=embed">#TheMainIngredient</a> <a title="panc" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/panc?refer=embed">#PANC</a></p> <a target="_blank" title="♬ som original - MundoNegro" href="https://www.tiktok.com/music/som-original-7613126423661792018?refer=embed">♬ som original &#8211; MundoNegro</a> </section> </blockquote> <script async src="https://www.tiktok.com/embed.js"></script>
</div></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para as pretinhas e os pretinhos que sonham em viver da gastronomia, ela tem uma orientação que vai além da técnica: &#8220;Recomendo, antes de tudo, estudo. Não apenas das técnicas, mas principalmente das contribuições que nossos ancestrais deixaram para a gastronomia brasileira, não só de forma braçal, mas também intelectual. Reconhecer essa herança e se apropriar dela é um passo fundamental para se empoderar e se posicionar com força e consciência nesse mercado.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Da Geografia à cozinha vegetal, Luiza Felix mostra que entender os sistemas alimentares é também uma forma de transformá-los. </p>



<p class="wp-block-paragraph">#IngredientePrincipal #TheMainIngredient #VeganoConsciente&nbsp;&nbsp;</p>
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		<title>Saulo Gonçalves: o nutricionista que desmistifica a ciência com humor e consciência alimentar</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/saulo-goncalves-o-nutricionista-que-desmistifica-a-ciencia-com-humor-e-consciencia-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Feb 2026 19:55:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afro Negócios]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira e Crescimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Antes de falar sobre comida, Saulo Gon&#231;alves precisou aprender a se ouvir. Formado em Direito, com dois anos de atua&#231;&#227;o na &#225;rea, ele carregava uma trajet&#243;ria constru&#237;da sob press&#227;o externa: origem humilde, expectativa familiar, foco no retorno financeiro. O que faltava era o que ele chama de convic&#231;&#227;o. Faixa preta de jud&#244;, apaixonado por esporte, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Antes de falar sobre comida, Saulo Gonçalves precisou aprender a se ouvir. Formado em Direito, com dois anos de atuação na área, ele carregava uma trajetória construída sob pressão externa: origem humilde, expectativa familiar, foco no retorno financeiro. O que faltava era o que ele chama de convicção. Faixa preta de judô, apaixonado por esporte, saúde e performance desde cedo, Saulo sabia que havia uma outra rota. E foi por ela que ele decidiu ir.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;Minha primeira formação foi em Direito. Me formei, atuei por dois anos, mas algo dentro de mim dizia que aquele não era o meu destino final. Fui influenciado pela família, foquei apenas no dinheiro, e esqueci de me ouvir completamente&#8221;, conta Saulo. A virada veio quando ele entrou para o curso de Nutrição: &#8220;com frio na barriga, mas com convicção.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Carioca e nutricionista clínico, Saulo construiu nas redes sociais uma linguagem própria que mistura humor e consciência alimentar. Já colaborou com o Mundo Negro, participou do programa É de Casa e do Mais Você, ambos da TV Globo. Em sua prática clínica, gosta de abordar sustentabilidade, e a alimentação natural consciente é o que mais o encanta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática clínica, Saulo encontrou o que chama de verdadeiro encantamento. Não foi na nutrição esportiva, área em que a conexão com o judô seria a rota mais óbvia, mas no acompanhamento integral de pessoas que chegam ao consultório com histórias, rotinas, emoções e contextos únicos. &#8220;A clínica é a base de todas as áreas. É nela que aprendemos a enxergar o paciente como um todo, a investigar, a acolher, a compreender histórias, emoções e contextos&#8221;, explica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;A Nutrição me mostrou que comida não é só macro e micronutriente: é cuidado, é escuta, é transformação&#8221;, afirma. Essa visão é o que conecta o trabalho de Saulo ao conceito da campanha #IngredientePrincipal: a ideia de que comer bem é um ato que vai além da composição nutricional do prato, envolve cultura, escuta e acesso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É exatamente essa perspectiva que o TikTok e o Mundo Negro buscaram reunir nesta campanha. Escolhido pelo <a href="https://www.tiktok.com/@sitemundonegro/video/7610173763388329234">TikTok</a> para inaugurar o projeto globalmente, o Brasil recebe uma iniciativa que une tecnologia, educação e impacto social para democratizar o acesso à informação sobre alimentação saudável. O Mundo Negro, com o suporte do Guia Black Chefs, entra como parceiro estratégico, produzindo conteúdo com 20 profissionais negros que são referência na gastronomia e nutrição brasileira. Saulo Gonçalves é um deles.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem ainda está encontrando seu caminho, ele tem uma mensagem direta: &#8220;Não escolham apenas pelo que está na moda ou pelo retorno financeiro. O dinheiro importa, claro. Mas ele não sustenta sozinho uma rotina de estudos constantes, atendimentos, responsabilidade técnica e dedicação diária. Escolham aquilo que faz seus olhos brilharem. Profissão não é apenas ganha-pão, é propósito.&#8221;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No TikTok, Saulo prova que falar de nutrição com humor e consciência não são opostos. Que conscientizar sobre alimentação começa por falar com as pessoas, não para elas.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="1024" style="aspect-ratio: 576 / 1024;" width="576" controls src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2026/02/snaptik_7610173763388329234_v3.mp4"></video></figure>
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		<title>Capital do Quênia aprova dois dias mensais de folga menstrual para colaboradoras</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/capital-do-quenia-aprova-dois-dias-mensais-de-folga-menstrual-para-colaboradoras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Viana]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Jan 2026 15:56:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e bem estar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um passo decisivo para os direitos trabalhistas e a sa&#250;de feminina, o Governo do Condado de Nair&#243;bi aprovou formalmente a concess&#227;o de dois dias de licen&#231;a menstrual remunerada por m&#234;s para suas servidoras. A medida, aprovada pelo Gabinete sob a presid&#234;ncia do Governador Johnson Sakaja, marca a capital queniana como pioneira na formaliza&#231;&#227;o do [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Em um passo decisivo para os direitos trabalhistas e a saúde feminina, o Governo do Condado de Nairóbi aprovou formalmente a concessão de dois dias de licença menstrual remunerada por mês para suas servidoras. A medida, aprovada pelo Gabinete sob a presidência do Governador <strong>Johnson Sakaja</strong>, marca a capital queniana como pioneira na formalização do apoio à saúde menstrual dentro de suas políticas de Recursos Humanos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão foi tomada durante uma sessão estratégica do Comitê Executivo do Condado. O objetivo central é reconhecer a <strong>dismenorreia</strong> (dor menstrual severa) como uma condição que impacta diretamente a produtividade e o bem-estar da força de trabalho feminina, que hoje representa mais da metade do funcionalismo público da capital</p>



