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	<title>Aline Chermoula, Autor em Mundo Negro</title>
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	<description>Uma mídia negra diferente!</description>
	<lastBuildDate>Fri, 30 Sep 2022 23:43:51 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
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		<title>Jaca: conheça seus benefícios e nutrientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Sep 2022 23:43:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deliciosa, exagerada e pouco discreta!A jaca &#233; a maior de todas as frutas cultivadas, sendo muito popular em pa&#237;ses do Sudeste da &#193;sia e da &#193;frica. Benef&#237;cios da jaca para seu organismoCombate a press&#227;o alta: por ser rica em pot&#225;ssio, a jaca ajuda a prevenir problemas cardiovasculares, como o derrame ou o ataque card&#237;aco, al&#233;m [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Deliciosa, exagerada e pouco discreta!<br>A jaca é a maior de todas as frutas cultivadas, sendo muito popular em países do Sudeste da Ásia e da África.<br><br>Benefícios da jaca para seu organismo<br>Combate a pressão alta: por ser rica em potássio, a jaca ajuda a prevenir problemas cardiovasculares, como o derrame ou o ataque cardíaco, além de diminuir os níveis da pressão arterial. Seu consumo regular também auxilia na queda dos níveis de sódio no sangue.<br><br>Para saber se a jaca está madura e boa para o consumo, veja se as saliências estão bem desenvolvidas e amarelas. Quando pressionada com os dedos, deve ter consistência firme.<br>O fruto é de forma ovalada, irregular, com casca grossa e áspera com pequenas saliências, verde, ou amarelada. Nascem diretamente do tronco e dos galhos mais grossos e chegam a pesar até 15 kg e medir até 40 cm. É um sincarpo, ou seja, infrutescência produzida pela fusão dos frutos formados pelos ovários de flores vizinhas.<br>A parte comestível da jaca são os frutículos encontrados no interior dos grandes sincarpos. O interior do fruto é formado por vários gomos, sendo que cada gomo contém um grande caroço recoberto por uma polpa cremosa e branca, suculenta, viscosa e com cheiro forte e característico, muito aromática.<br>Os gomos podem ser de consistência um pouco endurecida ou mole e são conhecidas popularmente como jaca-mole e jaca-dura. As sementes, que são tóxicas cruas, são comestíveis quando assadas, grelhadas ou cozidas.<br>Para saber se a jaca está madura e boa para o consumo, veja se as saliências estão bem desenvolvidas e amarelas.<br>Quando pressionada com os dedos, deve ter consistência firme.<br><br>Veja como fazer Chutney de Jaca<br><br>INGREDIENTES<br>	•	1 e 1/3 de xícara (chá) de bagos de jaca, bem maduros e sem os caroços (300 g)<br>	•	Suco de 1 limão<br>	•	1/4 de xícara (chá) de melaço de cana (75 g)<br>	•	3 cravos<br>	•	1 pedaço pequeno de canela em pau<br>	•	1 e ½ xícara (chá) de água (360 ml)<br><br>PREPARO<br>Numa panela média, aqueça a jaca com o limão, o melaço, o cravo e a canela.<br>Mexendo de vez em quando, deixe no fogo por uns 10 min., até começar a caramelizar e dourar.<br>Então, junte a água e mantenha no fogo por mais uns 10min., até que a jaca esteja bem macia.<br>Retire do fogo, passe para uma tigela e deixe amornar.<br>Sirva o chutney morno ou em temperatura ambiente com carnes ou pães.<br>Guarde num pote com tampa por até 1 mês na geladeira.</p>
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		<title>Angu não é polenta!  É comida ancestral e representa a força de nossa Cultura africana</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/angu-nao-e-polenta-e-comida-ancestral-e-representa-a-forca-de-nossa-cultura-africana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 15:39:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Orgulho Ancestral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Angu &#233; uma esp&#233;cie de creme amarelado se feito de milho, branco se feito de mandioca, ou vermelho se feito de arroz, conhecido como a comida servida aos povos africanos escravizados no Brasil, passando a ser feita com farinha de mandioca ou milho Tem muita gente que fala que angu e polenta, s&#227;o a mesma [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Angu é uma espécie de creme amarelado se feito de milho, branco se feito de mandioca, ou vermelho se feito de arroz, conhecido como a comida servida aos povos africanos escravizados no Brasil, passando a ser feita com farinha de mandioca ou milho<br><br>Tem muita gente que fala que angu e polenta, são a mesma coisa, mas não são, apesar de, hoje nos dois pratos, o protagonista ser o milho. Simplificando, o angu é feito de fubá, e a polenta, de farinha de milho de granulometria mais grossa, mas também pode ser feita de trigo ou aveia. <br>A polenta surgiu na região norte da Itália, e era base alimentar da população e dos legionários romanos, feita principalmente de aveia. Pouco depois da chegada dos espanhóis ao Caribe em 1492, o milho foi introduzido na Europa. Na Itália, o milho passou a ser cultivado primeiramente no norte, onde as chuvas são abundantes. A partir de então é que a polenta passou a ser feita de milho.<br>Sua textura varia bastante, de firme nas regiões de Veneza e Friuli a cremosa na região de Abruzzi. A polenta sempre foi feita da mesma forma: com bastante esforço e paciência, misturando a pasta de milho em caldeirões de cobre, aquecidas sob o fogo.<br>Pode ser servida mole, dura, grelhada ou frita. Pode ser recheada com uma miríade de molhos ou outros ingredientes, acrescentados enquanto ela ainda está mole.<br><br>O nome angu na verdade é de origem africana, o preparo também. Em África ainda hoje existem vários preparos à base de amido, cozidos em água, sem sal. Quando quentes apresentam consistência mole, muito semelhantes ao nosso angu no Brasil e quando frios representam bem o que Manuel Querino descreve como “a bola” em Arte Culinária na Bahia (2011). A bola a qual Querino se refere é um cozido de amigo e água, sem sal ou açúcar, normalmente era consumido com mel ou dissolvido em água como refresco ou suco o qual o autor chama de refrigerante. Conhecidos atualmente no continente africano como Fufu de arroz, Funge de milho ou mandioca, Ugali e muitos outros que enriquecem os cardápios do dia-a-dia dos povos em suas diversas culturas em África. <br><br>Entretanto, muita gente considera angu e polenta como o mesmo preparo; já que são gostosos, um pouco parecidos e aqui no Brasil feitos à base de milho. Mas, você sabia que, na verdade, a origem dos dois pratos é bem diferente? Pois é! Não basta só misturar água com fubá, não! Vamos entender um pouco mais sobre a história desses deliciosos e tradicionais pratos. Vamos lá?<br><br>Angu sendo base alimentar dos povos africanos escravizados no Brasil, serviu de sustento à nossos ancestrais que nos deram a vida. Ou seja, alimento forte, de sustância, carregado de histórias ancestrais dos povos africanos. Se ainda hoje depois de tantos séculos, os pratos à base de amido estão presentes na cultura culinária africana, eles tem grande importância na base alimentar destes povos. <br><br>Angu não é polenta e o ancestral mais próximo do angu são “as bolas” que Querino cita como base alimentar dos africanos que aqui viviam no começo do século passado.<br><br>Cada alimento tem sua importância em seu momento histórico, não carecendo comparações de um alimento com outro, principalmente quando presentes em momentos históricos distintos, porém se necessário fazer comparações sobre o angu, o mais coerente seria comparar o angu com seus irmãos e primos africanos (fufu, funge, ugali e muitos outros que existem no continente e são semelhantes). Trazendo à tona assim a resistência e força de nossa cultura culinária, tão rica e desconhecida por muitos. <br><br>Sabemos que a identidade cultural de um povo age como sustentação e manutenção de suas tradições, hábitos e costumes, traços peculiares como alimentos escolhidos, modos de preparos e ate de servir  permitem a produção, fomento e difusão do conhecimento, e a comida mantém ligação intrínseca aos significados atribuídos aos alimentos e ao ato alimentar, criando assim, símbolos que moldam os hábitos culturais de um grupo.<br><br>A forma que os povos se alimentam está diretamente relacionada à história e sua cultura, às condições geográficas, recursos econômicos e até mesmo a religião. E Querino diz, que foi em torno desta última que inicialmente os africanos recém chegados ao Brasil se organizaram e se fortaleceram para resistir à escravização e perpetuar alguns sabores e saberes ancestrais africanos. <br><br>Assim concluímos que a cultura alimentar é um aspecto importante para recuperação da humanidade de muitos indivíduos.<br><br>Conhecendo os caminhos ancestrais de nossa cultura culinária entenderemos esta cultura culinária da diáspora africana pelas Américas é o espírito de Sankofa se materializando em nossas vidas. Conhecendo sobre nosso passado projetaremos melhor nosso futuro. </p>


<div class="wp-block-image">
<figure class="alignleft size-large is-resized"><img decoding="async" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865-683x1024.jpeg" alt="" class="wp-image-51735" width="-264" height="-395" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865-683x1024.jpeg 683w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865-200x300.jpeg 200w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865-100x150.jpeg 100w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865-150x225.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865-300x450.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865-696x1044.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865-280x420.jpeg 280w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/08/photo1659712865.jpeg 750w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /><figcaption>Foto: Aline Chermoula</figcaption></figure>
</div>


<p><strong>Vamos às receitas? </strong><br><br><strong>FUNGE ANGOLANO</strong> <br><br> • 1/2 litro de água<br> • Farinha de milho branco ou amarelo o quanto baste<br><br><strong>PREPARO</strong><br> •   Coloque a água em uma panela e leve ao fogo brando até ficar um pouquinho morna. Adicione 1 xícara de farinha de milho e mexa sem parar até ficar cremoso como um mingau e levantar fervura. Deixe ferver por alguns minutos e adicione aos poucos 3 xícaras de farinha de milho ou menos, até engrossar, sem parar de mexer com uma colher de pau, durante uns 15 minutos. Coloque numa marmita térmica, coma em seguida. Aconselho que sirva com carne estufada, calulu de peixe, feijão ou peixe grelhado com molho de tomate e couves. Acompanhe de Moamba de galinha bem suculenta. <br><br><strong>ANGU BRASILEIRO </strong><br><br><br><strong>INGREDIENTES</strong><br> • 4 colheres (sopa) de fubá mimoso<br> • 150 ml de água para misturar o fubá<br> • 400 ml de água para ferver<br><br><strong>PREPARO</strong><br> •   Inicie colocando os quatrocentos ml de água em uma panela preferencialmente com o corpo mais alto e ferva a mesma. O corpo da panela deve ser mais alto senão vai espirar na hora de incorporar os ingredientes. Em uma vasilha pequena coloque cento e cinquenta ml de água e despeje na mesma as quatro colheres de fubá. Misture e deixe a parte. Quando a água estiver fervendo, adicione o fubá já incorporado com os cento e cinquenta ml de água e misture tudo por cerca de três a cinco minutos e tampe a panela. É importante notar que a incorporação dos ingredientes vai engrossar e ficar um mingau. Se ficar muito grosso, coloque mais um pouco de água, mas não muito. Uma vez ou outra mexa o angu para que não queime e todo corpo do alimento seja cozido por completo. O angu deve ser preparado com colher de pau. Para saber se o angu esta pronto basta observar a panela. Se nas bordas se o mesmo estiver desprendendo esta pronto. Para finalizar, coloque o angu em um prato fundo e tampe com outro prato por cima. Destampe de dez em dez minutos para tirar o suor que fica no prato de cima. Deve ser feito isto pelo menos três vezes para que o angu não fique enxarcado de água. Após esfriar um pouco sirva. De preferência acompanhando um delicioso frango com quiabo.<br><br><br><em>Referências <br><br>QUERINO, Manuel Raymundo. A Bahia de Outrora – Vultos e Fatos Populares. 3. ed. Livraria Progresso/Coleção de Estudos Brasileiros, série 1a – Autores Nacionais, 1946<br>___. A Bahia de Outrora – Vultos e Fatos Populares. Bahia: Econômica, 1916<br>___. Costumes Africanos no Brasil. Recife: Fundação Joaquim Nabuco – Ed. Massangana,<br>1988<br>___. As Artes na Bahia (Escorço de uma contribuição histórica). Bahia: Typ. E Encadernação do Lyceu de Artes e Offícios,1909<br>___. As Artes na Bahia, (Escorço de uma contribuição histórica). 2. edição melhorada. Officinas do Diário da Bahia, 1913<br>___. Artistas Bahianos – indicações biográficas. 2. Ed. (melhorada, cuidadosamente revista). Bahia: Officina da Empresa “A Bahia”, 1911<br>SHARPE, Jim. A História vista de baixo in BURKE, Peter (org.). A Escrita da História, 1992<br></em></p>
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		<item>
		<title>Mané pelado: o bolo de mandioca cremoso de nome engraçado</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/mane-pelado-o-bolo-de-mandioca-cremoso-de-nome-engracado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Apr 2022 18:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
		<category><![CDATA[mandioca]]></category>
		<category><![CDATA[mané pelado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este bolo de mandioca de tabuleiro cremoso, que traz o irresist&#237;veis trio, mandioca, coco e queijo. No t&#237;tulo traz o inusitado nome que se explica atrav&#233;s de v&#225;rias lendas. Se as lendas s&#227;o verdade ou n&#227;o, o fato &#233; a receita &#233; a receita de Mane Pelado &#233; uma verdadeira iguaria. Um vendedor encaloradoA hist&#243;ria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este bolo de mandioca de tabuleiro cremoso, que traz o irresistíveis trio, mandioca, coco e queijo. No título traz o inusitado nome que se explica através de várias lendas. Se as lendas são verdade ou não, o fato é a receita é a receita de <strong>Mane Pelado</strong> é uma verdadeira iguaria.</p>