<p class="wp-block-paragraph">A nova política não se baseia apenas em bem-estar, mas em dados sólidos de gestão. Estudos citados no memorando do governo indicam que entre <strong>65% e 80% das mulheres</strong> sofrem de dores menstruais, muitas vezes em níveis que comprometem a capacidade laboral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da aprovação, a ausência de diretrizes forçava as funcionárias a enfrentar o &#8220;presenteísmo&#8221;, estar fisicamente no trabalho, mas sem condições reais de produtividade devido ao desconforto. &#8220;A política visa solucionar essa lacuna, oferecendo suporte estruturado sem impor ônus financeiro adicional ao município&#8221;, destaca o documento de posição do gabinete.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão Sakaja garantiu que a implementação será acompanhada por medidas de sensibilização para evitar estigmas no ambiente de trabalho. Os principais pontos da execução incluem:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Sigilo Total:</strong> Garantia de privacidade e dignidade para as funcionárias em todos os níveis.</li>



<li><strong>Avaliação de Desempenho:</strong> A utilização dos dias de saúde menstrual não terá impacto negativo nas avaliações de carreira.</li>



<li><strong>Continuidade Operacional:</strong> Para garantir que os serviços essenciais não parem, o setor de Gestão do Serviço Público implementará escalas de revezamento e trocas de turnos.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Com esta medida, Nairóbi se junta a um grupo seleto de nações e regiões que reconhecem legalmente essa necessidade. Na África, a <strong>Zâmbia</strong> já possui o &#8220;Mother&#8217;s Day&#8221; (um dia de folga mensal). Globalmente, países como <strong>Japão, Coreia do Sul, Indonésia e Espanha</strong> (esta última desde 2023) já possuem leis que protegem a saúde menstrual das trabalhadoras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Quênia, embora o Ministério da Saúde e órgãos como o UNFPA já defendessem políticas de higiene e combate à pobreza menstrual, a iniciativa de Nairóbi é vista por especialistas como um avanço prático na remoção de barreiras de gênero no mercado de trabalho.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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