<p><strong>Um vendedor encalorado</strong><br>A história de origem desse nome é tão inusitada quanto o prato em si, pois vem de um vendedor ambulante que ficou famoso em Goiás e uma de suas características serviu para batizar essa receita típica do estado.<br>O que conta a lenda popular é que a receita dessa delícia foi criada por uma moradora de Goiás que fazia o bolo de mandioca e o seu marido Manuel saia pelas ruas vendendo a iguaria.&nbsp;<br>Devido ao calor escaldante do cerrado, Manoel (ou mané como era chamado) fazia suas vendas de bolo de mandioca sempre sem camisa, e assim não foi difícil imaginar onde veio a inspiração, não é mesmo?&nbsp;<br>O bolo de mandioca passou a ser conhecido como o bolo do mané pelado até virar apenas mané pelado como é até hoje.Outra lenda muito popular na região sudeste e centro-oeste do Brasil, a lenda diz que o nome do bolo é uma homenagem a um agricultor que tinha o hábito de colher mandiocas sem uso de roupas. Curioso, né?&nbsp;&nbsp;</p>



<p><strong>Vamos à receita</strong></p>



<p><strong>INGREDIENTES<br></strong>• 500 g de mandioca descascada<br>• 1 ½ xícara (chá) de queijo meia-cura ralado grosso<br>• 1 ½ xícara (chá) de coco ralado seco em flocos (cerca de 100 g)<br>• 3 ovos<br>• 2 xícaras (chá) de açúcar<br>• 60 g de manteiga derretida<br>• ¾ de xícara (chá) de leite de coco (cerca de 200 ml)<br>• ½ xícara (chá) de leite<br>• manteiga e farinha de trigo para untar e polvilhar a assadeira</p>



<p><strong>PREPARO<br></strong>• Preaqueça o forno a 180 ºC (temperatura média). Unte com manteiga uma assadeira de 33 cm X 22 cm. Polvilhe com farinha de trigo, chacoalhe para espalhar e bata na pia para retirar o excesso.<br>• Passe a mandioca pela parte grossa do ralador, transfira para uma tigela e cubra com 2 xícaras (chá) de água. Deixe de molho enquanto separa os outros ingredientes.<br>• Numa tigela pequena, quebre um ovo de cada vez e transfira para uma tigela grande – se um estiver estragado você não perde a receita. Junte o açúcar, o sal, a manteiga e misture bem com um batedor de arame, até formar um creme ralo.<br>• Passe a mandioca por uma peneira e aperte bem com uma espátula para retirar a água. Junte a mandioca na mistura de ovos, acrescente o coco, o queijo ralado, o leite e o leite de coco. Misture com a espátula apenas para incorporar os ingredientes – o resultado é uma massa mais líquida com pedaços de mandioca, queijo e coco.<br>• Transfira a massa para a assadeira e nivele com a espátula. Leve ao forno para assar por cerca de 1 hora, ou até dourar. Retire do forno e deixe esfriar completamente antes de cortar os pedaços e servir.</p>



<p>A mandioca é uma planta com grande importância mundial, sendo capaz de aumentar a segurança alimentar em países em desenvolvimento. Sua raiz armazena uma grande quantidade de amido, portanto, é uma importante fonte de energia. Além disso, a raiz da mandioca é rica em cálcio, fósforo e vitamina C.</p>



<p>O <strong>Dia Nacional da Mandioca</strong>, comemorado nesta sexta-feira (22), marca um dos produtos mais presentes na mesa e na vida dos brasileiros, símbolo da cultura alimentar do país. Nativa do Brasil, a mandioca é a base da alimentação de várias comunidades tradicionais e em todo o território do país.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Caponata de coração de bananeira: uma receita especial para sua manhã de Páscoa</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/caponata-de-coracao-de-bananeira-uma-receita-especial-para-sua-manha-de-pascoa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Apr 2022 16:21:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[caponata]]></category>
		<category><![CDATA[coração de bananeira]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Caponata de cora&#231;&#227;o de bananeira. Receita bem especial que tem uso integral do cora&#231;&#227;o da bananeira e traz ancestralidade &#224; mesa nesta data especial para reflex&#227;o sobre o amor em fam&#237;lia. Pode rechear uma tapioca, p&#227;es ou outro acompanhamento que voc&#234; deseje. Segue receita da caponata! 1 cora&#231;&#227;o pequeno de banana &#189; x&#237;cara de vinagre [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Caponata de coração de bananeira. Receita bem especial que tem uso integral do coração da bananeira e traz ancestralidade à mesa nesta data especial para reflexão sobre o amor em família. Pode rechear uma tapioca, pães ou outro acompanhamento que você deseje.</p>
<p><strong>Segue receita da caponata!</strong></p>
<p>1 coração pequeno de banana<br />
½ xícara de vinagre ou suco de limão<br />
2 colheres de sopa de azeite extra virgem<br />
2 colheres de sopa de pimentão vermelho<br />
½ cebola<br />
1 dente de alho<br />
1 colher de chá de orégano<br />
2 colheres de sopa de azeitona preta<br />
sal (a gosto)<br />
pimenta do reino (a gosto)</p>
<p><strong>Preparo</strong></p>
<p>1. Retire as folhas grossas de fora do coração da banana, até atingir as folhas do centro, que são menos fibrosas. Reserve as folhas de fora caso queira utilizar como “cumbuquinha” para servir a caponata aos convidados.<br />
2. Corte o coração da banana em cubos pequenos.<br />
3. Numa panela com água e ¼ xícara de vinagre, adicione o coração da banana e deixe ferver por 15 minutos. Escorra e repita o processo mais uma vez. Isto cortará a “cica” presente no coração da banana, além de retirar qualquer resquício de oxidação. Escorra e reserve.<br />
4. Corte o pimentão em cubinhos, sem as sementes. Reserve.<br />
5. Corte a cebola em cubinhos e pique o dente de alho. Reserve<br />
6. Numa frigideira grande, aqueça o azeite e refogue o pimentão, em seguida, a cebola e, por último, o alho. Deixe cozinhar bem. Adicione o coração da banana escorrido.<br />
7. Em seguida, adicione o orégano e as azeitonas, sem caroço e fatiadas.<br />
8. Tempere com o sal e a pimenta. Sirva.</p>
<p>Acompanhe a receita passo a passo no<a href="https://youtu.be/WDo4Lf8aQkY"> canal da Chermoula</a> Culinária Episódio 2 de Cozinha Ancestral, mostra a visita ao Quilombo Ivaporanduva e ensina está delícia pra você!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Filé Billie Holiday: Aprenda a receita inspirada na diva do jazz</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/file-billie-holiday-aprenda-a-receita-inspirada-na-diva-do-jazz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 15:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[Billie Holiday]]></category>
		<category><![CDATA[Cúlinaria]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem muitos adjetivos que podemos usar para se referir &#224; algu&#233;m como Billie Holiday, e definitivamente &#8221;Inspiradora&#8221; &#233; um deles. Tanto por seu ativismo pol&#237;tico quanto por sua arte, a artista serviu de refer&#234;ncia para muitos nomes como Andra Day ou Amy Winehouse, mas voc&#234; j&#225; parou para pensar que ela tamb&#233;m serviu de inspira&#231;&#227;o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Existem muitos adjetivos que podemos usar para se referir à alguém como Billie Holiday, e definitivamente &#8221;Inspiradora&#8221; é um deles. Tanto por seu ativismo político quanto por sua arte, a artista serviu de referência para muitos nomes como Andra Day ou Amy Winehouse, mas você já parou para pensar que ela também serviu de inspiração para um prato gastronômico?</p>



<p>Durante uma pesquisa, a chefe Aline Chermoula descobriu que a cantora tinha uma paixão por filé ao molho madeira, e baseado nisso, nas emoções transmitidas em suas músicas e com uma pitada de diáspora africana, desenvolveu o prato que leva o nome de Billie. Confira:</p>



<p><strong>Ingredientes<br>•</strong> 2 medalhões de filé mignon (de pelo menos 150g cada);<br>• ½ colher (sopa) de azeite;<br>• Pimenta-do-reino a gosto;<br>• Sal a gosto.<br>&nbsp;<br>Molho<br>• ½ colher (sopa) de manteiga;<br>• ½ colher (sopa) de farinha de trigo;<br>• ½ colher (sopa) de extrato de tomate;<br>• ¼ de xícara (chá) de vinho tinto;<br>• ½ xícara (chá) de água fervente;<br>• 1 canela em pau<br>• 12 unidades de cravo da Índia<br>• 1/2 xícara de Izidro<br>• Pimenta jamaicana a gosto<br>• 1 unidade de anis estrelado<br>• Pimenta-do-reino a gosto;<br>• Sal a gosto.<br><strong>&nbsp;<br>Modo de Preparo<br>Medalhão</strong><br>1. Deixe os medalhões de Filé Mignon em temperatura ambiente por alguns minutos. Eles não podem estar gelados ao ir para a frigideira.<br>2. Com sal e pimenta-do-reino a gosto tempere os medalhões.&nbsp;<br>3. Coloque uma frigideira para esquentar no fogo médio. Assim que estiver bem quente, acrescente o azeite e gire a frigideira para que cubra todo o fundo.<br>4. Coloque os dois medalhões e deixe dourar por aproximadamente 3 minutos cada lado. Dessa forma a carne vai ficar douradinha por fora e mal passada no centro.<br>5. Reserve os medalhões em um recipiente coberto com papel alumínio para que não esfriem enquanto prepara o molho.<br>&nbsp;<br><strong>Molho</strong><br>1. &nbsp;Na mesma frigideira em que preparou os medalhões, coloque a manteiga e leve ao fogo médio. Assim que derreter, acrescente a farinha e misture bem, por aproximadamente 2 minutos, até que forme uma pastinha.<br>2. Adicione o extrato de tomate e mexa por 1 minuto, lembrando sempre de raspar o fundo da frigideira com a espátula para dissolver os queimadinhos.&nbsp;<br>3. Despeje o vinho é o Izidro e mexa até desmanchar os gruminhos de farinha presentes na mistura.<br>4. Misture a água fervente na frigideira, tempere com o sal e pimenta-do-reino é demais especiarias e deixe cozinhar até o molho reduzir e engrossar levemente.<br>5. Sirva a seguir sobre os medalhões.</p>



<p><br>&#8220;A gente tem que ter algo para comer e um pouco de amor na vida antes de conseguir aguentar firme ouvindo qualquer sermão sobre como se comportar. &#8221; <strong>-Billie Holiday</strong></p>



<p> </p>
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		<title>Acarajé: símbolo de resistência e preservação, uma marca da diáspora africana no Brasil</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/acaraje-simbolo-de-resistencia-e-preservacao-uma-marca-da-diaspora-africana-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Apr 2022 18:50:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[ACARAJÉ]]></category>
		<category><![CDATA[Culinaria]]></category>
		<category><![CDATA[Gastronomia]]></category>
		<category><![CDATA[instagram]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acaraj&#233; &#233; um tema que t&#225; sempre em alta. Simboliza a preserva&#231;&#227;o de uma ess&#234;ncia africana que se tornou uma das marcas da di&#225;spora africana no Brasil. Uma iguaria que nos lambuza e a gente ama! Acaraj&#233; &#233; comida sagrada. Comida de orix&#225;s! Comida que nutre o corpo e alma. Alimenta humanos, deusas e deuses [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Acarajé é um tema que tá sempre em alta. Simboliza a preservação de uma essência africana que se tornou uma das marcas da diáspora africana no Brasil. Uma iguaria que nos lambuza e a gente ama!</p>
<p>Acarajé é comida sagrada. Comida de orixás! Comida que nutre o corpo e alma. Alimenta humanos, deusas e deuses também.<br />
Existe uma lenda que envolve o acarajé:</p>
<p>Iansã, deusa dos ventos e das tempestades, é a senhora dos raios e dona da alma dos mortos. A ela são oferecidos os bolinhos feitos de feijão fradinho e fritos no azeite de dendê, o acarajé. Segundo a lenda, a deusa dos ventos mulher de Xangô, foi a casa de Ifá buscar um preparado para o seu marido. Ifá entregou o encantamento e recomendou que quando Xangô comesse fosse falar para o povo. Iansã desconfiou e provou o alimento antes de entregá-lo ao marido. Nada aconteceu, quando chegou em casa entregou o preparado ao marido, lembrando o que Ifá dissera. Xango comeu e quando foi falar ao povo, começaram a sair labaredas de fogo da sua boca. Iansã ficou aflita e correu para ajudar o marido, gritando Kawô Kabiesilé. Foi então que as labaredas começaram a sair da sua boca também. Diante do ocorrido o povo começou a saudá-los: Obá anlá Óyó até babá Inà, ou seja, grande rei de Oyó, rei de pai do fogo. Essa história do Candomblé explica o nome do acarajé, que vem do iorubá akárà (bola de fogo) e jè (comer)</p>
<p>Comer bola de fogo pra ficar forte!</p>
<p>Manuel Querino nos ensinou a moer o fradinho com instrumento específico e muita técnica<br />
Na hora de preparar o acarajé: “ A pedra de ralar, como geralmente lhe chamam, mede cinquenta centímetros de comprimento e vinte e três de largura, tendo cerca de dez centímetros de altura. A face plana em vez de lisa, é ligeiramente picada por canteiro, de modo a torna-la porosa ou crespa. Um rolo de forma cilíndrica da mesma pedra de cerca de trinta centímetros de comprimento apresenta toda a superfície também áspera. Este rolo impelido para a frente e para a trás, sobre a pedra, na atitude de quem mói, tritura facilmente o feijão…Estes apetrechos africanos são geralmente conhecidos na Bahia e muita gente os prefere às máquinas de moer cereais. ” (A Arte Culinária da Bahia. WMF Martins Fontes, 2011. Org. e notas: Raul Lody. Pg. 35). Neste contexto, está o ofício das baianas de tabuleiro com as vendas de acarajé. E nos terreiros de candomblé esta comida é um emblema de Oyá, orixá que ensinou as mulheres a fazerem o “acará” para comercializarem nos mercados, e com isto terem autonomia.</p>
<p><figure id="attachment_46399" aria-describedby="caption-attachment-46399" style="width: 300px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-medium wp-image-46399" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-01-at-15.12.54-2-300x192.jpeg" alt="" width="300" height="192" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-01-at-15.12.54-2-300x192.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-01-at-15.12.54-2-150x96.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/04/WhatsApp-Image-2022-04-01-at-15.12.54-2.jpeg 532w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-46399" class="wp-caption-text">@duraesmuriloc</figcaption></figure></p>
<p>Falar de acarajé também é falar sobre a contribuição das mulheres pretas não só para nossa culinária afro-brasileira, onde tornou-se fundamental no processo de formação da cultura culinária afro-brasileira e sua consolidação como conhecemos hoje, tambem é de grande importância sua participação na esfera política, econômica e social, desde o período escravocrata até a contemporaneidade.</p>
<p>A força de nossa auto-organização feminina é ancestral e está presente em diversas sociedades africanas. E muito do que sabemos hoje quanto mulheres mercantes, aprendemos com mulheres que antigamente vendiam seus acarajés em suas gamelas.</p>
<p>As tradições ligadas ao comércio organizado pelas mulheres negras tem sido mantidas e/ou adaptadas como estratégias de sobrevivência e como forma de preservar os sabores tradicionais de matrizes africanas.</p>
<p>Então, quando você for comer acarajé, ouça as histórias da mulher que o prepara, uma das heranças de nosso povo é a oralidade. Valorize nossas histórias!<br />
Aprecie sua indumentária: atenção à bata, a saia amarrada, ao pano da costa, às pulseiras e anéis, aos amuletos, fios de contas, ervas, de origem africana, uma forma de demonstrar relação com sagrado. Respeite nossa cultura!</p>
<p>E por fim, não deixe de conhece a historia de personalidades como: Luiza Mahin, Tânia Neri, Angélica Moreira e muitas outras mulheres negras que vendiam acarajés e revolucionaram e abriram espaço permitindo que sigamos seus legados. Não permita a continuidade do apagamento que nos invisibiliza!</p>
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		<title>Teff é um grão ancestral africano altamente nutritivo</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/teff-e-um-grao-ancestral-africano-altamente-nutritivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Mar 2022 21:20:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[culinária africana]]></category>
		<category><![CDATA[gastronomia africana]]></category>
		<category><![CDATA[teff]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A farinha de teff &#233; feita a partir do gr&#227;o teff, um superalimento que tem sua origem na Eti&#243;pia, pa&#237;s da por&#231;&#227;o oriental do continente africano. Muito consumida em seu pa&#237;s de origem, ela tamb&#233;m vem ganhando popularidade no restante do mundo, inclusive no Brasil. O teff &#233; um gr&#227;o ancestral altamente nutritivo, de sabor [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A farinha de teff é feita a partir do grão teff, um superalimento que tem sua origem na Etiópia, país da porção oriental do continente africano. Muito consumida em seu país de origem, ela também vem ganhando popularidade no restante do mundo, inclusive no Brasil.</p>
<p>O teff é um grão ancestral altamente nutritivo, de sabor levemente adocicado, repleto de propriedades excelentes e livre de glúten. Os grãos ancestrais são cereais plantados e colhidos da mesma forma há milhares de anos. Assim, é uma opção apropriada para celíacos. Por isso, a farinha de teff é igualmente nutritiva, além de ser versátil – pode ser usada de diversas maneiras.<br />
Benefícios da farinha de teff</p>
<p><strong>Previne a anemia</strong><br />
Rico em ferro, o grão teff é excelente para quem sofre de anemia ou para quem quer prevenir a condição. Basicamente, a anemia é resultado da falta de glóbulos vermelhos ou glóbulos vermelhos disfuncionais no corpo, o que causa a redução do fluxo de oxigênio para os órgãos. A deficiência de glóbulos vermelhos é decorrente da deficiência de ferro. Portanto, ao adicionar a farinha de teff à alimentação, essa deficiência pode ser prevenida.</p>
<p><strong>Ajuda no ganho de massa magra </strong><br />
Além do ferro, o grão contém proteína vegetal. Por isso, seu consumo é recomendado para quem não ingere proteínas de origem animal. Ainda, também é uma excelente adição à dieta de quem pretende ganhar massa magra, ou seja, para quem almeja a hipertrofia.</p>
<p><strong>Fortalece os ossos</strong><br />
Em geral, grãos ancestrais são ricos em cálcio, essencial para a saúde dos ossos. Em comparação à quinoa, farro e espelta – outros grãos ancestrais, teff é o mais rico no mineral. Por isso, o consumo da farinha de teff está relacionada ao fortalecimento ósseo e é indicada para prevenir a osteoporose.</p>
<p><strong>Combate a constipação</strong><br />
Além dos minerais que o compõem, também conta com uma enorme quantidade de fibras em sua composição. Por isso, promove o melhor funcionamento intestinal e, consequentemente, previne e combate a constipação (prisão de ventre), o que também ajuda na perda de peso e fim da sensação de inchaço estomacal. Suas fibras também ajudam no controle do nível de açúcar no sangue, o que reduz o risco de diabetes tipo 2.</p>
<p><figure id="attachment_46099" aria-describedby="caption-attachment-46099" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-46099" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-1-300x293.jpeg" alt="" width="300" height="293" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-1-300x293.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-1-150x147.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-1-768x751.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-1-696x681.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-1-429x420.jpeg 429w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-1.jpeg 828w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-46099" class="wp-caption-text">Imagem: Injera</figcaption></figure></p>
<p>Tabela nutricional da farinha de teff (100g)</p>
<p>• Calorias: 366<br />
• Proteínas: 12.2 gramas<br />
• Gorduras: 3.7 gramas<br />
• Carboidratos: 71 gramas<br />
• Fibras: 12.2 gramas</p>
<p>Como utilizar a farinha de teff<br />
A farinha de teff é muito versátil e pode ser usada em receitas (sem glúten) de pães, bolos, cremes, caldos e sopas.</p>
<p>Injera é o pão etíope, feito com teff e resultado de fermentação natural, famoso em Etiópia e no mundo!</p>
<p>Para a comida etíope, comer com as mãos é uma obrigação, sem dúvidas. Todos comem juntos, como uma família. Você pode pegar um pedaço de pão e enrolá-lo bem para que o molho não derrame, e assim oferecer a pessoa ao seu lado. Isso é chamado gursha, um ato de intimidade que aproveita o poder do toque e da comida.</p>
<p>Injera é um pão achatado, gigante produzido a partir do Teff, grão típico da região e sua fermentação é natural, normalmente feita à base de vegetais. Injera acompanha praticamente todas as refeições etíopes, sendo usado como base para forrar o prato. Sobre ele então são servidos os acompanhamentos, como molhos, carnes, grãos, verduras e legumes.</p>
<p>Devido à fermentação natural, as injeras são úmidas e fofas e são colocadas sobre um prato onde se serve o wot ou outra comida da culinária da Etiópia.</p>
<p>A forma de comer é também especial: o prato pode ser individual ou servir várias pessoas, que vão tirando pedaços da injera e, com esse pedaço, agarram uma porção de comida para levarem à boca.</p>
<p><figure id="attachment_46100" aria-describedby="caption-attachment-46100" style="width: 300px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-medium wp-image-46100" src="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-2-300x289.jpeg" alt="" width="300" height="289" srcset="https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-2-300x289.jpeg 300w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-2-150x145.jpeg 150w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-2-768x741.jpeg 768w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-2-696x672.jpeg 696w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-2-435x420.jpeg 435w, https://mundonegro.inf.br/wp-content/uploads/2022/03/photo1648241571-2.jpeg 828w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-46100" class="wp-caption-text">Imagem: Injera</figcaption></figure></p>
<p>Para preparar você vai precisar:</p>
<p>1 e ½ xícaras de farinha de Teff<br />
1 colher de sopa de óleo de coco (para untar)<br />
¼ colher de sal rosa do Himalaia fino<br />
2 xícaras de água filtrada<br />
½ colher de chá de fermento em pó</p>
<p>Coloque a farinha de teff com a água em um recipiente e mexa bem. Adicione o fermento delicadamente. Unte com um fio de óleo de coco  uma frigideira e aqueça um pouco.</p>
<p>Despeje meia xícara da massa do pão e espalhe bem, como se fosse uma panqueca.<br />
Após 2 minutos coloque uma tampa para reter toda a umidade.<br />
Vire para dourar um pouco os dois lados. Pronto! Recheie e se delicie!!!</p>
<p>Receita autoral de Aline Chermoula</p>
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		<title>Ovos ‘com sabores de África’: você conhece?</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/ovos-com-sabores-de-africa-voce-conhece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 18:43:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[aline chermoula]]></category>
		<category><![CDATA[Ovos da pascoa]]></category>
		<category><![CDATA[Páscoa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A chef Aline Chermoula colocou a criatividade a prova e lan&#231;a nesta P&#225;scoa ovos de com os sabores da di&#225;spora africana.&#160; Para a P&#225;scoa de 2022, Aline resolver nos&#160;&#160;mostrar op&#231;&#245;es de ovos trufados com sabores inusitados, recheios baba de mo&#231;a, cocacada queimada e brigadeiro de dend&#234; com nibis de cacau prometem fazer sucesso.&#160; &#8220;O p&#250;blico [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A chef <strong>Aline Chermoula</strong> colocou a criatividade a prova e lança nesta Páscoa ovos de com os sabores da diáspora africana. </p>



<p>Para a <strong>Páscoa</strong> de 2022, Aline resolver nos  mostrar opções de ovos trufados com sabores inusitados, recheios baba de moça, cocacada queimada e brigadeiro de dendê com nibis de cacau prometem fazer sucesso. </p>



<p>“O público tem adorado as opções por trazem referências aos sabores de África e de nossa cultura culinária afro-brasileira, tem sido um sucesso estrondoso”, diz a chefe de cozinha.</p>



<p>Com o pensamento de trazer em seu trabalho o compromisso de resgatar e promover os sabores e saberes da cultura africana presentes em nosso cotidiano.&nbsp;</p>



<p>Inspirado em seu bolo de cocada queimada o carro chef de seu menu de bolos, Chermoula criou o ovo cocada queimada. Um ovo de casca simples meio amargo recheado de cocada amarela e ainda apresenta uma casquinha brûlée, deixando a superfície o ovo surpreendentemente crocante.&nbsp;</p>



<p>“Nós brasileiros temos uma relação afetiva com o coco e a cocada materializa esta relação de amor.” Explica ela.&nbsp;</p>



<p>Segundo a moda, o ovo mais inusitado, ainda, é o ovo de Páscoa com brigadeiro de dendê, o brigadeiro de dendê da Chermoula foi destaque em 2021, chamou atenção do público por sua originalidade e por reverenciar este óleo africano tão potente.&nbsp;</p>



<p>A venda dos ovos é feita pelo site da empresa www.chermoula.com.br</p>
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		<item>
		<title>Bolinho de estudante: crocante, macio e irresistível!</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/bolinho-de-estudante-crocante-macio-e-irresistivel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 12 Mar 2022 09:14:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ÚLTIMAS NOTÍCIAS]]></category>
		<category><![CDATA[bolinho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este delicioso doce &#233; t&#237;pico da cozinha baiana. Feito a partir da tapioca granulada, coco ralado, leite de coco, a&#231;&#250;car e canela, lembra bastante seu primo bolinho de chuva, mas &#233; ainda mais saboroso por n&#227;o utilizar farinha de trigo, afinal, nossa tapioca &#233; muito mais nutritiva e saborosa! Este bolinho &#233; encontrado nos tabuleiros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Este delicioso doce é típico da cozinha baiana. Feito a partir da tapioca granulada, coco ralado, leite de coco, açúcar e canela, lembra bastante seu primo bolinho de chuva, mas é ainda mais saboroso por não utilizar farinha de trigo, afinal, nossa tapioca é muito mais nutritiva e saborosa!</p>



<p>Este bolinho é encontrado nos tabuleiros das baianas do acarajé e leva esse nome por ser barato, se popularizando entre os estudantes.<br>Bolinho de Estudante é patrimônio cultural da gastronomia brasileira oriundo do Nordeste, feito à base de tapioca flocada.</p>



<p>Raul Lody diz:”Na Bahia, todos o conhecem este doce tradicional feito a punho, o tão estimado e saboroso bolinho de estudante,um dos mais frequentes integrantes do cardápio exposto no tabuleiro da baiana de acarajé”.</p>



<p>O universo do doce, do salgado, do dendê, do coco, do milho, da massa de mandioca, revela-se nos cardápios do cotidiano, ritualmente repetidos a cada final de tarde, nos domingos, nas manhãs.</p>



<p>Os doces são, certamente, marcados pelas cocadas brancas e pretas, pelo doce de gamela de madeira, como o de tamarindo, pelos bolos de milho, e o tradicional bolinho de estudante.</p>



<p>O tabuleiro e a baiana se unem para formar um dos mais notáveis símbolos urbanos de matriz africana.</p>



<p>Destaque, dentro das receitas do tabuleiro da baiana, para uma comida de mandioca, o popular bolinho de estudante. Certamente, ganhando esse nome por ser bolinho frito no final da tarde, hora que os estudantes passam, ao sair dos colégios, pelas esquinas e adros, onde estão arrumados os tabuleiros com tudo que possa seduzir pelo cheiro.</p>



<p>Na cidade do São Salvador, em cada final de tarde, o dendê fervente inunda o ar, e a boca já começa a salivar…</p>



<p>O bolinho de estudante é um doce feito de massa de tapioca, coco, açúcar e canela, estando a maior habilidade para se fazer a receita no trabalho de manipular a massa, de dar com o punho o movimento que faz com que ele seja conhecido como um doce “feito a punho”. Com a massa faz-se bolinhos que são fritos no óleo de milho ou no azeite doce. O bolinho deve ser comido ainda quente, pois a massa é mais saborosa assim, e o açúcar se misturado à canela lhe dá uma casquinha que se derrete a cada mordida.</p>



<p>Ele é sobremesa nas casas para o lanche da tarde. É a sobremesa para a culminância dos pratos de azeite, diga-se de dendê, pois, não há nada melhor que almoçar um efó acompanhando de boa e fina farinha de mandioca do Recôncavo e, após, os bolinhos de estudante.</p>



<p>Assim, unem-se mandioca nativa – da Terra –, com o dendê africano – da Costa – com o açúcar e a canela que são do oriente – do Reino –, fazendo-se viver novamente essa boca de paladar multicultural, da mesa do brasileiro, dessa mesa baiana.</p>



<p>Raul Lody</p>



<p>Vamos de receita?<br>Nível de dificuldade: fácil<br>Tempo de preparo: 45 min</p>



<p>Ingredientes:<br>• 500ml de leite morno;<br>• 300g de tapioca flocada;<br>• 200g de coco seco natural;<br>• 1 xícara de açúcar;<br>• 2 colheres de chá de canela em pó + 1 xícara de açúcar refinado para empanar;<br>• Óleo para fritura. (Uso 1L)<br>.<br>Modo de Preparo:</p>



<ol class="wp-block-list"><li>Coloque o coco e o leite morna no liquidificador e bata até obter pedaços bem pequenos. Misture bem com 300g de tapioca e o açúcar. Deixe descansar por 30 minutos, até a tapioca amolecer. Em seguida, enrole os bolinhos com a mão levemente untada com água.<br>.<br>Frite os bolinhos em bastante óleo quente até ficarem dourados. Coloque-os sobre papel toalha para retirar o excesso de óleo . Deixe esfriar por 3 minutos, depois passe no açúcar e na canela e sirva.<br>.<br>Dica: Sirva acompanhado de sorvete de coco ou coma no café da tarde.</li><li></li></ol>
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		<title>Sacolé caseiro e Carnaval: três receitas fáceis para você se deliciar</title>
		<link>https://mundonegro.inf.br/sacole-caseiro-e-carnaval-tres-receitas-faceis-para-voce-se-deliciar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Aline Chermoula]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Feb 2022 01:17:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Guia Black Chefs]]></category>
		<category><![CDATA[sacolé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O sacol&#233; (ou geladinho como muitos conhecem) pode ter sua vers&#227;o alco&#243;lico &#233; um tipo de geladinho que s&#227;o especiais para adultos, &#243;timo para voc&#234; preparar antes das festas. E al&#233;m de ser pr&#225;tico, tamb&#233;m &#233; divertido, pois &#233; jeito diferente de tomar aquela sua bebida favorita. Receita de sacol&#233; alco&#243;lico de Caipirinha Ingredientes 10 [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong>sacolé </strong>(ou geladinho como muitos conhecem) pode ter sua versão alcoólico é um tipo de geladinho que são especiais para adultos, ótimo para você preparar antes das festas. E além de ser prático, também é divertido, pois é jeito diferente de tomar aquela sua bebida favorita.</p>



<p>Receita de sacolé alcoólico de Caipirinha</p>



<p>Ingredientes</p>



<p>10 limões-sicilianos</p>



<p>300 g de açúcar</p>



<p>200 ml de água</p>



<p>200 ml de suco de limão-taiti</p>



<p>Raspas de limão</p>



<p>200 ml de cachaça<br></p>



<p><strong>Modo de preparo</strong>: Primeiramente, corte os limões-sicilianos em gomos e macere com o açúcar, até dissolver bem.</p>



<p>Receita de sacolé &#8211; Margarita<br></p>



<p>Ingredientes:</p>



<p>50ml de Tequila</p>



<p>15 ml de Cointreau</p>



<p>35 ml de suco de limão</p>



<p>3 colheres (chá) de açúcar</p>



<p><strong>Modo de preparo:</strong></p>



<p>Misture todos os ingredientes até que o açúcar esteja dissolvido.<br>Então, coloque a mistura, com auxilio de um funil, num saco para geladinho/sacolé, de um nó na ponta e leve ao congelador por ao menos 4 horas ou até congelar</p>



<p>Sacolé </p>



<p><strong>Caipiroska de tangerina<br></strong></p>



<p>Ingredientes</p>



<p>500ml de suco de tangerina</p>



<p>50ml de vodka</p>



<p>3 colheres (de sopa) de açúcar<br>Modo de preparo: misture todos os ingredientes até que o açúcar esteja dissolvido.<br>Logo em seguida, coloque a mistura, com auxilio de um funil, num saco para geladinho/sacolé, de um nó na ponta e leve ao congelador por ao menos 4 horas ou até congelar.</p>
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